quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

"Manha Submetida"



   Acordamos e como sempre, apos um beijo e abraço forte, tomamos o pequeno almoço, apos o qual te mandei deitar e dei-te uma massagem forte nas costas, originando o 1º orgasmo do dia. Uso o teu gosto por massagens aproveitando a sensibilidade gritante nas tuas omoplatas e costelas para arrancar de ti o que desejo.
    A calma com que ficaste quase te fazia adormecer. Mas nao era minha intençao que o fizesses e ordenei que te fosses despachar. Tinhas meia hora para tal, por cada minuto mais castigava-te com uma palmada numa nádega. Ambos sabemos que nunca acabarias a tempo, nao porque nao conseguisses mas sim porque as palmadas eram um desejo mutuo.
    Tomaste um banho demorado, pintaste-te, secaste o cabelo e ja iam 35 minutos. Entraste no quarto e olhaste para a roupa que tinha escolhido para ti e riste. Alem de nao haver roupa interior, o vestido nao era facil de vestir sozinha e as meias eram abertas entre as pernas. Olhei para ti e apontei o relogio. Como que apanhada em falta, puseste a mao a frente da boca, como que escandalizada. Mas a pressa nao era nenhuma e cuidadosamente, demoradamente, iniciaste a colocar o que tinha escolhido. Quando te calçaste perguntaste-me: "Vamos?". Mais uma vez olhei para o relogio e disse-te: 40 palmadas. Mais uma vez fingiste (acho eu) escandalizada. Mandei-te dobrar sobre o braço do sofa. Levantei o vestido ate a cintura e iniciei as palmadas. Uma em cada nadega, 1º palmadas suaves que te aquecessem o corpo e foram 10 desse modo. A partir dai foram 30, divididas irmãmente, de maneira a ficar com a mao ligeiramente dorida, imagino o rabo. Aguentaste estoicamente (que remedio) e quando te baixei o vestido, com lagrimas nos olhos, beijaste-me a mao e disseste "Obrigado Senhor por me ensinares". O pior foi o sorriso trocista que lançaste. Ias pagar por isso.
    - Saimos directos a uma praia, praia essa com uma extensao de areia enorme onde fora da epoca balnear haveria bastante espaço para te fazer sofrer, como gostas.
     Chegados a praia, estacionando o mais distante de pessoas e outros carros que consegui,Dei-te a mao, tirei uma malinha do carro e caminhamos na areia fina que aquela hora ja nao estava muito fria. Era agradavel pisa-la. Embora nao me perguntasses nada, vi-te diversas vezes olhar para a pequena mala que transportava.  Como estavas tao curiosa, passei-ta para a mao proibindo de a abrir, era so para transportar.
   Quando chegamos a um sitio que achei mais ou menos isolado, sentei-me e mandei-te sentar nao sem antes tirar de dentro da mala uma toalha e estender. Obedeceste, e eu levantei-me, mandando-te deitar de barriga para cima de pernas abertas, os braços perpendiculares ao corpo e fechares os olhos. Embora tentasses contestar, mandei-te calar friamente e obedecer.
    Fizeste-o, deitaste-te de pernas abertas e olhos fechados. Via-te a vagina porque o vestido era curto, encharcada. Sempre te achei exibicionista, apesar de acanhada. Ia tentar aproveitar essa tua faceta para nos divertir-mos.
   Levantei o vestido de maneira que tapasse os olhos. Tentaste evitar mas dei-te uma chapada que te  inibiu  qualquer outra tentativa de me contrariar. Estavas ali da cintura para baixo unicamente com as meias, tendo a parte anal e vaginal exposta. A vagina estava brilhante, os labios ligeiramente abertos, convidativa.
    Entao a vingança começou. A palmatoria iniciou o seu trabalho cadenciado em toda a zona sexual.
Gemias umas vezes de dor, outras de prazer, mediante o impacto sentido. Encostei por momentos um potente vibrador ao teu clitoris dolorido, com varios afastamentos e encostos, nao muito intensos mas por sinal bastante eficazes em relação ao teu desejo. As pernas tremiam, ameaçando um orgasmo e que o ambiente ja nao te dizia nada, esse estava esquecido naquela amalgama de sensações. Quando te vi muito entusiasmada, quase no pico, retirei tudo e deixei-te na tremideira. Tentaste com a mao acabar o que estava quase a acontecer mas uma forte palmada na mesma, demoveu-te de tal. Ordenei que o braço voltasse a posição inicial. Contrafeita obedeceste mais uma vez. Observando mais uma vez a nossa volta, verifiquei alguem a passar. Um casal que passeava. Como estive sempre a tua frente, pouco ou nada viam e estavas resguardada.
     Depois de passarem, reiniciei a brincadeira contigo. Outro vibrador entrou em ti, seleccionando a velocidade máxima. Nao contente com isso, outro suave na textura mas com vibração muito forte tambem encontrava o clitoris, desta vez de forma continua. Novamente o teu prazer subiu e as pernas voltaram a manifestar o que te ia acontecendo. Ate que o teu orgasmo veio, forte, intenso mas silencioso. A mao tapou-te a boca impedindo o grito que sabia ir ser muito alto e longo.
    Ficaste inerte, exausta. Chamei-te a atenção para a maneira como estavas na praia, indigna da tua posição de mulher casada. Claro que era so para te aborrecer mas compuseste-te rapidamente, ruborizada, levando-me as lágrimas com o riso. Levantar-te foi um pouco difícil mas saímos dali felizes, sexualmente realizados. No carro de volta a casa, as tuas maos trabalharam em mim, dando-me um prazer e alivio que ja precisava e a ti tambem a satisfação da minha libertação que levaste a boca e sorveste ate a ultima gota. 
   
 

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