Puta. Sim, és minha puta, um joguete nas minhas mãos, sujeitando-te a qualquer vontade minha. Então porque uma certa frustração que sinto? Porque este sentimento constante de insatisfação? Porque não me sinto pleno, sendo tu como és?
Quando faço uma introspeção, verifico na minha ânsia de te fazer feliz, proporcionar-te bem estar para seres quem és. Exibicionista para alem de tudo, gostas de te exibir, ficas molhada sexualmente por chamar a atenção de homens e mulheres quando te vestes de modo tão sensual e descarado, das-me prazer de te olhar, prazer que e repartido por todos e todas que te observam ao passar, uma aura de mulher lasciva, ar de quem esta sempre pronta para um orgasmo, um felacio, uma foda. Mais que pronta, o teu olhar mostra o quanto precisas. Noto por vezes o teu olhar para a masculinidade de alguns homens, assim como para a minha, o sorriso lascivo, ate por vezes um passar de língua no lábio. Noto o medo que a dor te provoca, querendo-a, o receio de não poderes ser utilizada. Muitas vezes te digo que ao judiar do teu clitóris com brutalidade, sei que passados alguns minutos vai estremecer e fazer-te gritar de excitação a passagem suave da língua húmida e quente. As mamas, outro dos sítios pelo qual sentes reticencias em mal tratar, incham os bicos e perdendo esse medo psicológico, o prazer ao toque novamente suave trará gozos que já experimentaste.
Foste feita para ser tocada, molestada, dirigida e mal tratada. Tudo em ti e quanto pior, melhor. Confessas em menina fazeres asneiras porque eras castigada, mas o prazer das fazer supera qq dor que pudesses ter de um castigo. Vives com prazer da dor, és uma mulher preparada para o sofrimento que realmente te alimenta e te alimenta o ego. Quantas vezes as nódoas negras te provocam dor que com orgulho dizes serem resultado da minha brutalidade. Quantas vezes me beliscas para levares uma sova, queixando-te como uma menina mas dando o corpo ao meu dispor. Quantas vezes estas marcada da cane ou da escova de aço e sentes um prazer demoníaco ao passar álcool nas feridas abertas.
A minha frustração e na falta de colaboração verbal que tenho a tua parte. A uma doidivanas com alma de puta como tu, custa nos momentos íntimos soltar palavras fortes, aludir grotescamente ao que precisas, provocar-me com palavras como o fazes com atitudes, puxar o pior de mim que te e necessário nessa altura. Claro que ficaras magoada, mas não e o que queres? Não me provocas para eu exercer a minha força sádica em ti? Não esguicharas o teu prazer ate a exaustão se te enrabar a bruta, puxado o clitóris mordendo-te e depois te der uma foda descomunal quando o castigo cessar? Não precisaras de minha bestialidade compensada depois de carinhos e por fim de uma foda deslumbrante, onde todo o teu corpo e estimulado eroticamente?. Fazer-te desmaiar não e a primeira vez que acontece. Depois, depois e o paraíso, são orgasmos atrás de orgasmos e os teus olhos choram de felicidade.
Exijo que implores pelo teu prazer que darei quando quiser, que me provoques com historias que faças parecer verídicas, sujeitando-te a cinturadas marcantes, a tareias divinais. No dia seguinte vais querer mais porque tudo o que se passar no quarto ira ser sem limites, extremo, magico. Palavras como "fode-me, trata da tua puta, bate-me, sou uma vaca que só quer pau na cona, cu e boca" alem de muitas outras, são humilhantes mas também poderosos afrodiziacos.
Pensa nisso.
