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segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Cane e outros miminhos de fim de ano



   -Estamos já em 2020. A noite passou sem grandes ocorrências, a comida farta, a companhia agradável, ambiente harmonioso.
   -Após alguma bebida ingerida, dirigimo-nos ao quarto, fora de casa onde dormiam familiares, com os tradicionais apalpões, beijos e palavras de sexo. Sim, as de amor são ditas diariamente em quaisquer circunstancias, as de sexo são um aperitivo optimo para uma sessão nossa de entrega.
   - Chegados ao quarto, dobro-te ao fundo da cama, com os braços apoiados nela, levanto-te o vestido de noite que envergavas e penetro-te profunda e brutalmente, soltando tu um grito, misto de prazer e dor. Estas molhada, mas mesmo assim o irromper dentro de ti com tanta fogosidade criou algum desconforto, que depressa passa, ao fim da 3ª estocada já me pedes para foder com força, para te bater nas nádegas, que te use.
   - Claro que parei nesse momento. Um dos maiores prazeres que tenho e cortar-te as vontades, levando-te a loucura com desejo reprimido, não consentido, acicatando o prazer ate níveis altíssimos, onde ai sim, te darei vários orgasmos muito mais sentidos, muito mais vividos.
   - Sai de ti e agarrei-te em peso projetando-te para cima da cama. Caíste desamparada, olhando assustada para mim, devido a maneira como te tratei. Olhei-te com um sorriso e dei-te uma forte chapada na cara e apalpei-te com ternura os peitos. Olhaste-me novamente mas agora com expressão totalmente diferente, estavas empolgada, o sorriso que emanavas era luxuria. Entraste no jogo e disseste-me estar com sono, simulando deitares-te e
adormecer. Levantei-te o corpo com um braço e com o outro desferi diversas palmadas no rabo que ficou purpuro e os teus olhos lacrimejantes. Mas confirmei que alem e acordada as tuas pernas exibiam todo o gozo que sentias, exibindo líquidos vaginais que escorriam.
   - Já que a vermelhidão imperava nas nádegas e estavas de 4, peguei numa cana de bambu e incidi com ele em ti dez vezes, com cadencia de cerca de dez segundos entre elas, dando tempo não só para que as absorvesses mas para que ouvisse os gemidos e gritos que emitias a cada uma. Quando acabei tinhas vergões rosados e inchados nas nádegas. Gostei tanto do quadro que resolvi dar mais dez, desta vez nas pernas, com a mesma cadencia e com o mesmo resultado. Agora choravas a bom chorar mas não te desviavas da posição. Adorei a postura e acariciei-te com desejo as zonas molestadas, aproveitando os teus humores para lubrificar as mãos, tornando mais suaves as caricias. Os carinhos passaram a ser mais abrangentes passando pelo teu sexo e ânus que invariavelmente procuravam maior contacto com as mãos que acariciavam. Motivada por tantas emoções pedes-me "FODE-ME" "Enterra-te todo", "Vai a frente, atrás, qualquer coisa, mas fode-me, esventra-me, rebenta comigo". Perante tal pedido, sensível como sou....resolvi continuar na brincadeira. Queria levar-te a insanidade e ainda não estavas no ponto. Então, deitando-te com as pernas abertas e voltada para cima, prendi-te e atei os teus braços a um camarão, limitando-te os movimentos. Deitei-me sobre a cama e passei a dedicar-me a tua vagina com a língua, não para te fazer vir mas para que chegasses ao tal ponto que desejava. Cada vez que estavas la em cima, dava-te uma dentada num lábio, dor que te baixava visivelmente o entusiasmo, para novamente te levar ao quase, e repetir tudo ate que me apercebo que te estava a deixar dorida, frustrada e desiludida.
   - Tirei-te então a corda que te restringia os movimentos e novamente te coloquei de quatro. Olhaste-me num misto de cabisbaixo e raiva, acho que estiquei em demasia o teu desejo.
   - Então tudo muda. Enterro novamente o meu sexo todo em ti e, talvez por falta de força, urras e cais. Levanto-te e continuo a penetrar-te ferozmente, agarrando-te pelo cabelo e puxando, gritas, dizes palavrões aos gritos, ordenando que te foda, te bata, estas fora de ti. Tiro da vagina e enfio no ânus, primeiro a cabeça, enterrando devagar o resto do "corpo". Agora já refeita e no apogeu do prazer, eriças as costas e acabas por enterrar tu o resto, parando um pouco para te habituares a ele dentro de ti. Não passa muito tempo ate que inicias movimentos fortes e longos, ao que me junto com entusiasmo, os corpos chocando, prazeres verbalizados com impropérios dignos do nosso desejo, incentivos teus a minha brutalidade e eu, invetivando-te com termos de baixo calão mas demonstrativos do meu extremo desejo por ti. Quando estou quase a ejacular, tiro de dentro de ti, passo uma toalhita no meu sexo, arrefecendo-o um pouco e limpando algo que pudesse prejudicar-te e enterro tudo novamente na tua vagina. Após um "foda-se" gritado por ti, extremesses e vens-te ejaculando e caindo na cama, exausta, suada, tapando a cabeça com a almofada, gemendo alguns momentos, acompanhando com os espasmos que desvanecem gradualmente ate a quietude final.
   - Quando te volto, estas sorridente, com respiração forte, extenuada. Então puxo-te a cabeça para fora da cama e enterro o meu sexo na tua boca, servindo-me dela como me servi atrás e ti. A tua respiração não melhorou muito porque te enfiava fundo na garganta e com tal velocidade que ejaculei, muito, em jatos que recebeste dificilmente o que resultou em alguma parte desperdiçada e engasgando-te.
   - Felizes e saciados, deitamos abraçados e cansados.
   - Começamos bem o ano.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Aventura no centro comercial (2ª parte)


     Os movimentos frenéticos em ti soavam a proximidade de orgasmo, o salivar da tua boca no meu penis era tal que sentia as calças molhadas, alem do penis palpitante. Ate que o abocanhaste ate onde a tua garganta alcança e urrando tiveste o teu momento. E redundante escrever a forma especial como o senti porque, por mais que tenhas, sao sempre especiais, têm sempre um toque pessoal que eu adoro.
      Assim que pude parar, encostei o carro, mandei-te sair do mesmo e ires para o banco traseiro. Tinha uma mala preparada por mim em casa para mudares de roupa. Olhaste-me um pouco assustada e receosa. Perguntei se querias um castigo ou irias obedientemente para tras. Sei que gostas de me desafiar e sei que embora queiras muita coisa, ainda tens certos limites. Sei tambem que se te obrigar, o sentimento de culpa em ti desaparece e faras tudo o que nos excite de boa vontade.
     Abanaste a cabeça com um sorriso. Perguntei se nao querias o castigo ou nao querias ir para tras de boa vontade. Nao me respondeste e ficaste sentada com esse , na altura, irritante esgar de gozo.
     Sai entao do carro, fui a tua porta que abri, agarrei-te num braço e disse-te secamente: "sai". Obedeceste a ordem fazendo tensao de entrares na porta traseira. Mais uma vez te agarrei e fiz-te dobrar no banco do carro tendo so o rabo e as pernas para fora. Rapidamente tirei o meu cinto, baixei-te as calças e dei-te 5 fortes cinturadas. Depois puxei as calças para cima e perguntei se agora irias para tras vestir a roupa que com tanto cuidado tinha escolhido para ti. Assentiste com a cabeça. Agarrei-te no cabelo, enrolei na mao e mais uma vez fiz a pergunta. Dessa vez percebeste que era para responder educadamente, um sim Senhor. Apos a resposta, larguei o cabelo, dei-te um beijo e uma festa, abri a porta traseira como cavalheiro que sou, esperando que entrasses e fechei a porta atras e ti. O rabo devia arder porque passaste subtilmente a mao acariciando-o. Vi pelo canto o olho mas nao te disse nada. Arrancamos.

    Foste despindo a roupa a minha ordem. Primeiro a blusa. Estavas com os peitos soltos e para os ver abanar mais, passava pelos buraquinho todos da estrada. Vestiste entao o vestido de latex, curto como convem, as meias de rede e as botas pretas altas. Um assombro como verifiquei assim que saimos do carro. Perguntaste-me por cuecas. Respondi que uma submissa usa o que o Dono manda. Acho que mais uma vez quiseste livrar-te da culpa de nao usar cuecas, embora adores andar sem elas.
     Chegamos ao destino, Alcochete. Uma vila ventosa, junto ao mar, com bastante restauraçao e uma marginal longa. Sitio ideal para umas brincadeiras que imaginei. Tive o cuidado de juntar um casaco forte e comprido para ti, mas nada melhor para marcar mais os bicos das mamas que um ar gélido, nao e?  Divertido...

Continua.

domingo, 5 de maio de 2019

Conto fictício



     - Estavas divinal com a roupa que tinha escolhido para ti. Uma saia branca justa, vincando a tua anca, rabo e contornos de perna, cuequinha branca fio dental, que se adivinhava pelos contornos, um top branco apertado que salientava os seios erectos, parcialmente a mostra, bota de salto médio. Um blazer vermelho. Um cinto largo caído a cintura compunha o quadro. Verdadeiramente atraente.
     Saímos no carro, tendo a entrada do mesmo dado duas palmadas no traseiro...para criar clima.
      No caminho ate Sesimbra, dei-te ordem para te masturbares, sem te vires. Apertava de vez em quando as tuas pernas, queixavas-te, mas so uma vez tiraste as maos de ti...talvez por teres levado uma valente bofetada. Durante o caminho chamava-te a atenção para as pessoas que passavam, proibindo-te de parares o que fazias. Estavas ruborizada mas ao mesmo tempo cada vez mais excitada. A meio caminho ja quase te vinhas. Tirei as maos, dei-te uma palmada muito forte no sexo, dobraste-te com a dor e mandei-te continuar com o que fazias. Disseste querer-te vir ao que respondi com outra estalada e disse nao, suave mas firmemente. Os olhos estavam lacrimejantes mas esforçavas te por nao te vires. Outra ocasião, perdida de desejo tentaste por a mao no meu sexo. Mais uma palmada, desta vez na perna, outra dor e a raiva aumentava. Divertia-me com a tua difícil obediência. Passamos Sesimbra e continuei a conduzir em direcção ao cabo espichel. Queria ir a um local que so uma vez tivemos, caminho sinuoso mas pouco frequentado.
     - A estrada de acesso a essa praia chegou e percorri uns metros ate parar o carro. Perguntaste o que se passou e onde estavamos. Como resposta mandei-te sair do carro e dobrares-te no capot com a saia levantada. Assim fizeste, olhando-me, sentado no meu banco, maravilhado com a imagem e a obediencia. Sai, aproximei-me de ti, pus nos teus olhos uma venda, tirei o cinto e dei-te tres fortes cintadas no rabo, deixando tres marcas avermelhadas. Mandei-te para o carro novamente tirando-te a venda e proibindo-te de puxares a saia para baixo.Acho que nesta altura ja estavas por tudo. Sentaste-te e olhei para a cueca entre as pernas, estava encharcada. Puseste o cinto e continuamos o caminho ate a praia, maioritariamente de rochas.. Quando chegamos, mandei que te arranjasses que aquilo nao eram figuras para uma cadela sair do carro. Ias dizer qq coisa mas mandei-te calar. O Dono manda, a cadela obedece. Tão simples como isso!

 

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Vicissitudes do casamento BDSM. 2º capitulo

 


      Apos aquele belo 1º momento de intimidade, onde eu cheguei ao fim e tu nem por isso, apesar de nao estar habituado a essa decepção, a minha preocupação foi sondar o maximo que consegui de ti, das tuas experiencias anteriores, conhecer o que mexia contigo. Disseste que nunca tinhas atingido o fim com penetração. Que so conseguias esse final sendo manipulada. Desde esse momento tive como objectivo quebrar essa insuficiência. Isso tinha que ser mudado. E foi.

    Um dia, apos 12 horas de trabalho, um domingo de manha, fui-te buscar ao comboio, tomamos o pequeno almoço e dirigimo-nos a um motel da zona.

    Tinhamos cerca de 11 horas pela frente juntos, ate ter de voltar as obrigaçoes profissionais.
     Apos um banho a dois, começaram as brincadeiras sexuais, introduzimos alguma "luta", provocavas-me para que aplicasse os meus dotes fisicos, inserisse alguma forma de me impor fisicamente, o que ficou ainda mais evidente apos tomarmos 1 litro de sangria. Despertou ainda mais a tua busca por te submeter a força, controlada, claro, mas obrigar-te a cederes a minha vontade foi uma evidente procura.
     Esse dia foi muito especial para mim e, pelo que me apercebi quando te fui levar ao comboio, foi tambem magico para ti. Nao sei quantas vezes tivemos orgasmos mas um foi especial: De 4, penetrei-te fortemente, imobilizei-te o corpo, numa restia de força (ate porque dormi uma hora apos esse derradeiro combate) e sentimos o teu 1º orgasmo sendo penetrada. Isto apos 9 horas de infindaveis brincadeiras sexuais. Sei que mexeu contigo porque adormeci com os teus carinhos, expressao sonhadora e brilho nos olhos. Acordei contigo no banho, vendo os serpenteantes contornos do teu corpo sendo ensaboado com a inigualável sensualidade das tuas maos. Por muitos anos que se passem, jamais esquecerei esse dia.
     A partir dai tudo em nos cresceu. O meu casamento que havia anos era uma fachada doentia, falsa e sem qq sentido, morreu. A minha mulher eras tu, o meu objectivo de vida eras tu, o meu bem estar era junto a ti. Claro que nao era so o sexo. Tambem o dizeres sentires que tinhamos tudo para dar certo, a dedicaçao que sentia da tua parte eram motivaçao extra.
     Passamos a aproveitar todos os momentos para estarmos juntos, para falarmos, fazermos planos, termos sexo, sexo esse cada vez mais radical, em que abusava mais de ti e do teu corpo e me confrontava com paragens da tua parte, confundida com o porque de sentires tanto prazer com atitudes e palavras que antigamente te afastavam do desejo e das pessoas com quem estavas
envolvida. Recordo como, numa cavalgada no banco traseiro do carro, uma boa palmada no rabo te fez arrefecer e te fez encarar-me cheia de raiva vociferando que aquilo era negativo. Sorri-te, mandei-te voltar a posiçao e, alem de te dar outra forte palmada chamei-te puta agarrando-te no cabelo e esperando a tua reaçao. Choraste, queixaste-te que esse nome nao o eras, mas, como continuei a penetrar-te fortemente vieste-te ejaculando (sei porque o banco ficou molhado onde estavas) e a unica queixa que tiveste, meio a serio, meio a brincar, era que tinha de te comprar um capacete pois fazia-te bater com a cabeça com muita força na porta.Cada vez tinha mais certeza de que eras tudo o que precisava e eu ia levar-te a desnudar a mente aberta e sexual que durante muitíssimos anos esteve escondida, travestida de preconceitos e tabus que te limitavam e castravam.

   

segunda-feira, 7 de março de 2016

NOS


   Instintos

 A minha maldade esta a aumentar. Quando com a Rubi, o instinto de lhe provocar desconforto e de a submeter e cada vez maior, o batimento sai natural, a cara vermelha e de choro e uma excitaçao enorme, a que se junta o sentir a humidade cada vez maior e proficua entre as suas pernas. Sei que ha receios, o amor que lhe tenho e muito, mas na intimidade cada vez ha mais o animalesco desejo de uma relaçao selvagem. Ai nao e a minha esposa, nao e a minha companheira, e um objecto sexual,disposto as minhas vontades de violencia, de sadismo e de tirania. O "objecto" dos meus desejos. Pena que, apesar de sentimentos tao intensos nos satisfazerem, nao serem totalmente aplicaveis. Por muito que desejasse e penso que a ela tambem, maltrata-la, faze-la ter sofrimento atroz e submete-la a excessos de dor e prazer, a presença de um filho em casa, filho maior de idade, limita-me,tirando a possibilidade de nos realizarmos. Sim, realizarmos as maiores fantasias e loucuras, o preenchimento dos meus desejos que a encantam, apesar (ou ate) por serem tao duros. A intimidade sempre foi para mim, inversa ao amor. O amor e partilha, altruismo, dedicaçao, amizade, ternura. A intimidade e o seu oposto. E egoismo, dominio, esclavagismo, autoridade.
   - Quando tudo isso acontece, quando esses instintos estao saciados, entao sim, ai vem a paixao que me leva a tirar dentro da Rubi os mais encantadores, arrasadores, inatingiveis momentos de prazer. E assim que vejo a minha relaçao com a minha adorada e amada esposa.
   -Claro que nunca fui tao directo com ela, tento com paciencia envolve-la cada vez mais, leva-la a querer cada dia mais força, transformada em violencia, seja numa caricia, seja num coçar de costas onde as marcas ficam por longo tempo em forma de ferida, que por vezes sao brindadas com alcool, ardendo, provocando um prazer fisico nela e psicologico nos dois.

   -Ontem, cansada, deitou-se encostada a mim, sabendo eu que o terceiro elemento estava no quarto que lhe pertence mas acordado, Logico que ao sentir o seu corpo, a minha anatomia reagiu como e costume e dei-lhe um daqueles beijos arrebatadores que a sufocam e a excitam.Beijo em que a sua boca e compressada contra a minha e as nossas linguas "dialogam" numa dança sem fim. A excitaçao era muita e nao tardou muitoque a fizesse engolir o meu falo erecto e rigido, sufocando-a algumas vezes, puxando-lhe o cabelo...ai sei que se tentar gritar, tem um tampao que o impede.
   -Abri-lhe as pernas e sentindo asua resistencia, retirei o sexo da sua boca, deslocando-me para baixo, forcei a abertura das mesmas e mergulhei no seu sexo humido...( Ha mulheres verdadeiramente prodigiosas e eu tenho a sorte de ter uma delas. Alem de uma humidade constante e renovada, o sabor do que de dentro de si emana mais atrai o meu desejo. Doce, suave, guloso, verdadeiramente viciante a que se junta uma fisionomia de labios, clitoris e interior verdadeiramente unicos para mim.)
   - A minha lingua deambulava pelo seu sexo enquanto as pernas eram forçadas pelas minhas maos a abrir. Uma luta que ambos sabiamos quem vencia, mas que ainda mais excitava. Mordiscadelas nos labios acabaram com a sua va resistencia e enviaram-na para o caminho que eu tinha delineado. Quando se rendeu, os sons e tremores eram muitos, uma almofada tentava em vao calar o seu sentir e para "ajudar" as minhas maos apertavam-lhe os peitos ao que respondia com maiores e mais fortes contraçoes, golfadas de liquidos internos e gemidos profundos, sofredores, prazenteiros.
   -Para que o seu sofrimento e tesao aumentassem, agarrei o clitoris com dois dedos, apertei e puxei e nessa posiçao a minha lingua passou a torturar esse inchado e expremido clitoris...Os gemidos ,aumentaram, o aperto tambem, a lingua mais sinuante...as pernas agora esticavam, as expressoes saidas da sua boca eram em crescendo...aquele momento era de cada um....embora estivessemos os dois ali, ela vivia o momento a sos, aquele prazer insano e eu divertia-me a torturar um sexo que ja se me escapava pela humidade excessiva...ate que um grito abafado foi o principio do fim daquele momento magico,uma palmada dada no sexo atenuou o prazer da minha diva, que acalmou demoradamente dos seus recentes desvarios.
    - Deitei-me a seu lado e perguntei: "Queres em cima ou de lado?"...apesar da excitaço, precisava que, depois daquele cansaço, ela estivesse numa posiçao em que lhe desse as ultimas estocadas e me viesse brutalmente sem que ela sentisse um incomodo negativo. Pediu-me por cima...Ok
    -Posicionando-me entre as suas pernas, olhei-a e penetrei um pouco, devagar..mas so um pouco. De seguida, levantei-a pelas nadegas e enfiei tudo o que tinha...a sua cara era de um sofrimento enorme o que ainda me excitou mais,continuando aquela penetraçao dolorosa...o pior foi que,apesar desse sofrimento,ela me puxava mais para si,  levando-me instintivamente a mais entrar,(entretanto o penis engrossava ainda mais, tornando-se um objecto durissimo) invadindo-a sem apelo ate que explodi...um orgasmo fortissimo, uma sensaçao de prazer, de saciado, o meu "momento".
    Deitamo-nos agarrados, alguns beijos entao de ternura. O cansaço era enorme de ambas as partes mas irradiavamos amor e paixao mutua.


   Depois disso, uma paz se abateu sobre mim. Levantei-me ainda para lhe trazer, ja como marido dedicado, um copo de leite para combater um mau estar que se abateu sobre ela, o prazer de a tratar,de a apaparicar como a pessoa mais amada. A paixao e muita, a dedicaçao tambem, mas a intimidade, ai somos um contra o outro, o Dominador Sadico contra a submissa masoquista, a Brad que precisa apanhar para obedecer em certos momentos, o Senhor que no seu Reino exerce o seu puder... Isto e impagável e e isto que eu quero e preciso. E isto que teremos sempre.



 

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

ATRAÇÃO INTENSA (ficticio)




    Apanhou-a a saida de casa...Havia calor nesse dia e ela estava linda, deslumbrante, sem cuecas, sem soutien, trajava umas calças de licra pretas e um top justo, do qual emanavam dois bicos rijos e apetitosos. Entrou no carro e, em vez de a beijar, mandou-a com um olhar, abrir o fecho das calças e tratar a sua masculinidade. Embora receosa, nao tendo outra alternativa pois seria castigada logo ali com um estalo, debruçou-se sobre o "assunto" e vendo-o tao "apto",esqueceu a vergonha de poder ser vista em semelhante actividade e tratou de o esconder na sua boca. Sabedora do oficio, altamente qualificada, manobrava com entusiasmo arrebatador o falo agora preste a explodir na sua boca, enquanto o seu Dono seguia conduzindo o carro num esforço enorme para controlar a vista e a erupção, ambas a dificultar-lhe o raciocínio...
    Mandou-a parar, puxou-lhe os cabelos para cima, mostrando-lhe que naquele momento tinha que parar,era sua vontade e embora agastada pois a sua calça ja vertia liquidos oriundos do seu entusiasmo,sentou-se direita no banco, com a desilusão estampada no rosto. Ele sorriu, deu-lhe a mao e continuou,agora ja mais lucido, conduzindo ate ao destino previamente pensado.
     O motel aparecia agora no horizonte. Era pequeno, modesto, mas cheio de historias deles. Conhecia a sua forma de amar, tinha sido um silencioso observador de varios desvarios, guardava segredos que so eles conheciam....um verdadeiro companheiro.
      Chegando a garagem particular do quarto, ele dirigiu-se a botoneira de fecho do portao, nao sem antes dizer a sua amada companheira para nao sair do carro. Dirigiu-se a porta da mesma e abrindo-lha, puxou-a abruptamente para fora, deitou-a no capot, arrancou-lhe as calças e penetrou-a ferozmente fazendo-a num primeiro instante berrar de dor e de prazer insano,duas sensaçoes que viveu bem nessa primeira abordagem... ele continuou o seu serviço, penetrando-a violentamente, num amor sem fim, quanto mais forte embatia no seu lindo traseiro, mais lhe queria dizer quanto a amava, batia-lhe continuamente na cara, como castigo por ser tao desejavel...ela confusa mas cheia de lascivia ja nem se tentava proteger e quedava-se sobre o capot ate que, os gemidos foram substituidos gradualmente por pequenos gritos e, subitamente, as suas pernas foram molhadas abundantemente pelo prazer que ela soltou, detonada pela violencia apaixonada...Depois de descansarem um pouco e trocando palavras de encantamento,agarram na mala dos artefactos e sobem a escada de acesso ao quarto... tinha começado bem a tarde.....
        Ele, Dono mas tambem cavalheiro e marido, largou a mala que transportara ate ao quarto e mandou-a despir-se e dirigir-se ao banho, seguindo-a de perto...Despindo-se tambem , entrou na ampla sala de banho e temperou a agua ao gosto da sua amada submissa, lavando-a, cabelo, costas, peitos e sitios mais recônditos, deixando-se ficar nesses mais um pouco o que provocou novo acender na sua submissa mulher que se contorcia com o jacto de agua perto do centro do prazer, na procura do ponto certo que por sua vez ele evitava...que suplicio a fazia passar, desejosa de novo orgasmo, preparada para de novo lhe "ofertar" manifestaçao de prazer que lhe era por vezes incutida para logo lhe ser negada, presa pelos braços, impedida de se desviar...Dominava-a sexualmente, fazia-a ir a loucura, era o seu martirio. E sem orgasmo acabou o banho num estado deploravel, o andar era incerto, cambaleava e assim se dirigiu a cama, previamente sendo seca pelo seu Dono a quem tudo aquilo maravilhava.
        Chegados a cama, ordenou-lhe que continuasse o que interrompera no carro...Foram momentos de prazer a dois muito intensos, varias vezes ele agarrava na sua cabeça e afundava-a na garganta, cortando-lhe a respiraçao,fazendo-a engasgar, mas quando a aliviava e retirava o seu "corpo" depressa ela gulosa a ele se dirigia, louca de desejo de abocanhar aquele hirto objecto dos seus desejos. Estava incontrolada, sequiosa do seu orgasmo, desejosa do dele, procurava tudo o que tinha direito e ele dava-lhe a possibilidade de, embora controlada, ser ela a dirigir as operaçoes...
         O quarto era invadido por cheiros fortes a sexo, cheiros que emanavam dos seus corpos cheios de insanas vontades...
        Mandou-a parar e deitar-se na ampla cama, de barriga para baixo, nao sem antes lhe ordenar por por cima da mesma uma proteçao trazida de casa...Ela entusiamada executou a tarefa em tres tempos e rapidamente se instalou na cama, desejosa do que adivinhava vir, as suas tao queridas velas...Ele sorridente pos-lhe a venda e acendeu realmente velas, mas nao era essa a sua primeira ideia....antes, aproveitando o calor que a sua companheira exalava, calor sexual, dedicou-lhe umas chicotadas seguidas de chibatadas e culminando com cintadas, tudo com a brutalidade que identificava toda a paixao por ele sentida.,,
         Quando por fim  achou o corpo da submissa masoquista ja suficientemente flagelado, derramou por toda ela cera em pedaços generosos que ela recebeu com uns doces suspiros...deleitou-se com a cera que a invadia nas costas, nas pernas, nas nadegas e no anus....era uma imagem maravilhosa para ele  ver as manifestaçoes de bem estar provocados pela cera que a preenchia, a sensibilidade criada pela violencia das pancadas no seu corpo aumentava a sensaçao de conforto e volupia....
       Ao ve-la tao entregue as sensaçoes amou-a com o olhar,o olhar que so um homem apaixonado pode ter...mas ainda nao tinha acabado...depressa afastou os pensamentos de ternura e voltou a ser impiedoso com ela.
       Novamente fez da sua boca o orificio de prazer, da sua garganta o batente da cabeça do seu falo que ja exasperava por um orgasmo...Parou novamente e, com uma escova de cerdas cortadas retirou-lhe a cera que entretanto secara, atiçando-lhe os sentidos por aquele estranho doloroso roçar....O sangue dela estava ao rubro e ele resolveu ir beber do seu mel, mergulhando entre as pernas e tacteando com a lingua o clitoris e zonas circundantes, apressou-lhe um orgasmo que ha muito desejava...
        Depois dele, desse maravilhosamente ruidoso expelir do acumular de sensaçoes,virou-a de quatro e penetrou-a novamente com a mestria de um entendido e com a violencia do mais sadico dos homens, invadindo e retirando do seu interior que a fazia perder a noçao, tamanha a velocidade com que acontecia.... O inevitavel aconteceu e, aproveitando o facto dela estar "de rastos" tirou do seu ninho de prazer prazenteando-lhe a boca, cara e peito com o seu mel, num urro brutal de libertaçao, caindo sobre ela,esgotados e felizes, beijando-se e depois de retirarem rapidamente a coberta, deitaram-se adormecendo num retemperador sono que, embora curto, devolveu as energias, deixando-os preparados para novo assalto....


Continua...

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

DISSERTAÇAO

   -Entrega submissa.


    - Esta e uma opiniao pessoal,derivada dos meus quase 50 anos e das conversas que tenho tido com a minha mulher/submissa Rubicat.



          -Qq escolha pessoal, e feita pelo prazer que nos da. Por norma deveriamos poder escolher a nossa profissao, pela inclinaçao, a vontade, o gosto de a exercer. Seriamos todos mais felizes e menos frustrados. Muitos de nos, nao e o meu caso particular, para ganhar a vida temos que fazer algo com que nao nos identificamos. Nao somos produtivos nem felizes. A que vem este  prologo? Muito simples. A vida sexual, vejo-a da mesma maneira. Se nao formos felizes com o que fazemos, se nao podermos dar largas ao nosso instinto, seremos castrados de nos mesmos, faremos amor mecanicamente, sem entusiasmo ou grande prazer.

         -Na minha opiniao, um(a) submisso(a), tem que sentir essa "força" dentro dele(a), essa necessidade. Havera muitos de nos que sentimos uma frustraçao , quase imperceptivel, por habito de nao lhe ligar. Sempre manifestou a nossa inclinaçao, alertou-nos varias vezes, mas sempre desprezamos essa vontade, esse alerta que recebiamos de nos mesmos. Ate porque socialmente, em especial um submisso,nao e muito bem aceite.E levado como uma pessoa sem amor proprio, sem vontade propria. Nada mais errado. Quando alguem se entrega sem receios, de alma e coraçao, a outro, precisa nao so de uma grande confiança nesse outro mas, acima de tudo, uma coragem, uma força interior enorme, porque tem noçao de estar a por a vida nas maos de outro alguem. Claro, ha pessoas no nosso meio que tambem entregam  o corpo, mas e a alma?

        - Continuando a dissertar sobre o que penso, adoro ter uma baunilha, como era a minha mulher, nas maos...Descobri-la, ajuda-la a descobrir-se e enfrentar tabus varios, trabalha-la fisica e psicologicamente, "treina-la" para que a entrega seja cada dia maior, para que goste sempre mais um pouco do que e, que amanha, ao descobrir outra caracteristica se sinta mais feliz e orgulhosa e me faça tambem sentir essa sua felicidade, mostrando que a minha obra-prima evolui constantemente. Foi isso que, ao descobri-la, decidi fazer dela: A minha obra de arte, algo que "moldei", tornando-a ao mesmo tempo perfeita, para ela e para mim. Claro que o trabalho e arduo, ha confusoes, ha recuos, ha incertezas, mas acima de tudo, quando as dificuldades sao ultrapassadas, ha o bem estar de "olhar" e ver a "peça" a tomar a forma que desejei, a forma que ela propria se reve e gosta.

        - Ha que explorar a essencia de quem se ama e nos ama. Acima de tudo, è quanto a mim, a maior obrigaçao de um marido/Dono. Que maior felicidade tenho que, apesar de saber que certos actos sao dificeis para ela, ver que, por a trabalhar, a direccionar, acabarmos os dois felizes com mais uma dificuldade passada? Porque para uma submissa de alma como a Rubicat,e um desgosto enorme, nao conseguir enfrentar um gosto meu...E frustrante para ela. So tenho que a encaminhar nessa direcçao, "dando-lhe o braço", acompanha-la, pacientemente leva-la la onde quero. Se e esse o seu maior desejo e o meu, que emoçao é chegarmos no fim de uma sessao, olhar para trás e vermos realizado mais um Ex-tabu. As lagrimas que lhe saltam dos seus lindos e brilhantes olhos sao de felicidade...felicidade por se realizar,realizando o seu Senhor.

        -Muito ainda terei que incidir na mulher que escolhi para mim,muito terei eu de evoluir como homem, como Dono e como companheiro, mas, pelo prazer que sentimos por cada etapa ultrapassada, a nossa vida sera enquanto existirmos, um imenso rio de felicidade, uma cruzada cheia de alegrias, um somar de belas conquistas.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

SUBMISSAO 2



  Um Dominador e um artista, uma submissa quem ele vai moldar.Claro, quanto melhor e o artista,melhor a obra, assim como uma materia prima de 1ªqualidade, dara uma obra-prima.
So o Dominador conhecera na realidade a qualidade da mesma,os outros so o poderão adivinhar,por gestos e atitudes da submissa,que,bem treinada, honrara o Dono com obediencia cega sendo que,essa obediencia sera negociada,nao podendo o Senhor ultrapassar o acordado.

   Claro que um treino destes demorara tempo,que sera maior quanto maior seja o nivel de obediencia exigido por um Dominador. Na minha opiniao,1º treina-se uma submissa e so depois,caso ambos desejem,investirao na escrava.Como a minha sub,Rubicat costuma dizer,a escrava e sempre submissa,uma submissa nao e escrava,sao estagios de obediencia e entrega diferentes.

    Do treino fazem parte diversos itens, dependentes do Dominador,da sua maneira de entender o BDSM e maneira de agir.Nao somos todos iguais e se uns baseiam esse treino de forma dura, outros sao muito mais pela psicologia e deveremos todos  levar em conta a personalidade da submissa, sua sensibilidade e sua auto-confiança.

 

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

SUBMISSAO



   Submissao e um acto unico, cada um sente-o de maneira muito pessoal, nao havendo uma maneira certa ou errada de o ser. Cada um de nos tem a sua essencia, uns somos mais dependentes, outros mais autónomos, e temos que aprender a viver com essas nossas caracteristicas sem nos prejudicarmos.

   Um Dominador(a), mais que exercer o seu dominio,tera que estudar a submissa(o),perceber o que,a cada momento o outro tem capacidade de dar,tentando extrair o maximo possivel, sem que o outro se sinta invadido negativamente.

   De que serve, numa relaçao 24/7 ter alguem ao nosso lado, nao se sentindo seguro? Que vida nos pode dar e que vida tera uma pessoa que se submete por dever,nao por prazer de se entregar? Uma vida a dois e dificil em qq escolha que se faça, sendo a vida convencional (baunilha) ou BDSM. E incrivel para mim ter a minha esposa/sub constantemente a acarinhar-me,seja com uma refeiçao, com um lavar de pes, com uma obediencia a uma ordem para ela mais dificil de cumprir,  porque ao inves de o fazer por medo,fa-lo por devoçao. Sim, um Dominador tem que ser o Deus da submissa.Qq palavra, acto,soluçao, deliberaçao,têm que fazer sentido para ela e, quanto mais isso acontecer,mais ela se entrega,feliz e confiante.

   Ela faz de tudo para nos agradar, e esse o seu desejo. O papel do Dominador e alimentar esse desejo para que,mais do que manter,aumentar,uma conquista constante. Claro que muito mais ha a dizer como sejam castigos,tabus, etc....

 

sábado, 29 de agosto de 2015

EU, teu DONO DOMINADOR E SÁDICO me assumo

                                 




     -Tenho-te, pertences-me. Quando me olhas, com voz embargada pela emoção, lágrima fugidia, sorriso cândido e submisso, vejo o quanto és minha, a alegria da tua escolha... Os teus cabelos nas minhas mãos guiam-te segundo a minha vontade, se te quero possuir mais forte ou mais a superfície, se te quero deitada sobre os braços, ou mais em cima, se desejo a tua boca mais invadida, sufocada ou sentir a tua língua deslizando nas minhas veias num vai vem mais ou menos intenso... Ter tempo disponível para te domar, para te quebrar, para te "educar","lapidar" e amar, e uma necessidade premente, o meu objectivo de vida...De que vale sermos um casal de
inexcedível sedução, devoção e volúpia, sem tempo? Como posso sem esse tempo, fazer-te sentir que és o que quero, como quero, quando quero?... Certo, quando existe algo entre nos e sempre sublime, de emoções e entrega, mas, para ambos, falta avançar mais, queremos mais, queremos avançar, progredir na nossa relação BDSM, e sem tempo não há progresso. Cabe-me arranja-lo, e fá-lo-ei
    -Lidar com sentimentos humanos e sujeitar a ser surpreendido... Nem sempre acontece o que esperamos, mas e sempre aliciante... obriga-nos a agir, pensar, inovar...
    -Submissão e entrega, prazer e dor, superação, orgulho por depender, sentir-se perdido com a
ausência, para logo no primeiro próximo contacto tudo voltar a fazer sentido. Submissão e também a alegria de dar, de dar o corpo, a mente, apagar o que se e e ser o outro, ser dependente e subjugado, ser prisioneiro de uma liberdade inebriante, não pensar, sentir, sentir o Dono como a agua, o ar, a luz, o cérebro que comanda o submisso e ele,alegre e dedicado, reconhecido e orgulhoso por pertencer a alguém que admira profundamente, alguém que e merecedor da sua boca beijando os pés, aquele a quem a dedicação mais que um ato de amor e  uma necessidade inevitável... Aquele que possui tem que ser digno e merecedor de tal entrega. Tu como minha submissa, tens a obrigação de te dar, mas, como teu Senhor preciso ser merecedor. Castigos merecidos, tens que os sentir assim, tenho que ser coerente, explicar que e um castigo por algo que me desilude e na procura da tua perfeição tenho de o fazer, o que agradeces. Mas o meu prazer sádico em molestar o teu corpo, tens que o entender também como forma de te amar, porque naquele momento, o teu sofrimento, a tua dor mas também o teu liquido brotado em golfadas, são o "nosso" prazer.
Os teus gritos libertam-te e excitam-me, assim como o teu choro... As marcas que em ti ficam,são medalhas de mérito, mérito pelo nosso amor, mérito pela nossa dedicação, mérito pela nossa entrega... Quando as olhamos, o orgulho, o prazer de relembrar tão íntimos e loucos momentos devem fazer-nos saudades dos mesmos. Devemos dar graças por o nosso casamento permitir renova-las sempre que queiramos,como se de um culto se tratasse. Cultivamos a dedicação mutua, a devoção, cada um no seu papel, cada um na sua essência e cada sessão deve ser como o reafirmar da nossa paixão, da nossa entrega. Orgulho-me por seres minha posse, por ser a tua religião, pela evolução em crescendo como submissa, a dedicação de esposa extrema, por seres cada vez mais perfeita como companheira, submissa, mulher.Assim como para ti sou cada vez mais o homem, o Dono, o ser que te alimenta o ego, que olhas com orgulho e admiração.
   -Prender-te,limitar-te os movimentos numa sessão dura e, alem de amar-te, proteger a tua integridade física, preocupação maior para mim, e teres a noção de entrega sem receios e tabus. O sofrimento que experimentas e parte do prazer que ambos desejamos, e o levar-te a limiares de emoção contraditória , protegida de ti com cordas, correntes que não te deixam por em perigo. E, no fim desse sofrimento, por vezes atroz, um beijo e uns dedos descarados dentro de ti brutalmente insaciáveis fazem-te tremer e esquecer toda aquela dor/prazer sentidos momentos antes,passando-te de um estado de óptimo mau estar para a tremura de pernas e aceleração de fluxo sanguinio na proximidade inevitável de um prazer brutal, também ele bruscamente mantido em banho maria, suplicio que te conduz novamente ao estado anterior de agradável mau estar, desejo de acabar/ continuar a sentir aquela pressão insuportável... Ai, a tua entrega terá que ser 100 % efectiva para poderes sentir o que já não controlas de maneira nenhuma. Como sabes, ai andas ao sabor do meu toque, flutuas em redor de algo que não consegues descrever mas que adoras.....
   -Quanto maior o teu abandono,maior o nosso prazer... E nessa direcção que estamos a caminhar, o teu cérebro precisa abandonar o corpo para que a entrega total seja uma realidade e não um sonho e desejo largamente por ti assumido. Não tens, como por vezes falas e bem, que pensar e temer o futuro. O futuro somos nos... O futuro e o que quisermos. O presente e que conta. Ninguém fica com o futuro. O que nos marca e o passado. Mas o passado já passou. Agora e o importante, o presente, o momento. E esse momento merece sempre mais.Merecemos sempre mais. Recorda o prazer sentido quando olhas salivando o meu sexo rijo, quando o sentes crescer na tua mão, quando o tens em ti...isso e momento. Quando o olhas assim, sabes que e por ti, que te desejo.Se te bato nesse momento e amar-te intensamente...E querer-te,necessidade ate de te castigar por tanto te amar,tanto te desejar.Sou teu Dominador,sim,mas naquela altura sinto submissão a tua pessoa por tanto te desejar...e ai mais uma vez te amo, mais uma vez castigando estou a ter-te apaixonadamente.


    Bato-te porque te adoro, lambo-te porque estou apaixonado, possuo-te porque te amo.