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sábado, 19 de outubro de 2019

Fim de semana -4ª e ultima parte.


Noite sofrida

    - Após o banho e todas as brincadeiras inerentes, fomos descansar um pouco.
  - Acordamos ao por do sol, aproveitando para observar o seu ocaso, um lindo espectáculo, inspirador.
Petiscamos uns acepipes e bebemos uma garrafa de tinto de 2015, uma reserva fantastica que te abriu ainda mais o "apetite". Estavas rejuvenescida após o descanso e ficaste ainda mais receptiva, se isso e possível.
    - Coloquei-te a gag de cabedal, algemas e corrente com fecho para bicos e lábios vaginais. Gemeste de dor com as pinças nos bicos mas nao liguei. Emoções fortes sao o teu objectivo, seja em dor seja em prazer.
Mandei-te ajoelhar sobre uma almofada, erecta. Nao queria correr o risco de te chicotear a cara ou a cabeça.
Iniciei entao as chicotadas, com o chicote mais leve, so para te aquecer a pele. As costas, rabo e coxas foram brindadas com umas quantas, a maior parte em ventoinha, que te aquece no arrastar da pele e te arrefece pelo vento produzido. Minutos depois larguei aquele e fui buscar um mais pesado, de couro, com o qual iniciei pancadas mais distantes mas tambem mais pesadas. Assinalavas cada chicotada com um gemido, parte do, parte prazer o que me excitava. Continuei ritmado ate o teu corpo adquirir um tom avermelhado, reflexo das varias batidas. Interrompi e tirei-te as pinças dos bicos do peito e dos labios vaginais. Ambos estavam comprimidos pela sujeição aquele aperto. Lambi e chupei os bicos enquanto as minhas maos dividiam-se entre caricias no teu sexo e no teu rabo. Estavas humida, nos olhos e no sexo. Ainda nao estava satisfeito com o teu sofrimento mas queria dar-te um que sabia mexer muito positivamente contigo.
     -Tirei as algemas e mandei-te levantar e dirigir-te a cama, deitando-te com um ligeiro empurrao. Quiseste voltar-te de frente mas impedi. Ainda nao era tempo. Vendei-te.
     -Uma escova de aço iniciou o trabalho nas tuas costas e rabo, ja castigados e dai mais lamurias tuas. Corria a escova em todo o cumprimento desde as pernas ate as omoplatas e apesar da dor, serpenteavas e rugias, visivelmente excitada e dorida. Quando os riscos ja eram visiveis, posicionei a escova em sitios moles do teu corpo e carregava, aparecendo pequenos pontos sanguineos gerados pelos milhares de pequenas agulhas. Agonizavas mas nao fugias. Mantinhas-te no lugar, urrando de dor. Apanhei o frasco de alcool e despejei generosamente na tua pele. Que efeito...Que prazer....Como tu gemias de sublime desejo, todo o sofrimento anterior tinha-se eclipsado, toda tu agora eras desejo. A cama junto ao sexo estava molhada. Lindo de ver.
     - Apos acalmares um pouco, mandei-te voltar. A frente tambem tinha direito as atençoes.
     - Mais uma vez chicote para aquecer. Mas depois, a pequena palmatoria entrou em acçao nas mamas, na barriga, na vagina, nas pernas. Sofrimento de novo para ti, mediado pelas pancadas menos fortes, logo prazerosas no clitoris que te mantinham acesa.
     -De novo a escova pressionava o teu corpo, em especial o monte de venus, a barriga e os peitos. Novos sulcos de sangue, novo choro, nova passagem de alcool, novo momento de prazer sordido para ti.Que tiveste o desplante de lançar a mao ao meu pau.
     -Aproveitando esse erro e sabendo o estado em que estavas, mandei-te por de 4, peguei no chicote,tirei a gag, pus-me a tua frente fazendo engolir o caralho ate aguentares e reiniciei chicotadas no teu corpo.
     - Deliravas, enquanto te fodia a boca ao mesmo tempo que te chicoteava com força crescente o rabo, as costas e a vagina. Quando da vagina, o chicote dava a volta e algumas vezes as pontas acertavam na barriga.
     - A tesao e necessidade de me vir ja era bastante mas a tua tambem. Acelerei as chicotadas ao ver-te tremer, iniciando um longo orgasmo, libertei-me e eu proprio ejaculei. Foi um momento unico, tu urravas com a boca cheia de semen e pau, o teu orgasmo prolongava-se e eu nao parava de te chicotear. Ate que desfalecemos na cama, pejada dos nossos liquidos de prazer, inebriantemente convidativa a um merecido descanso, agarrados, beijando-nos, patilhando o cansaço, o sabor, o odor, tudo o que e nosso. Adormecemos felizes. Fim de conto.
   

sábado, 18 de maio de 2019

Escova de aço...

     Vamos para o quarto, ordenei.
     Olhaste-me com  um riso surpreendido, mas obedeceste.
     Despiste-te e foste agarrar-te as tuas cordas. A escova entrou em acçao, arrastando a pele das costas e pressionaram as omoplatas. Toda tu tremias e ondulavas, inebriada pela dor/prazer, que aumentou com a pressao da mesma nas nadegas, produzindo pequenos sulcos sanguinios e lubrificaçao que te descia a perna, possuida de um gozo animal, o qual me impeliu ao uso dos chicotes. "Beijei-te" as costas e nadegas sem arrego. O corpo tremia-te, gemias e choravas baixinho, dando as nadegas ao batimento,convidando a que te flagelasse sem treguas. Pedes-me para te deitar porque os teus braços ja nao aguentam. Tens andado mal deles e cedi ao teu desejo...ate porque tinha mais ideias.
     Deitaste-te e o meu telefone tocou. Enquanto fui ver e atender a chamada, tu sem autorizaçao masturbavas-te com um vibrador. Mesmo atendendo um familiar, nao foi impeditivo de te dar umas chicotadas quando te vi a ponto de chegares ao êxtase. Ficavas aborrecida, eu parava novamente e novamente se repetia tudo...quase que o atingias, mas umas boas chicotadas faziam-te parar. Em especial no peito e nas pernas, que sempre tiveste medo e te provocam uma dor nao excitante. Por outro lado acho que ajudaram a fase seguinte.
     Desliguei o telemovel e mandei-te voltar, com as costas para cima.
     Iniciei mais uma sessao de chicotadas ate te ouvir quase em surdina gemer. Passei a dar-te palmadas fortissimas nas nadegas e reparei que nao reagias fisicamente, apenas as recebias e gemias, muito, alucinada. Estavas em transe. As maos ja estavam quentes de tanto te bater com elas, as nadegas vermelhissimas, inchadas e os teus gemidos mantinham-se constantes, alucinados, o lençol que tinhas por baixo encharcado dos teus humores. Ate que te interrompi desse êxtase penetrando dois dedos em ti. Como que acordaste sobressaltada,  excitadissima, meio atordoada, uma tentaçao. Resolvi entao mandar-te por de 4. Se nao me enganasse ias repetir um orgasmo recem descoberto. E assim foi.
     Mandei-te abrir as pernas estando de 4 e a mao que te "acariciou" as nadegas passou a incidir sobre o teu sexo. Primeiro sem muita força, força essa que foi aumentando a medida dos teus gritos de prazer, ate que o inevitavel aconteceu. Um fortissimo orgasmo, regado de muitos fluidos e gritos, fulminante, deitou-te completamente(?) abaixo. Caiste na cama como que arrasada mas singularmente, apos uns segundos, novamente te posicionaste de 4 e "convidaste-me a entrar em ti, convite que nao recusei. Infelizmente tive o cuidado de te penetrar vagarosamente, estavas meio cambaleante e nao tinha intensao de te fazer saltar da cama...tiveste entao a desfaçatez de dizer nao estar a sentir nada.
     Ai nao resisti e entrei em ti sem piedade. Queixaste-te do tamanho, que te magoava, mas agora era tarde e acho que eram so queixumes de dama. A partir de determinado momento, os queixumes deram lugar a multiplos gritos, a medida que te puxava pelo cabelo na minha direçao ou te apertava o pescoço ou ainda te enchia mais uma vez as nadegas de palmadoes, estremeceste e tiveste outro orgasmo monumental, creio que "secaste" ali, caiste de lado e, ai sim, quedaste-te dilacerada de dor e prazer, sem forças...Quanto a mim, enchi o interior do teu corpo com o meu semen, num orgasmo tambem ele bizarro, tanto foi o que vivi neste dia. Alucinante.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Surpreendida

As ordens tinham sido muito claras. À hora da tua chegada deveria esperar-te no quarto. Chaise no centro do quarto, devidamente resguardado. Eu deveria estar de pé, de venda e completamente nua...
Apenas isto, nada mais acrescentaste... Claro que, ao longo do dia, durante os meus afazeres domésticos, pensei muito nos planos que tinhas para mim... para nós... o tempo foi passando, lentamente... mas a ansiedade pela tua chegada ia crescendo... e o nervosismo também. Como não entraste em pormenores como chicote, velas, cordas, escovas... não estava a ser fácil adivinhar o que viria por aí... apesar de saber que todos os nossos acessórios estão sempre à tua mão, quando vagueava pelo quarto, olhava para eles e imaginava quais irias escolher...
À hora combinada já estava nua, olhando para o chaise... somente quando te ouvi abrir a porta da rua coloquei a venda e aguardei... respirando fundo para acalmar a ansiedade apesar de sentir a  minha pulsação bastante acelerada...
Pressenti  a tua presença perto de mim, apesar de não conseguir enxergar nada... o coração bateu mais forte... de braços atrás das costas e pernas ligeiramente afastadas, almejava por um beijo teu, uma palavra... mas o silêncio imperava...
Senti que te afastavas... ouvi o som de água a correr... estavas de certeza a tomar um duche enquanto eu agonizava...
Envolta em pensamentos não dei pela tua chegada... apenas senti o calor do teu corpo nas minhas costas... a tua respiração no meu ouvido... e um calafrio ao passares os teus dedos ao longo da minha espinha... passando pelo rego e roçando a entrada da minha vagina... o meu corpo vibra...
- Já molhada, puta?...
Envergonhada fechei as pernas mas uma valente palmada na nádega fez-me afastá-las de novo...
- Quero-te sempre aberta para mim, entendes?!
Quando ia responder enfiaste os dedos na minha boca... fundo e a seguir em movimentos de vai e vem, tão fortes que me engasguei...
- Saboreia o mel que sai de ti...
De seguida dás-me a mão e encaminhas-me de frente para o chaise...
- Deita-te de joelhos!
Puxaste os meus braços para baixo e prendeste-os com uma corda por baixo do chaise...  Apesar de não sentir muita pressão sabia que não os podia mexer.
Foste buscar outras cordas e fizeste o mesmo às minhas pernas não sem antes as abrires completamente... e à volta da minha cintura...

E assim... completamente escancarada para ti, aguardei em silêncio... a venda nos olhos cria uma certa tensão... os meus sentidos ficam mais despertos... mesmo descalço deu para perceber que te afastavas e mexias em algo... senti o aroma das velas no ar... respirei fundo inalando aquela fragância que antevia prazeres que aprecio bastante...
Os pingos frios que começaram a cair sobre as minhas costas não deixavam mais dúvidas... irias começar com as velas... aos poucos e lentamente as minhas costas foram massajadas com o óleo... a pressão das tuas mãos aumentou e as massagens eram mais intensa, arrancando de mim gemidos de prazer... as tuas mãos passavam agora por entre as minhas nádegas até à vagina... dedos entraram e giraram no meu interior, durante algum tempo para novamente sairem e percorrerem as minhas costas em sentido contrário... o meu corpo queria se movimentar à passagem das tuas mãos mas era impossível devido à restrição a que tinha sido submetida... apenas a minha respiração acelerada e os gemidos se soltavam naquele momento...

Paraste com as massagens e fiquei a aguardar pelas velas.... mas em vez delas senti nas costas a escova de aço... suavemente no início... claro que não me importei nada porque esse prazer eu já conhecia e adorava... a escova continuava a deslizar e eu deliciava-me a cada passagem...
Ao passares nas nádegas paravas e pressionavas com mais força... pequenas picadelas e um ardor de seguida arrancando de mim gemidos roucos de prazer...
Várias batidas surgiram... gritei de dor... o facto de estar limitada de movimentos criou em mim uma tensão enorme... queria fugir com o rabo mas não conseguia e as batidas continuaram... ora numa nádega, ora na outra... aos gritos que soltava juntaram-se as lágrimas...
Quando as batidas pararam já soluçava... só acalmei quando me acariciaste as nádegas e senti o calor das tuas mãos afagando as zonas doridas... respirei bem fundo... e entreguei-me àquele prazer que suavizava as minhas dores...
- Hummmm... vermelhinho como eu gosto!
Fui relaxando enquanto as tuas carícias continuavam... agora com mais óleo sobre as nádegas, as tuas mãos voltaram a vaguear das nádegas para a vagina e vice versa... os gemidos de prazer voltavam também... principalmente enquanto o meu sexo aquecia e clitóris palpitava de desejo...  desejo de sentir a tua boca... desejo de sentir a tua língua húmida e quente enquanto o meu corpo é percorrido por arrepios de prazer... ou ser  penetrada, rasgada pelo teu sexo rígido... subjugada pela tua força... sentir a impetuosidade do teu corpo bater nas minhas nádegas...
Mas... abruptamente sou invadida pela tua mão máscula que penetra as minhas entranhas, sem clemência... gritei de dor enquanto estava a ser arrombada... nunca o tinhas feito dessa forma... não assim toda de uma vez só... o meu grito foi tão desesperante que a tua mão parou dentro de mim...
-Relaxa! Respira fundo e relaxa!
Tentei relaxar mas ainda doía muito...
Então, aos poucos a tua mão rodava devagarinho dentro de mim... e começou e sair para entrar de novo... várias vezes... aquela dor inicial atroz desvaneceu-se para dar lugar a um prazer intenso... assim que ouviste os meus primeiros gemidos aceleraste os movimentos de vai e vem... estava completamente molhada que já sentia escorrer pelas pernas abaixo... sentia o orgasmo cada vez mais próximo se continuasses a foder-me daquela maneira... apesar de estar presa  os meus quadris eram impulsionados para a frente... já não eram gemidos baixinhos mas gritos hurros de prazer que saiam dos meus pulmões... as forças começaram a esvair-se... e um hurro animalesco saiu quando sucumbi àquele orgasmo tão intenso ao mesmo tempo que golfadas molhavam a tua mão e escorriam entre as minhas coxas...
O meu corpo desfaleceu completamente esgotado num êxtase sublime...