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quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Desespero

(28 de Abril de 2013)

Ontem quis repetir a experiência de sexta feira.


Enquanto escolhias um filme para veres fui buscar um frasquinho de óleo... era minha intenção fazer-te uma massagem... sentei-me a teu lado e comecei por massajar essas tuas mãos que amo tanto... a seguir fiquei de joelhos e comecei a massajar o teu sexo... que endureceu no calor das minhas mãos... enquanto te acariciava olhava nos teus olhos... baixei-me e enfiei-o todo na boca e comecei a deslizá-lo entre movimentos mais suaves e outros mais intensos... tirava-o da boca e enquanto o apertava com força, introduzia a minha língua no teu umbigo...beijava e lambia as tuas virilhas... os teus testículos... levantava-me procurando o teu olhar...  saliva escorria da minha boca... continuei a massagem sem deixar de te olhar... o teu olhar desviava-se do filme para mim...
Parei por instantes e falei que estava com sede... regressei com um copo de água e algumas pedrinhas de gelo...bebi um golo e introduzi o teu sexo quente na minha boca gelada... agarras nos meus cabelos, empurras a minha cabeça e o teu sexo entrou fundo na minha garganta... com a tua perna prendes-me a cabeça e aceleras os movimentos do teu sexo... páras de repente com ele na minha garganta e assim fico por alguns momentos contendo a minha respiração... sinto-o pulsar.
Largas-me de repente retirando-o da minha boca... levanto a cabeça... estou ofegante... e delicio-me com o teu olhar extremamente fogoso que me deixa ainda mais excitada... forças-me de novo... dás-me umas palmadas nas nádegas... prendes-me a cabeça e obrigas-me a engolir ainda mais... desprendes-me e viras-me de costas... à força... abres-me as pernas e mergulhas entre as minhas coxas... a tua língua deixa-me louca... metes uma pedra de gelo na boca e acaricias o meu sexo com ela... sinto a água a escorrer... uma sensação forte e excitante... sentir o frio do gelo no calor do meu sexo... no meu clitóris... na vagina... os teus dedos avançam... com movimentos mais acelerados entram mais fundo na minha vagina... o meu orgasmo está prestes a explodir... não aguento mais... mas nesse momento tão almejado por mim... tu páras!!!! Levantas-te e falas  para mim..."vamos para a cama!"
Quanta tortura... ainda deitada... coloquei a minha mão sobre o meu sexo... queria muito me masturbar naquele momento... dar para mim o orgasmo que me negaste... voltaste atrás, retiraste a minha mão... e repreendeste-me... "menina feia.... vamos para a cama..."
Naquele estado... com as pernas trémulas... com aquela ansiedade e desespero... levantei-me muito a custo... o tremor das pernas dificultou o meu andar até ao quarto... quando lá cheguei vi que olhavas para mim com um sorriso nos lábios...
Deitaste-te e ordenaste que te fizesse um broche... fiquei de joelhos, com o rabo um pouco voltado para ti... debruçada abocanhei o teu sexo até o sentir bem fundo na minha garganta... fui beijando, lambendo... fazendo-o entrar e sair da minha boca que já salivava... parei  e comecei a beijar e a lamber as tuas virilhas... tu obrigas-me a parar, agarrando os meus cabelos... sinto o cinto nas minhas costas, no meu rabo... empurras a minha cabeça em direcção ao teu sexo.
- Engole-o todo!
As tuas cinturadas provocam ardor... não sinto dor... sinto carinho o que me deixa mais excitada... comandas a entrada e saída do teu sexo na minha boca... vezes sem conta... páras com ele na minha garganta e assim me obrigas a ficar durante algum tempo... esta situação é repetida algumas vezes... sinto nos teus movimentos... na tua respiração... o quanto também estás excitado...
De repente pegas em mim e viras-me de barriga para cima... abres-me as pernas... sabes o quanto eu adoro sentir a tua boca... a tua língua... os teus dentes... beijando... lambendo... mordendo o meu sexo... arrancas de mim gemidos de prazer imenso... os teus dedos apertam-me os mamilos... vais passando de um para o outro apertando e puxando... quentura... dor... prazer... chamo por ti... aviso-te que estou a vir-me... o meu corpo é percorrido por ondas fortes de prazer emanando para todo o corpo... de imediato a tua  mão pressiona o meu pescoço... desfaleço... quanto prazer...
Viras-me de 4 e penetras-me com força... vais alternando movimentos vagarosos com outros mais rápidos e fortes... estás a levar-me a um novo orgasmo... sinto o teu sexo todo dentro de mim... estou quase a vir-me... tu investes e aceleras mais e mais... estou ainda a  deliciar-me com o meu e recebo o teu orgasmo quase em simultâneo... quanto amor... quanto prazer...

Doces palmadas

(6 de Agosto de 2013)


Uma vez mais no sofá (doce cúmplice de prazerosos momentos nossos) entre carinhos, beijos e carícias, voltaste-me de 4. Fiquei apoiada sobre o braço do sofá... com uma mão prendeste-me a nuca para me manteres naquela posição enquanto me estimulavas o sexo com a outra... movimentavas os dedos  dentro de mim com movimentos fortes que me atiravam para a frente... alternavas esses movimentos estimulando também o meu clitóris... estava completamente entregue ao prazer... completamente entregue a ti... deixei de sentir a pressão da tua mão na minha cabeça por momentos... e senti as tuas primeiras palmadas nas minhas nádegas... suaves e ao mesmo tempo dolorosas... não pela dor em si mas pelo seu impacto e sensações que provocavam... o meu sexo continuava a ser estimulado... e as tuas palmadas cada vez mais fortes... paravas algumas vezes, sem deixar de me estimular,  para me acariciares... Era tão bom sentir o calor da tua mão deslizar sobre as zonas afectadas...
O calor provocado pelas palmadas espalhava-se por toda a zona das nádegas... estremecia a cada uma... mas não me afastava, pelo contrário, cada vez empinava mais o rabo oferecendo-o a esse ardor, entregando-o a esse prazer... ao mesmo tempo que impulsionava e movimentava os quadris para sentir os teus dedos mais fundo na minha vagina... um formigueiro subia pela espinha até à nuca acompanhado de arrepios... estava completamente encharcada... gemia e contorcia-me... o meu orgasmo estava prestes a acontecer... o meu corpo respondia instintivamente àquele brutal prazer... os teus dedos pararam dentro de mim mas as palmadas continuaram... gemidos e gritos cada vez mais intensos... já não tinha o mínimo controlo do meu corpo... viver sensações atrás de sensações... entre espasmos e gemidos rendi-me àquele prazer imenso num orgasmo nunca antes sentido... estava exausta!
Amo-te!