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quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Cavalgada anal


   - Tudo começou com uma sessão de fotografias. Como és vaidosa, bonita e fotogénica, adoras que te fotografe em poses eróticas para as quais te vestes a rigor. Ontem foram duas lingeries e um vestido de noite. Como sempre, encantadora. Sei o quanto te excita seres admirada. Sei o quanto te molhas com certas poses, a tesão que te da seres atrevida. Disso me valho para te ter inteira e entregue. Mais uma descoberta feita a dois, embora tu sempre gostasses de vestir de maneira diferente, sabendo salientar as tuas formas, a beleza do teu corpo. Ao quase entrares nos sessentas, não perdeste a beleza física, a mudança foi benéfica em ti, as curvas estão mais sinuosas e a cabeça está mais leve, estas mais feminina, sensível e voluptuosa. Mais mulher.

    - Com o fim do jogo de futebol entre o Flamengo e os Al-Hilal, dirigimo-nos a cama. O quarto estava quente (previamente aquecido) e o ambiente acolhedor. Deitei-me nu, esperando que tratasses de mim. Fizeste-o e de que maneira.

    - Começaste com incidência especial no meu sexo. Depressa hirto, passaste a trata-lo com a boca, ao mesmo tempo que me acariciavas a zona que medeia entre os testículos e o anus. Enquanto isso eu gozava de um descanso erótico, onde as sensações eram fortíssimas, tendo como único cuidado não ter orgasmo, fazendo-te parar quando perto do momento, alternar a velocidade com que incidias no pénis. Estava no paraíso.
    - Entretanto passei a acariciar-te o anus e a vagina, brincando na zona ate me aperceber o teu orgasmo perto e parar com as caricias, nem sempre muito carinhosas. Mantendo os dedos no anus tu passaste a penetrar também o meu com um. Desejavas dar o prazer a mim que eu te estava a dar e sem duvida que foi uma sensação diferente, numa área não usual mas que sendo quem és, não me importo que explores. Depois de falar contigo, confessaste, como tínhamos visto um post sobre a próstata, se realmente o efeito era aquele, se  excitava.

    - Entretanto já estávamos muito "quentes" passamos a outra fase. Sentaste-te em cima de mim e eu tinha uma extensão para pénis (que não me serve), comprada para te dar um sabor novo, sentires dois falos dentro de ti. Entusiasmada penetraste-te mas, não te sentiste bem com ele dentro de ti quando tentaste meter o meu no anus. Como tem vibração, sugeri deita-lo sobre mim, meteres o meu onde tínhamos combinado e enquanto te penetravas, a vibração do outro incidia na tua vagina, em especial no clitóris.
    - Iniciadas as hostilidades, penetraste-te com algum medo no principio mas ate ao fim. Quando te habituaste ao meu membro no teu anus, juntamente com a vibração a frente, cavalgaste com ardor. Puxei-te para mim, dobrei as pernas e penetrei-te com rapidez e força. Continuavas excitadissima, beijavas com tudo, a tua língua lutava com a minha entrelaçando-a, em gemidos contínuos, palavras que são ditas na altura em que os corpos se unem, uma loucura...

    - Novamente te levantaste e cavalgaste, inclinando o corpo para trás, passando novamente o dedo perto do anus,, procurando a minha loucura. Passou a ser uma luta pelo primeiro a ter orgasmo. E nessa luta, empatamos. Numa altura em que me senti perto, devido às contracções anais que fazias no meu pénis, as palmadas que te dava e as pressões que fazias com os teus dedos, agarrei-te pelo cabelo, fiz-te deitar em cima de mim e com estocadas fortes, tive o meu....em simultâneo contigo. Gemidos das nossas bocas, prazer verbalizado, e descansamos com um longo beijo. Depois, ao te voltares a sentar, o teu sorriso era lindo, o brilho dos teus olhos fizeram-me sentir o quanto aquele momento foi especial. Conversamos um pouco e fomos comer qq coisa. Estranhamente, depois de fazer amor, ambos perdemos o sono, temos é fome. E queremos conversar, falarmos do amor que nos une, fazer projectos para o futuro. Somos assim.

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Sexo Anal

     - Ha uma paranóia masculina por sexo anal. O facto de ser uma zona "proibida" para muitas (senao todas) as mulheres, tem o aliciante para nos de a conquistar. Se para algumas mulheres e muito difícil a penetração, ao ponto de nunca mais quererem experimentar tal com o pioneiro, outras (poucas) existem que o preferem. Ora, porque?
     - Ha um medo muito grande das jovens senhoras de engravidar, em especial algumas que nao podem por motivos de saúde usar ou tomar contraceptivos. Ora se ha um orifício em que sao possuídas e podem usufruir sem medo do sexo, e natural procurarem esse prazer. Alem disso, qq homem que obtenha os favores de uma mulher por tao idolatrado orifício, torna-se muito mais fogoso, transmitindo a parceira um desejo único.  A mulher por sua vez ao sentir esse desejo do parceiro por ela, quebra qualquer resistência e sentindo-se amada dessa forma, tem o ego alimentado, o que a torna propensa ao gozo. Possivelmente os 1ºs orgasmos terao de acontecer com ajuda da masturbação, por razoes diversas como sejam a ansiedade, o demorar muito tempo ou ate medo de sentir uma dor durante o acto. Mas quando se sente confiante, deixa essa necessidade de se masturbar e estando a vontade,  consegue perfeitamente atingir o clímax porque esta pronta para sentir tudo o que o parceiro lhe da, desde a penetração ao entusiasmo passando pelas caricias e demais sensações.

    - Vamos aos outros casos. Senhoras existem que nem querem ouvir falar de tal pratica. Porque? E simples.
    - A fogosidade do homem por tal parte, como escrito em cima, e imensa. Sendo uma zona muito sensível, que nao tem lubrificação própria, tem uma elasticidade diminuta, o homem tera que, nas 1ªs investidas, ser extremamente cuidadoso ao abordar tal pitéu. Ter atenção redobrada com a fêmea e meio caminho andado para o sucesso. Ate pode ser que a mulher em causa suporte bem a introdução numa 1ª vez, apos caricias, cuidados, etc, querendo mais impetuosidade, estando relaxada e pronta. Se for esse o (raro) caso, maravilha, e sempre a andar. Se for um caso mais usual, o homem tera que ter paciência e abordar sempre com muita sensibilidade  o assunto, preparando muito, estimulando muito, falando o quanto deseja dar-lhe e  ter esse prazer, demonstrando-lhe ser digno de confiança e muitas vezes, depois e muito namoro e preliminares, convida-la a penetrar-se. 


Deixa-la ser a dominante nessa altura, para ela procurar a maneira menos dolorosa de entrar, sempre mimando-a muito, encorajando mas cumprir o que prometeu. Se promete que nao se mexe, nao o faça ate que ela de sinal. Sao pontos que ganha na consideração da sua amante que, se sentira confiante e ira fazer de tudo para lhe dar prazer. Nas caricias tentar masturba-la um pouco, leva-a a faze-lo, o que ainda ajuda mais a relaxar. Quem conhece o nosso corpo somos nos mesmos. Sendo assim, a mulher masturbando-se chegara ao orgasmo muito mais depressa. Como perde as estribeiras ao se aproximar o momento, ela própria, se nao o fez ate ao momento, penetra-se mais fundo. Ora, se o sexo esta mais dentro dela, mostra-lhe que e possível ser penetrada ali, porque muita mulher também tem medo que a enormidade que e um sexo, nao caiba dentro dela. Vencidas essas barreiras e continuar a elogia-la como amante no seu todo, fazendo algumas referencias ao quanto foi bom sentir-se dentro dela daquela maneira, sentindo-a por dentro aquando do seu orgasmo. Se o homem tiver todos os cuidados,  for carinhoso, respeitador e fizer dela uma pessoa especial, a mulher a pouco e pouco vai, através da confiança, libertar-se e vai prescindir da masturbação, desnecessária para atingir o clímax, procurando com isso sentir o companheiro ejacular por aquela via, atingindo também ela o seu.

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Ontem, visao dos dois

VISAO DOMINOUS

      Após um começo de noite em que escreveste no blog pedaços da nossa vida, fomos para a cama.Tinhas ar cansado e frio. Aninhaste-te em mim e pediste umas massagens fortes nas costas em forma de abraço. Apertei-te varias vezes, massajando as costas e tu parecias-me cada vez mais aconchegada. A tua mao agora massajava o meu sexo, com algum entusiasmo, fazendo-me passar por momentos de alguma força de vontade , impedindo a minha ejaculação. Claro que um aperto mais forte em zonas (ainda) mais erogenas nas costas, um aperto no pescoço que te limitava a entrada de ar ou mesmo massagem no pescoço levavam-te a incapacidade de te dedicares a mim, fazendo um intervalo a estimulação. Controlava assim, ainda por cima elevando a tua libido.
      Apos um ultimo aperto no pescoço, voltaste costas e encostaste em conchinha a mim, metendo o meu sexo entre pernas. Encostaste o meu sexo ao teu anus e brincaste um pouco com ele ali. Brincavas sem introduzir, mas notei estares extremamente lubrificada, o que confirmei com a mao.
Mantinha-me impávido, tinhas pedido para so receber, para nao fazer nada o que cumpri a custo. Sinto o pénis entrar em ti enquanto rebolavas....quanto mais rebolavas mais te penetravas. Uma sensação óptima.
    Abrindo as pernas levaste a minha mao ao teu sexo para te acariciar. Estávamos muito excitados e mais fiquei quando pediste para entrar em ti com os dedos. Fi-lo com todo o gosto e quando te senti próximo do orgasmo, tao entusiasmada, eu proprio tive o meu, preenchendo o teu interior do meu desejo. Noite simples, cheia de sabores.



VISÂO KAYA

A noite estava fria e o frio condiciona um pouco a nossa actividade sexual. Mas já no aconchego dos lençois e o calor que o teu corpo emanava acendeu a chama, a dose certa para me estimular e entrar no clima.
O facto de me encostares a ti e me apertares com força, estimulando as minhas costas com abraços bem fortes e o bem estar que isso me proporcionava foi o clique para desencadear a minha excitação juntamente com o falares baixinho ao ouvido, os teus apertões já extraiam de mim gemidos de prazer, ao mesmo tempo que uma das tuas mãos constatavam o quanto molhada já estava. Claro que aproveitei a ocasião para brincar com o teu sexo, sentir a sua vivacidade e o quão rijo ele já estava, pronto para me arrombar a qualquer momento.
Aproveitei a deixa e voltei-me de costas para ti, apontando o teu sexo em direcção ao meu ânus, abrindo um pouco mais as nádegas, passando uma das pernas por cima do teu corpo. Comecei a rebolar sobre o teu sexo, brincando um pouco, dar-te a entender o que tu mais querias naquele momento e ao mesmo tempo negando esse teu desejo... despertar em ti uma excitação exasperante, uma ansiedade tão grande por algo que almejavas e cobiçavas... segurando o teu sexo, esfregava-o contra a entrada do ânus... e,  continuando a rebolar sobre ele... aos poucos começou a entrar... mesmo a seco, apenas com a minha já abundante lubrificação, a cabeça entrou devagarinho sem qualquer tipo de dor... momento que aproveitei para fazer pequenas contrações que adoraste sentir...
Levei a tua mão até à minha vagina... não pretendia que me estimulasses o clitóris como pensaste... encaminhei os teus dedos para dentro da vagina, bem fundo...
Queria que os teus dedos sentissem o teu sexo no meu intestino.

- Sentes?


Ao responderes-me que sim pedi que os teus dedos me fecundassem ao mesmo tempo que continuava a estimular-te com o ânus... os nossos gemidos se se fundiam, uma melodia de sons e movimentos... sentia que ao ser estimulada daquela forma, o meu orgasmo estava muito próximo... pedi-te para continuares com o vai e vem dos dedos e, como em muitos outros momentos, estou tão excitada e empolgada com a chegada do meu orgasmo, que aquele momento é vivido por mim de uma forma tão arrebatadora que me esqueço de ti... após um orgasmo tão electrizante, intenso e arrebatador, ainda consegui balbuciar... 
- E agora tu?
Fiquei um pouco surpreendida mas ao mesmo tempo senti-me afortunada quando me respondeste:
- Enquanto estavas tão entusiasmada eu tive o meu orgasmo!
Isto, por vezes já aconteceu , infelizmente para mim, que adoro sentir o teu orgasmo mas sei que compreendes que, quando estou tão excitada perco, um pouco, a noção da realidade. Estou tão envolvida, intrometida com sensações tão deliciosas, intensas e prazerosas que não dou pelo teu.

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Sexo anal

Falar ou escrever sobre sexo anal é sempre muito difícil para mim.

Sei que é  um acto muito apelativo e excitante para ti. É extremamente fascinante ser possuída por ti, seja em que posição for... se for à bruta, tanto melhor. Adoro o teu ímpeto, sentir o teu pénis a crescer e a pulsar ou latejar dentro de mim... com palmadas, puxão de cabelos, chicotadas, cinturadas... enfim... situações que nos são tão peculiares.
Mas... sexo anal????
Existem três motivos que me levaram, por vezes, a adiar ou arranjar desculpas esfarrapadas para evitar sexo anal.
1ª - Receio sempre que a dor venha... aliás, assim que tentávamos, começava logo a pensar... vai doer... vai doer... vai doer... e doía realmente...
2ª - Não me sentir limpa... considerar até que é "algo sujo"
3ª - Preconceito
O mal estar era tanto que, em termos de comparação, é associar sexo anal a uma fobia… 
Tenho fobia de alturas... medo persistente, ansiedade, pânico incontrolável, angústia, suores, respiração acelerada, taquicardia, desespero... apesar de sentir que é algo irracional ou até exagerado e mesmo assim sentir-me impotente para controlar essa fobia... tu sabes...

Também no início, e até há relativamente pouco tempo, pensava de forma errada... sendo um desejo muito grande teu achava que tinha o "dever" de te dar esse prazer.

ERRADO!!!

No sexo... sim... sexo... porque nós não fazemos amor durante o sexo... sexo tem que ser animalesco... momentos em que soltamos o nosso lado selvagem e os instintos animalescos se manifestam... amor fazemos a qualquer hora do dia, uma palavra, um toque, um beijo, um carinho... mas como estava a falar... no sexo não existem deveres... e levei um tempo a compreender isso. Sexo anal deve ser algo a acrescentar à nossa sexualidade e nunca um dever meu... Tem que ser por minha vontade e não "um sacrifício" só para satisfazer esse teu desejo... tem que ser também um desejo meu... um acto que também tem que me dar prazer... tirarmos ambos proveito... um processo, confesso, muito lento... tendo em conta os anos que estamos juntos. Tinha que "lutar" contra fantasmas do meu passado.


Mas sempre estivestes do meu lado e nunca forçaste nada entre nós. E o sexo anal não foi excepção... Muita paciência da tua parte foi fundamental, confiança, cumplicidade e carinho,  para além de termos experimentado diversas posições... e com o tempo desenvolvi preferências por algumas. Aquelas em que está nas minhas mãos controlar a intensidade e o ritmo da penetração  e de facto, aquela que me dá mais segurança e me sinto mais confortável é quando estou sentada sobre ti. Pode até não ser a visão mais excitante para ti. Essa, sem dúvida, é estar de quatro para te receber... Já o fizemos e deu perfeitamente para sentir o teu empolgamento... o teu ímpeto... a tua excitação...
Por hoje fico por aqui.

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Uma historia

    Uma tarde qq, imaginava com os meus botoes, uma trepa contigo, uma coisa calma e intensa em simultaneo. Claro que isto sao resquicios de todas as emoçoes passadas nestes 7 anos. Entao, ca vai.

      - Deitei-te na cama, levando-te ao colo e aninhei-me entre as tuas pernas. Nao e costume deitar-te com tanta delicadeza, mas ate por ser uma historia ficticia, esta alternativa parece-me  bem.
Agarrei cada perna com um braço e passei a dedicar atençao a tua vagina e zonas proximas.

A tua reaçao foi agarrares-me no cabelo e puxar-me para o mais perto de ti possivel, esfregando o teu sexo na minha cara, lambuzando-me com o teu mel, e mostrando-me o quanto excitada estavas. Aproveitei e a lingua que tilintava o clitoris, passou a fazer movimentos mais compridos, passando no teu anus, rodando no orificio, voltando ao clitoris, de vez em quando entrava em ti fundo. Estavas em transe, gemendo e implorando para entrar com o sexo em ti. Mas queria por-te mais angustiada e necessitada do meu sexo, portante continuei a atençao na tua vagina e anus. A cama junto ao teu corpo estava molhada dos teus liquidos e dos meus oriundos da boca. O cheiro que emanava convidava a toda uma panóplia de actos indecorosos por nos conhecidos e experimentados, mas hoje nao queria pensar sequer em alternativas em relaçao ao que tinha em mente.
Continuavas a insinuar a vontade de me teres dentro de ti, que te fizesse vir, nem que fosse daquela maneira. Nao concordei, nao fiz e quando te vi gemer e gritar de ansias, parei ,mandei-te por de 4. Quando estavas a espera que entrasse na tua vagina, troquei-te as voltas. Lubrifiquei o orificio anal, apontei o meu sexo ao mesmo, tambem previamente lubrificado e, tocando levemente no teu sexo comecei a entrar no teu anus. Alguma dor depois, estava todo dentro de ti e parei um pouco. Queria que te habituasses a sua presença. Alem de parar dei-te uma massagem nas costas alem de as arranhar.
     - A tua reacçao foi a esperada, a dor amainou e as massagens e arranhadelas fizeram retornar a excitaçao que tinhas anteriormente. Passei a tirar e a meter vagarosamente o meu penis, ate a cabeça sentir a tua entrada e ate o fim, sentindo os testiculos roçarem nos teu labios vaginais e os gemidos de prazer eram cada vez mais continuos, alem dos movimentos da tua traseira eram agora fortes de encontro a mim, na tentativa de sentires o mais fundo possivel.

Lascivia pura, tesao enorme, levando a um inevitavel forte orgasmo teu, que me confessaste ter sido diferente de tudo. Agradeci-te esse elogio e voltei a deitar-te na cama com o corpo para cima, lançando-me sobre ti, lambendo o teu clitoris fazendo aparecer de novo os tiques proprios do teu ogasmo. Interrompi e penetrei-te o sexo brutalmente, nao parando de penetrar ate que atingisses o climax...2º, na altura. Estavas exausta , mas sei quereres outro pelo clitoris com a minha lingua. Confessaste uma vez, quando trato do teu clitoris, por muitos orgasmos que te de, faz-te sempre falta o oriundo por esse membro. Entao passei a lambe-lo ate uma nova explosao. Agarraste-me na cabeça ate acabarem os espasmos, e deitaste-te com a cabeça em cima da almofada, pedindo para que fizesse sexo com a tua boca ate eu proprio "vazar". Claro que o fiz e apos algum tempo de te penetrar a boca, umas vezes fundo e rapido, outras fundo e ficando, outras mais moderadas, enchi-te a boca do meu prazer que engoliste deliciada.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Atrás

Hoje foi diferente. O medo do sexo anal ha muito e um problema. Nao tens muita vontade de entregar algo tao bonito, algo que me faz ficar transtornado de desejos, algo que por tanta dificuldade em obter se torna numa obsessao.  Decidi ser este o dia.

      -Dei-te a escolher a posiçao, embora Dominador quero que aprendas os prazeres do sexo anal e nada como decidires como queres ser sodomizada. Talvez por esse gesto as coisas tiveram outro sabor. Nao que tenhas tido prazer, mas o facto de estares confortavel de lado, deu-te confiança para uma brincadeira, estranha e saborosa. Tambem o facto de brincarmos um pouco antes te tenha deixado relaxada e bem disposta. A minha submissa/esposa, evolui calmamente, vai gostando do que da e faz, nao ha pressas nem coaçoes. Talvez para muita gente seja estranho esta preocupaçao da minha parte mas, quando se tem uma mulher nas maos ha 4 anos, sendo nos da geraçao de 60, tendo a nossa personalidade feita, sendo que quando a conheci ela nada sabia de BDSM, nao ha nada facil nessa procura de a levar ao meu (nosso) mundo. Tudo tem que ser tratado com pinças, obtendo sempre algo mais mas, na calma, na boa, na conversa, sem pressa. Nao e o mesmo que ter alguem  que conhece o mundo e sem um dificil passado. Mas tambem e tudo muito mais agradavel. Cada conquista e tirada quase a ferros. Ha o pormenor de que, quando esta enraizado, nada a faz mudar de opiniao. Demora tempo a absorver, aceitar e gostar, mas quando tal acontece, o caminho e sempre para a frente.


     A historia...

        - Brincadeira por baixo dos lençois, provocaçoes varias, apertoes fortes, corpos quentes, promessas de uma noite bem conseguida. A temperatura subia, as caricias tornavam-se mais ousadas, umas palmadas e chapadas no teu corpo e a humidade habitual no teu centro de prazer....
    De repente digo-te que quero a parte de tras, faço-te varios elogios a ela (sinceros e verdadeiros) e faço entao a pergunta referida no texto: - Que posiçao queres? De 4, deitada de costas ou de lado?.
 Respondes que de lado e melhor. Compreendo que tenhas medo, um medo fundado, e queres controlar a minha entrada. Nao nego e preparo-te com generosa dose de vaselina.
    A penetraçao começa, vagarosa, sem pressa nem grande entusiasmo. Aquilo deu-te confiança e em vez de um comportamento espectante, algumas mexidas do teu corpo e os carinhos teus no meu corpo em forma de arranhadelas, entusiasmo qb, alguma alegria por aguentares bem a minha entrada. Claro que propositadamente fiquei parado ou quase, esperando o teu corpo habituar-se a minha presença. Apos algum tempo assim, começo a sentir uma maravilhosa pressao na parte final do penis, a entrada nao foi profunda, o teu anel era por ti controlado e obrigado a fechar e relaxar. Aquilo foi espantosamente erotico. Fiquei algum tempo sentindo essa sensaçao estranha, lutando comigo proprio para nao dar azo a minha vontade que era entrar com tudo em ti. O prazer daqueles apertos era enorme e o esforço para nao te penetrar e sodomizar brutalmente foi devastador. Por fim embalamos num vai vem ainda que calmo, com um erotismo muito assinalavel. Os corpos mexendo-se quase como se de um se tratasse aqueceu o meu ser e o orgasmo aproximou-se perigosamente. Ate que por fim algo irrompeu dentro de mim e brindei-te com uma porçao generosa do meu semen. Nao tiveste o teu orgasmo mas, a quantidade de semen que recebeste, a maneira como conseguiste receber e brincar com o meu sexo acho que te preencheu. Acabei, tirei e propus algo diferente mas nao quiseste. Fazendo-me ver que o teu corpo e a tua cabeça estavam em paz, pediste para nao continuarmos. O cansaço tinha chegado e ficaria para outra hora mais qq coisa.


domingo, 1 de novembro de 2015

ANAL



   Sexo anal. Algo de muita importancia para mim por factores diversos, entre os quais a tua formosa anatomia, a dificuldade de obter da tua parte prazer e gosto na pratica, o facto de ser a unica parte do teu corpo em que nao consegui obter nada se nao dor em ti.
    Sempre te disse ser psicologico, bloqueios naturais por educaçao, uma mentira dita muitas vezes torna-se numa verdade. A dor que surge nos1ºs tempos e tao natural como a excitaçao que advem depois do corpo relaxar. O orgasmo anal e um dos possiveis e segundo leio, muito prazeroso, diferente de todos os outros...
    Escrevo agora sobre este assunto porque recentemente fizemos, depois de conversarmos muito sobre o tema, uma tentativa com algum sucesso, a qual vou aqui descrever. Este blogue e dedicado a ti e sendo assim, um veiculo que uso para te descrever todas as sensaçoes boas ou mas que tenha.


      " Na cama, depois de alguma brincadeira em que estavas deitada de costas, aproveitei a posiçao e puxei-te para mim,que, ajoelhado fora da cama preparava-me para te invadir...E invadi mesmo, a tua vagina quente e muito humida recebeu-me com a "alegria" de sempre, mas, apos umas quantas entradas e saidas, agarraste no meu rolo de carne que tanto aprecias e apontaste onde te e dificil receberes-me.
   Enquanto puxavas por mim,ias dando a tua atençao a ti propria, contrariada pelo facto de ter trocado a boca do corpo pelo orificio mais proximo. Entrei mas, a habitual queixa veio de imediato, tirando eu o pouco que tinha entrado voltei ao lugar de origem...mas estavas determinada e mais uma vez o apontaste e, desta vez, acariciando-te com mais ardor,fizeste-me entrar novamente onde ha segundos tinhas rejeitado por dor.
    Agora sim, ficou la dentro e, apos um momento de  espera por um habito de presença, entrei fundo em ti que mantinhas um ritmo frenetico com a tua mao...
     O vai vem atras começou, em crescendo, movimentos cada vez mais fortes e, a dado momento,disseste-me estares perto do teu momento,acelerando os teus movimentos... O orgasmo veio, um orgasmo para mim lindo, porque conseguido de uma maneira que sei ser dificil para ti. Nao sei se o facto de estar ali te acelerou a sua vinda mas, o facto de nao ter impedido foi optimo....Claro que a partir de agora terei que partilhar a tua mao no teu sexo cada vez que esta pratica existir, mas sei que sera por pouco tempo, so o suficiente para interiorizares que e bom para mim, e bom para ti. E oorgasmo vira unicamente pela minha penetraçao em ti, sem auxilio agora tao precioso..."