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sábado, 19 de outubro de 2019

Fim de semana - 2ª parte


    O dia seguinte

   - Dirigimo-nos a uma estaçao de serviço para um banho.
  - Apos sentirmo-nos limpos, partimos para a margem sul.  Ao tomar o pequeno almoço, quis que abrisses um pouco as pernas para observar o volume do sexo atravez da cueca. Como sabes tens um corpo que me excita muito. Es pequena e tudo no teu corpo impele a te desejar. O formato da vagina e um W perfeito, com labios carnudos, convidativos, o clitoris nem grande nem pequeno, perfeito para lamber, mordiscar ou dedilhar, sexo que se mantem quase intermitentemente humido, preparado para meu uso.
    - Apos visionar tal encanto, mandei que as fechasses, ja tinhas exibido o suficiente. E que alem de nos estavam outros casais os quais vi tentarem tambem observar qq coisa. Adoro que te exibas, envergonhada mas orgulhosa.
    -Mandei-te ir pagar, o que colou muitos olhos em ti, masculinos e femininos, os quais enfrentei, elucidando que tu eras minha, dissuadindo qq tentativa de aproximaçao de quem quer que fosse. Tenho prazer em saber que es minha posse e que os outros(as) so podem tentar adivinhar a mulher que es. So eu sei a puta que tenho comigo a qual e o meu orgulho. Claro que toda aquela cena me excitou.
    - Entramos no carro e saimos rapidamente dali. O teu olhar fixo em mim e a mao acariciando o meu sexo eram a certeza de que a cena nao tinha so feito efeito em mim, tambem tu estavas ao rubro. Parei o carro num recanto a caminho de Alfarim, mandei-te sair, encostar ao capot do carro e deitar-te sobre ele. Obedeceste, embora olhando para todos os lados, certificando-te que estavamos sozinhos.
    -Fui buscar a cana de bambu, levantei o vestido a altura da cintura e dei-te tres varadas fortes. Gritaste mas mantiveste a posiçao. Disse-te entao que era o castigo por olhares a certificar-te da presença de alguem. Eu ordeno, tu obedeces. Ias alegar qq coisa mas foste interrompida por mais uma varada. Mordeste o labio e calaste. Assim gosto. Tinhas as marcas bem vincadas no rabo. Adoro esse rabao sexi, ate porque medeia uma cintura finissima e as mais torneadas e belas pernas existentes. Abri a força as pernas e meti a mao, nao completa mas com muita rapidez, tomando posse do que e meu. Mais uma vez um gritinho de surpresa, dor e prazer saiu do teu interior e continuei a foder com rapidez. Torcias-te de deleite ate chegares a um orgasmo brutal. Ai deitaste-te entregue, com a respiraçao fote e um sorriso rasgado. Amparei-te para te sentares no carro e partimos em direcçao a praia, neste caso a Lagoa de Albufeira. Estendemos duas toalhas e fomos ao banho. Nao estava muita gente e agarramo-nos, abraçados num longo beijo. Pus-te subtilmente de costas para a areia e rocei um pouco em ti.
Vi que eramos disfarçadamente observados mas nao estava preocupado. Tanto nos beijamos e esfregamos que metendo a mao dentro dos meus calçoes, enfiaste o meu sexo em ti. Enquanto fodias ao meu colo perguntavas se alguem nos via ao qual respondi que nao, mentindo pois agora ja existiam alguns que engoliam em seco. Eu sorria, por te ter nos meus braços cheia de tesao e porque enfrentava todos com expressao de gozo. Acho que muitos tiveram uma tarde/noite bastante proveitosa apos o espetaculo a que assistiram.
     - Nao chegamos ao fim, interrompemos para nadar e so ai te apercebeste da minha mentira. Olhaste-me com ar recriminador mas brincamos e tudo passou. Afinal tambem gostaste e uma pequena mentira foi pretexto para um momento de prazer diferente.
     Saimos e fomos almoçar a um restaurante proximo. Quando escolhemos mesa, entreguei-te um embrulho com um fio dental que tinha um potente vibrador colocado numa bolsinha junto ao clitoris e mandei-te ir por na casa de banho, entregando-me o calçao de banho nas maos por cima da mesa. Colocaste como sempre obstaculos. Disse-te que eras minha puta, escrava e mulher, dai eu mandar e tu obedeceres. Acho que muitas vezes refilas nao por nao quereres mas por seres mulher. Ordenei que fosses de imediato.

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

A tarde de ontem

    - Convidei-te para a cama. Estava excitado e com vontades exigentes que eram de acordo com as tuas. Como normal, preparei o lençol, deste-me outro toda contente porque sabias ir existir vela. Nao adivinhavas era o resto.
    - Deitaste-te de costas, com duas almofadas por baixo do corpo, posiçao do rabo alta, propicia a bons castigos no mesmo.
    -Iniciei com aquecimento pelo chicote mais leve. Acho que os preliminares connosco sao dispensaveis pois o grau de excitaçao mutua ocorre durante o dia em todos os momentos.
    - Depois da pele um pouco aquecida, pernas, costas e o ja referido rabo, iniciei as chibatadas. Mas diferente do habitual, nao fui muito meigo.
Estavas a precisar ser bem batida para libertares as magoas acumuladas  durante este tempo em que nao podemos exercer estes carinhos. O velho problema da familia muito grande.
    - Usei no teu corpo varios objectos de impacto, a vara de bambu, a chibata, chicotes varios da nossa ja boa coleçao, a escova de aço grande, que como ja tem pontas fora do sitio, e optima para te enterrar na pele tres ou quatro dessas pontas. Claro, houve choro, convulsoes e contraçoes, mas tambem muita humidade entre pernas e bicos de mamas muito atiçados. E fantastica a forma como mesmo sofrendo, nao sais da tua posiçao, nao te proteges, ficas ali, mesmo que tenhas contorçoes, rapidamente voltas a posiçao. Uma excelente submissa.
     - Intercalei o alcool com a escova de aço. Nas feridas que ela provoca, despejando alcool, as sensaçoes em ti sao inumanas. Claro que sentes o contacto forte do alcool em pequenos rasgos em sangue, mas se com as chibatadas ja te revolves eroticamente, com o alcool gemes fora de ti e a volupia e de pre-gozo. No fundo, o felizardo com todas estas demonstraçoes sou eu, porque adoro ver-te teres prazer, por muito inusual que seja e sei que sou eu que estou a proporciona-lo.
      - A vela chegou depois, ja com a pele mal tratada o que te castigou mais mas em contapartida, eras um rio de fluidos, lacrimejavas e humedecias enormemente, brilhavas na cama e entre pernas. Um sonho, cada vez que temos uma sessao.
       -De seguida, com uma faca retirei do teu corpo a vela ja seca. Sei que e mais uma sensaçao que muito aprecias, dizes que o contraste do ferro frio com a cera recentemente posta, provoca-te calafrios bons.Fotografei algumas partes.Estavas magnifica, como sempre.
      - Apos tratar da parte trazeira, mandei-te voltar de frente e fui acender um cigarro.
       -Com ele na boca, iniciei mais uma sessao de chicotadas a frente, umas escovadas e com a faca uma masturbaçao vaginal, pequenas pancadas que te fazem abrir o sexo como uma flor. Passei a fazer-te igual com a mao de cabedal, agarrada a uma chibata, sendo que cada vez que te via aproximar do climax, eram duas maos de cabedal a darem-te pancadas nas coxas o que te arrefecia. Estivemos nisto uns tempos ate que desesperaste e nao consegui voltar a provocar-te com as batidas vaginais. Experimentei entao usar a mao para te masturbar, conseguimos levantar-te novamente a tesao mas tinhas tambem os electrodos postos na pelvis, que pus na potencia maxima e isso voltou a cortar tudo.

Nessa altura, frustrados tivemos uma pequena altercaçao e falei-te duramente. Ainda estou para saber se isso te aqueceu porque apos meter novamente a mao para te masturbar, os eléctrodos a 3/4, disseste-me: " e impossivel chegar la......ou talvez nao". Este espaço entre as duas afirmaçoes foi  uma paragens de um ou dois segundos porque entre o começo da frase e o sentir a aproximaçao do teu orgasmo foi quase instantânea.
      - Acelerei os movimentos da mao e aproximei a outra mao do teu pescoço, acariciando-o quando ja gemias. Tinham sido instantes entre a frustraçao de julgar nao ir acontecer e a presença do mesmo.
       - Quando ja estava em processo de nao retorno, a mao no sexo entrou num vai vem poderoso e a outra no pescoço apertou. Entao tiveste um dos orgasmos mais escaldantes de sempre, gritos enormes, em varios tons, estremecimento enorme no corpo, o qual controlei em parte com a mao metida no teu interior, o que ao invés de te inibir, incitou mais.
NAo creio que tenha sido so um orgasmo, na altura pareceram bastantes mais, tanto pelo tempo como pelas convulsoes e pelas tonalidades com que gritavas. Foi um momento avassalador para ti. Caiste na cama como que desmaiada e ainda nao tenho a certeza que nao tenha acontecido. A noite aconteceram mais emoçoes, mas isso e outra historia.
   

sábado, 24 de agosto de 2019

O dia seguinte (continuaçao)

   Apos despertares do teu sono "induzido", desejei ensaiar mais uma vez a mao dentro de ti, na busca incessante de "tomar posse" do teu interior físico.
    Depois de lubrificar o teu sexo generosamente e a minha mao, iniciei a entrada da mesma, movimentos curtos, penetração cuidada, abrindo-te gradualmente, aliviando e rodando.
     Certo e que novamente a humidade e reação erotizada ressurgiu em ti que entusiasmada abrias o quanto podias as pernas, facilitando o meu objectivo. Era tal o frenesim que por vezes tive de conter a mao que e grande e controlar a entrada. 3 nos dos dedos chegavam dentro mas a elasticidade ainda não permitia o quarto, tendo de torcer a mao para o que entrou chegasse mais dentro. Entretanto e mais uma vez a loucura apoderou-se de ti e qual alucinada, comias a mao como se da mais saborosa iguaria se tratasse. Inevitavelmente o climax surgiu, originando da tua parte uma absorção mais efectiva no teu interior que te magoou ligeiramente, originando um grito desumano.
     O estiramento do teu sexo em junção com o extenuante orgasmo foram os provocadores de tao ruidosa manifestação, que a mim informaram o quanto desejas a minha posse ao teu interior que, irremediavelmente um dia surgira. O sorriso subserviente e apaixonado que me dirigiste apos a calmia denunciam o quanto magestoso foi o acto.
      "Rebentada" como estavas, querendo ainda servir-me sem grandes condições, pediste para te banhar com o meu mel. E fiz-te a vontade. Masturbaste-me sabiamente ate despejar na tua pele todo o meu prazer, observando em ti a alegria de seres brindada com tao grande quantidade de sémen.
    Foi mais uma noite repleta de sensações que tanto nos motivam e alimentam.

sábado, 29 de agosto de 2015

Fist e colinho....algo unico

O colinho, e importante depois da sessao, mas por vezes mais no dia a dia.Alturas ha em que faz toda a diferença, quando a pressao sobre os apaixonados os leva a terem pequenas questiúnculas,um abraço forte, um beijo, uma caricia quer dizer "estou ca".Faz toda a diferença.


Bom dia mulher adorada submissa amada Rubicat De Paulo Dominous...
Fist, uma adoravel pratica que ja faz parte do nosso universo.Algo poderoso, intenso, intimo. Algo que nos deixa proximos,explorar o teu interior e soberbo, ver-te sujeitada a minha mao,a minha vontade, a levar-te ao orgasmo sem te deixar la chegar, e uma das minhas muitas formas de domínio.