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quarta-feira, 10 de junho de 2020

Sublime


(22 de Setembro de 2018)

As nossas sessões que ambos tanto apreciamos têm estado adiadas por motivos de saúde minha... o sexo mais forte tem vindo a crescer de acordo com as minhas melhoras e a nossa noite de ontem foi intensamente sentida e vivida... com paixão e loucura sempre presentes como é nosso apanágio...



A nossa última aquisição, um flogger que eu muito aprecio, juntou-se a nós... de joelhos sobre a cama, o teu sexo na minha boca... tinhas as minhas costas e nádegas à tua disposição que fizeste questão de usar... pequenas e suaves chicotadas primeiro... a minha pele era aquecida e acariciada a cada passagem... por vezes agarravas-me pela nuca empurrando-a na tua direcção... o teu sexo entrava fundo... os meus gemidos eram abafados pelo teu sexo que endurecia e pulsava na minha boca a cada chicotada mais forte... as nádegas aqueciam... outras vezes  roçavas e esfregavas  o teu sexo pelas minhas costas... ao que o meu corpo respondia com movimentos de vai e vem... de rabo empinado... o meu sexo estimulado pelos teus dedos... 


Chegou a vez de utilizares o stick... batidas suaves intercaladas com outras mais fortes... o meu corpo estremecia de dor mas também de um prazer estranho... as minhas nádegas já ardiam e eu sei o quanto te excita teres perante os teus olhos a imagem das nádegas avermelhadas... o calor da tua mão acariciando-as suavizava o ardor que sentia e o interior do meu corpo emanava ondas de calor e a minha pele arrepiava...
Voltaste-me de costas... de pernas bem abertas, o meu sexo completamente exposto e molhado recebia mais carícias do flogger... por vezes fechava as pernas mas de imediato as abria perante a ameaça de uma palmada tua... o meu corpo contorcia-se... mais uma vez dor e prazer se misturavam... é uma sensação que eu continuo a adorar... De olhos abertos... a visão do teu sexo fascinava-me... latejando e pingando... sentindo também ele prazer naquelas chicotadas que se misturavam às investidas da tua mão nas minhas entranhas... os teus olhos brilhavam de desejo... os teus lábios sorriam...

Por fim mergulhaste entre as minhas pernas e aí foi o delírio... a tua língua quente acariciando o clitóris... a tua boca sugando-o... as tuas mãos apertando, forçando a abertura das pernas e expondo ainda mais o clitóris... Ahhh.... entre gemidos e tremores foi impossível conter um grito de prazer... aquele prazer que antecede o orgasmo... sentido durante vários minutos... provoca espasmos... calores... tremores... palpitações... é um acumular de tensão dentro de mim...  parece querer explodir a qualquer momento... mas esse momento és tu que controlas... não com tuas mãos mas com  tua boca... a tua língua...
Se há momentos em que me sinto morrer de prazer... este é um deles... é uma aflição e uma ansiedade tão grande que o coração parece querer saltar do peito...
E aquele momento por mim tão almejado... chega... e a meio daquela descarga emocional sou penetrada suavemente... as tuas investidas tornam-se mais rápidas... brutais... fervo por dentro... o segundo orgasmo veio ainda saboreando os resquícios do primeiro... mas desta vez acompanhado pela tua explosão... abraço-te bem forte... quero-te ainda colado a mim... sentir o bater do teu coração no meu peito... beijo-te com carinho e emoção... depois...
Depois vem a calmia dos corpos já deitados lado a lado... bem abraçada adormeço sobre o teu peito...


domingo, 17 de novembro de 2019

Dias Surreais ( Parte II )

(domingo, 1 de novembro de 2015)


Preciso que páres... sinto o meu orgasmo muito perto... preciso parar... sair de cima de ti... Assim pensei, assim fiz... saltei de cima de ti e dirijo-me a um dos postes da nossa cama... agarro-me a ela e começo a balançar o meu corpo... convidando-te para esta dança...


De imediato te colocas atrás de mim... agarras-te também ao poste e o meu corpo é empurrado contra ele... faço força e empurro-te com as minhas nádegas... baixo-me e vou esfregando-as de baixo para cima no teu corpo... sinto o teu sexo rijo... isso me agrada muito... surgem as primeiras palmadas... leves... puxas-me pelo pescoço e sinto a tua boca no meu pescoço... sinto a tua respiração acelerada... afasto a minha cabeça e sou de novo prensada contra o poste... afasto as pernas e agacho os quadris... sou penetrada dessa forma... à força... várias estocadas que me alucinam... sei que se continuasses o meu orgasmo chegaria... mas tu afastas-te... sais de dentro de mim... Não sei o que pretendes... não virei a cabeça para saber... continuei no poste, arfante... expectante...
O teu chicote faz contacto com as minhas nádegas... estremeço e grito a cada chicotada... vais alternando entre as nádegas e as minhas costas... perco as forças nas minhas mãos e as pernas cedem um pouco... O meu corpo está dorido...
Começo a pensar que não vou conseguir aguentar mais tempo... quero o meu masoquismo... preciso dele...Há alturas em que  a minha relação com a dor  é maravilhosa... O teu sadismo alimenta e sacia o meu masoquismo...   ambos partilhamos as nossas afinidades... mas neste momento a dor que sinto não me é prazerosa...
O chicote parou... respiro fundo...


Sou encaminhada até ao chaise longue... de joelhos no chão e peito assente sobre ele, as minhas nádegas são de novo fustigadas... não consigo controlar as emoções... fico exasperada com a dor... impossível conter o choro...
De novo sou assaltada por pensamentos negativos... estava tudo perfeito até agora... mais uma vez sou atraiçoada por mim mesma... Detesto que isto aconteça... porque razão não sou constante?... Se tenho plena consciência que sou masoquista ( e demorou tanto tempo até eu assumir essa nova faceta minha ), porque razão não sinto a dor sempre da mesma forma... São momentos de perfeita harmonia e outros,  momentos de pura tortura...  Não é nada bom eu estar a pensar enquanto me chicoteias... Puxa... quero aqueles momentos em que a dor me leva para outra dimensão...  o meu corpo dança ao sabor e ao ritmo das tuas chicotadas...   extrais de mim sons  de prazeres sublimes... onde desafio o teu sadismo com um sorriso...




Quebrei... não consigo conter os soluços... abandono o corpo...
À minha volta o silêncio impera...
As chicotadas pararam...
Devagarinho levas-me para a cama... é tudo o que eu mais desejo naquele momento... sentir-me abraçada... e o teu abraço forte, aos poucos... acalma o meu corpo e traz-me a paz que só encontro no teu colo...
Baixinho falaste:
- Vamos fazer uma pausa...

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Desejo e paixão

(29 de Abril de 2014)

Uma trave suspensa no tecto. Alguns preparativos antes... uma corda enrolada e atada à minha cintura e outra por cima do meu peito... prendo o cabelo e completamente nua subo para a cama onde acabas por me prender à trave... devido a uma  dor muscular no pescoço,  fico com os braços cruzados e a cabeça deitada sobre ela... assim aquela zona fica mais confortável e protegida... pernas ligeiramente afastadas e os tornozelos presos às laterais da cama... olhas para mim... sorris... o teu rosto está calmo...
- Queres avançar?
Balanço-me na trave e tudo parece estar bem...
- Sim


Aproximas-te e trocamos um longo beijo de língua... nossas línguas falam desejo e paixão...
Colocas-me a venda e os pregadores nos mamilos... sinto uma dor quente...
As primeiras chicotadas fazem-se sentir... nas minhas nádegas e costas... suaves mas inebriantes... as pontas do chicote atingem várias zonas ao mesmo tempo... aquecem a minha carne... permaneço em silêncio... apenas a minha respiração está mais acelerada... as minhas pernas tremem um pouco...
Com a pele a formigar sinto que passas o cinto pela minha vagina já quente e húmida... agarras as extremidades do cinto e impulsionas o meu corpo para cima ao mesmo tempo que eu faço força para baixo... sentindo a pressão do cinto sobre o meu sexo... alivias a pressão do cinto e friccionas o meu sexo com ele... ondas de calor percorrem o meu corpo... gemo... as pernas continuam a tremer...
Com a primeira cinturada nas minha nádegas o meu corpo vai para a frente... e outras cinturadas se seguem... arqueio o corpo para trás quando as recebo para depois relaxar...  o meu desejo aumenta... o prazer flui a cada cinturada...
Afastas-me as pernas e sinto a tua boca mergulhar no aconchego das minhas coxas e  a tua língua saboreando a essência dos meus desejos que já brotam do meu sexo molhado... Ahhhh...  delícia... delírio... acabo por flectir as pernas para melhor te sentir assim dentro de mim... gemo... mas os meus gemidos não te convencem a ficar... afastas-te negando-me esse prazer...
Ainda ofegante e trémula vertes cera sobre as minhas costas e nádegas... o calor da cera "queima" a pele já quente... estremeço ao primeiro contacto... respiro fundo...  abandono o corpo sobre a trave... a sensação de calor espalha-se pelo corpo e arrepia por dentro... Dás pequenos puxões na corrente que une os pregadores ao mesmo tempo que salpicas o meu peito com a cera... as pernas cambaleiam... trémulas...uma onda de dor relampeja junto com o meu peito...
O teu rosto está junto ao meu... a tua voz quente sussurra no meu ouvido...
- Amo-te!
Esfrego o meu corpo no teu enquanto nos beijamos... afastas-te...
-Vais contar até cinquenta!
Sei o que isso significa... a hora de alimentar o teu sadismo... prolongar e aguentar o mais tempo possível... ignorar dores suportáveis e apenas contar as mais dolorosas...
Quero que o teu domínio e controle me quebrem... me façam sentir mais tua... quero a tua força e o teu prazer... que cada marca seja um pedacinho da minha alma que absorves... mais que uma vontade minha é uma necessidade minha muito forte...
O meu corpo formiga e entre algumas chicotadas controladas surgiu uma mais forte.
-Uma!!!
Gemi de dor... e outras se seguiram...
- Dez!!! - o meu corpo está em chama... um prazer ondulante e a dor intensa... páras...
Sinto que te afastas e sais do quarto... procuro controlar a respiração... deito a cabeça sobre a trave e espero...
Chegaste... estás de novo junto a mim... encosto as nádegas na tua coxa e deslizo para cima e para baixo... o calor do teu corpo é um bálsamo para a minha pele que arde...
Puxas um pregador... o mamilo está quente... dorido... puxas o outro... respiro fundo... os mamilos estão dormentes mas o calor dos teus lábios e língua suavizam a dor...
Reivindicas a minha boca num beijo ardente... chupo e mordo a tua língua quando sinto o meu corpo salpicado por água gelada... arrepios surgem devido ao choque térmico... o gelo derrete no meu sexo... escorrendo entre as minhas coxas... sinto frio... Os teus dedos invadem-me... acariciando o clitóris... de novo estremeço... salto... ao sentir a cera derramada sobre a minha pele arrefecida... as pernas cedem e por momentos fico suspensa... aquele calor foi demais... não aguentei... levanto-me a custo para  apoiar bem os braços sobre a trave... e de novo as chicotadas... arrancando a cera das minhas costas...
- 36!!!
- São 26!!!
Amuo... tento fechar as pernas mas sou castigada!
- 27! ... 28!... 29!... 30!!!
As pernas voltaram a ceder... Os golpes de teu chicote  aumentaram em frequência e força...
Algo gira dentro da minha vagina... à agonia da dor intensa seguiu-se um prazer imenso...  a intensidade dos meus gemidos e movimento do corpo deu-te a entender que estava prestes a ter um orgasmo...  e a textura da vergasta desceu sobre as minhas nádegas... uma... duas...
- 40!!!
Contorci o corpo e desfaleci... os teus dedos movimentavam-se freneticamente dentro de mim... gemidos profundos... dor e prazer juntos... sensações dísparas mas harmoniosamente unidas me levando à loucura...
Agarras-me pela cintura e enterras o teu sexo... sou invadida pelo fogo do teu desejo por mim... arqueio as costas e empino o rabo para melhor te receber... grito e gemo de prazer... as tuas investidas balançam o meu corpo para a frente para de imediato o puxares para ti, enterrando mais fundo... ao mesmo tempo que dás palmadas nas minhas nádegas... sais de mim bruscamente...
Salpicos de água gelada, cera e mais vergastadas acordam-me deste êxtase...
- 49!!!
Grito de dor e não consigo conter as lágrimas... soluço... As pernas voltam a ceder... procuro forças para me erguer de novo e um cheiro a álcool paira no ar... agora derramado e espalhado sobre as minhas costas e nádegas... arqueio o corpo para trás... sensação de frio e de ardor...
-50!!!
Estava exausta... de joelhos dobrados... cabeça para trás... sedenta de amor e louca de desejo e excitação... o meu ser clamava por orgasmo...
Ajudas-me a levantar e os teus dedos de novo trabalham dentro de mim... agora com movimentos cada vez mais frenéticos... agarro-me com mais força à trave... os dedos aceleram e os meus gemidos são mais prolongados e profundos... cada vez mais estimulada... o meu sexo escorre... o meu coração parece querer saltar do peito... todo o meu corpo estremece percorrido por arrepios e ondas de prazer... e culmina num orgasmo demorado e soberbo que me quebra perante ti...
Permaneci durante alguns momentos amparada por ti até acalmar um pouco, altura em que me ajudaste a ficar de pé para poderes baixar a trave e desamarrares-me... e assim fiquei de quatro para te receber novamente... primeiro na boca e a seguir dentro de mim... sentir-me preenchida mesmo depois do meu orgasmo fez-me vibrar de novo... braços e pernas tremiam... mas gemia a cada investida tua... senti que o teu orgasmo estava prestes a acontecer... a tua respiração e as tuas investidas eram cada vez mais rápidas e profundas... o teu sexo deslizava para dentro e para fora... chegava o momento de me premiares com o teu mel que  invadiu as minhas entranhas em jactos quentes acompanhados por gemidos teus também...


terça-feira, 13 de setembro de 2016

UMA REALIDADE ADIADA



    - Como quase sempre, a seguir ao jantar, dirigia a caminho do cafe conversando sobre banalidades do dia a dia mas ca dentro magicando a nossa noite. Sim, queria uma noite muito especial.
     - O cafe bebido e um pouco de conversa depois, entrada no carro e, uma estrada nunca por nos percorrida. Achaste estranho e questionaste. Dei-te uma desculpa qq, entreguei-te a venda, mandei por e entreguei-te um vibrador. Ordenei que levantasses o vestido e mandei-te masturbar. Continuei a conduzir e de vez em quando vergastava-te as pernas. Estavas em altas, gemias baixinho, ate que refilaste sobre a dor que sentias. Parei o carro e pus dois prendedores nos bicos sem cuidado nenhum...Assim saberias o que era dor. Mandei que continuasses a masturbaçao e o carro voltou a estrada. Claro que passados momentos ja te ouvia gemer e amaldiçoar os prendedores e as vergastadas que continuavam. Parei o carro e meti uma coleira no teu pescoço. apertei varias vezes as pernas ao que respondias com gritos de dor, mas continuavas a masturbar-te. Mandei que ficasses no carro como estavas e sai do mesmo. Dei a volta abrindo-te a porta, puxei pela coleira e deitei-te no capot do mesmo. Sentiste a temperatura causada pelo motor e queixaste-te. Como sabia ser suportavel, em vez de aliviar, carreguei mais nas tuas costas e foste obrigada a encostar mais ao capot. Foi maravilhoso, dessa vez, alem da temperatura ainda tinhas os prendedores a fazer força no capot e um chicote a bater-te nas nadegas. Gritavas e mexias-te de um lado para o outro, mas como estavas agarrada, nao saias do sitio. Achei por bem de repente parar as chicotadas e forçando-te mais para baixo, entrei todo em ti.
Os gritos de desespero anteriores transformaram-se em prazer, prazer alucinado pelas dores que tinhas sentido e sentias ainda e pelo meu sexo todo dentro de ti, num vai vem brutal. De repente parei, tirei para fora e as chicotadas voltaram. Mais uma vez tentaste fugir e, estando excitado, mais fiquei quando te torci e colei-te literalmente ao capot, entalando os teus pes nas minhas pernas. Choravas, gritavas mas, impiedosamente continuava a fustigar o teu lindo e carnudo rabo que mesmo no escuro se notava mudar de cor. Interrompi por algum tempo as chicotadas para sentir o calor do teu rabo nas minhas maos. Acalmaste com o contacto e agora serpenteavas. Achei que ainda nao tinhas tudo o que precisavas. Entao mandei que ficasses na posiçao que estavas e fui buscar umas cordas ao carro e umas braçadeiras com que te prendi os braços. Depois prendi a corda as braçadeiras e estiquei os braços para a frente, prendendo a mesma a roda da frente. De seguida abri-te as pernas e atei um esticador as mesmas e recuei. Estavas maravilhosamente sexi, aberta, esticada, o sexo brilhante "sorria" para mim, deslumbrantemente humido e brilhante, as pernas sensuais apoiadas nos sapatos de salto alto, as mamas esmagadas no capot e os prendedores a sairem um de cada lado, torcendo-te os bicos... Um quadro magico. Tanto assim que o meu penis pingava de desejo. Mas nao iria ainda finalizar aquilo que tao bem tinha começado. Um stick ainda esperava no banco de tras, "ansioso" por entrar em acçao. Nao quis que esperasse mais. Alguns afagos começaram a beijar-te a pele, entrecurtados com toques mais fortes...Dançavas como podias, gemias, uivavas por vezes, os ruidos sucediam-se mas tambem as pernas começavam a ficar brilhantes pelo liquido que escorria do teu centro de amor...contraias-te no carro, roçavas todo o corpo pelo mesmo. abri-te as pernas e besuntei o teu anus com muita vaselina. Nao iria penetrar-te mas foi o suficiente para te inibir o prazer. O anus ainda e um assunto a tratar. Embora o entregues, como todo o corpo, nao te sentes confortavel. Mas resolveu o problema que era aproximares-te perigosamente do orgasmo. Assim ficaste mais calma e deste-me possibilidade de continuar as caricias sem que pudesse acontecer o teu orgasmo. Entao as minhas maos entraram em acçao, os dedos dentro da tua vagina e a outra mao passeava pelo teu rego, nunca entrando no anus mas passando la muitas vezes. Os dedos dentro de ti produziram os seus efeitos e voltaram os gemidos e gestos que tanto aprecio ver e ouvir, volupia e entrega. Acelerei os movimentos e o orgasmo começou a manifestar-se atraves dos tremores das tuas pernas. Claro que parei, ainda nao queria, apesar de ja demonstrares algum cansaço, inclinando-te de um lado e de outro procurando aliviar a força em cada perna.
    - Tirei as cordas, o esticador das pernas e mandei que te sentasses no chao. Como era terra, achaste estranho. Mas obedeceste. Introduzi o penis na tua boca e iniciei um vai vem progressivo que terminou com o teu sofoco numa altura em que enfiei o maximo que conseguias engolir e fiquei parado dentro da tua boca. quando tirei de ti arfavas, faltava-te o ar e vendo-te aflita ri... Sabia que a excitaçao estava a mil, e a tua respiraçao ia normalizando. Mandei-te deitar de quatro no banco, com as pernas de fora. O teu olhar brilhou e apressaste-te a cumprir a ordem. Com certeza pensaste ir acabar o calvario e que iria finalmente penetrar-te ate ao orgasmo, mas nao era essa a minha ideia. A chibata voltou a açoitar-te a novamente gritavas, tentando mexer-te sem resultado. NAo te deixava sair da posiçao. Depois, quando me cansei de chibatar, enterrei tudo em ti e o teu corpo reagiu jogando-se como pode de encontro ao meu. Ao mesmo tempo iniciei uma massagem nas tuas costas, daquelas que te arrepiam. Claro que os gemidos aumentaram, claro que o orgasmo vinha a caminho e, agora tambem o queria...Precisava de sentir o teu e de seguida ter o meu. Queria que sentisses quanto te desejava em formato de ejaculaçao. Entao tres ou quatro estocadas depois, um grito e os testiculos, pernas,minhas e tuas, banco do carro, foram brindados com o teu orgasmo. Grande quantidade de liquidos emanava de ti, o primeiro numa ejaculaçao e depois num cair continuo, ate caires para dentro do carro sem força. Dessa vez agarrei em ti, puxei para mim e, entrando com força, estoquei-te ate sentir correr no meu sexo algo que me pareceu como uma explosão, que ao passar atraves do sexo parecia querer alarga-lo. Algo pujante, doloroso mas extremamente prazeroso. O fim de algo lindo e maravilhoso, algo que teria todos os dias caso o tempo permitisse.

   

terça-feira, 3 de novembro de 2015

NOITE DE LUXURIA




        "Camara, açao"...assim poderia ter sido o inicio de mais uma noite de amor, sexo e algo mais. Se ambos estávamos nervosos devido a factos do dia a dia, esse nervosismo certamente seria banido, ou amenizado com mais uma regalada sessao.Claro que filmamos a açao toda...

       Deitei-me na cama, adoro que trates um pouco de mim...A massagem no corpo, a lingua em varias partes do mesmo, as provocaçoes de quando em quando com uma pequena dentada tua,seguida de um palmadao no rabo ou um estalo na tua cara sao brincadeiras as quais nos habituamos e com as quais os nossos niveis de excitaçao sobem bastante. Tens ainda o (bonito) habito de pores oleo comestivel no meu mastro de prazer e chupando e lambendo vais levando ainda mais alto os nossos sentidos.
   Depois de todo este preâmbulo, encostaste o teu sexo ao meu e roçando pedis-te para fumar um cigarro, provocante,travessa. Claro que antes de saires de cima de mim,tiveste umas palmadas e um leve roçar que te fez contorcer de prazer.

     Apos esse  intervalo em que fumamos e vimos alguns momentos do que se passou,voltamos a cama,ainda comigo deitado, mas desta vez muito mais interventivo...Magic e molas invadiram o nosso espaço...
Novamente te posicionaste em cima de mim nao me dando grande acesso a ti, estavas a meus pes e davas os teus prestimos bocais e manuais ao cilindro de carne que me pertence mas que obedece a ti,incha para ti, aviva e revive com as tuas açoes sobre ele so me respeita a muito custo, e como nao poderia deixar de ser, estava inchado e duro, sentia as veias a rebentar, o climax muito perto.
Olhando para as molas, voltaste-te de costas para mim, oferecendo o teu traseiro as minhas maos. Dai a teres 4 molas nos labios que adoro foi um pulinho... De seguida pus entre as molas o vibrador...foi lindo o teu remexer, o corpo parecia enfeitiçado, gemidos de ti saiam, aumentando o volume conforme te puxava pelas molas....A excitaçao era muito grande, nada em ti era real, a tua cabeça era lançada para tras,  o meu sexo,outrora manuseado e apaparicado,foi posto de lado...Eras toda sensaçoes...Estiveste varias vezes perto do orgasmo mas, nao deixei,interrompia sempre que ele se aproximava...Os dedos dentro de ti juntavam-se a tortura... Uma mola foi puxada e, em vez de dor, senti mais tensao sexual da tua parte...estavas possessa, e eu divertidissimo...Algumas(fortes) palmadas depois, juntas com tudo o que estava a fazer-te, foram interrompidas com um "cinico" "vamos beber cafe" da minha parte..Como resposta tive um voltares-te para mim, abraço e um beijo apaixonado...

     Enquanto preparavas o cafe, fui pondo o chess long no sitio, preparar as cordas, preparar tudo para o que se seguia. Bebemos o cafe e ver fragmentos do que tinha acontecido antes, algo que nos pos em pulverosa, e deitaste-te no chess...
Prendi-te as pernas no ar o que teve algumas incidências, como sempre em nos, as coisas nao correm bem de imediato, e quando tudo estava nos conformes....cera na tua vagina e anus.
     A 1ª que caiu, ardeu-te um pouco, mas a medida que foi formando capa, ja suspiravas e ondulavas ligeiramente enquanto a cera corria pelo teu corpo preenchendo os orificios que tanto prazer me dao..
     Acabou a cera quente e ambos queriamos que a tivesses mais tempo em cima do teu corpo...entao a chibata tocou-te, umas vezes devagar, suavemente, outras com força fazendo-te gritar ais e uis que muito me entusiasmaram... Passei ao floguer e de novo, o teu corpo dança ligeiramente...apos o floguer, o chicote...Mais uma vez, pancadas suaves intercaladas com algumas muito fortes a aquecerem-te a pele e a alma...Finalmente o cinto entrou em açao,localizado na vagina...Sensaçoes estranhas deves ter sentido, a excitaçao era muita porque de novo o teu corpo colapsou...
Parei com o cinto, retirei a cera e recomecei a brincadeira do vibrador....Estavas demente, a ponto de me desafiares que nao avisavas se estivesses quase...aceitei o desafio,verificando pelo anus quando estavas quase...E que contrai-se a cada espasmo...Foram uns minutos em que me diverti muito, ria cada vez que as contraçoes anais eram mais constantes e te tirava o "brinquedo"...para voltar a colocar segundos depois...Brincadeira que levou algum tempo...
Quando achei ja chegar de tanta ansiedade para ti, tirei o vibrador e fui com a lingua ao teu clitoris inchado...claro que nao aliviei nada, se ja estavas desvairada, pior ficaste...Desprendi as pernas e, agarrando nelas entrei em ti...Gritaste um pouco dorida, um pouco de prazer e um pouco....porque precisavas....A medida que as estocadas eram mais fortes,incisivas e profundas os gritos e os liquidos que provinham de ti aumentavam,estava com o penis e as pernas encharcadas, num orgasmo enorme, talvez multiplo, tantos foram os manifestos de prazer, loucura, gritos vindos nem sei bem de onde, movimentos sem nexo...Ate que acalmaste, desfigurada, olhar brilhante, respiraçao forte...dei-te um estalo no rabo e mandei-te por de 4...Como levavas muito tempo, resolvi ajudar-te...Peguei-te e voltei-te, abruptamente...quando ias refilar, nao dei tempo...meti tudo dentro de ti...novamente gritos, gemidos, as forças por minutos voltaram a ti e mais um momento de prazer intenso tivemos, ate que, novo brutal orgasmo te chega...Ai, desfalecida, nem força tinhas para te segurar...Beijei-te, voltei-te novamente para cima e, sentada, introduzi o penis na tua boca de forma tao intensa que, os ruidos da tua boca eram como se estivesse na vagina cheia de liquidos, mais o teu vociferar...Confessavas quando vimos essa parte do filme, nao saberes que ruidos eram aqueles, confesso que tambem nao sei, so sei que eram resultado da verdadeira violaçao que a tua boca sofreu.... Assim estive durante um bom bocado, ja eras uma bonequinha, sem força, ja so recebias e vendo-te assim, excitou-me a ideia de te brindar o corpo com o meu mel...empurrei-te para tras e apos duas fortes esfregadelas o meu mel espalhava-se sobre o teu corpo,os lençois e talvez algo mais...nao deu para ver, mas tambem nao interessava...Nesse momento estavamos iguais, com igual cansaço mas tambem com igual felicidade e paz de espirito......

     Depois de nos abraçarmos e deitar-mos,os nossos corpos e almas ainda se sentiam envolvidos em cada encosto,cada beijo, cada caricia....E optimo amar assim.

sábado, 5 de setembro de 2015

CONTO FICTICIO

 


    Passava um pouco das sete da manha. Cheguei a casa invadido por um desejo irracional, desejo de te mostrar o quanto te adoro, a minha maneira, a nossa maneira. Vens dar-me um beijo como costume e agrada-te o que sentes ao fundo da barriga acompanhado de um aperto sufocante no pescoço em simultâneo com um beijo profundo, invasor, penetrante.Olhas-me num misto de admiraçao,paixao, receio, expectativa  e muita,muita tesao, perguntando-me se quero que prepares o pequeno almoço, ao que respondo com um simples sim,dando-te a mala para as maos. Indicando-te com os olhos onde quero que a ponhas, volto-te as costas e dirijo-me para o banho. Um banho que serviu para me concentrar e acalmar um pouco as emoçoes que sentia.

   Quando acabei dirigi-me ao quarto onde me esperava o pequeno almoço num tabuleiro. Indaguei-te se ja tinhas comido,dizendo tu que sim. Entao, mandei-te para a casa de banho, arranjar-te para mim, pores aquele aspecto de mulher da vida que adoro nas nossas relaçoes, pois se nao tiveste paciencia para esperar pelo pequeno almoço comigo, nao merecias estar ao pe de mim enquanto eu o tomava. Vi que ficaste triste, mas nada disseste e foste fazer o que te mandei.

   Depois de verificar teres fechado a porta, num frenesim preparei tudo para a nossa manha, pondo acessivel todos os brinquedos que queria usar... Chegaste minutos depois cabisbaixa,mas,olhando o quarto, o teu semblante triste mudou, um leve sorriso apareceu no teu rosto...

    Mandei-te tratar do meu sexo.Como estava nu,aproveitei para o lambuzar um pouco com cafe e algumas migalhas de pao.Ias limpa-lo com um pano mas neguei-te o acto e disse-te: "Com a boca".
NAo te fazendo rogada,vieste lamber,chupar,provar,engolir o que tinha caido no meu sexo. Como te queria humilhar,enraivecer,tudo fiz para que a minha erecçao nao aparecesse, peço menos aquela que adoras, rigidez absoluta, e o que e certo e que consegui por-te na duvida se me davas prazer, ate que te agarrei pelos cabelos e entrei na tua boca como se a tua vagina se tratasse.Quando, ja aflita me davas toques nas pernas,achei ser a altura de passar a frente e tirei da tua boca, mandando-te para a zona de flagelaçao, em cima da cama.

   Agarrada as cordas, depressa sentiste o chicote em ti,suave no principio, aumentando a pancada que se espalhava pelas tuas costas, nadegas e sexo...contorcias, gemias,um ou outro grito ate uma vez faltarem-te as forças nas pernas...ai dei-te uma folga na pancada e, enfiando dois dedos em ti, fiz amor com eles, batendo com a mao nos labios vaginais cada vez que inseria...Deliravas...quando vi que extremecias, perto do orgasmo,tirei os dedos e entrou em cena a vela com a qual te derretes-te,conforme o liquido viscoso te caia em cima e escorregava nas costas e nas nadegas...brincadeirinha interrompida por uma enorme quantidade de alcool te foi despejada sendo massajada com ele...De volta ao batimento, o stick entrou em accçao, mais forte que nunca, pancadas eram distribuidas pelo teu corpo as quais reagias deforma estranhamente lunatica...O teu corpo serpenteava,  silvos saiam da boca, choro e gemidos, alucinante.

   Interrompi entao o que te fazia, pus-te de quatro e entrei em ti de maneira tao grotesca que quase caiste de 4,segurando-te porque naquela altura tudo o que querias era sentir o meu impeto, as minhas palmadas, nao te atrevendo a perder nada delas...Estivemos naquele desassossego durante um bocado,sempre eu esperando pelo teu orgasmo que ameaçava a qualquer altura e, quando ele se deu, desfaleceste,gritando, urrando, inundando o meu sexo como teu mel, doce e quente.Caiste, a respiraçao ofegante,o teu olhar para mim era brilhante,mas eu queria algo para mim e agarrei-te pelos cabelos dirigindo-te ao meu sexo.MAis uma vez, embora esgotada,agarraste coma mao nele e cobriste-o com a boca, masturbando-me com ambas, a mao e a boca, desesperando-me,somando desejo ao desejo que ja vinha de tras, e, impossibilitado de aguentar, brindei-te com jorros de mim na garganta que engoliste com avidez (seria sede) :) ?.

   Deitamo-nos entao, abraçados,  carinhosos, amantes felizes e realizados,com palavras de amor,coisas lindas que se dizem e ouvem apos uma relaçao intensa, e relaxados, adormecemos....

sábado, 29 de agosto de 2015

CONTO REAL 4




   -Cheguei do emprego, de onde te dei as 1ªs ordens... Chegaste linda, como sempre, alegre, risonha, desejosa de um cafe comigo, momento de socializaçao que prezamos  no meu regresso a casa. Chegados a casa, conversa (outro habito nosso) enquanto ia preparando correntes e cordas, para o que pensei ser uma tarde inesquecivel. Aproximaste-te nua, beijamo-nos, puseste uma musica que te apetecia ouvir e atei-te, com cuidados mil, dando inicio a sessao. Lembrei-me de me pedires algumas vezes para te usar, abusar de ti, achei ser o momento.


   -Agarrando num chicote que fiz, tinha essa conotaçao, comecei, sem muito vigor a aquecer-te, aumentando devagar a intensidade e alternando com uma escova de roupa, escolhida por ti. Estranhei o choro convulsivo muito cedo, mas, ao verificar que a humidade em ti crescia, brotava em quantidade muito aceitavel, achei ser uma reacção de expulsão de nervosismo... e excitaçao... muitas vezes choras por emoção sensual. Nada preocupante.


   -Entao, excitado por tal pensamento, desatei a chicotear-te ja com um chicote de cabedal, mais forte e tu, gritando mais alto, mexias e molhavas a cama...o que me fez desejar penetrar-te com aquela vontade inabalavel, aquela força arrasadora a que te e impossivel resistir... juntei vela ao assunto e a tua reacçao manteve-se.

   -Apos algum tempo, sai de ti, excitadissimo como no inicio, e voltei a chicotear-te, ao mesmo tempo tirando a cera com outra escova que tinhamos tirado grande parte do pelo, fazendo-a rasa e dura, o que te arranhando, costuma dar prazer... mais uma vez verifiquei estares encharcada, mas começou-me a preocupar o teu soluçar... voltei a entrar em ti e ai permaneci mais uns minutos, nao vendo reacçoes diferentes da tua parte. Pensei pela 1ª vez que, se calhar, o prazer que o corpo mostrava, nao coincidia com aquilo que a cabeça sentia.

   -Desatei-te e dei-te o "remedio" que ate aquele dia te fazia reanimar, a minha boca no teu sexo, mas
nem mesmo isso fez efeito.
Sai dali e abracei-te, verificando estares bastante alheada e ate com cara confusa, uma expressao estranha... Claro que ai te abracei mais, beijei e levei-te a mao ao meu sexo... Manobrava-lo mas sem entusiasmo, unicamente movias a mao ao longo dele...

Mais beijos e depois de muitas caricias, verifiquei a humidade entre as tuas pernas e era um lago. Ai, nao me contendo, penetrei-te brutalmente, quis dar-te e ter-te, ter-te minha, fazer-te quebrar essa postura, fazer-te gritar de prazer, obtendo unicamente um pedido teu para me vir. Dei-te o meu orgasmo, vigoroso, brutal e quedei-me a teu lado, confuso e, naquela altura, algo frustrado por nao ter recebido o teu prazer sexual..


  -Escrevo hoje, mais de 24 horas passadas, mais calmo, depois de falar varias vezes sobre o assunto contigo e, percebi que, para ti, foi uma sessao rica, porque finalmente te dei tudo o que sou, que aguentaste estoicamente a minha devassidao e, depois de toda a minha loucura, recebeste o meu prazer para o qual tanto contribuiste. Nao quer dizer que abdiques do teu, mais lucido, hoje percebo isso, apercebeste-te da minha loucura por ti, ate onde te consigo amar, ao ponto que a minha paixao chega. E eu vi a minha mulher, ser realmente totalmente minha.

  - Hoje estou feliz por termos podido dar ao outro tudo de nos.


                                    Amo-te muito, minha querida submissa/esposa