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sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Carta desabafo para ti, minha amada


     Puta. Sim, és minha puta, um joguete nas minhas mãos, sujeitando-te a qualquer vontade minha. Então porque uma certa frustração que sinto? Porque este sentimento constante de insatisfação? Porque não me sinto pleno, sendo tu como és?
     Quando faço uma introspeção, verifico na minha ânsia de te fazer feliz, proporcionar-te bem estar para seres quem és. Exibicionista para alem de tudo, gostas de te exibir, ficas molhada sexualmente por chamar a atenção de homens e mulheres quando te vestes de modo tão sensual e descarado, das-me prazer de te olhar, prazer que e repartido por todos e todas que te observam ao passar, uma aura de mulher lasciva, ar de quem esta sempre pronta para um orgasmo, um felacio, uma foda. Mais que pronta, o teu olhar mostra o quanto precisas. Noto por vezes o teu olhar para a masculinidade de alguns homens, assim como para a minha, o sorriso lascivo, ate por vezes um passar de língua no lábio. Noto o medo que a dor te provoca, querendo-a, o receio de não poderes ser utilizada. Muitas vezes te digo que ao judiar do teu clitóris com brutalidade, sei que passados alguns minutos vai estremecer e fazer-te gritar de excitação a passagem suave da língua húmida e quente. As mamas, outro dos sítios pelo qual sentes reticencias em mal tratar, incham os bicos e perdendo esse medo psicológico, o prazer ao toque novamente suave trará gozos que já experimentaste.

Foste feita para ser tocada, molestada, dirigida e mal tratada. Tudo em ti e quanto pior, melhor. Confessas em menina fazeres asneiras porque eras castigada, mas o prazer das fazer supera qq dor que pudesses ter de um castigo. Vives com prazer da dor, és uma mulher preparada para o sofrimento que realmente te alimenta e te alimenta o ego. Quantas vezes as nódoas negras te provocam dor que com orgulho dizes serem resultado da minha brutalidade. Quantas vezes me beliscas para levares uma sova, queixando-te como uma menina mas dando o corpo ao meu dispor. Quantas vezes estas marcada da cane ou da escova de aço e sentes um prazer demoníaco ao passar álcool nas feridas abertas.
     A minha frustração e na falta de colaboração verbal que tenho a tua parte. A uma doidivanas com alma de puta como tu, custa nos momentos íntimos soltar palavras fortes, aludir grotescamente ao que precisas, provocar-me com palavras como o fazes com atitudes, puxar o pior de mim que te e necessário nessa altura. Claro que ficaras magoada, mas não e o que queres? Não me provocas para eu exercer a minha força sádica em ti? Não esguicharas o teu prazer ate a exaustão se te enrabar a bruta, puxado o clitóris mordendo-te e depois te der uma foda descomunal quando o castigo cessar?  Não precisaras de minha bestialidade compensada depois de carinhos e por fim de uma foda deslumbrante, onde todo o teu corpo e estimulado eroticamente?. Fazer-te desmaiar não e a primeira vez que acontece. Depois, depois e o paraíso, são orgasmos atrás de orgasmos e os teus olhos choram de felicidade.
     Exijo que implores pelo teu prazer que darei quando quiser, que me provoques com historias que faças parecer verídicas, sujeitando-te a cinturadas marcantes, a tareias divinais. No dia seguinte vais querer mais porque tudo o que se passar no quarto ira ser sem limites, extremo, magico. Palavras como "fode-me, trata da tua puta, bate-me, sou uma vaca que só quer pau na cona, cu e boca" alem de muitas outras, são humilhantes mas também poderosos afrodiziacos.
     Pensa nisso.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Aventura no centro comercial (2ª parte)


     Os movimentos frenéticos em ti soavam a proximidade de orgasmo, o salivar da tua boca no meu penis era tal que sentia as calças molhadas, alem do penis palpitante. Ate que o abocanhaste ate onde a tua garganta alcança e urrando tiveste o teu momento. E redundante escrever a forma especial como o senti porque, por mais que tenhas, sao sempre especiais, têm sempre um toque pessoal que eu adoro.
      Assim que pude parar, encostei o carro, mandei-te sair do mesmo e ires para o banco traseiro. Tinha uma mala preparada por mim em casa para mudares de roupa. Olhaste-me um pouco assustada e receosa. Perguntei se querias um castigo ou irias obedientemente para tras. Sei que gostas de me desafiar e sei que embora queiras muita coisa, ainda tens certos limites. Sei tambem que se te obrigar, o sentimento de culpa em ti desaparece e faras tudo o que nos excite de boa vontade.
     Abanaste a cabeça com um sorriso. Perguntei se nao querias o castigo ou nao querias ir para tras de boa vontade. Nao me respondeste e ficaste sentada com esse , na altura, irritante esgar de gozo.
     Sai entao do carro, fui a tua porta que abri, agarrei-te num braço e disse-te secamente: "sai". Obedeceste a ordem fazendo tensao de entrares na porta traseira. Mais uma vez te agarrei e fiz-te dobrar no banco do carro tendo so o rabo e as pernas para fora. Rapidamente tirei o meu cinto, baixei-te as calças e dei-te 5 fortes cinturadas. Depois puxei as calças para cima e perguntei se agora irias para tras vestir a roupa que com tanto cuidado tinha escolhido para ti. Assentiste com a cabeça. Agarrei-te no cabelo, enrolei na mao e mais uma vez fiz a pergunta. Dessa vez percebeste que era para responder educadamente, um sim Senhor. Apos a resposta, larguei o cabelo, dei-te um beijo e uma festa, abri a porta traseira como cavalheiro que sou, esperando que entrasses e fechei a porta atras e ti. O rabo devia arder porque passaste subtilmente a mao acariciando-o. Vi pelo canto o olho mas nao te disse nada. Arrancamos.

    Foste despindo a roupa a minha ordem. Primeiro a blusa. Estavas com os peitos soltos e para os ver abanar mais, passava pelos buraquinho todos da estrada. Vestiste entao o vestido de latex, curto como convem, as meias de rede e as botas pretas altas. Um assombro como verifiquei assim que saimos do carro. Perguntaste-me por cuecas. Respondi que uma submissa usa o que o Dono manda. Acho que mais uma vez quiseste livrar-te da culpa de nao usar cuecas, embora adores andar sem elas.
     Chegamos ao destino, Alcochete. Uma vila ventosa, junto ao mar, com bastante restauraçao e uma marginal longa. Sitio ideal para umas brincadeiras que imaginei. Tive o cuidado de juntar um casaco forte e comprido para ti, mas nada melhor para marcar mais os bicos das mamas que um ar gélido, nao e?  Divertido...

Continua.

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Desespero

(28 de Abril de 2013)

Ontem quis repetir a experiência de sexta feira.


Enquanto escolhias um filme para veres fui buscar um frasquinho de óleo... era minha intenção fazer-te uma massagem... sentei-me a teu lado e comecei por massajar essas tuas mãos que amo tanto... a seguir fiquei de joelhos e comecei a massajar o teu sexo... que endureceu no calor das minhas mãos... enquanto te acariciava olhava nos teus olhos... baixei-me e enfiei-o todo na boca e comecei a deslizá-lo entre movimentos mais suaves e outros mais intensos... tirava-o da boca e enquanto o apertava com força, introduzia a minha língua no teu umbigo...beijava e lambia as tuas virilhas... os teus testículos... levantava-me procurando o teu olhar...  saliva escorria da minha boca... continuei a massagem sem deixar de te olhar... o teu olhar desviava-se do filme para mim...
Parei por instantes e falei que estava com sede... regressei com um copo de água e algumas pedrinhas de gelo...bebi um golo e introduzi o teu sexo quente na minha boca gelada... agarras nos meus cabelos, empurras a minha cabeça e o teu sexo entrou fundo na minha garganta... com a tua perna prendes-me a cabeça e aceleras os movimentos do teu sexo... páras de repente com ele na minha garganta e assim fico por alguns momentos contendo a minha respiração... sinto-o pulsar.
Largas-me de repente retirando-o da minha boca... levanto a cabeça... estou ofegante... e delicio-me com o teu olhar extremamente fogoso que me deixa ainda mais excitada... forças-me de novo... dás-me umas palmadas nas nádegas... prendes-me a cabeça e obrigas-me a engolir ainda mais... desprendes-me e viras-me de costas... à força... abres-me as pernas e mergulhas entre as minhas coxas... a tua língua deixa-me louca... metes uma pedra de gelo na boca e acaricias o meu sexo com ela... sinto a água a escorrer... uma sensação forte e excitante... sentir o frio do gelo no calor do meu sexo... no meu clitóris... na vagina... os teus dedos avançam... com movimentos mais acelerados entram mais fundo na minha vagina... o meu orgasmo está prestes a explodir... não aguento mais... mas nesse momento tão almejado por mim... tu páras!!!! Levantas-te e falas  para mim..."vamos para a cama!"
Quanta tortura... ainda deitada... coloquei a minha mão sobre o meu sexo... queria muito me masturbar naquele momento... dar para mim o orgasmo que me negaste... voltaste atrás, retiraste a minha mão... e repreendeste-me... "menina feia.... vamos para a cama..."
Naquele estado... com as pernas trémulas... com aquela ansiedade e desespero... levantei-me muito a custo... o tremor das pernas dificultou o meu andar até ao quarto... quando lá cheguei vi que olhavas para mim com um sorriso nos lábios...
Deitaste-te e ordenaste que te fizesse um broche... fiquei de joelhos, com o rabo um pouco voltado para ti... debruçada abocanhei o teu sexo até o sentir bem fundo na minha garganta... fui beijando, lambendo... fazendo-o entrar e sair da minha boca que já salivava... parei  e comecei a beijar e a lamber as tuas virilhas... tu obrigas-me a parar, agarrando os meus cabelos... sinto o cinto nas minhas costas, no meu rabo... empurras a minha cabeça em direcção ao teu sexo.
- Engole-o todo!
As tuas cinturadas provocam ardor... não sinto dor... sinto carinho o que me deixa mais excitada... comandas a entrada e saída do teu sexo na minha boca... vezes sem conta... páras com ele na minha garganta e assim me obrigas a ficar durante algum tempo... esta situação é repetida algumas vezes... sinto nos teus movimentos... na tua respiração... o quanto também estás excitado...
De repente pegas em mim e viras-me de barriga para cima... abres-me as pernas... sabes o quanto eu adoro sentir a tua boca... a tua língua... os teus dentes... beijando... lambendo... mordendo o meu sexo... arrancas de mim gemidos de prazer imenso... os teus dedos apertam-me os mamilos... vais passando de um para o outro apertando e puxando... quentura... dor... prazer... chamo por ti... aviso-te que estou a vir-me... o meu corpo é percorrido por ondas fortes de prazer emanando para todo o corpo... de imediato a tua  mão pressiona o meu pescoço... desfaleço... quanto prazer...
Viras-me de 4 e penetras-me com força... vais alternando movimentos vagarosos com outros mais rápidos e fortes... estás a levar-me a um novo orgasmo... sinto o teu sexo todo dentro de mim... estou quase a vir-me... tu investes e aceleras mais e mais... estou ainda a  deliciar-me com o meu e recebo o teu orgasmo quase em simultâneo... quanto amor... quanto prazer...

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Desejo e paixão

(29 de Abril de 2014)

Uma trave suspensa no tecto. Alguns preparativos antes... uma corda enrolada e atada à minha cintura e outra por cima do meu peito... prendo o cabelo e completamente nua subo para a cama onde acabas por me prender à trave... devido a uma  dor muscular no pescoço,  fico com os braços cruzados e a cabeça deitada sobre ela... assim aquela zona fica mais confortável e protegida... pernas ligeiramente afastadas e os tornozelos presos às laterais da cama... olhas para mim... sorris... o teu rosto está calmo...
- Queres avançar?
Balanço-me na trave e tudo parece estar bem...
- Sim


Aproximas-te e trocamos um longo beijo de língua... nossas línguas falam desejo e paixão...
Colocas-me a venda e os pregadores nos mamilos... sinto uma dor quente...
As primeiras chicotadas fazem-se sentir... nas minhas nádegas e costas... suaves mas inebriantes... as pontas do chicote atingem várias zonas ao mesmo tempo... aquecem a minha carne... permaneço em silêncio... apenas a minha respiração está mais acelerada... as minhas pernas tremem um pouco...
Com a pele a formigar sinto que passas o cinto pela minha vagina já quente e húmida... agarras as extremidades do cinto e impulsionas o meu corpo para cima ao mesmo tempo que eu faço força para baixo... sentindo a pressão do cinto sobre o meu sexo... alivias a pressão do cinto e friccionas o meu sexo com ele... ondas de calor percorrem o meu corpo... gemo... as pernas continuam a tremer...
Com a primeira cinturada nas minha nádegas o meu corpo vai para a frente... e outras cinturadas se seguem... arqueio o corpo para trás quando as recebo para depois relaxar...  o meu desejo aumenta... o prazer flui a cada cinturada...
Afastas-me as pernas e sinto a tua boca mergulhar no aconchego das minhas coxas e  a tua língua saboreando a essência dos meus desejos que já brotam do meu sexo molhado... Ahhhh...  delícia... delírio... acabo por flectir as pernas para melhor te sentir assim dentro de mim... gemo... mas os meus gemidos não te convencem a ficar... afastas-te negando-me esse prazer...
Ainda ofegante e trémula vertes cera sobre as minhas costas e nádegas... o calor da cera "queima" a pele já quente... estremeço ao primeiro contacto... respiro fundo...  abandono o corpo sobre a trave... a sensação de calor espalha-se pelo corpo e arrepia por dentro... Dás pequenos puxões na corrente que une os pregadores ao mesmo tempo que salpicas o meu peito com a cera... as pernas cambaleiam... trémulas...uma onda de dor relampeja junto com o meu peito...
O teu rosto está junto ao meu... a tua voz quente sussurra no meu ouvido...
- Amo-te!
Esfrego o meu corpo no teu enquanto nos beijamos... afastas-te...
-Vais contar até cinquenta!
Sei o que isso significa... a hora de alimentar o teu sadismo... prolongar e aguentar o mais tempo possível... ignorar dores suportáveis e apenas contar as mais dolorosas...
Quero que o teu domínio e controle me quebrem... me façam sentir mais tua... quero a tua força e o teu prazer... que cada marca seja um pedacinho da minha alma que absorves... mais que uma vontade minha é uma necessidade minha muito forte...
O meu corpo formiga e entre algumas chicotadas controladas surgiu uma mais forte.
-Uma!!!
Gemi de dor... e outras se seguiram...
- Dez!!! - o meu corpo está em chama... um prazer ondulante e a dor intensa... páras...
Sinto que te afastas e sais do quarto... procuro controlar a respiração... deito a cabeça sobre a trave e espero...
Chegaste... estás de novo junto a mim... encosto as nádegas na tua coxa e deslizo para cima e para baixo... o calor do teu corpo é um bálsamo para a minha pele que arde...
Puxas um pregador... o mamilo está quente... dorido... puxas o outro... respiro fundo... os mamilos estão dormentes mas o calor dos teus lábios e língua suavizam a dor...
Reivindicas a minha boca num beijo ardente... chupo e mordo a tua língua quando sinto o meu corpo salpicado por água gelada... arrepios surgem devido ao choque térmico... o gelo derrete no meu sexo... escorrendo entre as minhas coxas... sinto frio... Os teus dedos invadem-me... acariciando o clitóris... de novo estremeço... salto... ao sentir a cera derramada sobre a minha pele arrefecida... as pernas cedem e por momentos fico suspensa... aquele calor foi demais... não aguentei... levanto-me a custo para  apoiar bem os braços sobre a trave... e de novo as chicotadas... arrancando a cera das minhas costas...
- 36!!!
- São 26!!!
Amuo... tento fechar as pernas mas sou castigada!
- 27! ... 28!... 29!... 30!!!
As pernas voltaram a ceder... Os golpes de teu chicote  aumentaram em frequência e força...
Algo gira dentro da minha vagina... à agonia da dor intensa seguiu-se um prazer imenso...  a intensidade dos meus gemidos e movimento do corpo deu-te a entender que estava prestes a ter um orgasmo...  e a textura da vergasta desceu sobre as minhas nádegas... uma... duas...
- 40!!!
Contorci o corpo e desfaleci... os teus dedos movimentavam-se freneticamente dentro de mim... gemidos profundos... dor e prazer juntos... sensações dísparas mas harmoniosamente unidas me levando à loucura...
Agarras-me pela cintura e enterras o teu sexo... sou invadida pelo fogo do teu desejo por mim... arqueio as costas e empino o rabo para melhor te receber... grito e gemo de prazer... as tuas investidas balançam o meu corpo para a frente para de imediato o puxares para ti, enterrando mais fundo... ao mesmo tempo que dás palmadas nas minhas nádegas... sais de mim bruscamente...
Salpicos de água gelada, cera e mais vergastadas acordam-me deste êxtase...
- 49!!!
Grito de dor e não consigo conter as lágrimas... soluço... As pernas voltam a ceder... procuro forças para me erguer de novo e um cheiro a álcool paira no ar... agora derramado e espalhado sobre as minhas costas e nádegas... arqueio o corpo para trás... sensação de frio e de ardor...
-50!!!
Estava exausta... de joelhos dobrados... cabeça para trás... sedenta de amor e louca de desejo e excitação... o meu ser clamava por orgasmo...
Ajudas-me a levantar e os teus dedos de novo trabalham dentro de mim... agora com movimentos cada vez mais frenéticos... agarro-me com mais força à trave... os dedos aceleram e os meus gemidos são mais prolongados e profundos... cada vez mais estimulada... o meu sexo escorre... o meu coração parece querer saltar do peito... todo o meu corpo estremece percorrido por arrepios e ondas de prazer... e culmina num orgasmo demorado e soberbo que me quebra perante ti...
Permaneci durante alguns momentos amparada por ti até acalmar um pouco, altura em que me ajudaste a ficar de pé para poderes baixar a trave e desamarrares-me... e assim fiquei de quatro para te receber novamente... primeiro na boca e a seguir dentro de mim... sentir-me preenchida mesmo depois do meu orgasmo fez-me vibrar de novo... braços e pernas tremiam... mas gemia a cada investida tua... senti que o teu orgasmo estava prestes a acontecer... a tua respiração e as tuas investidas eram cada vez mais rápidas e profundas... o teu sexo deslizava para dentro e para fora... chegava o momento de me premiares com o teu mel que  invadiu as minhas entranhas em jactos quentes acompanhados por gemidos teus também...