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segunda-feira, 21 de outubro de 2019

W.C

    - Ha uns dias que imaginava uma ida ao duche contigo, como sempre fazemos, mas com pormenores, digamos, intimos. Nao passaria de hoje.
    - Mandei-te preparar a casa de banho para ter um ambiente mais quente, confortavel, ideal para os meus planos.
    - Despimos-nos e mandei-te ajoelhar na banheira. Embora fizesses uma expressao de estranheza pois geralmente quando te mando para a banheira ja a agua esta temperada e agora nem agua havia, obedeceste. Depois de estares na posiçao por mim exigida, entrei e mandei-te fechar os olhos. Novamente obedeceste. Meti o meu sexo na tua mao e mandei que apontasses perpendicular a tua boca, encostado a cara e pusesses a lingua de fora. Continuaste a obedecer. Estavas expectante, talvez adivinhando parte do que ai vinha.
    - Urinei entao, sendo que parte do liquido ficava na tua lingua. Interrompi e disse-te para apontares directamente a boca e engolisses o que quisesses. Reiniciei o verter do liquido e vi que parte da urina era bebida por ti. Uma imagem linda, o Dono saciar a sede da cadela. A medida que rareava a saida, ias engolindo o meu sexo e o felacio foi iniciado sem te pedir. Aproveitei para te mandar masturbar, queria ver ate que ponto te tinha excitado o que tinhas feito e estavas a fazer.


 
- Pelos vistos o desejo estava em altas porque mantiveste o meu sexo na boca e uma mao puxava o meu rabo na tua direcção com bastante força enquanto a outra esfregava freneticamente a vagina. O odor a sexo era inebriante, misturado com suave fragrância a urina, tornava o ambiente quente mais explosivo, ate que engoliste o meu sexo na totalidade e, urraste tendo um orgasmo magnifico. Agarrei nos teus ombros para te amparar e, embora sabendo estares momentaneamente esgotada, penetrei a tua boca ferozmente ate atingir o climax. Ai, deixei so entre os teus labios a cabeça do meu sexo para que te deliciasses com a lingua e tragasses o que quisesses do meu mel.
    - Engoliste uma boa porçao, saindo um pouco pelos cantos da boca, que resgataste com os dedos, olhando para mim vitoriosa e cheia de lascívia.
    - Ajudei-te a levantar, beijamos-nos longamente, partilhando os meus sabores.
    - Abri entao a torneira, deixando que a agua nos lavasse e revigorasse para continuarmos a viver o nosso sexo, tao exuberante como prazenteiro, num destino qq, onde o carro nos levasse e onde nos apetecesse desfrutar dele.

domingo, 6 de outubro de 2019

Exibicionismo - masturbaçao no carro


Fomos jantar a Costa da Caparica.

     A ideia era levar-te a jantar, aquecer-te com algum vinho, uma sessao de filmagens na praia, no proprio restaurante, seguido de alguma azafama no carro, onde serias a principal e unica atriz, interpretando um filme lascivo de erotismo sexual. Embora so parcialmente o objectivo tenha sido conseguido, a noite foi muito prazenteira.
     O jantar decorreu de forma muito diferente da esperada. Nada a dizer da comida, a bebida estava optima, mas nao tinham muitos clientes o que nao fomentou a minha 1ª ideia. Paciencia. O pior aconteceu quando saimos e o frio era tao cortante que nos convidou a entrar no carro. Isto porque quando nos saimos de casa era muito tarde, originando o fim do jantar perto das 11,30 da noite.
     Na volta do caminho, no regresso a casa, conversamos um pouco sobre a situaçao. Estava um pouco aborrecido e perguntaste o que queria que tu fizesses. Dado que a noite tinha sido madrasta em relaçao as minhas ideias, dei-te para a mao a chibata e mandei-te bater entre pernas. Tiraste as meias, levantaste a saia, puseste os pes em cima do tabliet e iniciaste o batimento no sexo ao ritmo da musica, enquanto te baixava a camisola expondo as tuas mamas a quem quisesse ver.
     Foi excitante ver-te brincar com o teu sexo, algumas pancadas arrancaram-te "ais", devido a força e ao desvio da pancada pelas curvas, ressaltos e desvios na estrada. Estavas divertida, o que me compensou um pouco a desilusao pelas situaçoes anteriores.
   
A saida da autoestrada enganei-me e tive que fazer um desvio, onde havia muito transito aquela hora, inclusive a recolha de lixo. Belo, estavam dois trabalhadores pendurados no carro o que me proporcionou a possibilidade de te expor. Para que nao houvesse algo negativo, reduzi a velocidade quando verifiquei alguma fila, acelerando um pouco quando se dissipou, passando de maneira a seres vista, aberta, perfeitamente molhada pelo brilho da luz que incidia sobre o teu sexo. Deu o resultado que esperava, os homens ficaram de boca aberta vendo o espetaculo que davas. Acelerei e voltei ao caminho que desejava, dando-te um vibrador com control a distancia. Perguntaste se nao trabalhava e respondi-te que nao tinha pilhas. Contrariada, passaste a masturbar-te com o vibrador, metendo-o na boca para o humedeceres. Creio que a desilusao de nao vibrar afectou-te. O problema e que tinha-te aldrabado, para te surpreender com a vibraçao repentina.
     Quando o liguei, logo gemeste, voltou toda a tesao que te tinha visto anteriormente com a varinha. Lamentei nao te levar a venda mas resolveste a situaçao fechando os olhos. Notava cada vez que passavamos por zonas mais iluminadas, com cruzamento com caminhoes ou pessoas no passeio, refreavas o que fazias. A partir do momento em que fechaste os olhos tudo mudou. O que era refreado passou a ser mais vivido, quando sentias mais luz gemias e vibravas mais. Desapareceu a vergonha e o temor passando a existir muito mais excitaçao e libertinagem. Ia mudando os modos de vibraçao, criando-te diversas sensaçoes ate que, proximo do orgasmo pediste que seleccionasse um so, que te levaria mais rapido ao orgasmo. Alguns gemidos depois, torçoes e saltos explodiste num orgasmo muito intenso, desgastante, do qual so reanimaste passados alguns minutos. Acho que foram emoçoes compensadoras para ti e muito prazerosas para mim.

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Conto fictício 1




       Mandei-te uma mensagem em que te ordenava vestires-te com a roupa que seleccionei, que te pintasses e arranjasses como deve ser, depilada, uma verdadeira vamp luxuriosa. Tinhas 1 hora para fazeres tudo.
       Estranhaste eu ter-te enviado mensagem para o telemovel pois estava na sala ao lado. Mas achei por bem faze-lo. O cronometro entrou em acção.
       Entretanto, quando te fechaste na casa de banho, fui eu proprio vestir-me. Claro que, nao tendo a tua presença, quero pelo menos estar decente e condizente com a tua beleza. Assim vesti umas calças pretas de ganga justas e uma blusa azul tambem ela justa que assenta bem, calcei sapatos pretos clássicos. Nao estava mal apresentado, Para complementar, um casaco azul de fino corte. Estava bem.  Alguns "brinquedos" foram para dentro de uma mala de viagem, colocada dentro do carro. Entretanto , faltando uns minutos para o teu prazo, apareces deslumbrante, com a tua coleira preta, o teu vestido preto justo, o blazer vermelho, sapato de salto alto e meias de renda, as que escolhi porque têm uma abertura entre pernas. Divinal, pensei. A pintura suave, sem ser os labios, carregados com um vermelho vivo que me encantavam.
     Agarrei-te na mão e conduzi-te ate ao carro, nao deixando de te olhar sem o perceberes como um predador pronto a saltar na presa.
     Fomos a um bar em Lisboa, nas docas, onde descontraímos com musica calma, uma bebida suave, e um ambiente calmo. Ate ai tinha aguentado os meus ímpetos animais...
     Saímos dali direitos a A1, em direcção a Coimbra.
     A mala estava ao alcance da mao, portanto facilmente tirei o que desejava. Olhaste-me com ar de surpresa e curiosidade. mandei-te levantar o vestido e dares vinte chicotadas no sexo, nao muito rápidas mas fortes. Mais uma vez tive que te "incentivar" com uma chapada pois exitaste por estarmos na auto-estrada.
    Passaste a obedecer no imediato. Uma...duas...tres. A partir dai soaram-me menos fortes e mandei parar. Ordenei que desses o chicote a minha mao. Dei-te 5 como queria que o fizesses. Gritaste em duas delas mas as pernas mantinham-se abertas e um brilho emanava entre os teus labios sexuais. Estavas finalmente a excitar-te. Dei-te novamente o chicote e mandei-te recomeçares. Fizeste uma expressao triste mas obedeceste. Uma...duas...tres....quatro... Notei suspiros de prazer a subirem e gritos de dor a descer...belo, era o que queria. Continuaste ate aos vinte, agora envolvida com o chicote, com a cabeça lançada para tras, em harmonia com o prazer, ja nada mais importava. Estavas no teu mundo. So que...
     A vigesima, segurei na tua mao, nao te deixando continuar. Refilaste mais uma vez. Por sorte para mim estavamos a metros de uma estaçao de serviço, a qual entrei e disse-te apetecer-me um cafe. Contrariada e dizendo-me "que rica hora para te apetecer um cafe" nao tiveste outro remedio senao desistir do prazer que estava a caminho e caminhares ate ao bar da estaçao, cambaleante. Claro que tinha o meu braço ao teu alcance para te suportar mas nao foi preciso. O esforço levou-te a mesa do bar e sentaste-te. Sentei-me tambem e perguntei: Escrava, quem te mandou sentar? Os cafes, quem os vai buscar? Se os teus olhos matassem, a chispa que vi neles tinham atingido o desiderato. Levantaste-te entao altiva e foste em direcção a caixa pedir os dois cafes.
     Quando chegaste, pousaste o meu em frente a mim e so depois pousaste o teu e sentaste.
     Bebemos e  voltamos ao carro. A noite prometia.
      Partimos novamente em direcção a Coimbra e saquei da mala um cordão de bolas, com duas grandes, contendo algo dentro que vibra com os solavancos, que eram mais indicadas a vagina e mandei que enfiasses atrás. Respondeste nao conseguir ao que te dei um frasco de vaselina e disse para pores ou parava o carro e eu próprio iria po-las contigo fora do carro, pondo em risco a segurança(? ) que sentias no mesmo. Que remédio entao senão fazeres a introdução das mesmas em ti. Depois da tarefa executada olhaste para mim que distraidamente olhava a estrada e cantarolava uma canção. Perguntaste, " e agora?". "Desaperta-me as calças e chupa como deve ser". Acho que esperavas isso. Lançaste-te a mim como "gato a bofe". O cinto foi ligeiramente afastado para que pudesses chegar confortavelmente e tivesses todo o a vontade para levares o desafio a preceito.
     Nao contei com a voracidade de que estavas possuída e depressa fiquei em estado de te brindar com sémen. Mas nao queria que acontecesse ja. Agarrei-te pelos cabelos e olhei a tua feição meio tresloucada, desejosa de mais. Ri-me e mandei-te sentar com preceitos...2ª vez que te contrariava. Acho que estavas a ponto de chorar e vir, nao sei qual o mais premente. Optei por te deixar vir. Dei-te um vibrador de bola e mandei-te masturbar. Os teus olhos brilharam. Agarraste-o e sem demoras encostaste ao clitóris iniciando uma dança que te levaria ao êxtase...mas nao tao depressa...
      As tuas pernas iniciaram o tremer natural do pre orgasmo e de imediato dei-te duas palmadas nas mesmas. Gritaste, foram fortes, eram para te mandar um pouco a baixo. Olhaste-me de soslaio e continuaste com o ovo em ti, iniciando mais uma vez a acçao que te levaria ao orgasmo. Mas mais uma vez, foste impedida. Duas molas foram direitas aos teus bico e apertaram fortemente, dando-te uma dor aguda que te fez encolher. Ai disse, podes continuar ate ao fim, mas quero tudo como esta.
      Novamente iniciaste os teus movimentos, desconexos. O desejo ja era muito e tinhas os nervos em franja. Iniciaste o orgasmo com uma forte convulsão a que se seguiram outras e um grito animalesco sucumbido pela minha mao apertando-te o pescoço ate que as convulsões passaram e ao largar-te a respiração era forte, inalavas fortemente, na intenção de preencheres o organismo com o ar que te faltou. Mas a tua cara a expressão e doce. Sem me aperceber muito bem, estávamos as portas de Coimbra e a brincadeira foi interrompida...para novas aventuras horas depois.

domingo, 20 de novembro de 2016

SONHO OU REALIDADE 2

Continuaçao

      -No carro o silencio era gritante. Olhei-te e mais uma vez admirei o teu corpo esbelto, naquelas calças pretas de pele, na blusa preta que tanto gostas, o peito ainda arfava e a inquietude da tua postura deixava no ar o desejo da concretização do que interrompi.
      -Chegados ao cafe, mandei-te sentar, caminhavas ainda com alguma dificuldade e fui fazer o pedido. Reparei pelo canto do olho que esfregavas a mao uma na outra e apertavas as pernas. Sorri. Bebemos o cafe e saimos na direcçao do carro novamente. Segui por uma rua pouco habitual e mandei-te despir. Ias argumentar qq coisa mas um estalo na cara calou-te e embora chorosa, obedeceste. Encostei o carro a berma e puxando de um saco que se encontrava no banco traseiro, prendi molas nos bicos do peito, a volta dele e no teu sexo, nos labios, reparando estares molhada. Entreguei-te o vibrador e mandei-te masturbar. Ias resistir mas lembrei-te no que a ultima recusa resultou. Baixando a cabeça começaste. Chegaste o banco atras e mandei-te inclina-lo um pouco. Falaste qq coisa sobre as pessoas poderem ver-te nua, naqueles preparos. Como era noite, sabia ser dificil isso acontecer, ate pelas ruas por onde passaria, mas querendo mexer contigo, mandei-te por a venda e disse que isso era comigo. Recomeçaste a masturbaçao a que assistia deleitado, conduzindo devagar ate um cruzamento que sabia por vezes haver gente. Fui aproximando do mesmo, esperando o sinal passar a verde e quando tal aconteceu acelerei um pouco. A tua masturbaçao continuava e os gemidos ja eram muitos. Puxei as molas dos peitos. Um esgar de dor e um grito surgiram na altura mas a tremideira nas pernas nao havia meio de desaparecer, mostrando o fim estar proximo. Tirei a tua mao do vibrador que estava sob o clitoris e encaminhei para os bicos do peito. A mola fazia o efeito requerido em contacto com o batimento forte do vibrador, acalmando mais uma vez as tuas ansias. Tirei as molas dos labios da vagina, dessa vez abrindo-as o que mesmo assim nao te livrou de um certo incomodo.massajei-te a zona e recomeçaste a responder.
Excitada como estavas, um toque bastava para reacenderes o fogo que havia em ti. E eu num suplicio de desejos.
O meu sexo palpitava ao ritmo acelerado do meu coraçao. Mas continuei a judiar-te.Cada gemido teu era um prazer.
     - Parei o carro em frente a casa, protegido pela vegetaçao. Possivelmente, nem te apercebeste onde estavamos tal era o teu estado. Agarrando-te pelo cabelo, encaminhei-te na direçao do meu sexo.Precisava sentir o contacto quente da tua boca.Ao mesmo tempo introduzi a mao em ti, 4 dedos que foram recebidos com ansia, enquanto a tua boca percorria o meu membro na totalidade, aquecendo-o mesmo por sobre a calça que envergava. Os movimentos da mao dentro de ti, tiveram o efeito desejado pelos dois.A tua boca abraçou como pode o meu falo enclausurado e a minha mao ficou cheia do teu doce liquido que brota ao ritmo dos teus longos e sonoros gemidos. Caiste sobre mim de peito, mas agarrando o meu sexo suavemente, enquanto tentavas acalmar e regular a respiraçao. Pensei para comigo que tinhamos começado muito bem a noite. Que ainda era uma criança. Queria fazer dela a mais longa e louca noite ate ali vivida.


   Continua.....

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

SUBTILEZAS DIABOLICAS 2 (final)

".. Sequei o teu corpo e dirigi-te ao quarto, enquanto ia buscar uma garrafa de vinho e os acepipes que tinhas preparado para essa noite..."

     -Servis-te-me o vinho e depois a ti, petiscamos uns camaroes que ja tinhas antes cozido e reparei que aquele ar cansado foi desaparecendo para dar lugar aquela mulher desenfreada de paixao. Os olhos antes mortiços ja brilhavam e os teus olhares eram dirigidos a minha "carne" que nao se tinha acalmado ainda...mandei-te beber vinho atraves dele. Mergulhando-o na taça, sorvias como se fosse o melhor nectar que tinhas provado...a sofreguidao com que o fazias depressa me deixou  avido de outras brincadeiras contigo. MAs desta vez resolvi dar-te asas. Estavas tao emocionada que nao quis cortar a tua vontade e esperei para ver...
Olhaste-me e perguntaste "posso?". Fiz o gesto para te servires e quase me arrependi... Nao que nao tivesse gostado mas, da maneira em que me encontrava nao foi facil conter-me. A tua lingua e as maos percorreram o meu corpo ate aos pes, chupando-me os dedos...calafrios de prazer subiam as costas e ondas de calor sexual invadiam o meu sexo inchado, pronto para te brindar com o resultado do meu prazer...Galhardamente e socorrendo-me de uns puxoes nos teus cabelos e umas belas chapadas, la fui aguentando esse momento.

      _Divertiste-te durante algum tempo, mas assim que voltaste a enterrar o meu sexo violentamente na boca achei ser hora de passar a ti...E se o pensei, assim fiz.Mandei-te parar, como nao o fizeste de imediato,segurei a cabeça ate que as tuas forças diminuiram com a falta de ar e larguei-te. Empurrei-te para te deitar na cama e abrindo-te as pernas mergulhei sobre o teu sexo...quente, molhado, sensivel, entretive-me com a boca e lingua a provocar-te sobressaltos e gemidos, divertindo-me com algumas dentadas que te faziam gritar e acalmar o desejo de mais uma vez vazares o prazer...voltando com a lingua entregue ao teu clitoris, as tuas pernas sensiveis e ja cansadas tremiam, estavas alucinada, os gritos e gemidos assemelhavam-se muitas vezes a uivos...uma cadela enlouquecida tinha varrido da sua cabeça  qq pensamento, nesse momento era so sensibilidade e abandono. Os dedos entrando em acçao acalmaram um pouco o que a lingua provocara.
 Queria-te mais um pouco em banho maria....metia 4 dedos e forçava a mao dentro de ti ate que nao entrava mais, rodava provocando algum desconforto que precisava na procura da tua acalmia sexual e da tua raiva. Sabia que a dor te dilacerava por vezes, sei o quanto isso te confunde, e o quereres e nao quereres, mas a humidade continuava a fluir de dentro de ti como uma cascata de luxuria, quente, cheirosa, cheiro que se mistura a meus olhos com o vislumbre do teu entre pernas, vagina e anus adorados, generoso rabo e pernas desenhadas pelo mais competente arquiteto...Uma imagem de uma beleza indescritível. Nessa altura forço mais a mao em movimentos fortes e rapidos e de novo voltas ao estado de alheamento,viajando no desconhecido, gemidos,sussurros de prazer...Continuei forçando levemente para dentro de ti, mas acima de tudo com uma velocidade extenuante ate que, gritas, remexes o corpo, serpenteias e um desespero e sentido.A tua boca nao cala varios sons sem sentido, o teu corpo e por ti empurrado contra a minha mao varias vezes...ja nao sou eu que te penetro, es tu que te fazes penetrar, ao teu ritmo demoniaco, estavas na certa possuida, o meu braço escorre o teu orgasmo que ejaculas, sim, tu ejaculas quando a tensao e muita, e de repente quedas-te na cama,acalmando os gemidos...mas o choro emocionado e o corpo torturado impeliram-me a segurar-te as ancas,levantar-te, por-te em posiçao para uma entrada impetuosa, manifestando assim tudo o que revoltava o meu interior. Se no principio parecias desfalecer, depressa acompanhavas os meus movimentos chamando por mim, pelo meu nome, entrando novamente no caminho do orgasmo.. Quando me apercebo do teu. nao segurei mais, foi simultâneo, cada um disfrutando do egoístico sentimento solitario momentaneo, que se transforma depois numa festa a dois, onde os nossos corpos se enlaçam num vazio de preocupaçoes, onde a vida e bela e a felicidade existe.

   Fim.

domingo, 4 de outubro de 2015

MASTURBAS-TE PARA MIM (Real)



  -Estava no trabalho... Tinha ido reparar um maquina e nao ouvi o telefone. Eram cerca das duas da manha quando acabei a reparação, olhei o telemovel e vi uma mensagem de chamada nao atendida. De imediato telefonei para ti que estavas deitada e tendo deixado recado no face  que tinhas o vibrador por baixo da almofada.

   -"Ola amor, ainda me esperas?" perguntei ao que respondeste -"claro que sim"...Entao mandei-te apanhar o vibrador e as molas que com tanto carinho isolei...Mandei-te por as molas uma em cada labio da vagina...disseste que doía muito. Nao liguei e disse-te para passares o vibrador pelo clitoris e abrisses a vagina puxando pelas molas...embora te queixasses,ouvia ao mesmo tempo os teus gemidos...ri-me e mais uma vez fingi nao ouvir, mandando-te percorrer com o vibrador ate ao anus...estava molhado de te ouvir naquele misto de prazer e dor...queixaste-te mais uma vez e agora mandei-te tirar as molas...nao queria que por qq razao parasses e a sensibilidade nos teus lábios ja tinha sido obtida... Continuaste a masturbar-te as minhas ordens que, alem de varios nomes intimos que uso nas ocasioes a dois,mandei-te beliscar os bicos das mamas...ouvi-te gritar e gemer...abafaste o grito porque sabes termos o miudo a dormir, mas mesmo assim os gemidos nao cessaram, estavas possuída por um desejo imenso e as minhas calças agora, alem de molhadas estavam quase a romper, tal era a tesao.
Mandei-te acelerar processos, apertar a garganta e enterrar o vibrador com força, varias vezes, rompe-la, mais uma vez gritas,a respiraçao acelera e vens-te.... mandei-te beber de ti,passar a mao e mete-la na boca, beber o teu sabor.

   -Depois de te dizer o quanto te amo e me excitas, mandei-te adormecer...Quando chegar a casa,um banho com direito a masturbação e algo mais esta em minha mente...Afinal o meu pénis ainda nao acalmou, desejoso de ti...Ouvir-te sofrer e gozar em simultaneo, as minhas ordens,e algo unico. Adoro-te, minha cadela, minha mulher..

sábado, 26 de setembro de 2015

FICÇAO Parte 2

    "-Uma sticada veio interromper-lhe os pensamentos..."caramba" pensou, " tinha-me esquecido disto"e continuou a levar sticadas ate sentir o corpo faltar-lhe, as pernas sem força,tremendo imensamente...Ai foi empurrada contra o carro,impelida pelo Dono que entretanto se tinha metido nela."

    -Sentia-se voar com a intensidade da penetraçao...jogada constantemente contra o"chassis"como se de um boneco se tratasse, gritava e gemia, riscando a pintura com as unhas cravadas num desespero  imenso, ate que, soltando um grito gutural, sente as pernas molhadas  num orgasmo potente,tao potente que se sente desfalecida, inerte, so o coraçao batia com rapidez num misto de cansaço, tesao, emoçao...

    -Ele ajuda-a a sentar cuidadosamente no carro,da-lhe um beijo e, sentando-se por sua vez ao volante e ligando o carro,sai calmamente como entrou nesse caminho e regressa a estrada,
estendendo-lhe um pacote de toalhitas para que ela se limpe e seque, dizendo-lhe, "prepara-te para irmos beber cafe..." Depressa chegamos a uma povoaçao que logo a sua entrada tinha um cafezinho acolhedor e,parando o carro, sairam para o prazer de um cafe e partilhar um bolo a 2.
Olhavam-se enamorados, cientes ambos de que aquilo tinha sido o principio de algo muito especial...
Fumaram um cigarro e de novo se dirigiram ao carro. Quando arrancaram, ele diz-lhe: -"Vais agora lamber-me cadela, com todo o jeito, mas sem me fazeres vir..se tal acontecer nao me obedecendo, seras castigada como nunca foste e nao teras mais orgasmos, meus ou teus durante uma semana".-Dando-lhe um "sim Senhor" baixou-lhe as calças de treino e, olhando gulosa para o objecto do seu desejo, agarra-o, deita a cabeça no colo do Dono e ternamente engole devagar,babando-se de prazer fazendo um vai-vem vagaroso sempre olhando a cara da sua paixao, embevecida e excitada.
   Ele conduz naquelas condiçoes ate a praia que nao distava muito do cafe onde estiveram, procurando um lugar para estacionar o carro, o que nao sendo dificil por ser inverno, tornava-se complicado porque queria um lugar onde nao estivessem muitos expostos. Finalmente viu um sitio perfeito, onde controlavam tudo sem  fossem apanhados desprevenidos.

      - Ele diz-lhe para parar o que estava a fazer e para se dedicar a sua vagina, masturbando-se e batendo nela de quando em vez, enquanto ele preparava algo para comerem.Embora ela insistisse em que faria a comida,ele nao deixou e ainda lhe aplicou um estalo para que compreendesse o quelhe tinha dito. Quando regressou da parte de tras do carro, ela estava quase a vir-se,numa masturbaçao forte tendo ele que a mandar parar, ordenando que limpasse as maos  para comer.

     -Depois de comerem, outro cigarro,ela ao seu colo, conversando calmamente como se nada se estivesse a  passar de especial,mas com o coraçao dos dois acelerados, Muitos beijos e caricias depois, ele ordena que se ponha de quatro, meta o sexo na boca e ao mesmo tempo introduz dois dedos na sua vagina, fazendo um vai vem em simultaneo com a sua menina com a boca no penis, desvairada com a excitaçao sentida...Agarra-a na cabeça dela e sofocando-a acelera os movimentos na sua vagina...elabate-lhe na perna com a afliçao e,sentindo-a a vir solta finalmente a sua cabeça para que ela consiga respirar, mas ao contrario do que esperava,ela manteve a o seu sexo na boca e acelerou movimentos...Claro que ele, excitado como estava nao se conteve mais e brindou-a com goles do seu mel, os quais engoliu avidamente...quando se certificou nao haver mais nada para engolir, levanta a cabeça beijando-o apaixonada.
    -Cansados e felizes saiem do carro e dando a mao, iniciam um passeio ao longo da praia que aquela altura estava deserta....