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terça-feira, 16 de junho de 2020

És Meu dono

( 11 de novembro de 2014 )


Como posso ser feliz sem o prazer de te servir, agradar e seduzir?
Como posso viver sem dar prazer ou satisfazer os desejos de quem eu pertenço?


És a razão da existência da mulher que sou... és a razão do meu amor, dedicação, entrega e submissão.
   És aquele que me possue e domina... aquele que é capaz de me subjugar até mesmo antes de tocar o meu corpo…
   És aquele cujas mãos eu sinto através da tua voz... das tuas palavras... percorrendo o meu corpo... me excitando... me castigando... alimentando as minhas fantasias sobre situações que poderemos vivenciar... me levam mais além do que eu jamais imaginei poder ir…
   É um orgulho e um prazer me assumir como submissa…
   A minha entrega é de livre vontade e isso me encanta e fascina…
  Tenho fome de experimentar os teus desafios como Dominador e saciar-te com o meu corpo e a minha alma... assim como tu sacias a minha paixão, os meus desejos e as minhas dúvidas.



Entre nós existe uma alquimia poderosa. Assim como uma conexão de coração  nos permite apreciar aquele que amamos como ele realmente é...  A conexão das nossas almas abre uma nova dimensão... Serve de inspiração ao nosso crescimento assim como nos obriga a confrontar qualquer coisa que se encontre no caminho dessa expansão...
Tu és o meu maior desejo...
A cada dia que passa aumenta a minha confiança, amor e respeito... a cada dia que passa conquistas mais e mais a minha submissão... e eu sei que ela será sempre tratada com muito cuidado, preocupação e respeito...
A ligação que existe entre nós é muito profunda e isso só é possível se brotar de uma relação de confiança, de muito carinho, amor e paixão... O desejo de agradar e ser agradável estará sempre presente...
Hoje os níveis da  minha auto estima e auto confiança estão bastante elevados... possuo uma força em mim que me faz enfrentar o mundo e no entanto consigo absorver e canalizar essa mesma  força de volta para ti em forma de adoração, veneração e devoção.


Eu te amo!


quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Fantasias à noite


(segunda-feira, 1 de setembro de 2014)

As minhas fantasias iniciaram a nossa noite.
Cama preparada e acessórios preparados. Aguardei impaciente a tua chegada ao quarto... Nua... com as molas nos mamilos presas à minha coleira por duas correntes...
Entraste... nú... olhos brilhando... semblante sério...
Sorri... pedi que ficasses de pé sobre a cama... imóvel...
Seguraste-te aos ganchos do tecto... coloquei-te uma venda...


Aproximei o meu peito de teu... beijei-o... o teu coração batia forte... deslizei a minha  língua... brinquei no teu umbigo... desci até às tuas virilhas... beijei-as... o teu sexo quente pulsava junto ao meu rosto... lambi-o... segurei-o e passei a língua sobre a cabeça... a minha boca estava sedenta... queria sentir o seu gosto... ajoelhei-me e abocanhei o teu sexo lentamente... fixei as minhas mãos nas tuas coxas e acelerei os movimentos de vai e vem...  a saliva escorria-me pelos cantos da boca... parei por momentos... sem me tocares começaste tu a penetrar-me a boca... o teu sexo cada vez mais rijo... os teus movimentos de vai e vem cada vez mais desenfreados... afastei-me de repente... a visão do teu sexo excitou-me ainda mais...



Levantei-me e beijei-te a boca... a tua língua entrou fundo... chupei-a... mordi-a...
Falei no teu ouvido... amo-te...
Deslizei à volta do teu corpo e fiquei com o   meu peito colado nas tuas costas... os meus  mamilos começavam a ficar doridos...  peguei no chicote e deslizei-o sobre o teu corpo... as tiras passaram devagarinho sobre o teu sexo... beijei o teu pescoço... ajeitei o cabo do chicote na minha mão... respirei fundo... e... zás!!!
A primeira chicotada soou no silêncio do quarto...
Veio a segunda e a terceira... fortes... seguidas... respirei fundo... e de novo mais uma série de chicotadas...
As minhas costas ardiam... cada chicotada, um gemido meu no teu ouvido...
- Amo-te!
- Adoro-te!
Retirei-te a venda... os teus olhos brilhavam... agarraste-me pela cintura e beijaste-me com sofreguidão...
Pedi-te para não me tocares ainda...
Deitei-me de costas sobre a cama de pernas bem abertas para ti... os nossos olhares cruzaram-se...
Peguei uma vela... adoro quando me olhas assim...
Comecei a verter pingos de cera sobre o meu peito... barriga... coxas... virilhas... até chegar bem perto do meu sexo... levantei as pernas e segurei o teu sexo entre os meus pés... enquanto o massajava continuava a cera a pingar sobre o meu peito... sorri... sorriste...
Apaguei a vela e procurei o chicote... passei-o entre as minhas pernas... dei algumas chicotadas sobre o meu sexo e pernas... excita-me estar a ser observada por ti...

Larguei o chicote e peguei no vibrador... introduzi-o devagarinho na minha vagina molhada... olhei o teu sexo e sei o quanto ele desejaria estar dentro de mim naquele momento... trouxe o vibrador à minha boca e provei o meu sabor... molhei-o bem e passei-o sobre o clitóris... para cima e para baixo... devagarinho... fechei os olhos... arquei as costas e gemi de prazer... a minha respiração acelerou... as pernas tremeram... Precisei parar... se continuasse teria um  orgasmo... embora fosse essa a minha vontade... não era minha intenção... não ainda...


Olhei uma vez mais para ti... e falei:
- Agora faz comigo o que quiseres...

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Putas conjugais

       - Quantas esposas gostariam ser as putas dos seus maridos?
     - A esta pergunta responderia que a quase totalidade. Qualquer mulher adora atenção. Toda a mulher ama ser idolatrada. Não escrevo todas mas, a grande maioria adoraria ser na cama, judiada ate ao prazer supremo. A totalidade morria por ser o símbolo máximo da sensualidade do cônjuge. Então o porquê de não o ser? O que impede dois seres de tirarem o máximo prazer de um casamento? Procurarei dar resposta pela minha experiência a esta questão.
     - A mulher, mais ate que o homem, vive de estímulos que podem ser palavras, pequenas acções do dia a dia, uma atenção não esperada ou uma surpresa. Tudo isso alimenta o imaginário e o ego de uma fêmea. Estes agrados, que o homem em namoro tem, ao passar à vida de casado, começam a rarear ate se perderem completamente. Muitas vezes a mulher e dada como bem adquirido e todo o investimento feito em namoro, perde-se. Será exclusivo do homem essa desistência? Seguramente não.
     - A própria mulher participa no estado em que muitos casamentos se tornam, ao não "exigir" essas atenções tão necessárias, ao aceitar como normal a mudança dos maridos em relação a ela ou ao usar excessiva subtileza quando quer que o homem se aperceba das falhas que sente.O homem por norma entende muito mais uma conversa franca e aberta do que a maneira por vezes indirecta como a mulher se exprime. Um dialogo aceso e muito mais profícuo que determinadas subtilezas, o homem não esta preparado para as compreender.
    - No que diz respeito a sexualidade,  a abertura tem importância vital. Como, sem honestidade e abertura poderemos saber o que o outro quer? Como fazer feliz a nos e o outro, sem um debate puro, onde ambos falem das suas ambições e objectivos, necessidades e fantasias?
     -O tempo traz os filhos, factor de alegria, de bem estar. Mas se nessa altura já existe afastamento, como poderá o relacionamento manter-se ou ate melhorar? Se os filhos exigem tanto de nos, em especial nos 1ºs anos de vida, como poderemos fazer com eles a melhoria da nossa união?
     - É possível. O homem e a mulher terão que pensar que o filho não é exclusivamente responsabilidade da mulher, dai os dois terem de partilhar. Partilhar responsabilidades nos afazeres da casa, do dia a dia, responsabilidades em relação ao filho, seu tratamento, inclusive nos sonos, dividirem as noites difíceis que um bebé vai dar. Os amigos terão que ficar para 2º plano, numa vida a dois. Primeiro está o casal que, se for feliz, viverá em comum 50, 60 ou mais anos, em seguida, talvez com importância igual, estarão os filhos e de seguida os parentes para depois sim, as amizades. Porque ponho em 1º lugar a relação entre os pais, o casal? Simplesmente porque nenhum filho será feliz sem um meio familiar unido e com muito amor. As crianças são tanto mais seguras, quanto maior for a harmonia no seu seio familiar. Desempenho escolar, educação, viver em sociedade, são o espelho do que os pais passam para os filhos.




 - Passados os anos de entrega aos filhos, mantendo-nos unidos, chegou a hora da maturidade. A altura em que o casal terá tempo útil para desfrutar a dois. Então aí, com a tal maturidade, a segurança pessoal e no companheiro(a), pode o casal ser plenamente feliz a dois. Explorar o prazer na plenitude, fazer o proibido muitas vezes, viver. Namorar, agora com muito melhores condições económicas, sabendo o que querem, poderão usufruir por bastantes anos um do outro. A puta do seu marido pode aparecer para bem dos dois, o submisso ou o verdugo também pode estar presente, a união, o conhecimento e o à vontade entre os dois e tanto que querem e sentem poder para serem quem realmente são, serem felizes da maneira que lhes aprouver, sem tabus ou problemas de consciência. Estão disponíveis para mostrar a sua essência, sem medo de serem recriminados pela pessoa que adoram e com quem querem passar o resto da vida.




Apos esta minha dissertação, comentem como acharem melhor e como pensam ser a maneira mais certa de o fazer. Aqui não há certo nem errado.

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Fantasias e fetiches

A maioria das minhas fantasias sexuais eram sempre uma decepção. Mas, sempre incentivada pelo esposo, se não corriam bem da primeira vez, da segunda já corriam melhor.
Na minha mente controlo as minhas fantasias, decido como as vou colocar em prática, a forma como vou sentir-me mas, na prática nem sempre funcionam, quer por surgirem pormenores com os quais não estou à espera ou, então, o meu corpo não reage da forma como eu desejaria.
Sei que as fantasias sexuais são sempre uma mais valia para o nosso relacionamento, assim como os brinquedos eróticos.
Claro que preciso de muita coragem para partilhá-las com o  esposo, por isso prefiro fazer surpresas. Também tenho o prazer de o surpreender algumas vezes. 


Uma das minhas fantasias preferidas, embora o nome possa soar a algo aberrante, é a fantasia de estupro. Brincar de inocente e ingénua, desafiando os limites do esposo, fazendo-me de difícil e o esposo, como um predador me agarrar à força, sentir-me dominada, submetida e penetrada à força, apesar de continuar a debater-me, mas em vão... é uma das sensações mais incríveis que vivo. No entanto, esta fantasia, parece fazer de mim uma pervertida, mas esse sentimento desaparece na hora quando o esposo arranca de mim um orgasmo animalesco.


Não importa se considero as minhas fantasias tabu ou fora dos chamados "padrões normais", se elas são selvagens ou perversas, tendo um esposo de espírito muito aberto sinto-me segura. Acho que o segredo é mesmo esse, abrir a mente e desfrutar cada uma das nossas fantasias.
Ser dominada "contra minha vontade" é incrivelmente excitante tornando as cenas mais apetitosas durante o sexo.
Também o ser amarrada, vendada é estimulante, só o facto de me sentir imobilizada e privada da visão, tentado adivinhar o que vem por aí e sentir-me incapacitada perante os diversos avanços do esposo, quer através da dor, de velas pingando sobre o meu corpo nu ou até ser estimulada quase até ao orgasmo também é aliciante.