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domingo, 17 de novembro de 2019

Dias Surreais ( Última Parte)

(terça-feira, 3 de novembro de 2015)


Devagarinho levas-me para a cama... é tudo o que eu mais desejo naquele momento... sentir-me abraçada... e o teu abraço forte, aos poucos... acalma o meu corpo e traz-me a paz que só encontro no teu colo...
Baixinho falaste:
- Vamos fazer uma pausa...

Após uns aperitivos, café e um cigarro, peço-te as "minhas cordas"...
- Tens a certeza?
- Não...  - respondi.  Mas gostaria de tentar...
Preparaste as minhas cordas... dirigi-me até elas... encostada à parede, de costas para ti e pernas ligeiramente afastadas... aguardei...
As primeiras chicotadas surgiram... nas nádegas e costas... levemente... apenas para aquecer...
Tudo bem até aqui... mas assim que as chicotadas começaram a ser mais fortes... gemia de dor e as pernas cediam... voltava a erguer-me,  agarrando-me firmemente às cordas... mais uma série de chicotadas fortes e as pernas voltaram a ceder...
Não foi preciso pedir-te para parar... voltei-me para ti e um longo beijo de língua aliviou a tensão daquele momento...
Olhei para as velas de aromas... olhei para ti e perguntei:
- Queres experimentar as velas que comprámos?
Em silêncio pegaste uma... como nunca tínhamos experimentado aquelas, estiquei o meu braço para testar a sua temperatura... Apagaste a vela e caíram os primeiros pingos... sorri para ti... e de novo voltei-me de costas e agarrei-me às cordas...

Senti a tua mão a acariciar-me... um pingo primeiro... outro e mais outro...
Respirei fundo.... Sinto então já a cera escorrendo pelas costas... Nunca pensei que aquelas velas conseguissem me proporcionar tanto prazer... a cera descia... deslizando... aquecendo a pele no seu caminho... e em sentido oposto o meu corpo era percorrido por deliciosos arrepios... os meus gemidos de prazer fizeram-te continuar... e a cera já deslizava em várias zonas das minhas costas... e quando chegava às minhas nádegas... puro êxtase...
Enquanto foste buscar a outra vela virei-me de frente... quis oferecer-te os seios... uma zona sempre muito desconfortável para mim... mas eu queria tanto que experimentasses ali também... e as maravilhosas sensações continuaram... nos mamilos erectos... escorrendo pelo peito e barriga... gemidos e arrepios... um misto de dor e muito prazer...
A minha humidade escorria pelo interior das coxas...
- Vem!
Acompanhaste-me até ao chaise... e deitaste-me de costas sobre ele. Baixaste o colchão da cama e sentaste-te... com as velas do teu lado... puxaste o chaise para ti, colocaste os meus pés sobre a cama... afastaste as minhas coxas e eu fiquei ali... completamente aberta e exposta para ti...
Senti o calor da cera sobre o meu sexo... fechei os olhos para me deliciar com aquele calorzinho tão bom... escorrendo pelo clitóris... contorcia-me com aquele prazer... aos poucos o meu sexo ficou coberto de cera... E como ela não esfriava logo... o prazer era prolongado...
A tua mão quente pressionou a camada de cera... que sensação fantástica... se estava quente por fora... queimava por dentro... 

Pegaste no stick e começaste a dar pancadinhas leves... e eu abria mais as pernas para as receber...
Alternavas umas mais fortes... a cera era arrancada... juntaste outro stick e durante algum tempo brincaste com o meu sexo...
Quando dei por mim já tinha as pernas levantadas e o teu sexo entrando fundo...  movimentando-o lentamente... depois acelerando o vai e vem... o meu corpo era projectado para trás com a impetuosidade dos teus movimentos... Eu já gritava... as minhas unhas fincaram-se no teu peito... o meu orgasmo não demorou muito... acompanhado de tremores... calores... gritos... e um alívio enorme chegou... o coração parecia querer saltar do peito... as minhas pernas estavam trémulas...
Debruçaste-te sobre mim... peito com peito... boca com boca... língua com língua...
Nem me lembro como me levantei... sei que a seguir fui jogada sobre a cama... e fiquei de quatro... e já me estocavas com força... finquei as mãos sobre a cama e empinei as nádegas para te receber melhor... agarraste-me pelo cabelo... puxaste a minha cabeça para trás e cavalgaste sobre mim...
Cada estocada tua arrancava gritos e gemidos de mim... impossível não chegar a um novo orgasmo daquela forma... a enfiares com aquela força, a bateres-me no rosto... eu perco  a noção de tudo... apenas te sinto dentro de mim... tudo o que fazes em mim... e eu completamente entregue... não existe sensação melhor que estar entregue a ti... subjugada e cavalgada com tamanha loucura...
Os nossos orgasmos chegaram em simultâneo...e as minhas pernas acabaram por ceder... deitaste-te e puxaste-me para ti... e assim ficámos, em silêncio... até os nossos corpos acalmaram...

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Marcante

(17 de Setembro de 2013)

Ontem à noite acendemos as velas. De olhos baixos fiquei nua diante de ti... passaste a corda no meu pescoço... pelo meu peito e sexo até me imobilizares os braços... lentamente... com carinho... enquanto eu aproveitava a tua aproximação para te beijar o rosto... paravas e retríbuias o beijo na minha boca. Vendaste os meus olhos. O meu coração bateu mais forte e a minha respiração acelerou... senti as molas nos meus mamilos... nos lábios da minha vagina... sensação gostosa e inquietante... passaste a estimular o meu sexo com os dedos ao mesmo tempo que puxavas as molas... ora no sexo... ora nos mamilos... o meu corpo se curva e contorce perante a dor provocada pelas molas e pelo prazer provocado pelos teus dedos... gemidos de dor e prazer saem da minha boca.
Sinto o cinto nas minhas nádegas... nas minhas coxas... nas minhas costas... os teus dedos continuavam a estimular o meu sexo... o cinto marca a minha pele... sinto-te atrás de mim... a cada toque do cinto agarro e aperto com força o teu sexo... não dá para definir o que sinto... a pressão das cordas no meu corpo torna-se mais forte a cada cinturada... dor... angústia... prazer... cada vez mais excitada... Retiras as molas do meu peito... os mamilos estão ligeiramente doridos mas tu puxas por eles... sentes o meu desconforto... beijas a minha dor que desvanece no calor dos teus lábios... sinto o meu orgasmo tão próximo... as minhas pernas estão trémulas... mas tu páras... sentas-me na cama, puxas a minha cabeça para o teu sexo... engulo-o... sinto-o na minha garganta... aceleras o movimento de vai-e-vem... as tuas mãos agarram a minha cabeça e introduzes cada vez mais fundo... só o retiras quando me engasgo... estou exausta... sem forças..

Deitas-me na cama de barriga para cima... afastas as minhas pernas e começas a beijar o meu sexo... abandono-me ansiosa que permitas o meu orgasmo... mas nesse momento dás-me palmadas no sexo sexo... estou quase a vir-me... intercalas as palmadas com o cinto... sensações fortes se apoderam do meu ser... o meu sexo está dorido... a tua língua me enlouquece... o meu raciocínio é toldado por um turbilhão de sensações... os pulsos estão doridos da corda... o meu sexo latejando... quero pedir-te que me deixes vir mas não consigo falar... apenas solto gemidos.
Páras... e durante alguns segundos não sinto o teu tão desejado toque... fico expectante... o meu peito a arfar.. .o meu sexo latejando... continuo vendada... imobilizada... não te vejo... não te sinto...
Essa pausa foi breve pois logo de seguida sinto o meu peito a arder apercebo-me que vertes gotas de cera... continuo a sentir a cera a cair no meu peito, na minha barriga... ao mesmo tempo começas a estimular de novo o meu sexo... e a cera a aproximar-se cada vez mais dele... que sensação nunca antes sentida...a sensação provocada pelo ardor e a estimulação do meu sexo não dá para descrever... é fantástica... única palavra que me surge neste momento. A tua estimulação é cada vez mais forte... a tensão aumenta... o desconforto está presente... a excitação está a levar-me de novo ao meu tão desejado orgasmo. Sinto-o prestes a  acontecer a qualquer momento.... e tu dás-me esse momento. O meu corpo está em convulsão. Gemidos e gritos abraçam uma explosão de sensações.
O meu corpo ainda está  a recuperar quando começas a desamarrar a corda... estou completamente abandonada... exausta.... o roçar da corda nas minhas costas continua a excitar-me...
Viras-me de 4 e penetras-me com força... adoro sentir a tua força em mim.... sinto o cinto à volta da minha garganta... puxas o cinto e o meu corpo é puxado para trás ao mesmo tempo que enterras mais fundo... cada investida tua é um grito meu... cada puxar do cinto é um tormento e um prazer para mim... estás a conduzir-me a um novo orgasmo... neste momento aconteceu algo mágico... tu dás um puxão tão forte no cinto que me sinto sufocar.... perco a lucidez... sinto-me desfalecer no momento em que estou a vir-me... para logo a seguir recuperar a  lucidez e sentir-te vir dentro de mim... Deitas-te a meu lado mas eu ainda fico naquela posição durante algum tempo... cansada.. .inerte... o meu corpo ainda sentindo todo aquele impacto... resquícios de algo transcendente...
Aninhei-me no aconchego do teu abraço, no calor do teu corpo suado e assim adormeci.

sábado, 24 de outubro de 2015

SUBTILEZAS DIABOLICAS

   


    Mais uma vez no emprego...Tu hoje dormias,estavas cansada e eu pus-me a imaginar maneiras de mexer contigo uma outra vez...
    Os pensamentos surgiam entre uma e outra reparaçao. Pensei nas varias hipoteses que o nosso quarto da, desde o posicionamento da minha maquina de ginastica (tao subtil foi o pedido para que a mudasses de sitio, nao foi?) ate a cama sexual que temos...Entao ca vai uma historia...


         " Despe as minhas cuecas e poe a boca sem sair...vai vem e o que quero,lento ou rapido, mas sem sair...disse-te ajoelhando-te a força no meio do quarto...Recusaste, provocadora e dei-te um tabefe como nunca tinha dado... a dor que sentiste aguda fez-te chorar, mas como estava a dar uma de duro, nao liguei e insisti calmamente: Vais chupar em vai vem sem sair.... Sem outro remedio e nao querendo por agora mais estalos,fizeste o que te pedia,enquanto eu fumava um cigarro em pe...Como sempre, a tua boca quente e competente provocava-me arrepios, nao te passando ao lado o que sentia, cada vez te excitavas mais e a mim. a dada altura,agarrei a tua cabeça e forcei para dentro, segurando-te engasgada uns segundos. Os teus olhos muito abertos, as maos batiam-me nas pernas e eu, tranquilo, olhava-te com ar de gozo, ate te largar...livraste-te de mim e tal qual um peixe fora de agua,a tua respiraçao era sôfrega, estavas engasgada e demoraste um pouco a recompor-te...nao te deixei recuperar completamente e ja estou agarrar-te nos cabelos e conduzir-te de joelhos ate ao chez long, convidando-te a deitar de frente para ele e de joelhos no chao. Mandei-te estar quieta, enfiei em ti, no traseiro um dos nossos acessorios, e decidi chicotear o rabo e costas. Mantiveste-te quieta,deixando-me na duvida se estarias a gostar ou a aguentar. Entao fiz um teste, apos vinte chicotadas que te deixaram a pele das costas e rabo sensivel, despejei vela no rego...ai saltaste, contorceste o rabo, sem nunca saires da tua posiçao. Tomando isso como excitaçao,pinguei vela por todo o corpo que se me oferecia, traçando um desenho estranho nas costa, ao que se seguiu mais vela no rego, chegando ao vibrador que ainda tinhas dentro de ti.

    Apoderando-me de novo do chicote, tirei-te com ele a maior parte da cera das costas e despejei uma generosa quantidade de alcool nos pequenos cortes que tinhas, "acariciando-as" ao mesmo tempo com a escova de pelos curtos com que adoras que te arranhe... Sei que parte dos gritos que davas eram de dor, mas nao deveria ser so...quis confirmar e mandei-te voltar.Depois de voltada, com o corpo em posiçao de ponte (lindo), verifiquei teres o centro dos prazeres molhado, estavas excitadissima. Congratulei-me com o facto e, para comemorar, a vela tornou ao teu corpo...despejei um pouco nos peitos, os bicos ficaram com uma capa belissima e. direccionando-me com ela para a tua vagina molhada, despejei uma quantidade maior que te escorreu no monte de venus ate ao clitoris...o gemido/grito que deste foi diabolico, olhaste-me e enquanto te despejava a cera e sorria, tu contorcias-te, fechavas os olhos, mordias os labios e sussurravas frases sem sentido...Quando consegui esconder a tua ratinha envolvida em vela, procurei entao levar-te a loucura total, agarrei em 4 velas mais finas e salpiquei-te em diversos sitios...mais gritos, mais contorcionismo, mais loucura...as tuas pernas eram um lago que brotava de ti apos teres "rompido" a capa de cera que te envolvia, e entao, uma ideia brilhante e arriscada... enquanto te salpicava meti-te na boca o objecto da tua alegria,duro e palpitante....Chupaste-o, contente, com lagrimas nos olhos, abocanhavas e engolias ao sabor dos pingos que te torturavam, nao sei, mas na altura creio que enlouquecias..."
 


Continua....