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sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Hoje posso brincar?

(19/12/2017)


Deitado na cama olhas para mim quando me aproximo....  retribuo esse olhar passando as mãos nas minhas coxas... quero o teu sangue fervendo... quero-te louco de desejo... enfio a mão por dentro da cueca e começo a tocar-me.... gemendo um pouco e me contorcendo....  não permito que me toques... não agora...  por enquanto quero-te só a olhar para mim... quero ler nos teus olhos o quanto me queres... o quanto me desejas.... desvio o olhar para o teu sexo... está erecto... pronto para mim....
Subo na cama e roço o meu corpo no teu  enquanto amarro as tuas mãos e pés à cama.... desço e sento-me sobre ti..... começo a esfregar o meu sexo no teu corpo... nas tuas coxas....esfrego no teu joelho, descendo aos pés.... com a minha vagina envolvendo o teu pé beijo-te nas virilhas... o teu sexo roça  no meu rosto... quente e rijo.... coloco-me entre as tuas pernas e vou alisando o teu sexo com as duas mãos.... para cima... para baixo... o nosso olhar se cruza... pego no teu sexo e esfrego num mamilo... beijo um...beijo outro... lambo os dois... estou excitada e  o teu olhar  faz-me ser mais ousada....

Vou esfregando o teu sexo na minha vagina... quero que sintas como estou molhada.... masturbo-me com ele sob o teu olhar... vou subindo.... esfregando na tua barriga, no teu peito... no teu queixo... adoro sentir a tua respiração e a tua barba no meu sexo... aproximo-o da tua boca  e afasto, encosto-o  ao teu nariz... quero que sintas o cheiro do meu querer... a tua língua tenta lá chegar... não deixo.... tentas libertar-te mas não consegues... quero-te assim.... impaciente, cheio de tesão.... leio nos teus olhos a vontade de me castigar pelo prazer que sentes em mim... por esse prazer que não tocas.... só sentes... e cheiras...
Ajoelho-me encostando o meu sexo no teu peito... sente as contracções da minha vagina como eu sinto o bater do teu coração...
Sorrio para ti e falo no teu ouvido.... Sou tua... quero ser toda tua...quero sentir a tua língua dentro de mim...
Levanto as ancas e coloco o meu sexo à mercê da tua boca... de imediato sinto a tua língua quente dentro dele... os teus lábios junto à minha vagina....ahhhhh.... quero te lambuzar com o meu mel... o meu corpo se contorce a cada investida da tua língua.... e quando prendes o meu clitóris com os teus lábios e o começas a mordiscar, a lamber e a chupar com força... é puro delírio...
Saio da tua boca e enterro o teu sexo bem fundo dentro de mim... Beijo a tua boca e encontro nela o meu sabor e o meu cheiro... a tua lingua entra fundo na minha garganta... mordes-me os lábios...
Estou sedenta do teu amor... Chamo pelo teu nome... Falo no teu ouvido... Sou tua... quero sentir o poder da tua força... quero sentir o teu prazer explodir dentro de mim...
Liberto-te das cordas e de imediato  me viras de quatro... o meu corpo estremece quando o teu sexo me invade à força.... As tuas mãos na minha cintura puxam o meu corpo contra o teu a cada investida... investidas cada vez mais fortes… Colocas uma mão sobre os meus rins, obrigando o meu corpo a dobrar mais, e, enquanto a outra me agarra pela nuca… galopas em cima de mim a uma velocidade alucinante... loucura... o teu suor pinga sobre as minhas costas provocando-me arrepios...
- És a minha PUTA!!! Vem pra mim, puta, tou mandando!!!
Entre gemidos e  espamos  o meu orgasmo explode num grito longo e animalesco....  lágrimas nos olhos e ofegante... peço que te venhas para mim.... exausta mas feliz.... o meu corpo ainda tremendo naquele insano prazer delicioso... sinte o teu sexo crescer mais e mais… naquele vai e vem frenético,  preenchendo cada pedaço das minhas entanhas... a tua respiração forte e a tua voz rouca são prenúncio de um orgasmo prestes a explodir...
São jactos e jactos de prazer invadindo o meu ser...
Após alguns segundos deitas-te de lado e puxas-me para ti, envolves o meu corpo num abraço forte... olhos nos teus olhos, falo o quanto te amo... recebo um beijo teu na testa e adormeço… em paz.

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Cordas (Abril 2013)

(2013)


As cordas fazem parte do imaginário de muita mulher (e alguns homens também ). O sentimento de ser presa pelo homem que as domina, o sentir-se indefesa provoca uma sensação de medo, ânsia e desejo. A corda deve prender movimentos sem que magoe muito. Deve dar a mulher amarrada a sensação que não tem domínio nenhum na situação, que esta nas mãos da pessoa que com ela está, sentindo ao mesmo tempo que está em boas mãos, está segura com o companheiro e pronta para tudo o que dele vier.
Por vezes há situações em que a 1ª vez não e agradável para a amarrada, devendo o dominador ter em atenção essa parte e inverter esse sentimento...depois então insistir no mesmo toque anterior ate que esse toque seja apreciado. Não raras vezes o abandono e tanto que por muito que a incomode ela tudo aguenta e de tudo tira prazer... Olhos vendados São uma mais valia. Os sentidos restantes tornam-se mais activos e o prazer com determinada técnica pode ser sentido de forma mais intensa. Atenção mais uma vez como se amarra a mulher. Atenção aos orgãos mais sensíveis. Convém dar uma olhadela a sites onde explicam como atar alguém. Tudo pode ser aprendido e não há vergonha em procurar o conhecimento. E mesmo que a mulher seja uma companheira de ocasião, merece sempre o vosso respeito e atenção. Castigar sim, acariciar com alguma força,palmadas,chicotadas e afins,tudo e valido,da prazer a quem faz e a quem sente.Sejam imaginativos.Mas cuidadosos... Também o uso de apetrechos como o "magic one" dão maior prazer a dominada,e outra sensação muito forte devido a vibração poderosa do próprio. Um plug anal e de eficácia muito grande,assim como bolas chinesas que retiradas no momento do orgasmo dá emoções muito fortes e boas. Também nunca esquecer o pescoço... Quando apertado, sem força exagerada, mas de maneira a quebrar a passagem de ar para o cérebro durante seis ou sete segundos produz maravilhas num orgasmo feminino.
Em conclusão,as cordas são um divertimento, podem ser acompanhadas de muito material que de sensações sentidas de forma mais intensa,mas cuidado com o entusiasmo. Controlo do dominador e importantíssimo.

Dança de amor

(26 Março de 2015)


Sobre a cama, braços imobilizados ao longo do corpo, pernas afastadas e presas às laterais da cama e apenas suspensa ao tecto por cordas que entrelaçavam as minhas costas e coxas... deixei-me cair para testar a segurança das cordas, estava tudo bem para podermos avançar...
O vibrador dentro de mim preso a uma das cordas, a  venda colocada... molas nos mamilos... palavras de amor e o ultimo beijo antes da sessão começar...
Aparentemente tudo estava bem... mas não estava... Fico muito receptiva ao vibrador quando és tu a manejá-lo... assim fixo, vibrando dentro de mim não resulta... não consigo ter prazer dessa forma... fiquei em silêncio... não sabia o que pretendias e nada falei... apenas tinha uma certeza naquele momento...  mentalizar-me que apenas ia sentir dor e reunir todas as forças em mim para conseguir aguentar... e quando as primeiras chicotadas chegaram, o meu corpo estremeceu... nem um gemido de dor ou prazer... estática fiquei... recebendo aquelas chicotadas que faziam arder as minhas nádegas e costas... e que me faziam perder o equilíbrio por vezes... equilíbrio esse que recuperava com facilidade para oferecer o meu corpo de novo...
Não sei quanto tempo durou... mas estava a aguentar-me bem... sem um queixume...
Largaste o chicote e vieste para junto de mim... os teus dedos foram ao encontro do meu clitóris... que era estimulado freneticamente... em outras alturas teria me derretido toda pois quando os teus dedos trabalham em mim, os meus gemidos, os movimentos do meu corpo... tudo em mim te demonstra o quanto prazer me dás... mas não hoje... hoje não sei o que me aconteceu... ou talvez saiba... sei o quanto precisei me isolar… me agarrar a mim mesma para conseguir suportar a dor... nunca o tinha feito desta forma... normalmente dor e prazer se misturam mas hoje não... hoje para conseguir fazer frente àquela dor, para saber lidar com ela... fui longe demais... isolei-me de tal forma  para deixar de sentir dor... que  simplesmente deixei de sentir tudo o resto... prazeres já antes vividos hoje não estavam presentes.

Os teus dedos passaram do meu sexo à minha boca... e nenhuma reacção minha... apenas me limitava a aceitar o que fazias comigo... em silêncio...
Retiraste as molas e beijaste os meus seios... estavam doridos e dormentes... passaste as mãos pelo meu corpo... carícias que me fizeram tão bem... cerrei os olhos... desejei que aquele momento não acabasse... se viessem novas chicotadas não sei se aguentaria...
Foi quando me apercebi que, de pé, bem juntinho ao meu corpo... estavas me soltando do tecto…
Percebi que a sessão tinha terminado... senti que, de alguma forma, te tinha decepcionado, ao ponto de quereres parar com tudo... sem saber o que falar ou como me comportar apenas estiquei a mão em direcção ao teu sexo que estava ali tão pertinho de mim... agarrei-o... acariciei-o enquanto me desprendias... com o meu rosto encostado ao teu peito...
Depois veio aquele beijo quente e longo que me despertou... despertou todos os meus sentidos... despertou todos os meus anseios e desejos... abraçaste-me fortemente e o teu sexo cresceu na minha mão... e as palavras surgiram entre nós... falei o quanto te amava e o quanto me excitava sentir o teu sexo responder aos meus estímulos... o quanto apreciava senti-lo pingar... e os nossos corpos roçavam um no outro... lentamente...
As tuas mãos desceram até às minhas nádegas... apertando-as... e o meu corpo iniciou uma dança erótica... a cada palmada tua... um gemido meu... de prazer... um apertão no teu sexo... um mexer de ancas,  oferecendo as minhas nádegas de novo... provocando-te... roçando e robolando as minhas nádegas sempre em contacto com o teu corpo... agachava-me lentamente para subir de novo... deslizando pelas tuas coxas... as  palmadas eram cada vez mais fortes… cada uma me levava à loucura... Ahhhhh... cada palmada como se fosse uma estocada dentro de mim... como se me penetrasses violentamente... e eu gemia... Ahhhh.... gritava... sufocava os meus gritos no teu peito... sentindo o teu sexo cada vez mais firme e molhado... deslizando na minha mão como se deslizasse dentro de mim...
Oferecia o meu pescoço... queria as tuas dentadas... cada vez mais excitada... embriagada... e a tua mão pressionando o meu pescoço... cortando a minha respiração... delirava....as minhas pernas cediam... mas de imediato me erguia para me roçar e desfrutar do teu corpo...
E os nossos corpos continuavam dançando ao som de uma melodia criada por nós... coxa com coxa... peito com peito...  movimentos  lentos e insinuantes... e as palmadas cada vez mais fortes e mais rápidas... e as nossas respirações ofegantes... as nossas bocas se procurando... e as tuas palmadas regendo  o compasso da nossa dança.... regendo o ritmo dos nossos corpos que simulavam cada vez mais os movimentos de quando fazemos sexo... uma dança de amor, de paixão... uma dança frenética e sensual... ao som da nossa respiração... dos nossos gemidos... de palavras de amor…  momentos de pura magia...
As tuas palmadas regiam cada vez mais à minha dança... dança inebriante onde os nossos sentidos fluiam... Corpo, coração e alma em perfeita simbiose...
Não se pensa... apenas se reage aos sentidos e instintos... e tudo se recebe… e tudo se dá.
E os nossos corpos continuam dançando... e a minha mão masturbando-te cada vez mais depressa... e o teu sexo cada vez mais rígido... e o meu corpo cada vez mais quente e arrepiado... e entre gritos e gemidos meus... o meu corpo finalmente acalmou... como se tivesse vivido um orgasmo apoteótico... e o teu corpo acalmou também...
As minhas pernas cederam... fiquei de joelhos perante ti... com o teu sexo perto da minha boca... colocaste as mãos na minha cabeça e suavemente me encaminhaste para ele... abri a boca para o receber e durante algum tempo fizeste amor comigo dessa forma... em movimentos suaves de vai e vem... 



Retiraste-o da minha boca... ajudaste-me a deitar de costas e os meus pés procuraram e envolveram o teu sexo... como se o tivesse nas minhas mãos... movimentando os pés devagarinho... olhava fascinada... apaixonada... ora para o teu rosto... ora para o teu sexo… os teus olhos falavam para mim o quanto excitado estavas ainda.


Por fim sentaste-te a meu lado...
Suados... extenuados... felizes... realizados... assim ficámos a conversar durante algum tempo sobre esta sessão diferente.

domingo, 15 de dezembro de 2019

Corpos em delírio (2013)

(sábado, 16 de Novembro de 2013)



     -Estavas nua,linda, olhando-me intensamente com esse olhar doce e ao mesmo tempo desafiante, ar de menina/mulher/puta,tudo misturado, fazendo de ti a mulher mais desejável que conheço. Mandei-te deitar,disseste que não. Desafiavas-me. Dei-te um forte estalo que te fez cair na cama... olhaste-me assustada e curiosa, tentando ver em mim alguma emoção... sorria, maravilhado pela tua expressão.
   -"Tinha-te dito para te deitares,desobedeceste,foste castigada"- disse-te ainda a sorrir, mas um sorriso frio, mostrando-te que não queria ser desobedecido. Tu, talvez motivada pelo estalo que agora era muito mais um calor que um ardor, húmida como sempre, resolveste fazer-me frente mais um pouco e pondo as mãos atrás da nuca olhaste para mim com desprezo e disseste-me que agora querias descansar.
   -Mais um estalo e outro e ainda outro deixaram-te a cara vermelha, os teus olhos deitavam chispas e uma lágrima traiu-te, ainda assim olhaste-me, assustada, mas também excitada... querias ver onde te levava aquilo, onde queria ir.
   Não disse uma palavra, mas acariciei-te a cara, beijei-te ternamente ao que correspondeste com um "amo-te" baixinho, no meio de um trepidar de voz que mostrava a tua surpresa e algum desconforto, alem de uma excitação ímpar...
    -Prendi-te as mãos, tarefa facilitada por ti e ia tentar prender-te as pernas quando as começas-te a movimentar e a dizer não querer, olhando-me novamente com o ar safado que por vezes pões na tentativa de me provocar....palmadas varias foi o que ganhaste ate parares e dizeres-me um "esta bem, prende-me"...
    -Parei de te dar as tais palmadas e com varias ternuras atei-te os pés, deixando-te escancarada, indefesa, molhada, tinhas a vagina brilhante, brilho provocado pelo liquido abundante que de ti escorria... Debrucei-me sobre o teu clitóris e lambi-o, mordisquei-o e chupei, ate que um suspiro teu me avisou a proximidade do teu momento... claro que não te ia dar tão facilmente, dai parar, não sem antes te ter dado umas dentadas nos lábios, coisa que adoras e saí da posição que tinha, fazendo-te umas caricias pelo corpo com as minhas mãos... ao subir, parei no teu pescoço e apertei durante um pouco retirando-te a possibilidade de respirar... quando te soltei arfavas, mas os teus movimentos pélvicos acentuaram-se.... bom, o cinto estava ali á mão e era para ser usado.
    -Foi o que fiz, cinturei-te o corpo varias vezes, umas com alguma força, outras nem por isso, mas sentiste tudo, sentiste o carinho e atenção e acima de tudo sentiste como estava excitado quando encostei o meu corpo a tua perna.. Estavas em delírio, apesar de refilares um pouco, motivando então duas cinturadas fortes no teu clitóris que te fizeram dobrar e gritar de dor... Joguei o cinto fora, e novamente te lambi toda a zona vaginal provocando-te arrepios e gritinhos de prazer... Novamente tremias, mostrando mais uma vez estares a poucos segundos de te vir... mudei de estratégia, coloquei duas molas nos teus bicos e enquanto te acariciava com uma mão, a outra ia torcendo as molas e dando pequenos esticões... dizias "não, não faças isso", mas cada vez mais o fazia.. tinhas que pedir ao dono para te fazer vir, palavras que te custavam dizer, mas era o meu objetivo... Parei com as molas, puxando-as fora (mais um grito por cada mola) e fui lambe-las e mordisca-las... estavas louca de prazer e dor, emoções tão contraditórias que te fervilhavam na cabeça... escorrias como uma cascata, um sumo que aprecei a beber, deixando-te ainda mais fervente, quase em ebolição... fazia-te sofrer de dor e prazer, os teus gestos e a tua voz há muito que não eram coerentes, gritavas de prazer, gritavas de dor, gemias de prazer, gemias de dor, mas escorrias sempre, estavas sempre pronta para o orgasmo, orgasmo esse que demorava....
   -Então, embebendo a minha mão em gordura, comecei a penetrar-te com ela vagarosamente, inserindo aos poucos mas sempre entrando, fazendo-te novamente amarinhar, mexer o corpo como se estivesses possuída, em movimentos de loucura, olhos bem abertos que mostravam sair da orbita, olhar no vazio, ânsia e desejo nos píncaros, estremecimentos vários e contrações vaginais que ameaçavam esmagar-me a mão que continuava num vai-vem frenético dentro de ti. Novamente se aproximava o teu orgasmo, mas ainda não foi desta que te dei... Urravas de raiva o que te fez ganhar mais umas palmadas e soltando-te obriguei-te a ficar de 4, com o cu empinado, esse lindo e desejado cu, tendo a cabeça acente na almofada, o que me dava uma visao maravilhosa do teu corpo...não me contive, encostei o membro a tua entrada lubrificada e sem dificuldade alguma entrei todo em ti, enquanto o dedo te penetrava o cu...urraste mais uma vez,não de dor, mas de um prazer incontrolável.. dei-te estocadas fortíssimas que tu aguentaste com galhardia ( e uma tesão quase demasiada,devo acrescentar), gritaste "faz-me vir, dono de mim"   o que me fez dar-te ainda mais forte e entre gritos, soluços e lamurias, tiveste um orgasmo magnifico, agarrada por mim para não fugires do contacto, e logo de seguida tiveste o meu jato fervente dentro de ti que te fez entrar em pequenas convulsões a cada esguichadela....
   -Caímos na cama, exaustos mas felizes, beijando-nos muito, fazendo juras de amor eterno e cheios de carinho adormecemos.... ate outra sessão acontecer num banho a dois...

terça-feira, 22 de outubro de 2019

As minhas primeiras cordas e algo mais

(6 de Fevereiro de 2014)





Aproximaste-te de mim quando estava no computador... pegaste no meu rosto... afastaste a toalha de banho e enfiaste o teu sexo na minha boca... adoro senti-lo... adoro quando invades a minha garganta até quase sufocar... adoro quando puxas a minha cabeça para ti e o enterras mais fundo....
Pegaste na minha mão... levantei-me e introduziste a tua língua na minha boca.... que momentos antes recebera o teu sexo... sabes o quanto me excita sentir a tua língua na minha garganta? Claro que sabes... tu sentes o meu entusiasmo... o meu prazer.... a minha excitação...
Retiraste a minha túnica e a minha tanga... pediste para ficar ali e esperar por ti... baixei os olhos quando te vi regressar com a corda... Era a minha primeira experiência com elas.
Apesar de estar nervosa fiquei quieta como pediste... e fiquei emocionada com o teu cuidado e carinho a cada nó que davas... Quando terminaste pegaste-me ao colo e deitaste-me na alcatifa de barriga para cima. Fiquei completamente exposta e à tua mercê Senhor... nervosa, receosa mas confiante... Afastaste as minhas pernas e mergulhaste a tua boca no meu sexo... A tua língua no meu clitóris deixa-me louca.... as tuas dentadas no meu sexo provocam dor e prazer... quero fugir da dor mas os meus braços estão imobilizados... pensei que poderia me libertar mas não consigo... é frustrante... estimulante...sinto que o meu orgasmo está próximo... mas tu também o sentes... dás-me um estalo no rosto... mordes-me o sexo.... mordes-me as coxas... não me dás o que eu mais anseio nesse momento... não me deixas vir... mudas de posição... ficas a meu lado... introduzes o teu pénis na minha boca... bem fundo... é díficil controlar a  respiração mas continuas ao mesmo tempo que estimulas o meu sexo com os teus dedos... muitas sensações sobrepostas... gemo... o meu orgasmo aproxima-se... mas nesse momento dás palmadas no meu sexo.... doem... as lágrimas chegam... discretas... silenciosas... não quero que as vejas... recebo mais um estalo no rosto... o meu sexo continua a ser estimulado e alvo de mais palmadas... estou tão molhada... voltas de novo com a tua boca... a tensão e a excitação é muita... o teu carinho naquele momento acalma-me mas deixa-me cada vez mais excitada... não permites que eu me venha....
Páras de repente e começas a desatar os nós enquanto o meu corpo está em convulsão... o calor do roçar das cordas nas minhas costas sabe bem.... Viras-me de 4 e entras em mim com tanta força que eu grito... a tua impetuosidade me enlouquece... puxas o meu cabelo e lanças-te dentro de mim... vezes sem conta... os meus gritos são cada vez mais altos... é um misto de desespero e prazer... tapas a minha boca... não para me calares... tu sabes o quanto isso me excita... ainda mais se isso é possível... as minhas pernas tremem... o desespero se instala... mas naquele momento falas para mim... vem puta... vem para o teu dono... e o meu orgasmo é teu... e eu recebo o teu também... Deitaste-te e puxaste-me para os teus braços... e entre carinhos trocados... aconcheguei-me no calor do teu corpo...

Estivemos assim durante algum tempo. Entre um carinho e outro voltaste a estimular o meu sexo... aquele calor dentro do peito voltou... o desejo de que me fizesses novamente tua acordou... estou sempre pronta para ti... voltaste-me de 4 e os meus braços ficaram apoiados no sofá... senti o calor do teu sexo dentro de mim... agarraste os meus cabelos e puxaste-me para trás... é um prazer muito grande sentir toda essa tua impetuosidade... faz-me vibrar... gemer... gritar de prazer e desespero sempre que me penetras dessa maneira... à força... Os meus gritos são cada vez mais intensos... ordenas que me venha... como posso desobedecer a essa ordem se é tudo o que eu mais almejo... ainda estou a viver o meu orgasmo e recebo o teu logo a seguir.

Amo-te tanto!

Estou exausta... afastas-te durante uns minutos e regressas com uma courgette na mão. ( Quando pegaste nela no supermercado e olhaste para mim...sorri incrédula mas o teu sorriso fez-me acreditar que a irias usar mais tarde). Deitada de barriga para cima esfregas a courgette no meu clitóris... apesar de estar apreensiva é impossível o meu corpo conseguir resistir a esse estímulo novo e estranho... e o meu orgasmo acabou por acontecer... de novo.

 Sei que ainda estou numa fase de aprendizagem... este processo será longo e apesar desta nossa tarde ter sido desgastante foi muito positiva e prazerosa para mim... É uma felicidade enorme satisfazer os teus desejos, as tuas vontades.

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Saída para um café

Preparada para sairmos... beber um café e relaxar um pouco da azáfama do dia.
Eram dez da noite... uma noite calma de Verão... a minha roupa tinha sido escolhida por ti... estranhei a tua escolha mas nada falei...
Ao chegarmos perto do carro disseste-me para parar. Assim fiz...
Fui vendada, pernas e braços amarrados... Por isto eu não estava a espera... nem tempo tive para pensar fosse o que fosse pois de imediato abriste a porta do carro, pegaste-me ao colo e jogaste-me no banco de trás.
 - Não te quero ouvir falar enquanto conduzo! ( o teu tom de voz arrepiou-me... mas fiquei calada)
Relaxei um pouco procurando uma posição mais confortável. Em vão... os meus movimentos estavam muito limitados... apenas me saltou um sapato do pé... 

A roupa que tinhas escolhido para mim era muito limitada. Um top e uma saia curta travada. Mais nada... Ah... e agora apenas um sapato... Como a noite estava quente até que aquela roupa era fresca... tinhas o ar condicionado ligado e a temperatura dentro do carro era agradável... E enquanto conduzias era invadida por pensamentos diversos...
Eis senão quando, de repente, comecei a ficar com frio. Arrepios que me faziam estremecer... Mas como sou muito dada a variações de temperatura não achei estranho... logo, logo,  viria calor novamente. Estava completamente enganada. Aquele frio já estava a arrastar-se por muito tempo... tentei me concentrar na música que ia ouvindo mas o frio que sentia aumentava cada vez mais. Foi aí que percebi que tinhas direcionado o ar condicionado para trás... para mim deveria estar no máximo!
A minha vontade era começar a refilar... é melhor não... A tua ordem tinha sido bastante explícita! Ficar calada!
E o meu desconforto aumentava, sobretudo quando fazias curvas ou travavas... por algumas vezes pensei ir parar ao chão sem falar nas cabeçadas que dava na porta, de vez em quando.
Apercebi-me que tinhas parado para pagares uma portagem... Ainda bem que a pessoa que te atendeu não olhou (acho eu ) para o banco de trás... pois poderia pensar que tinhas sequestrado alguém... a viagem continuou e eu quase congelada...
Claro que pensei para onde me levarias e o que pensavas fazer comigo... mas tu continuavas a conduzir em silêncio...
Ouvi carros a passarem por nós... muito trânsito àquela hora, pensei eu.
De repente paraste o carro, saíste e... estavas a fumar um cigarro!!!!
Mas que desplante... e o ar condicionado ainda ligado.
Onde estaríamos???
Passados alguns minutos tiraste-me do carro e colocaste-me de pé mas tiveste que me amparar pois as minhas pernas estavam dormentes... mas o calor da noite foi tão reconfortante! Estava gelada.
Ouvi barulho de chaves e uma porta a abrir-se... e um carro a passar por nós.
Pegaste novamente em mim e devemos ter passado pelo corredor de um prédio... e ainda comigo ao colo, voltaste a abrir outra porta que fechaste atrás de nós com o pé...
Fui jogada numa cama... mas onde estaríamos???
Não deu para pensar em mais nada pois fui voltada para cima de qualquer maneira, a minha roupa rasgada... os meus seios amassados... a tua respiração ofegante sobre o meu rosto... orifícios penetrados com os dedos, um, dois... não sei... porque já gemia de prazer...
Removeste as cordas das minhas pernas e obrigaste-me a ajoelhar no chão.
Agarraste os meus cabelos e puxaste a minha cabeça contra o teu sexo que ainda estava retido dentro das calças... mas dava para perceber o quanto ele estava grande já... esfregaste o meu rosto contra ele através das calças... desagradável pelo tecido mas excitante por sentir o teu sexo...
Após uma ligeira pausa e já o teu sexo liberto exercia força sobre a minha boca... fechei-a... e resisti... mas por pouco tempo... uma estalada acabou com a minha resistência...
- Engoli-o todo, puta!
Abri a boca e de imediato o teu sexo me sufocou... depois veio um vai e vem frenético...como se estivesses a violar a minha boca que, entretanto, já salivava... só paraste quando me engasguei...
Fui jogada novamente na cama e colocada de quatro... abriste-me as pernas e entraste dentro de mim com violência...
Como ainda tinha os braços amarrados não conseguia aguentar por muito tempo aquela posição mas como que se adivinhasses a minha dificuldade, agarraste-me pela cintura com uma mão enquanto a outra agarrava o meu cabelo forçando a minha cabeça a ir para trás... os teus movimentos eram cada vez mais rápidos arrancando de mim gemidos, presságio da chegada do meu orgasmo... o meu corpo continuava a ser balançado com as tuas investidas dentro de mim... agora éramos dois a caminho de um orgasmo, quase que em simultâneo, entre gemidos e urros, soltámos fluídos no ápice do prazer...
As minhas pernas não aguentaram mais e caí prostrada sobre a cama...
Deitaste-te a meu lado... puxaste-me para ti, tiraste as cordas dos meus braços e a minha venda... trocámos um longo beijo... cansados... exaustos mas felizes...
Olhei por cima de ti e reconheci de imediato aquele quarto.
Estávamos em casa dos teus pais!
- Não acredito... agora compreendo. Os teus pais foram de férias...
Rimo-nos da situação... puxaste um lençol para cima de mim, aconcheguei-me nos teus braços e adormeci quase de imediato...