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sábado, 30 de maio de 2020

Dor e prazer

Conseguir transformar sentimentos em palavras continua a ser uma tarefa árdua para mim. Principalmente quando dor e prazer se misturam. 
É ter consciência que existe uma linha ténua entre dor e prazer e ao mesmo tempo perder essa noção.  Existe realmente a capacidade de erotizar a dor transformando-a num agente potencializador do prazer... capaz de me proporcionar emoções que eu desconhecia.
Com a tua ajuda tento compreender o que sinto. Procuro relembrar, reviver emoções e sensações e de seguida  transportá-las para a escrita. Não é fácil. Fico sempre com a sensação que não existem palavras capazes de  traduzir todas as sensações que provocas em mim.

O que eu sei neste momento é que quanto mais excitada e mais próxima do meu clímax, mais insensível eu fico e mais eu consigo suportar o sofrimento, tirando muito proveito e prazer. Terá muita lógica? Não sei.  Sinceramente há momentos em que gostaria de lançar a lógica pela janela. Atrapalha muito quando falamos de intimidade. Sexo não tem lógica, sexo é animal, é irracional. Pelo menos a forma como ambos vivemos a nossa sexualidade. Sempre envolta de muito amor, muita paixão e muita entrega. É dar e receber... é ficar de 4 com o rabo empinado e sentir o chapar da tua mão nele... É saber que a visão das minhas nádegas vermelhas te excitam... e me excitam também da forma como as descreves. É essa tua capacidade de me fazeres ver através dos teus olhos, de arrancares de mim lágrimas, prazeres  e caóticas sensações… e muitas vezes gargalhadas mútuas.
Como ficar indiferente quando bates com impetuosidade, com paixão, com energia, com tesão? Estás a passar para mim todo o teu entusiasmo, prazer e excitação. Isso deixa-me louca, completamente rendida aos prazeres de sentir o ardido gostoso provocado pela tua mão no meu traseiro. Essas palmadas são como uma injecção de adrenalina instantânea... quanto mais adrenalina mais êxtase... mais prazer...
Voltando àquela linha divisória entre dor e prazer... ela existe mesmo. Se eu não for bastante estimulada e excitada, se bateres forte demais, vai doer e essa dor acaba por inibir o meu prazer. Sempre atento às minhas reacções, de imediato compensas esse meu mal estar. Por exemplo, quando mordes ou puxas com força os meus mamilos, o prazer que sinto nesse momento entra em decréscimo à medida que a dor é mais incisiva. Mas essa dor desvanece no calor dos teus lábios, da tua língua... e de imediato o meu corpo reage em dobro a esses teus carinhos...
Hoje eu compreendo que a dor é um dos muitos recursos sexuais que passaram a fazer parte da nossa intimidade. Apesar de  considerar este assunto controverso e não muito abordado, o que é certo é que eu não me sinto menos mulher por admitir que adoro umas boas palmadas. Elas me excitam mas acima de tudo excita-me ainda mais  sentir-te louco de tesão por mim.



sábado, 30 de novembro de 2019

Instintos animalescos

(quarta-feira, 5 de junho de 2013)



Tínhamos chegado da praia. A minha preocupação naquele momento era fazer o almoço o mais rapidamente possível pois o tempo já era curto e tinhas que ir trabalhar.
Apesar do meu corpo sentir desejo pelo teu continuei na cozinha.
Senti a tua aproximação. Não me voltei. Colocaste a tua mão no meu rabo e recebi um beijo carinhoso teu, cheio de desejo e paixão. De repente curvas o meu corpo para a frente... A tua mão faz força nas minhas costas enquanto a outra aplica uma série de palmadas no meu traseiro.... Se já me encontrava excitada esse teu arrebatamento deixou-me ainda mais excitada... enquanto continuavas a dar-me aquelas palmadas fortes meteste a mão dentro das minhas calças e acariciaste-me o sexo... sentiste que já estava bem molhada... pronta para tudo... pronta para ti...


Num ímpeto agarras-me e quase que me atiras para o sofá... fico de 4 com o meu traseiro à mercê da tua mão... sinto essa tua parte animal, completamente entregue aos teus instintos... essa tua força que me excita e me quebra à tua vontade. As minhas calças são quase arrancadas à força e o teu sexo entra em mim à bruta arrancando das minhas entranhas um grito animalesco... a tua mão tapa-me a boca ao mesmo tempo que puxas a minha cabeça para trás... estamos entregues aos nossos instintos... o macho que domina e uma fêmea completamente submissa que geme e grita cada vez que aquele sexo rijo a penetra sem dó nem compaixão... em movimentos de vai e vem rápidos... impossível conter o grito a cada investida daquele macho que reclama a sua fêmea...
Sinto o meu traseiro  a arder... as tuas palmadas provocam ondas de calor pelo meu corpo... viras-me de frente e mergulhas a tua boca no meu sexo... lambes, mordes, chupas... estou a perder a pouca lucidez que já tenho, embrenhada naquele oceano de prazeres... deixo de sentir a tua boca para sentir os teus dedos dentro de mim... mexem e remexem as minhas entranhas... cada vez mais fundo... com movimentos mais rápidos... o meu corpo está febril.... o meu sexo lateja... arqueio os quadris e movimento o corpo ao encontro da tua mão... recebo palmadas na minha vagina... procuro fugir para trás... fico com a cabeça e ombros pendentes sobre o braço do sofá... aproveitas essa minha posição para enfiares o teu sexo na minha boca... estou ofegante... prendes-me os braços e continuas a enfiar cada vez mais fundo na minha garganta...  estou desesperada... não consigo controlar a minha respiração... sentas-te por cima de mim e volto a sentir a tua mão dentro da minha vagina...  vais alternando palmadas com caricias no meu clítoris... estou  prestes a vir-me... o meu corpo entra em convulsão... a tua voz ordena que me venha... os meus gritos soam pela sala... gritos de um prazer prestes a explodir... começo a mexer as ancas... quero fugir mas cada vez mais vou ao encontro dessa tua mão que me tortura... a minha explosão surge com a tua mão dentro de mim... mas poderia muito bem acontecer durante as tuas palmadas no meu sexo.... já estava tão excitada que um simples toque... uma simples palmada me faria vir...


Estou exausta... viras-me de 4 novamente e entras de novo à força dentro de mim... as tuas investidas comandam os movimentos do meu corpo.... estou sem forças... completamente abandonada... entregue  aos teus ímpetos... aos teus prazeres... puxas-me pelo cabelo para obrigar o meu corpo a receber as tuas estocadas.... por vezes devagar até enterrares o teu sexo fundo... outras vezes com maior brutalidade que impeliam o meu corpo para a frente... sinto-o rijo... latejando dentro de mim... sinto-te mergulhado nas sensações de macho.... possuído pelo instinto animal... possuindo a sua fêmea... Apertas-me a garganta... sinto-me a desfalecer... sinto também que estás quase a vir-te dentro de mim... o teu corpo fala isso para mim... as tuas palavras confirmam e a tua explosão acontece numa estocada final... entre gemidos, grunhidos e tremores... e eu exausta recebo o teu néctar dentro de mim... precioso tesouro que me concedes... uma dádiva tua pelo tesão que provoco em ti...
Ainda os nossos corpos não acalmaram... dás-me uma palmadinha no rabo e falas:
- Podes continuar a fazer o almoço!

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Momento de quase morte (Real de 2012) 1ª parte


Fui buscar-te ao emprego. Saías às 20 e 15, nao me queria atrasar. O fulgor do recente namoro impelia-me a querer estar o mais rapidamente possivel. Tinha saudades do teu cheiro, corpo, de ouvir a tua voz e o teu riso. Ainda hoje sinto todas essas emoçoes, ao fim de quase 7 anos juntos.
      Apanhei-te e partimos na direcçao de  um sitio para nos tao aprazível, onde poderíamos estar sossegados, dentro do carro, com a natureza em redor. Estacionei junto a uma ravina, de frente. Cedo começamos a nos tocar, beijar e, damos por nos com a luz de um pirilampo azul e o acender de farois por tras do nosso carro. Era a policia. Tinham ido verificar quem estava em sitio tao ermo. Embora um pouco desconcertados, verificamos com alivio as luzes a afastarem-se, sinal que nao iriamos ter problemas. Continuamos entao o que tinhamos interrompido, quando sinto o carro deslizar. Como tinhamos passado para o banco de tras e verificando ter o travao de mao nao accionado, estiquei-me todo e puxei-o para cima, verificando que o carro estancou. Pensei que estavamos a ser rebocados, associando ao facto da policia ter estado ali ha alguns minutos. Sai disparado do carro e foi entao que apanhei o maior susto da minha vida: Como estavamos junto a ravina, com os movimentos dos nossos corpos e o carro destravado, o mesmo estava a deslocar-se em direcçao a mesma. Por sorte, havia uma pequena cova antes do penhasco e juntamente com o puxar do travao, o carro estancou, senao, nao estavamos aqui para contar a historia.

      Apos o enorme susto, ja nao me sentia bem ali e dirigimo-nos a uma praia proxima que tinha estacionamento proprio,  com  correntes a veda-lo. Sai do carro, tirei a corrente, entrei no carro, entrei com o mesmo no parque e voltei a por a corrente como estava. Como estava outro automóvel no parque, se nos chateassem, tinha que ser aos dois o que achei pouco provavel, ate porque os carros poderiam ter ficado la depois da hora do fecho.



Comemos uns petiscos que tinhas levado e depois de um pequeno passeio pela zona, a pe, quando entrámos no carro constatamos o quanto podia ser constrangedor fazer sexo ali. Alem de termos outro nas imediaçoes, tambem por vezes passavam pessoas junto ao parque. Soluçao, pendurar as camisolas e casacos existentes nos vidros para os tapar. Assim, mesmo que vissem os movimentos do carro nao nos viam a nos.
O banco traseiro daquele carro era bastante grande e confortavel. Iniciamos entao as hostilidades, sexo oral mutuo, maos apalpando tudo quanto era carne, uns bons palmadoes no teu rabo e um orgasmo teu, para começo. Sao momentos que nao esquecerei.


Continua...

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Aventura no Centro Comercial (4ª e ultima parte)

       Olhei-te, ja a caminho de casa, e verifiquei o teu semblante cansado. Abrias a boca de vez em quando, esforçavas-te por manter os olhos abertos. Mandei-te por a venda e encostares-te. Ia a uma ultima brincadeira.
       Conduzi entao mais depressa, assim que pude meti-me por estradas secundarias, tentando passar-te a ideia de desviar caminho em direcçao a um qq desconhecido lugar.
       Quando parei o carro disse-te para manteres a venda. Sai do carro e abri-te a porta. Tirei-te o casaco e levantando-te o vestido, dobrei-te em cima do capot o carro. Estava quente, ao contrario do ar que estava gelado.
       Iniciei com palmadas, primeiro suaves para aquecer a pele mas a medida que ias tu propria aquecendo, foram sendo mais fortes ate teres as nadegas vermelhas. Estavas tao vermelha que com a pouca luz que existia dava para perceber.
      Verifiquei como estavas molhada...mesmo muito, os gemidos sugeriam isso mesmo. Penetrei-te entao de uma vez, pondo-te a mao na boca para que nao gritasses tao a vontade, o que acabou por acontecer, alem de me dares uma dentada na mao. Sei que te doeu, mas tambem sei que adoras. Continuei a penetrar-te, tirando tudo para voltar a fazer-te sentir em toda a minha plenitude mas devagar. Sei que te irrita, gostas de ser penetrada de forma animal, mas tambem sei que quanto mais irritada, maior a tua explusao. Pediste para fazer com força e rapido mas contrariava, mantinha-te presa pela mao, agora no pescoço, impondo-te uma posiçao de submissao total. Nao conseguias mexer-te, logo nao sairias daquela posiçao enquanto nao quisesse.

      De vez em quando uma palmada com a mao livre ou um ligeiro aperto no bico de um peito, ajudavam a perturbar-te mais. Estavas completamente irada, refilavas, queixavas-te, um delirio.... Para mim.
      Por vezes, para alimentar a tua necessidade, fazia duas ou tres inserçoes mais pujantes, que respondias com gemidos de prazer, algumas vezes interrompendo os queixumes, mas logo voltavas a eles. Estava a adorar. Sabia que nao aguentavas muito mais, apesar de ser devagar, aproximava-se a passos largos o teu orgasmo e, ja agora, o meu.
       Voltei a tirar tudo e meter e uma vez e ai nao mais o ritmo abrandou. Quando te sinto estremecer, nao seguro mais, aperto-te o pescoço por tras e tens o teu orgasmo, ofegante, aluciado, devastador ao mesmo tempo que recebes o meu. Dobro-me sobre ti tambem cansado. Beijo-te o pescoço, os ombros, a cabeça. Dirijo-te palavras de amor e ajudo-te a pores-te direita. Quando te tiro a venda, descobres que afinal estavamos a porta da vivenda, perto de uma arvore que nos dava alguma privacidade. Deste-me um beijo e disseste-me: -"Magnifica noite que tive. Adoro-te."

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Desespero

(28 de Abril de 2013)

Ontem quis repetir a experiência de sexta feira.


Enquanto escolhias um filme para veres fui buscar um frasquinho de óleo... era minha intenção fazer-te uma massagem... sentei-me a teu lado e comecei por massajar essas tuas mãos que amo tanto... a seguir fiquei de joelhos e comecei a massajar o teu sexo... que endureceu no calor das minhas mãos... enquanto te acariciava olhava nos teus olhos... baixei-me e enfiei-o todo na boca e comecei a deslizá-lo entre movimentos mais suaves e outros mais intensos... tirava-o da boca e enquanto o apertava com força, introduzia a minha língua no teu umbigo...beijava e lambia as tuas virilhas... os teus testículos... levantava-me procurando o teu olhar...  saliva escorria da minha boca... continuei a massagem sem deixar de te olhar... o teu olhar desviava-se do filme para mim...
Parei por instantes e falei que estava com sede... regressei com um copo de água e algumas pedrinhas de gelo...bebi um golo e introduzi o teu sexo quente na minha boca gelada... agarras nos meus cabelos, empurras a minha cabeça e o teu sexo entrou fundo na minha garganta... com a tua perna prendes-me a cabeça e aceleras os movimentos do teu sexo... páras de repente com ele na minha garganta e assim fico por alguns momentos contendo a minha respiração... sinto-o pulsar.
Largas-me de repente retirando-o da minha boca... levanto a cabeça... estou ofegante... e delicio-me com o teu olhar extremamente fogoso que me deixa ainda mais excitada... forças-me de novo... dás-me umas palmadas nas nádegas... prendes-me a cabeça e obrigas-me a engolir ainda mais... desprendes-me e viras-me de costas... à força... abres-me as pernas e mergulhas entre as minhas coxas... a tua língua deixa-me louca... metes uma pedra de gelo na boca e acaricias o meu sexo com ela... sinto a água a escorrer... uma sensação forte e excitante... sentir o frio do gelo no calor do meu sexo... no meu clitóris... na vagina... os teus dedos avançam... com movimentos mais acelerados entram mais fundo na minha vagina... o meu orgasmo está prestes a explodir... não aguento mais... mas nesse momento tão almejado por mim... tu páras!!!! Levantas-te e falas  para mim..."vamos para a cama!"
Quanta tortura... ainda deitada... coloquei a minha mão sobre o meu sexo... queria muito me masturbar naquele momento... dar para mim o orgasmo que me negaste... voltaste atrás, retiraste a minha mão... e repreendeste-me... "menina feia.... vamos para a cama..."
Naquele estado... com as pernas trémulas... com aquela ansiedade e desespero... levantei-me muito a custo... o tremor das pernas dificultou o meu andar até ao quarto... quando lá cheguei vi que olhavas para mim com um sorriso nos lábios...
Deitaste-te e ordenaste que te fizesse um broche... fiquei de joelhos, com o rabo um pouco voltado para ti... debruçada abocanhei o teu sexo até o sentir bem fundo na minha garganta... fui beijando, lambendo... fazendo-o entrar e sair da minha boca que já salivava... parei  e comecei a beijar e a lamber as tuas virilhas... tu obrigas-me a parar, agarrando os meus cabelos... sinto o cinto nas minhas costas, no meu rabo... empurras a minha cabeça em direcção ao teu sexo.
- Engole-o todo!
As tuas cinturadas provocam ardor... não sinto dor... sinto carinho o que me deixa mais excitada... comandas a entrada e saída do teu sexo na minha boca... vezes sem conta... páras com ele na minha garganta e assim me obrigas a ficar durante algum tempo... esta situação é repetida algumas vezes... sinto nos teus movimentos... na tua respiração... o quanto também estás excitado...
De repente pegas em mim e viras-me de barriga para cima... abres-me as pernas... sabes o quanto eu adoro sentir a tua boca... a tua língua... os teus dentes... beijando... lambendo... mordendo o meu sexo... arrancas de mim gemidos de prazer imenso... os teus dedos apertam-me os mamilos... vais passando de um para o outro apertando e puxando... quentura... dor... prazer... chamo por ti... aviso-te que estou a vir-me... o meu corpo é percorrido por ondas fortes de prazer emanando para todo o corpo... de imediato a tua  mão pressiona o meu pescoço... desfaleço... quanto prazer...
Viras-me de 4 e penetras-me com força... vais alternando movimentos vagarosos com outros mais rápidos e fortes... estás a levar-me a um novo orgasmo... sinto o teu sexo todo dentro de mim... estou quase a vir-me... tu investes e aceleras mais e mais... estou ainda a  deliciar-me com o meu e recebo o teu orgasmo quase em simultâneo... quanto amor... quanto prazer...

Doces palmadas

(6 de Agosto de 2013)


Uma vez mais no sofá (doce cúmplice de prazerosos momentos nossos) entre carinhos, beijos e carícias, voltaste-me de 4. Fiquei apoiada sobre o braço do sofá... com uma mão prendeste-me a nuca para me manteres naquela posição enquanto me estimulavas o sexo com a outra... movimentavas os dedos  dentro de mim com movimentos fortes que me atiravam para a frente... alternavas esses movimentos estimulando também o meu clitóris... estava completamente entregue ao prazer... completamente entregue a ti... deixei de sentir a pressão da tua mão na minha cabeça por momentos... e senti as tuas primeiras palmadas nas minhas nádegas... suaves e ao mesmo tempo dolorosas... não pela dor em si mas pelo seu impacto e sensações que provocavam... o meu sexo continuava a ser estimulado... e as tuas palmadas cada vez mais fortes... paravas algumas vezes, sem deixar de me estimular,  para me acariciares... Era tão bom sentir o calor da tua mão deslizar sobre as zonas afectadas...
O calor provocado pelas palmadas espalhava-se por toda a zona das nádegas... estremecia a cada uma... mas não me afastava, pelo contrário, cada vez empinava mais o rabo oferecendo-o a esse ardor, entregando-o a esse prazer... ao mesmo tempo que impulsionava e movimentava os quadris para sentir os teus dedos mais fundo na minha vagina... um formigueiro subia pela espinha até à nuca acompanhado de arrepios... estava completamente encharcada... gemia e contorcia-me... o meu orgasmo estava prestes a acontecer... o meu corpo respondia instintivamente àquele brutal prazer... os teus dedos pararam dentro de mim mas as palmadas continuaram... gemidos e gritos cada vez mais intensos... já não tinha o mínimo controlo do meu corpo... viver sensações atrás de sensações... entre espasmos e gemidos rendi-me àquele prazer imenso num orgasmo nunca antes sentido... estava exausta!
Amo-te!

domingo, 22 de setembro de 2019

(in)Submissão

(29 de outubro de 2013)

A minha submissão não é sempre igual e eu a manifesto de formas diferentes. Gosto de ser submissa quando menos esperas  e rebelde quando esperas a minha submissão. Gosto de fazer prevalecer a minha insubmissão em determinados momentos de forma provocadora.
Não quero obedecer apenas por obedecer. Preciso que arranques a minha submissão de dentro de mim. Não quero ceder. Tu tens que me forçar, obrigar a ser submissa, quebrares a minha vontade. Gosto de desobedecer, desafiar e provocar.... irritar-te... tirar-te do sério.... preciso ser forçada, subjugada, dominada, vencida.... Isso me excita.... Assim tu me mostras o quanto me amas e me desejas.... tão desejada que precisas de me forçar, amarrar, escravizar....
Adoro passar do estado rebelde ao estado submisso. Quero sentir na pele o teu poder absoluto sobre mim.... que exorcizes o meu corpo e libertes a minha alma!

Agarraste-me com força... deitaste-me no teu colo... estava completamente imobilizada... enquanto me açoitavas ias enfiando os dedos na minha vagina... queria fugir dessas palmadas mas o teu aperto era cada vez mais forte... gritei de dor... de desconforto... gemi de prazer.... as minhas nádegas ardiam e o meu sexo latejava... as palmadas foram ficando cada vez mais fortes... as lágrimas deslizam... sinto o seu sabor salgado na minha boca... os meus soluços são interrompidos por gemidos de prazer... estava completamente molhada... completamente desejosa de ser penetrada... não sabia mais se gritava, soluçava ou gemia... e tu continuavas a brincar com os dedos dentro de mim... abrandas um pouco as palmadas e aceleras o movimento dos teus dedos dentro da minha vagina... estás a deixar-me louca... estou quase a vir-me... procuro controlar a minha respiração... conter os meus gemidos... calar os gritos.... mas os movimentos do meu corpo atraiçoam-me... atento percebes que estou quase a vir-me... os teus dedos páram e as palmadas regressam mais fortes que nunca... as minhas nádegas estão quentes, doridas... solto um grito de dor... um grito longo... animalesco... o meu corpo se curva.... se contorce... fico soluçando em silêncio...
Os teus dedos voltam a entrar dentro de mim.... estimulando e acariciando o meu clitóris ao mesmo tempo....  o meu corpo por momentos não reage a esses estímulos....  começas a acariciar-me as nádegas... o calor da tua mão acalma-me e alivia a dor que sinto...  os teus dedos continuam a acariciar o meu sexo.... devagarinho... a tua mão passa das nádegas para o meu cabelo que afagas com carinho... isso me conforta....  a paz que sinto naquele momento me emociona...  são lágrimas de emoção e de amor as que deslizam pelo meu rosto.... uma paz curta pois de novo o meu corpo começa a reagir e a excitação volta...desta vez mais intensa...  os teus dedos aceleram o vai e vem dentro de mim... empurro o meu corpo contra a tua mão...  quero mais fundo...  sinto-me completamente encharcada.... a minha respiração acelera... o coração parece querer saltar do peito....  gemo de prazer... grito de paixão... Ahhh.... assim... não páres.... palavras que balbucio a medo.... um pedido que podes recusar.... estou quase a vir-me.... assim.... Ahhh.... entre espasmos e gemidos.... ecoa um grito alucinante... de desespero, alívio e prazer.... muito prazer.... Estou exausta.... extenuada.... mas sentindo uma paz e uma felicidade que só tu me podes dar...

Felicidade no casal traz muito sexo?

(Escrito a 22 de novembro de 2013)

Começo por falar que tenho consciência que somos um casal feliz.  Um casal com quase um ano de convivência a dois.  Durante este tempo já passámos por situações menos agradáveis mas a nossa maturidade e o amor que sentimos, ajudou-nos a superar essas dificuldades.  Como casal feliz que somos encontramos prazer em múltiplas fontes ou actividades que não estão, necessariamente ligadas ao sexo.
Temos capacidade suficiente para nos nutrimos emocionalmente de boas conversas e debates, de passeios extraordinários, de dormidas fascinantes no carro e um convívio familiar bastante saudável e acolhedor. Sentimos tanto prazer na partilha de um chá e de um bolo como quando nos deliciamos com o nascer do sol na praia, após uma noite de sexo alucinante.

Qualquer coisa feita a dois nos preenche e dá prazer. Claro que muitas destas situações podem resultar numa bela sessão de amor ou apenas numa noite sossegada, entrelaçados e abraçados.  Não podemos medir a capacidade de proporcionar alegria mútua pela quantidade de sexo que fazemos. Temos uma vida sexual bastante activa mas sabemos que o sexo é uma consequência de muitos factores e não apenas o medidor central da felicidade que sentimos. Mas o sexo que fazemos é maravilhoso, devastador e de real qualidade, daquele que dá vontade de lamber os lábios com sabor de quero mais.
 Sabemos lidar com as oscilações inerentes ao nosso dia-a-dia. Não temos fases más com menos sexo. Não podemos sequer considerar uma fase má quando não fazemos sexo durante um dia. Já aconteceu por diversos motivos. Quando é por doença parece que outros sentimentos se desenvolvem em um de nós... o desejo carnal fica meio adormecido e vem ao de cimo o nosso sentido de protecção em relação ao outro. Uma necessidade enorme de compensar todo o mal-estar que aflige o outro. São momentos de muita atenção e de muitos carinhos.
Por vezes ficamos magoados porque nos sentimos decepcionados com alguns actos ou palavras menos agradáveis da parte do outro. Apesar do muito e sempre presente desejo e amor que sentimos parece que esse momento "mau" consegue falar mais alto que todos os momentos bons que vivemos.
Fazes-me sentir a mulher mais amada e desejada à face da terra, 24 horas por dia. Faz-me sentir sempre especial, adorada e idolatrada... e quando surge um mal entendido entre nós, parece que o mundo desaba na minha cabeça... Fico triste, decepcionada e revoltada... Falamos sobre o que se passou mas parece que é insuficiente... Não coloco o teu amor em causa... apesar do mal-estar sei que me amas e que tudo tem explicação. Mas a minha revolta não me deixa falar o contrário. Tu és o meu Deus, a minha vida. Por isso não te "perdoo" falhas. Insensato, eu sei... e já falámos sobre isso diversas vezes. Acabamos por ficar ambos tristes e sem saber muito bem como agir. "Afastamo-nos" um pouco...
 Pode parecer um pouco irracional e animalesco o que vou escrever agora .... mas naquele momento não preciso que me dês razão ou me digas que compreendes como me sinto... nada disso... naquele momento desejo levar um estalo na cara que me faça calar, que me faça chorar... deitar cá para fora, através do choro, todas as minhas mágoas... que exorcizes as minhas dores... desejo que me agarres à força e me jogues na cama... me domines com a tua força... quebres a minha resistência... a minha vontade.... que me dês umas boas palmadas no rabo até ficarem vermelhas... até eu gritar... até eu te suplicar que páres... me sufoques e me penetres com os teus dedos e me faças vir sem eu o querer... no fundo... quero apenas que me ames... como só tu o sabes fazer... como se o amanhã não existisse... que me mostres naquele momento o quanto me desejas... o quanto necessitas de mim para viver... que eu sou o teu mundo, a tua vida... a razão da tua existência...
 Em suma... que somos um do outro... que somos tudo um para o outro... 

Queres saber como me sinto neste momento? Aliviada por exteriorizar o que sinto e muito excitada, pensando já no teu regresso a casa... Imaginando já o momento que te sentares no sofá... te sirvo um café e um cigarro... e enquanto te delicias com esses dois prazeres... eu, de joelhos... me delicio com o teu sexo na minha boca...
Amo-te!

domingo, 20 de novembro de 2016

SONHO OU REALIDADE 3 (Final)



....continuaçao

    A tua mao depressa incidiu mais fortemente no meu membro pulsante, a medida que o teu entusiasmo reanimava. Insaciavel, aquele pequeno período de pausa foi suficiente para revigorares e retornas mais ciosa, mais entusiasmada. Agarro-te no cabelo e puxo-te para cima, enquanto na mao que me acaricia e puxo e torço, de maneira que o teu braço encosta as costas. Ficas imobilizada olhando-me, meio assustada, mas com expressao selvagem, de desejo incontido. Deito a cabeça no meu colo novamente, com o braço na mesma posiçao e passo a arranhar-te as costas com as minhas unhas da minha mao livre. Serpenteias, a dor dos sulcos que te faço na pele nao e inferior ao prazer sentido. Gemes, queixas-te mas relaxas. Passo as unhas em diversas direcçoes, desenhando nas tuas costas uma obra prima traçada a finos riscos. A garrafa de alcool, que apanhei na mala da porta, e despejada e espalhando o alcool pela minha mao. Urras,gemes, queres mexer-te mas sem sucesso. Estas alucinada. As tuas pernas, apesar da situaçao ser incomoda, apertam-se uma contra a outra, "esmagando" o teu sexo inchado e molhado. Estas transtornada, dorida, desejosa de te vir. Por fim largo-te e de um salto vais para o teu lugar, olhas para mim masturbando-te, ganhando com isso mais uma estalada. Nao contente, continuas a masturbaçao mais incisiva, obrigando-me novamente a te agarrar e voltar-te, ficando tu com o peito encostado ao banco.
Depois de verificar que teimosamente a tua mao continua a tocar-te, passo a bater-te no rabo. Palmadas surgem seguidas. Ja nao te tocas. Tentas evitar as palmadas mas isso so faz com que leves as mesmas com mais força. O teu rabo esta encarnado e quente. Maravilhoso a vista incentiva-me a bater-te mais. Ja me doi a mao quando paro e tu choras. Passei novamente a mao na tua vagina e estavas tao molhada que pensei teres tido mais um orgasmo. Ri-me e,antes que secasses, passei para o teu banco e enterrei com todas as minhas forças em ti... Um grito animalesco sai da tua boca, o que me incentiva a manter a cadencia, rapida e forte. Ja uivavas, o teu corpo vinha de encontro ao meu, aumentando sempre a profundidade, mexias a cabeça enlouquecida ate que a ergues, sai da tua boca uma especie de grunhido, retesas o corpo e cais sobre os teus braços. E a minha altura, mais duas ou tres estocadas que te empurram e expludo dentro de ti. Estavamos acabados naquela altura. Era hora de ir-mos para casa, tomar um banho e comer qq coisa. Repor energias para, quem sabe, continuar  por mais algum tempo tao intima relaçao.  

segunda-feira, 13 de junho de 2016

CASTIGO



  A noite no trabalho foi atípica. Nada de muito complicado mas, a minha cabeça nao estava la. A minha Rubi teve um descuido anormal,algo talvez de pouca importancia na vida comum mas que achei uma falta de respeito para comigo.
   Depois de muito pensar resolvi castiga-la por isso. Ja a tinha avisado que os castigos seriam mais duros e frequentes. Achei que a sua resistencia e masoquismo ja requeriam tal.
    - Cheguei a casa do trabalho nao sem antes enviar uma mensagem com instruçoes de objectos para trazer quando fosse para o carro. Saimos de imediato para o cafe matinal e uma volta por um mercado, sempre de mao dada, de maneira normalissima. O castigo vinha depois. NAo falamos sobre nada nesse passeio. Ja antes tinhamos abordado o assunto, durante a noite e queria aqueles momentos passados de maneira normal entre nos. Quando chegamos a casa caminhei para o barracao mandando-a seguir-me. Mandei-a ajoelhar em cima de almofadas, para que nao se ferisse e de imediato dei-lhe umas palmadas no rabo, fortes, ritmadas.
Depois introduzi no seu anus um dildo com bomba que acionei para que a preenchesse o mais possivel e impossibilitasse assim a sua saida. A partir dai mais palmadas fortes se ouviram, misturadas com as suas suplicas, gritos e choro. Confesso que a tesao em mim estava a mil. Nao por alegria de vingança mas sim porque o meu sadismo estava preenchido, a almofada encharcada dos seus sucos que brotavam sem parar alem da força que exercia para a limitar e nao deixar fugir como tentou mais tarde, fugir das palmadas. Confesso terem sido bastantes e nada meigas. O rabo estava vermelho e marcado com nuances devido as meias rendadas que tinha vestido e que salientam a beleza do seu corpo. Uma visao extasiante para mim, junto com a "musicalidade" do seu choro angustiado e o cheiro inebriante do seu sexo melado...
    - Parei, achei que ja aprendera, perguntei-lhe se serviu de liçao ao que no meio de soluços respondeu que sim e mandei-a por-se de joelhos para que trata-se do meu sexo. A custo posicionou-se e, sem para de chorar, beijou e engoliu o que lhe oferecia. Mandei-a tirar os braços para traz e guiei eu. De seguida, quando a senti mais calma, posicionei-me por traz e penetrei-a por onde ainda ha pouco escorria o seu sumo. Claro que entrei com facilidade mas, para estranheza minha, houve uma nao reaçao. Nao me importei, se nao reajia de uma forma, talvez fosse de outra maneira e, troquei de orificio. Novos gritos, choro convulsivo novamente. Estava dificil e agora ja nao fazia sentido a mim tal comportamento. Tirando-o de dentro dela, mandei-a novamente ajoelhar e introduzi novamente na boca, elogiando-a por aceitar de tao bom grado "limpar" o penis que antes estava em si. Senti que se afastava mas nao permiti. Segurei a sua cabeça e novamente a direcionei ate ele. Continuou a chupar e lamber mas, dessa vez so porque foi obrigada. Tirei de novo da sua boca e tentei com lingua e dedos o que nao tinha sido obtido de outra maneira mas, ainda assim, nada de reaçoes. Achando estranho, levantei-a e abraçando-a, beijei-a e acarinhei o seu corpo. Aquilo fez com que se acalmasse e correspondesse aos carinhos. Finalmente tinha começado o desbloqueio da sua mente. Saimos de la, fomos tratar das nossas obrigaçoes para com os animais e ao perguntar-lhe o que se tinha passado, respondeu que tomou todo o tempo como um castigo e nao se conseguiu soltar. Foi entao a minha vez de explicar que tal tinha cessado com o primeiro felacio, esse era por assim dizer, o fim do castigo e o começo da uniao fisica.
    - Nao obstante, a frieza de antes ja tinha dado lugar as (habituais) manifestaçoes de desejo e o seu corpo e olhar mostravam agora o quanto me desejava dentro de si. Entramos no galinheiro e, apos alguns carinhos, dobrei-a delicadamente no muro e, despindo-lhe os calçoes que entretanto pusera, consumou-se o acto. Forte, profundo, louco, rapido, louco. Poucas estucadas depois ja a agarrava no pescoço, cortando-lhe a voz, mas dando-lhe necessariamente um orgasmo intenso. Tudo muito rapido, tudo extenuante. As suas pernas tremiam com falta de forças e resolvi parar ai. Nao tinha onde a apoiar e, depois de um tratamento como o que levara no barracao, certamente nao aguentaria muito mais tempo em pe depois daquele orgasmo tao destrutivo. Caminhamos de maos dadas ate casa, conversando banalidades, felizes, realizados, enamorados.