quinta-feira, 30 de maio de 2019

Climax e desmaio.



     Estavas deitada na cama, barriga para o ar, pernas abertas, sorriso maroto. Aproximei-me com uma palmatoria suave com a qual varri o teu corpo, peito, vagina, pernas, barriga.... Tudo teve a sua dose.
     O chicote veio em meu auxilio e passou a flagelar o teu corpo, as mesmas areas mas agora com bastante mais impacto. Tu alucinavas de dor e desejo.
     Resolvi entao usar os choques junto ao monte, entre ele e a barriga. De principio a meio termo, para te habituares, enquanto a vagina era sugada com o aparelho de sucçao. Continuavas em agonia sexual, tesao enorme, encharcada mas com dores. Uma mistura explosiva.
      Passei a alternar a intensidade dos choques, a bomba cada vez mais evasiva, o teu sexo chegava a ficar encostado ao plástico, aberto, clitóris enorme, labios inchados e tu guinchavas. A dor e o prazer atormentavam-te. Entao resolvi inovar e, ao mesmo tempo que te dava choques e sugava, passei a dar palmadas com a mao livre na barriga e mamas. Ai toda tu te torcias, gemias, ate que, gritos, choro, convulsoes, ejaculaste encharcando a cama e desmaiaste. Foi lindo de se ver, a tesao em mim era demais e tu desacordada, exausta, inerte. Demoraste uma boa meia hora a acordar, preocupada com a cama molhada, mas com um ar sereno ao mesmo tempo. Tive que te explicar o processo da ejaculaçao e da loucura porque passaste ate desmaiar. Depois, fomos jantar a costa da caparica, demos uma bela volta por alfarim e no regresso a casa disseste-me teres tido uma noite maravilhosa.
   Dia perfeito.

sábado, 25 de maio de 2019

Contrariedades...bem aproveitadas.



     Dirigimo-nos a cama. Tinha o plano bem delineado. Estava preparado para te infligir um tratamento duro, pendurada nas tuas cordas. Ja na minha imaginaçao estavam chicotes, sucçao de mamilos e outras meiguices, em suma, outra sessão brutal, imaginando um fim glamoroso. Esse final aconteceu, mas de maneira totalmente diferente do imaginado.
     Deitamo-nos tapados, fruto de algum frio que sentíamos, dando inicio ao aquecimento, roçando, com varias massagens nas tuas costas, apertões e  outros mimos mais ou menos habituais. Ao fim de algum tempo, com a tua mao a estimular-me, entrei em pre-ejaculaçao, as tuas maos estavam a fazer maravilhas em conjunto com os gemidos sensuais que vocalizavas. Tinha que parar com aquilo antes que acontecesse. Nao era a altura.
     Perguntei se querias um cigarro ao que respondeste algo surpresa com um "nao, obrigada". Entao levantei-me e fui em busca de um, deitei-me a saboreá-lo  e encostei-me a ti em conchinha, o que nos sabe bem...Entao tudo começou.
      Encostei o membro ao teu anus enquanto fumava, descansando-te quanto ao entrar, ainda por cima sem qq lubrificante. Sempre quis tentar uma coisa e foi a oportunidade. O facto de nao ter lubrificante descansa-te em relaçao a uma entrada mais feroz. Por outro lado, encostando-o a ti, com umas quantas massagens, podes por ti propria o meter dentro, de forma controlada por ti. Ainda por cima, como nao vives sem um pouco de dor, essa mesma podes procura-la tu. Com este pensamento, iniciei uma massagem em ti, nas costas, dolorosa mas em simultaneo, sensual. E deu resultado.
     O teu corpo começou a ondular, em especial o traseiro que, alem de ondular, procurava o contacto mais forte, pressionava o anus contra o meu sexo. Alem de tudo, puxavas de forma delicada, a nadega, abrindo caminho a entrada do sexo. As tuas maos acariciavam os testiculos tambem.
      Entretanto, apaguei o cigarro, abri a tua perna, suportando-a com a minha e passei a acariciar-te o clitoris. A reacção foi imediata. Se antes pressionavas, agora sentia o teu corpo a engoli-lo. As pregas abriam a minha entrada e os teus gemidos cada vez maiores. O teu sexo estava encharcado, o teu corpo cada vez mais se movimentava, o clitoris enrijava  na minha mao, os teus gritos de prazer aumentavam ate que, o orgasmo veio, como sempre intenso, brutal, demorado. Sei que e prolongado porque o clitóris fica intocável quando acontece, no principio nao toleras toque sequer, e desde esse momento ate ao ocaso, e interminável momento de sensuais e intensos gritos, movimentos, respiraçao difícil, um conjunto de fenómenos que me excitam ao limite.
     Quando (finalmente) acalmaste, perguntei como te sentias depois de teres um orgasmo daqueles comigo dentro de ti. Respondeste que nao, que nao estava dentro e nesse momento retirei de uma vez, para te castigar ao que gritaste de dor e te encolheste. Depois disse-te que era o castigo por te teres vindo e negares a evidencia. Respondeste que nao o sentias, nao sentias a dor de estar dentro.
     Acalmei e novamente encostei no mesmo sitio. Era a minha vez de tentar o climax naquela posiçao, no mesmo orificio.
      Entao encostei e de novo, massagens fortes, dolorosas, e de novo o teu corpo me recebeu, dessa vez mais facilmente. Continuo a salientar, sem lubrificação acessória.
      Senti-me nas nuvens. Por uma das 1ªs vezes, sentia prazer em ti, penetrando-te no anus. Sei que as massagens tiveram uma quota parte na coisa, mas quero pensar que nao foi a única coisa, chegaste a puxar-me para dentro de ti, gritaste de dor e prazer diversas vezes ate que, nao aguentei tanto estimulo e o meu semen preencheu o teu interior. Foi soberbo, ate pelos movimentos que fui sentindo do teu corpo a receber o meu liquido.
     Quedamo-nos, esperando que o sexo saísse por si, nao fazia sentido fazer-te sentir dor tirando sem do. Ainda ganhei uns apertos no meu sexo feito com o teu anel, brincadeira que ia prolongando a erecção.
     Passado algum tempo, com a tua ajuda, sai de dentro de ti, realizado, por tudo o que aconteceu. Nem sempre o imaginado acontece e neste caso, ainda bem.

sábado, 18 de maio de 2019

Escova de aço...

     Vamos para o quarto, ordenei.
     Olhaste-me com  um riso surpreendido, mas obedeceste.
     Despiste-te e foste agarrar-te as tuas cordas. A escova entrou em acçao, arrastando a pele das costas e pressionaram as omoplatas. Toda tu tremias e ondulavas, inebriada pela dor/prazer, que aumentou com a pressao da mesma nas nadegas, produzindo pequenos sulcos sanguinios e lubrificaçao que te descia a perna, possuida de um gozo animal, o qual me impeliu ao uso dos chicotes. "Beijei-te" as costas e nadegas sem arrego. O corpo tremia-te, gemias e choravas baixinho, dando as nadegas ao batimento,convidando a que te flagelasse sem treguas. Pedes-me para te deitar porque os teus braços ja nao aguentam. Tens andado mal deles e cedi ao teu desejo...ate porque tinha mais ideias.
     Deitaste-te e o meu telefone tocou. Enquanto fui ver e atender a chamada, tu sem autorizaçao masturbavas-te com um vibrador. Mesmo atendendo um familiar, nao foi impeditivo de te dar umas chicotadas quando te vi a ponto de chegares ao êxtase. Ficavas aborrecida, eu parava novamente e novamente se repetia tudo...quase que o atingias, mas umas boas chicotadas faziam-te parar. Em especial no peito e nas pernas, que sempre tiveste medo e te provocam uma dor nao excitante. Por outro lado acho que ajudaram a fase seguinte.
     Desliguei o telemovel e mandei-te voltar, com as costas para cima.
     Iniciei mais uma sessao de chicotadas ate te ouvir quase em surdina gemer. Passei a dar-te palmadas fortissimas nas nadegas e reparei que nao reagias fisicamente, apenas as recebias e gemias, muito, alucinada. Estavas em transe. As maos ja estavam quentes de tanto te bater com elas, as nadegas vermelhissimas, inchadas e os teus gemidos mantinham-se constantes, alucinados, o lençol que tinhas por baixo encharcado dos teus humores. Ate que te interrompi desse êxtase penetrando dois dedos em ti. Como que acordaste sobressaltada,  excitadissima, meio atordoada, uma tentaçao. Resolvi entao mandar-te por de 4. Se nao me enganasse ias repetir um orgasmo recem descoberto. E assim foi.
     Mandei-te abrir as pernas estando de 4 e a mao que te "acariciou" as nadegas passou a incidir sobre o teu sexo. Primeiro sem muita força, força essa que foi aumentando a medida dos teus gritos de prazer, ate que o inevitavel aconteceu. Um fortissimo orgasmo, regado de muitos fluidos e gritos, fulminante, deitou-te completamente(?) abaixo. Caiste na cama como que arrasada mas singularmente, apos uns segundos, novamente te posicionaste de 4 e "convidaste-me a entrar em ti, convite que nao recusei. Infelizmente tive o cuidado de te penetrar vagarosamente, estavas meio cambaleante e nao tinha intensao de te fazer saltar da cama...tiveste entao a desfaçatez de dizer nao estar a sentir nada.
     Ai nao resisti e entrei em ti sem piedade. Queixaste-te do tamanho, que te magoava, mas agora era tarde e acho que eram so queixumes de dama. A partir de determinado momento, os queixumes deram lugar a multiplos gritos, a medida que te puxava pelo cabelo na minha direçao ou te apertava o pescoço ou ainda te enchia mais uma vez as nadegas de palmadoes, estremeceste e tiveste outro orgasmo monumental, creio que "secaste" ali, caiste de lado e, ai sim, quedaste-te dilacerada de dor e prazer, sem forças...Quanto a mim, enchi o interior do teu corpo com o meu semen, num orgasmo tambem ele bizarro, tanto foi o que vivi neste dia. Alucinante.

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Conto fictício 1




       Mandei-te uma mensagem em que te ordenava vestires-te com a roupa que seleccionei, que te pintasses e arranjasses como deve ser, depilada, uma verdadeira vamp luxuriosa. Tinhas 1 hora para fazeres tudo.
       Estranhaste eu ter-te enviado mensagem para o telemovel pois estava na sala ao lado. Mas achei por bem faze-lo. O cronometro entrou em acção.
       Entretanto, quando te fechaste na casa de banho, fui eu proprio vestir-me. Claro que, nao tendo a tua presença, quero pelo menos estar decente e condizente com a tua beleza. Assim vesti umas calças pretas de ganga justas e uma blusa azul tambem ela justa que assenta bem, calcei sapatos pretos clássicos. Nao estava mal apresentado, Para complementar, um casaco azul de fino corte. Estava bem.  Alguns "brinquedos" foram para dentro de uma mala de viagem, colocada dentro do carro. Entretanto , faltando uns minutos para o teu prazo, apareces deslumbrante, com a tua coleira preta, o teu vestido preto justo, o blazer vermelho, sapato de salto alto e meias de renda, as que escolhi porque têm uma abertura entre pernas. Divinal, pensei. A pintura suave, sem ser os labios, carregados com um vermelho vivo que me encantavam.
     Agarrei-te na mão e conduzi-te ate ao carro, nao deixando de te olhar sem o perceberes como um predador pronto a saltar na presa.
     Fomos a um bar em Lisboa, nas docas, onde descontraímos com musica calma, uma bebida suave, e um ambiente calmo. Ate ai tinha aguentado os meus ímpetos animais...
     Saímos dali direitos a A1, em direcção a Coimbra.
     A mala estava ao alcance da mao, portanto facilmente tirei o que desejava. Olhaste-me com ar de surpresa e curiosidade. mandei-te levantar o vestido e dares vinte chicotadas no sexo, nao muito rápidas mas fortes. Mais uma vez tive que te "incentivar" com uma chapada pois exitaste por estarmos na auto-estrada.
    Passaste a obedecer no imediato. Uma...duas...tres. A partir dai soaram-me menos fortes e mandei parar. Ordenei que desses o chicote a minha mao. Dei-te 5 como queria que o fizesses. Gritaste em duas delas mas as pernas mantinham-se abertas e um brilho emanava entre os teus labios sexuais. Estavas finalmente a excitar-te. Dei-te novamente o chicote e mandei-te recomeçares. Fizeste uma expressao triste mas obedeceste. Uma...duas...tres....quatro... Notei suspiros de prazer a subirem e gritos de dor a descer...belo, era o que queria. Continuaste ate aos vinte, agora envolvida com o chicote, com a cabeça lançada para tras, em harmonia com o prazer, ja nada mais importava. Estavas no teu mundo. So que...
     A vigesima, segurei na tua mao, nao te deixando continuar. Refilaste mais uma vez. Por sorte para mim estavamos a metros de uma estaçao de serviço, a qual entrei e disse-te apetecer-me um cafe. Contrariada e dizendo-me "que rica hora para te apetecer um cafe" nao tiveste outro remedio senao desistir do prazer que estava a caminho e caminhares ate ao bar da estaçao, cambaleante. Claro que tinha o meu braço ao teu alcance para te suportar mas nao foi preciso. O esforço levou-te a mesa do bar e sentaste-te. Sentei-me tambem e perguntei: Escrava, quem te mandou sentar? Os cafes, quem os vai buscar? Se os teus olhos matassem, a chispa que vi neles tinham atingido o desiderato. Levantaste-te entao altiva e foste em direcção a caixa pedir os dois cafes.
     Quando chegaste, pousaste o meu em frente a mim e so depois pousaste o teu e sentaste.
     Bebemos e  voltamos ao carro. A noite prometia.
      Partimos novamente em direcção a Coimbra e saquei da mala um cordão de bolas, com duas grandes, contendo algo dentro que vibra com os solavancos, que eram mais indicadas a vagina e mandei que enfiasses atrás. Respondeste nao conseguir ao que te dei um frasco de vaselina e disse para pores ou parava o carro e eu próprio iria po-las contigo fora do carro, pondo em risco a segurança(? ) que sentias no mesmo. Que remédio entao senão fazeres a introdução das mesmas em ti. Depois da tarefa executada olhaste para mim que distraidamente olhava a estrada e cantarolava uma canção. Perguntaste, " e agora?". "Desaperta-me as calças e chupa como deve ser". Acho que esperavas isso. Lançaste-te a mim como "gato a bofe". O cinto foi ligeiramente afastado para que pudesses chegar confortavelmente e tivesses todo o a vontade para levares o desafio a preceito.
     Nao contei com a voracidade de que estavas possuída e depressa fiquei em estado de te brindar com sémen. Mas nao queria que acontecesse ja. Agarrei-te pelos cabelos e olhei a tua feição meio tresloucada, desejosa de mais. Ri-me e mandei-te sentar com preceitos...2ª vez que te contrariava. Acho que estavas a ponto de chorar e vir, nao sei qual o mais premente. Optei por te deixar vir. Dei-te um vibrador de bola e mandei-te masturbar. Os teus olhos brilharam. Agarraste-o e sem demoras encostaste ao clitóris iniciando uma dança que te levaria ao êxtase...mas nao tao depressa...
      As tuas pernas iniciaram o tremer natural do pre orgasmo e de imediato dei-te duas palmadas nas mesmas. Gritaste, foram fortes, eram para te mandar um pouco a baixo. Olhaste-me de soslaio e continuaste com o ovo em ti, iniciando mais uma vez a acçao que te levaria ao orgasmo. Mas mais uma vez, foste impedida. Duas molas foram direitas aos teus bico e apertaram fortemente, dando-te uma dor aguda que te fez encolher. Ai disse, podes continuar ate ao fim, mas quero tudo como esta.
      Novamente iniciaste os teus movimentos, desconexos. O desejo ja era muito e tinhas os nervos em franja. Iniciaste o orgasmo com uma forte convulsão a que se seguiram outras e um grito animalesco sucumbido pela minha mao apertando-te o pescoço ate que as convulsões passaram e ao largar-te a respiração era forte, inalavas fortemente, na intenção de preencheres o organismo com o ar que te faltou. Mas a tua cara a expressão e doce. Sem me aperceber muito bem, estávamos as portas de Coimbra e a brincadeira foi interrompida...para novas aventuras horas depois.

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Receio



    -Ontem ja as dores nas pernas eram diminutas. Entao, chegada a noite, embora tivesses frio, ou ate por isso, mandei que destapasses o corpo e te pusesses em posição para te inserir mais uma vez as bolas no anus. Ainda tentaste balbuciar algo mas olhei para ti e fiz sinal para o fazeres e sem outro remédio posicionaste-te. Inseri por completo uma vez mais com queixumes da tua parte. Quiseste tapar-te porque pensavas ficar por ali.
Mas ordenei que te deitasses de costas e abrisses as pernas. Mais uma vez queixaste-te do frio e deite a ordem seca para que abrisses as pernas. Então o sugador vaginal entrou em acção. A bomba chupava e aliviava, enquanto o teu sexo subia sugado ou voltava ao estado natural. Estive naquela brincadeira ate ver o clitóris  no alinhamento dos lábios inchados. Imagem linda que adorei e que sei provocar-te uma sensibilidade anormal. Tirando a bomba, passei a usar um vibrador. Surgiu então um problema... Estavas muito nervosa e nao reagias como esperava aos estímulos. Tentei entao usar a boca em ti, um acto que por norma nao falha. Mas ate desse passado um tempo desisti. Estava a demorar muito a reacção esperada. Passei a terceira hipótese, aquela que no fundo queria mais, demonstrar-te que podias perfeitamente ter duas coisas inseridas em simultâneo. Quando te apercebeste do que tinha em mente, gritaste para nao fazer, nao cabia, ia aleijar-te. Claro que nao te liguei e mandei-te calar. Fui inserindo devagar, sentindo as bolas que tinhas dentro, empurrando uma vez por outra uma delas com o sexo dentro de ti o que te assustava ainda mais. Mas finalmente, apos tantas tentativas a chama acendeu e, ainda que continuasses a balbuciar algum incomodo, as tuas pernas encaixaram-se nas minhas costas, o teu corpo movimentava-se na direcção do meu e as unhas cavavam sulcos nas minhas costas. A excitação era mutua e a tua cara foi salpicada de fortes chapadas o que nos proporcionou em simultâneo um orgasmo insano. Acabamos esgotados, os teus receios provei serem infundados e com a tensão provocada com a experiência e o desenlace, finalmente dormiste uma noite inteira sem acordar, tendo ainda inseridas as bolas que tiraste de manha. Mais um passo no caminho para uma escrava perfeita.

domingo, 5 de maio de 2019

Conto fictício



     - Estavas divinal com a roupa que tinha escolhido para ti. Uma saia branca justa, vincando a tua anca, rabo e contornos de perna, cuequinha branca fio dental, que se adivinhava pelos contornos, um top branco apertado que salientava os seios erectos, parcialmente a mostra, bota de salto médio. Um blazer vermelho. Um cinto largo caído a cintura compunha o quadro. Verdadeiramente atraente.
     Saímos no carro, tendo a entrada do mesmo dado duas palmadas no traseiro...para criar clima.
      No caminho ate Sesimbra, dei-te ordem para te masturbares, sem te vires. Apertava de vez em quando as tuas pernas, queixavas-te, mas so uma vez tiraste as maos de ti...talvez por teres levado uma valente bofetada. Durante o caminho chamava-te a atenção para as pessoas que passavam, proibindo-te de parares o que fazias. Estavas ruborizada mas ao mesmo tempo cada vez mais excitada. A meio caminho ja quase te vinhas. Tirei as maos, dei-te uma palmada muito forte no sexo, dobraste-te com a dor e mandei-te continuar com o que fazias. Disseste querer-te vir ao que respondi com outra estalada e disse nao, suave mas firmemente. Os olhos estavam lacrimejantes mas esforçavas te por nao te vires. Outra ocasião, perdida de desejo tentaste por a mao no meu sexo. Mais uma palmada, desta vez na perna, outra dor e a raiva aumentava. Divertia-me com a tua difícil obediência. Passamos Sesimbra e continuei a conduzir em direcção ao cabo espichel. Queria ir a um local que so uma vez tivemos, caminho sinuoso mas pouco frequentado.
     - A estrada de acesso a essa praia chegou e percorri uns metros ate parar o carro. Perguntaste o que se passou e onde estavamos. Como resposta mandei-te sair do carro e dobrares-te no capot com a saia levantada. Assim fizeste, olhando-me, sentado no meu banco, maravilhado com a imagem e a obediencia. Sai, aproximei-me de ti, pus nos teus olhos uma venda, tirei o cinto e dei-te tres fortes cintadas no rabo, deixando tres marcas avermelhadas. Mandei-te para o carro novamente tirando-te a venda e proibindo-te de puxares a saia para baixo.Acho que nesta altura ja estavas por tudo. Sentaste-te e olhei para a cueca entre as pernas, estava encharcada. Puseste o cinto e continuamos o caminho ate a praia, maioritariamente de rochas.. Quando chegamos, mandei que te arranjasses que aquilo nao eram figuras para uma cadela sair do carro. Ias dizer qq coisa mas mandei-te calar. O Dono manda, a cadela obedece. Tão simples como isso!

 

Exibicionista



   Desde que conheço a minha mulher e cadela, vi nela alem de características submissas e masoquistas, o exibicionismo. Adora enaltecer o corpo (lindo) que tem com roupa que lhe da um encanto ainda maior. Adora ser apreciada na beleza, na educação na postura. E eu, adoro ve-la esplendorosa, felina no andar, o olhar fogoso, a refinada ironia e a capacidade de socialização que tem. Tenho orgulho em me fazer acompanhar por este magnifico espécime, um misto de lady social e desmesuradamente submissa e masoquista na intimidade do lar.
   A faceta exibicionista costuma ser uma ameaça ao homem com quem esse tipo de mulher vive. Nada mais errado na minha maneira de pensar. Ninguem e de ninguem, ninguem e obrigado a servir ou viver com alguem, tudo isso acontece de livre vontade. Se algum dia chegar e a pessoa quiser sair, e livre de o fazer. E tanto o faz sendo exibicionista ou nao.
   Excita-me o ficar excitada com alguma especie de comportamento mais desabrido, com situaçoes que provoque esse comportamento. Ja me fez um felacio num provador de roupa para que eu levasse uma camisola. Estava em pontas. Ja lhe bati no traseiro numa grande superficie com uma tabua de cortar carne. Durante os minutos seguintes, num misto de excitação e exaltação, nao parou de se queixar que doia e enaltecer a dor sentida e ainda que podiam pessoas ver. Outra situaçao em que a excitaçao foi ao rubro foi na 1ª vez que os nossos corpos se uniram, foi em plena lagoa de albufeira. Perguntou se estavam pessoas a olhar, mas em tempo de praia e com a quantidade de pessoas que aquela praia comporta, como nao haveriam pessoas a olhar...
   Nao foi preciso por regra nenhuma, mas ela propria pos. So sairá comigo com a roupa mais ousada que eu escolho. Fara o que eu decidir em relaçao a roupa e comportamentos. Quando e a propria a decidi-lo, nao ha necessidade de mais. E assim que gosto. Tudo o que fara para obedecer e porque e esse o seu desejo.

Cadela doente



  Infortúnios, azares, nem sempre sao totalmente negativos. Como escrevi no conto anterior, a cadela magoou-se numa perna e, a tardinha estava muito inchada. Resolvi leva-la ao hospital e, embora nao fosse nada muito grave (entorse) descanso, umas pomadas e uns comprimidos eram a solução. Entao, a parte positiva disto tudo foi a possibilidade de poder tratar dela, po-la boa para depois a usar em condições. Isto aproxima a esposa e a cadela em simultaneo. A esposa porque se sente importante e alvo de atençao. A cadela porque sabe se magoada tera sempre um Dono a tomar conta.
     Nesta altura ja a perna esta bem melhor e a escrava ja pode ir fazendo tarefas que eu imponho. Uma escrava tem necessidade constante de instruções. E um alivio para ela ter alguem que coordene tudo. Alem disso e uma possibilidade que tem de apanhar castigos se assim entender (como sou generoso). Uma tarefa mal feita ou nao executada, dá castigo, tão cruel quanto a falta.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Primeiro conto com a cadela.

   No dia a dia temos algumas obrigaçoes, as quais sao cumpridas a dois. Nessa altura so existem uns apalpoes e palmadas no rabo de quando em vez, alem de a tua mao apalpar o meu sexo e testiculos de quando em vez. Isto faz parte de nos, ha varios anos.Fizeste o almoço e mandei-te deitar enquanto eu tratava do resto, coisas que a sos poderia fazer. Deixei-te deitar descansada na cama de cadela e passado cerca de uma hora, entrei no quarto para te acordar e deparei contigo ao telefone com um familiar. Sorri e fui buscar um objecto e vaselina. Sentei-me na minha cama calmamente esperando que a chamada acabasse. Depois disso disse-te para te pores em posiçao para te preencher o anus com o tal objecto. No gozo disseste-me que ainda bem que estavas nua, menos trabalho terias. Mais uma vez sorri por dentro mas disse-te bruscamente para te abrires. Comecei a enfiar uma bola de um brinquedo com cerca de 30 centimetros. Queixaste-te que doía mas eram queixumes e queria provocar-te dor pela maneira como falaste comigo. A 4ª bola queixavas-te que ia chegar-te a boca e nao satisfeito por enfiar com alguma dor, meti mais vaselina nas duas que sobravam e enfiei as mesmas sem paragens. mandei-te deitar e dares-me o pe torcido ha pouco tempo, o qual massajei cuidadosamente com uma pomada para as dores. Depois disso mandei que dormisses, ao que ripostaste que tinhas vontade de ir a casa de banho. Disse que se precisasses de ir, chamavas-me para te colocar novamente o objecto. Sai sem um beijo, sem um carinho. Estou a espera agora, passadas duas horas ate que acorde ou va ter com ela. Se nao tiver o objecto inserido como pus, vai ser castigada....no fundo vou so cumprir um desejo dela caso faça essa patifaria.

Animal



   A transformação nos seres humanos e a todos os títulos bizarra. Ha um instinto animal em cada um de nos que e refreado, escondido, quando nao achamos ser socialmente correcto ou esta fora dos comportamentos padrão, os que nos sao ensinados por familiares próximos na nossa meninice, adolescência e vida adulta. São muitas vezes essas atitudes que procuramos ter, com as quais vivemos que nos tornam infelizes, ainda que esse sentimento muitas vezes nao seja compreendido porque a nossa essência esta tao recalcada, tao profundamente escondida, que nao achamos solução para a amargura e mau estar a nao ser em medicação, muitas vezes tao nefasta a saude e com efeitos muito duvidosos. Em suma, sentimo-nos infelizes sem razao óbvia, que efectivamente existe.
     - Tu, minha cadela, deste-me trabalho árduo ate te assumires. Foste por motivos varios uma mulher diferente, oposta ate as vezes, ao que na realidade es. Sempre falaste das angustias sentidas durante o teu meio seculo de existencia que nao tinham razao de existir. Do isolamento a que te votavas dias a fio, da infelicidade que dizias sentir sem razao aparente. Conheci-te com uma carapaça protectora dificil de transpor, uma educaçao muito acima do normal, uma arguta inteligência defensiva e uma frieza desincentivadora de aproximações amorosas. Desconfiança emanava de todos os teus poros. Por outro lado, mostravas sensibilidade imensa. Uma mistura confusa. Em especial para um desbocado,.instintivo e repentista como eu. A tua antítese.
      -Apaixonados, ciente do meu espirito aventureiro, sexualmente sadico e extremamente activo, foste a pouco e pouco vendo onde te encaixavas nas minhas caracteristicas. Passamos alguns revezes, nao por te sentires mal com o que te acontecia mas pelo medo de estares a gostar de coisas supostamente erradas, inclusive de, apos um felacio, em que engoliste semen por teres o teu orgasmo em simultaneo, ficaste assustadissima por poder o mesmo prejudicar-te. Ou a primeira palmada que te dei, olhares-me indignada e surpresa. Ou ainda o sentires um inchaço estranho dentro de ti, motivado por ires ejacular, e parares tudo com medo que te fosses urinar. Foram alguns dos muitos episodios que passamos.
     Falas muitas vezes de um avo que te dava palmadas no rabo como castigo e prendia-te a mesa para nao fugires. Mas com carinho e admiraçao. Esse Sr foi a primeira pessoa que te mostrou quem eras: Uma masoquista submissa. Achavas certos os castigos e fascinavam-te as maos grandes e fortes que te castigavam, segundo dizes  justamente. E repetias a asneira vezes sem conta. Claro que o carinho feito apos o tempo de castigo era aliciante e terapêutico.
     E a tua natureza, Precisas de dor para viveres em harmonia, precisas ser dobrada e subjugada para te sentires protegida, precisas ajoelhar para te sentires tu. Precisas de um Deus de carne e osso, que veneres e a quem entregas corpo e alma. Ha 4 ou 5 anos, confessaste-o por escrito no teu blogue, mas o medo, a falta de confiança, em ti e em mim, fizeram-te recuar. Quiseste experimentar outros comportamentos, tinhas receio desse mas, a tua essência finalmente venceu. Desde ha dois dias que es feliz e realizada. Ha dois dias que dormes como uma cadela aos meus pes, fora da cama. Ontem, judiei de ti com um forte tratamento fisico em que choravas baba e ranho, sentindo-te frustrada por o teu corpo rejeitar a dor. Mentira, o teu corpo aproveitou essa dor em forma de lubrificação, o teu choro e sofrimento tiveram o condao de te relaxar, justificando o teu sexo esfregar-se no meu joelho enquanto choravas abraçada a mim. Precisas ser castigada constantemente, lava-te o espirito, precisas estar aos meus pes, seres guiada torturada, machucada, para te sentires amada, tornando-te a fera sexual que admiras no reino animal, a leoa, que e subjugada pelo leao, presa com garras e dentes e praticamente violada. E assim que gostas de te sentir amada.
     Pela minha parte, adoro ter-te a meus pes, a dormir profundamente como estas, acariciar-te a cabeça, e chamar-te quando me apetecer para me servires. E por sadismo, por humilhaçao que me sinto assim? Sera, mas tambem e por amar loucamente a minha cadela