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sexta-feira, 17 de abril de 2020

Por aí... numa tarde

Uma boa tarde a todos os nossos leitores.
Nestes tempos atípicos e confinados mais ao lar, de vez em quando, exploramos espaços próximos para aliviar um pouco o stress.
Aqui ficam algumas fotos tiradas pelo esposo. Psicologicamente é saudável… faz-nos bem.
Estou a exibir-me para ti e este tipo de exibicionismo não deixa de fazer parte dos nossos jogos de sedução. Uma fêmea a chamar a atenção do seu macho.
Ambos sabemos que corremos o risco de alguns olhares curiosos, mas a adrenalina aumenta face ao receio de ser observada e de estar a fazer algo proibido, algo que não se enquadra nos padrões ditos "normais" da sociedade...








quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Fantasias e fetiches

A maioria das minhas fantasias sexuais eram sempre uma decepção. Mas, sempre incentivada pelo esposo, se não corriam bem da primeira vez, da segunda já corriam melhor.
Na minha mente controlo as minhas fantasias, decido como as vou colocar em prática, a forma como vou sentir-me mas, na prática nem sempre funcionam, quer por surgirem pormenores com os quais não estou à espera ou, então, o meu corpo não reage da forma como eu desejaria.
Sei que as fantasias sexuais são sempre uma mais valia para o nosso relacionamento, assim como os brinquedos eróticos.
Claro que preciso de muita coragem para partilhá-las com o  esposo, por isso prefiro fazer surpresas. Também tenho o prazer de o surpreender algumas vezes. 


Uma das minhas fantasias preferidas, embora o nome possa soar a algo aberrante, é a fantasia de estupro. Brincar de inocente e ingénua, desafiando os limites do esposo, fazendo-me de difícil e o esposo, como um predador me agarrar à força, sentir-me dominada, submetida e penetrada à força, apesar de continuar a debater-me, mas em vão... é uma das sensações mais incríveis que vivo. No entanto, esta fantasia, parece fazer de mim uma pervertida, mas esse sentimento desaparece na hora quando o esposo arranca de mim um orgasmo animalesco.


Não importa se considero as minhas fantasias tabu ou fora dos chamados "padrões normais", se elas são selvagens ou perversas, tendo um esposo de espírito muito aberto sinto-me segura. Acho que o segredo é mesmo esse, abrir a mente e desfrutar cada uma das nossas fantasias.
Ser dominada "contra minha vontade" é incrivelmente excitante tornando as cenas mais apetitosas durante o sexo.
Também o ser amarrada, vendada é estimulante, só o facto de me sentir imobilizada e privada da visão, tentado adivinhar o que vem por aí e sentir-me incapacitada perante os diversos avanços do esposo, quer através da dor, de velas pingando sobre o meu corpo nu ou até ser estimulada quase até ao orgasmo também é aliciante.


domingo, 3 de novembro de 2019

Aventura no Centro Comercial (1ª parte)

      Entramos no Forum do Montijo. Ias vestida "para matar". Umas leggings pretas, tao justas que os teus contornos eram bem visiveis, transpareciam as zonas mais volumosas como os labios, as nádegas e as ancas, uma camisola-cinta preta, na qual sobressaiam as mamas, tambem elas grandes e lindas, os bicos rígidos e a cintura fina. A completar o ramalhete um blazer vermelho que salientava no meio aquele preto todo, realçando a figura imensamente feminina, de carnes generosas, comportamento submisso, no entanto voluptuosa e sensual. Femea no cio, olhavas-me embevecida e excitada pelo meu olhar de desejo mas tambem por olhares mais ou menos fugazes de que eras alvo. Creio que muitos e mesmo algumas imaginavam mais do que deviam e sei que isso te excita. Es mulher, vaidosa com motivos para tal e fetichista, coisa que alimentei para tua auto-estima e para meu uso fruto tambem. Quanto mais te envaideces, mais segura e excitada ficas, sendo que sexualmente ficas ainda menos inibida. Esse e o objectivo, fazer-te sentir bem.
       Fomos comer a um restaurante na area, nas mesas exteriores. Ninguem ficava indiferente ao passar, algumas mulheres, em especial acompanhadas por maridos menos subtis ralhavam com eles que ainda por cima recebiam um olhar de aviso da minha parte. Estava a divertir-me. Estavamos nas sete quintas.
      Fomos beber cafe  no exterior, nuns cadeirões proprios para o efeito, mas como eram poucos os livres, resolvi sentar-te ao meu colo.
      Olhaste-me dizendo ao ouvido: "Ha qualquer coisa ai rija... tens o telemóvel no bolso?".  Abanei a cabeça e mostrei que estava na mala… risos. Entao, talvez para confirmar, roçavas devagar o teu rabo no meu colo e os bicos estavam cada vez mais pontiagudos. Escusado sera dizer que o meu sexo ja doía de tamanha erecção. A vista já turvava e sentia algo liquido na minha pele. A lubrificação fazia a sua aparição. As minhas maos tambem participavam como podiam. Sem dar muito nas vistas, a mao assentou entre as duas pernas, tendo um dedo desaparecido directo ao teu sexo, pressionando-o. Como estavas sem cuecas, senti a calça húmida. Um excelente começo de noite.
       Apos beber o cafe e fumado o nosso cigarro, fomos ate o carro, eu com o volume na calça e tu com os bicos como farois e a vagina bem saliente, agora tambem devido a humidade.

       Entramos e ali mesmo demos um enorme beijo, apalpando-nos mutuamente. Era um sitio afastado do centro, lugares na periferia o que nos dava algum sossego, apesar de passar alguem de tempos a tempos.
       Depois de muito amasso, resolvemos sair dali, tiraste o meu sexo para fora da calça e masturbavas-me, tendo eu em atençao que nas rotundas mais proximas fazem muitas operações Auto-stop. E numa das rotundas la estava a policia. Ias retirar a mao mas nao deixei, passei junto a eles sem que me mandassem parar e seguimos directos a Alcochete. A tua excitação aumentou, a adrenalina de passar pela policia com as maos ocupadas, levou-te a passar entre o cinto e meteres a boca onde ja estavam as maos. Mandei que a boca ficasse mas que despisses as calças e te masturbasses em simultâneo. Pediste que nao te mandasse fazer isso porque as duas coisas ao mesmo tempo te era impossível, concentrando-te numa nao conseguias fazer a outra. Mandei-te calar e obedecer. "Masturba-te e engole o meu sexo. Nao preciso que a boca mexa, e so engolires" disse-te seco.
        Ha algo que nao sabes. Quando te masturbas com o penis na boca, embora os movimentos sejam so em ti, os teus gemidos de prazer, a tua respiração  incerta, os movimentos do teu corpo assim como os da lingua o salivar constante da tua boca, sao uma enorme fonte de prazer para mim. Alem disso posso com o sexo criar espasmos que aumentam a tua exitaçao.



CONTINUA......

domingo, 20 de outubro de 2019

Minha louca exibicionista femea epilogo

    Quando saimos do carro, preparei a maquina fotografica e fiz-te fazer uma sessao so para mim. Fomos a um jardim e fotografei-te em diversas posiçoes, dobrada por exemplo, onde via todoo teu rabo e vagina atraves da fina collant, por isso nao te tinha dado cuecas, estavas exposta ao meu gosto. Mandei-te baixar um pouco a camisola e fotografei uma mama de cada vez, mandei-te sentar com as pernas abertas, fotografei, mas notei que oss collant estavam molhados entre pernas. Cheguei-me a ti e beijei-te, depois chamei-te desenvergonhada, despudorada, cadela por estares tao molhada. Respondeste indignada que quem provocou aquilo tinha sido eu, ao que te beijei e agradeci seres assim, obediente e extremamente lasciva, fazias o Dono muito feliz. Agora sim, escolhemos e restaurante e fomos jantar.
      Pedimos a comida e queixaste-te do calor. Ordenei que fosses  ao WC e tirasses as meias Tu foste de imediato. Mas antes de te levantares agarrei-te nas maos e puxando-te para mim, proibi-te de masturbar. Prometeste e la foste. Poucos minutos depois estavas de volta, dando-me os collants.
   Estavas inquieta, nao paravas na cadeira, a comida estava optima e acompanhaste com duas taças de vinho, o que para ti era uma enormidade.  Paguei, saimos e fomos directos ao carro. Meti-me numa auto-estrada e mandei-te mamar no meu penis ate me vir. Era para engolir. Acho que nesse momento ja estavas por tudo. Deitaste-te  e baixaste o fecho, tirando para fora o meu membro rijo. Tudo o que tinhas passado, nao te excitou so a ti.
     Abocanhaste e acariciavas em simultaneo com a mao. Uma dose dupla que sabes nao ser muito capaz de resistir. Estava muito molhado com a tua saliva, esforcei-me para acontecer o mais tarde possivel mas, chegou a uma altura que ja nao deu. Enchi-te a boca, alguma parte saiu pelos cantos, engoliste e mandei-te limpa-lo com a lingua. Fizeste um optimo trabalho e como premio dei-te um chicote para te bateres no sexo, com o meu sabor na boca. Abriste as pernas e com tao pouca saia ficaste de imediato com a vagina a mostra. Nao contente com isso, mandei-te levantar a parte de baixo da saia ate cima, ficando toda exposta. O transito era menos, por isso fui para zonas mais frequentadas, andando devagar. Deste algumas chicotadas em ti propria, algumas fortes seguidas de ais.

O banco onde estavas, estava molhado, corrias entre as pernas, o cheiro a sexo a dentro era intenso.
    Tirei o chicote das tuas maos e mandei-te masturbar. Na posiçao que estavas dava para meteres parte da tua mao dento de ti.Iniciaste a masturbaçao com passagens suaves no grelo e gemendo mas queria mais. Mandei-te penetrar com uma mao, enquanto a outra continuava a acariciar o grelo. Fizeste-o e ai entao a loucura foi total. Gritavas, mexias o corpo e eu ia dando ordens e ao mesmo tempo chamando-te todos os impropérios conhecidos, do mais baixo calao ate que enfiaste mais a mao, retesaste, gritaste e paraste, respirando com dificuldade devido ao cansaço e ao orgasmo mas com a carinha de anjo que toda a devassa deve ter.

sábado, 19 de outubro de 2019

Fim a semana - 3ª parte

Parque de campismo

     -Foste entao mudar-te e quando chegaste a mesa entregaste o calçao na minha mao, embrulhado, quase nao se vendo. Claro que para te deixar encabulada os abri e estiquei fingindo certificar-me que eram efectivamente os que tinhas, chamando a atençao de pessoas que estavam no restaurante. Uma dessas pessoas era um empregado que se aproximou e se dirigiu a ti peguntando o que desejavas para comer. Educadamente ias responder mas accionei o comando do vibrador e extremeceste calando-te e soltando um suspio, baixando os olhos. Chamei a atençao do empregado dizendo-lhe que quem escolhia a comida era eu. Teria que se dirigir a mim. Olhaste-me com ar comprometido, mas aliviada pois tinha desligado o vibrador e agora sentias-te mais calma. Pura diversao.
     -O empregado nao pareceu muito confortavel com o que aconteceu. Nao devia ser habitual. Entao alertei-o para apontar o que desejavamos. Pedi que trouxesse dois robalos, salada, um jarro pequeno de vinho branco a pressao e uma coca-cola- Mais uma vez me ia divertir. Pos um delicioso cocktail para entrada e trouxe um copo para o vinho, o jarro e a coca-cola. Ia por o copo de vinho na minha  frente mas alertei-o de que o vinho era para a "menina". Atrapalhado trocou de novo os copos perante o meu olhar deliciado. Aquele empregado com certeza iria passar o resto do dia a pensar no que teria feito para merecer um chato como eu como cliente.
     - Comemos a deliciosa refeiçao, sentindo-nos confortados e tu electrica pelas vezes que accionei o vibrador, todas elas surpreendendo-te, provocando reaçoes inesperadas, como a que te babaste enquanto bebias vinho. Estava tudo a correr de feiçao.
     - Pedi os cafes, um cheio para ti que tive o cuidado de informar ao pedir, um normal para mim e a conta. Ate sairmos nada mais de significativo aconteceu. Perguntaste se tinha acabado o fim de semana maravilhoso. Fixei-te o olhar e disse que quando acabasse saberias. Entramos no carro e fui directo ao parque de campismo, alugando um bangalow. Deste-me a mao visivelmente satisfeita. Parei o carro em frente e tiramos os poucos pertences que transportavamos. Eu levei a mala que tinha preparado e nao te autorizei a mexer ou espreitar. De vez em quando via-te olhar para ela com curiosidade. Ja tinha saido dela a vara, mas muito mais havia.
      -Um passeio pela zona, a pe para ajudar a disgestao, conversas quentes, muita tesao no ar e pressa para regressar.
      - Chegados ao bangalow, mandei-te despir e ir ter comigo a banheira que eu estava a tua espera.
      - Obediente, quando abriste a divisoria da mesma sorriste, sabias que ias passar um bom bocado pois mostrava-te o cabo do chuveiro sem o mesmo. Mandei-te sentar e apontares o jacto em direcçao ao clitoris, masturbando-te. Quando começavas a tremer, mijei na direcçao da tua cara, apontando tambem a boca. Nao esperava mas a tua tesao era tanta que abriste a boca e bebeste parte do meu mijo ate que, um grito abafado pelo caralho engolido, um salto em espasmo e um orgasmo espectacular. Mas o melhor e que a tua boca continuou a brochar, fodendo o caralho como se de uma cona se trata-se. Para me acalmar, puxei pelos teus cabelos e sofoquei-te com o que coube na garganta ate te ver aflita e tirar. Como um peixe, movias a boca e o teu peito arfava na procura aflitiva de ar.Tossiste algumas vezes visivelmente aflita.
      -Mas como boa (minha) puta que es, assim que recuperaste, ainda sentada agarraste-me do caralho e para o limitares, agarraste-o com as duas maos enquanto o que sobrava, basicamente a cabeça, lambeste e chupaste. Perante aqueles estimulos, passados alguns minutos, enchi-te a boca de esperma, quente, em jacto, que bebeste sequiosa. Logo apos limpaste com a lingua o resto que nao tinhas conseguido engolir, deixando-o limpinho e mais que tudo, ainda em riste. Levantaste-te e deste-me um beijo lascivo, apos teres bocejado com agua. Dei-te um estalo, perguntando tu o porque dele. Avisei-te que o meu esperma e para ser partilhado comigo, tal como os teus liquidos sao patilhados por nos. Voltaste a beijar-me, visivelmente excitada e agradeceste-me o castigo que tinha sido justo.

Fim de semana - 2ª parte


    O dia seguinte

   - Dirigimo-nos a uma estaçao de serviço para um banho.
  - Apos sentirmo-nos limpos, partimos para a margem sul.  Ao tomar o pequeno almoço, quis que abrisses um pouco as pernas para observar o volume do sexo atravez da cueca. Como sabes tens um corpo que me excita muito. Es pequena e tudo no teu corpo impele a te desejar. O formato da vagina e um W perfeito, com labios carnudos, convidativos, o clitoris nem grande nem pequeno, perfeito para lamber, mordiscar ou dedilhar, sexo que se mantem quase intermitentemente humido, preparado para meu uso.
    - Apos visionar tal encanto, mandei que as fechasses, ja tinhas exibido o suficiente. E que alem de nos estavam outros casais os quais vi tentarem tambem observar qq coisa. Adoro que te exibas, envergonhada mas orgulhosa.
    -Mandei-te ir pagar, o que colou muitos olhos em ti, masculinos e femininos, os quais enfrentei, elucidando que tu eras minha, dissuadindo qq tentativa de aproximaçao de quem quer que fosse. Tenho prazer em saber que es minha posse e que os outros(as) so podem tentar adivinhar a mulher que es. So eu sei a puta que tenho comigo a qual e o meu orgulho. Claro que toda aquela cena me excitou.
    - Entramos no carro e saimos rapidamente dali. O teu olhar fixo em mim e a mao acariciando o meu sexo eram a certeza de que a cena nao tinha so feito efeito em mim, tambem tu estavas ao rubro. Parei o carro num recanto a caminho de Alfarim, mandei-te sair, encostar ao capot do carro e deitar-te sobre ele. Obedeceste, embora olhando para todos os lados, certificando-te que estavamos sozinhos.
    -Fui buscar a cana de bambu, levantei o vestido a altura da cintura e dei-te tres varadas fortes. Gritaste mas mantiveste a posiçao. Disse-te entao que era o castigo por olhares a certificar-te da presença de alguem. Eu ordeno, tu obedeces. Ias alegar qq coisa mas foste interrompida por mais uma varada. Mordeste o labio e calaste. Assim gosto. Tinhas as marcas bem vincadas no rabo. Adoro esse rabao sexi, ate porque medeia uma cintura finissima e as mais torneadas e belas pernas existentes. Abri a força as pernas e meti a mao, nao completa mas com muita rapidez, tomando posse do que e meu. Mais uma vez um gritinho de surpresa, dor e prazer saiu do teu interior e continuei a foder com rapidez. Torcias-te de deleite ate chegares a um orgasmo brutal. Ai deitaste-te entregue, com a respiraçao fote e um sorriso rasgado. Amparei-te para te sentares no carro e partimos em direcçao a praia, neste caso a Lagoa de Albufeira. Estendemos duas toalhas e fomos ao banho. Nao estava muita gente e agarramo-nos, abraçados num longo beijo. Pus-te subtilmente de costas para a areia e rocei um pouco em ti.
Vi que eramos disfarçadamente observados mas nao estava preocupado. Tanto nos beijamos e esfregamos que metendo a mao dentro dos meus calçoes, enfiaste o meu sexo em ti. Enquanto fodias ao meu colo perguntavas se alguem nos via ao qual respondi que nao, mentindo pois agora ja existiam alguns que engoliam em seco. Eu sorria, por te ter nos meus braços cheia de tesao e porque enfrentava todos com expressao de gozo. Acho que muitos tiveram uma tarde/noite bastante proveitosa apos o espetaculo a que assistiram.
     - Nao chegamos ao fim, interrompemos para nadar e so ai te apercebeste da minha mentira. Olhaste-me com ar recriminador mas brincamos e tudo passou. Afinal tambem gostaste e uma pequena mentira foi pretexto para um momento de prazer diferente.
     Saimos e fomos almoçar a um restaurante proximo. Quando escolhemos mesa, entreguei-te um embrulho com um fio dental que tinha um potente vibrador colocado numa bolsinha junto ao clitoris e mandei-te ir por na casa de banho, entregando-me o calçao de banho nas maos por cima da mesa. Colocaste como sempre obstaculos. Disse-te que eras minha puta, escrava e mulher, dai eu mandar e tu obedeceres. Acho que muitas vezes refilas nao por nao quereres mas por seres mulher. Ordenei que fosses de imediato.

domingo, 6 de outubro de 2019

Exibicionismo - masturbaçao no carro


Fomos jantar a Costa da Caparica.

     A ideia era levar-te a jantar, aquecer-te com algum vinho, uma sessao de filmagens na praia, no proprio restaurante, seguido de alguma azafama no carro, onde serias a principal e unica atriz, interpretando um filme lascivo de erotismo sexual. Embora so parcialmente o objectivo tenha sido conseguido, a noite foi muito prazenteira.
     O jantar decorreu de forma muito diferente da esperada. Nada a dizer da comida, a bebida estava optima, mas nao tinham muitos clientes o que nao fomentou a minha 1ª ideia. Paciencia. O pior aconteceu quando saimos e o frio era tao cortante que nos convidou a entrar no carro. Isto porque quando nos saimos de casa era muito tarde, originando o fim do jantar perto das 11,30 da noite.
     Na volta do caminho, no regresso a casa, conversamos um pouco sobre a situaçao. Estava um pouco aborrecido e perguntaste o que queria que tu fizesses. Dado que a noite tinha sido madrasta em relaçao as minhas ideias, dei-te para a mao a chibata e mandei-te bater entre pernas. Tiraste as meias, levantaste a saia, puseste os pes em cima do tabliet e iniciaste o batimento no sexo ao ritmo da musica, enquanto te baixava a camisola expondo as tuas mamas a quem quisesse ver.
     Foi excitante ver-te brincar com o teu sexo, algumas pancadas arrancaram-te "ais", devido a força e ao desvio da pancada pelas curvas, ressaltos e desvios na estrada. Estavas divertida, o que me compensou um pouco a desilusao pelas situaçoes anteriores.
   
A saida da autoestrada enganei-me e tive que fazer um desvio, onde havia muito transito aquela hora, inclusive a recolha de lixo. Belo, estavam dois trabalhadores pendurados no carro o que me proporcionou a possibilidade de te expor. Para que nao houvesse algo negativo, reduzi a velocidade quando verifiquei alguma fila, acelerando um pouco quando se dissipou, passando de maneira a seres vista, aberta, perfeitamente molhada pelo brilho da luz que incidia sobre o teu sexo. Deu o resultado que esperava, os homens ficaram de boca aberta vendo o espetaculo que davas. Acelerei e voltei ao caminho que desejava, dando-te um vibrador com control a distancia. Perguntaste se nao trabalhava e respondi-te que nao tinha pilhas. Contrariada, passaste a masturbar-te com o vibrador, metendo-o na boca para o humedeceres. Creio que a desilusao de nao vibrar afectou-te. O problema e que tinha-te aldrabado, para te surpreender com a vibraçao repentina.
     Quando o liguei, logo gemeste, voltou toda a tesao que te tinha visto anteriormente com a varinha. Lamentei nao te levar a venda mas resolveste a situaçao fechando os olhos. Notava cada vez que passavamos por zonas mais iluminadas, com cruzamento com caminhoes ou pessoas no passeio, refreavas o que fazias. A partir do momento em que fechaste os olhos tudo mudou. O que era refreado passou a ser mais vivido, quando sentias mais luz gemias e vibravas mais. Desapareceu a vergonha e o temor passando a existir muito mais excitaçao e libertinagem. Ia mudando os modos de vibraçao, criando-te diversas sensaçoes ate que, proximo do orgasmo pediste que seleccionasse um so, que te levaria mais rapido ao orgasmo. Alguns gemidos depois, torçoes e saltos explodiste num orgasmo muito intenso, desgastante, do qual so reanimaste passados alguns minutos. Acho que foram emoçoes compensadoras para ti e muito prazerosas para mim.

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Exibicionismo



Eu ainda me considero uma mulher muito conservadora, em sociedade e no seio familiar, no que diz respeito a valores e costumes. "Exibicionismo" era algo que não fazia sentido . Aliás esta palavra sempre teve uma conexão negativa para mim.
Até que um dia me senti exposta enquanto namorávamos. Receio de ser vista ou reconhecida era algo que me apavorava. Em algumas situações as tuas palavras acalmavam-me e esse receio desvanecia-se... só que muitas vezes, como já referiste em textos teus... essas palavras nem sempre coincidiam com a verdade... tinhas um prazer imenso, depois de fazermos algo, em me confessar que, afinal, sempre havia alguém que nos observava.
A partir desse dia sei que essas situações me excitavam profundamente apesar de não o conseguir admitir. 

Uma cena hipotética é imaginar uma noite de verão, muito calor... sentados numa esplanada... eu de vestido curto e sem cuequinha... e tu com um sorriso disfarçado... um descuido meu e as minhas pernas se entreabrem por alguns segundos... ou tu me peças que cruze e descruze as pernas... apenas a ideia de que alguém possa ver algo mais mexe muito comigo... ou seja, fico excitada. Exibicionismo é considerado um fetiche. Se esta cena mexer com algumas mulheres então está aqui um fetiche que devem experimentar.