domingo, 2 de dezembro de 2018
Peculiar
- Ja tenho reparado que, embora o sexo anal te seja dispensavel, ate me dizes que nem te lembras existir, o teu corpo e certas acçoes desmentem totalmente.
Temos feito algumas vezes, raramente confessas sentir algo, como os arrepios que um dia confessaste, mas noto o teu sexo sempre brilhante de humores proprios do prazer. Tenho tentado fazer-te descobrir as maravilhas que se podem extrair para os dois com diversas posiçoes de praticar o acto e creio que caminhamos na direcçao certa porque embora mantenhas a distancia e o silencio quando te abordo sobre o assunto, cada vez mais o teu corpo me "diz" o quanto se "alegra" com tal pratica.
Se ha uns meses era dificil a penetraçao por tao desejado orificio, o choro convulsivo, o notorio esforço da tua parte para me alojares em ti, hoje ja nao sinto tanta dificuldade. Sei que os "valores" passados a ti, aquilo em que acreditas ou acreditavas, as experiencias do passado, sao duros entraves a tao bela e prazerosa pratica. Mas tambem sei que, combatendo juntos, iremos chegar a um bom fim, tanto porque eu desejo muito possuir tudo em ti, alma, corpo, vontade, assim como sabemos ser tambem esse o teu desejo. Ja passou o tempo em que sonhavas com uma relaçao num unico sentido, eu mandava, tu obedecias. Nao es exactamente assim. Queres como mulher, ser protegida, amada, desejada, possuida brutalmente, nada de esposa sexualmente, queres o instinto animal sempre presente em mim entre 4 paredes. E sabes que o tens. Passaste a querer tambem dar-me prazer, dedicar-te a mim, dares-me a atençao que ate te conhecer nunca tive. Faz-te sentir mais completa brincar sensualmente com o meu corpo e eu, francamente, estou maravilhado com essa atençao. A sensualidade, cuidado e erotismo com que me tocas nao anula o masoquismo ou a submissao que te sao inerentes, antes os incentivam. Explorares o meu corpo com maos e boca, centrares-te em certos pontos, ter liberdade para o fazer, alem de acicatarem o meu sadismo, o meu Dominio, elevam-te a auto-estima e ajudam a afastar os tabus tao enraizados.
Numa dessas brincadeiras, apos cavalgares a vagina no meu falo, alucinada de prazer e quase no seu auge, resolveste trocar os orificios. Claro que a primeira dor foi inibidora, paraste, tentaste relaxar, e a medida que ias conseguindo ias-te afundando mais, ate que senti os nossos corpos unidos. Ficaste hirta, tentando que a dor desvanecesse para que os movimentos vai-vem iniciassem. Sabes que sao eles que me podem provocar o orgasmo que tanto ambicionas dentro do teu anus.
Mas, ao minimo movimento, via o teu esgar de dor na face e sentia o aperto imediato no teu interior. Entao entrou em acçao o potente vibrador com o acessorio para o interior. Nao para te penetrar, era impossivel contigo sentada sobre o meu sexo, mas nao impedia que posicionasse o acessorio ao longo dos labios vaginais, estimulando-os e mais importante, o clitoris. A mudança foi acontecendo, ja nao apertavas, agora os movimentos nao eram so vai-vem mas as torçoes do corpo faziam com que o meu sexo explorasse todo o teu intestino. E isto tudo sem eu fazer um movimento no corpo. Era unicamente a estimulação clitoriana exercida na correnteza da tua vagina. Era como se a dor atroz antes sentida tivesse desaparecido. Movimentavas-te graciosa e sensualmente, agora espelhando deleite, irradiando alegria, exaltando o orgasmo proximo. E ele aconteceu, forte, grandioso, extenuante, fazendo-te deitar sobre mim na procura de um beijo energico... ate que, a dor da penetraçao voltou, e a saida, lenta, cuidadosa, acabou por acontecer assim como o alivio que demonstras sempre tal acontece.
Ontem, depois de outra brincadeira tua, onde vendado, te entretiveste com o meu corpo e com a minha angustia de homem preso a cama, inclusive brindando-me com alguma cera, massagens penianas e peitorais, muito oral, entre outras brincadeiras, soltaste-me e ofereceste o teu corpo excitado aos meus desvarios.
Chicoteei as costas firmemente, flagelei o rabo, pes e pernas, mas estava mortinho por tentar algo mais "poderoso".
O teu corpo estava vermelho e quente, gemias baixinho e a tua vagina molhadissima.
Aproveitando o facto de estares de 4, enquanto com um pequeno vibrador entretinha a vagina, preparei o magic, o tal com vibraçao muito forte, com uma frente arredondada e flexivel, com muita vazelina e encostei no teu anus.
O teu corpo de imediato foi ao encontro dele, fazendo força na sua direcçao. Nao foi o que estava a frente que provocou aquela reaçao, ate porque o retirei de ti e a tua vontade em relaçao ao magic manteve-se. Fiquei siderado de contentamento quando, por iniciativa tua o introduziste, metade da cabeça oscilante tinha sido engolida por ti sem um ai, gemias baixinho, o teu anus expulsava e logo de seguida engolia, tudo por tua iniciativa.
Infelizmente ao fim de certo tempo, o teu desejo esmoreceu e em troca os movimentos que fazias ja eram doloridos, embora tentasse com o outro vibrador novamente no clitoris, o caminho ja nao tinha volta. Mas a vagina continuava humida de desejo. Felizmente o sexo oral em ti tem sempre um efeito regenerador e apos acalmares com um orgasmo magnifico ainda, em cima de ti, tivemos um simultaneo, devastador, lindo como o nosso amor.
sábado, 17 de novembro de 2018
"Exorcisar"
Hoje uma historia fictícia no seu todo, motivada por conversas com a minha mulher submissa, masoquista e esposa. Serve a presente como uma dica também aos meus leitores, a importância de conversas francas, como meio de preenchimento dos nossos desejos, saciar vontades e necessidades que, por pudor ou vergonha dificilmente sao confessadas. Mas em especial, dedico-ta a ti minha companheira, que tantas vezes "sofres" calada ausências que, por seres para mim única, erradamente erradico de nos. Tenho que pensar por vezes em ti como fêmea sedenta de tratos diferentes de brutais orgasmos , e dar-te muito mais estímulos fortíssimos de dor e alguma humilhação, esquecer por algumas horas da nossa uniao marital e tratar-te como a MASOQUISTA e ESCRAVA que por vezes te e imprescindível ao equilíbrio emocional.
- Mandei-te despir totalmente no quarto aquecido previamente. Claro que o aquecedor foi desligado no momento. Um pouco de frio e desconforto seriam factores de um mal estar que te queria proporcionar. Eu vestido com as minhas calças pretas e uma camisola também preta. Queixaste-te de frio, ganhando com isso uma chicotada na pele já um pouco arrefecida pela temperatura que baixava a olhos vistos após desligar o aquecedor. Disse-te nao teres autorização para falar. Baixaste a cabeça envergonhada e murmuraste um pedido de desculpas, ganhando com isso outra chicotada. torceste um pouco o corpo com a dor mas dessa vez nao vociferaste nada. Sorri sem que visses e dei uma volta completa sobre ti, apreciando a tua beleza e nesse momento a tua entrega. Pus uma venda nos teus olhos. Agarrei quase suavemente no teu cabelo e encaminhei-te para as tuas cordas, fazendo-te agarrar em cada uma e ai ficares. Dei ordem para abrires as pernas. Vislumbrei um sorriso mal disfarçado na tua face e nenhum movimento em relação a minha ordem. Dei um estalo em cada perna no sentido que desejava forçando te a cumprir a ordem ao mesmo tempo que soltaste uns ais de dor.
Rindo-me, expliquei-te ser menos duro obedeceres, embora compreendesse que essa tua teimosia provocava o tal bem estar que precisavas e que era dado pelas dores que te ia proporcionando.
Finalmente estavas como queria. Dei-te as directrizes para que pudesses comunicar comigo caso alguma coisa estivesse menos bem. As única palavra que me fariam parar para te ouvir seria MESTRE e caso a coisa estivesse incomportável dirias BENFICA. Nada disto era ao acaso, dificilmente as dirias porque tens certa fobia as duas, dai so por algo muito especial as usarias.
Perguntei-te ss tinhas entendido e esperei resposta ja preparado para outra chicotada. Respondeste, como calculei com um sim. Chicotada imediata e a pergunta "sim o que?". Ai respondeste baixinho MESTRE. Mandei que repetisses mais alto, disse-te nao ter percebido e assim fizeste. Fiquei satisfeito na altura. A humilhação de usares a palavra mestre sei que te era dificil.
A partir dai iniciei um aquecimento geral no corpo com o flogger. Costas, nádegas, pernas, entre pernas. Vi que entravas na onda, pequenos movimentos sedutores de coxas, ondulações de costas e nádegas, algo que me excitava mas que deveria afastar tais sentimentos.
Procurei o chicote de silicone e novamente flagelei a pele previamente aquecida, deixando ja algumas marcas e ouvindo alguns gemidos de lamentação mesclados com prazer. Com a continuação e a habituação do corpo as investidas, novamente o prazer suplantou a dor e entraste em unissuno com as chicotadas. Parei com aquela pratica. O meu objectivo era, nao te perdendo, deixar-te naquele limbo do querer/nao querer. Resolvi entao usar algo que nao te deixa nada confortável: A chibata.
1ª pancada, um risco nas nádegas e um grito de dor. Deixei-te absorver esse 1º impacto e nova pancada se fez ouvir e sentir, provocando novo grito e um abaixamento teu por falta de força nas pernas. De imediato ordenei que te posicionasses como originalmente ao qual obedeceste. Estavas entregue, dolorida e marcada.
Iniciei uma serie de chibatadas mais ligeiras espalhadas pelas pernas, nádegas e costas. A estas reagiste sem muita dificuldade, mantendo-te serena e hirta, mas com a respiração ofegante, possivelmente na expectativa de outra mais forte. Nao aconteceu. Resolvi agora meter-te entre as pernas um gengibre que tinha talhado em forma de falo previamente, grosso para o interior e base, mas suficientemente fino para que ficasse fixo na tua vagina. Estavas apesar de tua humidade o que facilitou a entrada do generoso falo. Note-se que o piquei em alguns sitios para que a seiva que faz aquecer loucamente aquele lugar fosse mais efectiva.
Peguei noutro chicote mais pesado e "torturei-te" as costas com chicotadas fortes desde as omoplatas a ultima costela, varias vezes em movimentos ascendentes e descendentes. Depois a "ventoinha" mordia-te as mesmas arrefecendo com o seu vento zonas que aquecia ao seu impacto.
Senti-te perdida, inconsciente dos movimentos que o teu corpo emanava, os gemidos gotorais as palavras desconexas.
Meti a mao na tua vagina que escorria pelas pernas e retirei-te abruptamente o gengibre provocando-te um grito, nao sei se de dor ou prazer ou os dois. O certo e que te mantinhas estoicamente agarrada as cordas. Suavas, a respiraçao evidenciava o cansaço extremo, as lagrimas brotavam teimosamente dos teus olhos revirados.
Com a insana imagem que se me mostrava, querendo quebrar-te, agarrei novamente na chibata e voltei a açoitar o teu traseiro com pequenos intervalos ate desfaleceres extenuada sendo por mim amparada e suavemente deitada, inspirando todo o ar que te era possivel, com convulsões de choro baixinho, agarrada a mim como tábua de salvação e aos poucos acalmando. Beijando-te, encaminhei-te para um banho retemperador, passando um gel calmante com mais incidência nas zonas marcadas. Aos poucos foste recuperando a vivacidade e a expressao da tua cara ja era alegre, satisfeita, feliz, realizada, calma.
Mandei-te arranjar, vestir e pintar, para saires com o Dono. Estavas radiante e emanavas bem estar.
terça-feira, 18 de setembro de 2018
Motel 2ª parte
Encomendamos jantar. Precisavamos algo substancial para recarregar energias.
Apos o jantar, regado com um excelente vinho tinto, vimos um filme e conversamos. So que a conversa foi envolvendo toques, caricias e de novo estavamos envolvidos.As caricias que me fazias no penis eram "pagas" com dedos meus a vaguearem a zona da vagina e anus. Os dedos passaram a dar maior atençao a parte traseira, enquanto a palma da mao te pressionava a frente. Os dedos foram entrando um primeiro, quando ja estavas confortavel com ele, outro entrava, ate que o terceiro os acompanhou. Enquanto isso tu estavas entretida com o meu penis, atraves da mao, da boca, do peito, tudo para me provocar, inclusive pequenas dentadas e beliscoes na minha perna e nos mamilos, aos quais respondia com chapadas e dedos mais fundo em ti.
Mas a tua traseira estava a ficar demasiado molestada pela constante pressao que a mao exercia e ainda tinhamos uma parte da noite para "preencher"...
Entao investi sobre o teu sexo, num oral optimo, cheio de desejo, chupando os labios e mordiscando, fazendo-te novamente soltar gemidos de prazer e dor, ficando o teu sexo mais e mais molhado, desejoso de uma erupçao que nao tardou e que me saciou a sede de te beber....
-Claro que ainda faltava acalmar o meu desejo. Devo dizer que nessa altura sentia como se a pele fosse rasgar a qq momento tal era o meu rijo entusiasmo. Peguei-te por tras e entrando com tudo acordei-te do momento relaxado em que estavas. Tens a admiravel aptidao para recuperar o desejo sexual ao minimo estimulo, cessando aparentemente de imediato e entregando-te a "luta" como se da 1ª vez se tratasse.
Foi um optimo vai vem, valorizado por uns bons puxoes de cabelos, umas boas palmadas e chapadas, contrariando a tentativa, frustrada de te protegeres, dando maior sabor a disputa brutal que os nossos corpos encetavam, corpos ruidosos e sedentos, sedentos de prazer, desvairados de tesao, loucos por esta batalha resultar num empate tecnico em que so ha vencedores , em que o corpo e mente ficam arrasados de bem estar, em que os nossos corpos se sacodem numa 1ª fase, expelem os liquidos do amor sublime e finalmente se unem numa ternura sem igual, ofegantes, desejosos do beijo que retempera e o olhar que reitera o amor que nos une...Mais uma vez foi assim que aconteceu. Novas lutas teremos, novas sensaçoes existirao, mas serao sempre um somar ao nosso bem estar, a nossa uniao.
Motel, 1ª parte
Ultima sexta-feira, 14 de Setembro...
-Convidei-te para irmos ao Motel habitual. O "clima" entre nos estava pesado ha uns dias, nao fluiamos como de costume, embora sempre com os meus planos delineados em silencio, espectativas e prespectivas sempre presentes e adiadas, cabeça e desejo repletos de uma espera angustiante. A vida cria-nos partidas e nem sempre conseguimos escapar-lhes e esse era o cenario na altura.
- Sorriste e aceitaste logo na altura, fazendo alguns planos sobre como se iriam resolver assuntos do dia a dia a que estamos obrigados. Chegamos facilmente a soluçao e depois de tratados, iniciamos a nossa odisseia, na qual acrescentamos uma cerveja num cafe a caminho do destino final.
Como tem sido habito, as coisas nao funcionaram como tinha idealizado, o carro e muito grande para o parqueamento onde sonhava começar uma sessao de chicotadas seguido por uma subida canina da tua parte. Irias entrar de 4, depois de na mesma posiçao fazeres o caminho do carro ate ele. Paciencia, alteram-se os planos. Nao era este precalço que estragaria o que tinha idealizado. Chegados ao quarto fizemos uma pausa para mais uma cerveja, neste caso para mim que te ia ofertar uma "chuva dourada". Mas mais uma vez a coisa nao correu como esperado. Na hora H falhou a urina, nao saia, nao sei se por nervoso da situaçao anterior, mas o certo e que nos ficamos por um muito agradavel felacio. Devo-te dizer que a tua boca junto ao instinto sao uma "tortura e desafio" ao meu control.
- Tomamos um banho e continuamos (iniciamos, depois de tantos revezes) a sessao com os aparelhos de impacto, sejam chibatas ou chicotes. Mas ha um pormenor, apos varias idas ao mesmo motel, resolvemos experimentar o sofa erotico que nos parecera sempre pouco pratico. Estavamos enganados.
. Apos uma "chuvinha ou ventoinha", como queiram chamar, para aquecimento da pele, começou a cair sobre ti pancadas fortes atraves do chicote. Em vez do desiquilibrio que pensei existir, aconteceu um roçar do teu corpo no sofa, uma dança erotizada pelo prazer com que recebias os "estimulos" e gemidos sofridos de visivel luxuria. Nao me contive e, apanhando-te debroçada sobre o mesmo e com o teu sexo convidando a um encontro, animalescamente entrei em ti. O sofa vagueava pelo quarto ao sabor das investidas, gritavas desalmadamente, era um ambiente transcendente com as entradas fugosas e longas... Ate que paramos, eu e o sofa.O sofa porque com tanto desvario ficou encostado a parede e eu interrompi numa altura em que os nossos corpos se preparavam para explodir. Nao que tivesse adivinhado o teu, mas quis parar o meu. Fomos fumar e descansar um pouco. Para nos aquele sofa passou de dispensavel a desejavel. Tinham sido momentos que deixavam agua na boca. Agarrei-te pelo cabelo, dirigi-te a cama e "meigamente" empurrei-te, estatelando-te nela. Rias divertida, excitada, embora contrariada pela interrupçao.
-Apos uma curta pausa para cafe e um cigarro mandei-te sentar no meio do nosso novo companheiro.
Sentaste-te no meio, encostando o peito a parte mais alta enquanto o abraçavas. De novo o chicote crepitava violento nas tuas costas e traseiro, de novo dançavas roçando o teu corpo, encaixando na perfeiçao braços e pernas, envolvendo o sofa, parecendo tu e ele um so. os gemidos obscenos repentinamente pararam, ja nao te mexias, so a tua respiraçao e tensao do corpo me diziam o extase que sentias. o chicote ainda te lambia mas o transe em que te encontravas ja nao originavam o estremecer de ti mesma. A sintonia entre o chicote, o sofa e o teu corpo era perfeita.
As marcas deixadas na tua pele estavam a excitar-me. Desejava entrar novamente em ti e, uma janela de oportunidade surgiu quando o teu traseiro foi jogado para tras. Sentei-me naquele curto espaço e voltei a penetrar-te. Os movimentos eram curtos e puxando-te pelo cabelo voltei-te a cabeça para um beijo. Levantamo-nos ambos e continuamos as multiplas caricias em pe junto a parede. Tinhas despertado daquela letargia e agora o fogo tinha-se deslocado para o exterior. Agitavas com força e repetidas vezes o meu sexo que se sentia coagido a brindar-te com liquido quente do pre orgasmo e eu tentava defender-me procedendo de igual modo em ti que ja destilavas quantidades generosas do teu por mim tao apreciado licor.
-" Mete a mao em mim, faz-me vir"....Este convite foi-me "vociferado" por ti quando ja o teu corpo se torcia e as tuas maos paravam a estimulaçao do meu aflito e contido falo.
Nao me fiz rogado e comecei uma penetraçao em ti com a mao. Primeiro dois dedos que entraram facilmente tal a humidade. Depois mais um e outro...Encaixei os quatro dentro de ti e penetrei num vai vem alucinante. A medida que o teu orgasmo se aproximava o teu corpo procurava uma entrada mais firme, conforme a firmeza acontecia saia de ti um grito e o alivio do recuo para de novo entrar com força. Uma dança de sublime deleite ate que, um desesperante uivo sai da tua boca, a minha mao e puxada e apertada pela vagina e, se nao te agarrasse caias na certa. Que explosao, as pernas tremiam, enfraquecidas pelo momento anterior, a tua cara estava alterada, expressao num misto de cansaço e gozo. Amparei-te em direçao a cama. Tropeçavas em fraqueza. Pensei estares acabada nesse dia.
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
Momentos
Amei-te....Na dura e dolorosa provaçao, a dor por ti sentida foi similar ao prazer e deleite por mim vividos....Nao que essa dilacerante e maldita dor me excitassem grandemente, mas a sensaçao de te poder ver munida de bicos mamarios sublimes, eretos, apontados e convidando aos favores da minha boca.
Essa era a desejada e por mim imaginada postura apos os chupa seios que em ti manipulei... nao sendo essa a realidade. Por alguma razao que justificaste com as condiçoes do teu corpo, as dores sentidas durante e no pos acontecimento foram inibidoras temporais do teu prazer. Julguei ate ter-te perdido nessa noite, que nao recuperasses a tempo util para a continuaçao das nossas acçoes.
No entanto, tudo começou da melhor maneira... risos, dores sensuais a presença dos chicotes, o doce arranhar de escovas de aço e outras adaptadas com cerdas curtas e caricas aparafusadas que provocam pequenos sulcos rendilhados, riscos nas costas tao bem deliniadas, pequenos rasgoes nas nadegas que saboriei sumptuosamente levando-te a espasmos de deleite e gemidos melodiosos, audiveis mesmo atraves das musicas que preenchiam as paredes do quarto, originarias de uma playlist por ti escolhida.... Claro que acrescentei ao teu doce suplicio os vibrantes e pouco suaves choques produzidos por quatro estimuladores colados ao teu corpo, acionados por um pequeno e genioso aparelho de electro-estimulaçao.
Os pequenos toques rectais e vaginais tambem contribuiam para esse volupioso estado em que te encontravas. Tentaçoes varias de multiplos pequenos vibradores eram outras fontes de tensao sexual. Em suma, tudo corria em profunda e tentadora armonia ate que.... aconteceu o malfadado acaso em cima relatado.
Foi nas massagens, muitas e ternas massagens, sensuais, que o teu corpo de novo se ergueu e a tua libido regressou intacta, ressuscitada de uma "morte" profunda, pronta de novo para o orgasmo outrora querido. Apos a longa sessao de massagens, nas costas, nuca e pescoço, a tua mente de novo ordenou, pouco a pouco, o teu corpo a gestos antes descritos. Primeiro tenues encostos lascivos, cheios de promessas, depois pequenos encostos ao meu corpo semi-nu, para no fim esses encostos virem em forma de desenfreados e estimulantes toques... toques sera um eufemismo pois eram autenticas pancadas do teu traseiro em direçao ao meu duro falo que apelava por "entrar" em ti. E se ele desejava, tu tambem o "exigias" apontei a entrada quente e com humidade muito acima do razoavel, penetrando de uma so vez toda a extensao do meu membro. Dobraste-te e gritaste como se tivesses sido acometida por uma dor agonizante mas que era tao so o prazer magico do tao aguardado momento em que me acolhias nas tuas entranhas. E sabedor dos teus desejos, apertando-te gradualmente o pescoço, penetrava-te sem arrego, sufocando o teu grito e exponenciando o teu ja enorme estado de pre orgasmo. Tremias junto a mim, tensa, rigida na postura, recebendo o meu vigor dando em troca o corpo ao meu selvagem uso. Nao contente com este comportamento, ainda me presenteias de subito com um tenue e maravilhoso gemido acompanhado entao de movimentos bruscos de um orgasmo singular em tempo e espasmos. Obvio que na presença de tal comportamento, brindei-te tambem com um colossal climax que nao sentiste devido ao teu prolongado e louco final, mas sentiste na calmia a sair de ti, junto com a humidade do teu interior.
Foi o final encantado de uma sessao diferente, mas em que relembrei mais uma vez o amor incomensurável que te tenho.
Essa era a desejada e por mim imaginada postura apos os chupa seios que em ti manipulei... nao sendo essa a realidade. Por alguma razao que justificaste com as condiçoes do teu corpo, as dores sentidas durante e no pos acontecimento foram inibidoras temporais do teu prazer. Julguei ate ter-te perdido nessa noite, que nao recuperasses a tempo util para a continuaçao das nossas acçoes.
No entanto, tudo começou da melhor maneira... risos, dores sensuais a presença dos chicotes, o doce arranhar de escovas de aço e outras adaptadas com cerdas curtas e caricas aparafusadas que provocam pequenos sulcos rendilhados, riscos nas costas tao bem deliniadas, pequenos rasgoes nas nadegas que saboriei sumptuosamente levando-te a espasmos de deleite e gemidos melodiosos, audiveis mesmo atraves das musicas que preenchiam as paredes do quarto, originarias de uma playlist por ti escolhida.... Claro que acrescentei ao teu doce suplicio os vibrantes e pouco suaves choques produzidos por quatro estimuladores colados ao teu corpo, acionados por um pequeno e genioso aparelho de electro-estimulaçao.
Os pequenos toques rectais e vaginais tambem contribuiam para esse volupioso estado em que te encontravas. Tentaçoes varias de multiplos pequenos vibradores eram outras fontes de tensao sexual. Em suma, tudo corria em profunda e tentadora armonia ate que.... aconteceu o malfadado acaso em cima relatado.
Foi nas massagens, muitas e ternas massagens, sensuais, que o teu corpo de novo se ergueu e a tua libido regressou intacta, ressuscitada de uma "morte" profunda, pronta de novo para o orgasmo outrora querido. Apos a longa sessao de massagens, nas costas, nuca e pescoço, a tua mente de novo ordenou, pouco a pouco, o teu corpo a gestos antes descritos. Primeiro tenues encostos lascivos, cheios de promessas, depois pequenos encostos ao meu corpo semi-nu, para no fim esses encostos virem em forma de desenfreados e estimulantes toques... toques sera um eufemismo pois eram autenticas pancadas do teu traseiro em direçao ao meu duro falo que apelava por "entrar" em ti. E se ele desejava, tu tambem o "exigias" apontei a entrada quente e com humidade muito acima do razoavel, penetrando de uma so vez toda a extensao do meu membro. Dobraste-te e gritaste como se tivesses sido acometida por uma dor agonizante mas que era tao so o prazer magico do tao aguardado momento em que me acolhias nas tuas entranhas. E sabedor dos teus desejos, apertando-te gradualmente o pescoço, penetrava-te sem arrego, sufocando o teu grito e exponenciando o teu ja enorme estado de pre orgasmo. Tremias junto a mim, tensa, rigida na postura, recebendo o meu vigor dando em troca o corpo ao meu selvagem uso. Nao contente com este comportamento, ainda me presenteias de subito com um tenue e maravilhoso gemido acompanhado entao de movimentos bruscos de um orgasmo singular em tempo e espasmos. Obvio que na presença de tal comportamento, brindei-te tambem com um colossal climax que nao sentiste devido ao teu prolongado e louco final, mas sentiste na calmia a sair de ti, junto com a humidade do teu interior.
Foi o final encantado de uma sessao diferente, mas em que relembrei mais uma vez o amor incomensurável que te tenho.
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
Noite de inovaçoes
Chicote de silicone, suga mamilos, suga vagina, ovulo com controlo Wi-fi (e uma pancada e tanto).Estes os novos "utencilios" a juntar a ja longa lista que possuimos.
A tarde dava lugar a um anoitecer frio, humido. Triste para a maioria dos mortais, envolvente para nos. Brindamos ao nosso amor, a nossa relaçao, a tudo o que nos faz bem, acompanhamos com um "charrinho". fumo que nos liberta e torna tudo muito mais intenso e louco.O aquecedor emana agradavel calor, o quarto pronto para a sessao. Exaltaçao, expectativa, tesao. Corpos humidos de excitaçao abraçam-se e beijam-se.
Mando-te deitar de barriga para cima. Pernas abertas. Vislumbro um brilho cintilante entre as mesmas. Os labios vaginais semi-abertos, convidam-me a incidir sobre eles. Nao e a altura. Ligo a hapy lady e tiro os pelos que ja se vêm nas verilhas e zonas proximas. Nao tens feito a depilaçao e isso mereceria um castigo. Por outro lado, compreendo que a tua atençao a minha doença te roube tempo e pensamento para certas coisas.
Ficas lizinha, pele suave, sensivel. Ideal para exercer golpes medianos e para sentires mais o 1º brinquedo, de forma mais aguda.
O sugador de vagina e posicionado no teu sexo. A bomba acionada repuxa-te os labios, elevando o teu sexo um pouco. Queixas-te e paro, alivio no botao e de seguida mais duas bombadas. Extremeces. Volto a aliviar um pouco. Novamente bombeio e fico atento as tuas reaçoes. Desta vez, o sexo esta quase encostado ao involocro, os labios incharam, o clitoris aparece, tambem ele bem maior. Na tua face vejo alguma dor ou incomodo mas tambem prazer. Começo a intercalar bombadas e alivios. Noto a excitaçao crescente. Paro. Quero ver a reaçao ao proximo.
O ovulo e meio incerido em ti. Acionada a vibraçao, noto o impacto da mesma em ti. contorces ligeiramente o corpo e pequenos gemidos saiem da tua boca. Pareces muito excitada mas ainda longe do orgasmo. Subo o ovulo para a zona clitoriana. Erro meu. Um grito, um orgasmo. Fugaz, torces o corpo, saltas e tudo termina. Exaustao no teu rosto, felicidade, paz. Frustraçao minha. Nao queria, desejava prolongar o suplicio e fui traido pela minha confiança. Ok, perdi uma batalha, nao a guerra.
Os suga mamilos foram "trabalhar". Queixaste-te um pouco mas ainda assim foram quase ao maximo, no esquerdo e no direito. Mandei-te virar e por de 4.
As unhas "acariciaram" o teu corpo. Serpenteias nas minhas maos, enquanto as tuas costas, pernas e rabo ganhavam riscos avermelhados pela passagem das minhas maos. Olho-te e vejo o quanto estas "novamente" excitada. Mando-te lamber-me o que fazes de imediato. Forço-o na tua boca, engasga-te, tiro e tu vens gulosa a procura do falo. Tenho que interromper.
Ordeno novamente que te ponhas de 4. O chicote de silicone "lambe" o teu corpo. Reparo que pode ser bastante doloroso sem deixar muita marca. E a tua reaçao a ele e efusiva. Passo a incidir com maior velocidade e força na tua pele. Cores lindas vao aparecendo, o rabo torna-se pouco a pouco rosa que contraste com o moreno suave do teu corpo. As nadegas salientes, parecem mais "convidativas", o rego abre-se lentamente e no seu fundo vislumbro o liquido brilhante escorrendo nas pernas. Alterno os chicotes. Oiço o teu prazer e quero manter-te nas "alturas" sem que entres no abismo do orgasmo. Por vezes socorro-me das varas de bambu, acariciando e batendo, descendo-te a terra. Estando nisto algum tempo, como nao sou de ferro, introduzo uma 1ª vez o sexo em ti. De um vez. Rasgo-te, contens um grito, mas queres mais. Segunda estocada, paro e tiro. Olhas-me alterada. Sei o que desejavas, mas ainda nao. Tambem eu ansiava. Novamente te mandei virar.
Novamente o teu sexo foi sugado. O teu corpo ondulava. Fui ao maximo, na tentativa de que o incomodo te acalmasse um pouco. Fui bem sucedido. Novamente o ovulo entrou en açao, numa vibraçao menos agradavel. Novamente saltaste mas de prazer e dor, nao de climax. Sofrimento, como tu desejas sentir e eu preciso dar.
Apesar de te ver cansada, mando-te outra vez por de quatro ao que obedeces sem hesitaçao. Acho que estavas mais curiosa que eu ate onde iria.
O chicote novo voltou a açao. Agora so ele. Fazia helice, batia, espalhando nas tuas nadegas pequenas alfinetadas que confessaste mais tarde serem choques electricos que entorpeciam o corpo em ondas. Quando os teu movimentos do teu rabo passaram a ser sensuais e sexuais, acionando o corpo para traz e para a frente numa felaçao imaginaria, entrei com tudo mais uma vez. Estocadas fortes, arrebatadoras, senti as paredes do teu sexo em contraçoes, os gemidos altos, o teu orgasmo veio feroz, qual tempestade, molhado, exaustivo, sem folego, tirado pelas minhas maos num aperto firme no teu pescoço, ate a tua queda. Mas ainda faltava o meu que irrompeu como um tomulto, sacudindo-nos fortemente atraves do meu corpo que inadvertidamente impelia em ti, num hurro forte de prazer e desejos satizfeitos.
domingo, 29 de outubro de 2017
Transcendencia I
Desatei-te e fiz-te virar, ficando deitada de costas para cima e o "rabao" ao meu dispor. Como sabes adoro o teu traseiro, redondo,cheio,em forma de coraçao. Um sonho.
Bem, uma almofada por baixo do teu ventre, elevando o meu alvo, braços atados e pernas convenientemente abertas e atadas e pes tambem presos a cama.Ali estavas, vulneravel, receosa e entesada, tudo ao mesmo tempo. Vendei-te pois nao queria que visses o que ai vinha.
A escova de aço foi a 1ª tortura. Umas passagens desde o rabo aos ombros, roçar os bicos de aço para te "aquecer" a pele. E tu gemias, tentando movimentar o corpo nas zonas mais sensiveis. Claro que presa pouco ou nada conseguias. Depois de alguns "riscos" na pele, passei a espetar de lado no teu corpo,, nas badanas, na cintura,nas omoplatas, provocando pequenos sulcos de sangue,sem que escorresse. Os teus gemidos eram agora acompanhados do teu liquido interno, lubrificavas por demais.
Para aumentar o teu desespero sexual, resolvi passar alcool nos pontos ensanguentados.A loucura apoderou-se de ti. Gritavas, em especial quando com a mao ainda humida de alcool passou no teu clitoris. Convulsoes, simulaçao sexual, de tudo um pouco se fez a tua reaçao. Eu estava encantado, alucinado mesmo por sentir em ti tanto prazer/desejo/desespero.
Parti entao para as velas. Ai, a medida que as gotas iam pingando, devido ao frio que o alcool provocou e a sensibilidade provocada pela escova na pele, as contraçoes eram de tal forma violentas que pensei as cordas nao aguentarem. Depois de varios pingos em cima do teu corpo, achei por bem deitar quantidades generosas.Primeiro nas omoplatas,que escorriam para o pescoço e peitos e depois no rego enchendo-te de calor o anus e a vagina.
Para enrijar a vela e dar-te outro contraste, fui buscar gelo que passei por todo o corpo. Dos teus labios ja so saiam ais quase inaudiveis, vencida por tantas "brincadeiras", derrotada por tantos prazeres, alguns morbidos, como tanto aprecias. Duas ou tres pedras de gelo foram parar dentro dos teus orificios...Um toque, um requinte de malvadez....
A cera estava dura no teu corpo. Altura ideal para a sacar. Pensei bem e resolvi tirar grande parte a chicotada. E certo que a cera se espalha por todo o lado, mas os teus gritos tambem e esses sao impagaveis. Os braços ja estavam apoiados na cama, sem força para te ergueres, rendida ao sofrimento porque passaras. Agora senti estares no teu limite, moral e fisico. Hora do complemento.
Aproximei a mao do teu clitoris e devagar percorri toda essa zona, encharcada,enchendo-te de palavras proprias da ocasiao, palavras que para mim fazem sentido no pico do desejo sexual. Enfiei dois dedos dentro de ti ja tu tremias, ao mesmo tempo que o clitoris era estimulado. Ate que no meio dos tremores, um grito grutesco, um safanao violento um esguicho do teu interior e eis que o teu orgasmo chega. Qq coisa inimaginavel. O tempo em que te contive deu resultado. Quando explodiste foi avassalador. Retesaste-te, hurraste, desesperada, feliz, chorosa...
Nao acabaste a tua explosao e ja eu imponente estava dentro de ti,fazendo com que os teus gritos aumentassem. Ai nao foi uma simples copula, foi uma violaçao, um estupro, algo animal tal o desejo e o impeto com que entrava em ti. Resultou em dois orgasmos quase simultaneos, juntos com palmadas, palavras agrestes, prova da minha tesao.
Adormecemos quase de imediato, apos as cordas retiradas, agarrados, sorridentes, felizes.
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
Transcendencia
- Estavas nua. Mandei-te deitar,pernas e braços abertos, esperando a minha chegada.
10 minutos se passaram ate a minha entrada no quarto com cordas e outros objectos de restriçao. Embora sabendo nao ser necessario amarrar-te para que te sintas presa, naquele dia apeteceu-me essa situaçao.
- Atei-te os pulsos a cama, braços estendidos na direcçao da tua cabeça, e as pernas presas abertas e puxadas tambem na direcçao dos braços, com uma almofada a suportarem os rins.Tinha ali uma belissima visao da tua vagina e anus abertos , entregues as minhas vontades, assim como os seios disponiveis para qq brincadeira. Toda a tua frente estava ao meu dispor. Vendei-te e comecei com suaves passagens com o chicote por todo o teu corpo. Sorrias, e ao mesmo tempo provocavas-me dizendo nao apreciar "festinhas".Ri-me para mim mesmo. Conheço-te o suficiente para saber dos teus pesados gostos mas tambem sei que a pele deve aquecer um pouco antes das batidas mais fortes.Apos algumas passagens mais ou menos suaves com o chicote,fui em busca das canas de bambu. Estas sei que tens algum pavor. Agora nao te irias queixar das festinhas, mas das dores que irias sentir.
-O 1º alvo foram as mamas, duas vezes em cada uma com força moderada. As primeiras lagrimas cairam dos teus olhos, junto com gemidos de dor. Passei as pernas,mais precisamente as coxas, onde existe maior quantidade de carne. Novamente 2 em cada uma.Aqui gritaste, as pancadas foram mais fortes.A venda mais molhada, assim como o teu sexo.Olhando maravilhado para as tuas marcas,ignorei o teu sofrimento, agarrando-me ao prazer que demonstravas através dos fluidos vaginais, decidi dar-te 10 vezes com a cana na tua vulva, perto do clitoris. Gritaste, enquanto tentavas desesperada esticar as pernas para te proteger. Beijei-te entretanto e perguntei ao ouvido se estava tudo bem. Riste, apesar das lagrimas. Resolvi entao passar a outra fase, visto estares bem. Embora as velas tenham estado acesas este tempo todo, acho que nao esperavas uma despejada em cima da tua barriga.O teu corpo dobrou como pudeste e soltaste um gemido enorme,de desespero, susto e tesao, avaliando os teus movimentos.mais cera foi derramada nos teus peitos e vagina. Nesta ultima parte resvalava pelos grandes e pequenos labios ate ao anus, vendo eu as contraçoes que o calor da mesma proporcionavam. Foi um momento cheio de prazeres para os dois.
-Quando parei a cera e depois da limpeza das zonas, prendi-te 4 eléctrodos a pele , dois junto ao monte de venus e os outros na barriga das pernas, junto aos labios vaginais e activei-o, mais ou menos a meio.No principio nao reagiste muito... Deixei passar uns minutos e iniciei uma esfrega no clitoris.Agora ja o teu corpo se mexia,excitado. Prendi duas molas,uma em cada mamilo e isso refreou os teus impetos. Continuei na estimulaçao clitoriana, a qual, mais uma vez te fez voltar a excitaçao. Era divertido jogar como teu corpo e coma tua vontade. Quando as tuas pernas iniciaram o habitual tremer de aproximaçao do climax, aumentei os impulsos da maquina de eléctrodos o que te acalmou a excitaçao e te deu uma dose consideravel de expasmos dolorosos.
. Ai veio a vara com uma ponta de cabedal, a qual te batia no clitoris e em toda a zona circundante. Nessa altura os teu olhos ja se escondiam por baixo das pálpebras, os gritos e gemidos ja eram uma mistura de dor e prazer extremo, ja nao estavas na "terra".
-Alucinada e excitada ao extremo, parei com tudo, menos com os choques, arranquei dos bicos as molas com a chibata, coisa que te deve ter doido muito, hehehe, indo chupa-los meigamente....
-O resultado estava a vista. Pediste para te fazer vir, nao aguentavas a espera, precisavas e que eu era mau por te torturar tanto no teu prazer.Na verdade, nao liguei nadinha.Tinha planos para a noite e nao ia desistir deles.Sabia que mais tarde irias sentir-te nas nuvens.
Aproveitando o facto de estares completamente aberta, desci com a boca em direcçao aos dois orificios que por questao de posiçao me oferecias.accionei novamente os choques moderados e iniciei a lamber o clitoris e toda essa zona ate atingir o anus. Gemias coma minha lingua na vagina e fizeste o mesmo quando a direcionei para o outro orificio, tendo ao mesmo tempo a mao a afagar a vagina. Depois substitui a lingua por um dedo dentro de ti, pouco lubrificado e pouco penetrante. Queria que sentisses a diferença.Diferença essa que sentiste quando te meti dois,ja lubrificados e aos quais relaxaste facilitando a entrada. Os gemidos continuavam, calmos mas ao mesmo tempo com uma especie de ansia. Os teus fluidos vaginais continuavam, brilhavas, ate mesmo quando subi um pouco a intensidade dos choques. O teu corpo ja me parecia quedar-se por um cansaço de muitas emoçoes, mas nao era tudo o que tinha imaginado.Ainda faltava a parte traseira.
Continua.....
segunda-feira, 9 de outubro de 2017
Escova de aço
- A noite prometia. Embora cansados depois de mais um dia trabalhoso,a musica por ti escolhida para ouvir, era como que um balsamo para as dores,um relembrar coisas bonitas do teu e meu passado, fervilhava no ar um clima especial. Dez da noite e dirigindo-te a casa de banho com um body muito sensual, pedes-me que ligue a televisao no quarto.Claro que "obedeci" prontamente e acrescentei a ligaçao do computador a mesma para escolheres uma play list que, por um lado espevitaria mais o desejo e quebraria certos ruidos tao usuais da tua entrega.
- Chegas maravilhosa, cheirosa e pronta. Nao perdemos tempo e "engalfinhamo-nos" um no outro em abraços e beijos lascivos. Levantei-me da cama e dei-te um "carinho" nas nadegas com duas canas de bambu...Quase gritaste. Nao podia ser. Pediste entao a escova. Escolhi primeiramente uma a que juntei ha uns tempos umas tampas de carica. Deixa marcas bonitas,simetricas e arranha bastante se arrastada na tua pele. Brinquei durante uns tempos no teu corpo.Murmuravas lamurias sensuais, queixas veladas,gemidos varios. Mas a dado momento, os gritos de dor e prazer ameaçaram aparecer. Era tempo de alterar. Pediste-me entao a escova de aço.E silenciosa, cria-te emoçoes fortes, leva-te ao transe mais rapido. Era necessario nao estender em demasia a coisa.Tinhamos gente em casa e os ruidos que se fariam ouvir com o prolongar da sessao, possivelmente alertariam o outro habitante. Nao podia ser. Outro dia, proximamente, esses momentos virao.
-Apalpei-te e verifiquei que estavas molhadinha. Optimo.
Apanhei a tal escova de aço e comecei a tortura. Deitando a escova sobre o teu corpo, com uma certa inclinaçao, sentes espetar na tua pele milhares de pequenas agulhas. Esse estimulo funciona bem, o teu corpo move-se, erotismo em cada mexida,escova em varios pontos das costas e nadegas,forçar a entrada em varios pontos,entras em desespero. O pre-gozo estava a manifestar-se.
O som da tua boca era inaudivel, qual peixe fora de agua. Apos alguns minutos dizes me nao aguentar mais. A cabeça esta quase a explodir. Nao podes expulsar em forma de gritos a tensao que se acumula dentro de ti.
-Respeito o pedido.
Voltas-te de lado, dando-me pequenos encontroes com o traseiro, enquanto gemes. Estranho os gemidos naquela altura. Mas quando levo a mao ao teu sexo, compreendi. Nao estavas molhada.Estavas completamente encharcada. A tesao tinha acompanhado a tensao. Ai cometi um erro.Porque com a casa ocupada nao podia fazer-te gritar. Apontei a vagina para lubrificar, pensando seguir em direçao a outro orificio. So que apanhando-me ali, onde precisavas, gulosa ja nao deixas-te sair, ou pelo menos fizeste de tudo para que nao tirasse.
- Tal entusiasmo contagiou-me e, mesmo antes do teu orgasmo tive um,e outro quando o teu veio. Foi estranho, quase dois seguidos. Mas compreendo hoje o que aconteceu.Com a vibraçao que tinhas, os movimentos de sucçao e vibraçao na tua vagina, juntando aos momentos anteriores, nao so criaram tensao em ti mas tambem em mim. E quando a cabeça nao tem juizo, o penis e que paga. E pagou bem, enchendo-te duas vezes quase seguidas de esperma. O teu orgasmo foi enorme, intenso e deu-me tambem a mim sensaçoes novas e muito, muito prazerosas
domingo, 8 de outubro de 2017
(Tua)vagina VERSUS (Minha)boca
E das lutas mais extenuantes e satisfatórias que conhecemos. Frequentemente a minha boca sofre a influencia temporal do acto. Nao, nao estou a queixar-me, sao "horas" de um prazer diferente, onde todos os teus movimentos sao por mim observados,podendo deste modo controlar o teu orgasmo ate quase ao limite, onde uma dentada mais forte te quebra, retornando tu a um ponto muito mais calmo, dando-me a possibilidade de te observar mais uma vez e outra,e outra... Nao sao so as dentadas a minha "arma" para te deter. Por vezes nao te deixando chegar tao perto da explosao,uma variaçao dos carinhos, passando da velocidade da lingua a calmia do beijo, a ternura dos chupoes leves nos labios, mantem o teu sexo "quente", em banho maria, torturando-te a mente em forma de gemidos e lubrificaçao constantes, alimentando a minha sede de desejos e o meu ego de amante. Confesso que me excitam grandemente as tuas tentativas vãs de me levares a cabeça mais perto do teu sexo, tentando com movimentos do corpo chegar mais depressa ao objectivo. Nesses momentos em que o teu corpo e a tua mente cedem, as pernas tremem, o teu sexo inchado molha ainda mais, imagino o desgaste a que te sujeitas, a frustraçao que sentes nessa luta desigual. Em especial porque quando resignada e sem força desistes dessa procura, sou eu que volto a incidir sobre ti com mais querer, com mais intensidade, roubando-te um prazer que nao me queres dar na altura, o prazer de estares nas "minhas maos". Que alegria sinto, apos alguma insistencia, ao quebrar a tua "vontade" de me castigar por nao te ter dado o que ambicionavas antes.
De novo as pernas estremecem, os sons saiem difusos e imperceptíveis, os movimentos da pelvis na procura da minha lingua e.... novamente os teus intentos saiem frustrados, uma palmada bem dada no teu sexo fazem-te encolher pela dor simultanea com o prazer que te infligi. Estas demoniaca, refilas,pedes, dizes nao acreditar em mim naquele momento, que te vou estar eternamente a impedir o momento final...Eu rio, brinco, digo-te palavras que te elevam como amante, acalmando um pouco a tua ira, mergulhando novamente sobre ti quando te vejo minimamente receptiva. E um jogo extenuante para os dois mas extremamente gratificante. quando as palavras nao chegam ou levam tempo a fazer efeito, nada como erguer-me, procurar a tua boca com a minha e de seguida encaminhar-te de encontro ao meu sexo. Ai sim, entretida como meu falo, sinto o crescer do teu entusiasmo. Mas e perigoso para mim, nao quero ainda dar o que a tua boca procura. Assim empurro-te e deitando-te para tras,forço as pernas a abrirem e de novo o teu sexo e alvo da minha atençao. Fazes carinho nos meus cabelos, nervosa, excitada, mas ja nao me puxas pela cabeça,aquele momento e teu, a excitaçao leva-te a patamares e locais longe de onde estas, os teus olhos estao cerrados e quando observo a tua expressao assim, ai sim, ai acelero, ai por vezes os dedos sao inseridos em ti em simultaneo com a lingua no clitoris ou os dedos da outra mao, procurando a tua ejaculaçao. Sim....tens a capacidade por nos descoberta de, sob determinadas "incidencias", expulsares o teu prazer liquido em jatos, molhando a minha cara e dedos. E um momento sublime, quando tal acontece, cais quase inanimada pelo esforço. Claro que ainda nao estas "morta" e aproveitando as pernas abertas e o corpo inerte, "sirvo-me" de ti em penetraçoes fortes de desejo, violentas de paixao, ate o meu acalmar..que muitas vezes e acompanhado por um "impossivel" outro teu.
E e esta relaçao maravilhosa que os dois orgaos do titulo têm.
sábado, 30 de setembro de 2017
Horas Supremas
- A verdade e a humilhaçao que exerço sexualmente sempre me excitar. Seja em que acto for, qq sofrimento ou mau estar da minha cadela me excita enormemente. Em especial quando vejo a vagina brilhante de prazer. E envolvido nessa onda, avanço sempre um pouco.
-Um "botao de rosa" antes do sexo anal e tanto mais importante quanto o prazer que sinto nela. O prazer em forma de gemido, o dito orificio piscante, como quem convida a avançar. Depois força-la num primeiro momento a beijar a minha lingua, (acto pouco higienico, segundo ela) e no momento seguinte ser sorvido pela sua boca humida de prazer, "debitando" em simultaneo gemidos significativos.
- Num intervalo pensado, brinco com os seus seios e clitoris, na busca de manter e quem sabe aumentar o interesse sexual por ela ja demonstrado. Ordeno que se dedique ao meu sexo, inchado pelas emoçoes anteriores e quase a extravasar, limitando a velocidade e atençoes que ela tinha em mente. Chupar sim, brincar com a lingua maravilhosa que possui, tambem, sentir a boca sem placa dentaria e sensaçao do outro mundo, mas nem pensar deixa-la manipular com ardor o meu desesperado membro. Era sinonimo de ejaculaçao, coisa que ainda nao quero. Tenho outras ideias, entre elas preencher o orificio antes lambido e beijado com o meu latejante e impaciente "falo". Alem de que umas boas palmadas no antes e durante a sodomização avermelham tao generosa parte da sua anatomia, tornando o acto "ainda" mais inigualável. Ate porque durante a penetração, o choro e os queixumes que emana sao muito mais excitantes quanto mais intensos forem. Como atras escrevi, o sofrimento da minha cadela, devera sempre ser acompanhado pelo seu lubrificante natural. E o incentivo que preciso para a fazer sofrer mais um pouco e a sua forma de pedir esse mesmo tratamento. O masoquismo dela e acompanhado fielmente pelo meu sadismo. Brutalmente erotico e estar em simultaneo a penetrar com ganas num vai-vem veloz,ver as nadegas vermelhas com marcas das minhas maos, sondar a sua vagina com a mao, molhando-a com os seus liquidos. Nessa altura, motivado mais uma vez para um orgasmo eminente, tiro de tras e obrigo-a a "engolir" o sexo. Nao e facil faze-lo, nao pelas dimensoes mas porque, neste intervalo sem orificios preenchidos,alguma racionalidade volta ao seu ser e com ela alguns tabus. Esses acabam quando forço a entrada na sua boca e repito os movimentos que ha instantes a sodomizavam. "O habito faz o monge" e quero que o seu corpo e tudo o que e seu seja facilmente aceite a desejado por ela propria. Cadela não tem nojo e deve aceitar e desejar o que o Dono lhe proporciona, seja o urinar-lhe no corpo,forma de marcaçao, na boca, submissao, ter prazer com o prazer do ser mais importante da sua vida. Claro que estou sempre pronto a discutir gostos e medos, mas nao quando estou em sessao. Ai, so se for demasiado dificil e sentir que o desejo dela se esfuma.Por isso tambem os meus devaneios têm sido "apresentados" espaçados no tempo. Quero ter tudo, mas que tudo seja tambem desejado.
-Voltando a historia, mais uma vez o seu entusiasmo crescente me levou quase a transbordar a "lava" que ha muito tempo se acumulava. Ainda nao o queria. Todos sabemos que e comum aos dois sexos o orgasmo ser tanto mais prazeroso, quanto mais tempo se levar a chegar, mantendo constante esse desejo. Com aspereza tirei de sua boca o inchado e pulsante membro, deitando-a de costas e mergulhando sobre o seu corpo procurei atingir com a boca a sua fonte. Depois de umas boas palmadas para forçar as pernas a abrir (parece-me ter ficado contrariada com a subita interrupçao no felacio, hehehe), dediquei-me a essa zona tao humida e quente. Acho que as palmadas aqueceram ainda mais o que estava abrasador. O orgasmo foi atingido apos alguns minutos de laboriosas mas suculentas lambidelas e puxões nos seus labios carnudos, tendo durante todo esse tempo escutado gemidos e lamurias, cantados pela sua boca, em razao da loucura do seu cerebro. Conta-me ela que, em muitas ocasioes sente-se flutuar erraticamente, num inferno de sensaçoes que a confundem e a fazem perder a noçao de tudo. Esse poderoso orgasmo acalmou-te, tornou-te mole e sonolenta. Agora teria o meu.
-Pensei assim e entrei na minha cadela, parecendo-me satisfeita e desejosa de sentir o "premio" do meu corpo, adivinhando uma ejaculaçao forte de liquido quente.
-So que por vezes sou surpreendido por tao admiravel ser. Quando estou nos meus movimentos de vai vem, divertindo-me sentindo as paredes vaginais humidas, quentes e apertadas, oiço uma voz: "Fode com força"
Tinha despertado da sua letargia pós orgasmica e novamente desejosa de "atençao". Como sou um cavalheiro e nao querendo deixar desejos a meio, iniciei uma cavalgada impetuosa, percorrendo todo o teu interior em avanços e recuos vertiginosos, sentindo as suas unhas nas minhas costas "dizendo-me" que outro orgasmo estava a acontecer, violento e intenso. Nao aguentei, como prémio dei-lhe um estalo na cara doloroso e sentido, no momento em que a minha explosão aconteceu. Nada como bater-lhe antecedendo o meu orgasmo.
quinta-feira, 7 de setembro de 2017
Compras "inocentes"
-Apos uma noite de emoçoes (e dores) fortes, como descrito no blogue da minha amada cadela, a alvorada deu-se por volta das 8 da manha...a minha, ela ficou mais uma horita. Apos o pequeno almoço, saimos em busca de um apetecido cafe. Sentados na esplanada, propuseste irmos fazer compras a uma loja habitual. Mas a maneira como pediste, o sorriso, encerrava algo. Despertado fiquei para o que ai viria e resolvi aceder ao teu pedido. Sabia ir-me divertir, tambem tinha as minhas ideias de compras e essa loja era a indicada.
-Dirigimo-nos ate ela e entrando logo foste na direcçao das tuas amadas velas. Fizemos a aquisiçao de algumas, conversamos sobre o tipo mais apetecido e outras banalidades. Saidos desse corredor foste comprar umas linhas para cozer e vendo outros corredores, apreciando outros artigos. Subtilmente fui-te levando onde eu realmente queria ir. Apesar de teres o corpo muito marcado, magoado, com resquicios ainda vivos da ultima noite, quis verificar o teu estado digamos de espirito. Agarrei em duas canas de bambu e inadvertidamente dei-te com elas uma pancada no rabo.
-Sobressaltada, olhaste-me com olhos semi-serrados, os labios mordidos por ti propria mas a expressao e jeito de corpo nao enganaram: Estavas em estado de graça, no tal "sub-space", motivado pela noite anterior. Brilhavas, Toda tu eras bem estar. Mas, tal como es, fingiste um incomodo no gozo, um queixume muito feminino que e teu apanagio. Foi o suficiente para ir procurar outras canas, desta vez quatro em vez de duas como as outras, mais finas. Quem te manda queixar das duas? Disseste-me nao saber se aguentarias as duas grossas. Escolhi 4 mais finas. E sempre bom puder "contentar-te".
- A partir dai, o resto da visita a loja foi acompanhada de alguns toques com as mesmas no teu rabo, sorrindo-me de quando em vez, contente por mais esta atençao, certamente muito util em proximas sessoes...e quem sabe em brincadeiras esporadicas...
-Dirigimo-nos ate ela e entrando logo foste na direcçao das tuas amadas velas. Fizemos a aquisiçao de algumas, conversamos sobre o tipo mais apetecido e outras banalidades. Saidos desse corredor foste comprar umas linhas para cozer e vendo outros corredores, apreciando outros artigos. Subtilmente fui-te levando onde eu realmente queria ir. Apesar de teres o corpo muito marcado, magoado, com resquicios ainda vivos da ultima noite, quis verificar o teu estado digamos de espirito. Agarrei em duas canas de bambu e inadvertidamente dei-te com elas uma pancada no rabo.
-Sobressaltada, olhaste-me com olhos semi-serrados, os labios mordidos por ti propria mas a expressao e jeito de corpo nao enganaram: Estavas em estado de graça, no tal "sub-space", motivado pela noite anterior. Brilhavas, Toda tu eras bem estar. Mas, tal como es, fingiste um incomodo no gozo, um queixume muito feminino que e teu apanagio. Foi o suficiente para ir procurar outras canas, desta vez quatro em vez de duas como as outras, mais finas. Quem te manda queixar das duas? Disseste-me nao saber se aguentarias as duas grossas. Escolhi 4 mais finas. E sempre bom puder "contentar-te".
- A partir dai, o resto da visita a loja foi acompanhada de alguns toques com as mesmas no teu rabo, sorrindo-me de quando em vez, contente por mais esta atençao, certamente muito util em proximas sessoes...e quem sabe em brincadeiras esporadicas...
terça-feira, 25 de julho de 2017
Desejos penianos
- Hoje recordo pensamentos do meu penis. Sentimentos nao ditos quando em presença da minha doce e tesuda Kaya.
A capacidade do meu cerebro e inversamente proporcional a do penis, isto e, quanto mais o dito esta excitado, menos o cerebro pensa. Acho que e comum ao homem. Mesmo a frase usualmente dita "estas a pensar com o c....." nao e so uma frase depreciativa muitas vezes, mas uma verdade absoluta.Entao vamos aos pensamentos. Note-se que vou escrever por "Ele", na 1ª pessoa.
- Kaya, quando acaricias a vagina, o clitoris, suavemente muitas vezes, eu estou desperto, sinto desejos que a tua mao me acaricie tambem, mexa com essa suavidade e sabedoria na minha cabeça, percorra a aste e acaricie os meus companheiros testiculos. Sinto algum vazio em mim pois essa que acaricias e a qual penetro, muitas vezes com voracidade incontida e que se molha invariavelmente a minha entrada, abrindo e abrindo-se, arranjando caminho para que me aloje dentro. Claro que tambem tem a variante de te apertares para que "rasgue" tudo a minha passagem, fazendo a tua boca urrar de dor e prazer. E que momento inolvidavel e o de tremeres no meu louco vaivem, apertares-me tentando conter-me e sentir-me mais, ate que me sinto encharcado do teu inevitavel orgasmo. Ai estou a ponto de te brindar com o meu licor, que por vezes quer tanto explodir que chega a incomodar. Mas grande parte das vezes contenho. Sou eu que deixo ou nao sair. Claro que ai preciso da ajuda do cerebro. Ai tenho que deixar o pensamento mais com a cabeça de cima. Mas incho e latejo de tal forma que preciso sair do teu quentinho humido, do contacto tao apetecido...Alem disso tens a "mania" de acariciares o meu corpo e beijares o homem que me tem, transmitindo-me assim ainda mais ansias.
-A boca e a maior tortura...A tua boca quando me "apanha" sabe o que fazer...Bem, nao sabe, porque se se apercebesse possivelmente pararia sem que tivesse que para isso as maos do meu corpo te puxarem pelo cabelo e darem-te chapadas para me largar. Entao quando juntas as maos a boca, ai o liquido primario nao cessa de sair. Sei que te entretens a brincar com ele, saido do meu orificio, e apertas-me junto aos testiculos, tentando evitar a saida dos meus jactos. Muitas vezes e mais o prazer de me agarrares do que a necessidade de o fazeres. Nessas alturas tenho os canais fechados, nao te vou dar o meu leite. De qq forma, sinto as minhas veias prensadas e isso da-me um prazer especial, arrepios por mim, desde a cabeça ate ao sitio de aperto, fazendo-me o penis mais feliz do mundo.
- A nivel de contacto, claro que tenho muito mais para falar. A massagem nas costas ate te proporcionar um orgasmo, ou algo parecido, e estimulante. A força, o contacto com a tua pele,o deslizar na mesma provocado pelo oleo, e torturante. Por vezes sinto-me quente, amassado, vibrante, tudo em simultaneo. Nao e facil evitar de te inundar as costas. Mas como sou um penis obediente ao meu corpo e acima de tudo ao meu cerebro, massajo-te ate ao teu orgasmo evitando o meu. E sabe bem ouvir-te gritar, extremecer, ondular. Ver-te e ouvir-te e como quem diz sinto as vibraçoes o que me torna mais ereto e pronto para a "luta". Mas geralmente depois desse momento, e a lingua do meu dono que trata de ti durante um longo periudo, fazendo com que eu acalme e me recomponha.
- O contacto menor que tenho ainda com o teu corpo e o anal. Por vezes acontece mas tens medo que te invada. Ja algumas vezes entrei, percorri o teu intestino, mas tens sempre o receio de quem ja sofreu muito noutros tempos. Ca estou eu para com determinaçao mas tambem com paciencia fazer-te querer-me atolado em ti com volupia. Vou tentando. Com a tua ajuda.
sábado, 22 de julho de 2017
Mauzinho
-"Cadela, abre as pernas", ordenei-te sentado no banco da frente, olhando o teu corpo sentado envergonhado no banco traseiro, vestido meio desconjuntado, peitos a vista de todos os que se cruzavam por nos na estrada, acarinhados por essas maos que o meu corpo deseja com ardencia. Entre as pernas, uma mola forte prendia-te o clitoris inchado...dor e tesao, tesao e dor que nao entendias. Sofrimento que desejavas apagar em simultaneo com o desejo dessa maldita angustia que te fazia chorar e humedecer a vagina sequiosa de tratamento vip, a loucura da minha lingua calmante a acicatar a inevitabilidade de te fazer explodir num orgasmo tremente e devastador.
- Ordenei que puxasses ligeiramente a mola, o clitoris inchado doer -te-ia mais um pouco e de seguida masturbar os labios, dando-lhes pequenos puxoes e apertoes, levando a boca de quando em vez o sabor que ja invadia atraves do cheiro, o habitáculo do carro. Senti ciume por nao ser eu a provar o tao apreciado mel que sabes ser algo por ambos apreciado. Apesar de sofreres, estavas como que em transe. O teu interior rejubilava de emoçoes dispares. Estavas obediente, compenetrada da tua escravidao. Era o combinado nesse dia. A obediencia seria cega. Sem palavras de segurança. Ser escrava so faz sentido quando se confia cegamente no seu Dono. E esse tem que ser digno dessa confiança.
- A tua excitaçao subia de tom, os gestos e ruidos eram cada vez mais sinonimos de um orgasmo eminente. Mandei-te parar. Dessa vez nao ouviste, nao sei se devido ao estado de transe ou aquela teimosia ainda presente. Fiquei aborrecido. Travei o carro abruptamente, dirigi-me ao banco de tras, dei-te uma forte chapada e arranquei a mola. Gritaste de dor, choraste e impassivel, entrei novamente no meu lugar e continuei a marcha. Estavas desolada, ou pelo menos assim parecias. Mandei-te despir na totalidade. Ias replicar algo mas calaste-te quando disse "Agora" e obedeceste.
Era o castigo por nao teres parado, ao mesmo tempo que poderia deleitar-me através do retrovisor com a bela e unica imagem de ti totalmente nua. O meu sexo doía dentro das calças. Estava excitadissimo por tudo o que se tinha passado.Mandei-te aprisionar nos mamilos duas molas que estavam dentro da mala a teu lado. Como hesitaste, perguntei se querias que fosse novamente ao banco de tras. Nao respondendo resolveste finalmente por as molas. Mas estando nervosa fizeste doer muito mais que o normal. Eu ria. Quando finalmente acabaste mandei-te puxar um pouco para ver se estavam bem presas. Na verdade queria fazer-te penar mais um pouco. Reparei tambem que tentavas tapar o possivel com os braços. Nao gostei. Mandei-te masturbar novamente, com um vibrador pequeno no teu interior e uma mao no clitoris, mas devagar, sem pressas. Antecipei as tuas possiveis intensoes prometendo voltar a sair do carro e castigar-te fortemente se nao obedecesses ao que te disse. Assim a viagem trasncorreu sem mais problemas ate a casa.
- Ao chegarmos, num descampado, mandei-te sair do carro e encostar-te ao mesmo, dobrada de quatro e abrir as pernas.
-Resignada mas ao mesmo tempo temerosa que alguem pudesse ver, assim fizeste. Fiz-te uma festa, tirei o sexo para fora e de uma vez penetrei-te fundo, testiculos encostados ao teu corpo. As tuas pernas desfaleceram, gritaste mesmo com o pescoço previamente apertado e o teu corpo recuava e avançava directo ao meu sexo, alucinada, perdida de desejo. Dei-te duas fortes palmadas nas nadegas e mandei-te parar. Nao obedeceste, mais uma vez. Entao agarrando-te rudemente pelo cabelo, abria a porta do carro, encostei o pe ao teu corpo e empurrei-te abruptamente para dentro do carro. Estavas possuída de raiva e desespero e eu continuava sorridente por ver todas as manifestaçoes que nao conseguias esconder. Pus-te de joelhos em cima do banco, limitei-te os movimentos e disse-te para contar e agradecer ao Dono, e qq falha voltaria a estaca 0.
Nao percebendo bem o que eu referia, so quando sentiste a 1ª forte palmada no rabo te inteiraste do que te iria acontecer. Nao contaste nem agradeceste. Maravilha. Voltei a insistir que tinhas que contar alto e agradecer as vinte palmadas que irias ter como castigo pela insubordinaçao anterior.
- Foram as vinte contadas, agradecidas, doloridas e mais gostosas palmadas que te dei ate hoje. As lagrimas caiam enfileiradas apos a 3ª mas ao mesmo tempo o banco e as tuas pernas eram um mar de prazer. Finalmente parei, estavas dolorida, soluçavas. Nao quis dar-te qq tempo. Voltei-te de costas para baixo e deliciei-me com o teu sexo molhado, doce, inchado de prazer. Levou tempo ate que as tuas pernas tremessem num pre orgasmo habitual, onde todo o teu corpo e uma onda continua. Parava por momentos onde mais te excitava e incidia sobre outros pontos que, embora excitantes, nao te levavam ao momento. Brincava com a tua ansiedade, deixando-te ainda mais nervosa, contrariada, frustrada. Por fim, quando tambem a minha libido estava no auge, deixei que tudo o que tinhas acumulado saísse, ruidos e gestos descontrolados, um vazar total e exaustivo. Algo mais uma vez sublime a minha vista, aos meus ouvidos, a minha sensibilidade. Nao deixando que tudo acabasse, introduzi mais uma vez em ti, esperando mais qq coisa da tua parte mas, como boa escrava que es, colocaste o teu corpo a minha disposiçao por incapacidade fisica para mais orgasmos, mas para que eu me servisse do que me pertencia e te brindasse com o meu semen, te marcasse como minha femea
domingo, 16 de julho de 2017
Profano
- Estou a pensar com os meus botoes. Os nossos jogos de seduçao, masoquismo e entrega, ja sao rotineiros. Nas nossas conversas ja me fizeste saber, subtilmente que tudo o que temos e bom mas ..... precisas ser surpreendida sempre. Resolvi entao passarmos a outra fase. A humilhaçao atraves de actos e palavras ira ser uma constante dos nossos periudos a sos,entrecurtadas por prazeres que sabemos ter e dar. Seras capacho, cadela, vadia, mulher, iras ao inferno verdadeiramente, apreciando o ceu muito mais. Sim, o inferno, alem de te alimentar a fogosidade e a mulher intrigante que es, faz-te chegar com muito mais força ao olimpo, outro destino que te preenche ....sentes-te completa com os dois. Es uma mulher especial, forte por natureza, que te impele a necessidade de ser subjugada, mal tratada, desonrada, violada e por fim idolatrada. Esta serie de condiçoes faz-te sentir plena, realizada. Passares por situaçoes extremas comigo da-te toda a especie de emoçoes que te alimentam. Choras por seres maltratada ao mesmo tempo que te encharcas, o clitoris incha, as mamas enrijessem e sobem, os bicos crescem a dimensoes incriveis, mas a cabeça nega tudo isso. Vou aproveitar essas condiçoes para te humilhar cada vez mais, escravizar, fazer sofrer. O teu sofrimento cria em mim um desejo, um prazer, um bem estar estranho e saboroso. Amo-te com adoraçao, nunca neguei. E estranho que ao sofreres sinta tamanho prazer??? Hoje posso dar-te uma resposta certeira e fundamentada. Claro que tem logica. O objecto do meu desejo e atençao ficar tao lastimavelmente em sofrimento psiquico mas em simultaneo com o corpo cheio de tesao, uma tesao incalculavel que chega a molhar as pernas do saboroso liquido que do seu interior emana.
- Sei que vai ser dificil ao mesmo tempo levar-te ao momento sublime de um orgasmo vulcanico, mas nao tera ainda mais sabor a dificuldade de suplantar as dificuldades que me apresentas para depois, apos varios momentos de tensao, ver-te claudicar nas minhas maos, no meu sexo ou na minha lingua? Olhar-te sorridente,depois de gritos, gemidos e violentos espasmos do teu corpo, e ver os teus olhos ainda chorosos mas apaixonados, agradecidos, maravilhados por aquilo que te ofertei um momento atras?Saber que estas de rastos mas tambem que se te puser de 4 a tua fogosidade volta, renovada, para mais uns minutos de prazer ate caires inerte porque a cabeça (dessa vez) quer e o corpo ja nao aguenta de cansaço? Mas que ainda assim abres as pernas,mesmo exausta querendo que te brinde com a minha força, com o meu mel e quiça, ainda arranque dentro de ti outro orgasmo, num ultimo suspiro?
E logico que apos tanto passares o tratamento a ti venha ser especial, mais do que por norma o e. Se estou resolvido a fazer-te sentir a mais reles das reles, nada como apos tudo acontecer, mimar-te com atençoes e ternuras. Pelo menos agora pensando, faz sentido para mim. Sera que um dia te fara sentir ainda melhor continuares a ser "espezinhada" apos tanto sofrimento e prazer? Certamente falaremos um dia sobre isso e agirei consoante o teu bem estar. So posso dizer que me sinto feliz por seres como es...Um dia, no começo, á tua pergunta "Que faremos no dia em que as variantes acabarem" eu respondi que nunca aconteceria porque e um universo muito grande e viciante. Hoje reconheces a minha sabedoria e razao. So quero que os anos que nos restam demonstrem nao so as minhas certezas. Que continues a pensar ser corriqueiro insistir no que conhecemos e queiras sempre mais. Bater-te e maravilhoso, por te ver e ouvir sofrer excitada. Mas fazer-te em alguns momentos sentires-te uma pessoa asquerosa, diminuta, sem vontade, um nada e excitada, e sublime. Em especial quando uns minutos ou horas depois voltas a ser a pessoa feliz, confiante e unica que sempre foste. E sendo eu o provocador de sentimentos tao dispares.
- Sei que vai ser dificil ao mesmo tempo levar-te ao momento sublime de um orgasmo vulcanico, mas nao tera ainda mais sabor a dificuldade de suplantar as dificuldades que me apresentas para depois, apos varios momentos de tensao, ver-te claudicar nas minhas maos, no meu sexo ou na minha lingua? Olhar-te sorridente,depois de gritos, gemidos e violentos espasmos do teu corpo, e ver os teus olhos ainda chorosos mas apaixonados, agradecidos, maravilhados por aquilo que te ofertei um momento atras?Saber que estas de rastos mas tambem que se te puser de 4 a tua fogosidade volta, renovada, para mais uns minutos de prazer ate caires inerte porque a cabeça (dessa vez) quer e o corpo ja nao aguenta de cansaço? Mas que ainda assim abres as pernas,mesmo exausta querendo que te brinde com a minha força, com o meu mel e quiça, ainda arranque dentro de ti outro orgasmo, num ultimo suspiro?E logico que apos tanto passares o tratamento a ti venha ser especial, mais do que por norma o e. Se estou resolvido a fazer-te sentir a mais reles das reles, nada como apos tudo acontecer, mimar-te com atençoes e ternuras. Pelo menos agora pensando, faz sentido para mim. Sera que um dia te fara sentir ainda melhor continuares a ser "espezinhada" apos tanto sofrimento e prazer? Certamente falaremos um dia sobre isso e agirei consoante o teu bem estar. So posso dizer que me sinto feliz por seres como es...Um dia, no começo, á tua pergunta "Que faremos no dia em que as variantes acabarem" eu respondi que nunca aconteceria porque e um universo muito grande e viciante. Hoje reconheces a minha sabedoria e razao. So quero que os anos que nos restam demonstrem nao so as minhas certezas. Que continues a pensar ser corriqueiro insistir no que conhecemos e queiras sempre mais. Bater-te e maravilhoso, por te ver e ouvir sofrer excitada. Mas fazer-te em alguns momentos sentires-te uma pessoa asquerosa, diminuta, sem vontade, um nada e excitada, e sublime. Em especial quando uns minutos ou horas depois voltas a ser a pessoa feliz, confiante e unica que sempre foste. E sendo eu o provocador de sentimentos tao dispares.
sábado, 1 de julho de 2017
TEMPO DE PRAZER E TORTURA
- Vao ser horas, dias, meses de uniao sem fim. Problemas pessoais vao proporcionar sessoes sem fim, limites ultrapassados, desejos preenchidos, sensaçoes extremas. Finalmente algo ira acontecer transcendente, nao pelos actos e emoçoes, mas pelo tempo ilimitado que se aproxima. As essencias podem agora misturar-se de forma mais pura, sem a escravidao de afazeres profissionais limitando-nos temporalmente, sem aquele avontade que anula experiencias mais duradoras, em que o investimento "tempo" e tao importante como as praticas em si. Sim, o esgotamento fisico e emocional pode agora surgir e a recuperaçao ser possivel sem resquicios. O descanso, assim como a acçao podem ter lugar sem constrangimentos. Muitas historias serao tidas e contadas por nos, muitas situaçoes inusitadas, descobertas e exploraçoes finalmente levadas a fundo. Vao ser tempos de elevada paixao, onde a irracionalidade tomara o seu devido espaço e onde tudo sera magnanime, surreal, potente... Finalmente a situaçao D/s pode ser disfrutada em pleno.Algo que ha muito almejavamos. Sem amarras de qq especie. Ruidos, odores, suores poderao agora "equipar" a nossa casa. Por aqui me fico, sonhador, erecto e palpitante...
domingo, 25 de junho de 2017
Loucuras no carro
- Estavas com problema fisicos, o sexo nao era um pensamento muito agradavel para ti nesse dia. Mas existia um problema: O meu desejo por ti, pelas "maldades" intimamente pensadas levaram-me a nao desistir apesar do evidente sofrimento em que te encontravas. Um cafe e uma conversa sã e construtiva, assim como a preocupaçao com o teu estado de saude, proporcinando-te a possibilidade de aliviares um pouco as dores e incomodo, transformaram lieiramente a tu pouca vontade, levando-te nao a teres a vontade desenfreada costumeira mas pelo menos a deixar correr as coisas. Aproveitamos.
- Um charro e alguma bebida levaram a libertar e de repente ja estavas envolvida em beijos lascivos e torturas em forma de beijos no pescoço e ouvidos, com os quais serpenteavas o corpo, coadjuvado pelo agarrar forte no teu cabelo, tornando-se a cabeça no centro da tua orbita corporal.O vestido desceu em cima, subiu nos fundos e o teu (belissimo) corpo tinha generosa parte a minha disposição.
- Passei nesse momento a bater nas tuas mamas com uma varguinha, partida na ponta, com a qual uma vez por outra te espetava alternando a dor que sentias com as pancadas pela sensação de algo espetando os teus seios, bicos e redondezas. Respondias com crescente misto medo/tesao, dando-me grande prazer. Mas haviam pontos humidos do teu corpo que nao tinham ainda sido "acariciados" e nao podia esquecer-me deles. Ja que estava tao bom, porque nao ser ainda melhor? Se o pensei, melhor o fiz. E a tua vagina passou entao a receber a atençao desmedida da varguinha, sabedora e dolorosa. Fazias esforço por nao gritar, mas os sons baixos de tesao e dor nao conseguias evitar, quando por vezes as vergastadas saiam com mais força, tanto nos labios vaginais cmo no monte de venus. Estoicamente mantinhas a posiçao, como que amarrada por cordas fortemente seladas, sendo que nada te prendia. Foi com um encanto especial que presenciei toda essa submissao e masoquismo, a prisao mental e mil vezes melhor que a fisica. A essa nao podes escapar, enquanto a 1ª nao queres fugir, aconteça o que acontecer.
- Quando senti que a varguinha ja nao te preenchia por inteiro, passei a usar as maos em toda a zona vaginal, palmadas fortes e puxadas com os dedos nos labios, algumas em forma de beliscao que te levaram a loucura dolorosa, mantendo no entanto o sexo humido e quente...Quente pela incisâo das pancadas mas tambem pelo calor sexual que emanavas.
- Agora a dor e o cansaço e a dor ja provocavam em ti um certo arrefecimento e decidi ir por outro "caminho". Puxei-te pelas pernas para baixo com pouca suavidade, bati-te nas pernas para as abrires, na parte interior para doer mais um pouco e a lingua gulosa invadiu a tua intimidade. Dei-te dois ou tres toques de lingua que te fizeram extremecer e humedecer mais, se possivel. Gemias baixo, o medo de ser ouvida tolhia-te e mesmo assim as manifestaçoes faziam-se sentir.
Trabalho incansavel de lingua e alguns leves beliscoes levaram-te em breve ao estado de insanidade que e o de pre-orgasmo. Ai detive-me calma e lentamente a torturar-te, provocando os teus sentidos, com passagens vagarosas por todo o teu sexo, percorrendo cada recanto de tao encantador "botao", ao que respondeste pela 1ª vez com inercia fisica mas com soluços fortes e gemidos sofredores, fazendo-me prolongar o teu prazer/sofrimento,em busca de tao "melodiosos sons". Questionei bastante se deveria interromper ali aquela tao saborosa "iguaria" mas como nao estavas bem de saude, decidi fazer-te explodir. E explodiste rapidamente, assim que os movimentos de lingua alteraram. Em busca de mais um sadismozinho, no momento em que me "fugiste" atraquei a mao ao teu pescoço e privei-te a respiraçao. Extremeceste algum tempo, braços abertos, olhar perdido, corpo em soluços orgasmicos, uma mistura maravilhosa de sentir, segundo me confessaste, mas ainda mais proveitosa para quem como eu, adora ver-te sofrer e gozar em simultaneo. A paixao tem destas coisas....
- Depois de te largar caida no banco trazeiro do carro, larguei uma lambada na perna para que te levantasses. Abriste as pernas e eu, ao inves de me aborrecer, resolvi respeitar essa exaustao tao a vista, fingi nao perceber a desobediencia e investi o meu sexo dentro de ti. Devagar e sem forçar muito pois as queixas voltaram. Nada como ser paciente. Passados poucos segundos ja eras tu que me puxavas e te abrias para albergares todo o meu sexo de forma furiosa. Embora queixosa e mimada, a tesao era mais forte e contrariavas com acçoes o que me tentavas transmitir verbalmente. Tiveste finalmente o premio que ansiavas, uma descarga volumosa, quente e intensa, num urro gritado e em mais umas chapadas que tanto gosto de te dar. Adormecemos entao depois no carro, cansados e felizes.
domingo, 16 de abril de 2017
Primavera
Mais um dia se passou, dia de sol abrasador numa primavera generosa no calor. Estavas como sempre airosa, desejavel, pele curtida pelo sol, vestida simplesmente com um calçao e uma blusa, peitos e sexo despojados de qq adereço.Uma tortura para a vista, desejo andante. Observava-te ao longe, trabalhando na terra, entregue a lavoura que, apesar de ser trabalho recente, fazes parecer sempre ter vivido no campo. O sorriso presente, pes enegrecidos da terra que lavravas. Cabelo curto, que faziam das tuas curvas, um erotismo especial. Convidei-te para um banho retemperador, antecessor optimo para o que tinhas preparado. E que alem da labuta exterior, tinhas tido ainda o cuidado de preparar o quarto para uma sessao.
Quando entraste no banho, achaste estranho eu nao entrar. E mais admirada ficaste quando te mandei por de joelhos. stava a iniciar-se a tua primeira "limpeza" intima. O cabo do chuveiro encostado ao teu anus e a agua tepida entrando em ti. Sentiste um desconforto natural, pela entrada de agua mas ainda mais pelo pouco avontade nesse tratamento. Mas portaste-te bem, guardaste em ti uma boa quantidade de agua e tiveste tempo para "largar" na sanita, momento que consideras muito intimo e estas habituada a te-lo a sos. Cedi nesse aspecto. 1ª vez, respeitei esse momento, costas viradas, fingindo ajustar a agua para o tal banho, que foi tido apos te "desfazeres" do que tinhas dentro de ti. Foi um momento diferente, um momento que se repetira mais vezes.
Comemos qq coisa, bebemos um vinho e fomos para o quarto. A coisa iria aquecer.
Tinhas frio para te pores nua, a casa nao tinha aquecido o suficiente e resolvemos ligar o aquecedor. O ambiente ficou propicio a umas chicotadas, o corpo pedia e elas começaram...primeiro num aquecimento, leves, espalhadas por costas, nadegas e pernas. Depois resolvi tirar duvidas sobre um cinto que me oferecste e que na loja te pareceu ter um toque especial. Nunca deixamos de brincar nas lojas. Sao sitios muito muito adequados a experiencias diversas.
O cinto tambem no inicio pousou sobre ti timidamente, sem grande força nem pressa. Mas a tua dança acelerou tudo. Vieram mais pancadas, cada vez mais forte, fazendo-te delirar e gemer. O toque alem de preveligiar as mesmas regioes, estendeu-se tambem a vagina, toque que te fazia vibrar muito. Ate que mostraste ja estar algo magoada e como nao queria acabar por ali, voltei ao chicote que tanto te agrada.
O entusiasmo voltou a ti, a dança regressou e as pernas votaram a abrir na esperança de sentir de novo a satizfaçao do toque. O acto prolongou-se por muito tempo e o sadismo cresceu em mim alimentado pela tua volupia ate ficares hirta, sem te mexer, em sofrimento.Entao a escova de aço entrou em acçao nas tuas costas. Encostava-te a escova e precionava com o meu corpo de encontro a ti, junto com o meu sexo entre as tuas pernas. Varias vezes troquei o sitio da escova, varios gemidos me deste. Parei entao, tinha saciado o meu sadismo mas tu tinhas regredido no prazer. Paramos, deitamo-nos na cama a fumar e confessaste ja nao estares bem com aquela dor que te infligia. Mas pior, depois de alimentar a minha fome de sadismo, parei, quando precisavas da tua parte masoquista mas mais controlada.Falta ainda algo em nos, o conhecimento vai sendo aprimorado mas, ha alturas em que nao se adivinha as necessidades de cada um.
Acabado o cigarro ja o teu corpo requeria mais atençao. Deitei-te e lambi-te vigorosamente, fazendo-te reagir com uma generosa quantidade do teu maravihoso liquido. Parei e mandei-te por de 4.
Mais uma vez agarrei no chicote e o corpo passou a ser lambido com ele de novo. Desta vez com menos ardor mas muito mais rapido e certeiro nos pontos "criticos" do teu prazer, costas vagina e nas nadegas. De novo a tesao se apoderou de ti e em crescendo o teu climax ia-se aproximando. Mas nao o queria e de quando em vez chicoteava mais forte para que refreasses os impetos. Aquele jogo durou um pouco, o teu corpo avermelhava. Voltei-te de novo para cima e o chicote "passeou" pelas mamas, pela barriga, pelas pernas e pela vagina. Mais umas quantas chicotadas. Desta vez nao deixei muito tempo. O liquido que de ti emanava estava a chamar por mim e adivinhava um orgasmo muito especial. Dediquei-me entao a explorar novamente a tua vagina, num oral delicioso que te provocou extremecimentos varios, tremuras, gemidos com timbres diferentes, uma verdadeira orgia de som e movimento. Algo que prolonguei um pouco mas que, devido a toda a tensao passada nao daria para aguentares muito mais tempo e quando o 1º sinal apareceu, a lingua fez o seu trabalho, deixando-te longo tempo com a respiraçao entrecortada, com movimentos pelvicos indecisos, umas vezes procuravas a minha boca outras fugias dela e eu, assistindo ao teu soberbo orgasmo, deliciava-me com a indecisao. Mas tudo o que e bom tem um fim e pouco a pouco acalmaste, os hurros saiam mais fracos, o corpo acalmava. Ainda nao tinha acabado. Faltava eu e por norma, tu mais uma vez.
Deitei-me em cima de ti que ainda respiravas de forma irregular mas que me sorrias. Enterrei em ti com força, uma violaçao consentida e desejada apesar da dor do 1º impacto e tomei-te com verocidade animal. Tinha a minha tesao tambem atingido um ponto muito alto e era vital para mim ter-te e deixar em ti o meu prazer em lufadas de semen, acalmar o meu corpo dentro de ti, no fundo de ti. E aconteceu, finalmente e talvez levada pelo meu ardor tambem tu te vieste agarrada a mim. Foi o culminar de mais uma tarde/noite, onde a tua respiraçao pesada se fez sentir quase de imediato. Deitando-te a meu lado adormeceste sem mais delongas.
quinta-feira, 16 de março de 2017
Uma outra forma de prazer
Notei a minha Rubicat menos impulsiva sexualmente, isto ha alguns dias. Nao que me evitasse, mas cada vez que algo acontecia, apesar de orgasmos, dores de cabeça ficavam, por vezes so se esvaiam a custa de medicaçao. Procurei um motivo e informou-me que o facto de nao poder expandir todos os sons que a dor e o prazer proporcionavam, criava dentro dela uma tensao demasiada e era inevitavel a sequela, a dor de cabeça. Compreendi, mas no meu intimo tinha que fazer a minha mulher continuar a ser o que sempre foi, fugosa, desalmadamente sexual. Dai surgiu-me uma ideia que pensei ser magnifica e mostrou ser mesmo. Fazer ela o meu papel. Nao total, segundo ela nao e capaz, nem psicologicamente se sente bem nem esta dentro dela (pelo menos por agora), mas deitar para fora as emoçoes atraves de alguns actos que adora fazer e que, pela 1ª vez, demonstraram dar-me um prazer imenso. Assim resolvemos o problema da tensao excessiva, divertimo-nos, amamo-nos selvaticamente e ganhamos uma defesa contra a presença quase constante de visitantes, alem do filho sempre presente.
O filme era Lovelace, a historia real de uma estrela porno dos anos 70 do seculo passado. Estava calmo, nada demasiado sexual, as historias de vida sao geralmente constrangedoras ou pelo menos têm muitos momentos assim. Entao a minha mao meteu-se entre as tuas pernas, sem nada que as separasse da tua pele e desde logo dedilhei o teu interior, em circulos alternando com vai vem. O teu corpo mostrava o quanto as caricias te agradavam. Apertei as pernas duas ou tres vezes fortemente e engoliste um grito. Mandei-te ir lamber-me e chupar-me. E tu, obediente seguiste esse caminho. Enquanto o fazias fui dando ordens para me arranhares e negaste. Nao querias magoar-me. Disse-te ser uma ordem. Obedeceste a contra gosto. Claro que ao raspares as unhas na minha pele forcei o sexo dentro da tua boca. Sentis-te incentivada a carregar mais nas unhas. Devo confessar que, ao sentir as unhas na pele, a tesao mantinha mas a boca era mais sentida pelo meu sexo, alem de nao ter necessidade de aguentar a ejaculaçao. O pequeno incomodo causado por ti era suficiente para me inibir de vir. E isso e bom. Posso sentir mais o prazer que a tua boca me da.
O teu entusiasmo e segurança foram aumentando conforme te apercebias do meu prazer. Prazer silencioso, feito de gestos.E de uma ereçao muito apreciavel. Subiste por mim, mordiscaste o pescoço, coisa que me deu choques electricos na coluna ( O que tenho perdido....), nunca deixando de me estimular o sexo com a mao humida pela tua boca. Um beijo, uns estalos na tua cara e um descer novamente ate a posiçao inicial.
Ate aqui, as minhas maos e pernas iam fazendo o habitual tratamento, muitos apertoes, chapadas, palmadas, etc. Mas aqui resolvi deixar ir, ver o que aconteceria so com o estimulo em ti mesma, so por tratares de mim.
Aqui, com as maos em cruz suportando a cabeça, esperei pelas tuas vontades. E elas nao se fizeram esperar. A boca encheu, novamente o meu sexo era de maneira sublime tratado pela tua boca e as tuas maos e unhas ja trabalhavam por todo o meu corpo, nadegas, pernas, barriga....o entusiasmo em ti crescia e eu deliciava-me.
Resolvi entao por-me de costas, de 4. Queria que te sentisses poderosa, ter o meu corpo a tua disposiçao, sentires-me vulneravel, sugeito a tua vontade e sentir-me a vontade tambem. Por momentos vi-te limitada, agarraste com uma mao o meu sexo e passavas a outra nas costas, sem te encostares ao meu corpo. Estavas constrangida. Disseste-me nao ser certo, nao era o teu papel usufruir de mim. Tens os papeis enraizados, pedi-te para te soltares. Ate porque os teus olhos eram tesao puro. Tabus....
Pus a mao atras agarrando-te pelas mamas e com pouca meiguice, puxei-te na minha direcçao. Entao ai deixaste-te levar, como quem acorda, e todo o meu corpo foi tocado e beijado. Testiculos suavemente sugados, anos lambido e penis vorazmente estimulado....Um sonho, as maos nas costas, unhas espetadas, um incomodo que nao chega a ser dor mas que me excita imensamente o penis, pulsante sem orgasmo, a sensaçao de um orgasmo eminente sem aparecer... E divinal.
Novamente trepas em mim, sinto o clitoris nas minhas costas e mais arrepios no pescoço e coluna motivados pelas tuas dentadas amorosas e chupadelas freneticas, acompanhadas de uma respiraçao alterada.Enquanto isso o teu sexo passeia pelas minhas costas, sinto-te excitada. Tanto estas que desces repentinamente e toda a tua atençao passa a ser o meu penis onde enfias a boca com fulgor, qual vagina excitada, vai vem intenso ate que te mando parar. O momento estava a chegar, o orgasmo fazia-se sentir e agarrei-te sem muito cuidado pondo-te de 4 (a teu pedido) entrei brutalmente, impetuosamente com toda a minha virilidade em ti. Estocadas fortes, que te empurravam para a frente, tal a minha tesao, ate que me esvai em ti, ao mesmo tempo que o teu surgia, diferente do costume, longo e quase silencioso. Tinhas consumido muita energia no que me fazias.
Por meu lado, senti que rebentava algo, tal a maneira como "rompeu" por mim fora. Foi muito sentido. Ainda assim ficaste por baixo de mim, quase sem força a espera que o meu viesse. Foi tao longo o teu orgasmo que nem deste conta de que o meu tinha surgido em simultaneo. Mas ainda assim, mais umas violentas estocadas dentro de ti, ate que caiste para o lado, talvez satizfeita por ja me ter acontecido. Foi divinal. Apesar do constrangimento do pos coito. Tudo o que acontece a 1ª vez mexe. Mas desejo que seja mais uma maneira de nos vivermos e disfrutarmos de algo que tanto nos aproxima.
Tudo isto me proporcionou sentir-te liberta, sentir todo o teu corpo em mim, a vontade que tens de me dar prazer, o trazeiro que tanto aprecio piscante a minha vista. Senti desejos de penetrar de uma vez todos os orificios que possuis, mas penetrar em violaçao, dar-te dor, dar-te satizfaçao, dar-te tesao, sempre mais forte, sempre mais bruto, sempre mais, mais,mais....A vontade de te violar e imensa. Aquele jogo de te obrigar, de te fazer gritar de dor para depois ires misturando com gritos de prazer ate que nao sobre mais dor e um objectivo para a proxima vez em que estejamos sos. Ate ai, disfrutamos como podemos, como hoje, como outros dias em que os nossos fluidos saiem libertinos por estimulos varios...mas nada como soltar os animais que vivem em nos...
terça-feira, 14 de março de 2017
CRIME E CASTIGO
Regressei a casa de uma noite de trabalho. Esperavas envolvida no teu recentemente adquirido body, uma renda que te cobria e realçava todas as generosas curvas que sao tuas, que sao minhas. A particularidade de uma abertura no teu centro de prazer e anus e so algo mais que me estimula. Apesar de ser manha, vendo-te com cara de caso e um sorriso luminoso, calada, expressao devassa, mandei-te levar para o quarto um whisky e um cafe. Fui tomar banho com a cabeça a mil, ansiando por saber o que tinha acontecido.
Cheguei ao quarto e tinha a minha disposiçao todos os artigos que satisfaziam o meu prazer sadico e o teu masoquista. Pensei para mim proprio que a coisa nao iria ser facil para ti e sorri. Quando penso no prazer que te dou em sofrimento....
Sentei-me numa cadeira em frente a cama, ordenei-te que me entregasses a bebida e o cafe. Depois fiz-te sinal para falares, para contares o que tinhas para dizer.
Começaste por confessar ter tido um sonho erotico, muito intenso. Inclusive molhaste a cama. Estavas no sonho, a deliciar-te com o vibrador e a pensar em varias maos a tocarem-te, a penetrarem os varios buracos, a fazerem-te vir indiscriminadamente. Nunca tinhas sentido tanto prazer. Um chicote batia-te insessante e ritmado nas costas, provocando pequenos vergoes que te atiçavam ainda mais. Nada que te tivesse feito sentir. Depois. uma mao entrou em ti, cheia de pujança, quase te rasgou com a brutalidade que apreciaste tanto. Era assim que querias ser "comida", com aquela fogosidade... E eu bebendo e ficando cada vez mais irritado. Continuaste, apesar de ver a tua cara ja nao tao serena. Estavas excitada e assustada com a minha expressao.
Duas maos te batiam no rabo ao mesmo tempo que a outra dentro de ti te ponha em fogo. De repente, sem esperares, dois dedos entraram em simultaneo no teu anus, dando-te uma dor aguda que, em vez de parar o teu entusiasmo, fez-te molhar a mao dentro de ti num forte orgasmo. Mas que nao paraste, sentias a ratinha em fogo e precisavas apazigua-lo. Continuaste com os varios braços e maos a envolverem-te, chupavas dedos que tinham estado dentro de ti, molhada, cheia de tesao.
A minha paciencia esgotou.
Levantei-me calmamente e aproximei-me de ti. Encolheste-te ligeiramente mas, acompanhaste esse movimento com um sorriso. Dei-te um estaladao na cara que te fez deitar na cama. E disse-te: "De quatro cadela." Obedeceste chorosa, nao sei se de tesao se de dor ou se das duas.
Agarrei no chicote de coro de uma so fita e mandei-te contar cada chicotada, acompanhado de um "es o meu Dono".
Dez vezes soou o chicote nas tuas costas, dez vezes repetiste a frase e fizeste a contagem. Entre pernas algo brilhante escorria enquanto nas costas dez vincos encarniçados sobressaiam. Os olhos, lacrimejantes e no vazio, a boca semi-cerrada, a respiraçao descompassada, tudo me entusiasmava. Ainda agora tinha começado o "tratamento". Aquela manha iria ser memoravel.
Agora, agarrando no chicote de dez tiras, dediquei atençoes ao teu rabo. A ordem foi agradecer ao teu Senhor tanta bondade. Achei que te iria custar. Tinha que te quebrar.
Comecei cadenciado, uma chicotada dada com a esquerda, agradecimento e contagem, outra com a direita, agradecimento e contagem...repetiu-se 40 vezes. Choravas mas admirei a tua coragem de, sem estares amarrada, mantinhas a posiçao. E a quantidade de "sumo" que por ti escorria era de molde a manchar ja o lençol. Talvez entusiasmado pelo teu entusiasmo, resolvi aumentar um pouco mais o teu sofrimento que pelos vistos era muito mais prazer.
Resolvi atar-te a cintura, de maneira a nao te poderes baixar, mesmo que o quisesses. prendi-te os pulsos, deixando porem espaço a que os braços ajudassem a suster o teu corpo na posiçao que estavas. Mais duas cordas, abriram-te as pernas, deixando-te exposta a mim, as minhas vontades.
Agarrei num maçarico e nas velas que tanto aprecias e passei a derrete-las nas tuas costas. Umas mais afastadas, outras um pouco mais perto. A temperatura da cera devia ser bastante porque os teus gritos aumentaram. Esperava ouvir a palavra de segurança mas nao a disseste. Optimo. Tirei a cera que tinha depositado na pele e vendo que a tua pele nao sofrera alteraçao de cor, fiquei despreocupado. Entao a vela passou a ser escorrida no rego em quantidades industriais, escorrendo por ti, fazendo-te extremesser, gritar, hurrar e gemer. Estava cidrado naquele espetaculo. Algo inimaginavel. Voltei a limpar-te a cera, desta vez a faca. O frio da mesma na tua pele quente fez-te mais uma vez extremecer e gemer.
O tratamento continuou com as luvas com pontas de bicos que tinha preparado. Gritos de deleite e dor saiam de ti. Suavas, estavas entregue, pairavas...Nada em ti era normal. Os teus olhos eram brancos, as pupilas praticamente tinham desaparecido sob as palpebras, salivavas ....
Molhei os dedos com o oleo que te aquece por dentro, soquei os dedos duas vezes em ti e tirei. Fui buscar o picante, passei um pouco no teu clitoris e voltei a sentar-me na cadeira a gozar o espetaculo enquanto fumava um cigarro.
Gemias baixinho, queixavas-te que ardia, tentavas mover a pelvis. Pedias que me aproximasse, que te penetrasse, que te tirasse daquele sofrimento. A nada respondia, deliciado por tanto dominio, por tanto gozo, pelo cheiro do teu sexo que emanava por todo o quarto. Apesar do cansaço da noite, estava como novo. Nada me da mais gozo que o teu desejo desenfreado ser satisfeito por mim. Toda aquela historia tinha sido um pretexto para te dar um tratamento. E um jogo nosso. E como gostamos de jogar, tudo ia de vento em poupa.
Acabado o cigarro, agarrei num tubo de vaselina e enfiando a ponta do teu anus, vazei metade dentro de ti. Acho que te assustaste com a prespetiva do que iria acontecer e como nao te sentes muito confortavel ainda com essa parte, a agitaçao era muita em ti. Sorri sem que visses e apontei o pau ao buraquinho agora lubrificado. Debatias-te desesperada. Nunca te tinhas sentido tao vulneravel e queria que te sentisses assim. Brinquei com "ele" por toda a zona, desde o clitoris ate ao cimo do rego, mantendo-te expectante. Tremias...entao enfiei todo de uma vez no teu sexo que como nao o esperava apertou, fazendo com que tu e eu sentissemos um aperto profundo, como que um desvirgindar. Apesar de encharcada, nao deixamos de sentir uma grande pressao nos nossos sexos e um grito soltou-se de ti. Continuei a penetrar-te selvaticamente, "violando-te" como desejavas, cada vez mais rapido e fundo. Quando estavas quase a ter o teu orgasmo, sai de ti e encostei ao teu olhinho piscante...De imediato paraste. Besuntei o penis com o resto da vaselina e, devagar mas continuamente enfiei tudo dentro do teu anus. Choravas mas mantive o ritmo lento de vai vem. Quando te senti acalmar um pouco, aumentei o ritmo do vai-vem. Gemias e choravas mas impiedoso continuava. Quando senti que o orgasmo estava eminente, tirei do teu rabo e baixei-me enfiando a lingua na tua vagina aberta. Lambi-te, beijei e mordisquei. Novamente as tuas pernas tremiam e brinquei mais um pouco com a boca enquanto com as maos limpava o meu sexo com uma toalhita humida, tirando qq residuo que pudesse ter vindo de dentro de ti.
Tirei a boca e voltei a enfiar na tua vagina molhada o pau todo de uma vez. Vivemos ai uns minutos de pura devassidao, de loucura sexual. Dois animais gritando, escorrendo, o mundo nesse momento parou, so nos existiamos, tu sendo usada nos limites, eu impetuosamente batendo-te com a pelvis nos montes trazeiros, ate que nos desfizemos num orgasmo sem precedentes, demorado, hurrado, que nos vazou de nos mesmos...So passados minutos consegui sair de ti e soltar as amarras que te prendiam, beijar-te na boca e levantar-te. Caminhamos para um banho onde ainda coube um ultimo orgasmo a cada um..O teu com o choveiro no clitoris e um beijo, o meu com a tua mao e boca. Uma manha para (re)lembrar, tal foi a tesao, o grau de cumplicidade...Ahh, disseste-me quando nos deitamos, nunca mais inventar algo que me deixasse tao irritado..mas sorrias ao dize-lo, motivo suficiente para saber que nao estavas minimamente arrependida e que a primeira oportunidade, a historia seria ainda mais "elaborada" e o meu estado de espirito ficaria ainda mais alterado.
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