quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Surpreendida

As ordens tinham sido muito claras. À hora da tua chegada deveria esperar-te no quarto. Chaise no centro do quarto, devidamente resguardado. Eu deveria estar de pé, de venda e completamente nua...
Apenas isto, nada mais acrescentaste... Claro que, ao longo do dia, durante os meus afazeres domésticos, pensei muito nos planos que tinhas para mim... para nós... o tempo foi passando, lentamente... mas a ansiedade pela tua chegada ia crescendo... e o nervosismo também. Como não entraste em pormenores como chicote, velas, cordas, escovas... não estava a ser fácil adivinhar o que viria por aí... apesar de saber que todos os nossos acessórios estão sempre à tua mão, quando vagueava pelo quarto, olhava para eles e imaginava quais irias escolher...
À hora combinada já estava nua, olhando para o chaise... somente quando te ouvi abrir a porta da rua coloquei a venda e aguardei... respirando fundo para acalmar a ansiedade apesar de sentir a  minha pulsação bastante acelerada...
Pressenti  a tua presença perto de mim, apesar de não conseguir enxergar nada... o coração bateu mais forte... de braços atrás das costas e pernas ligeiramente afastadas, almejava por um beijo teu, uma palavra... mas o silêncio imperava...
Senti que te afastavas... ouvi o som de água a correr... estavas de certeza a tomar um duche enquanto eu agonizava...
Envolta em pensamentos não dei pela tua chegada... apenas senti o calor do teu corpo nas minhas costas... a tua respiração no meu ouvido... e um calafrio ao passares os teus dedos ao longo da minha espinha... passando pelo rego e roçando a entrada da minha vagina... o meu corpo vibra...
- Já molhada, puta?...
Envergonhada fechei as pernas mas uma valente palmada na nádega fez-me afastá-las de novo...
- Quero-te sempre aberta para mim, entendes?!
Quando ia responder enfiaste os dedos na minha boca... fundo e a seguir em movimentos de vai e vem, tão fortes que me engasguei...
- Saboreia o mel que sai de ti...
De seguida dás-me a mão e encaminhas-me de frente para o chaise...
- Deita-te de joelhos!
Puxaste os meus braços para baixo e prendeste-os com uma corda por baixo do chaise...  Apesar de não sentir muita pressão sabia que não os podia mexer.
Foste buscar outras cordas e fizeste o mesmo às minhas pernas não sem antes as abrires completamente... e à volta da minha cintura...

E assim... completamente escancarada para ti, aguardei em silêncio... a venda nos olhos cria uma certa tensão... os meus sentidos ficam mais despertos... mesmo descalço deu para perceber que te afastavas e mexias em algo... senti o aroma das velas no ar... respirei fundo inalando aquela fragância que antevia prazeres que aprecio bastante...
Os pingos frios que começaram a cair sobre as minhas costas não deixavam mais dúvidas... irias começar com as velas... aos poucos e lentamente as minhas costas foram massajadas com o óleo... a pressão das tuas mãos aumentou e as massagens eram mais intensa, arrancando de mim gemidos de prazer... as tuas mãos passavam agora por entre as minhas nádegas até à vagina... dedos entraram e giraram no meu interior, durante algum tempo para novamente sairem e percorrerem as minhas costas em sentido contrário... o meu corpo queria se movimentar à passagem das tuas mãos mas era impossível devido à restrição a que tinha sido submetida... apenas a minha respiração acelerada e os gemidos se soltavam naquele momento...

Paraste com as massagens e fiquei a aguardar pelas velas.... mas em vez delas senti nas costas a escova de aço... suavemente no início... claro que não me importei nada porque esse prazer eu já conhecia e adorava... a escova continuava a deslizar e eu deliciava-me a cada passagem...
Ao passares nas nádegas paravas e pressionavas com mais força... pequenas picadelas e um ardor de seguida arrancando de mim gemidos roucos de prazer...
Várias batidas surgiram... gritei de dor... o facto de estar limitada de movimentos criou em mim uma tensão enorme... queria fugir com o rabo mas não conseguia e as batidas continuaram... ora numa nádega, ora na outra... aos gritos que soltava juntaram-se as lágrimas...
Quando as batidas pararam já soluçava... só acalmei quando me acariciaste as nádegas e senti o calor das tuas mãos afagando as zonas doridas... respirei bem fundo... e entreguei-me àquele prazer que suavizava as minhas dores...
- Hummmm... vermelhinho como eu gosto!
Fui relaxando enquanto as tuas carícias continuavam... agora com mais óleo sobre as nádegas, as tuas mãos voltaram a vaguear das nádegas para a vagina e vice versa... os gemidos de prazer voltavam também... principalmente enquanto o meu sexo aquecia e clitóris palpitava de desejo...  desejo de sentir a tua boca... desejo de sentir a tua língua húmida e quente enquanto o meu corpo é percorrido por arrepios de prazer... ou ser  penetrada, rasgada pelo teu sexo rígido... subjugada pela tua força... sentir a impetuosidade do teu corpo bater nas minhas nádegas...
Mas... abruptamente sou invadida pela tua mão máscula que penetra as minhas entranhas, sem clemência... gritei de dor enquanto estava a ser arrombada... nunca o tinhas feito dessa forma... não assim toda de uma vez só... o meu grito foi tão desesperante que a tua mão parou dentro de mim...
-Relaxa! Respira fundo e relaxa!
Tentei relaxar mas ainda doía muito...
Então, aos poucos a tua mão rodava devagarinho dentro de mim... e começou e sair para entrar de novo... várias vezes... aquela dor inicial atroz desvaneceu-se para dar lugar a um prazer intenso... assim que ouviste os meus primeiros gemidos aceleraste os movimentos de vai e vem... estava completamente molhada que já sentia escorrer pelas pernas abaixo... sentia o orgasmo cada vez mais próximo se continuasses a foder-me daquela maneira... apesar de estar presa  os meus quadris eram impulsionados para a frente... já não eram gemidos baixinhos mas gritos hurros de prazer que saiam dos meus pulmões... as forças começaram a esvair-se... e um hurro animalesco saiu quando sucumbi àquele orgasmo tão intenso ao mesmo tempo que golfadas molhavam a tua mão e escorriam entre as minhas coxas...
O meu corpo desfaleceu completamente esgotado num êxtase sublime... 

"Manha Submetida"



   Acordamos e como sempre, apos um beijo e abraço forte, tomamos o pequeno almoço, apos o qual te mandei deitar e dei-te uma massagem forte nas costas, originando o 1º orgasmo do dia. Uso o teu gosto por massagens aproveitando a sensibilidade gritante nas tuas omoplatas e costelas para arrancar de ti o que desejo.
    A calma com que ficaste quase te fazia adormecer. Mas nao era minha intençao que o fizesses e ordenei que te fosses despachar. Tinhas meia hora para tal, por cada minuto mais castigava-te com uma palmada numa nádega. Ambos sabemos que nunca acabarias a tempo, nao porque nao conseguisses mas sim porque as palmadas eram um desejo mutuo.
    Tomaste um banho demorado, pintaste-te, secaste o cabelo e ja iam 35 minutos. Entraste no quarto e olhaste para a roupa que tinha escolhido para ti e riste. Alem de nao haver roupa interior, o vestido nao era facil de vestir sozinha e as meias eram abertas entre as pernas. Olhei para ti e apontei o relogio. Como que apanhada em falta, puseste a mao a frente da boca, como que escandalizada. Mas a pressa nao era nenhuma e cuidadosamente, demoradamente, iniciaste a colocar o que tinha escolhido. Quando te calçaste perguntaste-me: "Vamos?". Mais uma vez olhei para o relogio e disse-te: 40 palmadas. Mais uma vez fingiste (acho eu) escandalizada. Mandei-te dobrar sobre o braço do sofa. Levantei o vestido ate a cintura e iniciei as palmadas. Uma em cada nadega, 1º palmadas suaves que te aquecessem o corpo e foram 10 desse modo. A partir dai foram 30, divididas irmãmente, de maneira a ficar com a mao ligeiramente dorida, imagino o rabo. Aguentaste estoicamente (que remedio) e quando te baixei o vestido, com lagrimas nos olhos, beijaste-me a mao e disseste "Obrigado Senhor por me ensinares". O pior foi o sorriso trocista que lançaste. Ias pagar por isso.
    - Saimos directos a uma praia, praia essa com uma extensao de areia enorme onde fora da epoca balnear haveria bastante espaço para te fazer sofrer, como gostas.
     Chegados a praia, estacionando o mais distante de pessoas e outros carros que consegui,Dei-te a mao, tirei uma malinha do carro e caminhamos na areia fina que aquela hora ja nao estava muito fria. Era agradavel pisa-la. Embora nao me perguntasses nada, vi-te diversas vezes olhar para a pequena mala que transportava.  Como estavas tao curiosa, passei-ta para a mao proibindo de a abrir, era so para transportar.
   Quando chegamos a um sitio que achei mais ou menos isolado, sentei-me e mandei-te sentar nao sem antes tirar de dentro da mala uma toalha e estender. Obedeceste, e eu levantei-me, mandando-te deitar de barriga para cima de pernas abertas, os braços perpendiculares ao corpo e fechares os olhos. Embora tentasses contestar, mandei-te calar friamente e obedecer.
    Fizeste-o, deitaste-te de pernas abertas e olhos fechados. Via-te a vagina porque o vestido era curto, encharcada. Sempre te achei exibicionista, apesar de acanhada. Ia tentar aproveitar essa tua faceta para nos divertir-mos.
   Levantei o vestido de maneira que tapasse os olhos. Tentaste evitar mas dei-te uma chapada que te  inibiu  qualquer outra tentativa de me contrariar. Estavas ali da cintura para baixo unicamente com as meias, tendo a parte anal e vaginal exposta. A vagina estava brilhante, os labios ligeiramente abertos, convidativa.
    Entao a vingança começou. A palmatoria iniciou o seu trabalho cadenciado em toda a zona sexual.
Gemias umas vezes de dor, outras de prazer, mediante o impacto sentido. Encostei por momentos um potente vibrador ao teu clitoris dolorido, com varios afastamentos e encostos, nao muito intensos mas por sinal bastante eficazes em relação ao teu desejo. As pernas tremiam, ameaçando um orgasmo e que o ambiente ja nao te dizia nada, esse estava esquecido naquela amalgama de sensações. Quando te vi muito entusiasmada, quase no pico, retirei tudo e deixei-te na tremideira. Tentaste com a mao acabar o que estava quase a acontecer mas uma forte palmada na mesma, demoveu-te de tal. Ordenei que o braço voltasse a posição inicial. Contrafeita obedeceste mais uma vez. Observando mais uma vez a nossa volta, verifiquei alguem a passar. Um casal que passeava. Como estive sempre a tua frente, pouco ou nada viam e estavas resguardada.
     Depois de passarem, reiniciei a brincadeira contigo. Outro vibrador entrou em ti, seleccionando a velocidade máxima. Nao contente com isso, outro suave na textura mas com vibração muito forte tambem encontrava o clitoris, desta vez de forma continua. Novamente o teu prazer subiu e as pernas voltaram a manifestar o que te ia acontecendo. Ate que o teu orgasmo veio, forte, intenso mas silencioso. A mao tapou-te a boca impedindo o grito que sabia ir ser muito alto e longo.
    Ficaste inerte, exausta. Chamei-te a atenção para a maneira como estavas na praia, indigna da tua posição de mulher casada. Claro que era so para te aborrecer mas compuseste-te rapidamente, ruborizada, levando-me as lágrimas com o riso. Levantar-te foi um pouco difícil mas saímos dali felizes, sexualmente realizados. No carro de volta a casa, as tuas maos trabalharam em mim, dando-me um prazer e alivio que ja precisava e a ti tambem a satisfação da minha libertação que levaste a boca e sorveste ate a ultima gota. 
   
 

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Motel



   Convidei-te para uma ida ao motel. Precisava de uma brincadeira mais intima e fora do nosso ambiente. Por vezes e bom variar o clima, sair da zona de conforto, em tudo.
    Apesar de varios pensamentos em relação a entrada, quando estacionei o carro, verifiquei nao haver espaço para o que imaginei. O carro e muito grande. Paciencia. Subimos para o quarto e preparei-me para começar as brincadeiras. Mas mais um contratempo. A natureza fez das suas e tive que adiar mais uma das situaçoes que tinha idealizado. Estava a correr mal. So que.....
     - Depois destes contratempos, convidei-te para tratares de mim no sofa erotico. Ficaste entusiasmada. Embora sejas submissa, es acima de tudo mulher, curiosa e ainda por cima com uma grande vontade de experiencias. E eu proprio levo a minha "submissao" temporaria como um meio de ter prazer, que sempre neguei por o Dominio ser para mim suficientemente aliciante e compensador. Estava errado. Ter a nossa mulher a tratar de nos, acariciar e judiar com o nosso prazer e muito bom. E, alem de preencher a tua curiosidade , permite-me pelo estado de excitaçao que atinges, fazer muito mais que o normal. Alem de que o meu sexo atinge tambem ele uma erecçao enorme, o corpo e o cerebro têm sensações que nunca pensei existirem.Para alem de tudo isso, levamos os dois nao como submissao da minha parte mas o tratares de mim. Por ultimo, e optimo ja excitado, dar-te um estalo, puxar-te pelo cabelo e submeter-te ao meu prazer.
    Começas-te como costume a manobrar e beijar o meu penis. E sempre muito aliciante. Alem de que misturas com um aperto mais ou menos forte nos mamilos e umas arranhadelas no meu corpo. Sempre com a mao a masturbar-me, usas a maquina de estímulos electricos em mim. Levas ate ao maximo mas depressa desistes porque estou habituado a treinar com ela e a musculatura nao deixa haver grandes sensaçoes. Ficas um pouco desiludida e desligas o aparelho. Entao vais buscar a raquete e pela primeira vez usas os choques em mim. Embora sinta qq coisa, foi muito mais psicologico que fisico. Vendado sinto os teus dedos molhados com a minha lubrificaçao roçarem a boca e um longo beijo da tua parte, partilhando. Estava fora de mim. Levantei-me e fiz-te deitar no sofa, de costas voltadas para mim.
   Chicoteei com muita força o teu rabo e em especial as tuas costas. Choravas e vinhas-te ao mesmo tempo, nao pedindo sequer para parar (que nao faria, nao com aquela tesao), e continuando a sofrer pancada ate na vagina. Era chicote por todo o corpo.
 
Depois mandei-te voltar . Alem de chicotadas, usei varios vibradores em ti, que te mantinhas em cima mas sem atingir novamente o pleno, o orgasmo. Ja cansada pediste se te podias masturbar pois estavas dorida e concedi-te esse desejo. Mas nao deu resultado, nem tu conseguias chegar la. Estavas a desistir quando te mandei deitar na cama. Sei que dorida ou nao, a lingua em ti, no teu sexo, e infalivel. Entao durante muito tempo dediquei-me ao teu (marcado) sexo, onde com as diferentes formas de te estimular com a boca faziam-te perder a razao mantinham-te la nos píncaros mas sem chegares ao fim.  Foi maravilhoso olhar para ti e os olhos estarem fora da orbita, so se via branco. Ai sim, foquei-me em te fazer explodir e pelos puxões que me deste  no cabelo e os movimentos de pernas, sabia que ia acontecer....Foi divinal, gritos, espasmos, choro, tudo aconteceu em ti. Mas nao tinha acabado. Quando te vi mais calma, subi e entrei bruto em ti. Gritaste mais uma vez mas aconchegaste-me e tivemos os dois um ultimo orgasmo em simultâneo, maravilhoso em mais uma ida a um motel que tem acompanhado a nossa existência a dois....pelo menos ate nos expulsarem um dia por excessos.

Vicissitudes do casamento BDSM. 5º capitulo



   Assim fomos de descoberta em descoberta aproximando-nos da uniao, da vida a dois. O desejo da vida em comum, sem os hiatos proprios de quem mora longe, o afastamento que nos consumia, ja nao era racional. Tinhamos que juntar as nossas vidas. E foi repentinamente. Uma oportunidade, uma casa emprestada por um tempo e consumou-se. Estavamos juntos. A partir de agora, tudo poderia andar mais rapidamente, ao ritmo que entendessemos.
   
    Assim, a felicidade que sentiamos nos encontros, alastrou, salpicada aqui e ali com pequenos atritos, arestas que a nossa experiencia permite limar com alguma facilidade. Sempre conversamos muito e isso e fundamental. Alem de tudo, juntos, cada vez manifestávamos mais facilmente os nossos objectivos na relaçao, o BDSM começava a ser levado mais a serio. Eu mantinha a minha faceta Dominadora e tu sentias-te bem com actos de submissao. Como sempre, os avanços eram subtis, tentava sempre induzir-te a necessidade de algo, levando-te a cada vez mais, manifestares vontade de mais coisas acontecerem. Por muito que te custasse admitir gostares de situaçoes que nao dominavas, o certo e que a felicidade irradiava dos teus gestos, olhares e expressoes. Medos eram muitos, mas a vontade de "viver" tambem.
   
     Começou aqui entao verdadeiramente a descoberta do teu masoquismo, aceitação da tua parte e o querer desenfreado  do sofrimento. Primeira vez atada, inibida de qq movimento, bloqueada de receio mas ao mesmo tempo assoberbada de um desejo imenso, fruto de te ter pegado ao colo e colocar-te cuidadosamente em frente a lareira. A partir dai foram momentos de prazer indescritíveis, o facto de teres que te abandonar a sorte mexeu muito. Foi uma tarde magnifica.
    A noite, ainda em estado de graça, tiveste o 1º orgasmo multiplo, muito tempo com espasmos silenciosos, ansia sem fim, e quando tudo acabou adormeceste nos meus braços, incapaz de conversar. Foi um dos orais mais longos, delicados, lentos que te dei. Mas um dos mais marcantes.

     Poucos dias depois, estando a cozinhar, tinha de comer para ir trabalhar, aproximei-me de ti, na cozinha e nao resisti. Estavas levemente vestida. Abalroei-te, agarrando-te pelos cabelos e foste "violada" autenticamente. Foi uma rapidinha intensa, que te encantou ate pelo depois. Dando-te uma boa palmada no rabo, mandei-te continuar a cozinhar.
    Essa palmada nao foi inocente. Queria ver a reacção a uma situação algo estranha ate entao, uma boa palmada depois de, acompanhada por uma ordem. Ok, senti-me livre para avançar. Aquilo tinha mexido contigo.

     Outras experiencias iam sendo refeitas, orgasmos provocados com palavras ao teu ouvido, caricias nos peitos, apertoes cada vez mais longos no pescoço, tudo provocava sensaçoes orgasmicas mais fortes, diferentes, novas. As palmadas tornaram-se mais fortes e continuadas. Estava a "viciar-te" pouco a pouco.

Vicissitudes do casamento BDSM.- 4º capitulo

 


        Outro momento marcante decorreu numa casa de amigos, quando pediram o favor de tratar de um animal.
         O fogo em nos nunca se consumia e termos um sitio inabitual, com todas as condições de limpeza e privacidade, pareceu-nos bem....So nao contamos que o animal se escondesse devido a nossa fulgorosa luta apaixonada. Alem disso, desconfiaste de algo estranho em ti, que me levou algum tempo a tentar aliviar: Uma pressao enorme na bexiga, como se urinar te apetecesse, e que afinal era unicamente mais uma faceta tua: Ejaculação. Nao sabia como explicar-te, nao aceitavas o "deixar andar", foi um momento estranho mas ao mesmo tempo mais uma ajuda na libertação sexual encetada por nos nao ha muito tempo. O que e certo e que tivemos umas horas de valente brincadeira e ainda mais um bom tempo de susto porque pensavamos que o animal tinha fugido pela porta da rua...Por acaso ao fim de algum tempo e desespero reparamos numa situaçao ainda nao observada e encontramos o bicho nesse local.
   

        - Era habitual falarmos muito e essas conversas iam levando-nos ao encontro do que queriamos.
E a intimidade ia perdendo tabus.
       Entao, aquilo que foi interrompido naquela manha, acabou por ser provocado no motel. Nao da mesma maneira, Na altura estavas em pe dobrada sobre o braço de um sofa, desta vez foi na cama, deitada, com uma das artes tua e minha preferidas, sexo oral. A boca e lingua dedicaram bastante tempo ao teu sexo, levando-te muitas vezes ao quase mas sem nunca deixarem acontecer. Ate que, numa altura em que te senti fora de control, usei os dedos dentro de ti, pressionando a parte superior do teu sexo ate sentir a expulsao de um liquido translucido a uma altura considerável. Tinhas tido a tua 1ª ejaculação que bebi e te dei a provar através da minha boca.Finalmente verificaste por ti propria nao haver razao para o medo da 1ª vez, alem de que, o orgasmo foi tao brutal que quase desmaiaste de cansaço. Por pouco tempo, e verdade. A capacidade de recuperaçao sempre foi admiravel em ti. Ate hoje.

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Vicissitudes do casamento BDSM. 3ª capitulo




    O proximo convite que te fiz, sensibilizou-te muito. Quando viste a tippie que aluguei, ficaste maravilhada. 1ª noite que passavamos sobre o mesmo teto, uma cabaa simples mas tao cheia de significado. Estava muito frio e chovia mas, o calor do tempo que passamos juntos, fez com que qq desconforto que pudesse acontecer nao tivesse nenhum impacto no nosso estado de espirito. Nem as idas a casa de banho do parque de campismo, aberta, onde o vento frio nos castigava os corpos nus durante os diversos banhos nos cortou a alegria e prazer dessa 1ª noite juntos.
    Lembro ainda que a entrega, a força usada, a loucura sexual foi tanta que uma vez te projectei com tal força que, se nao te tivesse num reflexo, agarrado os pes, tinhas ido contra a parede. E reafirmaste a necessidade num riso, da urgencia do tal capacete de procteçao para ti porque foste "usada" com tal força que batias frequentemente com a cabeça na parede da tippie. O seres fecundada de 4 estava a ter os seus problemas na cabeça, mas as batidas eram os menores. A submissao que sentias, a forma como eras usada excitava-te ferozmente, e o teu corpo queria essa posiçao para se saciar.Estavas viciada. O pior e que nessa postura tinha a disposiçao a parte mais desejada por mim da tua anatomia: o anus. Talvez pelo receio que tinhas da penetraçao anal, que me confessaste ter sido usado uma so vez de forma tao descuidada que te feriu e nao querias mais sentir nada ai. E eu que ia conquistando a tua confiança e abandono aos poucos nao queria a regressao dessas conquistas. Tinha que esperar, infelizmente. Apesar de tudo isso, ou ate por tal, os teus orgasmos eram cada vez mais intensos, vividos e frequentes. Sempre com o penis bem fundo, o orgasmo manual perdeu o sentido para ti. 1ª grande conquista.
   Ao mesmo tempo que todo o momento era bom para a uniao fisica, as conversas tambem iam sendo mais audazes, como aquele pedido que me fizeste para te apertar o pescoço durante o sexo. Coisa que pensei introduzir mais tarde mas que aproveitei para fazer nessa altura. Sabia que irias vibrar ate porque confessaste terem feito em ti uma vez, ficando confusa e negando nessa altura. E eu sabia o que te poderia fazer, nao no durante mas como acrescimo no orgasmo. Creio que foi o orgasmo mais fatigante que tiveste ate essa altura. Quando findou nao falaste nada, ficaste abandonada, sem força, unicamente puxando a minha mao para beijar, lamber, agradecendo e venerando a mao que te asfixiou de forma perfeitamente conjugada com a explosão sexual.
     Assim, mais confiança eu tinha para "inovar" em ti e mais necessidade de seres explorada tu tinhas. A adrenalina das coisas que ia introduzindo no nosso sexo era-te vital. Querias tudo. Ate que um dia aconteceu algo que te fascinou, envergonhou e maravilhou. Pediste para te dar algo especial, sem chegares ao fim. E eu dei. Mas a minha maneira que nao era bem o que tinhas em mente.
Começamos a brincadeira e quando ja tremias num pre orgasmo parei, mandei-te por o cinto e fomos a um cafe a poucos minutos do local onde tinhamos "brincado". Tive que te ajudar a sair do carro apoiar-te a atravessar a estrada e entrar no cafe. Poderia ter-te deixado sentada na mesa para onde fomos bebe-lo mas queria que sofresses, cambaleasses, com os olhos brilhantes, cambaleante, insegura, sentires os olhares invejosos das mulheres e desejosos dos homens que la se encontravam. Eu diverti-me muito. Lembro que ao entrar no carro, ainda cambaleante me disseste nunca pensares passar por tal, querias ficar naquela situaçao, gozando-a sozinha. Ri-me, voltamos ao mesmo local e chegamos ao gozo supremo em menos de nada. Recordo o quanto era dificil ficar sem ti porque tinhas que apanhar o transporte de regresso a casa, mas esse dia foi-me particularmente penoso pelo beijo que recebi na despedida, junto com o olhar apaixonado, de cadelinha abandonada.

Vicissitudes do casamento BDSM. 2º capitulo

 


      Apos aquele belo 1º momento de intimidade, onde eu cheguei ao fim e tu nem por isso, apesar de nao estar habituado a essa decepção, a minha preocupação foi sondar o maximo que consegui de ti, das tuas experiencias anteriores, conhecer o que mexia contigo. Disseste que nunca tinhas atingido o fim com penetração. Que so conseguias esse final sendo manipulada. Desde esse momento tive como objectivo quebrar essa insuficiência. Isso tinha que ser mudado. E foi.

    Um dia, apos 12 horas de trabalho, um domingo de manha, fui-te buscar ao comboio, tomamos o pequeno almoço e dirigimo-nos a um motel da zona.

    Tinhamos cerca de 11 horas pela frente juntos, ate ter de voltar as obrigaçoes profissionais.
     Apos um banho a dois, começaram as brincadeiras sexuais, introduzimos alguma "luta", provocavas-me para que aplicasse os meus dotes fisicos, inserisse alguma forma de me impor fisicamente, o que ficou ainda mais evidente apos tomarmos 1 litro de sangria. Despertou ainda mais a tua busca por te submeter a força, controlada, claro, mas obrigar-te a cederes a minha vontade foi uma evidente procura.
     Esse dia foi muito especial para mim e, pelo que me apercebi quando te fui levar ao comboio, foi tambem magico para ti. Nao sei quantas vezes tivemos orgasmos mas um foi especial: De 4, penetrei-te fortemente, imobilizei-te o corpo, numa restia de força (ate porque dormi uma hora apos esse derradeiro combate) e sentimos o teu 1º orgasmo sendo penetrada. Isto apos 9 horas de infindaveis brincadeiras sexuais. Sei que mexeu contigo porque adormeci com os teus carinhos, expressao sonhadora e brilho nos olhos. Acordei contigo no banho, vendo os serpenteantes contornos do teu corpo sendo ensaboado com a inigualável sensualidade das tuas maos. Por muitos anos que se passem, jamais esquecerei esse dia.
     A partir dai tudo em nos cresceu. O meu casamento que havia anos era uma fachada doentia, falsa e sem qq sentido, morreu. A minha mulher eras tu, o meu objectivo de vida eras tu, o meu bem estar era junto a ti. Claro que nao era so o sexo. Tambem o dizeres sentires que tinhamos tudo para dar certo, a dedicaçao que sentia da tua parte eram motivaçao extra.
     Passamos a aproveitar todos os momentos para estarmos juntos, para falarmos, fazermos planos, termos sexo, sexo esse cada vez mais radical, em que abusava mais de ti e do teu corpo e me confrontava com paragens da tua parte, confundida com o porque de sentires tanto prazer com atitudes e palavras que antigamente te afastavam do desejo e das pessoas com quem estavas
envolvida. Recordo como, numa cavalgada no banco traseiro do carro, uma boa palmada no rabo te fez arrefecer e te fez encarar-me cheia de raiva vociferando que aquilo era negativo. Sorri-te, mandei-te voltar a posiçao e, alem de te dar outra forte palmada chamei-te puta agarrando-te no cabelo e esperando a tua reaçao. Choraste, queixaste-te que esse nome nao o eras, mas, como continuei a penetrar-te fortemente vieste-te ejaculando (sei porque o banco ficou molhado onde estavas) e a unica queixa que tiveste, meio a serio, meio a brincar, era que tinha de te comprar um capacete pois fazia-te bater com a cabeça com muita força na porta.Cada vez tinha mais certeza de que eras tudo o que precisava e eu ia levar-te a desnudar a mente aberta e sexual que durante muitíssimos anos esteve escondida, travestida de preconceitos e tabus que te limitavam e castravam.

   

Vicissitudes do casamento BDSM. Inicio




     Numa relaçao a dois existem descobertas constantes, alegrias e tristezas, momentos excelentes e alguns negativos. Familia, emprego, dinheiro, passado, tudo faz parte da vida a dois e gera os tais momentos descritos atras.
      Na nossa vivencia a dois, 6 anos em comum, talvez devido a idade, outro tanto pelo passado de casados com outrem e por feitios e valores proprios, nao tinhamos passado por um período tao longo de afastamento intimo, desinteresse inclusive.
      Descobrimos recentemente facetas diferentes no nosso BDSM. A minha tendência dominadora deixou de ser exclusiva, verificando multiplicar algumas vezes o prazer ao ser coberto de atençoes, submetendo-me aos caprichos da femea avida de desejos pelo meu corpo, num todo. Submeter-me a receber todo o desejo exaltante da mulher amada e tudo de bom. Em especial quando atinges o estado de loucura senil, obrigando a que te deites ou de quatro suplicando por brutais chicotadas atingindo o prazer supremo, ou pedindo a mao dentro de ti, atingindo igual resultado ou ainda pedindo para te violar, em posiçao de submissao pura, abrindo o corpo, desejando a entrada nas tuas entranhas num arremesso violento , profundo, sentido. Nessa altura nao e o homem que desejas, nem sequer o Dono, e um animal feroz, irracional que te devore nao por amor mas para entrar no mais fundo do teu ser... aqui alem de atingires o teu por mim tao desejado orgasmo, atinge tal violencia, penetra tao fundo no teu cerebro que desabas num choro convulsivo e libertador, avida de um abraço e caricias, atençoes que te despertam uma vez mais a libido tao tua.
      Como ficou esclarecido em cima, hoje, devido a conversas nossas, a submissao e mutua e intercalada, a uniao e confiança maior, a entrega, senao total, e enorme e a vontade de nos excedermos esta nos píncaros.
       Mudamos? Nao.
       Adaptamos a nossa intimidade as necessidades que foram surgindo.
       O BDSM e uma pratica intima cheia de possibilidades. Sempre tive o meu papel de Dominador, era a minha vontade que imperava e a minha felicidade chegava em forma de obediencia cega por parte da parceira. Claro que uma parceira de ocasiao obedecia cegamente a qq exigencia minha que era adaptada ao que percebia ser a personalidade da mesma. Foram anos de falso altruismo em que me sentia realizado com o que "sacava" em obediencia, submissao e escravidao. Ate que te encontrei  e senti seres um ser especial. Carente e forte, de convicções mas pouco elucidada o terreno sexual, cheia de teorias mas nenhuma certeza, erros na vertente intima por desconhecimento, facilmente desmontados, curiosidade feminina que possibilitava levar-te pelo caminho que desejava. Medos e receios eram o alimento ideal para a minha fome de alguem tao pefeitamente inocente e ao mesmo tempo tao madura no cinquentenário de vida. O desafio pefeito, o diamante para lapidar que ja tinha sido lascado por alguns artesãos incapazes de te darem o brilho que adivinhei teres. Beleza, carisma, inteligencia e capacidade consegui perceber em ti, mas ate onde irias na tua sede de evoluir?
       Sim, varias vezes me fizeste sentir um quase Deus, um homem perfeito (isso nao existe) uma pessoa especial.
       Primeira vez de intimidade levei-te a pedir-ma, depois de um jogo que levou tres dias de encontros, onde tudo fiz para despertar a curiosidade que vinha crescendo em ti.
       Aconteceu numa praia, dentro de agua, onde te posicionei estrategicamente de costas para a areia, onde so podias observar o mar e nao te dares conta dos olhares de tres ou quatro espreitas que desafiados por mim miravam subtilmente quando em vez a ligeira agitação  que causávamos no lento vai vem dos corpos a amarem-se. Logo ai saltou a vista tanto a tua propensao   para o sexo, tinhas extrema lubrificaçao que mesmo dentro de agua onde e normal uma introdução mais dificil, escorreguei ao fundo de ti com facilidade, como a confiança de estares nos meus braços protegida de tudo. Claro que a tesao era enorme, o facto de nao te convidar para a intimidade depois do que soubeste de mim, deve ter mexido muito positivamente contigo pois soube esperar. E nem calculas o desejo que tinha de te "saborear" desde o 1º dia. Mas como escrevi em cima, eras(es e seras) especial.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Tocada na alma

Já estava bastante excitada quando mergulhaste entre as minhas coxas e procuraste o meu sexo de forma ávida como sempre fazes... começaste a lamber deliciosamente,  a beijar e a sugar o meu clitóris... ias alternando com a introdução da tua língua na minha vagina... mordias os lados... sentia-me bastante molhada... excitada com a tua boca... o meu corpo arqueava... procurava chegar mais o meu sexo à tua boca... contorcia-me de prazer... sentia a tua língua brincar com o meu clitóris ao meu tempo que sentia os teus dedos dentro da minha vagina... num vai e vem vertiginoso... intenso... por vezes com movimentos brutais... entre gemidos e gritos abria os olhos e deparava com o teu olhar em mim... olhar doce e excitado... atento às minhas reacções.... absorvendo cada gesto meu...
Em certo momento tive a sensação de que algo muito grande, abrangente... invadia a minha vagina... algo que me preenchia inteira...  sensação de dor, desconforto e de prazer... assustei-me... olhei de novo para ti... mas o teu olhar falava..."confia em mim"...
Apercebi-me então que estavas a introduzir a tua mão dentro de mim... comecei por sentir os teus dedos tocarem no meu interior... dobrarem-se suavemente... começaste a movimentar a mão...com cuidado... devagarinho... talvez por me sentires ainda excitada os teus movimentos aceleraram... num frenezim louco... sentia-te excitado... o que me excitava ainda mais... sentir a vagina inteiramente preenchida é algo maravilhoso... Ahhh... uma sensação nunca antes sentida... sentia dor quando entrava e um prazer imenso quando a sentia dentro de mim... o ritmo dos meus quadris aumentava e eu me contorcia de dor e de prazer misturados... que estavam a levar-me a um orgasmo brutal... retiraste o polegar... talvez te apercebesses de algum desconforto meu... mas continuaste com os quatro dedos dentro... estimulando... entre os teus movimentos cada vez mais intensos e o meu corpo percorrido por  espasmos e ondas de prazer... o meu orgasmo chegou... explosivo... devastador...
Nunca pensei sentir a tua mão dentro de mim daquela forma… nunca pensei sentir a tua mão tocar-me a alma... foi uma das maneiras mais intimas e completas de me tocares... foi um momento de entrega extrema envolvida por muita confiança, amor e carinho.
Amo-te!!!

domingo, 2 de dezembro de 2018

Peculiar




  - Ja tenho reparado que, embora o sexo anal te seja dispensavel, ate me dizes que nem te lembras existir, o teu corpo e certas acçoes desmentem totalmente.
    Temos feito algumas vezes, raramente confessas sentir algo, como os arrepios que um dia confessaste, mas noto o teu sexo sempre brilhante de humores proprios do prazer. Tenho tentado fazer-te descobrir as maravilhas que se podem extrair para os dois com diversas posiçoes de praticar o acto e creio que caminhamos na direcçao certa porque embora mantenhas a distancia e o silencio quando te abordo sobre o assunto, cada vez mais o teu corpo me "diz" o quanto se "alegra" com tal pratica.
     Se ha uns meses era dificil a penetraçao por tao desejado orificio, o choro convulsivo, o notorio esforço da tua parte para me alojares em ti, hoje ja nao sinto tanta dificuldade. Sei que os "valores" passados a ti, aquilo em que acreditas ou acreditavas, as experiencias do passado, sao duros entraves a tao bela e prazerosa pratica. Mas tambem sei que, combatendo juntos, iremos chegar a um bom fim, tanto porque eu desejo muito possuir tudo em ti, alma, corpo, vontade, assim como sabemos ser tambem esse o teu desejo. Ja passou o tempo em que sonhavas com uma relaçao num unico sentido, eu mandava, tu obedecias. Nao es exactamente assim. Queres como mulher, ser protegida, amada, desejada, possuida brutalmente, nada de esposa sexualmente, queres o instinto animal sempre presente em mim entre 4 paredes. E sabes que o tens. Passaste a querer tambem dar-me prazer, dedicar-te a mim, dares-me a atençao que ate te conhecer nunca tive. Faz-te sentir mais completa brincar sensualmente com o meu corpo e eu, francamente, estou maravilhado com essa atençao. A sensualidade, cuidado e erotismo com que me tocas nao anula o masoquismo ou a submissao que te sao inerentes, antes os incentivam. Explorares o meu corpo com maos e boca, centrares-te em certos pontos, ter liberdade para o fazer, alem de acicatarem o meu sadismo, o meu Dominio, elevam-te a auto-estima e ajudam a afastar os tabus tao enraizados.
     Numa dessas brincadeiras, apos cavalgares a vagina no meu falo, alucinada de prazer e quase no seu auge, resolveste trocar os orificios. Claro que a primeira dor foi inibidora, paraste, tentaste relaxar, e a medida que ias conseguindo ias-te afundando mais, ate que senti os nossos corpos unidos. Ficaste hirta, tentando que a dor desvanecesse para que os movimentos vai-vem iniciassem. Sabes que sao eles que me podem provocar o orgasmo que tanto ambicionas dentro do teu anus.
     Mas, ao minimo movimento, via o teu esgar de dor na face e sentia o aperto imediato no teu interior. Entao entrou em acçao o potente vibrador com o acessorio para o interior. Nao para te penetrar, era impossivel contigo sentada sobre o meu sexo, mas nao impedia que posicionasse o acessorio ao longo dos labios vaginais, estimulando-os e mais importante, o clitoris. A mudança foi acontecendo, ja nao apertavas, agora os movimentos nao eram so vai-vem mas as torçoes do corpo faziam com que o meu sexo explorasse todo o teu intestino. E isto tudo sem eu fazer um movimento no corpo. Era unicamente a estimulação clitoriana exercida na correnteza da tua vagina. Era como se a dor atroz antes sentida tivesse desaparecido. Movimentavas-te graciosa e sensualmente, agora espelhando deleite, irradiando alegria, exaltando o orgasmo proximo. E ele aconteceu, forte, grandioso, extenuante, fazendo-te deitar sobre mim na procura de um beijo energico... ate que, a dor da penetraçao voltou, e a saida, lenta, cuidadosa, acabou por acontecer assim como o alivio que demonstras sempre tal acontece.
     Ontem, depois de outra brincadeira tua, onde vendado, te entretiveste com o meu corpo e com a minha angustia de homem preso a cama, inclusive brindando-me com alguma cera, massagens penianas e peitorais, muito oral, entre outras brincadeiras, soltaste-me e ofereceste o teu corpo excitado aos meus desvarios.
      Chicoteei as costas firmemente, flagelei o rabo, pes e pernas, mas estava mortinho por tentar algo mais "poderoso".
      O teu corpo estava vermelho e quente, gemias baixinho e a tua vagina molhadissima.
Aproveitando o facto de estares de 4, enquanto com um pequeno vibrador entretinha a vagina, preparei o magic, o tal com vibraçao muito forte, com uma frente arredondada e flexivel, com muita vazelina e encostei no teu anus.
       O teu corpo de imediato foi ao encontro dele, fazendo força na sua direcçao. Nao foi o que estava a frente que provocou aquela reaçao, ate porque o retirei de ti e a tua vontade em relaçao ao magic manteve-se. Fiquei siderado de contentamento quando, por iniciativa tua o introduziste, metade da cabeça oscilante tinha sido engolida por ti sem um ai, gemias baixinho, o teu anus expulsava e logo de seguida engolia, tudo por tua iniciativa.
     Infelizmente ao fim de certo tempo, o teu desejo esmoreceu e em troca os movimentos que fazias ja eram doloridos, embora tentasse com o outro vibrador novamente no clitoris, o caminho ja nao tinha volta. Mas a vagina continuava humida de desejo. Felizmente o sexo oral em ti tem sempre um efeito regenerador e apos acalmares com um orgasmo magnifico ainda, em cima de ti, tivemos um simultaneo, devastador, lindo como o nosso amor. 

sábado, 17 de novembro de 2018

"Exorcisar"



   Hoje uma historia fictícia no seu todo, motivada por conversas com a minha mulher submissa, masoquista e esposa. Serve a presente como uma dica também aos meus leitores, a importância de conversas francas, como meio de preenchimento dos nossos desejos, saciar vontades e necessidades que, por pudor ou vergonha dificilmente sao confessadas. Mas em especial, dedico-ta a ti minha companheira, que tantas vezes "sofres" calada ausências que, por seres para mim única, erradamente erradico de nos. Tenho que pensar por vezes em ti como fêmea sedenta de tratos diferentes de brutais orgasmos , e dar-te muito mais estímulos fortíssimos de dor e alguma humilhação, esquecer por algumas horas da nossa uniao marital e tratar-te como a MASOQUISTA e ESCRAVA que por vezes te e imprescindível ao equilíbrio emocional.

       - Mandei-te despir totalmente no quarto aquecido previamente. Claro que o aquecedor foi desligado no momento. Um pouco de frio e desconforto seriam factores de um mal estar que te queria proporcionar. Eu vestido com as minhas calças pretas e uma camisola também preta. Queixaste-te de frio, ganhando com isso uma chicotada na pele já um pouco arrefecida pela temperatura que baixava a olhos vistos após desligar o aquecedor. Disse-te nao teres autorização para falar. Baixaste a cabeça envergonhada e murmuraste um pedido de desculpas, ganhando com isso outra chicotada. torceste um pouco o corpo com a dor mas dessa vez nao vociferaste nada. Sorri sem que visses e dei uma volta completa sobre ti, apreciando a tua beleza e nesse momento a tua entrega. Pus uma venda nos teus olhos. Agarrei quase suavemente no teu cabelo e encaminhei-te para as tuas cordas, fazendo-te agarrar em cada uma e ai ficares. Dei ordem para abrires as pernas. Vislumbrei um sorriso mal disfarçado na tua face e nenhum movimento em relação a minha ordem. Dei um estalo em cada perna no sentido que desejava forçando te a cumprir a ordem ao mesmo tempo que soltaste uns ais de dor.
   Rindo-me, expliquei-te ser menos duro obedeceres, embora compreendesse que essa tua teimosia provocava o tal bem estar que precisavas e que era dado pelas dores que te ia proporcionando.
    Finalmente estavas como queria. Dei-te as directrizes para que pudesses comunicar comigo caso alguma coisa estivesse menos bem. As única palavra que me fariam parar para te ouvir seria MESTRE e caso a coisa estivesse incomportável  dirias BENFICA. Nada disto era ao acaso, dificilmente as dirias porque tens certa fobia as duas, dai so por algo muito especial as usarias.
     Perguntei-te ss tinhas entendido e esperei resposta ja preparado para outra chicotada. Respondeste, como calculei com um sim. Chicotada imediata e a pergunta "sim o que?". Ai respondeste baixinho MESTRE. Mandei que repetisses mais alto, disse-te nao ter percebido e assim fizeste. Fiquei satisfeito na altura. A humilhação de usares a palavra mestre sei que te era dificil.
     A partir dai iniciei um aquecimento geral no corpo com o flogger. Costas, nádegas, pernas, entre pernas. Vi que entravas na onda, pequenos movimentos sedutores de coxas, ondulações de costas e nádegas, algo que me excitava mas que deveria afastar tais sentimentos.
      Procurei o chicote de silicone e novamente flagelei a pele previamente aquecida, deixando ja algumas marcas e ouvindo alguns gemidos de lamentação mesclados com prazer. Com a continuação e a habituação do corpo as investidas, novamente o prazer suplantou a dor e entraste em unissuno com as chicotadas. Parei com aquela pratica. O meu objectivo era, nao te perdendo, deixar-te naquele limbo do querer/nao querer. Resolvi entao usar algo que nao te deixa nada confortável: A chibata.
   1ª pancada, um risco nas nádegas e um grito de dor. Deixei-te absorver esse 1º impacto e nova pancada se fez ouvir e sentir, provocando novo grito e um abaixamento teu por falta de força nas pernas. De imediato ordenei que te posicionasses como originalmente ao qual obedeceste. Estavas entregue, dolorida e marcada.
    Iniciei uma serie de chibatadas mais ligeiras espalhadas pelas pernas, nádegas e costas. A estas reagiste sem muita dificuldade, mantendo-te serena e hirta, mas com a respiração ofegante, possivelmente na expectativa de outra mais forte. Nao aconteceu. Resolvi agora meter-te entre as pernas um gengibre que tinha talhado em forma de falo previamente, grosso para o interior e base, mas suficientemente fino para que ficasse fixo na tua vagina. Estavas apesar de tua humidade o que facilitou a entrada do generoso falo. Note-se que o piquei em alguns sitios para que a seiva que faz aquecer loucamente aquele lugar fosse mais efectiva.
     Peguei noutro chicote mais pesado e "torturei-te" as costas com chicotadas fortes desde as omoplatas a ultima costela, varias vezes em movimentos ascendentes e descendentes. Depois a "ventoinha" mordia-te as mesmas arrefecendo com o seu vento zonas que aquecia ao seu impacto.
   Senti-te perdida, inconsciente dos movimentos que o teu corpo emanava, os gemidos gotorais as palavras desconexas.
    Meti a mao na tua vagina que escorria pelas pernas e retirei-te abruptamente o gengibre provocando-te um grito, nao sei se de dor ou prazer ou os dois. O certo e que te mantinhas estoicamente agarrada as cordas. Suavas, a respiraçao evidenciava o cansaço extremo, as lagrimas brotavam teimosamente dos teus olhos revirados.
    Com a insana imagem que se me mostrava, querendo quebrar-te, agarrei novamente na chibata e voltei a açoitar o teu traseiro com pequenos intervalos ate desfaleceres extenuada sendo por mim amparada e suavemente deitada, inspirando todo o ar que te era possivel, com convulsões de choro baixinho, agarrada a mim como tábua de salvação e aos poucos acalmando. Beijando-te, encaminhei-te para um banho retemperador, passando um gel calmante com mais incidência nas zonas marcadas. Aos poucos foste recuperando a vivacidade e a expressao da tua cara ja era alegre, satisfeita, feliz, realizada, calma.
    Mandei-te arranjar, vestir e pintar, para saires com o Dono. Estavas radiante e emanavas bem estar. 




terça-feira, 18 de setembro de 2018

Motel 2ª parte



    Encomendamos jantar. Precisavamos algo substancial para recarregar energias.
Apos o jantar, regado com um excelente vinho tinto, vimos um filme e conversamos. So que a conversa foi envolvendo toques, caricias e de novo estavamos envolvidos.As caricias que me fazias no penis eram "pagas" com dedos meus a vaguearem a zona da vagina e anus. Os dedos passaram a dar maior atençao a parte traseira, enquanto a palma da mao te pressionava a frente. Os dedos foram entrando um primeiro, quando ja estavas confortavel com ele, outro entrava, ate que o terceiro os acompanhou. Enquanto isso tu estavas entretida com o meu penis, atraves da mao, da boca, do peito, tudo para me provocar, inclusive pequenas dentadas e beliscoes na minha perna e nos mamilos, aos quais respondia com chapadas e dedos mais fundo em ti.
Mas a tua traseira estava a ficar demasiado molestada pela constante pressao que a mao exercia e ainda tinhamos uma parte da noite para "preencher"...
Entao investi sobre o teu sexo, num oral optimo, cheio de desejo, chupando os labios e mordiscando, fazendo-te novamente soltar gemidos de prazer e dor, ficando o teu sexo mais e mais molhado, desejoso de uma erupçao que nao tardou e que me saciou a sede de te beber....
     -Claro que ainda faltava acalmar o meu desejo. Devo dizer que nessa altura sentia como se a pele fosse rasgar a qq momento tal era o meu rijo entusiasmo. Peguei-te por tras e entrando com tudo acordei-te do momento relaxado em que estavas. Tens a admiravel aptidao para recuperar o desejo sexual ao minimo estimulo, cessando aparentemente de imediato e entregando-te a "luta" como se da 1ª vez se tratasse. 
Foi um optimo vai vem, valorizado por uns bons puxoes de cabelos, umas boas palmadas e chapadas, contrariando a tentativa, frustrada de te protegeres, dando maior sabor a disputa brutal que os nossos corpos encetavam, corpos ruidosos e sedentos, sedentos de prazer, desvairados de tesao, loucos por esta batalha resultar num empate tecnico em que so ha vencedores , em que o corpo e mente ficam arrasados de bem estar, em que os nossos corpos se sacodem numa 1ª fase, expelem os liquidos do amor sublime e finalmente se unem numa ternura sem igual, ofegantes, desejosos do beijo que retempera e o olhar que reitera o amor que nos une...Mais uma vez foi assim que aconteceu. Novas lutas teremos, novas sensaçoes existirao, mas serao sempre um somar ao nosso bem estar, a nossa uniao.

Motel, 1ª parte

  Ultima sexta-feira, 14 de Setembro...

    -Convidei-te para irmos ao Motel habitual. O "clima" entre nos estava pesado ha uns dias, nao fluiamos como de costume, embora sempre com os meus planos delineados em silencio, espectativas e prespectivas sempre presentes e adiadas, cabeça e desejo repletos de uma espera angustiante. A vida cria-nos partidas e nem sempre conseguimos escapar-lhes e esse era o cenario na altura.
     - Sorriste e aceitaste logo na altura, fazendo alguns planos sobre como se iriam resolver assuntos do dia a dia a que estamos obrigados. Chegamos facilmente a soluçao e depois de tratados, iniciamos a nossa odisseia, na qual acrescentamos uma cerveja num cafe a caminho do destino final.
 Como tem sido habito, as coisas nao funcionaram como tinha idealizado, o carro e muito grande para o parqueamento onde sonhava começar uma sessao de chicotadas seguido por uma subida canina da tua parte. Irias entrar de 4, depois de na mesma posiçao fazeres o caminho do carro ate ele. Paciencia, alteram-se os planos. Nao era este precalço que estragaria o que tinha idealizado. Chegados ao quarto fizemos uma pausa para mais uma cerveja, neste caso para mim que te ia ofertar uma "chuva dourada". Mas mais uma vez a coisa nao correu como esperado. Na hora H falhou a urina, nao saia, nao sei se por nervoso da situaçao anterior, mas o certo e que nos ficamos por um muito agradavel felacio. Devo-te dizer que a tua boca junto ao instinto sao uma "tortura e desafio" ao meu control.
      - Tomamos um banho e continuamos (iniciamos, depois de tantos revezes) a sessao com os aparelhos de impacto, sejam chibatas ou chicotes. Mas ha um pormenor, apos varias idas ao mesmo motel, resolvemos experimentar o sofa erotico que nos parecera sempre pouco pratico. Estavamos enganados.
    . Apos uma "chuvinha ou ventoinha", como queiram chamar, para aquecimento da pele, começou a cair sobre ti pancadas fortes atraves do chicote. Em vez do desiquilibrio que pensei existir, aconteceu um roçar do teu corpo no sofa, uma dança erotizada pelo prazer com que recebias os "estimulos" e gemidos sofridos de visivel luxuria. Nao me contive e, apanhando-te debroçada sobre o mesmo e com o teu sexo convidando a um encontro, animalescamente entrei em ti. O sofa vagueava pelo quarto ao sabor das investidas, gritavas desalmadamente, era um ambiente transcendente com as entradas fugosas e longas... Ate que paramos, eu e o sofa.O sofa porque com tanto desvario ficou encostado a parede e eu interrompi numa altura em que os nossos corpos se preparavam para explodir. Nao que tivesse adivinhado o teu, mas quis parar o meu. Fomos fumar e descansar um pouco. Para nos aquele sofa passou de dispensavel a desejavel. Tinham sido momentos que deixavam agua na boca. Agarrei-te pelo cabelo, dirigi-te a cama e "meigamente" empurrei-te, estatelando-te nela. Rias divertida, excitada, embora contrariada pela interrupçao.
     -Apos uma curta pausa para cafe e um cigarro mandei-te sentar no meio do nosso novo companheiro.
Sentaste-te no meio, encostando o peito a parte mais alta enquanto o abraçavas. De novo o chicote crepitava violento nas tuas costas e traseiro, de novo dançavas roçando o teu corpo, encaixando na perfeiçao braços e pernas, envolvendo o sofa, parecendo tu e ele um so. os gemidos obscenos repentinamente pararam, ja nao te mexias, so a tua respiraçao e tensao do corpo me diziam o extase que sentias. o chicote ainda te lambia mas o transe em que te encontravas ja nao originavam o estremecer de ti mesma. A sintonia entre o chicote, o sofa e o teu corpo era perfeita.
 As marcas deixadas na tua pele estavam a excitar-me. Desejava entrar novamente em ti e, uma janela de oportunidade surgiu quando o teu traseiro foi jogado para tras. Sentei-me naquele curto espaço e voltei a penetrar-te. Os movimentos eram curtos e puxando-te pelo cabelo voltei-te a cabeça para um beijo. Levantamo-nos ambos e continuamos as multiplas caricias  em pe junto a parede. Tinhas despertado daquela letargia e agora o fogo tinha-se deslocado para o exterior. Agitavas com força e repetidas vezes o meu sexo que se sentia coagido a brindar-te com liquido quente do pre orgasmo e eu tentava defender-me procedendo de igual modo em ti que ja destilavas quantidades generosas do teu por mim tao apreciado licor.
    -" Mete a mao em mim, faz-me vir"....Este convite foi-me "vociferado" por ti quando ja o teu corpo se torcia e as tuas maos paravam a estimulaçao do meu aflito e contido falo.
Nao me fiz rogado e comecei uma penetraçao em ti com a mao. Primeiro dois dedos que entraram facilmente tal a humidade. Depois mais um e outro...Encaixei os quatro dentro de ti e penetrei num vai vem alucinante. A medida que o teu orgasmo se aproximava o teu corpo procurava uma entrada mais firme, conforme a firmeza acontecia saia de ti um grito e o alivio do recuo para de novo entrar com força. Uma dança de sublime deleite ate que, um desesperante uivo sai da tua boca, a minha mao e puxada e apertada pela vagina e, se nao te agarrasse caias na certa. Que explosao, as pernas tremiam, enfraquecidas pelo momento anterior, a tua cara estava alterada, expressao num misto de cansaço e gozo. Amparei-te em direçao a cama. Tropeçavas em fraqueza. Pensei estares acabada nesse dia.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Momentos

Amei-te....Na dura e dolorosa provaçao, a dor por ti sentida foi similar ao prazer e deleite por mim vividos....Nao que essa dilacerante e maldita dor me excitassem grandemente, mas a sensaçao de te poder ver munida de bicos mamarios sublimes, eretos, apontados e convidando aos favores da minha boca.
   Essa era a desejada e por mim imaginada postura apos os chupa seios que em ti manipulei... nao sendo essa a realidade. Por alguma razao que justificaste com as condiçoes do teu corpo, as dores sentidas durante e no pos acontecimento foram inibidoras temporais do teu prazer. Julguei ate ter-te perdido nessa noite, que nao recuperasses a tempo util para a continuaçao das nossas acçoes.
  No entanto, tudo começou da melhor maneira... risos, dores sensuais a presença dos chicotes, o doce arranhar de escovas de aço e outras adaptadas com cerdas curtas e caricas aparafusadas que provocam pequenos sulcos rendilhados, riscos nas costas tao bem deliniadas, pequenos rasgoes nas nadegas que saboriei sumptuosamente levando-te a espasmos de deleite e gemidos melodiosos, audiveis mesmo atraves das musicas que preenchiam as paredes do quarto, originarias de uma playlist por ti escolhida....     Claro que acrescentei ao teu doce suplicio os vibrantes e pouco suaves choques produzidos por quatro estimuladores colados ao teu corpo, acionados por um pequeno  e genioso aparelho de electro-estimulaçao.
    Os pequenos toques rectais e vaginais tambem contribuiam para esse volupioso estado em que te encontravas. Tentaçoes varias de multiplos pequenos vibradores eram outras fontes de tensao sexual. Em suma, tudo corria em profunda e tentadora armonia ate que.... aconteceu o malfadado acaso em cima relatado.
    Foi nas massagens, muitas e ternas massagens, sensuais, que o teu corpo de novo se ergueu e a tua libido regressou intacta, ressuscitada de uma "morte" profunda, pronta de novo para o orgasmo outrora querido. Apos a longa sessao de massagens, nas costas, nuca e pescoço, a tua mente de novo ordenou, pouco a pouco, o teu corpo a gestos antes descritos. Primeiro tenues encostos lascivos, cheios de promessas, depois pequenos encostos ao meu corpo semi-nu, para no fim esses encostos virem em forma de desenfreados e estimulantes toques... toques sera um eufemismo pois eram autenticas pancadas do teu traseiro em direçao ao meu duro falo que apelava por "entrar" em ti. E se ele desejava, tu tambem o "exigias" apontei a entrada quente e com humidade muito acima do razoavel, penetrando de uma so vez toda a extensao do meu membro. Dobraste-te e gritaste como se tivesses sido acometida por uma dor agonizante mas que era tao so o prazer magico do tao aguardado momento em que me acolhias nas tuas entranhas. E sabedor dos teus desejos, apertando-te gradualmente o pescoço, penetrava-te sem arrego, sufocando o teu grito e exponenciando o teu ja enorme estado de pre orgasmo. Tremias junto a mim, tensa, rigida na postura, recebendo o meu vigor dando em troca o corpo ao meu selvagem uso. Nao contente com este comportamento, ainda me presenteias de subito com um tenue e maravilhoso gemido acompanhado entao de movimentos bruscos de um orgasmo singular em tempo e espasmos. Obvio que na presença de tal comportamento, brindei-te tambem com um colossal climax que nao sentiste devido ao teu prolongado e louco final, mas sentiste na calmia a sair de ti, junto com a humidade do teu interior.
   Foi o final encantado de uma sessao diferente, mas em que relembrei mais uma vez o amor incomensurável que te tenho. 

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Noite de inovaçoes



    Chicote de silicone, suga mamilos, suga vagina, ovulo com controlo Wi-fi (e uma pancada e tanto).Estes os novos "utencilios" a juntar a ja longa lista que possuimos.
    A tarde dava lugar a um anoitecer frio, humido. Triste para a maioria dos mortais, envolvente para nos. Brindamos ao nosso amor, a nossa relaçao, a tudo o que nos faz bem, acompanhamos com um "charrinho". fumo que nos liberta e torna tudo muito mais intenso e louco.O aquecedor emana agradavel calor, o quarto pronto para a sessao. Exaltaçao, expectativa, tesao. Corpos humidos de excitaçao abraçam-se e beijam-se.
    Mando-te deitar de barriga para cima. Pernas abertas. Vislumbro um brilho cintilante entre as mesmas. Os labios vaginais semi-abertos, convidam-me a incidir sobre eles. Nao e a altura. Ligo a hapy lady e tiro os pelos que ja se vêm nas verilhas e zonas proximas. Nao tens feito a depilaçao e isso mereceria um castigo. Por outro lado, compreendo que a tua atençao a minha doença te roube tempo e pensamento para certas coisas.
    Ficas lizinha, pele suave, sensivel. Ideal para exercer golpes medianos e para sentires mais o 1º brinquedo, de forma mais aguda.
    O sugador de vagina e posicionado no teu sexo. A bomba acionada repuxa-te os labios, elevando o teu sexo um pouco. Queixas-te e paro, alivio no botao e de seguida mais duas bombadas. Extremeces. Volto a aliviar um pouco. Novamente bombeio e fico atento as tuas reaçoes. Desta vez, o sexo esta quase encostado ao involocro, os labios incharam, o clitoris aparece, tambem ele bem maior. Na tua face vejo alguma dor ou incomodo mas tambem prazer. Começo a intercalar bombadas e alivios. Noto a excitaçao crescente. Paro. Quero ver a reaçao ao proximo.
    O ovulo e meio incerido em ti. Acionada a vibraçao, noto o impacto da mesma em ti. contorces ligeiramente o corpo e pequenos gemidos saiem da tua boca. Pareces muito excitada mas ainda longe do orgasmo. Subo o ovulo para a zona clitoriana. Erro meu. Um grito, um orgasmo. Fugaz, torces o corpo, saltas e tudo termina. Exaustao no teu rosto, felicidade, paz. Frustraçao minha. Nao queria, desejava prolongar o suplicio e fui traido pela minha confiança. Ok, perdi uma batalha, nao a guerra.
    Os suga mamilos foram "trabalhar". Queixaste-te um pouco mas ainda assim foram quase ao maximo, no esquerdo e no direito. Mandei-te virar e por de 4.
    As unhas "acariciaram" o teu corpo. Serpenteias nas minhas maos, enquanto as tuas costas, pernas e rabo ganhavam riscos avermelhados pela passagem das minhas maos. Olho-te e vejo o quanto estas "novamente" excitada. Mando-te lamber-me o que fazes de imediato. Forço-o na tua boca, engasga-te, tiro e tu vens gulosa a procura do falo. Tenho que interromper.
    Ordeno novamente que te ponhas de 4. O chicote de silicone "lambe" o teu corpo. Reparo que pode ser bastante doloroso sem deixar muita marca. E a tua reaçao a ele e efusiva. Passo a incidir com maior velocidade e força na tua pele. Cores lindas vao aparecendo, o rabo torna-se pouco a pouco rosa que contraste com o moreno suave do teu corpo. As nadegas salientes, parecem mais "convidativas", o rego abre-se lentamente e no seu fundo vislumbro o liquido brilhante escorrendo nas pernas. Alterno os chicotes. Oiço o teu prazer e quero manter-te nas "alturas" sem que entres no abismo do orgasmo. Por vezes socorro-me das varas de bambu, acariciando e batendo, descendo-te a terra. Estando nisto algum tempo, como nao sou de ferro, introduzo uma 1ª vez o sexo em ti. De um vez. Rasgo-te, contens um grito, mas queres mais. Segunda estocada, paro e tiro. Olhas-me alterada. Sei o que desejavas, mas ainda nao. Tambem eu ansiava. Novamente te mandei virar.
     Novamente o teu sexo foi sugado. O teu corpo ondulava. Fui ao maximo, na tentativa de que o incomodo te acalmasse um pouco. Fui bem sucedido. Novamente o ovulo entrou en açao, numa vibraçao menos agradavel. Novamente saltaste mas de prazer e dor, nao de climax. Sofrimento, como tu desejas sentir e eu preciso dar.
     Apesar de te ver cansada, mando-te outra vez por de quatro ao que obedeces sem hesitaçao. Acho que estavas mais curiosa que eu ate onde iria.
     O chicote novo voltou a açao. Agora so ele. Fazia helice, batia, espalhando nas tuas nadegas pequenas alfinetadas que confessaste mais tarde serem choques electricos que entorpeciam o corpo em ondas. Quando os teu movimentos do teu rabo passaram a ser sensuais e sexuais, acionando o corpo para traz e para a frente numa felaçao imaginaria, entrei com tudo mais uma vez. Estocadas fortes, arrebatadoras, senti as paredes do teu sexo em contraçoes, os gemidos altos, o teu orgasmo veio feroz, qual tempestade, molhado, exaustivo, sem folego, tirado pelas minhas maos num aperto firme no teu pescoço, ate a tua queda. Mas ainda faltava o meu que irrompeu como um tomulto, sacudindo-nos fortemente atraves do meu corpo que inadvertidamente impelia em ti, num hurro forte de prazer e desejos satizfeitos.
   

domingo, 29 de outubro de 2017

Transcendencia I



   Desatei-te e fiz-te virar, ficando deitada de costas para cima e o "rabao" ao meu dispor. Como sabes adoro o teu traseiro, redondo,cheio,em forma de coraçao. Um sonho.
   Bem, uma almofada por baixo do teu ventre, elevando o meu alvo, braços atados e pernas convenientemente abertas e atadas e pes tambem presos a cama.Ali estavas, vulneravel, receosa e entesada, tudo ao mesmo tempo. Vendei-te pois nao queria que visses o que ai vinha.
   A escova de aço foi a 1ª tortura. Umas passagens desde o rabo aos ombros, roçar os bicos de aço para te "aquecer" a pele. E tu gemias, tentando movimentar o corpo nas zonas mais sensiveis. Claro que presa pouco ou nada conseguias. Depois de alguns "riscos" na pele, passei a espetar de lado no teu corpo,, nas badanas, na cintura,nas omoplatas, provocando pequenos sulcos de sangue,sem que escorresse. Os teus gemidos eram agora acompanhados do teu liquido interno, lubrificavas por demais.
   Para aumentar o teu desespero sexual, resolvi passar alcool nos pontos ensanguentados.A loucura apoderou-se de ti. Gritavas, em especial quando com a mao ainda humida de alcool passou no teu clitoris. Convulsoes, simulaçao sexual, de tudo um pouco se fez a tua reaçao. Eu estava encantado, alucinado mesmo por sentir em ti tanto prazer/desejo/desespero.
   Parti entao para as velas. Ai, a medida que as gotas iam pingando, devido ao frio que o alcool provocou e a sensibilidade provocada pela escova na pele, as contraçoes eram de tal forma violentas que pensei as cordas nao aguentarem. Depois de varios pingos em cima do teu corpo, achei por bem deitar quantidades generosas.Primeiro nas omoplatas,que escorriam para o pescoço e peitos e depois no rego enchendo-te de calor o anus e a vagina.
  Para enrijar a vela e dar-te outro contraste, fui buscar gelo que passei por todo o corpo. Dos teus labios ja so saiam ais quase inaudiveis, vencida por tantas "brincadeiras", derrotada por tantos prazeres, alguns morbidos, como tanto aprecias. Duas ou tres pedras de gelo foram parar dentro dos teus orificios...Um toque, um requinte de malvadez....
   A cera estava dura no teu corpo. Altura ideal para a sacar. Pensei bem e resolvi tirar grande parte a chicotada. E certo que a cera se espalha por todo o lado, mas os teus gritos tambem e esses sao impagaveis. Os braços ja estavam apoiados na cama, sem força para te ergueres, rendida ao sofrimento porque passaras. Agora senti estares no teu limite, moral e fisico. Hora do complemento.
   Aproximei a mao do teu clitoris e devagar percorri toda essa zona, encharcada,enchendo-te de palavras proprias da ocasiao, palavras que para mim fazem sentido no pico do desejo sexual. Enfiei dois dedos dentro de ti ja tu tremias, ao mesmo tempo que o clitoris era estimulado. Ate que no meio dos tremores, um grito grutesco, um safanao violento um esguicho do teu interior e eis que o teu orgasmo chega. Qq coisa inimaginavel. O tempo em que te contive deu resultado. Quando explodiste foi avassalador. Retesaste-te, hurraste, desesperada, feliz, chorosa...
   Nao acabaste a tua explosao e ja eu imponente estava dentro de ti,fazendo com que os teus gritos aumentassem. Ai nao foi uma simples copula, foi uma violaçao, um estupro, algo animal tal o desejo e o impeto com que entrava em ti. Resultou em dois orgasmos quase simultaneos, juntos com palmadas, palavras agrestes, prova da minha tesao.
   Adormecemos quase de imediato, apos as cordas retiradas, agarrados, sorridentes, felizes.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Transcendencia




   - Estavas nua. Mandei-te deitar,pernas e braços abertos, esperando a minha chegada.
10 minutos se passaram ate a minha entrada no quarto com cordas e outros objectos de restriçao. Embora sabendo nao ser necessario amarrar-te para que te sintas presa, naquele dia apeteceu-me essa situaçao.
     - Atei-te os pulsos a cama, braços estendidos na direcçao da tua cabeça, e as pernas presas abertas e puxadas tambem na direcçao dos braços, com uma almofada a suportarem os rins.Tinha ali uma belissima visao da tua vagina e anus abertos , entregues as minhas vontades, assim como os seios disponiveis para qq brincadeira. Toda a tua frente estava ao meu dispor. Vendei-te e comecei com suaves passagens com o chicote por todo o teu corpo. Sorrias, e ao mesmo tempo provocavas-me dizendo nao apreciar "festinhas".Ri-me para mim mesmo. Conheço-te o suficiente para saber dos teus pesados gostos mas tambem sei que a pele deve aquecer um pouco antes das batidas mais fortes.Apos algumas passagens mais ou menos suaves com o chicote,fui em busca das canas de bambu. Estas sei que tens algum pavor. Agora nao te irias queixar das festinhas, mas das dores que irias sentir.
   -O 1º alvo foram as mamas, duas vezes em cada uma com força moderada. As primeiras lagrimas cairam dos teus olhos, junto com gemidos de dor. Passei as pernas,mais precisamente as coxas, onde existe maior quantidade de carne. Novamente 2 em cada uma.Aqui gritaste, as pancadas foram mais fortes.A venda mais molhada, assim como o teu sexo.Olhando maravilhado para as tuas marcas,ignorei o teu sofrimento, agarrando-me ao prazer que demonstravas através dos fluidos vaginais, decidi dar-te 10 vezes com a cana na tua vulva, perto do clitoris. Gritaste, enquanto tentavas desesperada esticar as pernas para te proteger. Beijei-te entretanto e perguntei ao ouvido se estava tudo bem. Riste, apesar das lagrimas. Resolvi entao passar a outra fase, visto estares bem. Embora as velas tenham estado acesas este tempo todo, acho que nao esperavas uma despejada em cima da tua barriga.O teu corpo dobrou como pudeste e soltaste um gemido enorme,de desespero, susto e tesao, avaliando os teus movimentos.mais cera foi derramada nos teus peitos e vagina. Nesta ultima parte resvalava pelos grandes e pequenos labios ate ao anus, vendo eu as contraçoes que o calor da mesma proporcionavam. Foi um momento cheio de prazeres para os dois.
    -Quando parei a cera e depois da limpeza das zonas, prendi-te 4 eléctrodos a pele , dois junto ao monte de venus e os outros na barriga das pernas, junto aos labios vaginais e activei-o, mais ou menos a meio.No principio nao reagiste muito... Deixei passar uns minutos e iniciei uma esfrega no clitoris.Agora ja o teu corpo se mexia,excitado. Prendi duas molas,uma em cada mamilo e isso refreou os teus impetos. Continuei na estimulaçao clitoriana, a qual, mais uma vez te fez voltar a excitaçao. Era divertido jogar como teu corpo e coma tua vontade. Quando as tuas pernas iniciaram o habitual tremer de aproximaçao do climax, aumentei os impulsos da maquina de eléctrodos o que te acalmou a excitaçao e te deu uma dose consideravel de expasmos dolorosos.
   . Ai veio a vara com uma ponta de cabedal, a qual te batia no clitoris e em toda a zona circundante. Nessa altura os teu olhos ja se escondiam por baixo das pálpebras, os gritos e gemidos ja eram uma mistura de dor e prazer extremo, ja nao estavas na "terra".
    -Alucinada e excitada ao extremo, parei com tudo, menos com os choques, arranquei dos bicos as molas com a chibata, coisa que te deve ter doido muito, hehehe, indo chupa-los meigamente....
    -O resultado estava a vista. Pediste para te fazer vir, nao aguentavas a espera, precisavas e que eu era mau por te torturar tanto no teu prazer.Na verdade, nao liguei nadinha.Tinha planos para a noite e nao ia desistir deles.Sabia que mais tarde irias sentir-te nas nuvens.
  Aproveitando o facto de estares completamente aberta, desci com a boca em direcçao aos dois orificios que por questao de posiçao me oferecias.accionei novamente os choques moderados e iniciei a lamber o clitoris e toda essa zona ate atingir o anus. Gemias coma minha lingua na vagina e fizeste o mesmo quando a direcionei para o outro orificio, tendo ao mesmo tempo a mao a afagar a vagina. Depois substitui a lingua por um dedo dentro de ti, pouco lubrificado e pouco penetrante. Queria que sentisses a diferença.Diferença essa que sentiste quando te meti dois,ja lubrificados e aos quais relaxaste facilitando a entrada. Os gemidos continuavam, calmos mas ao mesmo tempo com uma especie de ansia. Os teus fluidos vaginais continuavam, brilhavas, ate mesmo quando subi um pouco a intensidade dos choques. O teu corpo ja me parecia quedar-se por um cansaço de muitas emoçoes, mas nao era tudo o que tinha imaginado.Ainda faltava a parte traseira.

     Continua.....

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Escova de aço




    - A noite prometia. Embora cansados depois de mais um dia trabalhoso,a musica por ti escolhida para ouvir, era como que um balsamo para as dores,um relembrar coisas bonitas do teu e meu passado, fervilhava no ar um clima especial. Dez da noite e dirigindo-te a casa de banho com um body muito sensual, pedes-me que ligue a televisao no quarto.Claro que "obedeci" prontamente e acrescentei a ligaçao do computador a mesma para escolheres uma play list que, por um lado espevitaria mais o desejo e quebraria certos ruidos tao usuais da tua entrega.
   - Chegas maravilhosa, cheirosa e pronta. Nao perdemos tempo e "engalfinhamo-nos" um no outro em abraços e beijos lascivos. Levantei-me da cama e dei-te um "carinho" nas nadegas com duas canas de bambu...Quase gritaste. Nao podia ser. Pediste entao a escova. Escolhi primeiramente uma a que juntei ha uns tempos umas tampas de carica. Deixa marcas bonitas,simetricas e arranha bastante se arrastada na tua pele. Brinquei durante uns tempos no teu corpo.Murmuravas lamurias sensuais, queixas veladas,gemidos varios. Mas a dado momento, os gritos de dor e prazer ameaçaram aparecer. Era tempo de alterar. Pediste-me entao a escova de aço.E silenciosa, cria-te emoçoes fortes, leva-te ao transe mais rapido. Era necessario nao estender em demasia a coisa.Tinhamos gente em casa e os ruidos que se fariam ouvir com o prolongar da sessao, possivelmente alertariam o outro habitante. Nao podia ser. Outro dia, proximamente, esses momentos virao.
    -Apalpei-te e verifiquei que estavas molhadinha. Optimo.
Apanhei a tal escova de aço e comecei a tortura. Deitando a escova sobre o teu corpo, com uma certa inclinaçao, sentes espetar na tua pele milhares de pequenas agulhas. Esse estimulo funciona bem, o teu corpo move-se, erotismo em cada mexida,escova em varios pontos das costas e nadegas,forçar a entrada em varios pontos,entras em desespero. O pre-gozo estava a manifestar-se.
O som da tua boca era inaudivel, qual peixe fora de agua. Apos alguns minutos dizes me nao aguentar mais. A cabeça esta quase a  explodir. Nao podes expulsar em forma de gritos a tensao que se acumula dentro de ti.
   -Respeito o pedido.
Voltas-te de lado, dando-me pequenos encontroes com o traseiro, enquanto gemes. Estranho os gemidos naquela altura. Mas quando levo a mao ao teu sexo, compreendi. Nao estavas molhada.Estavas completamente encharcada. A tesao tinha acompanhado a tensao. Ai cometi um erro.Porque com a casa ocupada nao podia fazer-te gritar. Apontei a vagina para lubrificar, pensando seguir em direçao a outro orificio. So que apanhando-me ali, onde precisavas, gulosa ja nao deixas-te sair, ou pelo menos fizeste de tudo para que nao tirasse.
   - Tal entusiasmo contagiou-me e, mesmo antes do teu orgasmo tive um,e outro quando o teu veio. Foi estranho, quase dois seguidos. Mas compreendo hoje o que aconteceu.Com a vibraçao que tinhas, os movimentos de sucçao e vibraçao na tua vagina, juntando aos momentos anteriores, nao so criaram tensao em ti mas tambem em mim. E quando a cabeça nao tem juizo, o penis e que paga. E pagou bem, enchendo-te duas vezes quase seguidas de esperma. O teu orgasmo foi enorme, intenso e deu-me tambem a mim sensaçoes novas e muito, muito prazerosas

domingo, 8 de outubro de 2017

(Tua)vagina VERSUS (Minha)boca



   E das lutas mais extenuantes e satisfatórias que conhecemos. Frequentemente a minha boca sofre a influencia temporal do acto. Nao, nao estou a queixar-me, sao "horas" de um prazer diferente, onde todos os teus movimentos sao por mim observados,podendo deste modo controlar o teu orgasmo ate quase ao limite, onde uma dentada mais forte te quebra, retornando tu a um ponto muito mais calmo, dando-me a possibilidade de te observar mais uma vez e outra,e outra... Nao sao so as dentadas a minha "arma" para te deter. Por vezes nao te deixando chegar tao perto da explosao,uma variaçao dos carinhos, passando da velocidade da lingua a calmia do beijo, a ternura dos chupoes leves nos labios, mantem o teu sexo "quente", em banho maria, torturando-te a mente em forma de gemidos e lubrificaçao constantes, alimentando a minha sede de desejos e o meu ego de amante. Confesso que me excitam grandemente as tuas tentativas vãs de me levares a cabeça mais perto do teu sexo, tentando com movimentos do corpo chegar mais depressa ao objectivo. Nesses momentos em que o teu corpo e a tua mente cedem, as pernas tremem, o teu sexo inchado molha ainda mais, imagino o desgaste a que te sujeitas, a frustraçao que sentes nessa luta desigual. Em especial porque quando resignada e sem força desistes dessa procura, sou eu que volto a incidir sobre ti com mais querer, com mais intensidade, roubando-te um prazer que nao me queres dar na altura, o prazer de estares nas "minhas maos". Que alegria sinto, apos alguma insistencia, ao quebrar a tua "vontade" de me castigar por nao te ter dado o que ambicionavas antes.
De novo as pernas estremecem, os sons saiem  difusos e imperceptíveis, os movimentos da pelvis na procura da minha lingua e.... novamente os teus intentos saiem frustrados, uma palmada bem dada no teu sexo fazem-te encolher pela dor simultanea com o prazer que te infligi. Estas demoniaca, refilas,pedes, dizes nao acreditar em mim naquele momento, que te vou estar eternamente a impedir o momento final...Eu rio, brinco, digo-te palavras que te elevam como amante, acalmando um pouco a tua ira, mergulhando novamente sobre ti quando te vejo minimamente receptiva. E um jogo extenuante para os dois mas extremamente gratificante. quando as palavras nao chegam ou levam tempo a fazer efeito, nada como erguer-me, procurar a tua boca com a minha e de seguida encaminhar-te de encontro ao meu sexo. Ai sim, entretida como meu falo, sinto o crescer do teu entusiasmo. Mas e perigoso para mim, nao quero ainda dar o que a tua boca procura. Assim empurro-te e deitando-te para tras,forço as pernas a abrirem e de novo o teu sexo e alvo da minha atençao. Fazes carinho nos meus cabelos, nervosa, excitada, mas ja nao me puxas pela cabeça,aquele momento e teu, a excitaçao leva-te a patamares e locais longe de onde estas, os teus olhos estao cerrados e quando observo a tua expressao assim, ai sim, ai acelero, ai por vezes os dedos sao inseridos em ti em simultaneo com a lingua no clitoris ou os dedos da outra mao, procurando a tua ejaculaçao. Sim....tens a capacidade por nos descoberta de, sob determinadas "incidencias", expulsares o teu prazer liquido em jatos, molhando a minha cara e dedos. E um momento sublime, quando tal acontece, cais quase inanimada pelo esforço. Claro que ainda nao estas "morta" e aproveitando as pernas abertas e o corpo inerte, "sirvo-me" de ti em penetraçoes fortes de desejo, violentas de paixao, ate o meu acalmar..que muitas vezes e acompanhado por um "impossivel" outro teu.

    E e esta relaçao maravilhosa que os dois orgaos do titulo têm.

sábado, 30 de setembro de 2017

Horas Supremas


   - A verdade e a humilhaçao que exerço sexualmente sempre me excitar. Seja em que acto for, qq sofrimento ou mau estar da minha cadela me excita enormemente. Em especial quando vejo a vagina brilhante de prazer. E envolvido nessa onda, avanço sempre um pouco.
   -Um "botao de rosa" antes do sexo anal e tanto mais importante quanto o prazer que sinto nela. O prazer em forma de gemido, o dito orificio piscante, como quem convida a avançar. Depois força-la num primeiro momento a beijar a minha lingua, (acto pouco higienico, segundo ela) e no momento seguinte ser sorvido pela sua boca humida de prazer, "debitando" em simultaneo gemidos significativos.
   - Num intervalo pensado, brinco com os seus seios e clitoris, na busca de manter e quem sabe aumentar o interesse sexual por ela ja demonstrado. Ordeno que se dedique ao meu sexo, inchado pelas emoçoes anteriores e quase a extravasar, limitando a velocidade e atençoes que ela tinha em mente. Chupar sim, brincar com a lingua maravilhosa que possui, tambem, sentir a boca sem placa dentaria e sensaçao do outro mundo, mas nem pensar deixa-la manipular com ardor o meu desesperado membro. Era sinonimo de ejaculaçao, coisa que ainda nao quero. Tenho outras ideias, entre elas preencher o orificio antes lambido e beijado com o meu latejante e impaciente "falo". Alem de que umas boas palmadas no antes e durante a sodomização avermelham tao generosa parte da sua anatomia, tornando o acto "ainda" mais inigualável. Ate porque durante a penetração, o choro e os queixumes que emana sao muito mais excitantes quanto mais intensos forem. Como atras escrevi, o sofrimento da minha cadela, devera sempre ser acompanhado pelo seu lubrificante natural. E o incentivo que preciso para a fazer sofrer mais um pouco e a sua forma de pedir esse mesmo tratamento. O masoquismo dela e acompanhado fielmente pelo meu sadismo. Brutalmente erotico e estar em simultaneo a penetrar com ganas num vai-vem veloz,ver as nadegas vermelhas com marcas das minhas maos, sondar a sua vagina com a mao, molhando-a com os seus liquidos. Nessa altura, motivado mais uma vez para um orgasmo eminente, tiro de tras e obrigo-a a "engolir" o sexo. Nao e facil faze-lo, nao pelas dimensoes mas porque, neste intervalo sem orificios preenchidos,alguma racionalidade volta ao seu ser e com ela alguns tabus. Esses acabam quando forço a entrada na sua boca e repito os movimentos que ha instantes a sodomizavam. "O habito faz o monge" e  quero que o seu corpo e tudo o que e seu seja facilmente aceite a desejado por ela propria. Cadela não tem nojo e deve aceitar e desejar o que o Dono lhe proporciona, seja o urinar-lhe no corpo,forma de marcaçao, na boca, submissao, ter prazer com o prazer do ser mais importante da sua vida. Claro que estou sempre pronto a discutir gostos e medos, mas nao quando estou em sessao. Ai, so se for demasiado dificil e sentir que o desejo dela se esfuma.Por isso tambem os meus devaneios têm sido "apresentados" espaçados no tempo. Quero ter tudo, mas que tudo seja tambem desejado.
   
-Voltando a historia, mais uma vez o seu entusiasmo crescente me levou quase a transbordar a "lava" que ha muito tempo se acumulava. Ainda nao o queria. Todos sabemos que e comum aos dois sexos o orgasmo ser tanto mais prazeroso, quanto mais tempo se levar a chegar, mantendo constante esse desejo. Com aspereza tirei de sua boca o inchado e pulsante membro, deitando-a de costas e mergulhando sobre o seu corpo procurei atingir com a boca a sua fonte. Depois de umas boas palmadas para forçar as pernas a abrir (parece-me ter ficado contrariada com a subita interrupçao no felacio, hehehe), dediquei-me a essa zona tao humida e quente. Acho que as palmadas aqueceram ainda mais o que estava abrasador. O orgasmo foi atingido apos alguns minutos de laboriosas mas suculentas lambidelas e puxões nos seus labios carnudos, tendo durante todo esse tempo escutado gemidos e lamurias, cantados pela sua boca, em razao da loucura do seu cerebro. Conta-me ela que, em muitas ocasioes sente-se flutuar erraticamente, num inferno de  sensaçoes que a confundem e a fazem perder a noçao de tudo. Esse poderoso orgasmo acalmou-te, tornou-te mole e sonolenta. Agora teria o meu.
    -Pensei assim e entrei na minha cadela, parecendo-me satisfeita e desejosa de sentir o "premio" do meu corpo, adivinhando uma ejaculaçao forte de liquido quente.
     -So que por vezes sou surpreendido por tao admiravel ser. Quando estou nos meus movimentos de vai vem, divertindo-me sentindo as paredes vaginais humidas, quentes e apertadas, oiço uma voz: "Fode com força"
Tinha despertado da sua letargia pós orgasmica e novamente desejosa de "atençao". Como sou um cavalheiro e nao querendo deixar desejos a meio, iniciei uma cavalgada impetuosa, percorrendo todo o teu interior em avanços e recuos vertiginosos, sentindo as suas unhas nas minhas costas "dizendo-me" que outro orgasmo estava a acontecer, violento e intenso. Nao aguentei, como prémio dei-lhe um estalo na cara doloroso e sentido, no momento em que a minha explosão aconteceu. Nada como bater-lhe antecedendo o meu orgasmo.
 

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Compras "inocentes"

    -Apos uma noite de emoçoes (e dores) fortes, como descrito no blogue da minha amada cadela, a alvorada deu-se por volta das 8 da manha...a minha, ela ficou mais uma horita. Apos o pequeno almoço, saimos em busca de um apetecido cafe. Sentados na esplanada, propuseste irmos fazer compras a uma loja habitual. Mas a maneira como pediste, o sorriso, encerrava algo. Despertado fiquei para o que ai viria e resolvi aceder ao teu pedido. Sabia ir-me divertir, tambem tinha as minhas ideias de compras e essa loja era a indicada.
    -Dirigimo-nos ate ela e entrando logo foste na direcçao das tuas amadas velas. Fizemos a aquisiçao de algumas, conversamos sobre o tipo mais apetecido e outras banalidades. Saidos desse corredor foste comprar umas linhas para cozer e vendo outros corredores, apreciando outros artigos. Subtilmente fui-te levando onde eu realmente queria ir. Apesar de teres o corpo muito marcado, magoado, com resquicios ainda vivos da ultima noite, quis verificar o teu estado digamos de espirito. Agarrei em duas canas de bambu e inadvertidamente dei-te com elas uma pancada no rabo.
    -Sobressaltada, olhaste-me com olhos semi-serrados, os labios mordidos por ti propria mas a expressao e jeito de corpo nao enganaram: Estavas em estado de graça, no tal "sub-space", motivado pela noite anterior. Brilhavas, Toda tu eras bem estar. Mas, tal como es, fingiste um incomodo no gozo, um queixume muito feminino que e teu apanagio. Foi o suficiente para ir procurar outras canas, desta vez quatro em vez de duas como as outras, mais finas. Quem te manda queixar das duas? Disseste-me nao saber se aguentarias as duas grossas. Escolhi 4 mais finas. E sempre bom puder "contentar-te".
   - A partir dai, o resto da visita a loja foi acompanhada de alguns toques com as mesmas no teu rabo, sorrindo-me de quando em vez, contente por mais esta atençao, certamente muito util em proximas sessoes...e quem sabe em brincadeiras esporadicas...