segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Escova de aço




    - A noite prometia. Embora cansados depois de mais um dia trabalhoso,a musica por ti escolhida para ouvir, era como que um balsamo para as dores,um relembrar coisas bonitas do teu e meu passado, fervilhava no ar um clima especial. Dez da noite e dirigindo-te a casa de banho com um body muito sensual, pedes-me que ligue a televisao no quarto.Claro que "obedeci" prontamente e acrescentei a ligaçao do computador a mesma para escolheres uma play list que, por um lado espevitaria mais o desejo e quebraria certos ruidos tao usuais da tua entrega.
   - Chegas maravilhosa, cheirosa e pronta. Nao perdemos tempo e "engalfinhamo-nos" um no outro em abraços e beijos lascivos. Levantei-me da cama e dei-te um "carinho" nas nadegas com duas canas de bambu...Quase gritaste. Nao podia ser. Pediste entao a escova. Escolhi primeiramente uma a que juntei ha uns tempos umas tampas de carica. Deixa marcas bonitas,simetricas e arranha bastante se arrastada na tua pele. Brinquei durante uns tempos no teu corpo.Murmuravas lamurias sensuais, queixas veladas,gemidos varios. Mas a dado momento, os gritos de dor e prazer ameaçaram aparecer. Era tempo de alterar. Pediste-me entao a escova de aço.E silenciosa, cria-te emoçoes fortes, leva-te ao transe mais rapido. Era necessario nao estender em demasia a coisa.Tinhamos gente em casa e os ruidos que se fariam ouvir com o prolongar da sessao, possivelmente alertariam o outro habitante. Nao podia ser. Outro dia, proximamente, esses momentos virao.
    -Apalpei-te e verifiquei que estavas molhadinha. Optimo.
Apanhei a tal escova de aço e comecei a tortura. Deitando a escova sobre o teu corpo, com uma certa inclinaçao, sentes espetar na tua pele milhares de pequenas agulhas. Esse estimulo funciona bem, o teu corpo move-se, erotismo em cada mexida,escova em varios pontos das costas e nadegas,forçar a entrada em varios pontos,entras em desespero. O pre-gozo estava a manifestar-se.
O som da tua boca era inaudivel, qual peixe fora de agua. Apos alguns minutos dizes me nao aguentar mais. A cabeça esta quase a  explodir. Nao podes expulsar em forma de gritos a tensao que se acumula dentro de ti.
   -Respeito o pedido.
Voltas-te de lado, dando-me pequenos encontroes com o traseiro, enquanto gemes. Estranho os gemidos naquela altura. Mas quando levo a mao ao teu sexo, compreendi. Nao estavas molhada.Estavas completamente encharcada. A tesao tinha acompanhado a tensao. Ai cometi um erro.Porque com a casa ocupada nao podia fazer-te gritar. Apontei a vagina para lubrificar, pensando seguir em direçao a outro orificio. So que apanhando-me ali, onde precisavas, gulosa ja nao deixas-te sair, ou pelo menos fizeste de tudo para que nao tirasse.
   - Tal entusiasmo contagiou-me e, mesmo antes do teu orgasmo tive um,e outro quando o teu veio. Foi estranho, quase dois seguidos. Mas compreendo hoje o que aconteceu.Com a vibraçao que tinhas, os movimentos de sucçao e vibraçao na tua vagina, juntando aos momentos anteriores, nao so criaram tensao em ti mas tambem em mim. E quando a cabeça nao tem juizo, o penis e que paga. E pagou bem, enchendo-te duas vezes quase seguidas de esperma. O teu orgasmo foi enorme, intenso e deu-me tambem a mim sensaçoes novas e muito, muito prazerosas

domingo, 8 de outubro de 2017

(Tua)vagina VERSUS (Minha)boca



   E das lutas mais extenuantes e satisfatórias que conhecemos. Frequentemente a minha boca sofre a influencia temporal do acto. Nao, nao estou a queixar-me, sao "horas" de um prazer diferente, onde todos os teus movimentos sao por mim observados,podendo deste modo controlar o teu orgasmo ate quase ao limite, onde uma dentada mais forte te quebra, retornando tu a um ponto muito mais calmo, dando-me a possibilidade de te observar mais uma vez e outra,e outra... Nao sao so as dentadas a minha "arma" para te deter. Por vezes nao te deixando chegar tao perto da explosao,uma variaçao dos carinhos, passando da velocidade da lingua a calmia do beijo, a ternura dos chupoes leves nos labios, mantem o teu sexo "quente", em banho maria, torturando-te a mente em forma de gemidos e lubrificaçao constantes, alimentando a minha sede de desejos e o meu ego de amante. Confesso que me excitam grandemente as tuas tentativas vãs de me levares a cabeça mais perto do teu sexo, tentando com movimentos do corpo chegar mais depressa ao objectivo. Nesses momentos em que o teu corpo e a tua mente cedem, as pernas tremem, o teu sexo inchado molha ainda mais, imagino o desgaste a que te sujeitas, a frustraçao que sentes nessa luta desigual. Em especial porque quando resignada e sem força desistes dessa procura, sou eu que volto a incidir sobre ti com mais querer, com mais intensidade, roubando-te um prazer que nao me queres dar na altura, o prazer de estares nas "minhas maos". Que alegria sinto, apos alguma insistencia, ao quebrar a tua "vontade" de me castigar por nao te ter dado o que ambicionavas antes.
De novo as pernas estremecem, os sons saiem  difusos e imperceptíveis, os movimentos da pelvis na procura da minha lingua e.... novamente os teus intentos saiem frustrados, uma palmada bem dada no teu sexo fazem-te encolher pela dor simultanea com o prazer que te infligi. Estas demoniaca, refilas,pedes, dizes nao acreditar em mim naquele momento, que te vou estar eternamente a impedir o momento final...Eu rio, brinco, digo-te palavras que te elevam como amante, acalmando um pouco a tua ira, mergulhando novamente sobre ti quando te vejo minimamente receptiva. E um jogo extenuante para os dois mas extremamente gratificante. quando as palavras nao chegam ou levam tempo a fazer efeito, nada como erguer-me, procurar a tua boca com a minha e de seguida encaminhar-te de encontro ao meu sexo. Ai sim, entretida como meu falo, sinto o crescer do teu entusiasmo. Mas e perigoso para mim, nao quero ainda dar o que a tua boca procura. Assim empurro-te e deitando-te para tras,forço as pernas a abrirem e de novo o teu sexo e alvo da minha atençao. Fazes carinho nos meus cabelos, nervosa, excitada, mas ja nao me puxas pela cabeça,aquele momento e teu, a excitaçao leva-te a patamares e locais longe de onde estas, os teus olhos estao cerrados e quando observo a tua expressao assim, ai sim, ai acelero, ai por vezes os dedos sao inseridos em ti em simultaneo com a lingua no clitoris ou os dedos da outra mao, procurando a tua ejaculaçao. Sim....tens a capacidade por nos descoberta de, sob determinadas "incidencias", expulsares o teu prazer liquido em jatos, molhando a minha cara e dedos. E um momento sublime, quando tal acontece, cais quase inanimada pelo esforço. Claro que ainda nao estas "morta" e aproveitando as pernas abertas e o corpo inerte, "sirvo-me" de ti em penetraçoes fortes de desejo, violentas de paixao, ate o meu acalmar..que muitas vezes e acompanhado por um "impossivel" outro teu.

    E e esta relaçao maravilhosa que os dois orgaos do titulo têm.

sábado, 30 de setembro de 2017

Horas Supremas


   - A verdade e a humilhaçao que exerço sexualmente sempre me excitar. Seja em que acto for, qq sofrimento ou mau estar da minha cadela me excita enormemente. Em especial quando vejo a vagina brilhante de prazer. E envolvido nessa onda, avanço sempre um pouco.
   -Um "botao de rosa" antes do sexo anal e tanto mais importante quanto o prazer que sinto nela. O prazer em forma de gemido, o dito orificio piscante, como quem convida a avançar. Depois força-la num primeiro momento a beijar a minha lingua, (acto pouco higienico, segundo ela) e no momento seguinte ser sorvido pela sua boca humida de prazer, "debitando" em simultaneo gemidos significativos.
   - Num intervalo pensado, brinco com os seus seios e clitoris, na busca de manter e quem sabe aumentar o interesse sexual por ela ja demonstrado. Ordeno que se dedique ao meu sexo, inchado pelas emoçoes anteriores e quase a extravasar, limitando a velocidade e atençoes que ela tinha em mente. Chupar sim, brincar com a lingua maravilhosa que possui, tambem, sentir a boca sem placa dentaria e sensaçao do outro mundo, mas nem pensar deixa-la manipular com ardor o meu desesperado membro. Era sinonimo de ejaculaçao, coisa que ainda nao quero. Tenho outras ideias, entre elas preencher o orificio antes lambido e beijado com o meu latejante e impaciente "falo". Alem de que umas boas palmadas no antes e durante a sodomização avermelham tao generosa parte da sua anatomia, tornando o acto "ainda" mais inigualável. Ate porque durante a penetração, o choro e os queixumes que emana sao muito mais excitantes quanto mais intensos forem. Como atras escrevi, o sofrimento da minha cadela, devera sempre ser acompanhado pelo seu lubrificante natural. E o incentivo que preciso para a fazer sofrer mais um pouco e a sua forma de pedir esse mesmo tratamento. O masoquismo dela e acompanhado fielmente pelo meu sadismo. Brutalmente erotico e estar em simultaneo a penetrar com ganas num vai-vem veloz,ver as nadegas vermelhas com marcas das minhas maos, sondar a sua vagina com a mao, molhando-a com os seus liquidos. Nessa altura, motivado mais uma vez para um orgasmo eminente, tiro de tras e obrigo-a a "engolir" o sexo. Nao e facil faze-lo, nao pelas dimensoes mas porque, neste intervalo sem orificios preenchidos,alguma racionalidade volta ao seu ser e com ela alguns tabus. Esses acabam quando forço a entrada na sua boca e repito os movimentos que ha instantes a sodomizavam. "O habito faz o monge" e  quero que o seu corpo e tudo o que e seu seja facilmente aceite a desejado por ela propria. Cadela não tem nojo e deve aceitar e desejar o que o Dono lhe proporciona, seja o urinar-lhe no corpo,forma de marcaçao, na boca, submissao, ter prazer com o prazer do ser mais importante da sua vida. Claro que estou sempre pronto a discutir gostos e medos, mas nao quando estou em sessao. Ai, so se for demasiado dificil e sentir que o desejo dela se esfuma.Por isso tambem os meus devaneios têm sido "apresentados" espaçados no tempo. Quero ter tudo, mas que tudo seja tambem desejado.
   
-Voltando a historia, mais uma vez o seu entusiasmo crescente me levou quase a transbordar a "lava" que ha muito tempo se acumulava. Ainda nao o queria. Todos sabemos que e comum aos dois sexos o orgasmo ser tanto mais prazeroso, quanto mais tempo se levar a chegar, mantendo constante esse desejo. Com aspereza tirei de sua boca o inchado e pulsante membro, deitando-a de costas e mergulhando sobre o seu corpo procurei atingir com a boca a sua fonte. Depois de umas boas palmadas para forçar as pernas a abrir (parece-me ter ficado contrariada com a subita interrupçao no felacio, hehehe), dediquei-me a essa zona tao humida e quente. Acho que as palmadas aqueceram ainda mais o que estava abrasador. O orgasmo foi atingido apos alguns minutos de laboriosas mas suculentas lambidelas e puxões nos seus labios carnudos, tendo durante todo esse tempo escutado gemidos e lamurias, cantados pela sua boca, em razao da loucura do seu cerebro. Conta-me ela que, em muitas ocasioes sente-se flutuar erraticamente, num inferno de  sensaçoes que a confundem e a fazem perder a noçao de tudo. Esse poderoso orgasmo acalmou-te, tornou-te mole e sonolenta. Agora teria o meu.
    -Pensei assim e entrei na minha cadela, parecendo-me satisfeita e desejosa de sentir o "premio" do meu corpo, adivinhando uma ejaculaçao forte de liquido quente.
     -So que por vezes sou surpreendido por tao admiravel ser. Quando estou nos meus movimentos de vai vem, divertindo-me sentindo as paredes vaginais humidas, quentes e apertadas, oiço uma voz: "Fode com força"
Tinha despertado da sua letargia pós orgasmica e novamente desejosa de "atençao". Como sou um cavalheiro e nao querendo deixar desejos a meio, iniciei uma cavalgada impetuosa, percorrendo todo o teu interior em avanços e recuos vertiginosos, sentindo as suas unhas nas minhas costas "dizendo-me" que outro orgasmo estava a acontecer, violento e intenso. Nao aguentei, como prémio dei-lhe um estalo na cara doloroso e sentido, no momento em que a minha explosão aconteceu. Nada como bater-lhe antecedendo o meu orgasmo.
 

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Compras "inocentes"

    -Apos uma noite de emoçoes (e dores) fortes, como descrito no blogue da minha amada cadela, a alvorada deu-se por volta das 8 da manha...a minha, ela ficou mais uma horita. Apos o pequeno almoço, saimos em busca de um apetecido cafe. Sentados na esplanada, propuseste irmos fazer compras a uma loja habitual. Mas a maneira como pediste, o sorriso, encerrava algo. Despertado fiquei para o que ai viria e resolvi aceder ao teu pedido. Sabia ir-me divertir, tambem tinha as minhas ideias de compras e essa loja era a indicada.
    -Dirigimo-nos ate ela e entrando logo foste na direcçao das tuas amadas velas. Fizemos a aquisiçao de algumas, conversamos sobre o tipo mais apetecido e outras banalidades. Saidos desse corredor foste comprar umas linhas para cozer e vendo outros corredores, apreciando outros artigos. Subtilmente fui-te levando onde eu realmente queria ir. Apesar de teres o corpo muito marcado, magoado, com resquicios ainda vivos da ultima noite, quis verificar o teu estado digamos de espirito. Agarrei em duas canas de bambu e inadvertidamente dei-te com elas uma pancada no rabo.
    -Sobressaltada, olhaste-me com olhos semi-serrados, os labios mordidos por ti propria mas a expressao e jeito de corpo nao enganaram: Estavas em estado de graça, no tal "sub-space", motivado pela noite anterior. Brilhavas, Toda tu eras bem estar. Mas, tal como es, fingiste um incomodo no gozo, um queixume muito feminino que e teu apanagio. Foi o suficiente para ir procurar outras canas, desta vez quatro em vez de duas como as outras, mais finas. Quem te manda queixar das duas? Disseste-me nao saber se aguentarias as duas grossas. Escolhi 4 mais finas. E sempre bom puder "contentar-te".
   - A partir dai, o resto da visita a loja foi acompanhada de alguns toques com as mesmas no teu rabo, sorrindo-me de quando em vez, contente por mais esta atençao, certamente muito util em proximas sessoes...e quem sabe em brincadeiras esporadicas...

terça-feira, 25 de julho de 2017

Desejos penianos

  - Hoje recordo pensamentos do meu penis. Sentimentos nao ditos quando em presença da minha doce e tesuda Rubicat.
 A capacidade do meu cerebro e inversamente proporcional a do penis, isto e, quanto mais o dito esta excitado, menos o cerebro pensa. Acho que e comum ao homem. Mesmo a frase usualmente dita "estas a pensar com o c....." nao e so uma frase depreciativa muitas vezes, mas uma verdade absoluta.Entao vamos aos pensamentos. Note-se que vou escrever por "Ele", na 1ª pessoa.

   - Rubicat, quando acaricias a vagina, o clitoris, suavemente muitas vezes, eu estou desperto, sinto desejos que a tua mao me acaricie tambem, mexa com essa suavidade e sabedoria na minha cabeça, percorra a aste e acaricie os meus companheiros testiculos. Sinto algum vazio em mim pois essa que acaricias e a qual penetro, muitas vezes com voracidade incontida e que se molha invariavelmente a minha entrada, abrindo e abrindo-se, arranjando caminho para que me aloje dentro. Claro que tambem tem a variante de te apertares para que "rasgue" tudo a minha passagem, fazendo a tua boca urrar de dor e prazer. E que momento inolvidavel e o de tremeres no meu louco vaivem, apertares-me tentando conter-me e sentir-me mais, ate que me sinto encharcado do teu inevitavel orgasmo. Ai estou a ponto de te brindar com o meu licor, que por vezes quer tanto explodir que chega a incomodar. Mas grande parte das vezes contenho. Sou eu que deixo ou nao sair. Claro que ai preciso da ajuda do cerebro. Ai tenho que deixar o pensamento mais com a cabeça de cima. Mas incho e latejo de tal forma que preciso sair do teu quentinho humido, do contacto tao apetecido...Alem disso tens a "mania" de acariciares o meu corpo e beijares o homem que me tem, transmitindo-me assim ainda mais ansias.
   -A boca e a maior tortura...A tua boca quando me "apanha" sabe o que fazer...Bem, nao sabe, porque se se apercebesse possivelmente pararia sem que tivesse que para isso as maos do meu corpo te puxarem pelo cabelo e darem-te chapadas para me largar. Entao quando juntas as maos a boca, ai o liquido primario nao cessa de sair. Sei que te entretens a brincar com ele, saido do meu orificio, e apertas-me junto aos testiculos, tentando evitar a saida dos meus jactos. Muitas vezes e mais o prazer de me agarrares do que a necessidade de o fazeres. Nessas alturas tenho os canais fechados, nao te vou dar o meu leite. De qq forma, sinto as minhas veias prensadas e isso da-me um prazer especial, arrepios por mim, desde a cabeça ate ao sitio de aperto, fazendo-me o penis mais feliz do mundo.
   - A nivel de contacto, claro que tenho muito mais para falar. A massagem nas costas ate te proporcionar um orgasmo, ou algo parecido, e estimulante. A força, o contacto com a tua pele,o deslizar na mesma provocado pelo oleo, e torturante. Por vezes sinto-me quente, amassado, vibrante, tudo em simultaneo. Nao e facil evitar de  te inundar as costas. Mas como sou um penis obediente ao meu corpo e acima de tudo ao meu cerebro, massajo-te ate ao teu orgasmo evitando o meu. E sabe bem ouvir-te gritar, extremecer, ondular. Ver-te e ouvir-te e como quem diz sinto as vibraçoes o que me torna mais ereto e pronto para a "luta". Mas geralmente depois desse momento, e a lingua do meu dono que trata de ti durante um longo periudo, fazendo com que eu acalme e me recomponha.
   - O contacto menor que tenho ainda com o teu corpo e o anal. Por vezes acontece mas tens medo que te invada. Ja algumas vezes entrei, percorri o teu intestino, mas tens sempre o receio de quem ja sofreu muito noutros tempos. Ca estou eu para com determinaçao mas tambem com paciencia fazer-te querer-me atolado em ti com volupia. Vou tentando. Com a tua ajuda.
   - Outras alturas, enquanto o meu dono te vai açoitando e fazendo-te sofrer, sinto emoçoes muito fortes tambem. Geralmente apos uma sessao de chicotadas, velas, escovas, palmadas, estou erecto, babadinho e pronto a "amenizar" o teu sofrimento. Se bem que na altura prefiras as maos em ti. E nessas alturas que me sinto um pouco posto de lado mas ca esta, tem o reverso da moeda. O que eu fico estarrecido quando as maos do meu corpo estao dentro de ti, a penetrarem-te brutalmente e tu gritas, moves-te e molhas tudo a volta. Escusado sera dizer que fico em riste, a espera de me convidar a entrar em ti. E ai nao deixo os creditos por sexo alheio. Nao quero que as maos me suplantem. E nao o fazem mesmo. Eu arranco-te emoçoes, apesar de cansada e dolorida, que mais nenhuma parte do meu corpo consegue.

sábado, 22 de julho de 2017

Mauzinho



    -"Cadela, abre as pernas", ordenei-te sentado no banco da frente, olhando o teu corpo sentado envergonhado no banco traseiro, vestido meio desconjuntado, peitos a vista de todos os que se cruzavam por nos na estrada, acarinhados por essas maos que o meu corpo deseja com ardencia. Entre as pernas, uma mola forte prendia-te o clitoris inchado...dor e tesao, tesao e dor que nao entendias. Sofrimento que desejavas apagar em simultaneo com o desejo dessa maldita angustia que te fazia chorar e humedecer a vagina sequiosa de tratamento vip, a loucura da minha lingua calmante a acicatar a inevitabilidade de te fazer explodir num orgasmo tremente e devastador.
   - Ordenei que puxasses ligeiramente a mola, o clitoris inchado doer -te-ia mais um pouco e de seguida masturbar os labios, dando-lhes pequenos puxoes e apertoes, levando a boca de quando em vez o sabor que ja invadia atraves do cheiro, o habitáculo do carro. Senti ciume por nao ser eu a provar o tao apreciado mel que sabes ser algo por ambos apreciado. Apesar de sofreres, estavas como que em transe. O teu interior rejubilava de emoçoes dispares. Estavas obediente, compenetrada da tua escravidao. Era o combinado nesse dia. A obediencia seria cega. Sem palavras de segurança. Ser escrava so faz sentido quando se confia cegamente no seu Dono. E esse tem que ser digno dessa confiança.
    - A tua excitaçao subia de tom, os gestos e ruidos eram cada vez mais sinonimos de um orgasmo eminente. Mandei-te parar. Dessa vez nao ouviste, nao sei se devido ao estado de transe ou aquela teimosia ainda presente. Fiquei aborrecido. Travei o carro abruptamente, dirigi-me ao banco de tras, dei-te uma forte chapada e arranquei a mola. Gritaste de dor, choraste e impassivel, entrei novamente no meu lugar e continuei a marcha. Estavas desolada, ou pelo menos assim parecias. Mandei-te despir na totalidade. Ias replicar algo mas calaste-te quando disse "Agora" e obedeceste.
   Era o castigo por nao teres parado, ao mesmo tempo que poderia deleitar-me através do retrovisor com a bela e unica imagem de ti totalmente nua. O meu sexo doía dentro das calças. Estava excitadissimo por tudo o que se tinha passado.Mandei-te aprisionar nos mamilos duas molas que estavam dentro da mala a teu lado. Como hesitaste, perguntei se querias que fosse novamente ao banco de tras. Nao respondendo resolveste finalmente por as molas. Mas estando nervosa fizeste doer muito mais que o normal. Eu ria. Quando finalmente acabaste mandei-te puxar um pouco para ver se estavam bem presas. Na verdade queria fazer-te penar mais um pouco. Reparei tambem que tentavas tapar o possivel com os braços. Nao gostei. Mandei-te masturbar novamente, com um vibrador pequeno no teu interior  e uma mao no clitoris, mas devagar, sem pressas. Antecipei as tuas possiveis intensoes prometendo voltar a sair do carro e castigar-te fortemente se nao obedecesses ao que te disse. Assim a viagem trasncorreu sem mais problemas ate a casa.
  - Ao chegarmos, num descampado, mandei-te sair do carro e encostar-te ao mesmo, dobrada de quatro e abrir as pernas.
   -Resignada mas ao mesmo tempo temerosa que alguem pudesse ver, assim fizeste. Fiz-te uma festa, tirei o sexo para fora e de uma vez penetrei-te fundo, testiculos encostados ao teu corpo. As tuas pernas desfaleceram, gritaste mesmo com o pescoço previamente apertado e o teu corpo recuava e avançava directo ao meu sexo, alucinada, perdida de desejo. Dei-te duas fortes palmadas nas nadegas e mandei-te parar. Nao obedeceste, mais uma vez. Entao agarrando-te rudemente pelo cabelo, abria a porta do carro, encostei o pe ao teu corpo e empurrei-te abruptamente para dentro do carro. Estavas possuída de raiva e desespero e eu continuava sorridente por ver todas as manifestaçoes que nao conseguias esconder. Pus-te de joelhos em cima do banco, limitei-te os movimentos e disse-te para contar e agradecer ao Dono, e qq falha voltaria a estaca 0.
Nao percebendo bem o que eu referia, so quando sentiste a 1ª forte palmada no rabo te inteiraste do que te iria acontecer. Nao contaste nem agradeceste. Maravilha. Voltei a insistir que tinhas que contar alto e agradecer as vinte palmadas que irias ter como castigo pela insubordinaçao anterior.
   - Foram as vinte contadas, agradecidas, doloridas e mais gostosas palmadas que te dei ate hoje. As lagrimas caiam enfileiradas apos a 3ª mas ao mesmo tempo o banco e as tuas pernas eram um mar de prazer. Finalmente parei, estavas dolorida, soluçavas. Nao quis dar-te qq tempo. Voltei-te de costas para baixo e deliciei-me com o teu sexo molhado, doce, inchado de prazer. Levou tempo ate que as tuas pernas tremessem num pre orgasmo habitual, onde todo o teu corpo e uma onda continua. Parava por momentos onde mais te excitava e incidia sobre outros pontos que, embora excitantes, nao te levavam ao momento. Brincava com a tua ansiedade, deixando-te ainda mais nervosa, contrariada, frustrada. Por fim, quando tambem a minha libido estava no auge, deixei que tudo o que tinhas acumulado saísse, ruidos e gestos descontrolados, um vazar total e exaustivo. Algo mais uma vez sublime a minha vista, aos meus ouvidos, a minha sensibilidade. Nao deixando que tudo acabasse, introduzi mais uma vez em ti, esperando mais qq coisa da tua parte mas, como boa escrava que es, colocaste o teu corpo a minha disposiçao por incapacidade fisica para mais orgasmos, mas para que eu me servisse do que me pertencia e te brindasse com o meu semen, te marcasse como minha femea

domingo, 16 de julho de 2017

Profano

    - Estou a pensar com os meus botoes. Os nossos jogos de seduçao, masoquismo e entrega, ja sao rotineiros. Nas nossas conversas ja me fizeste saber, subtilmente que tudo o que temos e bom mas ..... precisas ser surpreendida sempre. Resolvi entao passarmos a outra fase. A humilhaçao atraves de actos e palavras ira ser uma constante dos nossos periudos a sos,entrecurtadas por prazeres que sabemos ter e dar. Seras capacho, cadela, vadia, mulher, iras ao inferno verdadeiramente, apreciando o ceu muito mais. Sim, o inferno, alem de te alimentar a fogosidade e a mulher intrigante que es, faz-te chegar com muito mais força ao olimpo, outro destino que te preenche ....sentes-te completa com os dois. Es uma mulher especial, forte por natureza, que te impele a necessidade de ser subjugada, mal tratada, desonrada, violada e por fim idolatrada. Esta serie de condiçoes faz-te sentir plena, realizada. Passares por situaçoes extremas comigo da-te toda a especie de emoçoes que te alimentam. Choras por seres maltratada ao mesmo tempo que te encharcas, o clitoris incha, as mamas enrijessem e sobem, os bicos crescem a dimensoes incriveis, mas a cabeça nega tudo isso. Vou aproveitar essas condiçoes para te humilhar cada vez mais, escravizar, fazer sofrer. O teu sofrimento cria em mim um desejo, um prazer, um bem estar estranho e saboroso. Amo-te com adoraçao, nunca neguei. E estranho que ao sofreres sinta tamanho prazer??? Hoje posso dar-te uma resposta certeira e fundamentada. Claro que tem logica. O objecto do meu desejo e atençao ficar tao lastimavelmente em sofrimento psiquico mas em simultaneo com o corpo cheio de tesao, uma tesao incalculavel que chega a molhar as pernas do saboroso liquido que do seu interior emana.
    - Sei que vai ser dificil ao mesmo tempo levar-te ao momento sublime de um orgasmo vulcanico, mas nao tera ainda mais sabor a dificuldade de suplantar as dificuldades que me apresentas para depois, apos varios momentos de tensao, ver-te claudicar nas minhas maos, no meu sexo ou na minha lingua? Olhar-te sorridente,depois de gritos, gemidos e violentos espasmos do teu corpo, e ver os teus olhos ainda chorosos mas apaixonados, agradecidos, maravilhados por aquilo que te ofertei um momento atras?Saber que estas de rastos mas tambem que se te puser de 4 a tua fogosidade volta, renovada, para mais uns minutos de prazer ate caires inerte porque a cabeça (dessa vez) quer e o corpo ja nao aguenta de cansaço? Mas que ainda assim abres as pernas,mesmo exausta querendo que te brinde com a minha força, com o meu mel e quiça, ainda arranque dentro de ti outro orgasmo, num ultimo suspiro?
     E logico que apos tanto passares o tratamento a ti venha ser especial, mais do que por norma o e. Se estou resolvido a fazer-te sentir a mais reles das reles, nada como apos tudo acontecer, mimar-te com atençoes e ternuras. Pelo menos agora pensando, faz sentido para mim. Sera que um dia te fara sentir ainda melhor continuares a ser "espezinhada" apos tanto sofrimento e prazer? Certamente falaremos um dia sobre isso e agirei consoante o teu bem estar. So posso dizer que me sinto feliz por seres como es...Um dia, no começo, á tua pergunta "Que faremos no dia em que as variantes acabarem" eu respondi que nunca aconteceria porque e um universo muito grande e viciante. Hoje reconheces a minha sabedoria e razao. So quero que os anos que nos restam demonstrem nao so as minhas certezas. Que continues a pensar ser corriqueiro insistir no que conhecemos e queiras sempre mais. Bater-te e maravilhoso, por te ver e ouvir sofrer excitada. Mas fazer-te em alguns momentos sentires-te uma pessoa asquerosa, diminuta, sem vontade, um nada e excitada, e sublime. Em especial quando uns minutos ou horas depois voltas a ser a pessoa feliz, confiante e unica que sempre foste. E sendo eu o provocador de sentimentos tao dispares.