domingo, 16 de abril de 2017

Primavera



     Mais um dia se passou, dia de sol abrasador numa primavera generosa no calor. Estavas como sempre airosa, desejavel, pele curtida pelo sol, vestida simplesmente com um calçao e uma blusa, peitos e sexo despojados de qq adereço.Uma tortura para a vista, desejo andante. Observava-te ao longe, trabalhando na terra, entregue a lavoura que, apesar de ser trabalho recente, fazes parecer sempre ter vivido no campo. O sorriso presente, pes enegrecidos da terra que lavravas. Cabelo curto, que faziam das tuas curvas, um erotismo especial. Convidei-te para um banho retemperador, antecessor optimo para o que tinhas preparado. E que alem da labuta exterior, tinhas tido ainda o cuidado de preparar o quarto para uma sessao.
    Quando entraste no banho, achaste estranho eu nao entrar. E mais admirada ficaste quando te mandei por de joelhos. stava a iniciar-se a tua primeira "limpeza" intima. O cabo do chuveiro encostado ao teu anus e a agua tepida entrando em ti. Sentiste um desconforto natural, pela entrada de agua mas ainda mais pelo pouco avontade nesse tratamento. Mas portaste-te bem, guardaste em ti uma boa quantidade de agua e tiveste tempo para "largar" na sanita, momento que consideras muito intimo e estas habituada a te-lo a sos. Cedi nesse aspecto. 1ª vez, respeitei esse momento, costas viradas, fingindo ajustar a agua para o tal banho, que foi tido apos te "desfazeres" do que tinhas dentro de ti. Foi um momento diferente, um momento que se repetira mais vezes.
    Comemos qq coisa, bebemos um vinho e fomos para o quarto. A coisa iria aquecer.
Tinhas frio para te pores nua, a casa nao tinha aquecido o suficiente e resolvemos ligar o aquecedor. O ambiente ficou propicio a umas chicotadas, o corpo pedia e elas começaram...primeiro num aquecimento, leves, espalhadas por costas, nadegas e pernas. Depois resolvi tirar duvidas sobre um cinto que me oferecste e que na loja te pareceu ter um toque especial. Nunca deixamos de brincar nas lojas. Sao sitios muito muito adequados a experiencias diversas.
    O cinto tambem no inicio pousou sobre ti timidamente, sem grande força nem pressa. Mas a tua dança acelerou tudo. Vieram mais pancadas, cada vez mais forte, fazendo-te delirar e gemer. O toque alem de preveligiar as mesmas regioes, estendeu-se tambem a vagina, toque que te fazia vibrar muito. Ate que mostraste ja estar algo magoada e como nao queria acabar por ali, voltei ao chicote que tanto te agrada.
     O entusiasmo voltou a ti, a dança regressou e as pernas votaram a abrir na esperança de sentir de novo a satizfaçao do toque. O acto prolongou-se por muito tempo e o sadismo cresceu em mim alimentado pela tua volupia ate ficares hirta, sem te mexer, em sofrimento.Entao a escova de aço entrou em acçao nas tuas costas. Encostava-te a escova e precionava com o meu corpo de encontro a ti, junto com o meu sexo entre as tuas pernas. Varias vezes troquei o sitio da escova, varios gemidos me deste. Parei entao, tinha saciado o meu sadismo mas tu tinhas regredido no prazer. Paramos, deitamo-nos na cama a fumar e confessaste ja nao estares bem com aquela dor que te infligia. Mas pior, depois de alimentar a minha fome de sadismo, parei, quando precisavas da tua parte masoquista mas mais controlada.Falta ainda algo em nos, o conhecimento vai sendo aprimorado mas, ha alturas em que nao se adivinha as necessidades de cada um.
     Acabado o cigarro ja o teu corpo requeria mais atençao. Deitei-te e lambi-te vigorosamente, fazendo-te reagir com uma generosa quantidade do teu maravihoso liquido. Parei e mandei-te por de 4.
     Mais uma vez agarrei no chicote e o corpo passou a ser lambido com ele de novo. Desta vez com menos ardor mas muito mais rapido e certeiro nos pontos "criticos" do teu prazer, costas vagina e nas nadegas. De novo a tesao se apoderou de ti e em crescendo o teu climax ia-se aproximando. Mas nao o queria e de quando em vez chicoteava mais forte para que refreasses os impetos. Aquele jogo durou um pouco, o teu corpo avermelhava. Voltei-te de novo para cima e o chicote "passeou" pelas mamas, pela barriga, pelas pernas e pela vagina. Mais umas quantas chicotadas. Desta vez nao deixei muito tempo. O liquido que de ti emanava estava a chamar por mim e adivinhava um orgasmo muito especial. Dediquei-me entao a explorar novamente a tua vagina, num oral delicioso que te provocou extremecimentos varios, tremuras, gemidos com timbres diferentes, uma verdadeira orgia de som e movimento. Algo que prolonguei um pouco mas que, devido a toda a tensao passada nao daria para aguentares muito mais tempo e quando o 1º sinal apareceu, a lingua fez o seu trabalho, deixando-te longo tempo com a respiraçao entrecortada, com movimentos pelvicos indecisos, umas vezes procuravas a minha boca outras fugias dela e eu, assistindo ao teu soberbo orgasmo, deliciava-me com a indecisao. Mas tudo o que e bom tem um fim e pouco a pouco acalmaste, os hurros saiam mais fracos, o corpo acalmava. Ainda nao tinha acabado. Faltava eu e por norma, tu mais uma vez.
      Deitei-me em cima de ti que ainda respiravas de forma irregular mas que me sorrias. Enterrei em ti com força, uma violaçao consentida e desejada apesar da dor do 1º impacto e tomei-te com verocidade animal. Tinha a minha tesao tambem atingido um ponto muito alto e era vital para mim ter-te e deixar em ti o meu prazer em lufadas de semen, acalmar o meu corpo dentro de ti, no fundo de ti. E aconteceu, finalmente e talvez levada pelo meu ardor tambem tu te vieste agarrada a mim. Foi o culminar de mais uma tarde/noite, onde a tua respiraçao pesada se fez sentir quase de imediato. Deitando-te a meu lado adormeceste sem mais delongas.    

quinta-feira, 16 de março de 2017

Uma outra forma de prazer


   




        Notei a minha Rubicat menos impulsiva sexualmente, isto ha alguns dias. Nao que me evitasse, mas cada vez que algo acontecia, apesar de orgasmos, dores de cabeça ficavam, por vezes so se esvaiam a custa de medicaçao. Procurei um motivo e informou-me que o facto de nao poder expandir todos os sons que a dor e o prazer proporcionavam, criava dentro dela uma tensao demasiada e era inevitavel a sequela, a dor de cabeça. Compreendi, mas no meu intimo tinha que fazer a minha mulher continuar a ser o que sempre foi, fugosa, desalmadamente sexual. Dai surgiu-me uma ideia que pensei ser magnifica e mostrou ser mesmo. Fazer ela o meu papel. Nao total, segundo ela nao e capaz, nem psicologicamente se sente bem nem esta dentro dela (pelo menos por agora), mas deitar para fora as emoçoes atraves de alguns actos que adora fazer e que, pela 1ª vez, demonstraram dar-me um prazer imenso. Assim resolvemos o problema da tensao excessiva, divertimo-nos, amamo-nos selvaticamente e ganhamos uma defesa contra a presença quase constante de visitantes, alem do filho sempre presente.

      O filme era Lovelace, a historia real de uma estrela porno dos anos 70 do seculo passado. Estava calmo, nada demasiado sexual, as historias de vida sao geralmente constrangedoras ou pelo menos têm muitos momentos assim. Entao a minha mao meteu-se entre as tuas pernas, sem nada que as separasse da tua pele e desde logo dedilhei o teu interior, em circulos alternando com vai vem. O teu corpo mostrava o quanto as caricias te agradavam. Apertei as pernas duas ou tres vezes fortemente e engoliste um grito. Mandei-te ir lamber-me e chupar-me. E tu, obediente seguiste esse caminho. Enquanto o fazias fui dando ordens para me arranhares e negaste. Nao querias magoar-me. Disse-te ser uma ordem. Obedeceste a contra gosto. Claro que ao raspares as unhas na minha pele forcei o sexo dentro da tua boca. Sentis-te incentivada a carregar mais nas unhas. Devo confessar que, ao sentir as unhas na pele, a tesao mantinha mas a boca era mais sentida pelo meu sexo, alem de nao ter necessidade de aguentar a ejaculaçao. O pequeno incomodo causado por ti era suficiente para me inibir de vir. E isso e bom. Posso sentir mais o prazer que a tua boca me da.
      O teu entusiasmo e segurança foram aumentando conforme te apercebias do meu prazer. Prazer silencioso, feito de gestos.E de uma ereçao muito apreciavel. Subiste por mim, mordiscaste o pescoço, coisa que me deu choques electricos na coluna ( O que tenho perdido....), nunca deixando de me estimular o sexo com a mao humida pela tua boca. Um beijo, uns estalos na tua cara e um descer novamente ate a posiçao inicial.
      Ate aqui, as minhas maos e pernas iam fazendo o habitual tratamento, muitos apertoes, chapadas, palmadas, etc. Mas aqui resolvi deixar ir, ver o que aconteceria so com o estimulo em ti mesma, so por tratares de mim.
     Aqui, com as maos em cruz suportando a cabeça, esperei pelas tuas vontades. E elas nao se fizeram esperar. A boca encheu, novamente o meu sexo era de maneira sublime tratado pela tua boca e as tuas maos e unhas ja trabalhavam por todo o meu corpo, nadegas, pernas, barriga....o entusiasmo em ti crescia e eu deliciava-me.
      Resolvi entao por-me de costas, de 4. Queria que te sentisses poderosa, ter o meu corpo a tua disposiçao, sentires-me vulneravel, sugeito a tua vontade e sentir-me a vontade tambem. Por momentos vi-te limitada, agarraste com uma mao o meu sexo e passavas a outra nas costas, sem te encostares ao meu corpo. Estavas constrangida. Disseste-me nao ser certo, nao era o teu papel usufruir de mim. Tens os papeis enraizados, pedi-te para te soltares. Ate porque os teus olhos eram tesao puro. Tabus....
      Pus a mao atras agarrando-te pelas mamas e com pouca meiguice, puxei-te na minha direcçao. Entao ai deixaste-te levar, como quem acorda, e todo o meu corpo foi tocado e beijado. Testiculos  suavemente sugados, anos lambido e penis vorazmente estimulado....Um sonho, as maos nas costas, unhas espetadas, um incomodo que nao chega a ser dor mas que me excita imensamente o penis, pulsante sem orgasmo, a sensaçao de um orgasmo eminente sem aparecer... E divinal.
      Novamente trepas em mim, sinto o clitoris nas minhas costas e mais arrepios no pescoço e coluna motivados pelas tuas dentadas amorosas e chupadelas freneticas, acompanhadas de uma respiraçao alterada.Enquanto isso o teu sexo passeia pelas minhas costas, sinto-te excitada. Tanto estas que desces repentinamente e toda a tua atençao passa a ser o meu penis onde enfias a boca com fulgor, qual vagina excitada, vai vem intenso ate que te mando parar. O momento estava a chegar, o orgasmo fazia-se sentir e agarrei-te sem muito cuidado pondo-te de 4 (a teu pedido) entrei brutalmente, impetuosamente com toda a minha virilidade em ti. Estocadas fortes, que te empurravam para a frente, tal a minha tesao, ate que me esvai em ti, ao mesmo tempo que o teu surgia, diferente do costume, longo e quase silencioso. Tinhas consumido muita energia no que me fazias.
Por meu lado, senti que rebentava algo, tal a maneira como "rompeu" por mim fora. Foi muito sentido. Ainda assim ficaste por baixo de mim, quase sem força a espera que o meu viesse. Foi tao longo o teu orgasmo que nem deste conta de que o meu tinha surgido em simultaneo. Mas ainda assim, mais umas violentas estocadas dentro de ti, ate que caiste para o lado, talvez satizfeita por ja me ter acontecido. Foi divinal. Apesar do constrangimento do pos coito. Tudo o que acontece a 1ª vez mexe. Mas desejo que seja mais uma maneira de nos vivermos e disfrutarmos de algo que tanto nos aproxima.
    Tudo isto me proporcionou sentir-te liberta, sentir todo o teu corpo em mim, a vontade que tens de me dar prazer, o trazeiro que tanto aprecio piscante a minha vista. Senti desejos de penetrar de uma vez todos os orificios que possuis, mas penetrar em violaçao, dar-te dor, dar-te satizfaçao, dar-te tesao, sempre mais forte, sempre mais bruto, sempre mais, mais,mais....A vontade de te violar e imensa. Aquele jogo de te obrigar, de te fazer gritar de dor para depois ires misturando com gritos de prazer ate que nao sobre mais dor e um objectivo para a proxima vez em que estejamos sos. Ate ai, disfrutamos como podemos, como hoje, como outros dias em que os nossos fluidos saiem libertinos por estimulos varios...mas nada como soltar os animais que vivem em nos...
        

terça-feira, 14 de março de 2017

CRIME E CASTIGO


     Regressei a casa de uma noite de trabalho. Esperavas envolvida no teu recentemente adquirido body, uma renda que te cobria e realçava todas as generosas curvas que sao tuas, que sao minhas. A particularidade de uma abertura no teu centro de prazer  e anus e so algo mais que me estimula. Apesar de ser manha, vendo-te com cara de caso e um sorriso luminoso, calada, expressao devassa, mandei-te levar para o quarto um whisky e um cafe. Fui tomar banho com a cabeça a mil, ansiando por saber o que tinha acontecido.
     Cheguei ao quarto e tinha a minha disposiçao todos os artigos que satisfaziam o meu prazer sadico e o teu masoquista. Pensei para mim proprio que a coisa nao iria ser facil para ti e sorri. Quando penso no prazer que te dou em sofrimento....
     Sentei-me numa cadeira em frente a cama, ordenei-te que me entregasses a bebida e o cafe. Depois fiz-te sinal para falares, para contares o que tinhas para dizer.
      Começaste por confessar ter tido um sonho erotico, muito intenso. Inclusive molhaste a cama. Estavas no sonho, a deliciar-te com o vibrador e a pensar em varias maos a tocarem-te, a penetrarem os varios buracos, a fazerem-te vir indiscriminadamente. Nunca tinhas sentido tanto prazer. Um chicote batia-te insessante e ritmado nas costas, provocando pequenos vergoes que te atiçavam ainda mais. Nada que te tivesse feito sentir. Depois. uma mao entrou em ti, cheia de pujança, quase te rasgou com a brutalidade que apreciaste tanto. Era assim que querias ser "comida", com aquela fogosidade... E eu bebendo e ficando cada vez mais irritado. Continuaste, apesar de ver a tua cara ja nao tao serena. Estavas excitada e assustada com a minha expressao.

      Duas maos te batiam no rabo ao mesmo tempo que a outra dentro de ti te ponha em fogo. De repente, sem esperares, dois dedos entraram em simultaneo no teu anus, dando-te uma dor aguda que, em vez de parar o teu entusiasmo, fez-te molhar a mao dentro de ti num forte orgasmo. Mas que nao paraste, sentias a ratinha em fogo e precisavas apazigua-lo. Continuaste com os varios braços e maos a envolverem-te, chupavas dedos que tinham estado dentro de ti, molhada, cheia de tesao.
      A minha paciencia esgotou.
     Levantei-me calmamente e aproximei-me de ti. Encolheste-te ligeiramente mas, acompanhaste esse movimento com um sorriso. Dei-te um estaladao na cara que te fez deitar na cama. E disse-te: "De quatro cadela." Obedeceste chorosa, nao sei se de tesao se de dor ou se das duas.
     Agarrei no chicote de coro de uma so fita e mandei-te contar cada chicotada, acompanhado de um "es o meu Dono".
    Dez vezes soou o chicote nas tuas costas, dez vezes repetiste a frase e fizeste a contagem. Entre pernas algo brilhante  escorria enquanto nas costas dez vincos encarniçados sobressaiam. Os olhos, lacrimejantes e no vazio, a boca semi-cerrada, a respiraçao descompassada, tudo me entusiasmava. Ainda agora tinha começado o "tratamento". Aquela manha iria ser memoravel.
     Agora, agarrando no chicote de dez tiras, dediquei atençoes ao teu rabo. A ordem foi agradecer ao teu Senhor tanta bondade. Achei que te iria custar. Tinha que te quebrar.
     Comecei cadenciado, uma chicotada dada com a esquerda, agradecimento e contagem, outra com a direita, agradecimento e contagem...repetiu-se 40 vezes. Choravas mas admirei a tua coragem de, sem estares amarrada, mantinhas a posiçao. E a quantidade de "sumo" que por ti escorria era de molde a manchar ja o lençol. Talvez entusiasmado pelo teu entusiasmo, resolvi aumentar um pouco mais o teu sofrimento que pelos vistos era muito mais prazer.
     Resolvi atar-te a cintura, de maneira a nao te poderes baixar, mesmo que o quisesses. prendi-te os pulsos, deixando porem espaço a que os braços ajudassem a suster o teu corpo na posiçao que estavas. Mais duas cordas, abriram-te as pernas, deixando-te exposta a mim, as minhas vontades.
     Agarrei num maçarico e nas velas que tanto aprecias e passei a derrete-las nas tuas costas. Umas mais afastadas, outras um pouco mais perto. A temperatura da cera devia ser bastante porque os teus gritos aumentaram. Esperava ouvir a palavra de segurança mas nao a disseste. Optimo. Tirei a cera que tinha depositado na pele e vendo que a tua pele nao sofrera alteraçao de cor, fiquei despreocupado. Entao a vela passou a ser escorrida no rego em quantidades industriais, escorrendo por ti, fazendo-te extremesser, gritar, hurrar e gemer. Estava cidrado naquele espetaculo. Algo inimaginavel. Voltei a limpar-te a cera, desta vez a faca. O frio da mesma na tua pele quente fez-te mais uma vez extremecer e gemer.
     O tratamento continuou com as luvas com pontas de bicos que tinha preparado. Gritos de deleite e dor saiam de ti. Suavas, estavas entregue, pairavas...Nada em ti era normal. Os teus olhos eram brancos, as pupilas praticamente tinham desaparecido sob as palpebras, salivavas ....
     Molhei os dedos com o oleo que te aquece por dentro, soquei os dedos duas vezes em ti e tirei. Fui buscar o picante, passei um pouco no teu clitoris e voltei a sentar-me na cadeira a gozar o espetaculo enquanto fumava um cigarro.
     Gemias baixinho, queixavas-te que ardia, tentavas mover a pelvis. Pedias que me aproximasse, que te penetrasse, que te tirasse daquele sofrimento. A nada respondia, deliciado por tanto dominio, por tanto gozo, pelo cheiro do teu sexo que emanava por todo o quarto. Apesar do cansaço da noite, estava como novo. Nada me da mais gozo que o teu desejo desenfreado ser satisfeito por mim. Toda aquela historia tinha sido um pretexto para te dar um tratamento. E um jogo nosso. E como gostamos de jogar, tudo ia de vento em poupa.
    Acabado o cigarro, agarrei num tubo de vaselina e enfiando a ponta do teu anus, vazei metade dentro de ti. Acho que te assustaste com a prespetiva do que iria acontecer e como nao te sentes muito confortavel ainda com essa parte, a agitaçao era muita em ti. Sorri sem que visses e apontei o pau ao buraquinho agora lubrificado. Debatias-te desesperada. Nunca te tinhas sentido tao vulneravel e queria que te sentisses assim. Brinquei com "ele" por toda a zona, desde o clitoris ate ao cimo do rego, mantendo-te expectante. Tremias...entao enfiei todo de uma vez no teu sexo que como nao o esperava apertou, fazendo com que tu e eu sentissemos um aperto profundo, como que um desvirgindar. Apesar de encharcada, nao deixamos de sentir uma grande pressao nos nossos sexos e um grito soltou-se de ti. Continuei a penetrar-te selvaticamente, "violando-te" como desejavas, cada vez mais rapido e fundo. Quando estavas quase a ter o teu orgasmo, sai de ti e encostei ao teu olhinho piscante...De imediato paraste. Besuntei o penis com o resto da vaselina e, devagar mas continuamente enfiei tudo dentro do teu anus. Choravas mas mantive o ritmo lento de vai vem. Quando te senti acalmar um pouco, aumentei o ritmo do vai-vem. Gemias e choravas mas impiedoso continuava. Quando senti que o orgasmo estava eminente, tirei do teu rabo e baixei-me enfiando a lingua na tua vagina aberta. Lambi-te, beijei e mordisquei. Novamente as tuas pernas tremiam e brinquei mais um pouco com a boca enquanto com as maos limpava o meu sexo com uma toalhita humida, tirando qq residuo que pudesse ter vindo de dentro de ti.
    Tirei a boca e voltei a enfiar na tua vagina molhada o pau todo de uma vez. Vivemos ai uns minutos de pura devassidao, de loucura sexual. Dois animais gritando, escorrendo, o mundo nesse momento parou, so nos existiamos, tu sendo usada nos limites, eu impetuosamente batendo-te com a pelvis nos montes trazeiros, ate que nos desfizemos num orgasmo sem precedentes, demorado, hurrado, que nos vazou de nos mesmos...So passados minutos consegui sair de ti e soltar as amarras que te prendiam, beijar-te na boca e levantar-te. Caminhamos para um banho onde ainda coube um ultimo orgasmo a cada um..O teu com o choveiro no clitoris e um beijo, o meu com a tua mao e boca. Uma manha para (re)lembrar, tal foi a tesao, o grau de cumplicidade...Ahh, disseste-me quando nos deitamos, nunca mais inventar algo que me deixasse tao irritado..mas sorrias ao dize-lo, motivo suficiente  para saber que nao estavas minimamente arrependida e que a primeira oportunidade, a historia seria ainda mais "elaborada" e o meu estado de espirito ficaria ainda mais alterado.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

SO PAU NAO BASTA

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   -Atei-te a uma arvore. Nua, em frente a casa. Estava uma briza deliciosamente fresca.Vendada, voltada de costas para mim, tremias ligeiramente, nao de frio, nao estava suficiente para isso. Nervosa, invadida por duvidas e tesao nunca antes experimentadas, boca tapada com tesafilme, algo que nao deixaria soltar os teus gritos adivinhados mas que nao evitava ouvir no silencio da noite o som que emanavas por cada dor ou prazer, ou dos dois em simultaneo, para meu deleite. Beijei-te o rosto e dei-te uma ligeira palmada nas nadegas que se exibiam mais fulgurantes por estares com a cintura tambem atada. Nao podia permitir que escorregasses numa das varias vezes que te faltariam as forças. Peguei num chicote curto e pincelei-o algumas vezes nas costas, rabo e pernas. Nao te mexias mas sei que aquecias por dentro e ja exalavas aquele cheiro doce comum ao teu prazer que escorria por entre as tuas pernas. As batidas tornavam-se, embora com ritmo certo, mais fortes. 1ºs gemidos contidos fizeram-se ouvir. Tinhas a pele num tom rosado. Apesar de ser noite, era percetivel os tons alterarem devido ao luar que nessa noite se fazia sentir.
  - Passei a usar um chicote mais duro, o teu 1º. A esse correspondeste nas primeiras calorosas lambidas com alguns trejeitos corpurais que me deliciaram. A dor que sentias fazia-te ondular ligeiramente. Parei um pouco e mergulhei a minha mao no teu sexo. Molhado, doce como comprovei quando o levei a minha boca. Um sabor unico. Mais desejo, mais tesao senti naquele momento. Perguntei, sabendo antecipadamente naquele momento a resposta, se estavas bem. Fizeste um sinal com a cabeça que sim. Era tudo o que queria ouvir. Passei a chicotear-te alternadamente nas costas, pernas, deixando o rabo para depois. Quis que sentisses dor. Excita-me essa dor que te inflijo. Talvez por saber que depois dela tudo o que me presenteias e um prazer indescritivel, algo tao incomum que e dificil adjectivar. Mas continuemos....
   - Sinto que choras.Por vezes esse choro tem duas vertentes. Prazer e dor em simultaneo. Nao me preocupa. Ainda agora começamos.
   - Passo a chicotear-te entre as pernas. Alternando a força, batendo no clitoris, ou nos labios ou mesmo dentro da vagina, sei que as sensaçoes sao diferentes e igualmente fortes. O choro para e gemidos leves aparecem. Esta na hora.
   - Experimento pela 1ª vez o chicote longo, esse que serve na equitaçao, e qual animal, dou-te uma 1ª chicotada, nao muito forte mas que te envolve o corpo deixando a sua marca em volta do rabo ate as costas. Extremesses e um grito abafado sai de ti. Faço o mesmo mais quatro vezes. Vejo como as tiras estao marcadas na tua pele. E encantador o seu efeito. Choras mais uma vez. Mas agora de desespero. Aproximo-me de ti e agarrando-te por tras, beijo-te os sulcos onde antes o chicote te tocara. Lambo a tua pele, seguindo o rasto dos mesmos. Pergunto se queres que te solte. E a 1ª vez e vi as marcas que ficaram, mesmo que tenham sido dadas com a suavidade possivel. Abanas a cabeça. Belo, nao sei se a massagem que te dei contribuiu para a resposta, mas independentemente disso, a minha alegria foi enorme. Estavas a comportar-te como sempre pensei. Uma mulher submissa, masoquista mas com caracter, que sabia o que queria. Estavamos em sintonia. Entao despedi-me com mais um beijo na sua pele abrazadora, todo o corpo estava em chamas e pareceu-me que tambem por dentro o fogo alastrava e continuei o que desejava.
   -Mais uma vez o chicote te abraçava, as marcas multiplicavam-se pelo corpo que se torcia, ameaçava cair, as pernas estavam trementes, talvez do prazer, talvez do cansaço, ou das duas... Estava insaciavel no desejo de te proporcionar emoçoes. Debatias-te como podias, o cheiro do teu sexo era inebriante ate a distancia e os hurros/gemidos insessantes.
   -Senti que desfalecias. Tinha chegado o fim. Desististe, nao por cobardia mas por esgotamento. Larguei o chicote e corri para ti. Ja nao fazia sentido o estalido do chicote no teu corpo. Agora, qual feiticeira, despertavas em mim o carinho do Dono para com a sua cadela desfalecida. Nao choravas mais. Nao tremias. Quedavas a cabeça para o lado, ofegante, olhos semi-cerrados, cara molhada das lagrimas que tinham corrido. Mas, a expressao na face era de uma calma angelical. Tinha-te torturado ate a exaustao e "exorcizara" todo o mal que sempre contens no interior. Porque es assim, fechas em ti todos os problemas, acumulas frustraçoes e maus estares. Para ti aquele tratamento e um balsamo psicologico. E a minha forma de te aliviar tensoes. E para minha alegria, o meu sadismo e perfeitamente satisfeito nesse sofrimento.
   Mas o fim ainda nao tinha chegado. Peguei-te ao colo apos te desatar, levei-te para casa e dei-te um banho tepido. Com cuidado, ensaboei-te, lavei-te com a ternura que me inspiravas e, ao lavar-te entre pernas, senti um ligeiro extremecer. Bom sinal. A cabeça estava limpa mas o teu corpo pedia agora sexo. Estavas de novo a despertar, o calor invadia-te o peito e os 1ºs sinais surgiam.
   -Transportei-te para a cama, fiz-te um lanchinho, fumamos um cigarro, tudo isto muito juntos, sempre com alguma parte do corpo unida.
   -Beijos ternos, caricias varias, as tuas no meu erecto e dorido pau, que te mandei lamber, como tao bem sabes. Nao deixando os teus creditos por maos alheias, com fogusidade crescente, acariciaste-o com a lingua e engoliste literalmente o que perante ti se erguia pujante. babado da tua entusiastica saliva depressa aparecia e desaparecia a custa de um felacio tremendo onde lingua e garganta faziam o seu belo trabalho. Claro que nao fiquei indiferente e a tua cabeça ficou longos segundos segura na minha mao, com todo o mastro dentro da tua boca.
   -Quando soltei, deitaste-te respirando com dificuldade e aproveitando mergulhei sobre a tua vagina humida, quente e doce. Comecei entao um trabalho de lingua que te fez dançar nas minhas maos, agarradas que estavam as ancas. Os dedos fincados nas mesmas doiam-te, mas parece-me que o prazer da lingua em ti e a barba roçando as tuas verilhas venciam. O teu corpo saltava em espasmos, as pernas ora esticavam ora encolhiam, a tua vagina abria e o teu mel saia em quantidade apreciavel. Ate que, num ultimo assomo de vitalidade, saltaste hurrando, tentaste fugir das minhas maos que te apertavam e gritaste ate perderes a voz. Toda tu na altura mexias, arfavas, gritavas gemias. Nao deixei que esse momento acabasse. Voltei-te de 4. Queria dar-te o fruto de tanta tesao. Entao entrei em ti selvaticamente. O barulho dos corpos batendo um no outro era excitante, o teu corpo desfalecido, um balsamo para o meu desejo. Batia-te ainda no rabo e na cara. Estava possuido de um prazer devastador. De repente sinto algo romper no meu sexo, jactos puderosos entravam em ti e tu, a mais lasciva das mulheres, brindaste-me com um ultimo teu, contraindo-te e contraindo-me o sexo o que aumentou mais o meu prazer....Paramos...estenuados...mortos de cansaço...felizes por estarmos juntos e ainda unidos atraves do meu pau, agora nao tao pulsante, mas ainda o suficiente para manter os nossos corpos juntos, trocando as emoçoes sentidas, fazendo-nos reviver flashes de momentos recem passados.
   -Finalmente tivemos forças para rodar e nos abraçar-mos de lado, frente a frente, sem palavras mas com um sorriso e ternura impares. Tinhamos atingido mais um patamar da nossa uniao. Estavas (ainda) mais unidos no nosso amor. Porque depois da tesao, da paixao, da loucura, e o amor que fica. Esse amor que nos alimenta e instiga estes momentos unicos de entrega mutua, onde somos unha e carne do mesmo dedo, o concavo e o convexo como um dia o disseste.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Corpo em delirio



   - Ja falaste no teu blogg de algo muito especial acontecido nas tuas costas. Pessoalmente sei que o teu corpo e especial, sensorial a um nivel extremo, toda tu es sexo, tudo no teu corpo motiva-te prazer...e a mim tambem. Lembro os orgasmos atraves da manipulação dos teus seios, aquando do sexo oral, com simples conversas aos teus ouvidos... Mas nas costas e muito mais emotivo, audivel e penetrante.
   - Quando te "massajo", toda tu estremesses, como se te tocasse no teu ponto mais intimo. Basta um pouco de pressao, (esse lado esquerdo entao), e o teu corpo cirandeia sem descanso. Mas com o meu sexo, algo sublime acontece. Mas vamos ao conto, acontecimento recente....


    - Estavas deitada, voltada de costas para cima, ofertando-me a visao magnifica de um traseiro generoso de volume e forma, algo que continua a parecer-me uma ficçao de tao perfeito ser...(Estou a descreve-lo, arrebatado por um desejo sem fim, ansioso para que as doze horas de trabalho cessem na ansia de o sentir novamente.) Tambem a cintura fina, o v que se forma ate aos teus ombros, a pele brilhante que o oleo salienta, uma imagem torturante, a qual tenho que saber resistir para que os meus fluidos nao me traiam. Nao que  tal visao nao me ergue novamente os sentidos, mas porque gosto de viver todo aquele clima de tensao pura controlada. Apos tanto sofrimento, o prazer que o meu corpo expele e  potenciado a um nivel superior, uma libertaçao que adoro e faço tudo por acontecer...
    -Começo com o corpo a deslizar sobre as pernas ate ao começo das costas, movimentos por vezes rectilinios, outras ondulantes e ainda outras simulando a penetraçao. Oiço os teus suspiros...sinto algo em ti, no teu interior, fervilhar. Deitas a cabeça de lado e descansas sobre os braços. A massagem começou com o teu bem estar...mas nao sera sempre assim.
   - Numa determinada altura, o meu sexo penetra entre as tuas pernas, e começa um vai-vem entre as mesmas que te estimula a vagina, clitoris e anus. Corre suavemente, ao que correspondes com uma certa inclinaçao do corpo, procurando que te penetre. Resolvo dar-te a provar um pouco do meu rigido membro dentro de ti. Deliras num prazer ainda calmo mas ja com certa fulgurante. Retiro-o. Oiço um queixume, querias mais.
    - Recomeço os movimentos deslizantes sobre o teu corpo, desta vez entre as nadegas e o pescoço. Caminho deliciosamente sinuoso, curvas que circundo com prazer crescente, na medida dos teus gemidos e gritos, sendo uns de dor mas muitos mais de prazer. Es tomada por algo etereo, algo entre o divino e o profano. O teu corpo ciranda, a tua alma viaja, os teus gritos de prazer sao cortados por alguns de dor, nao estas em ti. Os meus movimentos vao-se centrando mais no lado que te trai, deixando-te os nervos a flor da pele... Os gritos sobem de tom, o teu corpo e possuido por extremessimentos involuntarios, ate que num ultimo mais forte, um hurro sai de ti, as pernas ficam molhadas e toda tu acalmas. A tua respiraçao fica mais forte mas a cara tem um semblante angelical. Claro que depois aconteceram mais orgasmos, mais prazer mas, este momento ficou gravado em mim.


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sábado, 4 de fevereiro de 2017

Abraços eroticos



   Abraços eroticos

   -Tudo começou com beijos apaixonados apos um jantar leve regado com um copo de vinho tinto de uma casta excelente. Beijos esses que aqueceram os nossos coraçoes, que ja ferventes, entraram em erupçao sensual. Deitada por cima de mim, sentindo as unhas que te "acariciavam" as costas, pressionavas as verilhas de encontro a minha perna dobrada, em movimentos circulares, humedecendo as mesmas com o mel que de ti emanava, gemendo em simultaneo. Estavas no ponto... Os meus braços iniciaram entao um aperto a principio suave em varias zonas das costas, subindo, apertando, descendo, apertando, cada vez puxando-te mais para mim, como se quisesse que o teu corpo fosse inserido no meu. Sentia os bicos do teu peito rijos, como se me quisessem furar a pele do meu corpo, e os gemidos passavam paulatinamente a gritos eroticos, de mulher perdida, voando no infinito, vagueando por terras longinquas, os olhos abertos mostrando que as orbitas tinham fugido para junto das palpebras, uma imagem indescritivel, tal a sua beleza, tal o abandono sentido. A boca semi-aberta, largando os seus sons por entre os dentes imaculados, a respiraçao alterada, tudo em ti era prazer... Claro que me deleitava com tal quadro, mas, de repente, acordas sais da minha perna, dourida na zona que "esmagavas" contra mim, mantendo no entanto o corpo na posiçao anterior, todo sobre o meu.
    - Continuei o que fazia, alias, nunca cheguei a parar e, de novo, viajavas para o lugar onde tinhas estado momentos antes. A imagem voltou, se possivel mais forte, talvez  porque o desejo tivesse aumentado em ti sem o incomodo que ja sentias e, entre gritos teus e apertos dos meus braços, o teu corpo por momentos acalmou... Um primeiro orgasmo tinha acabado de acontecer, breve e intenso. Mas nao tinha parado.  Os desejos estavam, ao que pareceu, ainda mais intensos. Nao te deixando sair da tua posiçao, voltei aos "abraços eroticos" aos quais novamente correspondeste com revigorado empenho... Desta vez nao houve gemidos, era a continuaçao, os gritos foram adensando, tornaram-se animalescos, talvez o adjectivo mais certo  porque nada tinham de humanos, eram todo um soltar de energia descontrolada, e passados segundos, um daqueles climax raros, a energia que soltavas veio em forma de movimentos, um desespero atroz, mais uma animalidade saida de ti, e o meu corpo por ti molhado, sentio o teu acalmar, relachar, "morrer" nesse momento. So a tua respiraçao me dizia estares viva. Tudo em ti era desfalecimento. So que.....
   - Nao podia parar por aqui. A emoçao que sentia, barbaramente fazia-se "ouvir" no meu sexo por demais rijo, estimulado por tanto que vivemos naqueles nao poucos minutos, "gritando" por um alivio necessario a paz de espirito e fisica. Assim que senti estares mais apta, agarrei-te e "ajudei-te" bruscamente a ficares de 4, penetrando-te com voracidade. Fez-se magia no teu corpo inerte que, ao sentir-me, ressuscitou, nao somente se expondo aberto a minha "fome" voraz, como tambem procurando alimento para ti propria, em movimentos contrarios aos meus. Entrando tao fundo em ti, cada estocada parecia pelas tuas reaçoes que te tocava a alma, e talvez por isso, um novo orgasmo poderoso saia do teu corpo, da tua boca, da tua alma, quedando-te o corpo num cansaço enorme...Mas nao me importei, mesmo contigo deitada, continuei a minha procura pelo orgasmo libertador que desejava ate que, senti uma força vinda de dentro, forte, inevitavel, um jacto que me rasgava o interior do sexo e, num urro, despejei dentro de ti o acalmar do meu desejo.
   Foi o culminar dessa bela noite em que um beijo levou a situaçoes de imensa alegria, intenso desejo, um serenar de corpo e alma. Sao estes acontecimentos que fazem a nossa paixao manter-se acesa por tantos e tao bons anos. E isto, o que somos, que seremos ate que a nossa "luz" se apague. 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Um dia....



    Estavas a meus pes. Fixaste o olhar no vulto que emanava nas calças, gulosa, sedenta de o abraçares nos labios humidos de tesao. Mandei abrir o fecho das calças e desapertares o botao. Cumpriste a ordem, sendo prendada pelo meu penis numa erecçao magestosa. Uma pequena erupçao de liquido doce emanou da tua vagina que estrabuchava de desejo. Avidamente enterraste o membro na boca, fugosa. A tua mao direita batia mexia nele enquanto a esquerda te masturbava. Um estalo forte veio trazer-te a realidade. Nao te tinha mandado circundar o clitoris nem acariciar-te. Agarrando-te na cabeça, ajudei-te a enterrar o falo dentro da boca.Sufucavas mas ao mesmo tempo a tesao subia em flecha. JA tinhas o chao por baixo de ti humido dos humores que saiam constantemente , desejosa de qq parte do meu corpo introduzido nela, em contraçoes lindas de se ver. Os labios da mesma estavam inchados,  rosada e aberta acabava num grelo inchado tambem de desejo. Larguei-te a cabeça e por defesa tiraste-o da boca, babado da tua saliva, parte por o teres enterrado na garganta, outra parte de prazer por la o teres. Como boa e lasciva mulher que es, adoras o membro  bem enfiado dentro de ti.
    Agarrei-te pelos cabelos e fiz-te deitar na cama, abrindo-te as pernas, mergulhei com a boca numa lambida brutal. Muito te movias, esperneavas ou tentavas, tinha as pernas agarradas com as minhas maos, limitando-te os movimentos. Pediste para parar ao que respondi com uma dentada no labio direito que te fez hurrar mas nao ter menos prazer. A minha cara estava deliciosamente molhada do mel que escorria por ti abaixo. O proprio olho trazeiro, piscante, brilhava ao ser banhado por tanto mel que deitavas. As pernas ja tremiam de excitaçao. Parei e convidei-te para um cigarro.
     Apos o cigarro, beijo aqui, palmada ali e a chama estava novamente acesa. Enfiei entao dois dedos na tua maravilha rosada e possui-te com eles vigorosamente. Mordias o braço  para nao gritar e"ajudei-te" introduzindo mais dois. A tua loucura nao tinha fim. Gritavas que o fizesse com força, que te rebentava, agarravas na minha mao e tentavas meter mais para no segundo seguinte a tentares retirar um pouco para logo depois a tentares enfiar mais. Louca como nunca. Querias vir-te e tentavas de tudo. Claro que nao deixei. So te vinhas quando eu quisesse.
      Pus-te de 4 e abria tua traseira. Saltavam a vista o olho fatalmente desejado ainda a piscar e a vagina que chamava por mim com contraçoes ligeiras. Tu propria te mexias para tentares aliviar um pouco o formigueiro no sexo. Com a lingua serpentiei entre o grelo e o trazeiro. Tentavas que o contacto, em especial da barba, fosse mais forte,jugando o corpo de encontro a minha boca que te lambia cada pedacinho de toda a traseira. Ao mesmo tempo batia nos montes trazeiros que se me ofereciam e que te dava ainda mais tesao. Ate que enterrei tudo de uma vez  , arrancando-te um uivo de prazer. Uivo de cadela no cio, de submissa e masoquista pronta a ser desventrada para prazer do seu Dono e Senhor e proprio. Davas-te sem freio, gritavas, gemias,engolias o que te dava e torcias o corpo na procura de o sentires em varias regioes internas. Ate que te vieste ruidosamente, chamando-me Dono, dizendo seres a mulher ordinaria do teu Dono, que  tudo no teu corpo era meu e para te pussuir com muita força. Assim fiz, enterrei o mais forte que consegui, a ponto de te deitares na cama sem forças. Mas ai, agarrei-te no cabelo, puxei-te para cima e cavalguei-te como nunca, a medida que sentia que me vinha a força aumentava e depois de te agarrar fortemente no cabelo e dar-te uma chapada dolorosa, larguei-me todo dentro de ti. Era tanta que saia por ti, ja dorida. A tua alegria era muita, tinha-te tido asperamente e tinhas tido a alegria do teu Senhor toda em ti.

Amo-te