terça-feira, 25 de julho de 2017

Desejos penianos

  - Hoje recordo pensamentos do meu penis. Sentimentos nao ditos quando em presença da minha doce e tesuda Rubicat.
 A capacidade do meu cerebro e inversamente proporcional a do penis, isto e, quanto mais o dito esta excitado, menos o cerebro pensa. Acho que e comum ao homem. Mesmo a frase usualmente dita "estas a pensar com o c....." nao e so uma frase depreciativa muitas vezes, mas uma verdade absoluta.Entao vamos aos pensamentos. Note-se que vou escrever por "Ele", na 1ª pessoa.

   - Rubicat, quando acaricias a vagina, o clitoris, suavemente muitas vezes, eu estou desperto, sinto desejos que a tua mao me acaricie tambem, mexa com essa suavidade e sabedoria na minha cabeça, percorra a aste e acaricie os meus companheiros testiculos. Sinto algum vazio em mim pois essa que acaricias e a qual penetro, muitas vezes com voracidade incontida e que se molha invariavelmente a minha entrada, abrindo e abrindo-se, arranjando caminho para que me aloje dentro. Claro que tambem tem a variante de te apertares para que "rasgue" tudo a minha passagem, fazendo a tua boca urrar de dor e prazer. E que momento inolvidavel e o de tremeres no meu louco vaivem, apertares-me tentando conter-me e sentir-me mais, ate que me sinto encharcado do teu inevitavel orgasmo. Ai estou a ponto de te brindar com o meu licor, que por vezes quer tanto explodir que chega a incomodar. Mas grande parte das vezes contenho. Sou eu que deixo ou nao sair. Claro que ai preciso da ajuda do cerebro. Ai tenho que deixar o pensamento mais com a cabeça de cima. Mas incho e latejo de tal forma que preciso sair do teu quentinho humido, do contacto tao apetecido...Alem disso tens a "mania" de acariciares o meu corpo e beijares o homem que me tem, transmitindo-me assim ainda mais ansias.
   -A boca e a maior tortura...A tua boca quando me "apanha" sabe o que fazer...Bem, nao sabe, porque se se apercebesse possivelmente pararia sem que tivesse que para isso as maos do meu corpo te puxarem pelo cabelo e darem-te chapadas para me largar. Entao quando juntas as maos a boca, ai o liquido primario nao cessa de sair. Sei que te entretens a brincar com ele, saido do meu orificio, e apertas-me junto aos testiculos, tentando evitar a saida dos meus jactos. Muitas vezes e mais o prazer de me agarrares do que a necessidade de o fazeres. Nessas alturas tenho os canais fechados, nao te vou dar o meu leite. De qq forma, sinto as minhas veias prensadas e isso da-me um prazer especial, arrepios por mim, desde a cabeça ate ao sitio de aperto, fazendo-me o penis mais feliz do mundo.
   - A nivel de contacto, claro que tenho muito mais para falar. A massagem nas costas ate te proporcionar um orgasmo, ou algo parecido, e estimulante. A força, o contacto com a tua pele,o deslizar na mesma provocado pelo oleo, e torturante. Por vezes sinto-me quente, amassado, vibrante, tudo em simultaneo. Nao e facil evitar de  te inundar as costas. Mas como sou um penis obediente ao meu corpo e acima de tudo ao meu cerebro, massajo-te ate ao teu orgasmo evitando o meu. E sabe bem ouvir-te gritar, extremecer, ondular. Ver-te e ouvir-te e como quem diz sinto as vibraçoes o que me torna mais ereto e pronto para a "luta". Mas geralmente depois desse momento, e a lingua do meu dono que trata de ti durante um longo periudo, fazendo com que eu acalme e me recomponha.
   - O contacto menor que tenho ainda com o teu corpo e o anal. Por vezes acontece mas tens medo que te invada. Ja algumas vezes entrei, percorri o teu intestino, mas tens sempre o receio de quem ja sofreu muito noutros tempos. Ca estou eu para com determinaçao mas tambem com paciencia fazer-te querer-me atolado em ti com volupia. Vou tentando. Com a tua ajuda.
   - Outras alturas, enquanto o meu dono te vai açoitando e fazendo-te sofrer, sinto emoçoes muito fortes tambem. Geralmente apos uma sessao de chicotadas, velas, escovas, palmadas, estou erecto, babadinho e pronto a "amenizar" o teu sofrimento. Se bem que na altura prefiras as maos em ti. E nessas alturas que me sinto um pouco posto de lado mas ca esta, tem o reverso da moeda. O que eu fico estarrecido quando as maos do meu corpo estao dentro de ti, a penetrarem-te brutalmente e tu gritas, moves-te e molhas tudo a volta. Escusado sera dizer que fico em riste, a espera de me convidar a entrar em ti. E ai nao deixo os creditos por sexo alheio. Nao quero que as maos me suplantem. E nao o fazem mesmo. Eu arranco-te emoçoes, apesar de cansada e dolorida, que mais nenhuma parte do meu corpo consegue.

sábado, 22 de julho de 2017

Mauzinho



    -"Cadela, abre as pernas", ordenei-te sentado no banco da frente, olhando o teu corpo sentado envergonhado no banco traseiro, vestido meio desconjuntado, peitos a vista de todos os que se cruzavam por nos na estrada, acarinhados por essas maos que o meu corpo deseja com ardencia. Entre as pernas, uma mola forte prendia-te o clitoris inchado...dor e tesao, tesao e dor que nao entendias. Sofrimento que desejavas apagar em simultaneo com o desejo dessa maldita angustia que te fazia chorar e humedecer a vagina sequiosa de tratamento vip, a loucura da minha lingua calmante a acicatar a inevitabilidade de te fazer explodir num orgasmo tremente e devastador.
   - Ordenei que puxasses ligeiramente a mola, o clitoris inchado doer -te-ia mais um pouco e de seguida masturbar os labios, dando-lhes pequenos puxoes e apertoes, levando a boca de quando em vez o sabor que ja invadia atraves do cheiro, o habitáculo do carro. Senti ciume por nao ser eu a provar o tao apreciado mel que sabes ser algo por ambos apreciado. Apesar de sofreres, estavas como que em transe. O teu interior rejubilava de emoçoes dispares. Estavas obediente, compenetrada da tua escravidao. Era o combinado nesse dia. A obediencia seria cega. Sem palavras de segurança. Ser escrava so faz sentido quando se confia cegamente no seu Dono. E esse tem que ser digno dessa confiança.
    - A tua excitaçao subia de tom, os gestos e ruidos eram cada vez mais sinonimos de um orgasmo eminente. Mandei-te parar. Dessa vez nao ouviste, nao sei se devido ao estado de transe ou aquela teimosia ainda presente. Fiquei aborrecido. Travei o carro abruptamente, dirigi-me ao banco de tras, dei-te uma forte chapada e arranquei a mola. Gritaste de dor, choraste e impassivel, entrei novamente no meu lugar e continuei a marcha. Estavas desolada, ou pelo menos assim parecias. Mandei-te despir na totalidade. Ias replicar algo mas calaste-te quando disse "Agora" e obedeceste.
   Era o castigo por nao teres parado, ao mesmo tempo que poderia deleitar-me através do retrovisor com a bela e unica imagem de ti totalmente nua. O meu sexo doía dentro das calças. Estava excitadissimo por tudo o que se tinha passado.Mandei-te aprisionar nos mamilos duas molas que estavam dentro da mala a teu lado. Como hesitaste, perguntei se querias que fosse novamente ao banco de tras. Nao respondendo resolveste finalmente por as molas. Mas estando nervosa fizeste doer muito mais que o normal. Eu ria. Quando finalmente acabaste mandei-te puxar um pouco para ver se estavam bem presas. Na verdade queria fazer-te penar mais um pouco. Reparei tambem que tentavas tapar o possivel com os braços. Nao gostei. Mandei-te masturbar novamente, com um vibrador pequeno no teu interior  e uma mao no clitoris, mas devagar, sem pressas. Antecipei as tuas possiveis intensoes prometendo voltar a sair do carro e castigar-te fortemente se nao obedecesses ao que te disse. Assim a viagem trasncorreu sem mais problemas ate a casa.
  - Ao chegarmos, num descampado, mandei-te sair do carro e encostar-te ao mesmo, dobrada de quatro e abrir as pernas.
   -Resignada mas ao mesmo tempo temerosa que alguem pudesse ver, assim fizeste. Fiz-te uma festa, tirei o sexo para fora e de uma vez penetrei-te fundo, testiculos encostados ao teu corpo. As tuas pernas desfaleceram, gritaste mesmo com o pescoço previamente apertado e o teu corpo recuava e avançava directo ao meu sexo, alucinada, perdida de desejo. Dei-te duas fortes palmadas nas nadegas e mandei-te parar. Nao obedeceste, mais uma vez. Entao agarrando-te rudemente pelo cabelo, abria a porta do carro, encostei o pe ao teu corpo e empurrei-te abruptamente para dentro do carro. Estavas possuída de raiva e desespero e eu continuava sorridente por ver todas as manifestaçoes que nao conseguias esconder. Pus-te de joelhos em cima do banco, limitei-te os movimentos e disse-te para contar e agradecer ao Dono, e qq falha voltaria a estaca 0.
Nao percebendo bem o que eu referia, so quando sentiste a 1ª forte palmada no rabo te inteiraste do que te iria acontecer. Nao contaste nem agradeceste. Maravilha. Voltei a insistir que tinhas que contar alto e agradecer as vinte palmadas que irias ter como castigo pela insubordinaçao anterior.
   - Foram as vinte contadas, agradecidas, doloridas e mais gostosas palmadas que te dei ate hoje. As lagrimas caiam enfileiradas apos a 3ª mas ao mesmo tempo o banco e as tuas pernas eram um mar de prazer. Finalmente parei, estavas dolorida, soluçavas. Nao quis dar-te qq tempo. Voltei-te de costas para baixo e deliciei-me com o teu sexo molhado, doce, inchado de prazer. Levou tempo ate que as tuas pernas tremessem num pre orgasmo habitual, onde todo o teu corpo e uma onda continua. Parava por momentos onde mais te excitava e incidia sobre outros pontos que, embora excitantes, nao te levavam ao momento. Brincava com a tua ansiedade, deixando-te ainda mais nervosa, contrariada, frustrada. Por fim, quando tambem a minha libido estava no auge, deixei que tudo o que tinhas acumulado saísse, ruidos e gestos descontrolados, um vazar total e exaustivo. Algo mais uma vez sublime a minha vista, aos meus ouvidos, a minha sensibilidade. Nao deixando que tudo acabasse, introduzi mais uma vez em ti, esperando mais qq coisa da tua parte mas, como boa escrava que es, colocaste o teu corpo a minha disposiçao por incapacidade fisica para mais orgasmos, mas para que eu me servisse do que me pertencia e te brindasse com o meu semen, te marcasse como minha femea

domingo, 16 de julho de 2017

Profano

    - Estou a pensar com os meus botoes. Os nossos jogos de seduçao, masoquismo e entrega, ja sao rotineiros. Nas nossas conversas ja me fizeste saber, subtilmente que tudo o que temos e bom mas ..... precisas ser surpreendida sempre. Resolvi entao passarmos a outra fase. A humilhaçao atraves de actos e palavras ira ser uma constante dos nossos periudos a sos,entrecurtadas por prazeres que sabemos ter e dar. Seras capacho, cadela, vadia, mulher, iras ao inferno verdadeiramente, apreciando o ceu muito mais. Sim, o inferno, alem de te alimentar a fogosidade e a mulher intrigante que es, faz-te chegar com muito mais força ao olimpo, outro destino que te preenche ....sentes-te completa com os dois. Es uma mulher especial, forte por natureza, que te impele a necessidade de ser subjugada, mal tratada, desonrada, violada e por fim idolatrada. Esta serie de condiçoes faz-te sentir plena, realizada. Passares por situaçoes extremas comigo da-te toda a especie de emoçoes que te alimentam. Choras por seres maltratada ao mesmo tempo que te encharcas, o clitoris incha, as mamas enrijessem e sobem, os bicos crescem a dimensoes incriveis, mas a cabeça nega tudo isso. Vou aproveitar essas condiçoes para te humilhar cada vez mais, escravizar, fazer sofrer. O teu sofrimento cria em mim um desejo, um prazer, um bem estar estranho e saboroso. Amo-te com adoraçao, nunca neguei. E estranho que ao sofreres sinta tamanho prazer??? Hoje posso dar-te uma resposta certeira e fundamentada. Claro que tem logica. O objecto do meu desejo e atençao ficar tao lastimavelmente em sofrimento psiquico mas em simultaneo com o corpo cheio de tesao, uma tesao incalculavel que chega a molhar as pernas do saboroso liquido que do seu interior emana.
    - Sei que vai ser dificil ao mesmo tempo levar-te ao momento sublime de um orgasmo vulcanico, mas nao tera ainda mais sabor a dificuldade de suplantar as dificuldades que me apresentas para depois, apos varios momentos de tensao, ver-te claudicar nas minhas maos, no meu sexo ou na minha lingua? Olhar-te sorridente,depois de gritos, gemidos e violentos espasmos do teu corpo, e ver os teus olhos ainda chorosos mas apaixonados, agradecidos, maravilhados por aquilo que te ofertei um momento atras?Saber que estas de rastos mas tambem que se te puser de 4 a tua fogosidade volta, renovada, para mais uns minutos de prazer ate caires inerte porque a cabeça (dessa vez) quer e o corpo ja nao aguenta de cansaço? Mas que ainda assim abres as pernas,mesmo exausta querendo que te brinde com a minha força, com o meu mel e quiça, ainda arranque dentro de ti outro orgasmo, num ultimo suspiro?
     E logico que apos tanto passares o tratamento a ti venha ser especial, mais do que por norma o e. Se estou resolvido a fazer-te sentir a mais reles das reles, nada como apos tudo acontecer, mimar-te com atençoes e ternuras. Pelo menos agora pensando, faz sentido para mim. Sera que um dia te fara sentir ainda melhor continuares a ser "espezinhada" apos tanto sofrimento e prazer? Certamente falaremos um dia sobre isso e agirei consoante o teu bem estar. So posso dizer que me sinto feliz por seres como es...Um dia, no começo, á tua pergunta "Que faremos no dia em que as variantes acabarem" eu respondi que nunca aconteceria porque e um universo muito grande e viciante. Hoje reconheces a minha sabedoria e razao. So quero que os anos que nos restam demonstrem nao so as minhas certezas. Que continues a pensar ser corriqueiro insistir no que conhecemos e queiras sempre mais. Bater-te e maravilhoso, por te ver e ouvir sofrer excitada. Mas fazer-te em alguns momentos sentires-te uma pessoa asquerosa, diminuta, sem vontade, um nada e excitada, e sublime. Em especial quando uns minutos ou horas depois voltas a ser a pessoa feliz, confiante e unica que sempre foste. E sendo eu o provocador de sentimentos tao dispares.

sábado, 1 de julho de 2017

TEMPO DE PRAZER E TORTURA

   - Vao ser horas, dias, meses de uniao sem fim. Problemas pessoais vao proporcionar sessoes sem fim, limites ultrapassados, desejos preenchidos, sensaçoes extremas. Finalmente algo ira acontecer transcendente, nao pelos actos e emoçoes, mas pelo tempo ilimitado que se aproxima. As essencias podem agora misturar-se de forma mais pura, sem a escravidao de afazeres profissionais limitando-nos temporalmente, sem aquele avontade que anula experiencias mais duradoras, em que o investimento "tempo" e tao importante como as praticas em si. Sim, o esgotamento fisico e emocional pode agora surgir e a recuperaçao ser possivel sem resquicios. O descanso, assim como a acçao podem ter lugar sem constrangimentos. Muitas historias serao tidas e contadas por nos, muitas situaçoes inusitadas, descobertas e exploraçoes finalmente levadas a fundo. Vao ser tempos de elevada paixao, onde a irracionalidade tomara o seu devido espaço e onde tudo sera magnanime, surreal, potente... Finalmente a situaçao D/s pode ser disfrutada em pleno.Algo que ha muito almejavamos. Sem amarras de qq especie. Ruidos, odores, suores poderao agora "equipar" a nossa casa. Por aqui me fico, sonhador, erecto e palpitante...






domingo, 25 de junho de 2017

Loucuras no carro





  - Estavas com problema fisicos, o sexo nao era um pensamento muito agradavel para ti nesse dia. Mas existia um problema: O meu desejo por ti, pelas "maldades" intimamente pensadas levaram-me a nao desistir apesar do evidente sofrimento em que te encontravas. Um cafe e uma conversa sã e construtiva, assim como a preocupaçao com o teu estado de saude, proporcinando-te a possibilidade de aliviares um pouco as dores e incomodo, transformaram lieiramente a tu pouca vontade, levando-te nao a teres a vontade desenfreada costumeira mas pelo menos a deixar correr as coisas. Aproveitamos.
   - Um charro e alguma bebida levaram a libertar e de repente ja estavas envolvida em beijos lascivos e torturas em forma de beijos no pescoço e ouvidos, com os quais serpenteavas o corpo, coadjuvado pelo agarrar forte no teu cabelo, tornando-se a cabeça no centro da tua orbita corporal.O vestido desceu em cima, subiu nos fundos e o teu (belissimo) corpo tinha generosa parte a minha disposição.
    - Passei nesse momento a bater nas tuas mamas com uma varguinha, partida na ponta, com a qual uma vez por outra te espetava alternando a dor que sentias com as pancadas pela sensação de algo espetando os teus seios, bicos e redondezas. Respondias com crescente misto medo/tesao, dando-me grande prazer. Mas haviam pontos humidos do teu corpo que nao tinham ainda sido "acariciados" e nao podia esquecer-me deles. Ja que estava tao bom, porque nao ser ainda melhor? Se o pensei, melhor o fiz. E a tua vagina passou entao a receber a atençao desmedida da varguinha, sabedora e dolorosa. Fazias esforço por nao gritar, mas os sons baixos de tesao e dor nao conseguias evitar, quando por vezes as vergastadas saiam com mais força, tanto nos labios vaginais cmo no monte de venus. Estoicamente mantinhas a posiçao, como que amarrada por cordas fortemente seladas, sendo que nada te prendia. Foi com um encanto especial que presenciei toda essa submissao e masoquismo, a prisao mental e mil vezes melhor que a fisica. A essa nao podes escapar, enquanto a 1ª nao queres fugir, aconteça o que acontecer.
    - Quando senti que a varguinha ja nao te preenchia por inteiro, passei a usar as maos em toda a zona vaginal, palmadas fortes e puxadas com os dedos nos labios, algumas em forma de beliscao que te levaram a loucura dolorosa, mantendo no entanto o sexo humido e quente...Quente pela incisâo das pancadas mas tambem pelo calor sexual que emanavas.
    - Agora a dor e o cansaço e a dor ja provocavam em ti um certo arrefecimento e decidi ir por outro "caminho". Puxei-te pelas pernas para baixo com pouca suavidade, bati-te nas pernas para as abrires, na parte interior para doer mais um pouco e a lingua gulosa invadiu a tua intimidade. Dei-te dois ou tres toques de lingua que te fizeram extremecer e humedecer mais, se possivel. Gemias baixo, o medo de ser ouvida tolhia-te e mesmo assim as manifestaçoes faziam-se sentir.
 Trabalho incansavel de lingua e alguns leves beliscoes levaram-te em breve ao estado de insanidade que e o de pre-orgasmo. Ai detive-me calma e lentamente a torturar-te, provocando os teus sentidos, com passagens vagarosas por todo o teu sexo, percorrendo cada recanto de tao encantador "botao", ao que respondeste pela 1ª vez com inercia fisica mas com soluços fortes e gemidos sofredores, fazendo-me prolongar o teu prazer/sofrimento,em busca de tao "melodiosos sons". Questionei bastante se deveria interromper ali aquela tao saborosa "iguaria" mas como nao estavas bem de saude, decidi fazer-te explodir. E explodiste rapidamente, assim que os movimentos de lingua alteraram. Em busca de mais um sadismozinho, no momento em que me "fugiste" atraquei a mao ao teu pescoço e privei-te a respiraçao. Extremeceste algum tempo, braços abertos, olhar perdido, corpo em soluços orgasmicos, uma mistura maravilhosa de sentir, segundo me confessaste, mas ainda mais proveitosa para quem como eu, adora ver-te sofrer e gozar em simultaneo. A paixao tem destas coisas....
   - Depois de te largar caida no banco trazeiro do carro, larguei uma lambada na perna para que te levantasses. Abriste as pernas e eu, ao inves de me aborrecer, resolvi respeitar essa exaustao tao a vista, fingi nao perceber a desobediencia e investi o meu sexo dentro de ti. Devagar e sem forçar muito pois as queixas voltaram. Nada como ser paciente. Passados poucos segundos ja eras tu que me puxavas e te abrias para albergares todo o meu sexo de forma furiosa. Embora queixosa e mimada, a tesao era mais forte e contrariavas com acçoes o que me tentavas transmitir verbalmente. Tiveste finalmente o premio que ansiavas, uma descarga volumosa, quente e intensa, num urro gritado e em mais umas chapadas que tanto gosto de te dar. Adormecemos entao depois no carro, cansados e felizes.

domingo, 16 de abril de 2017

Primavera



     Mais um dia se passou, dia de sol abrasador numa primavera generosa no calor. Estavas como sempre airosa, desejavel, pele curtida pelo sol, vestida simplesmente com um calçao e uma blusa, peitos e sexo despojados de qq adereço.Uma tortura para a vista, desejo andante. Observava-te ao longe, trabalhando na terra, entregue a lavoura que, apesar de ser trabalho recente, fazes parecer sempre ter vivido no campo. O sorriso presente, pes enegrecidos da terra que lavravas. Cabelo curto, que faziam das tuas curvas, um erotismo especial. Convidei-te para um banho retemperador, antecessor optimo para o que tinhas preparado. E que alem da labuta exterior, tinhas tido ainda o cuidado de preparar o quarto para uma sessao.
    Quando entraste no banho, achaste estranho eu nao entrar. E mais admirada ficaste quando te mandei por de joelhos. stava a iniciar-se a tua primeira "limpeza" intima. O cabo do chuveiro encostado ao teu anus e a agua tepida entrando em ti. Sentiste um desconforto natural, pela entrada de agua mas ainda mais pelo pouco avontade nesse tratamento. Mas portaste-te bem, guardaste em ti uma boa quantidade de agua e tiveste tempo para "largar" na sanita, momento que consideras muito intimo e estas habituada a te-lo a sos. Cedi nesse aspecto. 1ª vez, respeitei esse momento, costas viradas, fingindo ajustar a agua para o tal banho, que foi tido apos te "desfazeres" do que tinhas dentro de ti. Foi um momento diferente, um momento que se repetira mais vezes.
    Comemos qq coisa, bebemos um vinho e fomos para o quarto. A coisa iria aquecer.
Tinhas frio para te pores nua, a casa nao tinha aquecido o suficiente e resolvemos ligar o aquecedor. O ambiente ficou propicio a umas chicotadas, o corpo pedia e elas começaram...primeiro num aquecimento, leves, espalhadas por costas, nadegas e pernas. Depois resolvi tirar duvidas sobre um cinto que me oferecste e que na loja te pareceu ter um toque especial. Nunca deixamos de brincar nas lojas. Sao sitios muito muito adequados a experiencias diversas.
    O cinto tambem no inicio pousou sobre ti timidamente, sem grande força nem pressa. Mas a tua dança acelerou tudo. Vieram mais pancadas, cada vez mais forte, fazendo-te delirar e gemer. O toque alem de preveligiar as mesmas regioes, estendeu-se tambem a vagina, toque que te fazia vibrar muito. Ate que mostraste ja estar algo magoada e como nao queria acabar por ali, voltei ao chicote que tanto te agrada.
     O entusiasmo voltou a ti, a dança regressou e as pernas votaram a abrir na esperança de sentir de novo a satizfaçao do toque. O acto prolongou-se por muito tempo e o sadismo cresceu em mim alimentado pela tua volupia ate ficares hirta, sem te mexer, em sofrimento.Entao a escova de aço entrou em acçao nas tuas costas. Encostava-te a escova e precionava com o meu corpo de encontro a ti, junto com o meu sexo entre as tuas pernas. Varias vezes troquei o sitio da escova, varios gemidos me deste. Parei entao, tinha saciado o meu sadismo mas tu tinhas regredido no prazer. Paramos, deitamo-nos na cama a fumar e confessaste ja nao estares bem com aquela dor que te infligia. Mas pior, depois de alimentar a minha fome de sadismo, parei, quando precisavas da tua parte masoquista mas mais controlada.Falta ainda algo em nos, o conhecimento vai sendo aprimorado mas, ha alturas em que nao se adivinha as necessidades de cada um.
     Acabado o cigarro ja o teu corpo requeria mais atençao. Deitei-te e lambi-te vigorosamente, fazendo-te reagir com uma generosa quantidade do teu maravihoso liquido. Parei e mandei-te por de 4.
     Mais uma vez agarrei no chicote e o corpo passou a ser lambido com ele de novo. Desta vez com menos ardor mas muito mais rapido e certeiro nos pontos "criticos" do teu prazer, costas vagina e nas nadegas. De novo a tesao se apoderou de ti e em crescendo o teu climax ia-se aproximando. Mas nao o queria e de quando em vez chicoteava mais forte para que refreasses os impetos. Aquele jogo durou um pouco, o teu corpo avermelhava. Voltei-te de novo para cima e o chicote "passeou" pelas mamas, pela barriga, pelas pernas e pela vagina. Mais umas quantas chicotadas. Desta vez nao deixei muito tempo. O liquido que de ti emanava estava a chamar por mim e adivinhava um orgasmo muito especial. Dediquei-me entao a explorar novamente a tua vagina, num oral delicioso que te provocou extremecimentos varios, tremuras, gemidos com timbres diferentes, uma verdadeira orgia de som e movimento. Algo que prolonguei um pouco mas que, devido a toda a tensao passada nao daria para aguentares muito mais tempo e quando o 1º sinal apareceu, a lingua fez o seu trabalho, deixando-te longo tempo com a respiraçao entrecortada, com movimentos pelvicos indecisos, umas vezes procuravas a minha boca outras fugias dela e eu, assistindo ao teu soberbo orgasmo, deliciava-me com a indecisao. Mas tudo o que e bom tem um fim e pouco a pouco acalmaste, os hurros saiam mais fracos, o corpo acalmava. Ainda nao tinha acabado. Faltava eu e por norma, tu mais uma vez.
      Deitei-me em cima de ti que ainda respiravas de forma irregular mas que me sorrias. Enterrei em ti com força, uma violaçao consentida e desejada apesar da dor do 1º impacto e tomei-te com verocidade animal. Tinha a minha tesao tambem atingido um ponto muito alto e era vital para mim ter-te e deixar em ti o meu prazer em lufadas de semen, acalmar o meu corpo dentro de ti, no fundo de ti. E aconteceu, finalmente e talvez levada pelo meu ardor tambem tu te vieste agarrada a mim. Foi o culminar de mais uma tarde/noite, onde a tua respiraçao pesada se fez sentir quase de imediato. Deitando-te a meu lado adormeceste sem mais delongas.    

quinta-feira, 16 de março de 2017

Uma outra forma de prazer


   




        Notei a minha Rubicat menos impulsiva sexualmente, isto ha alguns dias. Nao que me evitasse, mas cada vez que algo acontecia, apesar de orgasmos, dores de cabeça ficavam, por vezes so se esvaiam a custa de medicaçao. Procurei um motivo e informou-me que o facto de nao poder expandir todos os sons que a dor e o prazer proporcionavam, criava dentro dela uma tensao demasiada e era inevitavel a sequela, a dor de cabeça. Compreendi, mas no meu intimo tinha que fazer a minha mulher continuar a ser o que sempre foi, fugosa, desalmadamente sexual. Dai surgiu-me uma ideia que pensei ser magnifica e mostrou ser mesmo. Fazer ela o meu papel. Nao total, segundo ela nao e capaz, nem psicologicamente se sente bem nem esta dentro dela (pelo menos por agora), mas deitar para fora as emoçoes atraves de alguns actos que adora fazer e que, pela 1ª vez, demonstraram dar-me um prazer imenso. Assim resolvemos o problema da tensao excessiva, divertimo-nos, amamo-nos selvaticamente e ganhamos uma defesa contra a presença quase constante de visitantes, alem do filho sempre presente.

      O filme era Lovelace, a historia real de uma estrela porno dos anos 70 do seculo passado. Estava calmo, nada demasiado sexual, as historias de vida sao geralmente constrangedoras ou pelo menos têm muitos momentos assim. Entao a minha mao meteu-se entre as tuas pernas, sem nada que as separasse da tua pele e desde logo dedilhei o teu interior, em circulos alternando com vai vem. O teu corpo mostrava o quanto as caricias te agradavam. Apertei as pernas duas ou tres vezes fortemente e engoliste um grito. Mandei-te ir lamber-me e chupar-me. E tu, obediente seguiste esse caminho. Enquanto o fazias fui dando ordens para me arranhares e negaste. Nao querias magoar-me. Disse-te ser uma ordem. Obedeceste a contra gosto. Claro que ao raspares as unhas na minha pele forcei o sexo dentro da tua boca. Sentis-te incentivada a carregar mais nas unhas. Devo confessar que, ao sentir as unhas na pele, a tesao mantinha mas a boca era mais sentida pelo meu sexo, alem de nao ter necessidade de aguentar a ejaculaçao. O pequeno incomodo causado por ti era suficiente para me inibir de vir. E isso e bom. Posso sentir mais o prazer que a tua boca me da.
      O teu entusiasmo e segurança foram aumentando conforme te apercebias do meu prazer. Prazer silencioso, feito de gestos.E de uma ereçao muito apreciavel. Subiste por mim, mordiscaste o pescoço, coisa que me deu choques electricos na coluna ( O que tenho perdido....), nunca deixando de me estimular o sexo com a mao humida pela tua boca. Um beijo, uns estalos na tua cara e um descer novamente ate a posiçao inicial.
      Ate aqui, as minhas maos e pernas iam fazendo o habitual tratamento, muitos apertoes, chapadas, palmadas, etc. Mas aqui resolvi deixar ir, ver o que aconteceria so com o estimulo em ti mesma, so por tratares de mim.
     Aqui, com as maos em cruz suportando a cabeça, esperei pelas tuas vontades. E elas nao se fizeram esperar. A boca encheu, novamente o meu sexo era de maneira sublime tratado pela tua boca e as tuas maos e unhas ja trabalhavam por todo o meu corpo, nadegas, pernas, barriga....o entusiasmo em ti crescia e eu deliciava-me.
      Resolvi entao por-me de costas, de 4. Queria que te sentisses poderosa, ter o meu corpo a tua disposiçao, sentires-me vulneravel, sugeito a tua vontade e sentir-me a vontade tambem. Por momentos vi-te limitada, agarraste com uma mao o meu sexo e passavas a outra nas costas, sem te encostares ao meu corpo. Estavas constrangida. Disseste-me nao ser certo, nao era o teu papel usufruir de mim. Tens os papeis enraizados, pedi-te para te soltares. Ate porque os teus olhos eram tesao puro. Tabus....
      Pus a mao atras agarrando-te pelas mamas e com pouca meiguice, puxei-te na minha direcçao. Entao ai deixaste-te levar, como quem acorda, e todo o meu corpo foi tocado e beijado. Testiculos  suavemente sugados, anos lambido e penis vorazmente estimulado....Um sonho, as maos nas costas, unhas espetadas, um incomodo que nao chega a ser dor mas que me excita imensamente o penis, pulsante sem orgasmo, a sensaçao de um orgasmo eminente sem aparecer... E divinal.
      Novamente trepas em mim, sinto o clitoris nas minhas costas e mais arrepios no pescoço e coluna motivados pelas tuas dentadas amorosas e chupadelas freneticas, acompanhadas de uma respiraçao alterada.Enquanto isso o teu sexo passeia pelas minhas costas, sinto-te excitada. Tanto estas que desces repentinamente e toda a tua atençao passa a ser o meu penis onde enfias a boca com fulgor, qual vagina excitada, vai vem intenso ate que te mando parar. O momento estava a chegar, o orgasmo fazia-se sentir e agarrei-te sem muito cuidado pondo-te de 4 (a teu pedido) entrei brutalmente, impetuosamente com toda a minha virilidade em ti. Estocadas fortes, que te empurravam para a frente, tal a minha tesao, ate que me esvai em ti, ao mesmo tempo que o teu surgia, diferente do costume, longo e quase silencioso. Tinhas consumido muita energia no que me fazias.
Por meu lado, senti que rebentava algo, tal a maneira como "rompeu" por mim fora. Foi muito sentido. Ainda assim ficaste por baixo de mim, quase sem força a espera que o meu viesse. Foi tao longo o teu orgasmo que nem deste conta de que o meu tinha surgido em simultaneo. Mas ainda assim, mais umas violentas estocadas dentro de ti, ate que caiste para o lado, talvez satizfeita por ja me ter acontecido. Foi divinal. Apesar do constrangimento do pos coito. Tudo o que acontece a 1ª vez mexe. Mas desejo que seja mais uma maneira de nos vivermos e disfrutarmos de algo que tanto nos aproxima.
    Tudo isto me proporcionou sentir-te liberta, sentir todo o teu corpo em mim, a vontade que tens de me dar prazer, o trazeiro que tanto aprecio piscante a minha vista. Senti desejos de penetrar de uma vez todos os orificios que possuis, mas penetrar em violaçao, dar-te dor, dar-te satizfaçao, dar-te tesao, sempre mais forte, sempre mais bruto, sempre mais, mais,mais....A vontade de te violar e imensa. Aquele jogo de te obrigar, de te fazer gritar de dor para depois ires misturando com gritos de prazer ate que nao sobre mais dor e um objectivo para a proxima vez em que estejamos sos. Ate ai, disfrutamos como podemos, como hoje, como outros dias em que os nossos fluidos saiem libertinos por estimulos varios...mas nada como soltar os animais que vivem em nos...