domingo, 25 de junho de 2017

Loucuras no carro

 - Estavas com problema fisicos, o sexo nao era um pensamento muito agradavel para ti nesse dia. Mas existia um problema: O meu desejo por ti, pelas "maldades" intimamente pensadas levaram-me a nao desistir apesar do evidente sofrimento em que te encontravas. Um cafe e uma conversa sã e construtiva, assim como a preocupaçao com o teu estado de saude, proporcinando-te a possibilidade de aliviares um pouco as dores e incomodo, transformaram lieiramente a tu pouca vontade, levando-te nao a teres a vontade desenfreada costumeira mas pelo menos a deixar correr as coisas. Aproveitamos.
   - Um charro e alguma bebida levaram a libertar e de repente ja estavas envolvida em beijos lascivos e torturas em forma de beijos no pescoço e ouvidos, com os quais serpenteavas o corpo, coadjuvado pelo agarrar forte no teu cabelo, tornando-se a cabeça no centro da tua orbita corporal.O vestido desceu em cima, subiu nos fundos e o teu (belissimo) corpo tinha generosa parte a minha disposição.
    - Passei nesse momento a bater nas tuas mamas com uma varguinha, partida na ponta, com a qual uma vez por outra te espetava alternando a dor que sentias com as pancadas pela sensação de algo espetando os teus seios, bicos e redondezas. Respondias com crescente misto medo/tesao, dando-me grande prazer. Mas haviam pontos humidos do teu corpo que nao tinham ainda sido "acariciados" e nao podia esquecer-me deles. Ja que estava tao bom, porque nao ser ainda melhor? Se o pensei, melhor o fiz. E a tua vagina passou entao a receber a atençao desmedida da varguinha, sabedora e dolorosa. Fazias esforço por nao gritar, mas os sons baixos de tesao e dor nao conseguias evitar, quando por vezes as vergastadas saiam com mais força, tanto nos labios vaginais cmo no monte de venus. Estoicamente mantinhas a posiçao, como que amarrada por cordas fortemente seladas, sendo que nada te prendia. Foi com um encanto especial que presenciei toda essa submissao e masoquismo, a prisao mental e mil vezes melhor que a fisica. A essa nao podes escapar, enquanto a 1ª nao queres fugir, aconteça o que acontecer.
    - Quando senti que a varguinha ja nao te preenchia por inteiro, passei a usar as maos em toda a zona vaginal, palmadas fortes e puxadas com os dedos nos labios, algumas em forma de beliscao que te levaram a loucura dolorosa, mantendo no entanto o sexo humido e quente...Quente pela incisâo das pancadas mas tambem pelo calor sexual que emanavas.
    - Agora a dor e o cansaço e a dor ja provocavam em ti um certo arrefecimento e decidi ir por outro "caminho". Puxei-te pelas pernas para baixo com pouca suavidade, bati-te nas pernas para as abrires, na parte interior para doer mais um pouco e a lingua gulosa invadiu a tua intimidade. Dei-te dois ou tres toques de lingua que te fizeram extremecer e humedecer mais, se possivel. Gemias baixo, o medo de ser ouvida tolhia-te e mesmo assim as manifestaçoes faziam-se sentir.
 Trabalho incansavel de lingua e alguns leves beliscoes levaram-te em breve ao estado de insanidade que e o de pre-orgasmo. Ai detive-me calma e lentamente a torturar-te, provocando os teus sentidos, com passagens vagarosas por todo o teu sexo, percorrendo cada recanto de tao encantador "botao", ao que respondeste pela 1ª vez com inercia fisica mas com soluços fortes e gemidos sofredores, fazendo-me prolongar o teu prazer/sofrimento,em busca de tao "melodiosos sons". Questionei bastante se deveria interromper ali aquela tao saborosa "iguaria" mas como nao estavas bem de saude, decidi fazer-te explodir. E explodiste rapidamente, assim que os movimentos de lingua alteraram. Em busca de mais um sadismozinho, no momento em que me "fugiste" atraquei a mao ao teu pescoço e privei-te a respiraçao. Extremeceste algum tempo, braços abertos, olhar perdido, corpo em soluços orgasmicos, uma mistura maravilhosa de sentir, segundo me confessaste, mas ainda mais proveitosa para quem como eu, adora ver-te sofrer e gozar em simultaneo. A paixao tem destas coisas....
   - Depois de te largar caida no banco trazeiro do carro, larguei uma lambada na perna para que te levantasses. Abriste as pernas e eu, ao inves de me aborrecer, resolvi respeitar essa exaustao tao a vista, fingi nao perceber a desobediencia e investi o meu sexo dentro de ti. Devagar e sem forçar muito pois as queixas voltaram. Nada como ser paciente. Passados poucos segundos ja eras tu que me puxavas e te abrias para albergares todo o meu sexo de forma furiosa. Embora queixosa e mimada, a tesao era mais forte e contrariavas com acçoes o que me tentavas transmitir verbalmente. Tiveste finalmente o premio que ansiavas, uma descarga volumosa, quente e intensa, num urro gritado e em mais umas chapadas que tanto gosto de te dar. Adormecemos entao depois no carro, cansados e felizes.

domingo, 16 de abril de 2017

Primavera

    Mais um dia se passou, dia de sol abrasador numa primavera generosa no calor. Estavas como sempre airosa, desejavel, pele curtida pelo sol, vestida simplesmente com um calçao e uma blusa, peitos e sexo despojados de qq adereço.Uma tortura para a vista, desejo andante. Observava-te ao longe, trabalhando na terra, entregue a lavoura que, apesar de ser trabalho recente, fazes parecer sempre ter vivido no campo. O sorriso presente, pes enegrecidos da terra que lavravas. Cabelo curto, que faziam das tuas curvas, um erotismo especial. Convidei-te para um banho retemperador, antecessor optimo para o que tinhas preparado. E que alem da labuta exterior, tinhas tido ainda o cuidado de preparar o quarto para uma sessao.
    Quando entraste no banho, achaste estranho eu nao entrar. E mais admirada ficaste quando te mandei por de joelhos. stava a iniciar-se a tua primeira "limpeza" intima. O cabo do chuveiro encostado ao teu anus e a agua tepida entrando em ti. Sentiste um desconforto natural, pela entrada de agua mas ainda mais pelo pouco avontade nesse tratamento. Mas portaste-te bem, guardaste em ti uma boa quantidade de agua e tiveste tempo para "largar" na sanita, momento que consideras muito intimo e estas habituada a te-lo a sos. Cedi nesse aspecto. 1ª vez, respeitei esse momento, costas viradas, fingindo ajustar a agua para o tal banho, que foi tido apos te "desfazeres" do que tinhas dentro de ti. Foi um momento diferente, um momento que se repetira mais vezes.
    Comemos qq coisa, bebemos um vinho e fomos para o quarto. A coisa iria aquecer.
Tinhas frio para te pores nua, a casa nao tinha aquecido o suficiente e resolvemos ligar o aquecedor. O ambiente ficou propicio a umas chicotadas, o corpo pedia e elas começaram...primeiro num aquecimento, leves, espalhadas por costas, nadegas e pernas. Depois resolvi tirar duvidas sobre um cinto que me oferecste e que na loja te pareceu ter um toque especial. Nunca deixamos de brincar nas lojas. Sao sitios muito muito adequados a experiencias diversas.
    O cinto tambem no inicio pousou sobre ti timidamente, sem grande força nem pressa. Mas a tua dança acelerou tudo. Vieram mais pancadas, cada vez mais forte, fazendo-te delirar e gemer. O toque alem de preveligiar as mesmas regioes, estendeu-se tambem a vagina, toque que te fazia vibrar muito. Ate que mostraste ja estar algo magoada e como nao queria acabar por ali, voltei ao chicote que tanto te agrada.
     O entusiasmo voltou a ti, a dança regressou e as pernas votaram a abrir na esperança de sentir de novo a satizfaçao do toque. O acto prolongou-se por muito tempo e o sadismo cresceu em mim alimentado pela tua volupia ate ficares hirta, sem te mexer, em sofrimento.Entao a escova de aço entrou em acçao nas tuas costas. Encostava-te a escova e precionava com o meu corpo de encontro a ti, junto com o meu sexo entre as tuas pernas. Varias vezes troquei o sitio da escova, varios gemidos me deste. Parei entao, tinha saciado o meu sadismo mas tu tinhas regredido no prazer. Paramos, deitamo-nos na cama a fumar e confessaste ja nao estares bem com aquela dor que te infligia. Mas pior, depois de alimentar a minha fome de sadismo, parei, quando precisavas da tua parte masoquista mas mais controlada.Falta ainda algo em nos, o conhecimento vai sendo aprimorado mas, ha alturas em que nao se adivinha as necessidades de cada um.
     Acabado o cigarro ja o teu corpo requeria mais atençao. Deitei-te e lambi-te vigorosamente, fazendo-te reagir com uma generosa quantidade do teu maravihoso liquido. Parei e mandei-te por de 4.
     Mais uma vez agarrei no chicote e o corpo passou a ser lambido com ele de novo. Desta vez com menos ardor mas muito mais rapido e certeiro nos pontos "criticos" do teu prazer, costas vagina e nas nadegas. De novo a tesao se apoderou de ti e em crescendo o teu climax ia-se aproximando. Mas nao o queria e de quando em vez chicoteava mais forte para que refreasses os impetos. Aquele jogo durou um pouco, o teu corpo avermelhava. Voltei-te de novo para cima e o chicote "passeou" pelas mamas, pela barriga, pelas pernas e pela vagina. Mais umas quantas chicotadas. Desta vez nao deixei muito tempo. O liquido que de ti emanava estava a chamar por mim e adivinhava um orgasmo muito especial. Dediquei-me entao a explorar novamente a tua vagina, num oral delicioso que te provocou extremecimentos varios, tremuras, gemidos com timbres diferentes, uma verdadeira orgia de som e movimento. Algo que prolonguei um pouco mas que, devido a toda a tensao passada nao daria para aguentares muito mais tempo e quando o 1º sinal apareceu, a lingua fez o seu trabalho, deixando-te longo tempo com a respiraçao entrecortada, com movimentos pelvicos indecisos, umas vezes procuravas a minha boca outras fugias dela e eu, assistindo ao teu soberbo orgasmo, deliciava-me com a indecisao. Mas tudo o que e bom tem um fim e pouco a pouco acalmaste, os hurros saiam mais fracos, o corpo acalmava. Ainda nao tinha acabado. Faltava eu e por norma, tu mais uma vez.
      Deitei-me em cima de ti que ainda respiravas de forma irregular mas que me sorrias. Enterrei em ti com força, uma violaçao consentida e desejada apesar da dor do 1º impacto e tomei-te com verocidade animal. Tinha a minha tesao tambem atingido um ponto muito alto e era vital para mim ter-te e deixar em ti o meu prazer em lufadas de semen, acalmar o meu corpo dentro de ti, no fundo de ti. E aconteceu, finalmente e talvez levada pelo meu ardor tambem tu te vieste agarrada a mim. Foi o culminar de mais uma tarde/noite, onde a tua respiraçao pesada se fez sentir quase de imediato. Deitando-te a meu lado adormeceste sem mais delongas.    

quinta-feira, 16 de março de 2017

Uma outra forma de prazer


   




        Notei a minha Rubicat menos impulsiva sexualmente, isto ha alguns dias. Nao que me evitasse, mas cada vez que algo acontecia, apesar de orgasmos, dores de cabeça ficavam, por vezes so se esvaiam a custa de medicaçao. Procurei um motivo e informou-me que o facto de nao poder expandir todos os sons que a dor e o prazer proporcionavam, criava dentro dela uma tensao demasiada e era inevitavel a sequela, a dor de cabeça. Compreendi, mas no meu intimo tinha que fazer a minha mulher continuar a ser o que sempre foi, fugosa, desalmadamente sexual. Dai surgiu-me uma ideia que pensei ser magnifica e mostrou ser mesmo. Fazer ela o meu papel. Nao total, segundo ela nao e capaz, nem psicologicamente se sente bem nem esta dentro dela (pelo menos por agora), mas deitar para fora as emoçoes atraves de alguns actos que adora fazer e que, pela 1ª vez, demonstraram dar-me um prazer imenso. Assim resolvemos o problema da tensao excessiva, divertimo-nos, amamo-nos selvaticamente e ganhamos uma defesa contra a presença quase constante de visitantes, alem do filho sempre presente.

      O filme era Lovelace, a historia real de uma estrela porno dos anos 70 do seculo passado. Estava calmo, nada demasiado sexual, as historias de vida sao geralmente constrangedoras ou pelo menos têm muitos momentos assim. Entao a minha mao meteu-se entre as tuas pernas, sem nada que as separasse da tua pele e desde logo dedilhei o teu interior, em circulos alternando com vai vem. O teu corpo mostrava o quanto as caricias te agradavam. Apertei as pernas duas ou tres vezes fortemente e engoliste um grito. Mandei-te ir lamber-me e chupar-me. E tu, obediente seguiste esse caminho. Enquanto o fazias fui dando ordens para me arranhares e negaste. Nao querias magoar-me. Disse-te ser uma ordem. Obedeceste a contra gosto. Claro que ao raspares as unhas na minha pele forcei o sexo dentro da tua boca. Sentis-te incentivada a carregar mais nas unhas. Devo confessar que, ao sentir as unhas na pele, a tesao mantinha mas a boca era mais sentida pelo meu sexo, alem de nao ter necessidade de aguentar a ejaculaçao. O pequeno incomodo causado por ti era suficiente para me inibir de vir. E isso e bom. Posso sentir mais o prazer que a tua boca me da.
      O teu entusiasmo e segurança foram aumentando conforme te apercebias do meu prazer. Prazer silencioso, feito de gestos.E de uma ereçao muito apreciavel. Subiste por mim, mordiscaste o pescoço, coisa que me deu choques electricos na coluna ( O que tenho perdido....), nunca deixando de me estimular o sexo com a mao humida pela tua boca. Um beijo, uns estalos na tua cara e um descer novamente ate a posiçao inicial.
      Ate aqui, as minhas maos e pernas iam fazendo o habitual tratamento, muitos apertoes, chapadas, palmadas, etc. Mas aqui resolvi deixar ir, ver o que aconteceria so com o estimulo em ti mesma, so por tratares de mim.
     Aqui, com as maos em cruz suportando a cabeça, esperei pelas tuas vontades. E elas nao se fizeram esperar. A boca encheu, novamente o meu sexo era de maneira sublime tratado pela tua boca e as tuas maos e unhas ja trabalhavam por todo o meu corpo, nadegas, pernas, barriga....o entusiasmo em ti crescia e eu deliciava-me.
      Resolvi entao por-me de costas, de 4. Queria que te sentisses poderosa, ter o meu corpo a tua disposiçao, sentires-me vulneravel, sugeito a tua vontade e sentir-me a vontade tambem. Por momentos vi-te limitada, agarraste com uma mao o meu sexo e passavas a outra nas costas, sem te encostares ao meu corpo. Estavas constrangida. Disseste-me nao ser certo, nao era o teu papel usufruir de mim. Tens os papeis enraizados, pedi-te para te soltares. Ate porque os teus olhos eram tesao puro. Tabus....
      Pus a mao atras agarrando-te pelas mamas e com pouca meiguice, puxei-te na minha direcçao. Entao ai deixaste-te levar, como quem acorda, e todo o meu corpo foi tocado e beijado. Testiculos  suavemente sugados, anos lambido e penis vorazmente estimulado....Um sonho, as maos nas costas, unhas espetadas, um incomodo que nao chega a ser dor mas que me excita imensamente o penis, pulsante sem orgasmo, a sensaçao de um orgasmo eminente sem aparecer... E divinal.
      Novamente trepas em mim, sinto o clitoris nas minhas costas e mais arrepios no pescoço e coluna motivados pelas tuas dentadas amorosas e chupadelas freneticas, acompanhadas de uma respiraçao alterada.Enquanto isso o teu sexo passeia pelas minhas costas, sinto-te excitada. Tanto estas que desces repentinamente e toda a tua atençao passa a ser o meu penis onde enfias a boca com fulgor, qual vagina excitada, vai vem intenso ate que te mando parar. O momento estava a chegar, o orgasmo fazia-se sentir e agarrei-te sem muito cuidado pondo-te de 4 (a teu pedido) entrei brutalmente, impetuosamente com toda a minha virilidade em ti. Estocadas fortes, que te empurravam para a frente, tal a minha tesao, ate que me esvai em ti, ao mesmo tempo que o teu surgia, diferente do costume, longo e quase silencioso. Tinhas consumido muita energia no que me fazias.
Por meu lado, senti que rebentava algo, tal a maneira como "rompeu" por mim fora. Foi muito sentido. Ainda assim ficaste por baixo de mim, quase sem força a espera que o meu viesse. Foi tao longo o teu orgasmo que nem deste conta de que o meu tinha surgido em simultaneo. Mas ainda assim, mais umas violentas estocadas dentro de ti, ate que caiste para o lado, talvez satizfeita por ja me ter acontecido. Foi divinal. Apesar do constrangimento do pos coito. Tudo o que acontece a 1ª vez mexe. Mas desejo que seja mais uma maneira de nos vivermos e disfrutarmos de algo que tanto nos aproxima.
    Tudo isto me proporcionou sentir-te liberta, sentir todo o teu corpo em mim, a vontade que tens de me dar prazer, o trazeiro que tanto aprecio piscante a minha vista. Senti desejos de penetrar de uma vez todos os orificios que possuis, mas penetrar em violaçao, dar-te dor, dar-te satizfaçao, dar-te tesao, sempre mais forte, sempre mais bruto, sempre mais, mais,mais....A vontade de te violar e imensa. Aquele jogo de te obrigar, de te fazer gritar de dor para depois ires misturando com gritos de prazer ate que nao sobre mais dor e um objectivo para a proxima vez em que estejamos sos. Ate ai, disfrutamos como podemos, como hoje, como outros dias em que os nossos fluidos saiem libertinos por estimulos varios...mas nada como soltar os animais que vivem em nos...
        

terça-feira, 14 de março de 2017

CRIME E CASTIGO


     Regressei a casa de uma noite de trabalho. Esperavas envolvida no teu recentemente adquirido body, uma renda que te cobria e realçava todas as generosas curvas que sao tuas, que sao minhas. A particularidade de uma abertura no teu centro de prazer  e anus e so algo mais que me estimula. Apesar de ser manha, vendo-te com cara de caso e um sorriso luminoso, calada, expressao devassa, mandei-te levar para o quarto um whisky e um cafe. Fui tomar banho com a cabeça a mil, ansiando por saber o que tinha acontecido.
     Cheguei ao quarto e tinha a minha disposiçao todos os artigos que satisfaziam o meu prazer sadico e o teu masoquista. Pensei para mim proprio que a coisa nao iria ser facil para ti e sorri. Quando penso no prazer que te dou em sofrimento....
     Sentei-me numa cadeira em frente a cama, ordenei-te que me entregasses a bebida e o cafe. Depois fiz-te sinal para falares, para contares o que tinhas para dizer.
      Começaste por confessar ter tido um sonho erotico, muito intenso. Inclusive molhaste a cama. Estavas no sonho, a deliciar-te com o vibrador e a pensar em varias maos a tocarem-te, a penetrarem os varios buracos, a fazerem-te vir indiscriminadamente. Nunca tinhas sentido tanto prazer. Um chicote batia-te insessante e ritmado nas costas, provocando pequenos vergoes que te atiçavam ainda mais. Nada que te tivesse feito sentir. Depois. uma mao entrou em ti, cheia de pujança, quase te rasgou com a brutalidade que apreciaste tanto. Era assim que querias ser "comida", com aquela fogosidade... E eu bebendo e ficando cada vez mais irritado. Continuaste, apesar de ver a tua cara ja nao tao serena. Estavas excitada e assustada com a minha expressao.

      Duas maos te batiam no rabo ao mesmo tempo que a outra dentro de ti te ponha em fogo. De repente, sem esperares, dois dedos entraram em simultaneo no teu anus, dando-te uma dor aguda que, em vez de parar o teu entusiasmo, fez-te molhar a mao dentro de ti num forte orgasmo. Mas que nao paraste, sentias a ratinha em fogo e precisavas apazigua-lo. Continuaste com os varios braços e maos a envolverem-te, chupavas dedos que tinham estado dentro de ti, molhada, cheia de tesao.
      A minha paciencia esgotou.
     Levantei-me calmamente e aproximei-me de ti. Encolheste-te ligeiramente mas, acompanhaste esse movimento com um sorriso. Dei-te um estaladao na cara que te fez deitar na cama. E disse-te: "De quatro cadela." Obedeceste chorosa, nao sei se de tesao se de dor ou se das duas.
     Agarrei no chicote de coro de uma so fita e mandei-te contar cada chicotada, acompanhado de um "es o meu Dono".
    Dez vezes soou o chicote nas tuas costas, dez vezes repetiste a frase e fizeste a contagem. Entre pernas algo brilhante  escorria enquanto nas costas dez vincos encarniçados sobressaiam. Os olhos, lacrimejantes e no vazio, a boca semi-cerrada, a respiraçao descompassada, tudo me entusiasmava. Ainda agora tinha começado o "tratamento". Aquela manha iria ser memoravel.
     Agora, agarrando no chicote de dez tiras, dediquei atençoes ao teu rabo. A ordem foi agradecer ao teu Senhor tanta bondade. Achei que te iria custar. Tinha que te quebrar.
     Comecei cadenciado, uma chicotada dada com a esquerda, agradecimento e contagem, outra com a direita, agradecimento e contagem...repetiu-se 40 vezes. Choravas mas admirei a tua coragem de, sem estares amarrada, mantinhas a posiçao. E a quantidade de "sumo" que por ti escorria era de molde a manchar ja o lençol. Talvez entusiasmado pelo teu entusiasmo, resolvi aumentar um pouco mais o teu sofrimento que pelos vistos era muito mais prazer.
     Resolvi atar-te a cintura, de maneira a nao te poderes baixar, mesmo que o quisesses. prendi-te os pulsos, deixando porem espaço a que os braços ajudassem a suster o teu corpo na posiçao que estavas. Mais duas cordas, abriram-te as pernas, deixando-te exposta a mim, as minhas vontades.
     Agarrei num maçarico e nas velas que tanto aprecias e passei a derrete-las nas tuas costas. Umas mais afastadas, outras um pouco mais perto. A temperatura da cera devia ser bastante porque os teus gritos aumentaram. Esperava ouvir a palavra de segurança mas nao a disseste. Optimo. Tirei a cera que tinha depositado na pele e vendo que a tua pele nao sofrera alteraçao de cor, fiquei despreocupado. Entao a vela passou a ser escorrida no rego em quantidades industriais, escorrendo por ti, fazendo-te extremesser, gritar, hurrar e gemer. Estava cidrado naquele espetaculo. Algo inimaginavel. Voltei a limpar-te a cera, desta vez a faca. O frio da mesma na tua pele quente fez-te mais uma vez extremecer e gemer.
     O tratamento continuou com as luvas com pontas de bicos que tinha preparado. Gritos de deleite e dor saiam de ti. Suavas, estavas entregue, pairavas...Nada em ti era normal. Os teus olhos eram brancos, as pupilas praticamente tinham desaparecido sob as palpebras, salivavas ....
     Molhei os dedos com o oleo que te aquece por dentro, soquei os dedos duas vezes em ti e tirei. Fui buscar o picante, passei um pouco no teu clitoris e voltei a sentar-me na cadeira a gozar o espetaculo enquanto fumava um cigarro.
     Gemias baixinho, queixavas-te que ardia, tentavas mover a pelvis. Pedias que me aproximasse, que te penetrasse, que te tirasse daquele sofrimento. A nada respondia, deliciado por tanto dominio, por tanto gozo, pelo cheiro do teu sexo que emanava por todo o quarto. Apesar do cansaço da noite, estava como novo. Nada me da mais gozo que o teu desejo desenfreado ser satisfeito por mim. Toda aquela historia tinha sido um pretexto para te dar um tratamento. E um jogo nosso. E como gostamos de jogar, tudo ia de vento em poupa.
    Acabado o cigarro, agarrei num tubo de vaselina e enfiando a ponta do teu anus, vazei metade dentro de ti. Acho que te assustaste com a prespetiva do que iria acontecer e como nao te sentes muito confortavel ainda com essa parte, a agitaçao era muita em ti. Sorri sem que visses e apontei o pau ao buraquinho agora lubrificado. Debatias-te desesperada. Nunca te tinhas sentido tao vulneravel e queria que te sentisses assim. Brinquei com "ele" por toda a zona, desde o clitoris ate ao cimo do rego, mantendo-te expectante. Tremias...entao enfiei todo de uma vez no teu sexo que como nao o esperava apertou, fazendo com que tu e eu sentissemos um aperto profundo, como que um desvirgindar. Apesar de encharcada, nao deixamos de sentir uma grande pressao nos nossos sexos e um grito soltou-se de ti. Continuei a penetrar-te selvaticamente, "violando-te" como desejavas, cada vez mais rapido e fundo. Quando estavas quase a ter o teu orgasmo, sai de ti e encostei ao teu olhinho piscante...De imediato paraste. Besuntei o penis com o resto da vaselina e, devagar mas continuamente enfiei tudo dentro do teu anus. Choravas mas mantive o ritmo lento de vai vem. Quando te senti acalmar um pouco, aumentei o ritmo do vai-vem. Gemias e choravas mas impiedoso continuava. Quando senti que o orgasmo estava eminente, tirei do teu rabo e baixei-me enfiando a lingua na tua vagina aberta. Lambi-te, beijei e mordisquei. Novamente as tuas pernas tremiam e brinquei mais um pouco com a boca enquanto com as maos limpava o meu sexo com uma toalhita humida, tirando qq residuo que pudesse ter vindo de dentro de ti.
    Tirei a boca e voltei a enfiar na tua vagina molhada o pau todo de uma vez. Vivemos ai uns minutos de pura devassidao, de loucura sexual. Dois animais gritando, escorrendo, o mundo nesse momento parou, so nos existiamos, tu sendo usada nos limites, eu impetuosamente batendo-te com a pelvis nos montes trazeiros, ate que nos desfizemos num orgasmo sem precedentes, demorado, hurrado, que nos vazou de nos mesmos...So passados minutos consegui sair de ti e soltar as amarras que te prendiam, beijar-te na boca e levantar-te. Caminhamos para um banho onde ainda coube um ultimo orgasmo a cada um..O teu com o choveiro no clitoris e um beijo, o meu com a tua mao e boca. Uma manha para (re)lembrar, tal foi a tesao, o grau de cumplicidade...Ahh, disseste-me quando nos deitamos, nunca mais inventar algo que me deixasse tao irritado..mas sorrias ao dize-lo, motivo suficiente  para saber que nao estavas minimamente arrependida e que a primeira oportunidade, a historia seria ainda mais "elaborada" e o meu estado de espirito ficaria ainda mais alterado.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

SO PAU NAO BASTA

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   -Atei-te a uma arvore. Nua, em frente a casa. Estava uma briza deliciosamente fresca.Vendada, voltada de costas para mim, tremias ligeiramente, nao de frio, nao estava suficiente para isso. Nervosa, invadida por duvidas e tesao nunca antes experimentadas, boca tapada com tesafilme, algo que nao deixaria soltar os teus gritos adivinhados mas que nao evitava ouvir no silencio da noite o som que emanavas por cada dor ou prazer, ou dos dois em simultaneo, para meu deleite. Beijei-te o rosto e dei-te uma ligeira palmada nas nadegas que se exibiam mais fulgurantes por estares com a cintura tambem atada. Nao podia permitir que escorregasses numa das varias vezes que te faltariam as forças. Peguei num chicote curto e pincelei-o algumas vezes nas costas, rabo e pernas. Nao te mexias mas sei que aquecias por dentro e ja exalavas aquele cheiro doce comum ao teu prazer que escorria por entre as tuas pernas. As batidas tornavam-se, embora com ritmo certo, mais fortes. 1ºs gemidos contidos fizeram-se ouvir. Tinhas a pele num tom rosado. Apesar de ser noite, era percetivel os tons alterarem devido ao luar que nessa noite se fazia sentir.
  - Passei a usar um chicote mais duro, o teu 1º. A esse correspondeste nas primeiras calorosas lambidas com alguns trejeitos corpurais que me deliciaram. A dor que sentias fazia-te ondular ligeiramente. Parei um pouco e mergulhei a minha mao no teu sexo. Molhado, doce como comprovei quando o levei a minha boca. Um sabor unico. Mais desejo, mais tesao senti naquele momento. Perguntei, sabendo antecipadamente naquele momento a resposta, se estavas bem. Fizeste um sinal com a cabeça que sim. Era tudo o que queria ouvir. Passei a chicotear-te alternadamente nas costas, pernas, deixando o rabo para depois. Quis que sentisses dor. Excita-me essa dor que te inflijo. Talvez por saber que depois dela tudo o que me presenteias e um prazer indescritivel, algo tao incomum que e dificil adjectivar. Mas continuemos....
   - Sinto que choras.Por vezes esse choro tem duas vertentes. Prazer e dor em simultaneo. Nao me preocupa. Ainda agora começamos.
   - Passo a chicotear-te entre as pernas. Alternando a força, batendo no clitoris, ou nos labios ou mesmo dentro da vagina, sei que as sensaçoes sao diferentes e igualmente fortes. O choro para e gemidos leves aparecem. Esta na hora.
   - Experimento pela 1ª vez o chicote longo, esse que serve na equitaçao, e qual animal, dou-te uma 1ª chicotada, nao muito forte mas que te envolve o corpo deixando a sua marca em volta do rabo ate as costas. Extremesses e um grito abafado sai de ti. Faço o mesmo mais quatro vezes. Vejo como as tiras estao marcadas na tua pele. E encantador o seu efeito. Choras mais uma vez. Mas agora de desespero. Aproximo-me de ti e agarrando-te por tras, beijo-te os sulcos onde antes o chicote te tocara. Lambo a tua pele, seguindo o rasto dos mesmos. Pergunto se queres que te solte. E a 1ª vez e vi as marcas que ficaram, mesmo que tenham sido dadas com a suavidade possivel. Abanas a cabeça. Belo, nao sei se a massagem que te dei contribuiu para a resposta, mas independentemente disso, a minha alegria foi enorme. Estavas a comportar-te como sempre pensei. Uma mulher submissa, masoquista mas com caracter, que sabia o que queria. Estavamos em sintonia. Entao despedi-me com mais um beijo na sua pele abrazadora, todo o corpo estava em chamas e pareceu-me que tambem por dentro o fogo alastrava e continuei o que desejava.
   -Mais uma vez o chicote te abraçava, as marcas multiplicavam-se pelo corpo que se torcia, ameaçava cair, as pernas estavam trementes, talvez do prazer, talvez do cansaço, ou das duas... Estava insaciavel no desejo de te proporcionar emoçoes. Debatias-te como podias, o cheiro do teu sexo era inebriante ate a distancia e os hurros/gemidos insessantes.
   -Senti que desfalecias. Tinha chegado o fim. Desististe, nao por cobardia mas por esgotamento. Larguei o chicote e corri para ti. Ja nao fazia sentido o estalido do chicote no teu corpo. Agora, qual feiticeira, despertavas em mim o carinho do Dono para com a sua cadela desfalecida. Nao choravas mais. Nao tremias. Quedavas a cabeça para o lado, ofegante, olhos semi-cerrados, cara molhada das lagrimas que tinham corrido. Mas, a expressao na face era de uma calma angelical. Tinha-te torturado ate a exaustao e "exorcizara" todo o mal que sempre contens no interior. Porque es assim, fechas em ti todos os problemas, acumulas frustraçoes e maus estares. Para ti aquele tratamento e um balsamo psicologico. E a minha forma de te aliviar tensoes. E para minha alegria, o meu sadismo e perfeitamente satisfeito nesse sofrimento.
   Mas o fim ainda nao tinha chegado. Peguei-te ao colo apos te desatar, levei-te para casa e dei-te um banho tepido. Com cuidado, ensaboei-te, lavei-te com a ternura que me inspiravas e, ao lavar-te entre pernas, senti um ligeiro extremecer. Bom sinal. A cabeça estava limpa mas o teu corpo pedia agora sexo. Estavas de novo a despertar, o calor invadia-te o peito e os 1ºs sinais surgiam.
   -Transportei-te para a cama, fiz-te um lanchinho, fumamos um cigarro, tudo isto muito juntos, sempre com alguma parte do corpo unida.
   -Beijos ternos, caricias varias, as tuas no meu erecto e dorido pau, que te mandei lamber, como tao bem sabes. Nao deixando os teus creditos por maos alheias, com fogusidade crescente, acariciaste-o com a lingua e engoliste literalmente o que perante ti se erguia pujante. babado da tua entusiastica saliva depressa aparecia e desaparecia a custa de um felacio tremendo onde lingua e garganta faziam o seu belo trabalho. Claro que nao fiquei indiferente e a tua cabeça ficou longos segundos segura na minha mao, com todo o mastro dentro da tua boca.
   -Quando soltei, deitaste-te respirando com dificuldade e aproveitando mergulhei sobre a tua vagina humida, quente e doce. Comecei entao um trabalho de lingua que te fez dançar nas minhas maos, agarradas que estavam as ancas. Os dedos fincados nas mesmas doiam-te, mas parece-me que o prazer da lingua em ti e a barba roçando as tuas verilhas venciam. O teu corpo saltava em espasmos, as pernas ora esticavam ora encolhiam, a tua vagina abria e o teu mel saia em quantidade apreciavel. Ate que, num ultimo assomo de vitalidade, saltaste hurrando, tentaste fugir das minhas maos que te apertavam e gritaste ate perderes a voz. Toda tu na altura mexias, arfavas, gritavas gemias. Nao deixei que esse momento acabasse. Voltei-te de 4. Queria dar-te o fruto de tanta tesao. Entao entrei em ti selvaticamente. O barulho dos corpos batendo um no outro era excitante, o teu corpo desfalecido, um balsamo para o meu desejo. Batia-te ainda no rabo e na cara. Estava possuido de um prazer devastador. De repente sinto algo romper no meu sexo, jactos puderosos entravam em ti e tu, a mais lasciva das mulheres, brindaste-me com um ultimo teu, contraindo-te e contraindo-me o sexo o que aumentou mais o meu prazer....Paramos...estenuados...mortos de cansaço...felizes por estarmos juntos e ainda unidos atraves do meu pau, agora nao tao pulsante, mas ainda o suficiente para manter os nossos corpos juntos, trocando as emoçoes sentidas, fazendo-nos reviver flashes de momentos recem passados.
   -Finalmente tivemos forças para rodar e nos abraçar-mos de lado, frente a frente, sem palavras mas com um sorriso e ternura impares. Tinhamos atingido mais um patamar da nossa uniao. Estavas (ainda) mais unidos no nosso amor. Porque depois da tesao, da paixao, da loucura, e o amor que fica. Esse amor que nos alimenta e instiga estes momentos unicos de entrega mutua, onde somos unha e carne do mesmo dedo, o concavo e o convexo como um dia o disseste.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Corpo em delirio



   - Ja falaste no teu blogg de algo muito especial acontecido nas tuas costas. Pessoalmente sei que o teu corpo e especial, sensorial a um nivel extremo, toda tu es sexo, tudo no teu corpo motiva-te prazer...e a mim tambem. Lembro os orgasmos atraves da manipulação dos teus seios, aquando do sexo oral, com simples conversas aos teus ouvidos... Mas nas costas e muito mais emotivo, audivel e penetrante.
   - Quando te "massajo", toda tu estremesses, como se te tocasse no teu ponto mais intimo. Basta um pouco de pressao, (esse lado esquerdo entao), e o teu corpo cirandeia sem descanso. Mas com o meu sexo, algo sublime acontece. Mas vamos ao conto, acontecimento recente....


    - Estavas deitada, voltada de costas para cima, ofertando-me a visao magnifica de um traseiro generoso de volume e forma, algo que continua a parecer-me uma ficçao de tao perfeito ser...(Estou a descreve-lo, arrebatado por um desejo sem fim, ansioso para que as doze horas de trabalho cessem na ansia de o sentir novamente.) Tambem a cintura fina, o v que se forma ate aos teus ombros, a pele brilhante que o oleo salienta, uma imagem torturante, a qual tenho que saber resistir para que os meus fluidos nao me traiam. Nao que  tal visao nao me ergue novamente os sentidos, mas porque gosto de viver todo aquele clima de tensao pura controlada. Apos tanto sofrimento, o prazer que o meu corpo expele e  potenciado a um nivel superior, uma libertaçao que adoro e faço tudo por acontecer...
    -Começo com o corpo a deslizar sobre as pernas ate ao começo das costas, movimentos por vezes rectilinios, outras ondulantes e ainda outras simulando a penetraçao. Oiço os teus suspiros...sinto algo em ti, no teu interior, fervilhar. Deitas a cabeça de lado e descansas sobre os braços. A massagem começou com o teu bem estar...mas nao sera sempre assim.
   - Numa determinada altura, o meu sexo penetra entre as tuas pernas, e começa um vai-vem entre as mesmas que te estimula a vagina, clitoris e anus. Corre suavemente, ao que correspondes com uma certa inclinaçao do corpo, procurando que te penetre. Resolvo dar-te a provar um pouco do meu rigido membro dentro de ti. Deliras num prazer ainda calmo mas ja com certa fulgurante. Retiro-o. Oiço um queixume, querias mais.
    - Recomeço os movimentos deslizantes sobre o teu corpo, desta vez entre as nadegas e o pescoço. Caminho deliciosamente sinuoso, curvas que circundo com prazer crescente, na medida dos teus gemidos e gritos, sendo uns de dor mas muitos mais de prazer. Es tomada por algo etereo, algo entre o divino e o profano. O teu corpo ciranda, a tua alma viaja, os teus gritos de prazer sao cortados por alguns de dor, nao estas em ti. Os meus movimentos vao-se centrando mais no lado que te trai, deixando-te os nervos a flor da pele... Os gritos sobem de tom, o teu corpo e possuido por extremessimentos involuntarios, ate que num ultimo mais forte, um hurro sai de ti, as pernas ficam molhadas e toda tu acalmas. A tua respiraçao fica mais forte mas a cara tem um semblante angelical. Claro que depois aconteceram mais orgasmos, mais prazer mas, este momento ficou gravado em mim.


    -

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Abraços eroticos



   Abraços eroticos

   -Tudo começou com beijos apaixonados apos um jantar leve regado com um copo de vinho tinto de uma casta excelente. Beijos esses que aqueceram os nossos coraçoes, que ja ferventes, entraram em erupçao sensual. Deitada por cima de mim, sentindo as unhas que te "acariciavam" as costas, pressionavas as verilhas de encontro a minha perna dobrada, em movimentos circulares, humedecendo as mesmas com o mel que de ti emanava, gemendo em simultaneo. Estavas no ponto... Os meus braços iniciaram entao um aperto a principio suave em varias zonas das costas, subindo, apertando, descendo, apertando, cada vez puxando-te mais para mim, como se quisesse que o teu corpo fosse inserido no meu. Sentia os bicos do teu peito rijos, como se me quisessem furar a pele do meu corpo, e os gemidos passavam paulatinamente a gritos eroticos, de mulher perdida, voando no infinito, vagueando por terras longinquas, os olhos abertos mostrando que as orbitas tinham fugido para junto das palpebras, uma imagem indescritivel, tal a sua beleza, tal o abandono sentido. A boca semi-aberta, largando os seus sons por entre os dentes imaculados, a respiraçao alterada, tudo em ti era prazer... Claro que me deleitava com tal quadro, mas, de repente, acordas sais da minha perna, dourida na zona que "esmagavas" contra mim, mantendo no entanto o corpo na posiçao anterior, todo sobre o meu.
    - Continuei o que fazia, alias, nunca cheguei a parar e, de novo, viajavas para o lugar onde tinhas estado momentos antes. A imagem voltou, se possivel mais forte, talvez  porque o desejo tivesse aumentado em ti sem o incomodo que ja sentias e, entre gritos teus e apertos dos meus braços, o teu corpo por momentos acalmou... Um primeiro orgasmo tinha acabado de acontecer, breve e intenso. Mas nao tinha parado.  Os desejos estavam, ao que pareceu, ainda mais intensos. Nao te deixando sair da tua posiçao, voltei aos "abraços eroticos" aos quais novamente correspondeste com revigorado empenho... Desta vez nao houve gemidos, era a continuaçao, os gritos foram adensando, tornaram-se animalescos, talvez o adjectivo mais certo  porque nada tinham de humanos, eram todo um soltar de energia descontrolada, e passados segundos, um daqueles climax raros, a energia que soltavas veio em forma de movimentos, um desespero atroz, mais uma animalidade saida de ti, e o meu corpo por ti molhado, sentio o teu acalmar, relachar, "morrer" nesse momento. So a tua respiraçao me dizia estares viva. Tudo em ti era desfalecimento. So que.....
   - Nao podia parar por aqui. A emoçao que sentia, barbaramente fazia-se "ouvir" no meu sexo por demais rijo, estimulado por tanto que vivemos naqueles nao poucos minutos, "gritando" por um alivio necessario a paz de espirito e fisica. Assim que senti estares mais apta, agarrei-te e "ajudei-te" bruscamente a ficares de 4, penetrando-te com voracidade. Fez-se magia no teu corpo inerte que, ao sentir-me, ressuscitou, nao somente se expondo aberto a minha "fome" voraz, como tambem procurando alimento para ti propria, em movimentos contrarios aos meus. Entrando tao fundo em ti, cada estocada parecia pelas tuas reaçoes que te tocava a alma, e talvez por isso, um novo orgasmo poderoso saia do teu corpo, da tua boca, da tua alma, quedando-te o corpo num cansaço enorme...Mas nao me importei, mesmo contigo deitada, continuei a minha procura pelo orgasmo libertador que desejava ate que, senti uma força vinda de dentro, forte, inevitavel, um jacto que me rasgava o interior do sexo e, num urro, despejei dentro de ti o acalmar do meu desejo.
   Foi o culminar dessa bela noite em que um beijo levou a situaçoes de imensa alegria, intenso desejo, um serenar de corpo e alma. Sao estes acontecimentos que fazem a nossa paixao manter-se acesa por tantos e tao bons anos. E isto, o que somos, que seremos ate que a nossa "luz" se apague. 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Um dia....



    Estavas a meus pes. Fixaste o olhar no vulto que emanava nas calças, gulosa, sedenta de o abraçares nos labios humidos de tesao. Mandei abrir o fecho das calças e desapertares o botao. Cumpriste a ordem, sendo prendada pelo meu penis numa erecçao magestosa. Uma pequena erupçao de liquido doce emanou da tua vagina que estrabuchava de desejo. Avidamente enterraste o membro na boca, fugosa. A tua mao direita batia mexia nele enquanto a esquerda te masturbava. Um estalo forte veio trazer-te a realidade. Nao te tinha mandado circundar o clitoris nem acariciar-te. Agarrando-te na cabeça, ajudei-te a enterrar o falo dentro da boca.Sufucavas mas ao mesmo tempo a tesao subia em flecha. JA tinhas o chao por baixo de ti humido dos humores que saiam constantemente , desejosa de qq parte do meu corpo introduzido nela, em contraçoes lindas de se ver. Os labios da mesma estavam inchados,  rosada e aberta acabava num grelo inchado tambem de desejo. Larguei-te a cabeça e por defesa tiraste-o da boca, babado da tua saliva, parte por o teres enterrado na garganta, outra parte de prazer por la o teres. Como boa e lasciva mulher que es, adoras o membro  bem enfiado dentro de ti.
    Agarrei-te pelos cabelos e fiz-te deitar na cama, abrindo-te as pernas, mergulhei com a boca numa lambida brutal. Muito te movias, esperneavas ou tentavas, tinha as pernas agarradas com as minhas maos, limitando-te os movimentos. Pediste para parar ao que respondi com uma dentada no labio direito que te fez hurrar mas nao ter menos prazer. A minha cara estava deliciosamente molhada do mel que escorria por ti abaixo. O proprio olho trazeiro, piscante, brilhava ao ser banhado por tanto mel que deitavas. As pernas ja tremiam de excitaçao. Parei e convidei-te para um cigarro.
     Apos o cigarro, beijo aqui, palmada ali e a chama estava novamente acesa. Enfiei entao dois dedos na tua maravilha rosada e possui-te com eles vigorosamente. Mordias o braço  para nao gritar e"ajudei-te" introduzindo mais dois. A tua loucura nao tinha fim. Gritavas que o fizesse com força, que te rebentava, agarravas na minha mao e tentavas meter mais para no segundo seguinte a tentares retirar um pouco para logo depois a tentares enfiar mais. Louca como nunca. Querias vir-te e tentavas de tudo. Claro que nao deixei. So te vinhas quando eu quisesse.
      Pus-te de 4 e abria tua traseira. Saltavam a vista o olho fatalmente desejado ainda a piscar e a vagina que chamava por mim com contraçoes ligeiras. Tu propria te mexias para tentares aliviar um pouco o formigueiro no sexo. Com a lingua serpentiei entre o grelo e o trazeiro. Tentavas que o contacto, em especial da barba, fosse mais forte,jugando o corpo de encontro a minha boca que te lambia cada pedacinho de toda a traseira. Ao mesmo tempo batia nos montes trazeiros que se me ofereciam e que te dava ainda mais tesao. Ate que enterrei tudo de uma vez  , arrancando-te um uivo de prazer. Uivo de cadela no cio, de submissa e masoquista pronta a ser desventrada para prazer do seu Dono e Senhor e proprio. Davas-te sem freio, gritavas, gemias,engolias o que te dava e torcias o corpo na procura de o sentires em varias regioes internas. Ate que te vieste ruidosamente, chamando-me Dono, dizendo seres a mulher ordinaria do teu Dono, que  tudo no teu corpo era meu e para te pussuir com muita força. Assim fiz, enterrei o mais forte que consegui, a ponto de te deitares na cama sem forças. Mas ai, agarrei-te no cabelo, puxei-te para cima e cavalguei-te como nunca, a medida que sentia que me vinha a força aumentava e depois de te agarrar fortemente no cabelo e dar-te uma chapada dolorosa, larguei-me todo dentro de ti. Era tanta que saia por ti, ja dorida. A tua alegria era muita, tinha-te tido asperamente e tinhas tido a alegria do teu Senhor toda em ti.

Amo-te  

domingo, 8 de janeiro de 2017

ALGO PICANTE (LITERALMENTE)



    Hoje combinamos usar as nossas "novas instalaçoes". Onde ainda se passa algum frio mas que tem enorme potencial, depois de tantas alteraçoes feitas e outras poucas por fazer. Deitamo-nos, conversamos e fumamos enquanto o aquecedor fazia a sua funçao.
    Uma musica começa a tocar acompanhando a limitaçao que ia exercendo sobre ti com cordas, que comotudo nesse novo ninho esta ainda mal extruturado. Tudo a seu tempo. Quandoachei que estavas bem presa (dentro do possivel), pus-te a venda e levantando-me, observei-te. Bela, com alguns tremores (que dizias ser frio), mas ao mesmo tempo o magnifico sorriso que antecede cada momento que pensas ser diferente. Sempre temos algum pormenor e hoje tinhamos mesmo. Pormenor que transportei da cozinha sem que visses. Que dedilhei no teu centro de prazer, pouco, muito pouca quantidade, mas que te aqueceu ao infinito: Um frasco de picante, forte. Mas antes ainda sofreste com o chicote nas pernas e barriga, umas quantas chicotadas, sendo que uma, a ultima, devido anao estares bem presa te motivou um urro por te ter apanhado mal. A interrupçao e um abraço
preocupado foram suficientes para que nao fizesse muita mossa no teu "interesse". Afinal era so um começo. Uns carinhos na vagina, acompanhados por algumas palmadas mais fortes depressa te fizeram esquecer esse pequeno precalço e os teus movimentos e gemidos mostravam que estavas a caminho de algo. Parei com as palmadas. Era hora de ensaiar o que pensara previamente.
   Deitei sobre os teus bicos umas gotas do tal picante, nao tendo da tua parte reaçao. Depois sim, quando um dedo sujo por esse belo tempero acariciou o clitoris, nao voltaste a ser a mesma. Ardias em pensamento mas nessa alturamuito mais fisicamente. Contorcias as pernas, a tua vulva nao parava quieta, perguntando insessantemente o que tinha posto em ti. Respondi calmamente, piripiri. Claro que isso nao te descansou e queixaste-te que queimavas. Nem esperava outra coisa, era essa a intensao. Verifiquei ainda a cor da tua intimidade que nao mostrava grandes alteraçoes. Belo, nao havia alergia, podendo entao seguir o plano. Esqueci-me de contar que, connosco, a entrada do quarto entrou tambem uma garrafa de agua para qualquer eventualidade.
    Debrucei-me entao deleitado por tantas e tao sensuais manifestaçoes de incomodo sobreo teu peito e lambi os bicos,retirando esse picante para a minha lingua. Era esse o plano. O meu corpo descia pelo teu, lingua sempre actuante,ate chegar ao clitoris que, ao sentir o trepidar dela, inchado e sensivel, fazia tentativas de se desviar. A lingua continuou a descer e subir sobre a zona e os dedos penetraram em ti. Claro que existiam residuos de picante neles que te queimavam tambem por dentro. Ai entraste em loucura, mesmo presa, as tuas pernas subiram o quanto puderam de encontro a minha boca.Nao recusei, tirei os dedos apertando-te com ele as nadegasfortemente e a lingua substituio-os. Deliraste, gemias, as pernas foram quase levadas ao  limite da exaustao, oteu desespero pela minha boca era como se um orgasmo continuo se tratasse. Nao querias que saisse dali, precisavas dela, da boca para te saciar, aliviar desse ardor. Verdadeira luxuria que se me deparava e nao aguentando, penetrei-te abruptamente, feroz, animal, procurando saciar o teu e o meu desejo. Momentos de loucura alucinada se seguiram ate a explosao mutua. Deitamo-nos cansados, exaustos mesmo, com as maos dadas conversavamossobre o que antes se passara. O pior e que continuavamos atiçados e, apesar de tentares dissuadir-me, mergulhei novamente entre astuas pernas, nao sem antes passar os dedos pelos liquidos que de ti saiam e tos desse a beber.
    Depois, ja mergulhado sobre ti, novamente senti o desespero da tua necessidade da minha lingua. Uma vez mais as tuas pernas suportavam o teu corpo, a força que exercias era enorme, jugando o sexo mais e mais de encontro a minha boca na procura insana do prazer que a lingua te dava. Apos muitos gemidos de prazer, estado altamente alucinado, um orgasmo "enorme", temporalmente sem fim, intensidade maxima, ate que te quedaste sem força. Ai ficamos alguns minutos sem falar, perdidos no que viveramos recentemente, cada um com os seus pensamentos mas, certamente, ligados, cumplices e desejosos  de uma reediçao de algo tao bonito e devastador.
   

domingo, 20 de novembro de 2016

SONHO OU REALIDADE 3 (Final)



....continuaçao

    A tua mao depressa incidiu mais fortemente no meu membro pulsante, a medida que o teu entusiasmo reanimava. Insaciavel, aquele pequeno período de pausa foi suficiente para revigorares e retornas mais ciosa, mais entusiasmada. Agarro-te no cabelo e puxo-te para cima, enquanto na mao que me acaricia e puxo e torço, de maneira que o teu braço encosta as costas. Ficas imobilizada olhando-me, meio assustada, mas com expressao selvagem, de desejo incontido. Deito a cabeça no meu colo novamente, com o braço na mesma posiçao e passo a arranhar-te as costas com as minhas unhas da minha mao livre. Serpenteias, a dor dos sulcos que te faço na pele nao e inferior ao prazer sentido. Gemes, queixas-te mas relaxas. Passo as unhas em diversas direcçoes, desenhando nas tuas costas uma obra prima traçada a finos riscos. A garrafa de alcool, que apanhei na mala da porta, e despejada e espalhando o alcool pela minha mao. Urras,gemes, queres mexer-te mas sem sucesso. Estas alucinada. As tuas pernas, apesar da situaçao ser incomoda, apertam-se uma contra a outra, "esmagando" o teu sexo inchado e molhado. Estas transtornada, dorida, desejosa de te vir. Por fim largo-te e de um salto vais para o teu lugar, olhas para mim masturbando-te, ganhando com isso mais uma estalada. Nao contente, continuas a masturbaçao mais incisiva, obrigando-me novamente a te agarrar e voltar-te, ficando tu com o peito encostado ao banco.
Depois de verificar que teimosamente a tua mao continua a tocar-te, passo a bater-te no rabo. Palmadas surgem seguidas. Ja nao te tocas. Tentas evitar as palmadas mas isso so faz com que leves as mesmas com mais força. O teu rabo esta encarnado e quente. Maravilhoso a vista incentiva-me a bater-te mais. Ja me doi a mao quando paro e tu choras. Passei novamente a mao na tua vagina e estavas tao molhada que pensei teres tido mais um orgasmo. Ri-me e,antes que secasses, passei para o teu banco e enterrei com todas as minhas forças em ti... Um grito animalesco sai da tua boca, o que me incentiva a manter a cadencia, rapida e forte. Ja uivavas, o teu corpo vinha de encontro ao meu, aumentando sempre a profundidade, mexias a cabeça enlouquecida ate que a ergues, sai da tua boca uma especie de grunhido, retesas o corpo e cais sobre os teus braços. E a minha altura, mais duas ou tres estocadas que te empurram e expludo dentro de ti. Estavamos acabados naquela altura. Era hora de ir-mos para casa, tomar um banho e comer qq coisa. Repor energias para, quem sabe, continuar  por mais algum tempo tao intima relaçao.  

SONHO OU REALIDADE 2

Continuaçao

      -No carro o silencio era gritante. Olhei-te e mais uma vez admirei o teu corpo esbelto, naquelas calças pretas de pele, na blusa preta que tanto gostas, o peito ainda arfava e a inquietude da tua postura deixava no ar o desejo da concretização do que interrompi.
      -Chegados ao cafe, mandei-te sentar, caminhavas ainda com alguma dificuldade e fui fazer o pedido. Reparei pelo canto do olho que esfregavas a mao uma na outra e apertavas as pernas. Sorri. Bebemos o cafe e saimos na direcçao do carro novamente. Segui por uma rua pouco habitual e mandei-te despir. Ias argumentar qq coisa mas um estalo na cara calou-te e embora chorosa, obedeceste. Encostei o carro a berma e puxando de um saco que se encontrava no banco traseiro, prendi molas nos bicos do peito, a volta dele e no teu sexo, nos labios, reparando estares molhada. Entreguei-te o vibrador e mandei-te masturbar. Ias resistir mas lembrei-te no que a ultima recusa resultou. Baixando a cabeça começaste. Chegaste o banco atras e mandei-te inclina-lo um pouco. Falaste qq coisa sobre as pessoas poderem ver-te nua, naqueles preparos. Como era noite, sabia ser dificil isso acontecer, ate pelas ruas por onde passaria, mas querendo mexer contigo, mandei-te por a venda e disse que isso era comigo. Recomeçaste a masturbaçao a que assistia deleitado, conduzindo devagar ate um cruzamento que sabia por vezes haver gente. Fui aproximando do mesmo, esperando o sinal passar a verde e quando tal aconteceu acelerei um pouco. A tua masturbaçao continuava e os gemidos ja eram muitos. Puxei as molas dos peitos. Um esgar de dor e um grito surgiram na altura mas a tremideira nas pernas nao havia meio de desaparecer, mostrando o fim estar proximo. Tirei a tua mao do vibrador que estava sob o clitoris e encaminhei para os bicos do peito. A mola fazia o efeito requerido em contacto com o batimento forte do vibrador, acalmando mais uma vez as tuas ansias. Tirei as molas dos labios da vagina, dessa vez abrindo-as o que mesmo assim nao te livrou de um certo incomodo.massajei-te a zona e recomeçaste a responder.
Excitada como estavas, um toque bastava para reacenderes o fogo que havia em ti. E eu num suplicio de desejos.
O meu sexo palpitava ao ritmo acelerado do meu coraçao. Mas continuei a judiar-te.Cada gemido teu era um prazer.
     - Parei o carro em frente a casa, protegido pela vegetaçao. Possivelmente, nem te apercebeste onde estavamos tal era o teu estado. Agarrando-te pelo cabelo, encaminhei-te na direçao do meu sexo.Precisava sentir o contacto quente da tua boca.Ao mesmo tempo introduzi a mao em ti, 4 dedos que foram recebidos com ansia, enquanto a tua boca percorria o meu membro na totalidade, aquecendo-o mesmo por sobre a calça que envergava. Os movimentos da mao dentro de ti, tiveram o efeito desejado pelos dois.A tua boca abraçou como pode o meu falo enclausurado e a minha mao ficou cheia do teu doce liquido que brota ao ritmo dos teus longos e sonoros gemidos. Caiste sobre mim de peito, mas agarrando o meu sexo suavemente, enquanto tentavas acalmar e regular a respiraçao. Pensei para comigo que tinhamos começado muito bem a noite. Que ainda era uma criança. Queria fazer dela a mais longa e louca noite ate ali vivida.


   Continua.....

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

SONHO OU REALIDADE

Sonhei....Sonhei que te olhava nua, despida de roupa e preconceitos, desejosa de mim...de prazer....de ser explorada das mais vis e ousadas maneiras. Que a tua pele estava arrepiada, nao de frio, a casa estava quente, nao de medo, estavas confiante e desesperada, mas de uma ansia incontida. Ansia de sentir nas minhas maos o calor que o meu coraçao continha, o fervilhar do meu olhar no teu, o impeto incontido do meu corpo em direcçao ao teu, machucando o teu franzino e belo corpo, massajando as costas assim como o peito, introduzindo maos e sexo nos teus humidos orificios de prazer numa orgia sem fim de sensaçoes.
    Umas molas embelezando o teu corpo nu na frente, a cera pingando sobre as molas, criando uma crosta quente que te aumentava a dor da pele repuxada mas em simultaneo te tiravam a razao pelo prazer morbido sentido.
O chicote arranca-te sadicamente mola a mola, a cera que em simultaneo voa do teu corpo para o chao, parede, espalha-se pelo comodo, enchendo todo o lugar de pequenas manchas de cores variadas.
Claro que depois desse tratamento, remato o mesmo com uma escova de aço sobre a sensibilidade gritante da pele recem maltratada arrancando gritos de ti, amarrada a nada pela tua vontade de me/te servir, amarras fortissimas e inultrapassaveis. Apos toda essa tortura, a vez de te dar carinho... Adoro que te esvaias no teu liquido que bebo sequioso, liquido que e provocado pela minha lingua e boca ao incidir sobre o teu centro de prazer, inchado, sensivel. A lingua passa na tua fenda molhada em direcçao ao anus que pisca. E maravilhoso ter as tuas pernas abertas, sentir o odor doce do teu corpo. A erecçao torna-se incomodativa mas nao quero que o saibas e concentro-me mais no teu corpo, procurando esquecer a vontade que tenho no momento de aliviar essa tensao insana.
     As tuas pernas tremem na medida que a lingua vai trabalhando no local na altura mais necessitado. Nunca e o mesmo, procuro-o e encontro. A explosao do teu corpo parece inadiável mas....duas dentadas nos labios do teu sexo fazem-te gemer de dor e desespero, cortando assim o que parece inadiavel. Ficas triste e revoltada o que me alegra, me excita mais, se possivel e continuo  que abruptamente interrompi.
      Noto que te contens, desvias a tua atençao para outro lugar longe...nao pode ser, entao e os teus gemidos e movimentos que tanto me atraiem? Uma palmada forte no teu sexo desconcentra-te e voltas a sentir a lingua sinuante em ti, mais uma vez te contorces e o liquido interior flui com maior intensidade. Mais uma vez estas la, o orgasmo mais uma vez parece inadiavel mas...quero castigar-te pela desfeita de tentares contrariar o teu Mestre e Senhor. Interrompo quando o teu momento esta quase, quando o teu coraçao parece rebentar e mando-te vestir para irmos beber um cafe... Consegui que ficasses furibunda...Dizes-me que aquilo nao se faz, nao se interrompe o caminho para o orgasmo daquela maneira. Sorrio-te e dou-te duas fortes palmadas no rabo. De seguida insisto calmamente para te vestires, acrescentando o depressa. E uma tarefa dificil para ti que, com a tremedeira, mal te tens em pe. Divirto-me por dentro, mais uma vez te olho e desta vez, alem de te achar maravilhosamente bela, juntas a essa beleza natural a atrapalhaçao de quem tem dificuldade em se controlar, a cara maravilhosamente triste que o desespero da necessidade do orgasmo impedido te deu. Sorris-me forçadamente e dizes-me estar pronta. Beijo-te e saimos.

Continua

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Atrás

Hoje foi diferente. O medo do sexo anal ha muito e um problema. Nao tens muita vontade de entregar algo tao bonito, algo que me faz ficar transtornado de desejos, algo que por tanta dificuldade em obter se torna numa obsessao.  Decidi ser este o dia.

      -Dei-te a escolher a posiçao, embora Dominador quero que aprendas os prazeres do sexo anal e nada como decidires como queres ser sodomizada. Talvez por esse gesto as coisas tiveram outro sabor. Nao que tenhas tido prazer, mas o facto de estares confortavel de lado, deu-te confiança para uma brincadeira, estranha e saborosa. Tambem o facto de brincarmos um pouco antes te tenha deixado relaxada e bem disposta. A minha submissa/esposa, evolui calmamente, vai gostando do que da e faz, nao ha pressas nem coaçoes. Talvez para muita gente seja estranho esta preocupaçao da minha parte mas, quando se tem uma mulher nas maos ha 4 anos, sendo nos da geraçao de 60, tendo a nossa personalidade feita, sendo que quando a conheci ela nada sabia de BDSM, nao ha nada facil nessa procura de a levar ao meu (nosso) mundo. Tudo tem que ser tratado com pinças, obtendo sempre algo mais mas, na calma, na boa, na conversa, sem pressa. Nao e o mesmo que ter alguem  que conhece o mundo e sem um dificil passado. Mas tambem e tudo muito mais agradavel. Cada conquista e tirada quase a ferros. Ha o pormenor de que, quando esta enraizado, nada a faz mudar de opiniao. Demora tempo a absorver, aceitar e gostar, mas quando tal acontece, o caminho e sempre para a frente.


     A historia...

        - Brincadeira por baixo dos lençois, provocaçoes varias, apertoes fortes, corpos quentes, promessas de uma noite bem conseguida. A temperatura subia, as caricias tornavam-se mais ousadas, umas palmadas e chapadas no teu corpo e a humidade habitual no teu centro de prazer....
    De repente digo-te que quero a parte de tras, faço-te varios elogios a ela (sinceros e verdadeiros) e faço entao a pergunta referida no texto: - Que posiçao queres? De 4, deitada de costas ou de lado?.
 Respondes que de lado e melhor. Compreendo que tenhas medo, um medo fundado, e queres controlar a minha entrada. Nao nego e preparo-te com generosa dose de vaselina.
    A penetraçao começa, vagarosa, sem pressa nem grande entusiasmo. Aquilo deu-te confiança e em vez de um comportamento espectante, algumas mexidas do teu corpo e os carinhos teus no meu corpo em forma de arranhadelas, entusiasmo qb, alguma alegria por aguentares bem a minha entrada. Claro que propositadamente fiquei parado ou quase, esperando o teu corpo habituar-se a minha presença. Apos algum tempo assim, começo a sentir uma maravilhosa pressao na parte final do penis, a entrada nao foi profunda, o teu anel era por ti controlado e obrigado a fechar e relaxar. Aquilo foi espantosamente erotico. Fiquei algum tempo sentindo essa sensaçao estranha, lutando comigo proprio para nao dar azo a minha vontade que era entrar com tudo em ti. O prazer daqueles apertos era enorme e o esforço para nao te penetrar e sodomizar brutalmente foi devastador. Por fim embalamos num vai vem ainda que calmo, com um erotismo muito assinalavel. Os corpos mexendo-se quase como se de um se tratasse aqueceu o meu ser e o orgasmo aproximou-se perigosamente. Ate que por fim algo irrompeu dentro de mim e brindei-te com uma porçao generosa do meu semen. Nao tiveste o teu orgasmo mas, a quantidade de semen que recebeste, a maneira como conseguiste receber e brincar com o meu sexo acho que te preencheu. Acabei, tirei e propus algo diferente mas nao quiseste. Fazendo-me ver que o teu corpo e a tua cabeça estavam em paz, pediste para nao continuarmos. O cansaço tinha chegado e ficaria para outra hora mais qq coisa.


terça-feira, 8 de novembro de 2016

Sufocar o prazer


Ontem,a chegada do emprego, esperavas-me enrolada nos cobertores, cheia de frio, tremente e gelada. Ao teu convite nao consegui resistir e deitei-me, envolvendo o teu corpo no meu, tentando aquecer-te um pouco.
      Nao demorou muito e ja eras fogo, exterior mas ainda mais no interior. O teu corpo roçava no meu, as tuas maos envolviam o meu sexo que crescia ao ser estimulado como tao bem sabes. Tinhamos previamente, ainda durante a tarde, combinado nao haver desta vez brutalidade, o teu corpo ainda sofria das agruras da noite anterior, os excessos faziam-se sentir. Mas e dificil resistirmos  aos nossos instintos animais... A vontade de te bater e inferior a tua de apanhar, de sofrer, tao "viciada" estas na dor que te causo. Mas na tentativa de controlar alguma coisa, combinamos pores-te de lado e assim levarmos a bom porto o que os nossos corpos pediam.Tudo correu pelo melhor, em termos de compromisso ate atingires o teu (1º) orgasmo. O pior (ou melhor) foi depois. Os movimentos do meu corpo continuaram ritmados dentro de ti e tudo corria bem ate que, gulosa, retorcias o teu.
Nesse momento, perdi o controlo que com muito esforço tinha tido e o animal saltou para fora, juntando-se ao teu. Entao foi uma sequencia de brutalidades saborosas que a certo ponto deram num aperto com as duas maos no teu pescoço, sufocando-te ao mesmo tempo que soltavas o teu prazer e um estalo, percutor dos nossos orgasmos.
      Rimos, queixaste-te que agora te doia a cara mas, com um sorriso levantaste-te e foste servir-nos um lanchinho. Vale a pena esquecer um compromisso e quase desfaleceres nas minhas maos quando o resultado e a nossa satisfaçao .  

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

"NOVAS FERRAMENTAS"

      -Apos algum tempo de interregno, problemas varios surgiram na vida social, eis que estamos de volta e com novos apetrechos. As saudades eram muitas dos nossos momentos, desejos ao rubro, inovações eram necessárias. Afinal, e de evolução e superação que vivemos.
      - A umas luvas foram acrescentados uns parafusos pontiagudos, excelentes para fazer festinhas e dar palmadinhas. Os riscos que fazem na pele e os orificios na mesma sao um deleite para a minha vista e um prazer para a minha Rubicat. Soberbo ver  o sexo da minha sub direito a minha cara quando "incentivada" pelas luvas nas pernas. A humidade que emana junto com os gemidos, suponho que de prazer e dor,e deliciosamente cheirosa, doce, declaradamente esperando por ser degustada. Mas ha mais..... Ha sempre mais.
       - Uma escova adaptada com meia duzia de caricas, nao so e excelente para "raspar" como para "calcar", produzindo uns lindos circulos recartilhados por todo o corpo. Os sons que saiem da sua boca dizem o quanto a satisfaz ser  assim martirizada.
        -  Uma palmatoria com mais parafusos pontiagudos e excelente para bater nas nadegas, nas pernas e raspar as verilhas. O prazer da minha Rubi e de tal forma que pede para parar, esta impedida de gritar. Infelizmente nao estamos sozinhos. Claro que tinha de fazer mais um brinquedo. Uma roda de bicos caseira, bicos afivelados que penetram a carne a mais leve pressão.
        -Uma noite de intensos e morbidos prazeres que vivemos com a alegria do recomeço, com a força adolescente da paixao e o Sadismo/masoquismo da maturidade que a idade nos da.
         - Para ultimo ficou um  cunnilingus magistral, cheio de tensao sexual mutua, muita entrega, alguma tortura muitas emoçoes. Um orgasmo longo, silencioso e tumultuoso corporalmente antecedeu uma penetração funda, dolorosa, intensa. Cara tapada por uma almofada e alguns gemidos abafados depois, orgasmos simultaneos, ardentes, vazando-te finalmente, limpando a tua cabeça, vazando o copo que transbordava.

         - Podes ainda nao ser a escrava que desejamos mas es, ha muito, a mulher que eu precisava como companheira e amiga. Perfeita esposa, magnifica submissa sexual. Estarei sempre a teu lado, protegendo-te, massacrando-te, amando-te. Porque me das a possibilidade de me completar completando-te.

domingo, 30 de outubro de 2016

Garagem inspiradora 2



      Acabados o cafe e o cigarro, logo nossos labios se uniram num lascivo e sufocante beijo. O meu "sofrimento sexual" era agora quase insuportavel. Abri o fecho das calças e puxando para fora o falo molhado e rijo apontei a tua boca que provocante se fechava, nada que um estalo bem assente nao resolvesse. Invadi com furia a tua garganta, fecundando a tua boca como se da vagina se tratasse, nao ligando a tua dificuldade em respirar. Tinha estado contido muito tempo, agora precisava usar-te em meu proveito. A tua boca escorria baba, ganhando por isso a tua cara mais uns estalos. O meu prazer estava quase a dar em ejaculaçao e ainda nao queria. De repente tirei-o da tua boca. O cansaço que sentias reflectia-se na respiraçao. Puxei pelas tuas pernas forçando-te a deitar de costas para cima. Tentas-te mexer-te para fugir, provocando-me e ganhaste umas fortes  palmadas  no rabo, forçando-me a agarrar-te os braços para que nao te protegesses. O instinto animal estava presente em todo o seu explendor. Desististe de te proteger e soluçavas pela dor das palmadas que te dava. Interrompi e a mao deslizou para entre as tuas pernas saindo de la molhada. Dei-te a lamber e olhaste-me trocista. Retirei-te do meu colo prendendo-te por uma perna que atei e estiquei, prendendo. Depois fiz o mesmo com a outra, deixando-te novamente completamente aberta. Prendi os teus braços um ao outro e a parede. Novamente estavas a minha disposiçao. Dessa vez pus duas almoçadas a cercarem a tua cabeça. Os gritos que saissem eram abafados por elas.
        - Fiz uma nova inspecçao a depilaçao, agora junto ao anos e encontrei mais uns pelos que foram lentamente retirados. Refilavas num choro ligeiro. Levantei-me e agarrei no chicote e no plug. Preenchi o anus de vaselina e enfiei o plug no anus. Tive que dar uma bombada para que ele se mantivesse dentro de ti, pois tentavas expulsa-lo. Ainda esta dificil para ti o uso dessa parte do teu corpo.
         - Levantei-me e comecei um periodo de chicotadas sem grande força. Era um aquecimento para te preparar para algo mais invasor. Permanecias impavida. Larguei o chicote e a cera passou a beijar o teu corpo, aquecendo-te a alma. Os gemidos surgiram e ate uns urros quando desceu pelo teu anos e vagina.
          - Dei mais uma bombada, enchendo mais o teu traseiro.Fui ate a tua orelha e beijando-a e mordendo disse-te uma frase que queria dita por ti, quando precisasses que parasse e começou entao uma sessao de fustigação na tua pele, brindando as tuas costas e nadegas com varios pequenos cortes. Foram varias, muito penetrantes...O sangue  em alguns rasgos na tua pele ja emanava. Choravas mas nao usavas a palavra. Estavas a esticar os teus limites. Resolvi entao entrar no teu jogo e fui buscar alcool para te "massajar" nos sitios mais "danificados". Enlouqueceste. Gemias, urravas, soluçavas mas nada da frase. Resolvi entao usar o chicote de uma so ponta, aquele que temes, e ao fim de 10 chicotadas finalmente disseste o que queria ouvir . Parei de imediato com o chicote, estavas muito marcada e voltei a passar alcool. Tremias e gemias, contorcias o corpo alucinada. Parei e tirando o dildo, penetrei a mao na vagina humida ate quase ao pulso numa investida. O vai vem era vertiginoso, nao paravas de gritar e gemer, mexer o corpo dentro dos limites que as cordas te permitiam ate que o orgasmo chegou, novamente fulminante. Agora era eu que tinha perdido a lucidez e retirando as tuas amarras, levantei-te pelo sexo, pondo-te de 4, penetrei a tua vagina completamente encharcada e segurando-te saia e entrava ferozmente.Talvez animada pela minha fogosidade, reuniste umas ultimas forças e tambem tu arremessavas o teu corpo para mim. Gemidos e frases lascivas saiam agora das nossas bocas ate que mais uma vez explodiste em mais um orgasmo. Dessa vez, acabado o teu, o meu corpo em tensao soltou-se e, num urro senti que todo o meu penis foi percorrido por algo fortissimo que o meu corpo expulsava. Foi devastador para mim que cai sobre as tuas costas, sentindo unir os nossos corpos e almas num so. Estavas quente, os rasgos em ti eram sentidos pelo meu corpo, desejando eu que o meu suor fosse um balsamo que te curasse rapidamente dessas mazelas. Apos um periodo de quietude,  deitamo-nos frente a frente, olhando-nos meigamente e tu com lagrimas nos olhos soltaste um amo-te e adormeceste nos meus braços.

Garagem inspiradora 1



      - A noite estava tristonha, a chuva rala, algum vento penetrava nas telhas desalinhadas da garagem que agora era nossa nova companheira de desejos.
       -Mandei-te despir e deitar, prendi-te braços e pernas, e abri-te qual franga, escarranchada, tendo o teu sexo completamente ao meu dispor. Uma imagem inebriante, entre as tuas pernas um clitoris inchado e um brilho liquido que brotava dentro de ti. Mais abaixo, piscava o teu anus, como que num convite silencioso.
       - Tive que desviar a atençao de tao tentadoras e apelativas tentaçoes. Tinha uma missao e queria cumpri-la. Em conversas anteriores, confessaste que o meu "tratamento" era o remedio ideal para afastar os teus males, toda a tensao que acumulas com problemas e banida pelas sessoes. Como neste momento o "copo" estava muito cheio, era o momento de me apropriar de ti e exorcizar todos os males que te tinham invadido.
        - Um beijo, um amo-te, a venda posta e a boca tapada por uma sobre uma mordaça e a acçao começou. Varias molas morderam-te mamilos, mamas, barriga, labios vaginais e uma que apertava o clitoris. Um pormenor, as da barriga e mamas eram percorridas por um fio.
         - Um stick dedicou-se as tuas pernas, com força moderada, avermelhando levemente toda a zona. Ate agora, mantinhas-te mais ou menos impavida e serena. Sorri, nem sabias o que irias viver.
 O stick parou e fui fazer uma inspecçao a depilaçao que te tinha ordenado. Claro que alguns pelinhos apareciam e assim......resolvi completar a limpeza com uma pinça, puxando devagar 5 ou 6. Ai sim, o teu corpo extremeceu e fez uma tentativa frustrada pela amarraçao, de se desviar. Ouvi um gritinho de frustraçao e mais uma  vez sorri. Entretanto, de dentro de ti, fluia mais do teu saboroso mel. Puxei para o lado as molas dos teus labios e fui beber um pouco desse tao apreciado licor. Procurei com a lingua o mais fundo que pude, secar-te. Mas era impossivel. A saida era constante e deixei que os labios voltassem a posiçao inicial. Dirigi-me as velas que aguardavam acesa, a cera ja bastante diluida e agarrando em duas, pinguei sobre a pele agarrada pelas molas, formando uma capa que cobria parte da mola e da pele. Pontos lindos de se ver. Os bicos ficaram cobertos por uma camada generosa. No teu corpo o desenho que te fizera com as molas e o fio, era agora mais saliente. Interrompia em alguns sitios pelos movimentos possiveis de teu corpo provocados pela queda da cera quente. Gemidos abafados saiam no pouco espaço que tinhas entre a fita da boca e a mordaça. Cada vez tinha mais vontade de te violentar, de preencher o teu interior, de sentir o desespero das tuas unhas e dentes na minha pele, mas por ora, eras tu o alvo. E quanto mais tarde te penetrasse, mais prazer sentiria. O sexo quase saia das calças, tal o desejo.
       - Tirei as molas do clitoris e labios vaginais e dedilhei a zona suavemente...arquiaste, gritaste e gemeste, o corpo tremia te e penetrei dois dedos fundo em ti. A tremideira nas pernas foi crescendo e, quando vi que o orgasmo estava eminente, agarrando no fio, puxei com firmeza e rapidez, arrancando todas as molas do teu corpo. Gritaste, mesmo com a boca tao tapada, o urro foi animal, a respiraçao alterou-se ainda mais, o corpo nao parava e os meus dedos voltaram para dentro de ti violentamente. Segundos depois, o teu orgasmo, ejaculado, brutal, extraordinario, espasmos no teu corpo todo, uma infinidade de tempo que contemplei estarrecido...As minhas cuecas foram testemunhas do prazer que senti...o meu sexo babava de excitaçao.
        -De repente, tudo parou. Foste vencida pelo cansaço e o teu corpo quedou-se inerte, sem forças para se mover. Tirei a venda,tinhas os olhos fechados. Retirei a fita e a gag...beijei-te com ternura,correspondendo tu pela primeira vez desde o orgasmo. livrei os teus braços e pernas das cordas, que cairam como que sem vida na cama. Respiravas com serenidade agora, calma, com o sorriso mais lindo que existe. Fiz um cafe para nos e ajudando-te a sentar, fumamos um cigarro.



Continua.....

terça-feira, 13 de setembro de 2016

UMA REALIDADE ADIADA



    - Como quase sempre, a seguir ao jantar, dirigia a caminho do cafe conversando sobre banalidades do dia a dia mas ca dentro magicando a nossa noite. Sim, queria uma noite muito especial.
     - O cafe bebido e um pouco de conversa depois, entrada no carro e, uma estrada nunca por nos percorrida. Achaste estranho e questionaste. Dei-te uma desculpa qq, entreguei-te a venda, mandei por e entreguei-te um vibrador. Ordenei que levantasses o vestido e mandei-te masturbar. Continuei a conduzir e de vez em quando vergastava-te as pernas. Estavas em altas, gemias baixinho, ate que refilaste sobre a dor que sentias. Parei o carro e pus dois prendedores nos bicos sem cuidado nenhum...Assim saberias o que era dor. Mandei que continuasses a masturbaçao e o carro voltou a estrada. Claro que passados momentos ja te ouvia gemer e amaldiçoar os prendedores e as vergastadas que continuavam. Parei o carro e meti uma coleira no teu pescoço. apertei varias vezes as pernas ao que respondias com gritos de dor, mas continuavas a masturbar-te. Mandei que ficasses no carro como estavas e sai do mesmo. Dei a volta abrindo-te a porta, puxei pela coleira e deitei-te no capot do mesmo. Sentiste a temperatura causada pelo motor e queixaste-te. Como sabia ser suportavel, em vez de aliviar, carreguei mais nas tuas costas e foste obrigada a encostar mais ao capot. Foi maravilhoso, dessa vez, alem da temperatura ainda tinhas os prendedores a fazer força no capot e um chicote a bater-te nas nadegas. Gritavas e mexias-te de um lado para o outro, mas como estavas agarrada, nao saias do sitio. Achei por bem de repente parar as chicotadas e forçando-te mais para baixo, entrei todo em ti.
Os gritos de desespero anteriores transformaram-se em prazer, prazer alucinado pelas dores que tinhas sentido e sentias ainda e pelo meu sexo todo dentro de ti, num vai vem brutal. De repente parei, tirei para fora e as chicotadas voltaram. Mais uma vez tentaste fugir e, estando excitado, mais fiquei quando te torci e colei-te literalmente ao capot, entalando os teus pes nas minhas pernas. Choravas, gritavas mas, impiedosamente continuava a fustigar o teu lindo e carnudo rabo que mesmo no escuro se notava mudar de cor. Interrompi por algum tempo as chicotadas para sentir o calor do teu rabo nas minhas maos. Acalmaste com o contacto e agora serpenteavas. Achei que ainda nao tinhas tudo o que precisavas. Entao mandei que ficasses na posiçao que estavas e fui buscar umas cordas ao carro e umas braçadeiras com que te prendi os braços. Depois prendi a corda as braçadeiras e estiquei os braços para a frente, prendendo a mesma a roda da frente. De seguida abri-te as pernas e atei um esticador as mesmas e recuei. Estavas maravilhosamente sexi, aberta, esticada, o sexo brilhante "sorria" para mim, deslumbrantemente humido e brilhante, as pernas sensuais apoiadas nos sapatos de salto alto, as mamas esmagadas no capot e os prendedores a sairem um de cada lado, torcendo-te os bicos... Um quadro magico. Tanto assim que o meu penis pingava de desejo. Mas nao iria ainda finalizar aquilo que tao bem tinha começado. Um stick ainda esperava no banco de tras, "ansioso" por entrar em acçao. Nao quis que esperasse mais. Alguns afagos começaram a beijar-te a pele, entrecurtados com toques mais fortes...Dançavas como podias, gemias, uivavas por vezes, os ruidos sucediam-se mas tambem as pernas começavam a ficar brilhantes pelo liquido que escorria do teu centro de amor...contraias-te no carro, roçavas todo o corpo pelo mesmo. abri-te as pernas e besuntei o teu anus com muita vaselina. Nao iria penetrar-te mas foi o suficiente para te inibir o prazer. O anus ainda e um assunto a tratar. Embora o entregues, como todo o corpo, nao te sentes confortavel. Mas resolveu o problema que era aproximares-te perigosamente do orgasmo. Assim ficaste mais calma e deste-me possibilidade de continuar as caricias sem que pudesse acontecer o teu orgasmo. Entao as minhas maos entraram em acçao, os dedos dentro da tua vagina e a outra mao passeava pelo teu rego, nunca entrando no anus mas passando la muitas vezes. Os dedos dentro de ti produziram os seus efeitos e voltaram os gemidos e gestos que tanto aprecio ver e ouvir, volupia e entrega. Acelerei os movimentos e o orgasmo começou a manifestar-se atraves dos tremores das tuas pernas. Claro que parei, ainda nao queria, apesar de ja demonstrares algum cansaço, inclinando-te de um lado e de outro procurando aliviar a força em cada perna.
    - Tirei as cordas, o esticador das pernas e mandei que te sentasses no chao. Como era terra, achaste estranho. Mas obedeceste. Introduzi o penis na tua boca e iniciei um vai vem progressivo que terminou com o teu sofoco numa altura em que enfiei o maximo que conseguias engolir e fiquei parado dentro da tua boca. quando tirei de ti arfavas, faltava-te o ar e vendo-te aflita ri... Sabia que a excitaçao estava a mil, e a tua respiraçao ia normalizando. Mandei-te deitar de quatro no banco, com as pernas de fora. O teu olhar brilhou e apressaste-te a cumprir a ordem. Com certeza pensaste ir acabar o calvario e que iria finalmente penetrar-te ate ao orgasmo, mas nao era essa a minha ideia. A chibata voltou a açoitar-te a novamente gritavas, tentando mexer-te sem resultado. NAo te deixava sair da posiçao. Depois, quando me cansei de chibatar, enterrei tudo em ti e o teu corpo reagiu jogando-se como pode de encontro ao meu. Ao mesmo tempo iniciei uma massagem nas tuas costas, daquelas que te arrepiam. Claro que os gemidos aumentaram, claro que o orgasmo vinha a caminho e, agora tambem o queria...Precisava de sentir o teu e de seguida ter o meu. Queria que sentisses quanto te desejava em formato de ejaculaçao. Entao tres ou quatro estocadas depois, um grito e os testiculos, pernas,minhas e tuas, banco do carro, foram brindados com o teu orgasmo. Grande quantidade de liquidos emanava de ti, o primeiro numa ejaculaçao e depois num cair continuo, ate caires para dentro do carro sem força. Dessa vez agarrei em ti, puxei para mim e, entrando com força, estoquei-te ate sentir correr no meu sexo algo que me pareceu como uma explosão, que ao passar atraves do sexo parecia querer alarga-lo. Algo pujante, doloroso mas extremamente prazeroso. O fim de algo lindo e maravilhoso, algo que teria todos os dias caso o tempo permitisse.

   

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

SURPRESA



    Conto

   Sai um dia dizendo-te ir trabalhar, quando antecipadamente tinha tirado folga no emprego. Envergava a farda de trabalho, tudo normal. Despedi-me de ti e dirigi-me ao carro, entrei e conduzi como normalmente, quando o que sentia dentro de mim nada tinha de normal. Era fogo, tesao sem fim, esperava ardente pelas consequencias do meu plano.
    Parei o carro longe da tua vista, ja tinhas ido para os teus afazeres e vesti umas calças pretas, camisa preta, luvas de cabedal e um gorro na cabeça. Fechei a porta do carro e dirigi-me a casa com todo o cuidado para que nao me visses, pois aquela hora ninguem estava acordado nas redondezas. Aproximei-me devagar de casa e, protegido pela escuridao que ainda se fazia. Vi-te na cozinha acabar os afazeres e dirigires-te a casa de banho, fechando a porta atras de ti. Sorrateiramente entrei em casa, fui em direcçao ao quarto e calcei uns sapatos com um salto maior, comprados sem saberes. Tinham 8 centimetros em todo o pe, para maior estabilidade.
    Preparei-me a porta da sala para te agarrar quando viesses da casa de banho. Queria apanhar-te de costas desprevenida. A altura ja era diferente e queria que ficasses com a ideia de maior diferença. Queria assustar-te e fazer-te sentir impotente perante o meu tamanho.
    Ouvi a porta abrir e preparei-me... Quando entravas, agarrei-te voltando-te de costas, um braço pelo pescoço e uma mao afundada nas tuas costas, imobilizando-te. Um grito foi abafado pela mao enluvada que te apertava a boca...mao que tentaste morder, sem sucesso. Levei-te na direcçao do quartinho, previamente preparado, e chegando la, vendei-te com um pano e atei-te os braços selvaticamente...ainda te dei dois estalos para te mostrar que nao estava a brincar. A tua revolta deu lugar a um choro conformado. Adorei. Estavas, naquele momento Dominada. Atei pernas e pes juntos, com brutalidade. Queria manter-te na duvida. Seria o teu marido ou um simples violador? Seria alguem que conhecias? Assim pensei nao conseguires discernir.
     Apos pernas bem atadas e braços tambem, olhei a beleza que se me deparava e senti vontade de te beijar. Mas nao era o momento. Ainda nao. Aquele dia tinha que ser diferente. Como estavas nua, vinda do banho, resolvi ver como estavas entre pernas....Ok, uma humidadezinha ligeira. Nao estava mau. Era sinal de muita confusao na tua cabeça mas tambem alguma chama. Juntei braços e pernas, fazendo as tuas pernas ficarem perpendiculares a cama, deixando-me o rabo a vista e a vagina espreitando timidamente por entre as nadegas, tendo do anus a visao total. Uma varguinha que nao conhecias desatou a lamber-te a pele, devagar e compassadamente ao principio, passando a um ritmo e força maiores com o decorrer do tempo. Choravas mas ao mesmo tempo ,pequenos gemidos que tentavas conter soltavam-se misturados. Um sonho para os meus sentidos. Entre pernas agora tudo estava muito mais brilhante do teu tao apreciado humedecer enquanto as pernas e as nadegas ruburizavam em pequenos sulcos, num quadro de uma beleza e sensualidade sem igual. Por vezes dizias um nao mas, para te dissuadir dava com mais força, mostrando que quanto mais revoltasses, mais sofrimento sentirias. Assim foste aceitando a dor e relevando-a, dando lugar a um prazer que nao escondias, fosse com movimentos sensuais fosse por escorrer o teu sumo nas pernas ou por gemidos de profundo extase. Quando te vi tremente das pernas parei, ainda nao queria que o teu prazer, se era isso, explodisse. Fui fumar um cigarro longe de ti  e fechei a porta por tras de mim para que pensasses abandonar-te. Espreitei pela janela e vi que te esforçavas por desprender, mas era tudo em vao. Sorri e fui acabar o cigarro calmamente.
    Quando voltei a entrar, fui a cozinha e trouxe gelo, um pepino, chantilly e os fosferos. Antes de abrir a porta da sala, fui em busca de alcool e dirigi-me a sala. Ate chegar a ti ainda peguei uns coutos de velas. Mais uma vez contava que nao tivesses certezas em relaçao a quem te estava a usar.
    Assim que me sentiste perto praguejaste e pediste para te soltar. Doiam-te as pernas e tinhas os braços dormentes. Embora me custasse, fiz orelhas de mercador e forcei a entrada do pepino na tua vagina mais humida que nunca. Urraste e como gostei, enfiei quase todo e tirei 4 a 5 vezes. Depois disto desatei a corda que te unia pernas e braços mas mantive as outras, ficando tu numa posiçao mais confortavel mas presa na mesma. Despejei chantilly pelo teu corpo, passando o spray por diversas zonas como sejam mamilos, vagina, umbigo,cintura e boca. Passei a lamber cada pedacinho e chupar e morder, tudo isto ouvindo a tua volupia, contida, e sentindo o teu sabor misturado com o chantilly. Depois disso, acendi dois coutos e derramei pingos de cera em cima das partes mais mordidas ao que respondeste com tentativa de saltos, resmungavas que ardia e eu serenamente...despejava mais....era delicioso.Depois da cera despejada, agarrei num cubo de gelo e passei-o nas zonas quentes.Desvairada serpenteavas como podias, gritavas, estavas possessa...mas tambem bastante lubrificada.Achei por bem passar o gelo no teu clitoris tambem...mais movimentos corporais e palavras menos corretas para comigo....entao enfiei tres dentro da tua vagina...nao sei o que sentiste mas ai dobraste-te para a frente e pareceu-me que aflita. Foi magnifico. Deixei que molhasses a cama toda mas ao meso tempo o cabedal das luvas ainda calçadas massajavam o teu clitoris.. nao deve ter sido facil para ti. Nao paravas quieta e eu divertia-me muito.
as ao mesmo tempo desejava-te cada vez mais. Entao, ja pronto, tirei-te as cordas das pernas e, abrindo-tas a força, enfiei tudo de uma vez..Estavas gelada, apertada, foi como se te desvirginasse outra vez. Gritaste forte, bati-te, estavamos ambos excitadissimos. Podia ver pelas tentativas dos braços e maos que arranhavam a colcha, que e te soltasses irias agarrar-te a mim como uma tabua de salvaçao. Enterrei vezes sem conta, o teu prazer estava no auge e eu fazia de tudo para nao me vir. Ate que gritaste, tiveste varias convulsoes e o climax aconteceu....nada e igual quando estamos juntos mas, o que me deste nesse dia, o jacto que saiu de ti, jamais esquecerei.. Eram gemidos e convulsoes esgotantes, acabaste quase desmaiada...Mas ainda queria o meu, na tua boca. Endireitei-te, meti-me em cima da cama contigo sentada, enfiei o penis na tua boca e penetrei-te como se na vagina estivesse. Engasgos e afliçoes depois, recebeste o meu orgasmo, os meus jactos que te encheram a boca e que engoliste alguma parte mas nao conseguiste tudo, espalhando-se pelos teus peitos. Foi magnifico, apressei-me a soltar-te e tirar-te a venda ja contigo agarrada a mim. Olhaste-me e disseste " Foi maravilhoso tudo o que me deste...Soube desde cedo seres tu mas tive o que nunca sonhei."

domingo, 7 de agosto de 2016

Cadela Kaya

Para a minha adorada cadela.

   -Um dia disse-te que preferirias o masoquismo ao carinho. Nao estava enganado. E um prazer ver as transformaçoes que tens tido, a evoluçao como submissa/masoquista. Enfrentas desafios dificeis para quem esta formada, para quem viveu 50 anos de sexo banal, para quem quase desconhecia o meu mundo e do pouco que sabia, abominava. Es a minha obra-prima, hoje posso confirma-lo. Foste levada a ser aquilo que eu precisava, porque estava dentro de ti. No fundo o unico merito que tive foi de te mostrar o "teu" modo feliz de viver. Tudo o resto estava em ti, ao qual somaste o amor e dedicaçao que me devotas. Claro que ainda nao foi atingido tudo, mais dificuldades se avizinham, mas o caminho percorrido valeu a pena. O meu sadismo ja o alimentas com pedidos por vezes surpreendentes. E que bater-te, por-te a pele rubra, fazer-te gritar, e a melhor refeiçao sexual que posso ter. Hoje bato-te sem precisar arranjar castigos. A sessao ja se divide totalmente em maus tratos (sadomasoquismo) e se, por acaso ainda estiveres "em pe", entao tens o sexo, cada vez mais arisco, duro, que tu tambem mais aprecias...Em especial a lingua. E que o cunnilingus, nao e so um exercicio de lingua, as maos apertam as tuas pernas, dando-te dores horriveis e os dentes mordem tambem todo o teu maravilhoso e humido sexo. Como resultado tens orgasmos ruidosos, desesperados que, por norma, somados a "1ª parte" rebentam contigo. Mas se, por algum acaso, estas naqueles dias de ninfomaniaca, entao uma boa "canzana" resolve a situaçao, quando de quatro te esforças por nao cair, onde gastas as poucas forças que te restam.
Invariavelmente ou quase, tambem eu tenho o meu orgasmo, pois felacios e masturbaçoes que se intrometem de quando em vez juntos com as tuas manifestações deixam-me deveras excitado e por outro lado conversamos e confessaste o teu desejo de seres sempre banhada com ele...Algumas vezes, devido ao teu extremo cansaço, sou eu proprio que executo esse acto e te brindo com o resultado por todo o corpo, mas na maioria es tu a provocar, com satisfaçao estampada no rosto.

    - Por outro lado, sensaçoes relativamente novas vao-se somando, as massagens (por vezes dolorosas) estao a fazer-te arrepiar nesse masoquismo crescente, excitam-te o corpo, nao a alma que acalma, preparando-te ainda mais para as sensaçoes extasiantes do prazer final. Isso ja nao falando da privaçao de ar, a qual ja "pedes" oferecendo o pescoço e deixando cair os braços. E outra sensaçao que o tempo e o habito foram maturando, sendo que, por vezes entramos no limite do desmaio sem que aconteça, sendo coadjuvados pelas chapadas com força crescente na tua face que cada ves mais sao percutor do teu magistral momento de exaltaçao sexual.

   - Alem de todos os "predicados" como submissa/masoquista, devo tambem enaltecer a tua habilidade em tudo o que me fazes. Tremores que nunca senti, vontade de te esganar quando me e impossivel por meios normais retardar um orgasmo extraido pelas tuas maos ou boca ou as duas em simultaneo... Confesso adorar quando essa dedicaçao me faz sentir por momentos despojado do meu instinto sadico, dando lugar a um prazer descoberto contigo. Se no principio o regeitava por ser Dominador, hoje quero-o tambem. Afinal, sou um homem, amo-te mais que tudo na vida e tenho direito tambem ao meu gozo. Nao serei menos Dominador ou Sadico por aproveitar o prazer que me das nem tu menos submissa por o fazeres. Somos amantes, casal louco por sexo, sempre desmedido, sempre transcendente. E na vida real, somos um casal que se respeita, ajuda e adora.