quarta-feira, 20 de novembro de 2019

No restolhar das folhas (II)

(sábado, 20 de agosto de 2016)


- Um cigarro?
Devo ter emitido algum som inaudível porque voltaste a perguntar...
- Sim. Obrigado... Posso retirar a venda?
- Não!
Endireitei-me no banco e quando me preparava para baixar o vestido...
- Quero-te assim...aberta para mim...
Quando afastava de novo as pernas senti o cigarro perto da minha boca...
Agarrei-o e encostei a cabeça no assento... de vez em quando encaminhavas a minha mão até ao cinzeiro...
Foram momentos de silêncio entre nós... sentia no meu rosto a brisa suave da noite que entrava pela  janela do meu lado... provocando-me arrepios deliciosos... continuava quente por dentro e o meu sexo pulsava... não fazia a mínima ideia onde estávamos... lá  fora apenas o cantar dos grilos...
Ouvi a porta abrir-se e passados alguns instantes estavas a abrir a porta do meu lado...
- Sai!
Deste-me a mão e depois de fechares a porta atrás de mim fui voltada e encostada  ao capô do carro... uma das tuas mãos pressionou as minhas costas... enquanto a outra me afastava as pernas... e de seguida senti os teus dedos entrarem dentro de mim... com a impetuosidade na ponta dos teus dedos foi impossível não soltar gemidos que cortavam o silêncio da noite... entreguei-me completamente às tuas arrebatadoras carícias... esqueci tudo à minha volta... apoiei melhor os braços sobre o carro e empinei o rabo afastando as pernas o mais que pude... estava tão molhada que já escorria entre pernas... as minhas pernas tremiam...
- Não quero que te venhas já!
- Não aguento mais... - murmurei entre gemidos...
Se continuasses a masturbar-me daquela maneira o meu orgasmo viria... estava quase... só mais um pouquinho...
Uma palmada forte nas nádegas trouxe-me à terra... outra palmada e outras se seguiram... não consegui conter as lágrimas e os primeiros soluços surgiram... paraste...
As nádegas ardiam muito... e os seios doíam sobre o capô devido à força que tinhas feito sobre as minhas costas...
Era tanto o desconforto agora que nem parecia ter estado à beira de um orgasmo momentos antes... Só queria voltar para dentro do carro... o fogo das minhas nádegas contrastava com o frio que sentia...
- Volta-te!

Endireitei-me e apesar do tremor sentido nas pernas voltei-me para ti devagarinho.
Envolveste-me nos teus braços... que sensação deliciosa... a tua mão desceu sobre os meus rins e começou a acariciar-me as nádegas... suspirei... encostei a cabeça no teu peito... já não sentia mais frio... as tuas carícias geravam gemidos meus... a rigidez do teu sexo contra a minha barriga despertou de novo os meus sentidos...
Aos poucos o meu corpo ganhava vida... as carícias nas nádegas misturadas com alguns apertões já me faziam ferver por dentro...
- Faz-me vir...  - murmurei baixinho.
Colaste a tua boca na minha num beijo de língua tão longo e apaixonado que me convenceu que irias atender ao meu pedido e acabar como meu suplício...
Como estava enganada...

No restolhar das folhas (I)

(segunda-feira, 15 de agosto de 2016)


As 23 horas aproximavam-se... Sentada na sala esperava que chegasses a qualquer momento. Olhei de relance para a malinha que estava a meu lado. Não sabia o que estava dentro dela porque foi preparada por ti antes de saíres. Apesar da minha curiosidade resisti à tentação de a abrir... Aquele mistério à volta dela preencheu a minha mente ao longo da tarde mas respeitei a tua ordem.
- Esta mala não é para abrir!
Durante os meus afazeres domésticos passava por ela algumas vezes imaginado o que poderia conter...
A minha roupa também tinha sido escolhida por ti... vestido preto curto, salto alto e sem calcinha... pintada e de coleira posta... aquela que eu aprecio muito pois tem as tuas iniciais...
Os meus pensamentos foram interrompidos pela chegada do carro...
Saí de casa e ao entrar no carro fui agarrada pelos cabelos e recebi um beijo arrebatador que me deixou sem fôlego...
- Tudo bem?
- Sim - respondi baixinho...
Coloquei as mãos sobre o regaço e olhei em frente quando colocaste o carro em andamento...
A noite estava linda. Apesar de não haver lua o céu estava estrelado...
Senti a tua mão apertar com força a minha coxa... e na quietude da noite mergulhei num jogo nocturno de suposições...
Aquele caminho que percorremos levou-nos ao nosso café...
Ao sair do carro ajustei o vestido na tentativa de o tornar mais comprido...
Ao entrarmos no café senti alguns olhares sobre nós... numa comunidade pequena não é muito usual ver uma mulher de coleira... ligeiramente incomodada mas orgulhosa fui encaminhada por ti em direcção a uma mesa... Agora sim estava bastante atrapalhada... sem calcinha qual a forma correcta para me sentar com aquele vestido tão curto? Fiquei estática frente à mesa... Notaste a minha atrapalhação porque vieste em meu auxílio... colocaste-te atrás da cadeira e só assim eu sentei-me...
Juntei as pernas e enquanto puxava o vestido uma vez mais foste buscar os cafés...
Para descontrair puxaste conversa sobre as nossas tardes, enquanto bebíamos o café e fumávamos um cigarro. Foi uma conversa banal... aparentemente  estava calma mas um tremor ou outro nas minhas mãos denunciavam o meu nervosismo fazendo-te sorrir...
- Vamos?
- Sim - Apesar da firmeza na voz estava a fervilhar por dentro...
Sentada já no carro ouvi a porta de trás abrir e apercebi-me que estavas a tirar algo da misteriosa mala... Quando te sentaste à frente colocaste a venda no meu colo...
- Coloca a venda!

Arrancaste com o carro e enquanto colocava a venda pensamentos inquietantes passaram em tropel pelo meu espírito...
Levo uma palmada forte na parte interior da coxa...
- Afasta as pernas e masturba-te!!!
Apesar do receio de ser vista por alguém não me fiz de rogada e acatei de imediato tão deliciosa ordem.
Calmamente recostei-me no assento deslizando um pouco o corpo para baixo...
- Começa puta!
Devagar abri as pernas o mais que pude ficando o meu sexo completamente exposto... Com uma mão coloquei o clitóris a descoberto. Apesar da humidade existente entre pernas, fiz questão de levar os dedos da outra mão à minha boca...  fiz alguns movimentos de vai e vem... imaginando o teu sexo...
Eu sei o quanto adoras esta imagem... mesmo privada da visão adivinhava o teu olhar sobre mim... A excitação cresceu... deslizei os dedos molhados e introduzi-os dentro de mim... uma sensação óptima tactear a quentura do meu interior...
Enquanto friccionava o clitóris imaginava a tua língua... me lambendo... sugando, mordiscando, provando...
Impulsionei o corpo mais para a frente para sentir melhor a pressão dos dedos dentro mim, sem de estimular e esfregar o clitóris...
- Fode-te puta!
Gemia de prazer a cada esfregadela... tirei os dedos da vagina e escancarei ainda mais o clitóris para melhor fricção... acelerei os movimentos... gemendo... Espasmos vaginais e aquele delicioso calor entre pernas eram prenúncio de um orgasmo... não hesitei e fui em busca dele...
-Pára!!!
Levei uma forte palmada no meu sexo... doeu bastante... a excitação e a vontade de me fazer vir aumentou... retomei os movimentos...
-Pára já!!!
Desta vez foram duas palmadas mais fortes... parei... respirei fundo para acalmar aquele fervor...
Só então me apercebi que o carro estava parado...
- Um cigarro?
Devo ter emitido algum som inaudível porque voltaste a perguntar...
- Sim. Obrigado... Posso retirar a venda?
- Não!

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Rapidinha

(quarta-feira, 8 de junho de 2016)

Por motivos vários, na véspera estava ligeiramente "aborrecida" contigo... nada que um diálogo a dois não resolva. Só que esse diálogo adiei para a manhã de segunda-feira. Mas antes, de madrugada, senti o teu corpo encostado ao meu... o teu sexo rígido deambulava à entrada da minha vagina... Claro que, a qualquer momento, estou sempre pronta para te receber... e sem mais demoras entras em mim... agarrei-me à almofada e deixei-me embalar pelas tuas investidas... cada vez mais intensas...
Mas o facto de estar "aborrecida" fez com que apenas, em silêncio, te servisse naquela hora. Era contraditório  para  mim estar "aborrecida" e ao mesmo tempo ceder àquele prazer que me levaria a um orgasmo se não me controlasse... Estava bastante lubrificada quando o teu orgasmo chegou... Adoro estar sempre pronta e disponível para ti... o facto do meu orgasmo não acontecer não me tirou todo o prazer que senti durante a penetração assim como o prazer de te servir... voltámos a adormecer... encostados...
Toda eu era desejo... no meu pensamento almejava que a manhã chegasse depressa para podermos  falar sobre o que se tinha passado na véspera... e aí... Ahhh... aí iria reivindicar o meu orgasmo!
Quando a manhã chegou e junto veio um longo beijo apaixonado atrevi-me a reclamar pelo meu orgasmo...

De imediato me viras de costas, agarras-me pelos cabelos e arrastas-me até ao sofá da sala... Reparei que a janela já estava aberta e o receio de  ser  surpreendida ou ouvida provocou alguma ansiedade em mim... Ainda tentei chamar-te a atenção para isso mas já tinha sido atirada  sobre o sofá... vestido levantado ( habitualmente não uso cueca) e penetrada de rompante... Esqueci a janela... a tensão e o desejo toldaram-me a razão... gemia e gritava a cada estocada tua... apoiei as mãos sobre o sofá,  dobrei um pouco os joelhos e empinei as nádegas para melhor te receber... A fêmea que se agacha para receber o seu macho... Naquele momento não existe romantismo pois os instintos animais falam mais alto e tudo é selvagem...  tomas posse do que é teu por direito... para prazer meu... 
O meu orgasmo chegou... rápido mas brutal... extenuante... com as pernas trémulas sentei-me... sentaste-te a meu lado...ambos ofegantes ainda... sorrimos... felicidade plena...
Uma rapidinha não é romântica mas é divertida e com sabor a aventura...
Os estímulos eróticos estão na própria adrenalina da rapidez daquele momento, o risco de sermos surpreendidos aumenta a tensão e a excitação, dispensando quaisquer preliminares...
Adoro ser surpreendida assim por ti...

domingo, 17 de novembro de 2019

Dias Surreais ( Última Parte)

(terça-feira, 3 de novembro de 2015)


Devagarinho levas-me para a cama... é tudo o que eu mais desejo naquele momento... sentir-me abraçada... e o teu abraço forte, aos poucos... acalma o meu corpo e traz-me a paz que só encontro no teu colo...
Baixinho falaste:
- Vamos fazer uma pausa...

Após uns aperitivos, café e um cigarro, peço-te as "minhas cordas"...
- Tens a certeza?
- Não...  - respondi.  Mas gostaria de tentar...
Preparaste as minhas cordas... dirigi-me até elas... encostada à parede, de costas para ti e pernas ligeiramente afastadas... aguardei...
As primeiras chicotadas surgiram... nas nádegas e costas... levemente... apenas para aquecer...
Tudo bem até aqui... mas assim que as chicotadas começaram a ser mais fortes... gemia de dor e as pernas cediam... voltava a erguer-me,  agarrando-me firmemente às cordas... mais uma série de chicotadas fortes e as pernas voltaram a ceder...
Não foi preciso pedir-te para parar... voltei-me para ti e um longo beijo de língua aliviou a tensão daquele momento...
Olhei para as velas de aromas... olhei para ti e perguntei:
- Queres experimentar as velas que comprámos?
Em silêncio pegaste uma... como nunca tínhamos experimentado aquelas, estiquei o meu braço para testar a sua temperatura... Apagaste a vela e caíram os primeiros pingos... sorri para ti... e de novo voltei-me de costas e agarrei-me às cordas...

Senti a tua mão a acariciar-me... um pingo primeiro... outro e mais outro...
Respirei fundo.... Sinto então já a cera escorrendo pelas costas... Nunca pensei que aquelas velas conseguissem me proporcionar tanto prazer... a cera descia... deslizando... aquecendo a pele no seu caminho... e em sentido oposto o meu corpo era percorrido por deliciosos arrepios... os meus gemidos de prazer fizeram-te continuar... e a cera já deslizava em várias zonas das minhas costas... e quando chegava às minhas nádegas... puro êxtase...
Enquanto foste buscar a outra vela virei-me de frente... quis oferecer-te os seios... uma zona sempre muito desconfortável para mim... mas eu queria tanto que experimentasses ali também... e as maravilhosas sensações continuaram... nos mamilos erectos... escorrendo pelo peito e barriga... gemidos e arrepios... um misto de dor e muito prazer...
A minha humidade escorria pelo interior das coxas...
- Vem!
Acompanhaste-me até ao chaise... e deitaste-me de costas sobre ele. Baixaste o colchão da cama e sentaste-te... com as velas do teu lado... puxaste o chaise para ti, colocaste os meus pés sobre a cama... afastaste as minhas coxas e eu fiquei ali... completamente aberta e exposta para ti...
Senti o calor da cera sobre o meu sexo... fechei os olhos para me deliciar com aquele calorzinho tão bom... escorrendo pelo clitóris... contorcia-me com aquele prazer... aos poucos o meu sexo ficou coberto de cera... E como ela não esfriava logo... o prazer era prolongado...
A tua mão quente pressionou a camada de cera... que sensação fantástica... se estava quente por fora... queimava por dentro... 

Pegaste no stick e começaste a dar pancadinhas leves... e eu abria mais as pernas para as receber...
Alternavas umas mais fortes... a cera era arrancada... juntaste outro stick e durante algum tempo brincaste com o meu sexo...
Quando dei por mim já tinha as pernas levantadas e o teu sexo entrando fundo...  movimentando-o lentamente... depois acelerando o vai e vem... o meu corpo era projectado para trás com a impetuosidade dos teus movimentos... Eu já gritava... as minhas unhas fincaram-se no teu peito... o meu orgasmo não demorou muito... acompanhado de tremores... calores... gritos... e um alívio enorme chegou... o coração parecia querer saltar do peito... as minhas pernas estavam trémulas...
Debruçaste-te sobre mim... peito com peito... boca com boca... língua com língua...
Nem me lembro como me levantei... sei que a seguir fui jogada sobre a cama... e fiquei de quatro... e já me estocavas com força... finquei as mãos sobre a cama e empinei as nádegas para te receber melhor... agarraste-me pelo cabelo... puxaste a minha cabeça para trás e cavalgaste sobre mim...
Cada estocada tua arrancava gritos e gemidos de mim... impossível não chegar a um novo orgasmo daquela forma... a enfiares com aquela força, a bateres-me no rosto... eu perco  a noção de tudo... apenas te sinto dentro de mim... tudo o que fazes em mim... e eu completamente entregue... não existe sensação melhor que estar entregue a ti... subjugada e cavalgada com tamanha loucura...
Os nossos orgasmos chegaram em simultâneo...e as minhas pernas acabaram por ceder... deitaste-te e puxaste-me para ti... e assim ficámos, em silêncio... até os nossos corpos acalmaram...

Dias Surreais ( Parte II )

(domingo, 1 de novembro de 2015)


Preciso que páres... sinto o meu orgasmo muito perto... preciso parar... sair de cima de ti... Assim pensei, assim fiz... saltei de cima de ti e dirijo-me a um dos postes da nossa cama... agarro-me a ela e começo a balançar o meu corpo... convidando-te para esta dança...


De imediato te colocas atrás de mim... agarras-te também ao poste e o meu corpo é empurrado contra ele... faço força e empurro-te com as minhas nádegas... baixo-me e vou esfregando-as de baixo para cima no teu corpo... sinto o teu sexo rijo... isso me agrada muito... surgem as primeiras palmadas... leves... puxas-me pelo pescoço e sinto a tua boca no meu pescoço... sinto a tua respiração acelerada... afasto a minha cabeça e sou de novo prensada contra o poste... afasto as pernas e agacho os quadris... sou penetrada dessa forma... à força... várias estocadas que me alucinam... sei que se continuasses o meu orgasmo chegaria... mas tu afastas-te... sais de dentro de mim... Não sei o que pretendes... não virei a cabeça para saber... continuei no poste, arfante... expectante...
O teu chicote faz contacto com as minhas nádegas... estremeço e grito a cada chicotada... vais alternando entre as nádegas e as minhas costas... perco as forças nas minhas mãos e as pernas cedem um pouco... O meu corpo está dorido...
Começo a pensar que não vou conseguir aguentar mais tempo... quero o meu masoquismo... preciso dele...Há alturas em que  a minha relação com a dor  é maravilhosa... O teu sadismo alimenta e sacia o meu masoquismo...   ambos partilhamos as nossas afinidades... mas neste momento a dor que sinto não me é prazerosa...
O chicote parou... respiro fundo...


Sou encaminhada até ao chaise longue... de joelhos no chão e peito assente sobre ele, as minhas nádegas são de novo fustigadas... não consigo controlar as emoções... fico exasperada com a dor... impossível conter o choro...
De novo sou assaltada por pensamentos negativos... estava tudo perfeito até agora... mais uma vez sou atraiçoada por mim mesma... Detesto que isto aconteça... porque razão não sou constante?... Se tenho plena consciência que sou masoquista ( e demorou tanto tempo até eu assumir essa nova faceta minha ), porque razão não sinto a dor sempre da mesma forma... São momentos de perfeita harmonia e outros,  momentos de pura tortura...  Não é nada bom eu estar a pensar enquanto me chicoteias... Puxa... quero aqueles momentos em que a dor me leva para outra dimensão...  o meu corpo dança ao sabor e ao ritmo das tuas chicotadas...   extrais de mim sons  de prazeres sublimes... onde desafio o teu sadismo com um sorriso...




Quebrei... não consigo conter os soluços... abandono o corpo...
À minha volta o silêncio impera...
As chicotadas pararam...
Devagarinho levas-me para a cama... é tudo o que eu mais desejo naquele momento... sentir-me abraçada... e o teu abraço forte, aos poucos... acalma o meu corpo e traz-me a paz que só encontro no teu colo...
Baixinho falaste:
- Vamos fazer uma pausa...

sábado, 16 de novembro de 2019

Miminho para a Pink Poison

Aqui ,bem em mim

Dizem que debaixo de pele, bem fundo, estão as nossas emoções, diz o povo chinês, que a verdadeira massagem consiste em deixar a pessoa negra, porque tem que chegar às nossas emoções… 
Eu já levei uma “tareia” dessas e a verdade é que cheguei ao carro e desatei 
a chorar sem motivo aparente.
Mas com o amor…

Sim, o nome de uma canção, uma letra de uma canção, apenas mais umas entre milhares que falam de amor. 
Ter alguém no sangue, ter alguém em cada suspiro, em cada olhar, ver-te com o canto do olho e querer-te. 
Ver-te com os meus dedos de olhos fechados, saborear cada centímetro de pele que tens. Para me entranhar, para estar debaixo da tua pele. 
Na tua mente que voa longe, lá naquele sítio escondido que apenas alguns conseguem alcançar...


Autora: Pink Poison

https://mundopinkpoison.blogspot.com/





Instintos..uma reflexao




    Subjugaçao ou nao

   -Na natureza, nas espécies animais, ha sempre quem mande, um(a) líder, sendo o(a) responsável pelo bem estar do grupo, tomando decisões, protegendo, ensinando e reproduzindo.
   -Esse animal mantém a ordem no grupo, mantendo a hierarquia e em consequência, a harmonia. Cada elemento tem a sua função que desempenha confortavelmente.
   -Na nossa espécie, na família, também era assim. O homem fornecia o alimento, procriava e protegia a família, a mulher fazia as refeições, cuidava do lar, tinha filhos e educava-os, preparava-os para a vida adulta. Isso mudou, a nossa sociedade deturpou as leis da natureza, mudou os nossos instintos.Hoje na nossa sociedade, as mulheres têm por motivos económicos de trabalhar ao lado do homem, os filhos sao desacompanhados (falta de tempo útil para os mesmos) e somos escravos de uma sociedade que dizem de igualdade, sem o ser. Como pode haver igualdade quando numa mesma funçao ha disparidades de ordenados? Quando pode ser igualitária quando a mulher nao pode engravidar quando quer com medo de perder o emprego? Como pode ser justa quando os filhos andam ao abandono porque o tempo dos pais e exíguo quando mais sao precisos?
E os nossos instintos? Neste momento, homem e mulher so têm um, o de sobrevivência, sendo que, as únicas preocupações sao dar um tecto a familia e alimenta-la. Com maior ou menor ostentação, sao essas as primordiais preocupações.
   - Pela minha experiência de ja alguns aninhos, os nossos instintos animais mantêm-se dentro de nos, so que os colocamos num lugar tao escondido que muitas vezes nem nos lembramos deles se nao forem despoletados por alguem ou situação de vida.
   Quantas mulheres nao dariam tudo para cumprirem o papel de maes e esposas integralmente? Nao tenho a veleidade e dizer todas porque nao e verdade. Mas muitas, se se deparassem com essa situação nao olhavam para trás. Quantos homens nao se sentiriam seguros e compensados no papel de macho tradicional que, chegando ao fim do dia levava o alimento para casa, sentido-se confortável no seu lar, na companhia e mulher e filhos? Claro que, como sao instintos, poderão os papeis serem trocados (menos o de procriar), porque ha homens e mulheres cujo instinto e inverso. Com certeza alguns e algumas leitores(as) consideram esta opinião machista, retrograda, antiquada. Mas os instintos vivem connosco desde sempre, sempre os tivemos e as mudanças que a sociedade nos impos, castraram-nos.
   -Aqui chego ao BDSM.
Os verdadeiramente adeptos, os que nao se aproveitam desta forma de viver para terem relaçoes fáceis, compreendem o que escrevo. Ha nuances nesta forma de viver, submisso ou Senhor nao tem a ver com género mas sim com os primitivos instintos.
   -Ha sempre as duas faces da mesma moeda. Quantos Dons ou Dommes nao haverá por ai, que sonham com o desempenho próprio da sua escolha? Quantos escravos(as), submissas(os) nao desejariam cumprir um papel de acordo com a sua necessidade? Mais uma vez, a parte económica e um entrave, mais uma vez a sociedade que construímos se encarrega de nos tornar infelizes ou pelo menos impede em parte a nossa realização pessoal. Quando temos um poder monetário grande, podemos dar-nos ao luxo de, pelo menos de tempos a tempos, preenchermos as nossas vontades e desejos.
   - Quantos submissos existem na alta sociedade? Pois, bastantes, que devido ao poder económico, pagam a profissionais para que as suas necessidades sejam preenchidas durante algum tempo. Isto sempre num sigilo (talvez com algumas excepções), porque a sociedade condena essa postura e se o individuo se assumisse como tal provavelmente teria repercussões negativas no seu emprego.
   -Os Dominadores com muitos recursos materiais ainda conseguem levar mais longe o preenchimento do seu eu. Podem, porque têm meios para tal, ter um harém de pessoas felizes em o servir, porque assim o desejam e porque têm tudo o que precisam sem procupaçoes. Deixam todas as decisões a outro, no fundo o que ambicionam, com uma so escolha, dependerem. E como isso faz feliz tanta gente.
 
    -Sei que este tema vai gerar diversas reacções. Nao prescindam de comentar porque, nao ha certo ou errado, cada um tem a sua opinião sobre todas as temáticas e gosto de evoluir e conhecer diferentes formas de pensar.

Dias surreais ( Parte I )

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sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Orgasmos diversos

No início da nossa vida a dois, procurava encontrar respostas lógicas para tudo o que o meu corpo e mente sentiam... Acabei por desistir... não vale a pena questionar porque razão sentimos prazer em diversas partes do corpo, porque o meu prazer não existe apenas entre pernas.
Já o meu esposo se tinha assumido como sádico quando eu, aos poucos, fui descobrindo o meu masoquismo. Óptimo! Complementávamo-nos no sexo.


Explicar a razão do meu masoquismo também não consigo e nem estou preocupada com isso. É algo que me dá um prazer imenso e, por vezes, orgásmico.
Palmadas, chicotadas, palmatórias, sticks é algo muito prazeroso para mim. Sei, no entanto, que o meu masoquismo varia muito. Há dias em que estou óptima para sessões porque o meu masoquismo está em alta, mas outros dias existem em o meu corpo não está predisposto para essa prática. Mas como a nossa sexualidade é tão heterogênea, multifacetada e completamente insana, temos sempre alternativas a imprevistos.
Há dias em que, como costumo dizer, preciso ser exorcizada... e após uma boa sessão sadomasoquista, fico em estado de graça, bem por dentro e por fora, apesar de ficarem algumas marquinhas...
Dizem os especialistas que todo o corpo feminino é erógeno. Pelo menos era o que costumava ler à procura de respostas. Sendo isso verdadeiro então qualquer estímulo, carícias ou "batimentos" é precursor de reacções  ou sensações eróticas que nos conduzem a uma excitação tal que se manifestam todos os sinais físicos, potencializando a sexualidade, associados ao clímax. Na minha modesta opinião, diversos estímulos no corpo devem accionar a mesma região do cérebro que o clitóris ou a vagina. O cérebro parece entrar num frenesim tão louco que eu "flutuo" no espaço, mente, corpo e batidas entram em sintonia... uma perfeita melodia, por vezes interrompida pelo esposo, sempre preocupado com o meu estar.


Ele costuma dizer que estou tão calma, apesar das batidas, como se não estivesse neste mundo... daí a sua preocupação  em me fazer regressar à "terra".
 Esses estímulos corporais, no meu caso com diversos instrumentos (chicote, sempre o meu preferido) desencadeiam uma grande lubrificação para além de sentir contracções pélvicas e vaginais... e já vivi orgasmos com batidas bem fortes nas costas (uma das minhas zonas preferidas para esses actos), com batidas repetidas mas mais ligeiras, sobre a vagina. Sem esquecer os orgasmos através da voz sensual do esposo, no meu ouvido ou mesmo com determinadas massagens com o pénis do esposo deslizando e fazendo pressão sobre as minhas costas (a parte direita para aquecimento e a esquerda para chegar ao orgasmo).
Não posso deixar de referir também o estímulo da língua e pequenas mordidelas nos mamilos assim como aquele beijo longo em que a língua do esposo quase que penetra a minha garganta como se de um pénis se tratasse… enfim… estímulos que me deixam à beira de um ataque de loucura, no bom sentido claro!
Tudo isto é como vivo e sinto determinadas situações. Mais uma vez repito que não vale a pena procurar explicações.
O que sei é que não existe um mapa erógeno padrão. Ter espírito aberto e descobrir o nosso corpo a dois é a melhor fórmula para, no nosso caso, vivermos uma sexualidade plena e saudável, por vezes um pouquinho insana.
Como diz um velho provérbio... "de são e louco, todos temos um pouco.

Ontem, visao dos dois

VISAO DOMINOUS

      Após um começo de noite em que escreveste no blog pedaços da nossa vida, fomos para a cama.Tinhas ar cansado e frio. Aninhaste-te em mim e pediste umas massagens fortes nas costas em forma de abraço. Apertei-te varias vezes, massajando as costas e tu parecias-me cada vez mais aconchegada. A tua mao agora massajava o meu sexo, com algum entusiasmo, fazendo-me passar por momentos de alguma força de vontade , impedindo a minha ejaculação. Claro que um aperto mais forte em zonas (ainda) mais erogenas nas costas, um aperto no pescoço que te limitava a entrada de ar ou mesmo massagem no pescoço levavam-te a incapacidade de te dedicares a mim, fazendo um intervalo a estimulação. Controlava assim, ainda por cima elevando a tua libido.
      Apos um ultimo aperto no pescoço, voltaste costas e encostaste em conchinha a mim, metendo o meu sexo entre pernas. Encostaste o meu sexo ao teu anus e brincaste um pouco com ele ali. Brincavas sem introduzir, mas notei estares extremamente lubrificada, o que confirmei com a mao.
Mantinha-me impávido, tinhas pedido para so receber, para nao fazer nada o que cumpri a custo. Sinto o pénis entrar em ti enquanto rebolavas....quanto mais rebolavas mais te penetravas. Uma sensação óptima.
    Abrindo as pernas levaste a minha mao ao teu sexo para te acariciar. Estávamos muito excitados e mais fiquei quando pediste para entrar em ti com os dedos. Fi-lo com todo o gosto e quando te senti próximo do orgasmo, tao entusiasmada, eu proprio tive o meu, preenchendo o teu interior do meu desejo. Noite simples, cheia de sabores.



VISÂO KAYA

A noite estava fria e o frio condiciona um pouco a nossa actividade sexual. Mas já no aconchego dos lençois e o calor que o teu corpo emanava acendeu a chama, a dose certa para me estimular e entrar no clima.
O facto de me encostares a ti e me apertares com força, estimulando as minhas costas com abraços bem fortes e o bem estar que isso me proporcionava foi o clique para desencadear a minha excitação juntamente com o falares baixinho ao ouvido, os teus apertões já extraiam de mim gemidos de prazer, ao mesmo tempo que uma das tuas mãos constatavam o quanto molhada já estava. Claro que aproveitei a ocasião para brincar com o teu sexo, sentir a sua vivacidade e o quão rijo ele já estava, pronto para me arrombar a qualquer momento.
Aproveitei a deixa e voltei-me de costas para ti, apontando o teu sexo em direcção ao meu ânus, abrindo um pouco mais as nádegas, passando uma das pernas por cima do teu corpo. Comecei a rebolar sobre o teu sexo, brincando um pouco, dar-te a entender o que tu mais querias naquele momento e ao mesmo tempo negando esse teu desejo... despertar em ti uma excitação exasperante, uma ansiedade tão grande por algo que almejavas e cobiçavas... segurando o teu sexo, esfregava-o contra a entrada do ânus... e,  continuando a rebolar sobre ele... aos poucos começou a entrar... mesmo a seco, apenas com a minha já abundante lubrificação, a cabeça entrou devagarinho sem qualquer tipo de dor... momento que aproveitei para fazer pequenas contrações que adoraste sentir...
Levei a tua mão até à minha vagina... não pretendia que me estimulasses o clitóris como pensaste... encaminhei os teus dedos para dentro da vagina, bem fundo...
Queria que os teus dedos sentissem o teu sexo no meu intestino.

- Sentes?


Ao responderes-me que sim pedi que os teus dedos me fecundassem ao mesmo tempo que continuava a estimular-te com o ânus... os nossos gemidos se se fundiam, uma melodia de sons e movimentos... sentia que ao ser estimulada daquela forma, o meu orgasmo estava muito próximo... pedi-te para continuares com o vai e vem dos dedos e, como em muitos outros momentos, estou tão excitada e empolgada com a chegada do meu orgasmo, que aquele momento é vivido por mim de uma forma tão arrebatadora que me esqueço de ti... após um orgasmo tão electrizante, intenso e arrebatador, ainda consegui balbuciar... 
- E agora tu?
Fiquei um pouco surpreendida mas ao mesmo tempo senti-me afortunada quando me respondeste:
- Enquanto estavas tão entusiasmada eu tive o meu orgasmo!
Isto, por vezes já aconteceu , infelizmente para mim, que adoro sentir o teu orgasmo mas sei que compreendes que, quando estou tão excitada perco, um pouco, a noção da realidade. Estou tão envolvida, intrometida com sensações tão deliciosas, intensas e prazerosas que não dou pelo teu.

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Gengibre (figging)


Quando o esposo resolveu comprar gengibre fiquei desconfiada, mas ele respondeu que o gengibre trazia muitos benefícios à saúde e poderia ser usado de diversas formas... bom, tudo o que diga respeito a qualidade de vida é sempre bem vindo.
Tinhamos idealizado uma sessão para essa tarde e é caso para dizer que o esposo demorou algum tempo na cozinha enquanto eu, vendada e de 4 sobre a cama, aguardava ansiosamente pelo seu regresso.
Estava de rabo empinado quando senti algo frio encostado à minha vagina, umas palmadinhas nas nádegas e algo a brincar na entrada da vagina.
Então senti que algo me preenchia por dentro ao mesmo tempo que o clitóris estava a ser estimulado também... ainda pensei que fosse um vibrador que funciona nos dois locais ao mesmo tempo mas depressa me apercebi de uma sensação de calor em crescendo... aquele objecto, frio no início, começou a aquecer e de que maneira as minhas entranhas... o toque  e o ardor que sentia no clitóris era espectacular... só dava vontade de me enfiar e esfregar mais... sabem... aquela coceira que vem e só dá vontade de coçar mais e mais??? Pois, essa era a vontade que tinha naquele momento. Estava a ferver por dentro e por fora tal era o meu estado de excitação...  Quando apertava as nádegas involuntariamente devido a uma ou outra chicotada pelo meio, parecia que o gengibre libertava mais suco, provocando maior ardência interna contrastando com o ardor ou dor externa provocada pelo chicote… um efeito deveras interessante…  O esposo começou então a fazer movimentos de vai e vem o que me deixava ainda mais louca e desejosa de ser penetrada, o que veio a acontecer. Retirou o gengibre e enfiou todo o seu sexo dentro de mim... ardendo por dentro o calor do seu sexo veio aumentar o meu desejo de me esfregar e empurrar as minhas nádegas contra o corpo dele... o meu clitóris latejava de tão inchado que estava e aquela quentura não desaparecia... uma prazerosa ardência. Estava alucinada quando, de repente, o marido pega em mim e me vira de barriga para cima, mergulhando o seu rosto entre as minhas pernas... foi um delírio... sentir o calor dos seus lábios e a língua a judiar com o clitóris, saltou-me a tampa... agarrei-o pelos cabelos, empurrando o seu rosto contra o clitóris e esfreguei-me o mais que pude... aquela coceira não passava de maneira nenhuma... até que não aguentei mais e o orgasmo chegou de forma brutal... continuava fervente e posso dizer que foi um dos orgasmos mais picantes que já senti... 


Hoje ainda admiro a paciência do esposo em esculpir o gengibre. Claro que esta experiência se voltou a repetir... mas a primeira vez é sempre a primeira vez...

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Devassidão de um casal insano



É sempre saudável experimentar algo diferente no sexo.
E quando falo de sexo tanto faz que seja na cama, no banho, encostada à parede, bem à bruta, ou à força, como queiram, atirada para o sofá, contra a bancada da cozinha, ou debruçada sobre a mesa ( a nossa é de vidro, não convém muito estar sobre ela).
Na cama podemos dar asas à nossa imaginação pois são diversas, as posições que nos passam pela cabeça nessa altura, ou estar de joelhos, tentando ler um texto enquanto o esposo me estimula de várias maneiras que me faz perder o discernimento e confundo as frases que tento, a custo, continuar a ler, ou deitada sobre a cama de cabeça pendurada, enquanto a minha boca é penetrada e as minhas unhas se cravam nas coxas do esposo,  ou de quatro quando o impacto é tanto que as minhas pernas vão abaixo, apesar de algumas vezes me conseguir aguentar firme, sem falar das vezes que estou a ser chicoteada ao mesmo tempo, ou puxada pelos cabelos ou levando uma palmadas fortes nas nádegas, ou no famoso 69, apesar de, quando estou por cima, com o sexo dele metido na boca,  ao ser tão estimulada por uma língua hiperactiva, tanto na vagina, clitóris ou ânus, eu me perca e apenas consiga balbuciar sons inaudíveis e gemidos sufocados por ter a boca cheia... enfim... são tantas coisas que uma cama nos proporciona... mas fora das quatro paredes também o sexo é alucinante... dentro do carro, sobre o capot, de quatro apoiada sobre o banco da frente, com a porta aberta e rabo ao léu... ou no banco de trás que já nos proporcionou tantos prazeres, e não importa a que hora do dia isso aconteça porque sexo não tem hora marcada ou local mais apropriado... desde que nos resguardemos um pouco de olhares mais atrevidos ou se formos apanhados por alguma operação stop ( só pedimos que a polícia nos dê tempo para ficarmos minimamente decentes), a adrenalina de fazermos algo supostamente "proibido", chocante com um cheirinho a pouca vergonha é algo alucinante e excitante.
Porque não condimentar o sexo com sabores mais exóticos? Algo que nos dê prazer em desgustar e chorar por mais? Situações que nos fazem soltar gargalhadas quando relembramos algumas mais excêntricas, insólitas, extravagantes, sui generis...
Claro que a noite tem sido muito nossa cúmplice mas já aconteceram situações à luz do dia como uma certa vez que perdi a noção do que estava a fazer e só dei por mim a masturbar o marido quando ele parou o carro numa passadeira. Claro que passei por momentos de aflição porque as pessoas nunca mais paravam de atravessar  a passadeira. Mas depois do momento de aflição veio a boa disposição e só nos restou rir da situação insólita.
Tantas coisas boas que o sexo nos proporciona.
Até as nossas idas às sexshops são motivo para nos divertimos. O marido mexe em tudo, o que vale é que algumas pessoas já nos conhecem. Eu sou um pouquinho mais tímida mas nem isso me impede de pedir para ver como as coisas funcionam... sim... precisamos de saber como certos brinquedos funcionam o que leva também os funcionários a se divertirem com as nossas dúvidas e  o nosso à vontade. E então quando se usam pilhas em alguns é vê-los a mexer ou vibrar em cima do balcão ou nas nossas mãos.
Mas também falta mencionar as nossas peripécias em determinadas superfícies comerciais como num vestiário, onde provavas uma t-shirt e não me contive em te fazer sexo oral mesmo sabendo que, a qualquer momento podiam abrir a cortina, ou dar-te para a mão uma escova de aço, uma colher de pau ou palmatória para experimentares em mim num dos corredores, apenas para sentir e saber se aquilo era algo apelativo para juntar à nossa panóplia de brinquedos.
Enfim... sexo continua a ser alimentado por nós mas também sacia a nossa vontade de comer. Ou pelo menos ficamos sempre com água na boca!

Profana tentação

(quinta-feira, 8 de outubro de 2015)




Enfeitiçada... pelo teu sexo
Completamente insana de desejo
Fico alucinada, extasiada quando o aperto
Sinto-o vibrar, estremecer, pulsar
Quente, rígido... molhado
Impossível resistir a tamanha profana tentação
Cresce em mim uma vontade louca
de o engolir  e saciar-me...
Mergulhar na sua lúxuria
Deliciar-me com a sua textura
Inalar a sua fragância animal
Quero brincar, lambê-lo e  beijá-lo
Esfregá-lo nos meus lábios
E ficar toda lambuzada
Saborear o gosto do teu prazer imenso e louco
E embriagar-me com o teu néctar

Certo e errado

(domingo, 14 de agosto de 2016)



O facto de fazeres parte da minha vida veio trazer a ela nuances que desconhecia ou, talvez, no meu subconsciente, algo estaria adormecido.
Antes de te conhecer era feliz... pelo menos eu assim o entendia... mas se tudo estava bem porquê momentos de ansiedade e de uma tristeza profunda? Era difícil superar esta ansiedade se desconhecia a sua fonte. A minha educação sempre foi regida pelo socialmente correcto. Tudo o que saísse desse padrão era condenável e possível ameaça à minha integridade física e moral. Daí, talvez, ter desencadeado em mim, comportamentos defensivos. Como se, a dada altura, acendesse uma luzinha vermelha, alertando-me que estava prestes a enfrentar algum perigo.
Claro que este comportamento defensivo e calculista sempre me ajudou a enfrentar e a superar situações do meu dia a dia... A adrenalina de um desafio mexe com as minhas hormonas...Mas não eram essas situações quotidianas que eu receava... a parte sentimental é que sempre  me apavorou... os sentimentos sempre atrapalhavam... as emoções atrapalhavam... para quem sai de um relacionamento negativo é normal não querer  que a paixão nos cegue de novo...  Eu pelo menos, não queria mais sofrer por amor... sofrer pela ausência... ficar carente...  Acho que aprendi a refrear os meus sentimentos... Nunca me poderia dar ou entregar a alguém a 100%... E durante alguns anos fui feliz à minha maneira... Era dona de mim e do meu destino... As decisões sobre a minha vida eram minhas... Não devia satisfações a ninguém...
Então porque continuavam a existir momentos de ansiedade?... Momentos esses em que me afastava das pessoas e me refugiava no aconchego do meu lar... Aqueles momentos eram só meus... por qualquer razão eram momentos que eu considerava de fraqueza  e precisava combater. Tinha que continuar a ser aquela mulher forte e confiante que todos conheciam...
Depois... Ahhhh... depois surgiste tu no meu caminho... Um desafio constante à minha racionalidade e capacidade de argumentação... E, de repente, dei por mim completamente e perdidamente  apaixonada... o meu mundo... o mundo que eu havia construído ao longo da minha vida ficou de  pernas para o ar...
As minhas certezas foram abaladas... A razão sempre em conflito com o coração... as emoções cada vez mais difíceis de controlar... os desejos cada vez mais prementes... a felicidade e alegria quando estávamos juntos andavam de mão dada com a eterna saudade segregada pela tua ausência...
Ainda recordo, não com saudade mas com emoção, os meses de namoro que antecederam à nossa união.
Hoje eu sei que a tristeza e ansiedades do passado têm um nome.... nunca ter dado voz a desejos sufocados porque me eram "proibidos"...
Aos poucos foste extraíndo a minha vontade de servir... o meu prazer em servir-te... foste ao encontro dos meus desejos que, por serem incomuns, durante anos permaneceram adormecidos...
No passado era criticada por ter as minhas unhas marcadas nas costas porque sentia prazer em  coçar-me dessa forma... Hoje eu deliro quando sou "coçada" por ti com uma escova de aço...
Hoje eu sei que não gosto nem nunca apreciei sexo tradicional... sexo tem que ser intenso e animal...
Não existe o certo e o errado...
O que existe entre nós é uma paixão avassaladora, um mar de sensações transcendentes... uma vontade louca por sexo... e sobretudo uma felicidade enorme por me amares como eu sou... por me amares da forma que enaltece a minha essência saciando as minhas necessidades...
Amo-te!

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Ao som da tua voz

(terça-feira, 27 de agosto de 2013)


Estás ainda a trabalhar... Durante este teu turno não sou capaz de dormir na nossa cama... prefiro ficar deitada no sofá... tenho o computador ao pé caso possamos escrever um pouco... matar saudades... falar dos nossos desejos.... das nossas vontades...
São 4h da manhã... neste momento estou deitada esperando pelo teu telefonema... está calor... sabe bem o ventinho fresco da ventoinha sobre a minha pele... provocando arrepios gostosos...
O telemóvel toca
- Vais masturbar-te agora. Quero que te venhas para mim!
A tua voz é melada e juntinho ao meu ouvido excita-me... e tu vais falando  o que farias em mim se estivesses a meu lado... coloco o tlm entre o meu ouvido e as costas do sofá...  não o quero deixar cair...  não quero deixar de ouvir a tua voz...  preciso dela...  preciso que me guies...
Fexho os olhos... coloco uma mão sobre o meu peito... sinto o bater do coração... a outra desliza  um pouco pela parte interior da minha coxa.... vai deslizando até ao joelho e regressa  à minha virilha... a tua voz continua alimentando a minha alma.... despertando os sentidos do meu corpo... estou acariciando os meus seios... pressionando um pouco a vagina... acaricio-a suavemente com a palma da mão... os meus dedos procuram o interior da vagina... está molhada... e assim com os dedos humedecidos vou ao encontro do meu clitóris...
- Não páres! Fala comigo!!!
Estremeço ao sentir o toque dos dedos... arqueio um pouco as costas e vou fazendo movimentos circulares...
- Molha os dedos com a tua saliva!
Levo os dedos à minha boca... molho-os bem... pronuncio o teu nome... a minha mão desliza do peito até à minha garganta... ainda sinto as marcas das tuas dentadas no meu pescoço... imagino a tua mão... volto a estimular o clitóris... vou esfregando... massajando devagarinho... gemo a cada toque... a cada palavra tua...
Vou alternando os estímulos... ora na vagina... ora no clitóris... acelero os movimentos de vai e vem dentro dela... imagino as tuas mãos no meu corpo... a tua boca no meu sexo... o calor da tua língua no meu clitóris... volto a estimular o clitóris com movimentos mais rápidos...
Falas  que o teu sexo está duro...  pronto para mim... isso me excita ainda mais... a minha respiração torna-se mais ofegante... suspiros e gemidos ecoam no silêncio da noite... embalados pela tua voz que entra fundo dentro de mim... estou quase a vir-me... tu apercebes-te... ordenas que me venha para ti naquele momento... Ahhhh... o meu corpo é percorrido por espasmos... entra em convulsão... Ahhhh... estou a vir-me... para ti...
Aos poucos o meu corpo sossega... a minha respiração acalma... fecho os olhos saboreando aquele momento...
-Amo-te...
-Também te amo. Dorme bem.



O sono dos amantes

(segunda-feira, 9 de junho de 2014)

Os surrealistas dizem: "o poeta enquanto dorme trabalha"...
 Então... os amantes enquanto dormem se amam...


O sono dos amantes não deixa de ser também um projecto de vida a dois e  uma dança nocturna apaixonada.
Podemos adquirir uma postura para adormecer mas durante a noite  as posições mudam muitas vezes inconscientemente.
Adoro adormecer abraçada, com a minha cabeça deitada no teu ombro e a minha mão sobre o teu peito... Talvez por ficarmos assim depois de fazermos amor... É quando recebo um beijo na testa e um abraço bem forte... em silêncio... um carinho teu que recebo emocionada...
No decorrer da noite outras posturas surgem... mesmo que o calor nos afaste um pouco precisamos de estar sempre em contacto... um toque com o pé, um entrelaçar de pernas... é uma necessidade muito grande de sentir o outro... Se um de nós acordar e não sentir o outro por perto de imediato a sua mão o procura... basta um toque ligeiro para aquela sensação de vazio desaparecer... o outro responde a essa chamada e de imediato os corpos se unem de novo...
Mesmo quando estamos voltados, costas com costas, tem que existir um ponto de contacto... inconscientemente precisamos sentir a presença do outro ali do lado... ou ficamos encostados às costas do outro ou as pernas se entrelaçam de novo ou os pés se tocam...
Outra posição que muito me agrada é quando me viro de costas e me puxas para ti, tipo conchinha. Estendes um braço por baixo da minha almofada e me dás a mão enquanto a tua outra mão me abraça pela cintura... aí puxo a tua mão para o meu peito... é uma sensação de segurança e protecção que sinto... Os nossos corpos se transformam em apenas um... encaixe perfeito...
Os amantes dormindo, vivem debaixo dos lençóis, verdadeiras demonstrações de amor. Um beijo quando se muda de posição... um "amo-te" sussurrado ao ouvido... um toque mais lascivo...  e ao acordar vivemos o despertar dos sentidos... as preliminares já ocorreram durante a noite... e o sexo surge impetuoso...

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Momento de quase morte (Real de 2012) 2ª e ultima parte

     Continuou o "combate", deitei-te no banco e mergulhei sobre o teu clitóris. Os habituais gemidos, a aproximação de outro orgasmo, talvez a excitação tenha aumentado pela situação passada na falésia.
Sei que tive de usar os métodos para parar, dentadas fortes nos labios, gritavas mas continhas o clímax, torcias o corpo que agarrava como podia. O suor brotava da nossa pele, o carro na certa visto por fora, abanava. Situações que repetimos amiúde, nao tantas vezes como desejo, mas pelo menos nao as perdemos.
     Quando te vi mais calma, dolorida e sensível, com um sorriso de luxuria agarrei-te pela cintura, levantei-te um pouco, sentei-me com as pernas fechadas , sentando-te em cima de mim. Como tinha o penis bem rijo e erecto, facilmente te apontei a ele e fiz-te enterrar toda, de uma vez. como tinhas os bancos da frente a mao, apoias-te uma mao num e a outra no outro e dobraste um pouco o corpo. Perante isso, agarrei-te na anca e de forma animalesca iniciei a penetração rápida, levantando e baixando o teu corpo, apertando a tua anca.
Era dor que sentias mas tambem excitaçao para la do normal, eras forçada a penetrares-te fundo, agarrada com força. Perdeste a cabeça, gemidos altíssimos e iniciaste tu a penetraçao violenta, ensandecida. Aproveitei o andamento para te largar a anca e mexer-te no peito, contribuindo definitivamente para outro orgasmo que chegou com o teu rabo a tremer em cima de mim. No momento, apertei o teu pescoço e puxei-te brutalmente para mim. Acabaste arrasada mas eu ainda nao estava.
    Dobrei-te entao no banco, com a cabeça encostada a porta, com um pe no chao e a outra perna dobrada em cima do banco, penetrei-te de 4. Se estavas cansada, nesse momento ganhaste energia extra. Possivelmente porque estando a penetrar-te fortemente, batias com a cabeça na porta, os ais e gemidos confundiam-se, o meu pénis estava muito sensivel dentro de ti, sentia as contraçoes da tua vagina e tivemos o orgasmo em simultâneo. Agora sim, estávamos extenuados, deitei-te no banco e sentado com a tua cabeça em cima do meu colo, adormecemos.
     Acordamos com os primeiros raios de sol, vestimos alguma roupa e dirigimo-nos a estaçao de serviço mais proxima, pedimos um cafe para cada um e pedi a chave da casa de banho porque precisavas la ir. O empregado deu-ma a contra-gosto. O nosso aspecto nao era dos melhores. Quando voltamos ao carro, verificamos ter esquecido tirar a roupa das janelas de tras. O carro cheio de po, a roupa pendurada, nos com um aspecto horrivel. Coisas que naquela altura nao nos incomodavam. Rimos e fui por-te a casa. Uma aventura e tanto.   

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Momento de quase morte (Real de 2012) 1ª parte


Fui buscar-te ao emprego. Saías às 20 e 15, nao me queria atrasar. O fulgor do recente namoro impelia-me a querer estar o mais rapidamente possivel. Tinha saudades do teu cheiro, corpo, de ouvir a tua voz e o teu riso. Ainda hoje sinto todas essas emoçoes, ao fim de quase 7 anos juntos.
      Apanhei-te e partimos na direcçao de  um sitio para nos tao aprazível, onde poderíamos estar sossegados, dentro do carro, com a natureza em redor. Estacionei junto a uma ravina, de frente. Cedo começamos a nos tocar, beijar e, damos por nos com a luz de um pirilampo azul e o acender de farois por tras do nosso carro. Era a policia. Tinham ido verificar quem estava em sitio tao ermo. Embora um pouco desconcertados, verificamos com alivio as luzes a afastarem-se, sinal que nao iriamos ter problemas. Continuamos entao o que tinhamos interrompido, quando sinto o carro deslizar. Como tinhamos passado para o banco de tras e verificando ter o travao de mao nao accionado, estiquei-me todo e puxei-o para cima, verificando que o carro estancou. Pensei que estavamos a ser rebocados, associando ao facto da policia ter estado ali ha alguns minutos. Sai disparado do carro e foi entao que apanhei o maior susto da minha vida: Como estavamos junto a ravina, com os movimentos dos nossos corpos e o carro destravado, o mesmo estava a deslocar-se em direcçao a mesma. Por sorte, havia uma pequena cova antes do penhasco e juntamente com o puxar do travao, o carro estancou, senao, nao estavamos aqui para contar a historia.

      Apos o enorme susto, ja nao me sentia bem ali e dirigimo-nos a uma praia proxima que tinha estacionamento proprio,  com  correntes a veda-lo. Sai do carro, tirei a corrente, entrei no carro, entrei com o mesmo no parque e voltei a por a corrente como estava. Como estava outro automóvel no parque, se nos chateassem, tinha que ser aos dois o que achei pouco provavel, ate porque os carros poderiam ter ficado la depois da hora do fecho.



Comemos uns petiscos que tinhas levado e depois de um pequeno passeio pela zona, a pe, quando entrámos no carro constatamos o quanto podia ser constrangedor fazer sexo ali. Alem de termos outro nas imediaçoes, tambem por vezes passavam pessoas junto ao parque. Soluçao, pendurar as camisolas e casacos existentes nos vidros para os tapar. Assim, mesmo que vissem os movimentos do carro nao nos viam a nos.
O banco traseiro daquele carro era bastante grande e confortavel. Iniciamos entao as hostilidades, sexo oral mutuo, maos apalpando tudo quanto era carne, uns bons palmadoes no teu rabo e um orgasmo teu, para começo. Sao momentos que nao esquecerei.


Continua...

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Aventura no Centro Comercial (4ª e ultima parte)

       Olhei-te, ja a caminho de casa, e verifiquei o teu semblante cansado. Abrias a boca de vez em quando, esforçavas-te por manter os olhos abertos. Mandei-te por a venda e encostares-te. Ia a uma ultima brincadeira.
       Conduzi entao mais depressa, assim que pude meti-me por estradas secundarias, tentando passar-te a ideia de desviar caminho em direcçao a um qq desconhecido lugar.
       Quando parei o carro disse-te para manteres a venda. Sai do carro e abri-te a porta. Tirei-te o casaco e levantando-te o vestido, dobrei-te em cima do capot o carro. Estava quente, ao contrario do ar que estava gelado.
       Iniciei com palmadas, primeiro suaves para aquecer a pele mas a medida que ias tu propria aquecendo, foram sendo mais fortes ate teres as nadegas vermelhas. Estavas tao vermelha que com a pouca luz que existia dava para perceber.
      Verifiquei como estavas molhada...mesmo muito, os gemidos sugeriam isso mesmo. Penetrei-te entao de uma vez, pondo-te a mao na boca para que nao gritasses tao a vontade, o que acabou por acontecer, alem de me dares uma dentada na mao. Sei que te doeu, mas tambem sei que adoras. Continuei a penetrar-te, tirando tudo para voltar a fazer-te sentir em toda a minha plenitude mas devagar. Sei que te irrita, gostas de ser penetrada de forma animal, mas tambem sei que quanto mais irritada, maior a tua explusao. Pediste para fazer com força e rapido mas contrariava, mantinha-te presa pela mao, agora no pescoço, impondo-te uma posiçao de submissao total. Nao conseguias mexer-te, logo nao sairias daquela posiçao enquanto nao quisesse.

      De vez em quando uma palmada com a mao livre ou um ligeiro aperto no bico de um peito, ajudavam a perturbar-te mais. Estavas completamente irada, refilavas, queixavas-te, um delirio.... Para mim.
      Por vezes, para alimentar a tua necessidade, fazia duas ou tres inserçoes mais pujantes, que respondias com gemidos de prazer, algumas vezes interrompendo os queixumes, mas logo voltavas a eles. Estava a adorar. Sabia que nao aguentavas muito mais, apesar de ser devagar, aproximava-se a passos largos o teu orgasmo e, ja agora, o meu.
       Voltei a tirar tudo e meter e uma vez e ai nao mais o ritmo abrandou. Quando te sinto estremecer, nao seguro mais, aperto-te o pescoço por tras e tens o teu orgasmo, ofegante, aluciado, devastador ao mesmo tempo que recebes o meu. Dobro-me sobre ti tambem cansado. Beijo-te o pescoço, os ombros, a cabeça. Dirijo-te palavras de amor e ajudo-te a pores-te direita. Quando te tiro a venda, descobres que afinal estavamos a porta da vivenda, perto de uma arvore que nos dava alguma privacidade. Deste-me um beijo e disseste-me: -"Magnifica noite que tive. Adoro-te."

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Aventura no centro comercial (3ª parte)

    Passeávamos pela marginal, junto a amurada quando te mandei encostar e abrir o casaco. Queixaste-te de frio mas ouviste um JA! que nao te deu alternativa e abriste-o. Estavas a tremer, mas os bicos do peito quase rompiam o vestido que, por ser de latex, esticava, marcando esses pedaços de mau caminho. Tirei algumas fotografias e quando o flash incidia sobre ti, a imagem era por demais excitante. Mandei que fechasses novamente o casaco para te agasalhares. Abracei-te, encostaste a cara ao meu peito. O sorriso que emanava de ti mostrava satisfaçao e bem estar. Meti a mao por baixo do vestido protegido pelo casaco e vi-te encharcada. Dei-te a mao para que a beijasses e provasses o teu mel que, apesar o frio, era abundante. Caso para se dizer, frio por fora, a arder por dentro.
    Caminhamos mais um pouco e voltamos ao carro. Estava realmente frio ca fora e tinha outras ideias.
    Mandei-te novamente para o banco de tras e ordenei que tirasses as meias . Para o que eu imaginei era necessario.
     Arranquei e logo te disse para te auto-flagelares com o chicote. Perguntaste onde e respondi na vagina. Iniciaste uns batimentos que nao me satisfizeram... Perguntei se nao tinhas mais força e para dares em espaços maiores, para teres tempo de saborear a pancada. Assim fizeste, davas agora com mais força, gemias a cada pancada e esperavas uns segundos ate dares a outra. Quando pelo espelho te vi ja "muito envolvida", mandei parar e usares as oito molas de roupa que estavam no saco, 3 em cada labio da vagina e as duas que sobravam meteres por cima do vestido nos bicos dos peitos. Obedeceste a contra-gosto. Mandei entao que usasses o vibrador em ti da maneira que mais te apetecesse. Ai, quando te vi mais excitada novamente, pus o ar condicionado no maximo de frio so para tras. Apercebi-me do frio que sentias, mas tambem da tesao com que usavas o vibrador. Quando senti que o orgasmo era quase uma inevitabilidade, mandei-te parar com o vibrador, encostares so a vagina e puxasses uma mola de cada vez de cada labio. Ias abrir, mas interrompi-te e disse asperamente "PUXA" e tiveste que obedecer. Cada duas um gemido, a dor que sentias dava-me mais prazer. Quando acabaste, mandei-te continuar com o vibrador como anteriormente. Como "arrefeceste" tanto pela dor como pelo frio que fazia na traseira do carro, o processo reiniciou-se. Estava com o meu sexo dorido, devido a excitação que  o empurrava de encontro a calça. Ajeitei-me diversas vezes. Olhei novamente pelo espelho retrovisor e vi-te esticar o corpo num espasmo. Porra, tinha-me distraído. Mandei-te puxar as molas dos bicos e parares com o vibrador. Nao obedeceste de imediato, o orgasmo vinha a caminho, entao, eu proprio estiquei um braço e puxei as molas. Ai gritaste, olhaste para mim em furia e so te disse muito calmamente "aprende a ouvir". Acho que parou o teu prazer. Pus o ar condicionado no quente e mandei-te largar o vibrador ,pegares na palmatoria e bateres ate o climax acontecer. Fizeste-o e depressa gingavas no banco em espasmos de prazer, tendo o teu momento aos gritos, ate te quedares no banco. Parei o carro, abri a porta traseira e tirei-te de la, ajudando-te a entrar no lugar ao meu lado. O banco traseiro estava molhado do teu sexo. Tinhas ejaculado. Maravilhoso.



Continua

Aventura no centro comercial (2ª parte)


     Os movimentos frenéticos em ti soavam a proximidade de orgasmo, o salivar da tua boca no meu penis era tal que sentia as calças molhadas, alem do penis palpitante. Ate que o abocanhaste ate onde a tua garganta alcança e urrando tiveste o teu momento. E redundante escrever a forma especial como o senti porque, por mais que tenhas, sao sempre especiais, têm sempre um toque pessoal que eu adoro.
      Assim que pude parar, encostei o carro, mandei-te sair do mesmo e ires para o banco traseiro. Tinha uma mala preparada por mim em casa para mudares de roupa. Olhaste-me um pouco assustada e receosa. Perguntei se querias um castigo ou irias obedientemente para tras. Sei que gostas de me desafiar e sei que embora queiras muita coisa, ainda tens certos limites. Sei tambem que se te obrigar, o sentimento de culpa em ti desaparece e faras tudo o que nos excite de boa vontade.
     Abanaste a cabeça com um sorriso. Perguntei se nao querias o castigo ou nao querias ir para tras de boa vontade. Nao me respondeste e ficaste sentada com esse , na altura, irritante esgar de gozo.
     Sai entao do carro, fui a tua porta que abri, agarrei-te num braço e disse-te secamente: "sai". Obedeceste a ordem fazendo tensao de entrares na porta traseira. Mais uma vez te agarrei e fiz-te dobrar no banco do carro tendo so o rabo e as pernas para fora. Rapidamente tirei o meu cinto, baixei-te as calças e dei-te 5 fortes cinturadas. Depois puxei as calças para cima e perguntei se agora irias para tras vestir a roupa que com tanto cuidado tinha escolhido para ti. Assentiste com a cabeça. Agarrei-te no cabelo, enrolei na mao e mais uma vez fiz a pergunta. Dessa vez percebeste que era para responder educadamente, um sim Senhor. Apos a resposta, larguei o cabelo, dei-te um beijo e uma festa, abri a porta traseira como cavalheiro que sou, esperando que entrasses e fechei a porta atras e ti. O rabo devia arder porque passaste subtilmente a mao acariciando-o. Vi pelo canto o olho mas nao te disse nada. Arrancamos.

    Foste despindo a roupa a minha ordem. Primeiro a blusa. Estavas com os peitos soltos e para os ver abanar mais, passava pelos buraquinho todos da estrada. Vestiste entao o vestido de latex, curto como convem, as meias de rede e as botas pretas altas. Um assombro como verifiquei assim que saimos do carro. Perguntaste-me por cuecas. Respondi que uma submissa usa o que o Dono manda. Acho que mais uma vez quiseste livrar-te da culpa de nao usar cuecas, embora adores andar sem elas.
     Chegamos ao destino, Alcochete. Uma vila ventosa, junto ao mar, com bastante restauraçao e uma marginal longa. Sitio ideal para umas brincadeiras que imaginei. Tive o cuidado de juntar um casaco forte e comprido para ti, mas nada melhor para marcar mais os bicos das mamas que um ar gélido, nao e?  Divertido...

Continua.

domingo, 3 de novembro de 2019

Aventura no Centro Comercial (1ª parte)

      Entramos no Forum do Montijo. Ias vestida "para matar". Umas leggings pretas, tao justas que os teus contornos eram bem visiveis, transpareciam as zonas mais volumosas como os labios, as nádegas e as ancas, uma camisola-cinta preta, na qual sobressaiam as mamas, tambem elas grandes e lindas, os bicos rígidos e a cintura fina. A completar o ramalhete um blazer vermelho que salientava no meio aquele preto todo, realçando a figura imensamente feminina, de carnes generosas, comportamento submisso, no entanto voluptuosa e sensual. Femea no cio, olhavas-me embevecida e excitada pelo meu olhar de desejo mas tambem por olhares mais ou menos fugazes de que eras alvo. Creio que muitos e mesmo algumas imaginavam mais do que deviam e sei que isso te excita. Es mulher, vaidosa com motivos para tal e fetichista, coisa que alimentei para tua auto-estima e para meu uso fruto tambem. Quanto mais te envaideces, mais segura e excitada ficas, sendo que sexualmente ficas ainda menos inibida. Esse e o objectivo, fazer-te sentir bem.
       Fomos comer a um restaurante na area, nas mesas exteriores. Ninguem ficava indiferente ao passar, algumas mulheres, em especial acompanhadas por maridos menos subtis ralhavam com eles que ainda por cima recebiam um olhar de aviso da minha parte. Estava a divertir-me. Estavamos nas sete quintas.
      Fomos beber cafe  no exterior, nuns cadeirões proprios para o efeito, mas como eram poucos os livres, resolvi sentar-te ao meu colo.
      Olhaste-me dizendo ao ouvido: "Ha qualquer coisa ai rija... tens o telemóvel no bolso?".  Abanei a cabeça e mostrei que estava na mala… risos. Entao, talvez para confirmar, roçavas devagar o teu rabo no meu colo e os bicos estavam cada vez mais pontiagudos. Escusado sera dizer que o meu sexo ja doía de tamanha erecção. A vista já turvava e sentia algo liquido na minha pele. A lubrificação fazia a sua aparição. As minhas maos tambem participavam como podiam. Sem dar muito nas vistas, a mao assentou entre as duas pernas, tendo um dedo desaparecido directo ao teu sexo, pressionando-o. Como estavas sem cuecas, senti a calça húmida. Um excelente começo de noite.
       Apos beber o cafe e fumado o nosso cigarro, fomos ate o carro, eu com o volume na calça e tu com os bicos como farois e a vagina bem saliente, agora tambem devido a humidade.

       Entramos e ali mesmo demos um enorme beijo, apalpando-nos mutuamente. Era um sitio afastado do centro, lugares na periferia o que nos dava algum sossego, apesar de passar alguem de tempos a tempos.
       Depois de muito amasso, resolvemos sair dali, tiraste o meu sexo para fora da calça e masturbavas-me, tendo eu em atençao que nas rotundas mais proximas fazem muitas operações Auto-stop. E numa das rotundas la estava a policia. Ias retirar a mao mas nao deixei, passei junto a eles sem que me mandassem parar e seguimos directos a Alcochete. A tua excitação aumentou, a adrenalina de passar pela policia com as maos ocupadas, levou-te a passar entre o cinto e meteres a boca onde ja estavam as maos. Mandei que a boca ficasse mas que despisses as calças e te masturbasses em simultâneo. Pediste que nao te mandasse fazer isso porque as duas coisas ao mesmo tempo te era impossível, concentrando-te numa nao conseguias fazer a outra. Mandei-te calar e obedecer. "Masturba-te e engole o meu sexo. Nao preciso que a boca mexa, e so engolires" disse-te seco.
        Ha algo que nao sabes. Quando te masturbas com o penis na boca, embora os movimentos sejam so em ti, os teus gemidos de prazer, a tua respiração  incerta, os movimentos do teu corpo assim como os da lingua o salivar constante da tua boca, sao uma enorme fonte de prazer para mim. Alem disso posso com o sexo criar espasmos que aumentam a tua exitaçao.



CONTINUA......