domingo, 23 de junho de 2019

Uma noite mais



     Deitados na cama, cada qual com o seu telemovel, jogavamos olhando-nos pelo canto do olho.
     Poisei o meu e tu sorriste e tambem abandonaste o teu. Entregamo-nos as caricias que nunca sao muito carinhosas.Beijos roubados e forçados, massagens nas tuas costas que te fazem gemer de dor e prazer, arranhadelas desde a parte de tras dos joelhos ate ao pescoço, os preliminares que tanto nos excitam.
     Voltaste-te de costas em posiçao mais favoravel as "massagens" e com o meu sexo encostado ao teu orificio traseiro que de imediato engoliu um pouco do sexo. Chegaste a conclusao que era melhor a seco, sem lubrificantes, apenas os que emanam do nosso corpo. O contacto e mais intimo e embora possa doer um pouco mais, tambem se sente o corpo a abrir. E um prazer mais, o impeto da entrada forçada pelo teu entusiasmo provocado pela dor e pelas arranhadelas. Alem dos puxoes que dou no teu sexo, como se fosse arrancar os labios da tua vagina. Esses puxoes excitam-te a ponto de estares toda molhada e penetrares mais fundo o penis no teu anus ja tambem em êxtase, continuando a urrar com o tal duo, prazer  e dor, ora arremessando-te contra mim ora enrijecendo, ao mesmo tempo que contrais o anel em volta do meu pau, nao perdendo o contacto ate que, numa cadencia mais rapida, enfurecida de volupia, enrabaste mais rapidamente e sucumbes num orgasmo fortissimo, contraindo o anus, envolvendo o meu sexo no mais forte e amoroso abraço.Mas nao demora muito ate o tirares com alguma dor e apontares a vagina recem torturada, ainda inchada de todo o tratamento que levou das minhas maos, a qual eu penetro imediatamente ate sentir os testiculos "esmagados" no teu corpo. Apesar do berro que sai da tua boca, fecundo-te na mais intensa ferocidade, velocidade e força descomunais, ensandecido e desvairado pelas emoçoes recentes e actuais, recebendo da tua parte a aprovaçao de tao tresloucada toma, com mais um potente orgasmo nao gritado porque apercebendo-me que iria ser muito ruidoso aperto-te fortemente pescoço e boca, cortando-te a respiraçao o que te prolonga a agonia e o orgasmo.
    Amamo-nos de dia, somos namorados todo o tempo. A noite somos presa e predador, escrava submissa e masoquista e Dono sadico. Nao te amo, tomo posse de ti que rejubilas com essa atitude e te entregas  nao sabendo a que, nem te interessando sequer. O teu unico interesse nesse momento e servir. E quanto mais enxovalhada, com nomes e actos, mais elevas a tua libido. Ate que tudo acalma e voltas a ser a esposa apaixonada nos braços do homem que te adora.

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Climax e desmaio.



     Estavas deitada na cama, barriga para o ar, pernas abertas, sorriso maroto. Aproximei-me com uma palmatoria suave com a qual varri o teu corpo, peito, vagina, pernas, barriga.... Tudo teve a sua dose.
     O chicote veio em meu auxilio e passou a flagelar o teu corpo, as mesmas areas mas agora com bastante mais impacto. Tu alucinavas de dor e desejo.
     Resolvi entao usar os choques junto ao monte, entre ele e a barriga. De principio a meio termo, para te habituares, enquanto a vagina era sugada com o aparelho de sucçao. Continuavas em agonia sexual, tesao enorme, encharcada mas com dores. Uma mistura explosiva.
      Passei a alternar a intensidade dos choques, a bomba cada vez mais evasiva, o teu sexo chegava a ficar encostado ao plástico, aberto, clitóris enorme, labios inchados e tu guinchavas. A dor e o prazer atormentavam-te. Entao resolvi inovar e, ao mesmo tempo que te dava choques e sugava, passei a dar palmadas com a mao livre na barriga e mamas. Ai toda tu te torcias, gemias, ate que, gritos, choro, convulsoes, ejaculaste encharcando a cama e desmaiaste. Foi lindo de se ver, a tesao em mim era demais e tu desacordada, exausta, inerte. Demoraste uma boa meia hora a acordar, preocupada com a cama molhada, mas com um ar sereno ao mesmo tempo. Tive que te explicar o processo da ejaculaçao e da loucura porque passaste ate desmaiar. Depois, fomos jantar a costa da caparica, demos uma bela volta por alfarim e no regresso a casa disseste-me teres tido uma noite maravilhosa.
   Dia perfeito.

sábado, 25 de maio de 2019

Contrariedades...bem aproveitadas.



     Dirigimo-nos a cama. Tinha o plano bem delineado. Estava preparado para te infligir um tratamento duro, pendurada nas tuas cordas. Ja na minha imaginaçao estavam chicotes, sucçao de mamilos e outras meiguices, em suma, outra sessão brutal, imaginando um fim glamoroso. Esse final aconteceu, mas de maneira totalmente diferente do imaginado.
     Deitamo-nos tapados, fruto de algum frio que sentíamos, dando inicio ao aquecimento, roçando, com varias massagens nas tuas costas, apertões e  outros mimos mais ou menos habituais. Ao fim de algum tempo, com a tua mao a estimular-me, entrei em pre-ejaculaçao, as tuas maos estavam a fazer maravilhas em conjunto com os gemidos sensuais que vocalizavas. Tinha que parar com aquilo antes que acontecesse. Nao era a altura.
     Perguntei se querias um cigarro ao que respondeste algo surpresa com um "nao, obrigada". Entao levantei-me e fui em busca de um, deitei-me a saboreá-lo  e encostei-me a ti em conchinha, o que nos sabe bem...Entao tudo começou.
      Encostei o membro ao teu anus enquanto fumava, descansando-te quanto ao entrar, ainda por cima sem qq lubrificante. Sempre quis tentar uma coisa e foi a oportunidade. O facto de nao ter lubrificante descansa-te em relaçao a uma entrada mais feroz. Por outro lado, encostando-o a ti, com umas quantas massagens, podes por ti propria o meter dentro, de forma controlada por ti. Ainda por cima, como nao vives sem um pouco de dor, essa mesma podes procura-la tu. Com este pensamento, iniciei uma massagem em ti, nas costas, dolorosa mas em simultaneo, sensual. E deu resultado.
     O teu corpo começou a ondular, em especial o traseiro que, alem de ondular, procurava o contacto mais forte, pressionava o anus contra o meu sexo. Alem de tudo, puxavas de forma delicada, a nadega, abrindo caminho a entrada do sexo. As tuas maos acariciavam os testiculos tambem.
      Entretanto, apaguei o cigarro, abri a tua perna, suportando-a com a minha e passei a acariciar-te o clitoris. A reacção foi imediata. Se antes pressionavas, agora sentia o teu corpo a engoli-lo. As pregas abriam a minha entrada e os teus gemidos cada vez maiores. O teu sexo estava encharcado, o teu corpo cada vez mais se movimentava, o clitoris enrijava  na minha mao, os teus gritos de prazer aumentavam ate que, o orgasmo veio, como sempre intenso, brutal, demorado. Sei que e prolongado porque o clitóris fica intocável quando acontece, no principio nao toleras toque sequer, e desde esse momento ate ao ocaso, e interminável momento de sensuais e intensos gritos, movimentos, respiraçao difícil, um conjunto de fenómenos que me excitam ao limite.
     Quando (finalmente) acalmaste, perguntei como te sentias depois de teres um orgasmo daqueles comigo dentro de ti. Respondeste que nao, que nao estava dentro e nesse momento retirei de uma vez, para te castigar ao que gritaste de dor e te encolheste. Depois disse-te que era o castigo por te teres vindo e negares a evidencia. Respondeste que nao o sentias, nao sentias a dor de estar dentro.
     Acalmei e novamente encostei no mesmo sitio. Era a minha vez de tentar o climax naquela posiçao, no mesmo orificio.
      Entao encostei e de novo, massagens fortes, dolorosas, e de novo o teu corpo me recebeu, dessa vez mais facilmente. Continuo a salientar, sem lubrificação acessória.
      Senti-me nas nuvens. Por uma das 1ªs vezes, sentia prazer em ti, penetrando-te no anus. Sei que as massagens tiveram uma quota parte na coisa, mas quero pensar que nao foi a única coisa, chegaste a puxar-me para dentro de ti, gritaste de dor e prazer diversas vezes ate que, nao aguentei tanto estimulo e o meu semen preencheu o teu interior. Foi soberbo, ate pelos movimentos que fui sentindo do teu corpo a receber o meu liquido.
     Quedamo-nos, esperando que o sexo saísse por si, nao fazia sentido fazer-te sentir dor tirando sem do. Ainda ganhei uns apertos no meu sexo feito com o teu anel, brincadeira que ia prolongando a erecção.
     Passado algum tempo, com a tua ajuda, sai de dentro de ti, realizado, por tudo o que aconteceu. Nem sempre o imaginado acontece e neste caso, ainda bem.

sábado, 18 de maio de 2019

Escova de aço...

     Vamos para o quarto, ordenei.
     Olhaste-me com  um riso surpreendido, mas obedeceste.
     Despiste-te e foste agarrar-te as tuas cordas. A escova entrou em acçao, arrastando a pele das costas e pressionaram as omoplatas. Toda tu tremias e ondulavas, inebriada pela dor/prazer, que aumentou com a pressao da mesma nas nadegas, produzindo pequenos sulcos sanguinios e lubrificaçao que te descia a perna, possuida de um gozo animal, o qual me impeliu ao uso dos chicotes. "Beijei-te" as costas e nadegas sem arrego. O corpo tremia-te, gemias e choravas baixinho, dando as nadegas ao batimento,convidando a que te flagelasse sem treguas. Pedes-me para te deitar porque os teus braços ja nao aguentam. Tens andado mal deles e cedi ao teu desejo...ate porque tinha mais ideias.
     Deitaste-te e o meu telefone tocou. Enquanto fui ver e atender a chamada, tu sem autorizaçao masturbavas-te com um vibrador. Mesmo atendendo um familiar, nao foi impeditivo de te dar umas chicotadas quando te vi a ponto de chegares ao êxtase. Ficavas aborrecida, eu parava novamente e novamente se repetia tudo...quase que o atingias, mas umas boas chicotadas faziam-te parar. Em especial no peito e nas pernas, que sempre tiveste medo e te provocam uma dor nao excitante. Por outro lado acho que ajudaram a fase seguinte.
     Desliguei o telemovel e mandei-te voltar, com as costas para cima.
     Iniciei mais uma sessao de chicotadas ate te ouvir quase em surdina gemer. Passei a dar-te palmadas fortissimas nas nadegas e reparei que nao reagias fisicamente, apenas as recebias e gemias, muito, alucinada. Estavas em transe. As maos ja estavam quentes de tanto te bater com elas, as nadegas vermelhissimas, inchadas e os teus gemidos mantinham-se constantes, alucinados, o lençol que tinhas por baixo encharcado dos teus humores. Ate que te interrompi desse êxtase penetrando dois dedos em ti. Como que acordaste sobressaltada,  excitadissima, meio atordoada, uma tentaçao. Resolvi entao mandar-te por de 4. Se nao me enganasse ias repetir um orgasmo recem descoberto. E assim foi.
     Mandei-te abrir as pernas estando de 4 e a mao que te "acariciou" as nadegas passou a incidir sobre o teu sexo. Primeiro sem muita força, força essa que foi aumentando a medida dos teus gritos de prazer, ate que o inevitavel aconteceu. Um fortissimo orgasmo, regado de muitos fluidos e gritos, fulminante, deitou-te completamente(?) abaixo. Caiste na cama como que arrasada mas singularmente, apos uns segundos, novamente te posicionaste de 4 e "convidaste-me a entrar em ti, convite que nao recusei. Infelizmente tive o cuidado de te penetrar vagarosamente, estavas meio cambaleante e nao tinha intensao de te fazer saltar da cama...tiveste entao a desfaçatez de dizer nao estar a sentir nada.
     Ai nao resisti e entrei em ti sem piedade. Queixaste-te do tamanho, que te magoava, mas agora era tarde e acho que eram so queixumes de dama. A partir de determinado momento, os queixumes deram lugar a multiplos gritos, a medida que te puxava pelo cabelo na minha direçao ou te apertava o pescoço ou ainda te enchia mais uma vez as nadegas de palmadoes, estremeceste e tiveste outro orgasmo monumental, creio que "secaste" ali, caiste de lado e, ai sim, quedaste-te dilacerada de dor e prazer, sem forças...Quanto a mim, enchi o interior do teu corpo com o meu semen, num orgasmo tambem ele bizarro, tanto foi o que vivi neste dia. Alucinante.

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Conto fictício 1




       Mandei-te uma mensagem em que te ordenava vestires-te com a roupa que seleccionei, que te pintasses e arranjasses como deve ser, depilada, uma verdadeira vamp luxuriosa. Tinhas 1 hora para fazeres tudo.
       Estranhaste eu ter-te enviado mensagem para o telemovel pois estava na sala ao lado. Mas achei por bem faze-lo. O cronometro entrou em acção.
       Entretanto, quando te fechaste na casa de banho, fui eu proprio vestir-me. Claro que, nao tendo a tua presença, quero pelo menos estar decente e condizente com a tua beleza. Assim vesti umas calças pretas de ganga justas e uma blusa azul tambem ela justa que assenta bem, calcei sapatos pretos clássicos. Nao estava mal apresentado, Para complementar, um casaco azul de fino corte. Estava bem.  Alguns "brinquedos" foram para dentro de uma mala de viagem, colocada dentro do carro. Entretanto , faltando uns minutos para o teu prazo, apareces deslumbrante, com a tua coleira preta, o teu vestido preto justo, o blazer vermelho, sapato de salto alto e meias de renda, as que escolhi porque têm uma abertura entre pernas. Divinal, pensei. A pintura suave, sem ser os labios, carregados com um vermelho vivo que me encantavam.
     Agarrei-te na mão e conduzi-te ate ao carro, nao deixando de te olhar sem o perceberes como um predador pronto a saltar na presa.
     Fomos a um bar em Lisboa, nas docas, onde descontraímos com musica calma, uma bebida suave, e um ambiente calmo. Ate ai tinha aguentado os meus ímpetos animais...
     Saímos dali direitos a A1, em direcção a Coimbra.
     A mala estava ao alcance da mao, portanto facilmente tirei o que desejava. Olhaste-me com ar de surpresa e curiosidade. mandei-te levantar o vestido e dares vinte chicotadas no sexo, nao muito rápidas mas fortes. Mais uma vez tive que te "incentivar" com uma chapada pois exitaste por estarmos na auto-estrada.
    Passaste a obedecer no imediato. Uma...duas...tres. A partir dai soaram-me menos fortes e mandei parar. Ordenei que desses o chicote a minha mao. Dei-te 5 como queria que o fizesses. Gritaste em duas delas mas as pernas mantinham-se abertas e um brilho emanava entre os teus labios sexuais. Estavas finalmente a excitar-te. Dei-te novamente o chicote e mandei-te recomeçares. Fizeste uma expressao triste mas obedeceste. Uma...duas...tres....quatro... Notei suspiros de prazer a subirem e gritos de dor a descer...belo, era o que queria. Continuaste ate aos vinte, agora envolvida com o chicote, com a cabeça lançada para tras, em harmonia com o prazer, ja nada mais importava. Estavas no teu mundo. So que...
     A vigesima, segurei na tua mao, nao te deixando continuar. Refilaste mais uma vez. Por sorte para mim estavamos a metros de uma estaçao de serviço, a qual entrei e disse-te apetecer-me um cafe. Contrariada e dizendo-me "que rica hora para te apetecer um cafe" nao tiveste outro remedio senao desistir do prazer que estava a caminho e caminhares ate ao bar da estaçao, cambaleante. Claro que tinha o meu braço ao teu alcance para te suportar mas nao foi preciso. O esforço levou-te a mesa do bar e sentaste-te. Sentei-me tambem e perguntei: Escrava, quem te mandou sentar? Os cafes, quem os vai buscar? Se os teus olhos matassem, a chispa que vi neles tinham atingido o desiderato. Levantaste-te entao altiva e foste em direcção a caixa pedir os dois cafes.
     Quando chegaste, pousaste o meu em frente a mim e so depois pousaste o teu e sentaste.
     Bebemos e  voltamos ao carro. A noite prometia.
      Partimos novamente em direcção a Coimbra e saquei da mala um cordão de bolas, com duas grandes, contendo algo dentro que vibra com os solavancos, que eram mais indicadas a vagina e mandei que enfiasses atrás. Respondeste nao conseguir ao que te dei um frasco de vaselina e disse para pores ou parava o carro e eu próprio iria po-las contigo fora do carro, pondo em risco a segurança(? ) que sentias no mesmo. Que remédio entao senão fazeres a introdução das mesmas em ti. Depois da tarefa executada olhaste para mim que distraidamente olhava a estrada e cantarolava uma canção. Perguntaste, " e agora?". "Desaperta-me as calças e chupa como deve ser". Acho que esperavas isso. Lançaste-te a mim como "gato a bofe". O cinto foi ligeiramente afastado para que pudesses chegar confortavelmente e tivesses todo o a vontade para levares o desafio a preceito.
     Nao contei com a voracidade de que estavas possuída e depressa fiquei em estado de te brindar com sémen. Mas nao queria que acontecesse ja. Agarrei-te pelos cabelos e olhei a tua feição meio tresloucada, desejosa de mais. Ri-me e mandei-te sentar com preceitos...2ª vez que te contrariava. Acho que estavas a ponto de chorar e vir, nao sei qual o mais premente. Optei por te deixar vir. Dei-te um vibrador de bola e mandei-te masturbar. Os teus olhos brilharam. Agarraste-o e sem demoras encostaste ao clitóris iniciando uma dança que te levaria ao êxtase...mas nao tao depressa...
      As tuas pernas iniciaram o tremer natural do pre orgasmo e de imediato dei-te duas palmadas nas mesmas. Gritaste, foram fortes, eram para te mandar um pouco a baixo. Olhaste-me de soslaio e continuaste com o ovo em ti, iniciando mais uma vez a acçao que te levaria ao orgasmo. Mas mais uma vez, foste impedida. Duas molas foram direitas aos teus bico e apertaram fortemente, dando-te uma dor aguda que te fez encolher. Ai disse, podes continuar ate ao fim, mas quero tudo como esta.
      Novamente iniciaste os teus movimentos, desconexos. O desejo ja era muito e tinhas os nervos em franja. Iniciaste o orgasmo com uma forte convulsão a que se seguiram outras e um grito animalesco sucumbido pela minha mao apertando-te o pescoço ate que as convulsões passaram e ao largar-te a respiração era forte, inalavas fortemente, na intenção de preencheres o organismo com o ar que te faltou. Mas a tua cara a expressão e doce. Sem me aperceber muito bem, estávamos as portas de Coimbra e a brincadeira foi interrompida...para novas aventuras horas depois.

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Receio



    -Ontem ja as dores nas pernas eram diminutas. Entao, chegada a noite, embora tivesses frio, ou ate por isso, mandei que destapasses o corpo e te pusesses em posição para te inserir mais uma vez as bolas no anus. Ainda tentaste balbuciar algo mas olhei para ti e fiz sinal para o fazeres e sem outro remédio posicionaste-te. Inseri por completo uma vez mais com queixumes da tua parte. Quiseste tapar-te porque pensavas ficar por ali.
Mas ordenei que te deitasses de costas e abrisses as pernas. Mais uma vez queixaste-te do frio e deite a ordem seca para que abrisses as pernas. Então o sugador vaginal entrou em acção. A bomba chupava e aliviava, enquanto o teu sexo subia sugado ou voltava ao estado natural. Estive naquela brincadeira ate ver o clitóris  no alinhamento dos lábios inchados. Imagem linda que adorei e que sei provocar-te uma sensibilidade anormal. Tirando a bomba, passei a usar um vibrador. Surgiu então um problema... Estavas muito nervosa e nao reagias como esperava aos estímulos. Tentei entao usar a boca em ti, um acto que por norma nao falha. Mas ate desse passado um tempo desisti. Estava a demorar muito a reacção esperada. Passei a terceira hipótese, aquela que no fundo queria mais, demonstrar-te que podias perfeitamente ter duas coisas inseridas em simultâneo. Quando te apercebeste do que tinha em mente, gritaste para nao fazer, nao cabia, ia aleijar-te. Claro que nao te liguei e mandei-te calar. Fui inserindo devagar, sentindo as bolas que tinhas dentro, empurrando uma vez por outra uma delas com o sexo dentro de ti o que te assustava ainda mais. Mas finalmente, apos tantas tentativas a chama acendeu e, ainda que continuasses a balbuciar algum incomodo, as tuas pernas encaixaram-se nas minhas costas, o teu corpo movimentava-se na direcção do meu e as unhas cavavam sulcos nas minhas costas. A excitação era mutua e a tua cara foi salpicada de fortes chapadas o que nos proporcionou em simultâneo um orgasmo insano. Acabamos esgotados, os teus receios provei serem infundados e com a tensão provocada com a experiência e o desenlace, finalmente dormiste uma noite inteira sem acordar, tendo ainda inseridas as bolas que tiraste de manha. Mais um passo no caminho para uma escrava perfeita.

domingo, 5 de maio de 2019

Conto fictício



     - Estavas divinal com a roupa que tinha escolhido para ti. Uma saia branca justa, vincando a tua anca, rabo e contornos de perna, cuequinha branca fio dental, que se adivinhava pelos contornos, um top branco apertado que salientava os seios erectos, parcialmente a mostra, bota de salto médio. Um blazer vermelho. Um cinto largo caído a cintura compunha o quadro. Verdadeiramente atraente.
     Saímos no carro, tendo a entrada do mesmo dado duas palmadas no traseiro...para criar clima.
      No caminho ate Sesimbra, dei-te ordem para te masturbares, sem te vires. Apertava de vez em quando as tuas pernas, queixavas-te, mas so uma vez tiraste as maos de ti...talvez por teres levado uma valente bofetada. Durante o caminho chamava-te a atenção para as pessoas que passavam, proibindo-te de parares o que fazias. Estavas ruborizada mas ao mesmo tempo cada vez mais excitada. A meio caminho ja quase te vinhas. Tirei as maos, dei-te uma palmada muito forte no sexo, dobraste-te com a dor e mandei-te continuar com o que fazias. Disseste querer-te vir ao que respondi com outra estalada e disse nao, suave mas firmemente. Os olhos estavam lacrimejantes mas esforçavas te por nao te vires. Outra ocasião, perdida de desejo tentaste por a mao no meu sexo. Mais uma palmada, desta vez na perna, outra dor e a raiva aumentava. Divertia-me com a tua difícil obediência. Passamos Sesimbra e continuei a conduzir em direcção ao cabo espichel. Queria ir a um local que so uma vez tivemos, caminho sinuoso mas pouco frequentado.
     - A estrada de acesso a essa praia chegou e percorri uns metros ate parar o carro. Perguntaste o que se passou e onde estavamos. Como resposta mandei-te sair do carro e dobrares-te no capot com a saia levantada. Assim fizeste, olhando-me, sentado no meu banco, maravilhado com a imagem e a obediencia. Sai, aproximei-me de ti, pus nos teus olhos uma venda, tirei o cinto e dei-te tres fortes cintadas no rabo, deixando tres marcas avermelhadas. Mandei-te para o carro novamente tirando-te a venda e proibindo-te de puxares a saia para baixo.Acho que nesta altura ja estavas por tudo. Sentaste-te e olhei para a cueca entre as pernas, estava encharcada. Puseste o cinto e continuamos o caminho ate a praia, maioritariamente de rochas.. Quando chegamos, mandei que te arranjasses que aquilo nao eram figuras para uma cadela sair do carro. Ias dizer qq coisa mas mandei-te calar. O Dono manda, a cadela obedece. Tão simples como isso!

 

Exibicionista



   Desde que conheço a minha mulher e cadela, vi nela alem de características submissas e masoquistas, o exibicionismo. Adora enaltecer o corpo (lindo) que tem com roupa que lhe da um encanto ainda maior. Adora ser apreciada na beleza, na educação na postura. E eu, adoro ve-la esplendorosa, felina no andar, o olhar fogoso, a refinada ironia e a capacidade de socialização que tem. Tenho orgulho em me fazer acompanhar por este magnifico espécime, um misto de lady social e desmesuradamente submissa e masoquista na intimidade do lar.
   A faceta exibicionista costuma ser uma ameaça ao homem com quem esse tipo de mulher vive. Nada mais errado na minha maneira de pensar. Ninguem e de ninguem, ninguem e obrigado a servir ou viver com alguem, tudo isso acontece de livre vontade. Se algum dia chegar e a pessoa quiser sair, e livre de o fazer. E tanto o faz sendo exibicionista ou nao.
   Excita-me o ficar excitada com alguma especie de comportamento mais desabrido, com situaçoes que provoque esse comportamento. Ja me fez um felacio num provador de roupa para que eu levasse uma camisola. Estava em pontas. Ja lhe bati no traseiro numa grande superficie com uma tabua de cortar carne. Durante os minutos seguintes, num misto de excitação e exaltação, nao parou de se queixar que doia e enaltecer a dor sentida e ainda que podiam pessoas ver. Outra situaçao em que a excitaçao foi ao rubro foi na 1ª vez que os nossos corpos se uniram, foi em plena lagoa de albufeira. Perguntou se estavam pessoas a olhar, mas em tempo de praia e com a quantidade de pessoas que aquela praia comporta, como nao haveriam pessoas a olhar...
   Nao foi preciso por regra nenhuma, mas ela propria pos. So sairá comigo com a roupa mais ousada que eu escolho. Fara o que eu decidir em relaçao a roupa e comportamentos. Quando e a propria a decidi-lo, nao ha necessidade de mais. E assim que gosto. Tudo o que fara para obedecer e porque e esse o seu desejo.

Cadela doente



  Infortúnios, azares, nem sempre sao totalmente negativos. Como escrevi no conto anterior, a cadela magoou-se numa perna e, a tardinha estava muito inchada. Resolvi leva-la ao hospital e, embora nao fosse nada muito grave (entorse) descanso, umas pomadas e uns comprimidos eram a solução. Entao, a parte positiva disto tudo foi a possibilidade de poder tratar dela, po-la boa para depois a usar em condições. Isto aproxima a esposa e a cadela em simultaneo. A esposa porque se sente importante e alvo de atençao. A cadela porque sabe se magoada tera sempre um Dono a tomar conta.
     Nesta altura ja a perna esta bem melhor e a escrava ja pode ir fazendo tarefas que eu imponho. Uma escrava tem necessidade constante de instruções. E um alivio para ela ter alguem que coordene tudo. Alem disso e uma possibilidade que tem de apanhar castigos se assim entender (como sou generoso). Uma tarefa mal feita ou nao executada, dá castigo, tão cruel quanto a falta.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Primeiro conto com a cadela.

   No dia a dia temos algumas obrigaçoes, as quais sao cumpridas a dois. Nessa altura so existem uns apalpoes e palmadas no rabo de quando em vez, alem de a tua mao apalpar o meu sexo e testiculos de quando em vez. Isto faz parte de nos, ha varios anos.Fizeste o almoço e mandei-te deitar enquanto eu tratava do resto, coisas que a sos poderia fazer. Deixei-te deitar descansada na cama de cadela e passado cerca de uma hora, entrei no quarto para te acordar e deparei contigo ao telefone com um familiar. Sorri e fui buscar um objecto e vaselina. Sentei-me na minha cama calmamente esperando que a chamada acabasse. Depois disso disse-te para te pores em posiçao para te preencher o anus com o tal objecto. No gozo disseste-me que ainda bem que estavas nua, menos trabalho terias. Mais uma vez sorri por dentro mas disse-te bruscamente para te abrires. Comecei a enfiar uma bola de um brinquedo com cerca de 30 centimetros. Queixaste-te que doía mas eram queixumes e queria provocar-te dor pela maneira como falaste comigo. A 4ª bola queixavas-te que ia chegar-te a boca e nao satisfeito por enfiar com alguma dor, meti mais vaselina nas duas que sobravam e enfiei as mesmas sem paragens. mandei-te deitar e dares-me o pe torcido ha pouco tempo, o qual massajei cuidadosamente com uma pomada para as dores. Depois disso mandei que dormisses, ao que ripostaste que tinhas vontade de ir a casa de banho. Disse que se precisasses de ir, chamavas-me para te colocar novamente o objecto. Sai sem um beijo, sem um carinho. Estou a espera agora, passadas duas horas ate que acorde ou va ter com ela. Se nao tiver o objecto inserido como pus, vai ser castigada....no fundo vou so cumprir um desejo dela caso faça essa patifaria.

Animal



   A transformação nos seres humanos e a todos os títulos bizarra. Ha um instinto animal em cada um de nos que e refreado, escondido, quando nao achamos ser socialmente correcto ou esta fora dos comportamentos padrão, os que nos sao ensinados por familiares próximos na nossa meninice, adolescência e vida adulta. São muitas vezes essas atitudes que procuramos ter, com as quais vivemos que nos tornam infelizes, ainda que esse sentimento muitas vezes nao seja compreendido porque a nossa essência esta tao recalcada, tao profundamente escondida, que nao achamos solução para a amargura e mau estar a nao ser em medicação, muitas vezes tao nefasta a saude e com efeitos muito duvidosos. Em suma, sentimo-nos infelizes sem razao óbvia, que efectivamente existe.
     - Tu, minha cadela, deste-me trabalho árduo ate te assumires. Foste por motivos varios uma mulher diferente, oposta ate as vezes, ao que na realidade es. Sempre falaste das angustias sentidas durante o teu meio seculo de existencia que nao tinham razao de existir. Do isolamento a que te votavas dias a fio, da infelicidade que dizias sentir sem razao aparente. Conheci-te com uma carapaça protectora dificil de transpor, uma educaçao muito acima do normal, uma arguta inteligência defensiva e uma frieza desincentivadora de aproximações amorosas. Desconfiança emanava de todos os teus poros. Por outro lado, mostravas sensibilidade imensa. Uma mistura confusa. Em especial para um desbocado,.instintivo e repentista como eu. A tua antítese.
      -Apaixonados, ciente do meu espirito aventureiro, sexualmente sadico e extremamente activo, foste a pouco e pouco vendo onde te encaixavas nas minhas caracteristicas. Passamos alguns revezes, nao por te sentires mal com o que te acontecia mas pelo medo de estares a gostar de coisas supostamente erradas, inclusive de, apos um felacio, em que engoliste semen por teres o teu orgasmo em simultaneo, ficaste assustadissima por poder o mesmo prejudicar-te. Ou a primeira palmada que te dei, olhares-me indignada e surpresa. Ou ainda o sentires um inchaço estranho dentro de ti, motivado por ires ejacular, e parares tudo com medo que te fosses urinar. Foram alguns dos muitos episodios que passamos.
     Falas muitas vezes de um avo que te dava palmadas no rabo como castigo e prendia-te a mesa para nao fugires. Mas com carinho e admiraçao. Esse Sr foi a primeira pessoa que te mostrou quem eras: Uma masoquista submissa. Achavas certos os castigos e fascinavam-te as maos grandes e fortes que te castigavam, segundo dizes  justamente. E repetias a asneira vezes sem conta. Claro que o carinho feito apos o tempo de castigo era aliciante e terapêutico.
     E a tua natureza, Precisas de dor para viveres em harmonia, precisas ser dobrada e subjugada para te sentires protegida, precisas ajoelhar para te sentires tu. Precisas de um Deus de carne e osso, que veneres e a quem entregas corpo e alma. Ha 4 ou 5 anos, confessaste-o por escrito no teu blogue, mas o medo, a falta de confiança, em ti e em mim, fizeram-te recuar. Quiseste experimentar outros comportamentos, tinhas receio desse mas, a tua essência finalmente venceu. Desde ha dois dias que es feliz e realizada. Ha dois dias que dormes como uma cadela aos meus pes, fora da cama. Ontem, judiei de ti com um forte tratamento fisico em que choravas baba e ranho, sentindo-te frustrada por o teu corpo rejeitar a dor. Mentira, o teu corpo aproveitou essa dor em forma de lubrificação, o teu choro e sofrimento tiveram o condao de te relaxar, justificando o teu sexo esfregar-se no meu joelho enquanto choravas abraçada a mim. Precisas ser castigada constantemente, lava-te o espirito, precisas estar aos meus pes, seres guiada torturada, machucada, para te sentires amada, tornando-te a fera sexual que admiras no reino animal, a leoa, que e subjugada pelo leao, presa com garras e dentes e praticamente violada. E assim que gostas de te sentir amada.
     Pela minha parte, adoro ter-te a meus pes, a dormir profundamente como estas, acariciar-te a cabeça, e chamar-te quando me apetecer para me servires. E por sadismo, por humilhaçao que me sinto assim? Sera, mas tambem e por amar loucamente a minha cadela

terça-feira, 16 de abril de 2019

Exploraçao dupla




    Muitas das nossas brincadeiras estao retratadas aqui. Tu sabes que um dia estas recordaçoes nos farão divertir. Sera um prazer ler, recordando cada momento com amor, desejo e alegria. Sao muitos os passos dados aqui representados. Desde o inicio titubeante no BDSM, a apresentaçao do mesmo a ti, os avanços e recuos deste mundo tao complexo que nos enche de incertezas e prazer.. No fundo uma retrospectiva nossa, da nossa intimidade e do nosso amor.
   Ontem a noite estavamos mais uma vez na cama, vendo um filme e fumando um cigarro. Claro que a tua mao ja estava no meu sexo que um dia consideraste o teu Deus, em carinhos intensos e olhando para mim com a expressao mais angelical do mundo, uma expressao que ainda hoje me estimula por ser a antítese do que fazes na cama. Os beijos eram humidos, longos e sentidos, cheios de paixao, paixao animal que entusiasmava e incendiava o fogo nos nossos corpos.
     Como o teu entusiasmo estava em grande, propuseste deitar-te com a barriga para cima e tentasse com as maos a penetraçao nos dois orificios. Assim fiz.
     Os dedos da mao esquerda penetraram o traseiro e a mao direita a vagina. Claro que pouco entraram, estavas muito preenchida e se fizesse força iria magoar-te. Assim retirei a mao direita para te acariciar e os dedos da esquerda continuaram um vai vem lento mas progressivo dentro do teu corpo. Apos beijares a mao, pediste para te estimular a frente tambem, e tentei mais uma vez penetrar uns dedos na vagina. Pediste que nao o fizesse e dirigiste a minha mao ao clitoris. Assim fiz, penetrava o anus e massajava o que me pedias.
     Estavas calma, colaborante, ajudavas com o corpo a que a penetraçao anal fosse sendo mais profunda, apertavas o esfincter quando querias que interrompesse o movimento mas, contrariamente ao que sucedia antes, nao demonstravas medo. Entretanto, talvez por estares tao calma, o prazer apoderou-se de ti e foi magnifico sentir talvez pela 1ª vez a luxuria ser sentida muito intensamente nos dois lados. As contraçoes de corpo eram duplicadas, o anus engolia fervorosamente os dedos e o clitoris procurava afincadamente o contacto com a outra mao. Os gemidos aumentavam de tom em harmonia com os espasmos fisicos. Ate que a explosao se deu, serpenteavas junto ao meu corpo, "exigindo" que te abraçasse, beijasse e te envolvesse em mim. Os teus orificios agora desempedidos encostavam na minha perna, procurando o calor do meu corpo e a tua boca novamente procurou a minha cheia de desejo. Depois.....depois ainda te penetrei de conchinha e ganhei mais um orgasmo teu, em simultaneo com o meu que te encharcou por dentro e por fora, uma quantidade de semen pouco normal, provocada pela excitaçao nao so da conchinha mas tambem pela forma submissa, colaborante e apaixonada como te entregaste as minhas maos que desejam sempre explorar o teu corpo por dentro, extraindo o maximo de gozo e deleite que conseguirem.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Receio


Receio...
E prazer pelo inesperado...
Sempre pronta... Sempre dada...
Sempre tua!

sábado, 13 de abril de 2019

Mais loucura vaginal



     Ontem, no motel, algo de novo aconteceu. Nunca desistimos de inovar e nunca te cortas a nada. A verdadeira esposa, escrava, dedicada e destemida mulher.
     A maquina de estimulos electricos trabalhava nas tuas costas, um misto de alguma dor e relaxamento, ideal para te descontrair junto com o vinho que bebeste. Um copo, como e apanágio teu, que te liberta um pouco em situaçoes que nao conheces ou que te assustam um pouco quando conversamos sobre as mesmas.
     Deitada de bruços, apontei o meu sexo a tua boca, mas enfiando um dildo em ti, suportado no sofa erotico onde te deitaste. Mamavas autenticamente o meu sexo, penetrada pelo penis artificial e em simultaneo brincava em ti com um pequeno vibrador no orificio traseiro, penetrando levemente e dando um pouco da sua vibraçao ao outro. Sentia-me bem com a tua (nao) reaçao. Refiro-me ao medo de algo no anus. Continuaste imparavel chupando e de tal maneira estava impressionado que, desatento, nao me apercebi do vulcao em mim e o inevitavel por distraçao aconteceu. Nao e costume isso ser problema, nao ha grandes quebras mas, apesar disso fiquei zangado comigo.
     Entretanto a segunda serie de electroestimulos estava a acabar, o jantar chegou e fomos comer. Estavas alegre, mole e notei-te um pouco estranha. Tudo bem, merecia esse olhar enigmático, para mim tinha falhado e precisava compensar-te, dar-te o privilegio de guardares para ti o que te passava pela cabeça. Pelo menos ate eu querer. Jantamos e fomos deitar um pouco, fazendo a digestao, nao queriamos ter problemas com a adivinhada "empreitada" que aconteceria. E aconteceu mesmo.
      Vimos um filme, fumando e em conversa amena. No seu final a tua mao procurou o meu sexo que te dei de bom grado mas as minhas maos encheram-se de vaselina com a qual besuntei-te entre pernas, introduzindo cuidadosamente e parcialmente as maos nos teus dois poços de prazer. Receosa no principio, agarravas no meu sexo, parada, saboreando o que te fazia com as maos, de quando em vez ajeitando o corpo, outras vezes apertando os meus dedos inseridos em ti, agora nao com medo mas deixando o teu corpo se habituar a presença que te ia inserindo. O prazer era evidente, sons e movimentos calmos mas luxuriosos, o sorriso que me lançavas encorajador e jovial. Tudo corria pelo melhor.
     Quando mais uma vez, tinha quatro dedos parcialmente metidos em cada orificio, apertados pelo teu corpo em mais uma contraçao , sentindo o teu sexo ja muito humido, retirei as maos do teu interior e passei a bater na vagina com suavidade umas vezes, mais forte outras, em varias zonas, nunca castigando o mesmo sitio, sentindo a tua tradicional subida erotica, a medida que te aproximas do momento climax. Como ate ontem nao tinhas tido o orgasmo com esta tactica e vendo-te tao perto dele, insisti nas pancadas, fazendo-te encolher nalgumas pela força aplicada mas que, em simultaneo, sentia-te mais molhada e entusiasmada. Agora as chapadas ja eram continuas, a tua vagina estava vermelha pelo impacto, o teu corpo ja nao se encolhia na totalidade, cada vez o entregavas mais gulosa as minhas "caricias" ate que gritas bem alto e cais para baixo, num orgasmo diferente de todos que tenho assistido, molhando as pernas e pondo-te desfalecida em posiçao de sapo, respiraçao ofegante e imovel.
      A ideia era entrar com a minha ossuda mao em ti, mas ontem deste-me oportunidade de provocar uma explosao com um acto nunca por nos conseguido. Outro dia teremos a oportunidade de levar a cabo o que tinha imaginado. Ontem foi maravilhoso e mais uma experiencia alucinante.

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Sadolabios



   Deitada a meu lado, curtíamos um filme erótico com algum BDSM. Estavas atenta e comentavas algum episódio mais "diferente". Estava contente com a tua atenção, sinal de interesse.
   Com o fim do mesmo, estando bastante frio, resolvemos "aquecer" por baixo dos lençóis com massagens sempre provocantes, intimas em mim, dolorosas nas tuas contraturas nas costas, uma coisa que mexe com o teu masoquismo de maneira muito sexual. A medida que te provocava dor e ao mesmo tempo desfazia as contraturas nas tuas costas, as tuas maos mais se ocupavam do meu sexo e os teus gemidos maiores e mais grotescos se tornavam. Pediste para te masturbares a ti própria e concedi.
    Passado algum tempo a tocares-te e eu a mim, sentiste nao estares preparada, nao te lubrificavas. Pediste para eu te masturbar de maneira diferente do habitual. A dor era precisa, querias certamente ficar fora de ti. Entao começamos.
    Agarraste-te ao meu sexo com muita força e eu fui puxando os teus labios vaginais, alternadamente, ao que respondias com visivel prazer dolorido. Por vezes atenuava um pouco para de seguida fazer mais força. O teu corpo acompanhava a minha mao, na dor, mas puxando mais um pouco, um grito profundo saia de ti. Passei a apanhar ao mesmo tempo os dois labios, sendo a tua reaçao mais forte, a dor e o prazer maiores, ja os teus olhos giravam alucinados. Durante uns (longos) minutos estiveste em transe, o teu corpo puxado para cima e para baixo, os teus gritos e murmúrios mais altos, babando-te em cima e em baixo, uma imagem linda de entrega e devoção, de masoquismo puro, dor que nao e dor. Ciente que o teu orgasmo tardava por o estimulo nao ser mais forte, agarrei com a mao os labios e clitoris em simultâneo, apertando e esfregando o mesmo ate que, esticas o corpo e tens o orgasmo mais fenomenal a que assisti. As maos ficaram molhadas, o teu corpo serpenteou na minha mao, ate o tirares e gozares o resto a sós. Abraçados, continuamos deitados felizes, quentes e satisfeitos ate uma nova e poderosa acção, que aconteceu mais tarde. E a nossa (feliz) vida a dois.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Surpreendida

As ordens tinham sido muito claras. À hora da tua chegada deveria esperar-te no quarto. Chaise no centro do quarto, devidamente resguardado. Eu deveria estar de pé, de venda e completamente nua...
Apenas isto, nada mais acrescentaste... Claro que, ao longo do dia, durante os meus afazeres domésticos, pensei muito nos planos que tinhas para mim... para nós... o tempo foi passando, lentamente... mas a ansiedade pela tua chegada ia crescendo... e o nervosismo também. Como não entraste em pormenores como chicote, velas, cordas, escovas... não estava a ser fácil adivinhar o que viria por aí... apesar de saber que todos os nossos acessórios estão sempre à tua mão, quando vagueava pelo quarto, olhava para eles e imaginava quais irias escolher...
À hora combinada já estava nua, olhando para o chaise... somente quando te ouvi abrir a porta da rua coloquei a venda e aguardei... respirando fundo para acalmar a ansiedade apesar de sentir a  minha pulsação bastante acelerada...
Pressenti  a tua presença perto de mim, apesar de não conseguir enxergar nada... o coração bateu mais forte... de braços atrás das costas e pernas ligeiramente afastadas, almejava por um beijo teu, uma palavra... mas o silêncio imperava...
Senti que te afastavas... ouvi o som de água a correr... estavas de certeza a tomar um duche enquanto eu agonizava...
Envolta em pensamentos não dei pela tua chegada... apenas senti o calor do teu corpo nas minhas costas... a tua respiração no meu ouvido... e um calafrio ao passares os teus dedos ao longo da minha espinha... passando pelo rego e roçando a entrada da minha vagina... o meu corpo vibra...
- Já molhada, puta?...
Envergonhada fechei as pernas mas uma valente palmada na nádega fez-me afastá-las de novo...
- Quero-te sempre aberta para mim, entendes?!
Quando ia responder enfiaste os dedos na minha boca... fundo e a seguir em movimentos de vai e vem, tão fortes que me engasguei...
- Saboreia o mel que sai de ti...
De seguida dás-me a mão e encaminhas-me de frente para o chaise...
- Deita-te de joelhos!
Puxaste os meus braços para baixo e prendeste-os com uma corda por baixo do chaise...  Apesar de não sentir muita pressão sabia que não os podia mexer.
Foste buscar outras cordas e fizeste o mesmo às minhas pernas não sem antes as abrires completamente... e à volta da minha cintura...

E assim... completamente escancarada para ti, aguardei em silêncio... a venda nos olhos cria uma certa tensão... os meus sentidos ficam mais despertos... mesmo descalço deu para perceber que te afastavas e mexias em algo... senti o aroma das velas no ar... respirei fundo inalando aquela fragância que antevia prazeres que aprecio bastante...
Os pingos frios que começaram a cair sobre as minhas costas não deixavam mais dúvidas... irias começar com as velas... aos poucos e lentamente as minhas costas foram massajadas com o óleo... a pressão das tuas mãos aumentou e as massagens eram mais intensa, arrancando de mim gemidos de prazer... as tuas mãos passavam agora por entre as minhas nádegas até à vagina... dedos entraram e giraram no meu interior, durante algum tempo para novamente sairem e percorrerem as minhas costas em sentido contrário... o meu corpo queria se movimentar à passagem das tuas mãos mas era impossível devido à restrição a que tinha sido submetida... apenas a minha respiração acelerada e os gemidos se soltavam naquele momento...

Paraste com as massagens e fiquei a aguardar pelas velas.... mas em vez delas senti nas costas a escova de aço... suavemente no início... claro que não me importei nada porque esse prazer eu já conhecia e adorava... a escova continuava a deslizar e eu deliciava-me a cada passagem...
Ao passares nas nádegas paravas e pressionavas com mais força... pequenas picadelas e um ardor de seguida arrancando de mim gemidos roucos de prazer...
Várias batidas surgiram... gritei de dor... o facto de estar limitada de movimentos criou em mim uma tensão enorme... queria fugir com o rabo mas não conseguia e as batidas continuaram... ora numa nádega, ora na outra... aos gritos que soltava juntaram-se as lágrimas...
Quando as batidas pararam já soluçava... só acalmei quando me acariciaste as nádegas e senti o calor das tuas mãos afagando as zonas doridas... respirei bem fundo... e entreguei-me àquele prazer que suavizava as minhas dores...
- Hummmm... vermelhinho como eu gosto!
Fui relaxando enquanto as tuas carícias continuavam... agora com mais óleo sobre as nádegas, as tuas mãos voltaram a vaguear das nádegas para a vagina e vice versa... os gemidos de prazer voltavam também... principalmente enquanto o meu sexo aquecia e clitóris palpitava de desejo...  desejo de sentir a tua boca... desejo de sentir a tua língua húmida e quente enquanto o meu corpo é percorrido por arrepios de prazer... ou ser  penetrada, rasgada pelo teu sexo rígido... subjugada pela tua força... sentir a impetuosidade do teu corpo bater nas minhas nádegas...
Mas... abruptamente sou invadida pela tua mão máscula que penetra as minhas entranhas, sem clemência... gritei de dor enquanto estava a ser arrombada... nunca o tinhas feito dessa forma... não assim toda de uma vez só... o meu grito foi tão desesperante que a tua mão parou dentro de mim...
-Relaxa! Respira fundo e relaxa!
Tentei relaxar mas ainda doía muito...
Então, aos poucos a tua mão rodava devagarinho dentro de mim... e começou e sair para entrar de novo... várias vezes... aquela dor inicial atroz desvaneceu-se para dar lugar a um prazer intenso... assim que ouviste os meus primeiros gemidos aceleraste os movimentos de vai e vem... estava completamente molhada que já sentia escorrer pelas pernas abaixo... sentia o orgasmo cada vez mais próximo se continuasses a foder-me daquela maneira... apesar de estar presa  os meus quadris eram impulsionados para a frente... já não eram gemidos baixinhos mas gritos hurros de prazer que saiam dos meus pulmões... as forças começaram a esvair-se... e um hurro animalesco saiu quando sucumbi àquele orgasmo tão intenso ao mesmo tempo que golfadas molhavam a tua mão e escorriam entre as minhas coxas...
O meu corpo desfaleceu completamente esgotado num êxtase sublime... 

"Manha Submetida"



   Acordamos e como sempre, apos um beijo e abraço forte, tomamos o pequeno almoço, apos o qual te mandei deitar e dei-te uma massagem forte nas costas, originando o 1º orgasmo do dia. Uso o teu gosto por massagens aproveitando a sensibilidade gritante nas tuas omoplatas e costelas para arrancar de ti o que desejo.
    A calma com que ficaste quase te fazia adormecer. Mas nao era minha intençao que o fizesses e ordenei que te fosses despachar. Tinhas meia hora para tal, por cada minuto mais castigava-te com uma palmada numa nádega. Ambos sabemos que nunca acabarias a tempo, nao porque nao conseguisses mas sim porque as palmadas eram um desejo mutuo.
    Tomaste um banho demorado, pintaste-te, secaste o cabelo e ja iam 35 minutos. Entraste no quarto e olhaste para a roupa que tinha escolhido para ti e riste. Alem de nao haver roupa interior, o vestido nao era facil de vestir sozinha e as meias eram abertas entre as pernas. Olhei para ti e apontei o relogio. Como que apanhada em falta, puseste a mao a frente da boca, como que escandalizada. Mas a pressa nao era nenhuma e cuidadosamente, demoradamente, iniciaste a colocar o que tinha escolhido. Quando te calçaste perguntaste-me: "Vamos?". Mais uma vez olhei para o relogio e disse-te: 40 palmadas. Mais uma vez fingiste (acho eu) escandalizada. Mandei-te dobrar sobre o braço do sofa. Levantei o vestido ate a cintura e iniciei as palmadas. Uma em cada nadega, 1º palmadas suaves que te aquecessem o corpo e foram 10 desse modo. A partir dai foram 30, divididas irmãmente, de maneira a ficar com a mao ligeiramente dorida, imagino o rabo. Aguentaste estoicamente (que remedio) e quando te baixei o vestido, com lagrimas nos olhos, beijaste-me a mao e disseste "Obrigado Senhor por me ensinares". O pior foi o sorriso trocista que lançaste. Ias pagar por isso.
    - Saimos directos a uma praia, praia essa com uma extensao de areia enorme onde fora da epoca balnear haveria bastante espaço para te fazer sofrer, como gostas.
     Chegados a praia, estacionando o mais distante de pessoas e outros carros que consegui,Dei-te a mao, tirei uma malinha do carro e caminhamos na areia fina que aquela hora ja nao estava muito fria. Era agradavel pisa-la. Embora nao me perguntasses nada, vi-te diversas vezes olhar para a pequena mala que transportava.  Como estavas tao curiosa, passei-ta para a mao proibindo de a abrir, era so para transportar.
   Quando chegamos a um sitio que achei mais ou menos isolado, sentei-me e mandei-te sentar nao sem antes tirar de dentro da mala uma toalha e estender. Obedeceste, e eu levantei-me, mandando-te deitar de barriga para cima de pernas abertas, os braços perpendiculares ao corpo e fechares os olhos. Embora tentasses contestar, mandei-te calar friamente e obedecer.
    Fizeste-o, deitaste-te de pernas abertas e olhos fechados. Via-te a vagina porque o vestido era curto, encharcada. Sempre te achei exibicionista, apesar de acanhada. Ia tentar aproveitar essa tua faceta para nos divertir-mos.
   Levantei o vestido de maneira que tapasse os olhos. Tentaste evitar mas dei-te uma chapada que te  inibiu  qualquer outra tentativa de me contrariar. Estavas ali da cintura para baixo unicamente com as meias, tendo a parte anal e vaginal exposta. A vagina estava brilhante, os labios ligeiramente abertos, convidativa.
    Entao a vingança começou. A palmatoria iniciou o seu trabalho cadenciado em toda a zona sexual.
Gemias umas vezes de dor, outras de prazer, mediante o impacto sentido. Encostei por momentos um potente vibrador ao teu clitoris dolorido, com varios afastamentos e encostos, nao muito intensos mas por sinal bastante eficazes em relação ao teu desejo. As pernas tremiam, ameaçando um orgasmo e que o ambiente ja nao te dizia nada, esse estava esquecido naquela amalgama de sensações. Quando te vi muito entusiasmada, quase no pico, retirei tudo e deixei-te na tremideira. Tentaste com a mao acabar o que estava quase a acontecer mas uma forte palmada na mesma, demoveu-te de tal. Ordenei que o braço voltasse a posição inicial. Contrafeita obedeceste mais uma vez. Observando mais uma vez a nossa volta, verifiquei alguem a passar. Um casal que passeava. Como estive sempre a tua frente, pouco ou nada viam e estavas resguardada.
     Depois de passarem, reiniciei a brincadeira contigo. Outro vibrador entrou em ti, seleccionando a velocidade máxima. Nao contente com isso, outro suave na textura mas com vibração muito forte tambem encontrava o clitoris, desta vez de forma continua. Novamente o teu prazer subiu e as pernas voltaram a manifestar o que te ia acontecendo. Ate que o teu orgasmo veio, forte, intenso mas silencioso. A mao tapou-te a boca impedindo o grito que sabia ir ser muito alto e longo.
    Ficaste inerte, exausta. Chamei-te a atenção para a maneira como estavas na praia, indigna da tua posição de mulher casada. Claro que era so para te aborrecer mas compuseste-te rapidamente, ruborizada, levando-me as lágrimas com o riso. Levantar-te foi um pouco difícil mas saímos dali felizes, sexualmente realizados. No carro de volta a casa, as tuas maos trabalharam em mim, dando-me um prazer e alivio que ja precisava e a ti tambem a satisfação da minha libertação que levaste a boca e sorveste ate a ultima gota. 
   
 

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Motel



   Convidei-te para uma ida ao motel. Precisava de uma brincadeira mais intima e fora do nosso ambiente. Por vezes e bom variar o clima, sair da zona de conforto, em tudo.
    Apesar de varios pensamentos em relação a entrada, quando estacionei o carro, verifiquei nao haver espaço para o que imaginei. O carro e muito grande. Paciencia. Subimos para o quarto e preparei-me para começar as brincadeiras. Mas mais um contratempo. A natureza fez das suas e tive que adiar mais uma das situaçoes que tinha idealizado. Estava a correr mal. So que.....
     - Depois destes contratempos, convidei-te para tratares de mim no sofa erotico. Ficaste entusiasmada. Embora sejas submissa, es acima de tudo mulher, curiosa e ainda por cima com uma grande vontade de experiencias. E eu proprio levo a minha "submissao" temporaria como um meio de ter prazer, que sempre neguei por o Dominio ser para mim suficientemente aliciante e compensador. Estava errado. Ter a nossa mulher a tratar de nos, acariciar e judiar com o nosso prazer e muito bom. E, alem de preencher a tua curiosidade , permite-me pelo estado de excitaçao que atinges, fazer muito mais que o normal. Alem de que o meu sexo atinge tambem ele uma erecçao enorme, o corpo e o cerebro têm sensações que nunca pensei existirem.Para alem de tudo isso, levamos os dois nao como submissao da minha parte mas o tratares de mim. Por ultimo, e optimo ja excitado, dar-te um estalo, puxar-te pelo cabelo e submeter-te ao meu prazer.
    Começas-te como costume a manobrar e beijar o meu penis. E sempre muito aliciante. Alem de que misturas com um aperto mais ou menos forte nos mamilos e umas arranhadelas no meu corpo. Sempre com a mao a masturbar-me, usas a maquina de estímulos electricos em mim. Levas ate ao maximo mas depressa desistes porque estou habituado a treinar com ela e a musculatura nao deixa haver grandes sensaçoes. Ficas um pouco desiludida e desligas o aparelho. Entao vais buscar a raquete e pela primeira vez usas os choques em mim. Embora sinta qq coisa, foi muito mais psicologico que fisico. Vendado sinto os teus dedos molhados com a minha lubrificaçao roçarem a boca e um longo beijo da tua parte, partilhando. Estava fora de mim. Levantei-me e fiz-te deitar no sofa, de costas voltadas para mim.
   Chicoteei com muita força o teu rabo e em especial as tuas costas. Choravas e vinhas-te ao mesmo tempo, nao pedindo sequer para parar (que nao faria, nao com aquela tesao), e continuando a sofrer pancada ate na vagina. Era chicote por todo o corpo.
 
Depois mandei-te voltar . Alem de chicotadas, usei varios vibradores em ti, que te mantinhas em cima mas sem atingir novamente o pleno, o orgasmo. Ja cansada pediste se te podias masturbar pois estavas dorida e concedi-te esse desejo. Mas nao deu resultado, nem tu conseguias chegar la. Estavas a desistir quando te mandei deitar na cama. Sei que dorida ou nao, a lingua em ti, no teu sexo, e infalivel. Entao durante muito tempo dediquei-me ao teu (marcado) sexo, onde com as diferentes formas de te estimular com a boca faziam-te perder a razao mantinham-te la nos píncaros mas sem chegares ao fim.  Foi maravilhoso olhar para ti e os olhos estarem fora da orbita, so se via branco. Ai sim, foquei-me em te fazer explodir e pelos puxões que me deste  no cabelo e os movimentos de pernas, sabia que ia acontecer....Foi divinal, gritos, espasmos, choro, tudo aconteceu em ti. Mas nao tinha acabado. Quando te vi mais calma, subi e entrei bruto em ti. Gritaste mais uma vez mas aconchegaste-me e tivemos os dois um ultimo orgasmo em simultâneo, maravilhoso em mais uma ida a um motel que tem acompanhado a nossa existência a dois....pelo menos ate nos expulsarem um dia por excessos.

Vicissitudes do casamento BDSM. 5º capitulo



   Assim fomos de descoberta em descoberta aproximando-nos da uniao, da vida a dois. O desejo da vida em comum, sem os hiatos proprios de quem mora longe, o afastamento que nos consumia, ja nao era racional. Tinhamos que juntar as nossas vidas. E foi repentinamente. Uma oportunidade, uma casa emprestada por um tempo e consumou-se. Estavamos juntos. A partir de agora, tudo poderia andar mais rapidamente, ao ritmo que entendessemos.
   
    Assim, a felicidade que sentiamos nos encontros, alastrou, salpicada aqui e ali com pequenos atritos, arestas que a nossa experiencia permite limar com alguma facilidade. Sempre conversamos muito e isso e fundamental. Alem de tudo, juntos, cada vez manifestávamos mais facilmente os nossos objectivos na relaçao, o BDSM começava a ser levado mais a serio. Eu mantinha a minha faceta Dominadora e tu sentias-te bem com actos de submissao. Como sempre, os avanços eram subtis, tentava sempre induzir-te a necessidade de algo, levando-te a cada vez mais, manifestares vontade de mais coisas acontecerem. Por muito que te custasse admitir gostares de situaçoes que nao dominavas, o certo e que a felicidade irradiava dos teus gestos, olhares e expressoes. Medos eram muitos, mas a vontade de "viver" tambem.
   
     Começou aqui entao verdadeiramente a descoberta do teu masoquismo, aceitação da tua parte e o querer desenfreado  do sofrimento. Primeira vez atada, inibida de qq movimento, bloqueada de receio mas ao mesmo tempo assoberbada de um desejo imenso, fruto de te ter pegado ao colo e colocar-te cuidadosamente em frente a lareira. A partir dai foram momentos de prazer indescritíveis, o facto de teres que te abandonar a sorte mexeu muito. Foi uma tarde magnifica.
    A noite, ainda em estado de graça, tiveste o 1º orgasmo multiplo, muito tempo com espasmos silenciosos, ansia sem fim, e quando tudo acabou adormeceste nos meus braços, incapaz de conversar. Foi um dos orais mais longos, delicados, lentos que te dei. Mas um dos mais marcantes.

     Poucos dias depois, estando a cozinhar, tinha de comer para ir trabalhar, aproximei-me de ti, na cozinha e nao resisti. Estavas levemente vestida. Abalroei-te, agarrando-te pelos cabelos e foste "violada" autenticamente. Foi uma rapidinha intensa, que te encantou ate pelo depois. Dando-te uma boa palmada no rabo, mandei-te continuar a cozinhar.
    Essa palmada nao foi inocente. Queria ver a reacção a uma situação algo estranha ate entao, uma boa palmada depois de, acompanhada por uma ordem. Ok, senti-me livre para avançar. Aquilo tinha mexido contigo.

     Outras experiencias iam sendo refeitas, orgasmos provocados com palavras ao teu ouvido, caricias nos peitos, apertoes cada vez mais longos no pescoço, tudo provocava sensaçoes orgasmicas mais fortes, diferentes, novas. As palmadas tornaram-se mais fortes e continuadas. Estava a "viciar-te" pouco a pouco.

Vicissitudes do casamento BDSM.- 4º capitulo

 


        Outro momento marcante decorreu numa casa de amigos, quando pediram o favor de tratar de um animal.
         O fogo em nos nunca se consumia e termos um sitio inabitual, com todas as condições de limpeza e privacidade, pareceu-nos bem....So nao contamos que o animal se escondesse devido a nossa fulgorosa luta apaixonada. Alem disso, desconfiaste de algo estranho em ti, que me levou algum tempo a tentar aliviar: Uma pressao enorme na bexiga, como se urinar te apetecesse, e que afinal era unicamente mais uma faceta tua: Ejaculação. Nao sabia como explicar-te, nao aceitavas o "deixar andar", foi um momento estranho mas ao mesmo tempo mais uma ajuda na libertação sexual encetada por nos nao ha muito tempo. O que e certo e que tivemos umas horas de valente brincadeira e ainda mais um bom tempo de susto porque pensavamos que o animal tinha fugido pela porta da rua...Por acaso ao fim de algum tempo e desespero reparamos numa situaçao ainda nao observada e encontramos o bicho nesse local.
   

        - Era habitual falarmos muito e essas conversas iam levando-nos ao encontro do que queriamos.
E a intimidade ia perdendo tabus.
       Entao, aquilo que foi interrompido naquela manha, acabou por ser provocado no motel. Nao da mesma maneira, Na altura estavas em pe dobrada sobre o braço de um sofa, desta vez foi na cama, deitada, com uma das artes tua e minha preferidas, sexo oral. A boca e lingua dedicaram bastante tempo ao teu sexo, levando-te muitas vezes ao quase mas sem nunca deixarem acontecer. Ate que, numa altura em que te senti fora de control, usei os dedos dentro de ti, pressionando a parte superior do teu sexo ate sentir a expulsao de um liquido translucido a uma altura considerável. Tinhas tido a tua 1ª ejaculação que bebi e te dei a provar através da minha boca.Finalmente verificaste por ti propria nao haver razao para o medo da 1ª vez, alem de que, o orgasmo foi tao brutal que quase desmaiaste de cansaço. Por pouco tempo, e verdade. A capacidade de recuperaçao sempre foi admiravel em ti. Ate hoje.

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Vicissitudes do casamento BDSM. 3ª capitulo




    O proximo convite que te fiz, sensibilizou-te muito. Quando viste a tippie que aluguei, ficaste maravilhada. 1ª noite que passavamos sobre o mesmo teto, uma cabaa simples mas tao cheia de significado. Estava muito frio e chovia mas, o calor do tempo que passamos juntos, fez com que qq desconforto que pudesse acontecer nao tivesse nenhum impacto no nosso estado de espirito. Nem as idas a casa de banho do parque de campismo, aberta, onde o vento frio nos castigava os corpos nus durante os diversos banhos nos cortou a alegria e prazer dessa 1ª noite juntos.
    Lembro ainda que a entrega, a força usada, a loucura sexual foi tanta que uma vez te projectei com tal força que, se nao te tivesse num reflexo, agarrado os pes, tinhas ido contra a parede. E reafirmaste a necessidade num riso, da urgencia do tal capacete de procteçao para ti porque foste "usada" com tal força que batias frequentemente com a cabeça na parede da tippie. O seres fecundada de 4 estava a ter os seus problemas na cabeça, mas as batidas eram os menores. A submissao que sentias, a forma como eras usada excitava-te ferozmente, e o teu corpo queria essa posiçao para se saciar.Estavas viciada. O pior e que nessa postura tinha a disposiçao a parte mais desejada por mim da tua anatomia: o anus. Talvez pelo receio que tinhas da penetraçao anal, que me confessaste ter sido usado uma so vez de forma tao descuidada que te feriu e nao querias mais sentir nada ai. E eu que ia conquistando a tua confiança e abandono aos poucos nao queria a regressao dessas conquistas. Tinha que esperar, infelizmente. Apesar de tudo isso, ou ate por tal, os teus orgasmos eram cada vez mais intensos, vividos e frequentes. Sempre com o penis bem fundo, o orgasmo manual perdeu o sentido para ti. 1ª grande conquista.
   Ao mesmo tempo que todo o momento era bom para a uniao fisica, as conversas tambem iam sendo mais audazes, como aquele pedido que me fizeste para te apertar o pescoço durante o sexo. Coisa que pensei introduzir mais tarde mas que aproveitei para fazer nessa altura. Sabia que irias vibrar ate porque confessaste terem feito em ti uma vez, ficando confusa e negando nessa altura. E eu sabia o que te poderia fazer, nao no durante mas como acrescimo no orgasmo. Creio que foi o orgasmo mais fatigante que tiveste ate essa altura. Quando findou nao falaste nada, ficaste abandonada, sem força, unicamente puxando a minha mao para beijar, lamber, agradecendo e venerando a mao que te asfixiou de forma perfeitamente conjugada com a explosão sexual.
     Assim, mais confiança eu tinha para "inovar" em ti e mais necessidade de seres explorada tu tinhas. A adrenalina das coisas que ia introduzindo no nosso sexo era-te vital. Querias tudo. Ate que um dia aconteceu algo que te fascinou, envergonhou e maravilhou. Pediste para te dar algo especial, sem chegares ao fim. E eu dei. Mas a minha maneira que nao era bem o que tinhas em mente.
Começamos a brincadeira e quando ja tremias num pre orgasmo parei, mandei-te por o cinto e fomos a um cafe a poucos minutos do local onde tinhamos "brincado". Tive que te ajudar a sair do carro apoiar-te a atravessar a estrada e entrar no cafe. Poderia ter-te deixado sentada na mesa para onde fomos bebe-lo mas queria que sofresses, cambaleasses, com os olhos brilhantes, cambaleante, insegura, sentires os olhares invejosos das mulheres e desejosos dos homens que la se encontravam. Eu diverti-me muito. Lembro que ao entrar no carro, ainda cambaleante me disseste nunca pensares passar por tal, querias ficar naquela situaçao, gozando-a sozinha. Ri-me, voltamos ao mesmo local e chegamos ao gozo supremo em menos de nada. Recordo o quanto era dificil ficar sem ti porque tinhas que apanhar o transporte de regresso a casa, mas esse dia foi-me particularmente penoso pelo beijo que recebi na despedida, junto com o olhar apaixonado, de cadelinha abandonada.

Vicissitudes do casamento BDSM. 2º capitulo

 


      Apos aquele belo 1º momento de intimidade, onde eu cheguei ao fim e tu nem por isso, apesar de nao estar habituado a essa decepção, a minha preocupação foi sondar o maximo que consegui de ti, das tuas experiencias anteriores, conhecer o que mexia contigo. Disseste que nunca tinhas atingido o fim com penetração. Que so conseguias esse final sendo manipulada. Desde esse momento tive como objectivo quebrar essa insuficiência. Isso tinha que ser mudado. E foi.

    Um dia, apos 12 horas de trabalho, um domingo de manha, fui-te buscar ao comboio, tomamos o pequeno almoço e dirigimo-nos a um motel da zona.

    Tinhamos cerca de 11 horas pela frente juntos, ate ter de voltar as obrigaçoes profissionais.
     Apos um banho a dois, começaram as brincadeiras sexuais, introduzimos alguma "luta", provocavas-me para que aplicasse os meus dotes fisicos, inserisse alguma forma de me impor fisicamente, o que ficou ainda mais evidente apos tomarmos 1 litro de sangria. Despertou ainda mais a tua busca por te submeter a força, controlada, claro, mas obrigar-te a cederes a minha vontade foi uma evidente procura.
     Esse dia foi muito especial para mim e, pelo que me apercebi quando te fui levar ao comboio, foi tambem magico para ti. Nao sei quantas vezes tivemos orgasmos mas um foi especial: De 4, penetrei-te fortemente, imobilizei-te o corpo, numa restia de força (ate porque dormi uma hora apos esse derradeiro combate) e sentimos o teu 1º orgasmo sendo penetrada. Isto apos 9 horas de infindaveis brincadeiras sexuais. Sei que mexeu contigo porque adormeci com os teus carinhos, expressao sonhadora e brilho nos olhos. Acordei contigo no banho, vendo os serpenteantes contornos do teu corpo sendo ensaboado com a inigualável sensualidade das tuas maos. Por muitos anos que se passem, jamais esquecerei esse dia.
     A partir dai tudo em nos cresceu. O meu casamento que havia anos era uma fachada doentia, falsa e sem qq sentido, morreu. A minha mulher eras tu, o meu objectivo de vida eras tu, o meu bem estar era junto a ti. Claro que nao era so o sexo. Tambem o dizeres sentires que tinhamos tudo para dar certo, a dedicaçao que sentia da tua parte eram motivaçao extra.
     Passamos a aproveitar todos os momentos para estarmos juntos, para falarmos, fazermos planos, termos sexo, sexo esse cada vez mais radical, em que abusava mais de ti e do teu corpo e me confrontava com paragens da tua parte, confundida com o porque de sentires tanto prazer com atitudes e palavras que antigamente te afastavam do desejo e das pessoas com quem estavas
envolvida. Recordo como, numa cavalgada no banco traseiro do carro, uma boa palmada no rabo te fez arrefecer e te fez encarar-me cheia de raiva vociferando que aquilo era negativo. Sorri-te, mandei-te voltar a posiçao e, alem de te dar outra forte palmada chamei-te puta agarrando-te no cabelo e esperando a tua reaçao. Choraste, queixaste-te que esse nome nao o eras, mas, como continuei a penetrar-te fortemente vieste-te ejaculando (sei porque o banco ficou molhado onde estavas) e a unica queixa que tiveste, meio a serio, meio a brincar, era que tinha de te comprar um capacete pois fazia-te bater com a cabeça com muita força na porta.Cada vez tinha mais certeza de que eras tudo o que precisava e eu ia levar-te a desnudar a mente aberta e sexual que durante muitíssimos anos esteve escondida, travestida de preconceitos e tabus que te limitavam e castravam.

   

Vicissitudes do casamento BDSM. Inicio




     Numa relaçao a dois existem descobertas constantes, alegrias e tristezas, momentos excelentes e alguns negativos. Familia, emprego, dinheiro, passado, tudo faz parte da vida a dois e gera os tais momentos descritos atras.
      Na nossa vivencia a dois, 6 anos em comum, talvez devido a idade, outro tanto pelo passado de casados com outrem e por feitios e valores proprios, nao tinhamos passado por um período tao longo de afastamento intimo, desinteresse inclusive.
      Descobrimos recentemente facetas diferentes no nosso BDSM. A minha tendência dominadora deixou de ser exclusiva, verificando multiplicar algumas vezes o prazer ao ser coberto de atençoes, submetendo-me aos caprichos da femea avida de desejos pelo meu corpo, num todo. Submeter-me a receber todo o desejo exaltante da mulher amada e tudo de bom. Em especial quando atinges o estado de loucura senil, obrigando a que te deites ou de quatro suplicando por brutais chicotadas atingindo o prazer supremo, ou pedindo a mao dentro de ti, atingindo igual resultado ou ainda pedindo para te violar, em posiçao de submissao pura, abrindo o corpo, desejando a entrada nas tuas entranhas num arremesso violento , profundo, sentido. Nessa altura nao e o homem que desejas, nem sequer o Dono, e um animal feroz, irracional que te devore nao por amor mas para entrar no mais fundo do teu ser... aqui alem de atingires o teu por mim tao desejado orgasmo, atinge tal violencia, penetra tao fundo no teu cerebro que desabas num choro convulsivo e libertador, avida de um abraço e caricias, atençoes que te despertam uma vez mais a libido tao tua.
      Como ficou esclarecido em cima, hoje, devido a conversas nossas, a submissao e mutua e intercalada, a uniao e confiança maior, a entrega, senao total, e enorme e a vontade de nos excedermos esta nos píncaros.
       Mudamos? Nao.
       Adaptamos a nossa intimidade as necessidades que foram surgindo.
       O BDSM e uma pratica intima cheia de possibilidades. Sempre tive o meu papel de Dominador, era a minha vontade que imperava e a minha felicidade chegava em forma de obediencia cega por parte da parceira. Claro que uma parceira de ocasiao obedecia cegamente a qq exigencia minha que era adaptada ao que percebia ser a personalidade da mesma. Foram anos de falso altruismo em que me sentia realizado com o que "sacava" em obediencia, submissao e escravidao. Ate que te encontrei  e senti seres um ser especial. Carente e forte, de convicções mas pouco elucidada o terreno sexual, cheia de teorias mas nenhuma certeza, erros na vertente intima por desconhecimento, facilmente desmontados, curiosidade feminina que possibilitava levar-te pelo caminho que desejava. Medos e receios eram o alimento ideal para a minha fome de alguem tao pefeitamente inocente e ao mesmo tempo tao madura no cinquentenário de vida. O desafio pefeito, o diamante para lapidar que ja tinha sido lascado por alguns artesãos incapazes de te darem o brilho que adivinhei teres. Beleza, carisma, inteligencia e capacidade consegui perceber em ti, mas ate onde irias na tua sede de evoluir?
       Sim, varias vezes me fizeste sentir um quase Deus, um homem perfeito (isso nao existe) uma pessoa especial.
       Primeira vez de intimidade levei-te a pedir-ma, depois de um jogo que levou tres dias de encontros, onde tudo fiz para despertar a curiosidade que vinha crescendo em ti.
       Aconteceu numa praia, dentro de agua, onde te posicionei estrategicamente de costas para a areia, onde so podias observar o mar e nao te dares conta dos olhares de tres ou quatro espreitas que desafiados por mim miravam subtilmente quando em vez a ligeira agitação  que causávamos no lento vai vem dos corpos a amarem-se. Logo ai saltou a vista tanto a tua propensao   para o sexo, tinhas extrema lubrificaçao que mesmo dentro de agua onde e normal uma introdução mais dificil, escorreguei ao fundo de ti com facilidade, como a confiança de estares nos meus braços protegida de tudo. Claro que a tesao era enorme, o facto de nao te convidar para a intimidade depois do que soubeste de mim, deve ter mexido muito positivamente contigo pois soube esperar. E nem calculas o desejo que tinha de te "saborear" desde o 1º dia. Mas como escrevi em cima, eras(es e seras) especial.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Tocada na alma

Já estava bastante excitada quando mergulhaste entre as minhas coxas e procuraste o meu sexo de forma ávida como sempre fazes... começaste a lamber deliciosamente,  a beijar e a sugar o meu clitóris... ias alternando com a introdução da tua língua na minha vagina... mordias os lados... sentia-me bastante molhada... excitada com a tua boca... o meu corpo arqueava... procurava chegar mais o meu sexo à tua boca... contorcia-me de prazer... sentia a tua língua brincar com o meu clitóris ao meu tempo que sentia os teus dedos dentro da minha vagina... num vai e vem vertiginoso... intenso... por vezes com movimentos brutais... entre gemidos e gritos abria os olhos e deparava com o teu olhar em mim... olhar doce e excitado... atento às minhas reacções.... absorvendo cada gesto meu...
Em certo momento tive a sensação de que algo muito grande, abrangente... invadia a minha vagina... algo que me preenchia inteira...  sensação de dor, desconforto e de prazer... assustei-me... olhei de novo para ti... mas o teu olhar falava..."confia em mim"...
Apercebi-me então que estavas a introduzir a tua mão dentro de mim... comecei por sentir os teus dedos tocarem no meu interior... dobrarem-se suavemente... começaste a movimentar a mão...com cuidado... devagarinho... talvez por me sentires ainda excitada os teus movimentos aceleraram... num frenezim louco... sentia-te excitado... o que me excitava ainda mais... sentir a vagina inteiramente preenchida é algo maravilhoso... Ahhh... uma sensação nunca antes sentida... sentia dor quando entrava e um prazer imenso quando a sentia dentro de mim... o ritmo dos meus quadris aumentava e eu me contorcia de dor e de prazer misturados... que estavam a levar-me a um orgasmo brutal... retiraste o polegar... talvez te apercebesses de algum desconforto meu... mas continuaste com os quatro dedos dentro... estimulando... entre os teus movimentos cada vez mais intensos e o meu corpo percorrido por  espasmos e ondas de prazer... o meu orgasmo chegou... explosivo... devastador...
Nunca pensei sentir a tua mão dentro de mim daquela forma… nunca pensei sentir a tua mão tocar-me a alma... foi uma das maneiras mais intimas e completas de me tocares... foi um momento de entrega extrema envolvida por muita confiança, amor e carinho.
Amo-te!!!

domingo, 2 de dezembro de 2018

Peculiar




  - Ja tenho reparado que, embora o sexo anal te seja dispensavel, ate me dizes que nem te lembras existir, o teu corpo e certas acçoes desmentem totalmente.
    Temos feito algumas vezes, raramente confessas sentir algo, como os arrepios que um dia confessaste, mas noto o teu sexo sempre brilhante de humores proprios do prazer. Tenho tentado fazer-te descobrir as maravilhas que se podem extrair para os dois com diversas posiçoes de praticar o acto e creio que caminhamos na direcçao certa porque embora mantenhas a distancia e o silencio quando te abordo sobre o assunto, cada vez mais o teu corpo me "diz" o quanto se "alegra" com tal pratica.
     Se ha uns meses era dificil a penetraçao por tao desejado orificio, o choro convulsivo, o notorio esforço da tua parte para me alojares em ti, hoje ja nao sinto tanta dificuldade. Sei que os "valores" passados a ti, aquilo em que acreditas ou acreditavas, as experiencias do passado, sao duros entraves a tao bela e prazerosa pratica. Mas tambem sei que, combatendo juntos, iremos chegar a um bom fim, tanto porque eu desejo muito possuir tudo em ti, alma, corpo, vontade, assim como sabemos ser tambem esse o teu desejo. Ja passou o tempo em que sonhavas com uma relaçao num unico sentido, eu mandava, tu obedecias. Nao es exactamente assim. Queres como mulher, ser protegida, amada, desejada, possuida brutalmente, nada de esposa sexualmente, queres o instinto animal sempre presente em mim entre 4 paredes. E sabes que o tens. Passaste a querer tambem dar-me prazer, dedicar-te a mim, dares-me a atençao que ate te conhecer nunca tive. Faz-te sentir mais completa brincar sensualmente com o meu corpo e eu, francamente, estou maravilhado com essa atençao. A sensualidade, cuidado e erotismo com que me tocas nao anula o masoquismo ou a submissao que te sao inerentes, antes os incentivam. Explorares o meu corpo com maos e boca, centrares-te em certos pontos, ter liberdade para o fazer, alem de acicatarem o meu sadismo, o meu Dominio, elevam-te a auto-estima e ajudam a afastar os tabus tao enraizados.
     Numa dessas brincadeiras, apos cavalgares a vagina no meu falo, alucinada de prazer e quase no seu auge, resolveste trocar os orificios. Claro que a primeira dor foi inibidora, paraste, tentaste relaxar, e a medida que ias conseguindo ias-te afundando mais, ate que senti os nossos corpos unidos. Ficaste hirta, tentando que a dor desvanecesse para que os movimentos vai-vem iniciassem. Sabes que sao eles que me podem provocar o orgasmo que tanto ambicionas dentro do teu anus.
     Mas, ao minimo movimento, via o teu esgar de dor na face e sentia o aperto imediato no teu interior. Entao entrou em acçao o potente vibrador com o acessorio para o interior. Nao para te penetrar, era impossivel contigo sentada sobre o meu sexo, mas nao impedia que posicionasse o acessorio ao longo dos labios vaginais, estimulando-os e mais importante, o clitoris. A mudança foi acontecendo, ja nao apertavas, agora os movimentos nao eram so vai-vem mas as torçoes do corpo faziam com que o meu sexo explorasse todo o teu intestino. E isto tudo sem eu fazer um movimento no corpo. Era unicamente a estimulação clitoriana exercida na correnteza da tua vagina. Era como se a dor atroz antes sentida tivesse desaparecido. Movimentavas-te graciosa e sensualmente, agora espelhando deleite, irradiando alegria, exaltando o orgasmo proximo. E ele aconteceu, forte, grandioso, extenuante, fazendo-te deitar sobre mim na procura de um beijo energico... ate que, a dor da penetraçao voltou, e a saida, lenta, cuidadosa, acabou por acontecer assim como o alivio que demonstras sempre tal acontece.
     Ontem, depois de outra brincadeira tua, onde vendado, te entretiveste com o meu corpo e com a minha angustia de homem preso a cama, inclusive brindando-me com alguma cera, massagens penianas e peitorais, muito oral, entre outras brincadeiras, soltaste-me e ofereceste o teu corpo excitado aos meus desvarios.
      Chicoteei as costas firmemente, flagelei o rabo, pes e pernas, mas estava mortinho por tentar algo mais "poderoso".
      O teu corpo estava vermelho e quente, gemias baixinho e a tua vagina molhadissima.
Aproveitando o facto de estares de 4, enquanto com um pequeno vibrador entretinha a vagina, preparei o magic, o tal com vibraçao muito forte, com uma frente arredondada e flexivel, com muita vazelina e encostei no teu anus.
       O teu corpo de imediato foi ao encontro dele, fazendo força na sua direcçao. Nao foi o que estava a frente que provocou aquela reaçao, ate porque o retirei de ti e a tua vontade em relaçao ao magic manteve-se. Fiquei siderado de contentamento quando, por iniciativa tua o introduziste, metade da cabeça oscilante tinha sido engolida por ti sem um ai, gemias baixinho, o teu anus expulsava e logo de seguida engolia, tudo por tua iniciativa.
     Infelizmente ao fim de certo tempo, o teu desejo esmoreceu e em troca os movimentos que fazias ja eram doloridos, embora tentasse com o outro vibrador novamente no clitoris, o caminho ja nao tinha volta. Mas a vagina continuava humida de desejo. Felizmente o sexo oral em ti tem sempre um efeito regenerador e apos acalmares com um orgasmo magnifico ainda, em cima de ti, tivemos um simultaneo, devastador, lindo como o nosso amor. 

sábado, 17 de novembro de 2018

"Exorcisar"



   Hoje uma historia fictícia no seu todo, motivada por conversas com a minha mulher submissa, masoquista e esposa. Serve a presente como uma dica também aos meus leitores, a importância de conversas francas, como meio de preenchimento dos nossos desejos, saciar vontades e necessidades que, por pudor ou vergonha dificilmente sao confessadas. Mas em especial, dedico-ta a ti minha companheira, que tantas vezes "sofres" calada ausências que, por seres para mim única, erradamente erradico de nos. Tenho que pensar por vezes em ti como fêmea sedenta de tratos diferentes de brutais orgasmos , e dar-te muito mais estímulos fortíssimos de dor e alguma humilhação, esquecer por algumas horas da nossa uniao marital e tratar-te como a MASOQUISTA e ESCRAVA que por vezes te e imprescindível ao equilíbrio emocional.

       - Mandei-te despir totalmente no quarto aquecido previamente. Claro que o aquecedor foi desligado no momento. Um pouco de frio e desconforto seriam factores de um mal estar que te queria proporcionar. Eu vestido com as minhas calças pretas e uma camisola também preta. Queixaste-te de frio, ganhando com isso uma chicotada na pele já um pouco arrefecida pela temperatura que baixava a olhos vistos após desligar o aquecedor. Disse-te nao teres autorização para falar. Baixaste a cabeça envergonhada e murmuraste um pedido de desculpas, ganhando com isso outra chicotada. torceste um pouco o corpo com a dor mas dessa vez nao vociferaste nada. Sorri sem que visses e dei uma volta completa sobre ti, apreciando a tua beleza e nesse momento a tua entrega. Pus uma venda nos teus olhos. Agarrei quase suavemente no teu cabelo e encaminhei-te para as tuas cordas, fazendo-te agarrar em cada uma e ai ficares. Dei ordem para abrires as pernas. Vislumbrei um sorriso mal disfarçado na tua face e nenhum movimento em relação a minha ordem. Dei um estalo em cada perna no sentido que desejava forçando te a cumprir a ordem ao mesmo tempo que soltaste uns ais de dor.
   Rindo-me, expliquei-te ser menos duro obedeceres, embora compreendesse que essa tua teimosia provocava o tal bem estar que precisavas e que era dado pelas dores que te ia proporcionando.
    Finalmente estavas como queria. Dei-te as directrizes para que pudesses comunicar comigo caso alguma coisa estivesse menos bem. As única palavra que me fariam parar para te ouvir seria MESTRE e caso a coisa estivesse incomportável  dirias BENFICA. Nada disto era ao acaso, dificilmente as dirias porque tens certa fobia as duas, dai so por algo muito especial as usarias.
     Perguntei-te ss tinhas entendido e esperei resposta ja preparado para outra chicotada. Respondeste, como calculei com um sim. Chicotada imediata e a pergunta "sim o que?". Ai respondeste baixinho MESTRE. Mandei que repetisses mais alto, disse-te nao ter percebido e assim fizeste. Fiquei satisfeito na altura. A humilhação de usares a palavra mestre sei que te era dificil.
     A partir dai iniciei um aquecimento geral no corpo com o flogger. Costas, nádegas, pernas, entre pernas. Vi que entravas na onda, pequenos movimentos sedutores de coxas, ondulações de costas e nádegas, algo que me excitava mas que deveria afastar tais sentimentos.
      Procurei o chicote de silicone e novamente flagelei a pele previamente aquecida, deixando ja algumas marcas e ouvindo alguns gemidos de lamentação mesclados com prazer. Com a continuação e a habituação do corpo as investidas, novamente o prazer suplantou a dor e entraste em unissuno com as chicotadas. Parei com aquela pratica. O meu objectivo era, nao te perdendo, deixar-te naquele limbo do querer/nao querer. Resolvi entao usar algo que nao te deixa nada confortável: A chibata.
   1ª pancada, um risco nas nádegas e um grito de dor. Deixei-te absorver esse 1º impacto e nova pancada se fez ouvir e sentir, provocando novo grito e um abaixamento teu por falta de força nas pernas. De imediato ordenei que te posicionasses como originalmente ao qual obedeceste. Estavas entregue, dolorida e marcada.
    Iniciei uma serie de chibatadas mais ligeiras espalhadas pelas pernas, nádegas e costas. A estas reagiste sem muita dificuldade, mantendo-te serena e hirta, mas com a respiração ofegante, possivelmente na expectativa de outra mais forte. Nao aconteceu. Resolvi agora meter-te entre as pernas um gengibre que tinha talhado em forma de falo previamente, grosso para o interior e base, mas suficientemente fino para que ficasse fixo na tua vagina. Estavas apesar de tua humidade o que facilitou a entrada do generoso falo. Note-se que o piquei em alguns sitios para que a seiva que faz aquecer loucamente aquele lugar fosse mais efectiva.
     Peguei noutro chicote mais pesado e "torturei-te" as costas com chicotadas fortes desde as omoplatas a ultima costela, varias vezes em movimentos ascendentes e descendentes. Depois a "ventoinha" mordia-te as mesmas arrefecendo com o seu vento zonas que aquecia ao seu impacto.
   Senti-te perdida, inconsciente dos movimentos que o teu corpo emanava, os gemidos gotorais as palavras desconexas.
    Meti a mao na tua vagina que escorria pelas pernas e retirei-te abruptamente o gengibre provocando-te um grito, nao sei se de dor ou prazer ou os dois. O certo e que te mantinhas estoicamente agarrada as cordas. Suavas, a respiraçao evidenciava o cansaço extremo, as lagrimas brotavam teimosamente dos teus olhos revirados.
    Com a insana imagem que se me mostrava, querendo quebrar-te, agarrei novamente na chibata e voltei a açoitar o teu traseiro com pequenos intervalos ate desfaleceres extenuada sendo por mim amparada e suavemente deitada, inspirando todo o ar que te era possivel, com convulsões de choro baixinho, agarrada a mim como tábua de salvação e aos poucos acalmando. Beijando-te, encaminhei-te para um banho retemperador, passando um gel calmante com mais incidência nas zonas marcadas. Aos poucos foste recuperando a vivacidade e a expressao da tua cara ja era alegre, satisfeita, feliz, realizada, calma.
    Mandei-te arranjar, vestir e pintar, para saires com o Dono. Estavas radiante e emanavas bem estar.