sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Saída para um café

Preparada para sairmos... beber um café e relaxar um pouco da azáfama do dia.
Eram dez da noite... uma noite calma de Verão... a minha roupa tinha sido escolhida por ti... estranhei a tua escolha mas nada falei...
Ao chegarmos perto do carro disseste-me para parar. Assim fiz...
Fui vendada, pernas e braços amarrados... Por isto eu não estava a espera... nem tempo tive para pensar fosse o que fosse pois de imediato abriste a porta do carro, pegaste-me ao colo e jogaste-me no banco de trás.
 - Não te quero ouvir falar enquanto conduzo! ( o teu tom de voz arrepiou-me... mas fiquei calada)
Relaxei um pouco procurando uma posição mais confortável. Em vão... os meus movimentos estavam muito limitados... apenas me saltou um sapato do pé... 

A roupa que tinhas escolhido para mim era muito limitada. Um top e uma saia curta travada. Mais nada... Ah... e agora apenas um sapato... Como a noite estava quente até que aquela roupa era fresca... tinhas o ar condicionado ligado e a temperatura dentro do carro era agradável... E enquanto conduzias era invadida por pensamentos diversos...
Eis senão quando, de repente, comecei a ficar com frio. Arrepios que me faziam estremecer... Mas como sou muito dada a variações de temperatura não achei estranho... logo, logo,  viria calor novamente. Estava completamente enganada. Aquele frio já estava a arrastar-se por muito tempo... tentei me concentrar na música que ia ouvindo mas o frio que sentia aumentava cada vez mais. Foi aí que percebi que tinhas direcionado o ar condicionado para trás... para mim deveria estar no máximo!
A minha vontade era começar a refilar... é melhor não... A tua ordem tinha sido bastante explícita! Ficar calada!
E o meu desconforto aumentava, sobretudo quando fazias curvas ou travavas... por algumas vezes pensei ir parar ao chão sem falar nas cabeçadas que dava na porta, de vez em quando.
Apercebi-me que tinhas parado para pagares uma portagem... Ainda bem que a pessoa que te atendeu não olhou (acho eu ) para o banco de trás... pois poderia pensar que tinhas sequestrado alguém... a viagem continuou e eu quase congelada...
Claro que pensei para onde me levarias e o que pensavas fazer comigo... mas tu continuavas a conduzir em silêncio...
Ouvi carros a passarem por nós... muito trânsito àquela hora, pensei eu.
De repente paraste o carro, saíste e... estavas a fumar um cigarro!!!!
Mas que desplante... e o ar condicionado ainda ligado.
Onde estaríamos???
Passados alguns minutos tiraste-me do carro e colocaste-me de pé mas tiveste que me amparar pois as minhas pernas estavam dormentes... mas o calor da noite foi tão reconfortante! Estava gelada.
Ouvi barulho de chaves e uma porta a abrir-se... e um carro a passar por nós.
Pegaste novamente em mim e devemos ter passado pelo corredor de um prédio... e ainda comigo ao colo, voltaste a abrir outra porta que fechaste atrás de nós com o pé...
Fui jogada numa cama... mas onde estaríamos???
Não deu para pensar em mais nada pois fui voltada para cima de qualquer maneira, a minha roupa rasgada... os meus seios amassados... a tua respiração ofegante sobre o meu rosto... orifícios penetrados com os dedos, um, dois... não sei... porque já gemia de prazer...
Removeste as cordas das minhas pernas e obrigaste-me a ajoelhar no chão.
Agarraste os meus cabelos e puxaste a minha cabeça contra o teu sexo que ainda estava retido dentro das calças... mas dava para perceber o quanto ele estava grande já... esfregaste o meu rosto contra ele através das calças... desagradável pelo tecido mas excitante por sentir o teu sexo...
Após uma ligeira pausa e já o teu sexo liberto exercia força sobre a minha boca... fechei-a... e resisti... mas por pouco tempo... uma estalada acabou com a minha resistência...
- Engoli-o todo, puta!
Abri a boca e de imediato o teu sexo me sufocou... depois veio um vai e vem frenético...como se estivesses a violar a minha boca que, entretanto, já salivava... só paraste quando me engasguei...
Fui jogada novamente na cama e colocada de quatro... abriste-me as pernas e entraste dentro de mim com violência...
Como ainda tinha os braços amarrados não conseguia aguentar por muito tempo aquela posição mas como que se adivinhasses a minha dificuldade, agarraste-me pela cintura com uma mão enquanto a outra agarrava o meu cabelo forçando a minha cabeça a ir para trás... os teus movimentos eram cada vez mais rápidos arrancando de mim gemidos, presságio da chegada do meu orgasmo... o meu corpo continuava a ser balançado com as tuas investidas dentro de mim... agora éramos dois a caminho de um orgasmo, quase que em simultâneo, entre gemidos e urros, soltámos fluídos no ápice do prazer...
As minhas pernas não aguentaram mais e caí prostrada sobre a cama...
Deitaste-te a meu lado... puxaste-me para ti, tiraste as cordas dos meus braços e a minha venda... trocámos um longo beijo... cansados... exaustos mas felizes...
Olhei por cima de ti e reconheci de imediato aquele quarto.
Estávamos em casa dos teus pais!
- Não acredito... agora compreendo. Os teus pais foram de férias...
Rimo-nos da situação... puxaste um lençol para cima de mim, aconcheguei-me nos teus braços e adormeci quase de imediato...

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Viver a nossa sexualidade



O desempenho de papéis contraditórios, em diferentes situações das nossas vidas, nem sempre são bem exploradas. Por exemplo, a forma como encaramos a nossa vida pessoal, familiar ou profissional podem ser comportamentos completamente díspares da forma como vivemos a nossa sexualidade ou do que apreciamos na cama.
A natureza conservadora da sociedade em que vivemos, no que diz respeito ao sexo, incute crenças erradas nas pessoas.
Falo isto com conhecimento de causa. Vivi mais de metade da minha vida inserida nesta sociedade e o mais grave, a importância dada ao sexo era diminuta. O sexo não era considerado parte integrante de um projecto de vida. Na educação de uma jovem, quando ainda era adolescente, tudo o que dizia respeito a sexo era denegrido.
No entanto, hoje ao teu lado, os tabus foram sendo quase que arrancados à força, no bom sentido, pois estavam muito enraizados dentro de mim. Descobri a minha sexualidade a teu lado... descobri a liberdade de escolher quem quero ser na cama. Descobri gostos e necessidades que nem imaginava existirem. Felizmente estás aqui para saciar as minhas necessidades.
Hoje ser arrebatada pelo nosso homem, que nos entrelace pela cintura, nos pegue ao colo, nos atire para a cama, para cima da mesa, para o chão, sofá, etc... arranque as nossas roupas com desespero, nos penetre à força, invada sem pedir permissão, demonstrando-nos nesse acto o quanto nos ama... mexe, de certeza com a libido feminina... Pelo menos mexe com a minha, e muito.
Ser dominada dessa forma faz uma mulher sentir-se irresistivelmente sexy, a autoconfiança nestas alturas é extremamente afrodisíaca.
Outro aspecto que considero extremamente excitante é quando me amarras e não tenho o menor controle. Vendada então,  melhor ainda... a situação é imprevisível, desconhecendo o que está para vir... o calafrio que o inesperado ou o imponderável provoca... aquele friozinho na barriga...
Qualquer brincadeira que eu considero erótica, relacionada com a minha submissão ou masoquismo, é uma forma de me desconectar da realidade do dia a dia. Uma maneira de transferir as responsabilidades para ti e de me entregar às tuas vontades, sem precisar reflectir, pensar ou tomar decisões. Existe algo mais relaxante e libertador para algumas mulheres?
Outra explicação que encontro para explicar o desejo de ser possuída à revelia (minha insubmissão) é que bem lá no fundo me sinta culpada, inconscientemente, de sentir prazer. Ao imaginar que estou a ser forçada, liberto-me desta culpa, aproveitando assim muito mais aquele momento. Ao representar uma personagem permite-me deixar de lado ressentimentos e autocensura... vivo apenas as emoções que me provocas... navegando num mar de sensações.
Qualquer variação funciona como um suplemento e não como motor de arranque para que o sexo aconteça.
Por vezes, o facto de estar vendada é suficiente para esquecer o que me incomoda no meu corpo, estimula os meus sentidos e passo a desfrutar aquele momento ao máximo. Não nego, também, aquela excitação que surge pelo facto de me sentir "apavorada"
Claro que existe algum perigo nas nossas brincadeiras mas sei também a segurança que passas para mim... pois confio plenamente em ti. E amparada por essa segurança continuo a ter orgasmos que ainda hoje te arrepiam e me deixam exausta e feliz.

A tarde de ontem

    - Convidei-te para a cama. Estava excitado e com vontades exigentes que eram de acordo com as tuas. Como normal, preparei o lençol, deste-me outro toda contente porque sabias ir existir vela. Nao adivinhavas era o resto.
    - Deitaste-te de costas, com duas almofadas por baixo do corpo, posiçao do rabo alta, propicia a bons castigos no mesmo.
    -Iniciei com aquecimento pelo chicote mais leve. Acho que os preliminares connosco sao dispensaveis pois o grau de excitaçao mutua ocorre durante o dia em todos os momentos.
    - Depois da pele um pouco aquecida, pernas, costas e o ja referido rabo, iniciei as chibatadas. Mas diferente do habitual, nao fui muito meigo.
Estavas a precisar ser bem batida para libertares as magoas acumuladas  durante este tempo em que nao podemos exercer estes carinhos. O velho problema da familia muito grande.
    - Usei no teu corpo varios objectos de impacto, a vara de bambu, a chibata, chicotes varios da nossa ja boa coleçao, a escova de aço grande, que como ja tem pontas fora do sitio, e optima para te enterrar na pele tres ou quatro dessas pontas. Claro, houve choro, convulsoes e contraçoes, mas tambem muita humidade entre pernas e bicos de mamas muito atiçados. E fantastica a forma como mesmo sofrendo, nao sais da tua posiçao, nao te proteges, ficas ali, mesmo que tenhas contorçoes, rapidamente voltas a posiçao. Uma excelente submissa.
     - Intercalei o alcool com a escova de aço. Nas feridas que ela provoca, despejando alcool, as sensaçoes em ti sao inumanas. Claro que sentes o contacto forte do alcool em pequenos rasgos em sangue, mas se com as chibatadas ja te revolves eroticamente, com o alcool gemes fora de ti e a volupia e de pre-gozo. No fundo, o felizardo com todas estas demonstraçoes sou eu, porque adoro ver-te teres prazer, por muito inusual que seja e sei que sou eu que estou a proporciona-lo.
      - A vela chegou depois, ja com a pele mal tratada o que te castigou mais mas em contapartida, eras um rio de fluidos, lacrimejavas e humedecias enormemente, brilhavas na cama e entre pernas. Um sonho, cada vez que temos uma sessao.
       -De seguida, com uma faca retirei do teu corpo a vela ja seca. Sei que e mais uma sensaçao que muito aprecias, dizes que o contraste do ferro frio com a cera recentemente posta, provoca-te calafrios bons.Fotografei algumas partes.Estavas magnifica, como sempre.
      - Apos tratar da parte trazeira, mandei-te voltar de frente e fui acender um cigarro.
       -Com ele na boca, iniciei mais uma sessao de chicotadas a frente, umas escovadas e com a faca uma masturbaçao vaginal, pequenas pancadas que te fazem abrir o sexo como uma flor. Passei a fazer-te igual com a mao de cabedal, agarrada a uma chibata, sendo que cada vez que te via aproximar do climax, eram duas maos de cabedal a darem-te pancadas nas coxas o que te arrefecia. Estivemos nisto uns tempos ate que desesperaste e nao consegui voltar a provocar-te com as batidas vaginais. Experimentei entao usar a mao para te masturbar, conseguimos levantar-te novamente a tesao mas tinhas tambem os electrodos postos na pelvis, que pus na potencia maxima e isso voltou a cortar tudo.

Nessa altura, frustrados tivemos uma pequena altercaçao e falei-te duramente. Ainda estou para saber se isso te aqueceu porque apos meter novamente a mao para te masturbar, os eléctrodos a 3/4, disseste-me: " e impossivel chegar la......ou talvez nao". Este espaço entre as duas afirmaçoes foi  uma paragens de um ou dois segundos porque entre o começo da frase e o sentir a aproximaçao do teu orgasmo foi quase instantânea.
      - Acelerei os movimentos da mao e aproximei a outra mao do teu pescoço, acariciando-o quando ja gemias. Tinham sido instantes entre a frustraçao de julgar nao ir acontecer e a presença do mesmo.
       - Quando ja estava em processo de nao retorno, a mao no sexo entrou num vai vem poderoso e a outra no pescoço apertou. Entao tiveste um dos orgasmos mais escaldantes de sempre, gritos enormes, em varios tons, estremecimento enorme no corpo, o qual controlei em parte com a mao metida no teu interior, o que ao invés de te inibir, incitou mais.
NAo creio que tenha sido so um orgasmo, na altura pareceram bastantes mais, tanto pelo tempo como pelas convulsoes e pelas tonalidades com que gritavas. Foi um momento avassalador para ti. Caiste na cama como que desmaiada e ainda nao tenho a certeza que nao tenha acontecido. A noite aconteceram mais emoçoes, mas isso e outra historia.
   

Exibicionismo



Eu ainda me considero uma mulher muito conservadora, em sociedade e no seio familiar, no que diz respeito a valores e costumes. "Exibicionismo" era algo que não fazia sentido . Aliás esta palavra sempre teve uma conexão negativa para mim.
Até que um dia me senti exposta enquanto namorávamos. Receio de ser vista ou reconhecida era algo que me apavorava. Em algumas situações as tuas palavras acalmavam-me e esse receio desvanecia-se... só que muitas vezes, como já referiste em textos teus... essas palavras nem sempre coincidiam com a verdade... tinhas um prazer imenso, depois de fazermos algo, em me confessar que, afinal, sempre havia alguém que nos observava.
A partir desse dia sei que essas situações me excitavam profundamente apesar de não o conseguir admitir. 

Uma cena hipotética é imaginar uma noite de verão, muito calor... sentados numa esplanada... eu de vestido curto e sem cuequinha... e tu com um sorriso disfarçado... um descuido meu e as minhas pernas se entreabrem por alguns segundos... ou tu me peças que cruze e descruze as pernas... apenas a ideia de que alguém possa ver algo mais mexe muito comigo... ou seja, fico excitada. Exibicionismo é considerado um fetiche. Se esta cena mexer com algumas mulheres então está aqui um fetiche que devem experimentar.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

O que escrevo é para ti


Sinto-me bem a escrever e deitar cá para fora o que sinto. Junto à tua experiência e filosofia de vida procuro esclarecer as minhas dúvidas.
 Por vezes as nossas conversas são longas mas o respeito e o amor que nutrimos um pelo outro fazem com que elas sejam sempre construtivas.
 O que escrevo é para ti. Quero que saibas o quanto te amo e a beleza que existe neste amor sublime a todos os níveis.
Amo-te!

domingo, 15 de setembro de 2019

Quero...

Quero a tua voz sussurrando loucuras no meu ouvido, enlouquecendo a minha mente de prazer...quero sentir a tua mão no meu pescoço...
Me pressionando… asfixiando… nesse momento estou à tua mercê… és dono e senhor da minha vontade… sinto-me desfalecer.... a tua lingua começa a percorrer o meu corpo… ele estremece… o coração bate mais forte… descompassado… a respiração fica ofegante… sinto a tua boca a descer… descer… até se encontrar entre as minhas coxas… estou quente… húmida… desejosa de sentir a tua língua… adoro a tua língua e o prazer que provoca em mim.... fazes-me soltar palavras de desejo… gritos e gemidos.... estou quase a vir-me mas tu não deixas… mordes-me o sexo… apertas as minhas coxas… os teus dedos ficam marcados em mim.... as tuas dentadas me excitam cada vez mais… é um misto de prazer e dor… deixas-me louca de desejo… o meu corpo se contorce em movimentos desesperados.... puxo a tua cabeça para mim… quero encostar o meu sexo à tua boca… quero que sintas o prazer que ela provoca em mim...sinto os teus dedos a penetrarem-me… em movimentos de vai-e-vem… a tua língua não pára… e eu estou quase a vir-me na tua boca… que aflição… que tormento… quanto prazer... quero me soltar mas tu prendes-me os pulsos… puxas-me para ti… dói… mas é uma dor que me excita ainda mais.... o meu corpo entra em convulsão.... os meus gritos rasgam o silêncio do quarto.... nesse momento falas… vem para mim… puta.... vem para mim.... ahhhhh.... como eu ansiava por esse momento.... as tuas palavras comandam o meu ser.... e o meu orgasmo é teu… mas ainda o meu corpo está a recuperar e já tu vens para cima de mim.... os teus dedos trazem à minha boca o sabor do meu corpo.... puxas-me os cabelos e entras em mim com força… à força… sinto o teu sexo crescer dentro de mim… os teus movimentos são brutos.... quero que me penetres bem fundo… quero.... desejo que me faças vir de novo.... a cada investida tua as minhas unhas cravam-se nas tuas costas… estou quase… amor… estou a vir-me… falo palavras que te excitam… a tua impetuosidade aumenta… sinto a tua respiração na minha boca… o teu sexo a latejar… vem para mim amor.... vem.... quero sentir-te explodir de prazer dentro de mim...
Ahhhh.... como eu te amo!!!

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Adoro



Adoro… preciso desta tua atenção que tanto prazer me dá.... Já não passo sem este teu carinho, provoco-te,  por vezes, para que me seja ofertado um acto de amor tão intimo, doloroso e acima de tudo prazeroso, capaz de me deixar irritada e excitada... desejosa de outras atenções que vão surgindo… não sabendo quando...

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Anal, o começo?

   Hoje, o dia correu calmo, mas os desejos internos eram inversos a essa calmaria. Ha alguns dias sentia uma vontade de te possuir analmente, ir ate o fim, na busca do nosso prazer. Nao foi bem assim que aconteceu, mas os sinais foram muito positivos.
    Para descontrair, iniciei umas batidas em ti com o stick, com o chicote de arames e com algumas varadas da cana de bambu. Estavas divertida e entesada, tambem devido ao vinho bebido, pouca quantidade mas que produz em ti um efeito calmante. Soluçavas mas tambem gemias, escandalosamente humida e entregue. Resolvi entao por-te de 4, queria aproveitar o estado em que estavas para te usar a preceito por onde mais medo tens.
   Passei vaselina no orificio desejado, penetrei um pouco um dedo, deixando-o la, na tentativa de te despertar algum desejo. Em vao.
    Entao iniciei a penetraçao vagarosa, seguida de paragem para que te habituasses ao tamanho do que te invadia. Cada vez que penetrava mais um pouco, choravas, um choro nervoso. O medo ia ditando as regras. Mas nao desistimos e continuei ate que me senti todo dentro de ti. Ai fiz uma pausa maior, antes de iniciar um vai vem lento e pouco amplo. Acalmaste mas estavas hirta, impossibilitando qq gozo que pudesses eventualmente ter.
     Fui acelerando e tornando mais amplos os movimentos, reiniciando tu os choros, alguns gemidos que afirmas serem de dor. Acredito no que falas, mas ao passar a mao no teu sexo, o corpo mostrou outros "sentimentos". Foi um incentivo para continuar por algum (muito) tempo aquela copula tao desejada ha muito. Ate que....pediste para parar, ja nao aguentavas. Fiz-te a vontade, parei, falei contigo, queixaste-te de ardor dentro de ti, tentei acalmar-te e mandei-te deitar na cama para te lamber.
    Dediquei algum tempo a tua vagina, a lingua serpenteando em ti, beijos e outras caricias que, apesar de nao terem a resposta habitual, nao te deixaram indiferente, originando a vontade de seres penetrada em conchinha. Com o penis limpo por uma toalhita, penetrei-te no sexo que se mantinha humido, cavalgando de lado como gostas, com força, "pegada" animal, que te faz delirar de desejo. Quando estava quase o meu orgasmo, senti parares, tirares o meu sexo do teu e introduzir no anus de novo.
   A minha alegria foi enorme, aumentando quanto mais me puxavas para dentro de ti. Arranhoes nas minhas costas juntavas a pressao que me fazias para entrar fundo em ti. Tudo isso me levou a um orgasmo que considerei fulminante, todo dentro do teu amado, desejado e delicioso interior anal, que me esgotou. Apesar de estar dessa maneira, queria dar-te a ti tambem esse prazer mas rejeitaste-o, alegando cansaço. Nao perdes pela demora. Irei retribuir o prazer que tive na 1ª ocasiao que surgir.

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Dor

Antes de te conhecer e apesar de me sentir feliz e realizada não havia razão alguma para eu passar por períodos de tristeza, angústia e ansiedade. Eu não encontrava razões lógicas para me sentir dessa maneira mas o que é certo é que sentia um enorme vazio dentro de mim...


Quando iniciámos uma vida a dois fui constantemente confrontada com algumas situações insólitas. Sempre te assumiste como dominador e sádico. Por te amar tanto não me preocupava com essa tua faceta. Embora sempre receosa no início porque eventualmente seria confrontada com essa situação, mais cedo ou mais tarde, o que é certo, e agora falando apenas de masoquismo, tu descobriste,  primeiro que eu, o meu lado masoquista. Ficava excitada quando falavas de determinados pormenores, como me prenderes, vendares, dares algumas palmadas ou até usares velas ou um chicote... Um cenário completamente diferente para o que estava habituada… o meu subconsciente começou então a desejar experimentar tais práticas. Sei que, no início, foste bastante paciente, ainda hoje o és. Deste-me a conhecer sabores diferentes e, acima de tudo, tempo para assimilar e digerir uma panóplia de sensações até então desconhecidas...
O mais complicado foi lidar com a dor... enquanto a minha cabeça descartava essa dor, o meu corpo delirava com ela... hoje eu não a dispenso... sobretudo com alguns acessórios que fizeste de propósito para mim como aquelas luvas com garras que me rasgam as costas e as nádegas... uma mescla de dor e prazer que me provocam calafrios na espinha... e tu, mais que eu, assistes aos movimentos do meu corpo entregue a esse prazer.
Hoje eu sei o quanto necessito desse teu sadismo para saciar as minhas necessidades... Hoje eu sei, quando as sessões são mais espaçadas, determinadas por situações diversas, o quanto eu sofro...  angústia, apatia, tristeza... uma sensação de vazio... sentimentos negativos que já conhecera antes mas que hoje em dia ambos sabemos que a cura está nas tuas mãos... és o meu algoz e ao mesmo tempo o curandeiro... aquele que tem o poder de me exorcizar, libertar os meus demónios sedentos e esfomeados que me consomem com  o tempo...
Talvez estas minhas palavras não façam sentido para muitas pessoas... mas algumas, talvez, se identifiquem com o meu estado de espírito... não sabemos ao certo porque precisamos dessa dor mas temos consciência que ela nos liberta e transporta para outra galáxia... sofrer nas mãos da pessoa que amamos e em quem confiamos é uma entrega sublime, algo transcendente.
No final de cada sessão sinto-me em paz comigo mesma, sinto-me amada, idolatrada, desejada, saciada... é aquele momento que os olhos brilham de emoção e adormeço nos teus braços...

sábado, 24 de agosto de 2019

O dia seguinte (continuaçao)

   Apos despertares do teu sono "induzido", desejei ensaiar mais uma vez a mao dentro de ti, na busca incessante de "tomar posse" do teu interior físico.
    Depois de lubrificar o teu sexo generosamente e a minha mao, iniciei a entrada da mesma, movimentos curtos, penetração cuidada, abrindo-te gradualmente, aliviando e rodando.
     Certo e que novamente a humidade e reação erotizada ressurgiu em ti que entusiasmada abrias o quanto podias as pernas, facilitando o meu objectivo. Era tal o frenesim que por vezes tive de conter a mao que e grande e controlar a entrada. 3 nos dos dedos chegavam dentro mas a elasticidade ainda não permitia o quarto, tendo de torcer a mao para o que entrou chegasse mais dentro. Entretanto e mais uma vez a loucura apoderou-se de ti e qual alucinada, comias a mao como se da mais saborosa iguaria se tratasse. Inevitavelmente o climax surgiu, originando da tua parte uma absorção mais efectiva no teu interior que te magoou ligeiramente, originando um grito desumano.
     O estiramento do teu sexo em junção com o extenuante orgasmo foram os provocadores de tao ruidosa manifestação, que a mim informaram o quanto desejas a minha posse ao teu interior que, irremediavelmente um dia surgira. O sorriso subserviente e apaixonado que me dirigiste apos a calmia denunciam o quanto magestoso foi o acto.
      "Rebentada" como estavas, querendo ainda servir-me sem grandes condições, pediste para te banhar com o meu mel. E fiz-te a vontade. Masturbaste-me sabiamente ate despejar na tua pele todo o meu prazer, observando em ti a alegria de seres brindada com tao grande quantidade de sémen.
    Foi mais uma noite repleta de sensações que tanto nos motivam e alimentam.

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

O dia seguinte

   Hoje (ontem) as expectativas nao eram grandes.... Nao que nao quiséssemos, nao que a tesão nao fervesse em nos, mas estavas dorida e pareceu-me cansada tambem.
     Fomos para o quarto e estranhei a tua posição expectante, o olhar inquiridor e a posiçao sensual. Estavas deitada enquanto eu fumava e via qq coisa no computador. Olhei-te e perguntaste se me apetecia porque me vias triste. De imediato fui buscar o chicote que tanto aprecias e parti em busca de fustigar o teu corpo. Mamas, barriga pernas e por vezes o teu sexo eram açoitados indiscriminadamente, avermelhando as areas mais sensiveis e por ultimo as outras tambem. Um mapa desenhado no teu belo, lascivo e soberbo corpo, sendo que a luxuria da tua mente tambem se manifestava em gemidos e esgares de pura libinagem.
    Aproveitei esse facto para ensaiar batidas com uma chibata de cana de bambu... Se ate ai, estavas flutuando, desde esse começo um indecente desejo se apoderou de ti. Indecente nao por ser indecoroso mas por serem manifestações puras de uma femea desabrida, entregue ao seu macho sem freio, indicando a vontade de ser "dizimada" pelo mesmo, independente de consequencias, procurando a maldade de um carrasco sem piedade. Incidi sobre o teu sexo o objecto que outrora de sufocava so de o ver, do qual fugias e odiavas. Ontem nao, o medo deu lugar a excitaçao, o anterior desejo de te sumires transformou-se em vontade de uniao...Nao raro empurravas o teu sexo de encontro a ele, aumentando o impacto que sublinhavas com um esgar de pura lascivia. Resolvi aumentar-te as sensaçoes, apoderando-me de outra cana do mesmo material com a qual te "acariciava" tambem o peito...durante algum tempo o pescoço sobre a almofada dividia um corpo em espasmos de uma cara irreconhecivel, tal era o frenesim de assombros. Soluços de prazer, gemidos sentidos, curtos e compridos, mediante a respiraçao, o ar que te sobrava, algo inimaginavel.
     Nesta amalgama de situaçoes deparei pela tua 1ª  manifestaçao de dor que despertou dessa bela viagem, os peitos cederam ao "castigo" infligido. Tudo bem, adaptamo-nos  as circustancias. A chibata que fustigava as ja vermelhas mamas desapareceu e a incidencia resumiu-se a vagina humida e inchada, "corajosa", apelativa e desafiadora.
     O instinto, prazer e desejo renovaram-se como por magia, mas nao foi um paralelo do que ja se tinha passado, foi um ressurgimento ampliado, como se estivesses a ser violentamente coplada, tomada com toda a energia pelo mais apaixonado e torturador amante. Ruidos em crescendo acompanhavam a aproximação inevitável de um climax epico que se estendeu por o que me pareceu uma eternidade. Algo bizarro, mas que  almejo voltar a ver. Cria um misto de receio pela longa inercia, e de gratificaçao pelo 1º olhar pos tempestade.


N.B - Seguirei o relato noutra mensagem em virtude da extençao desta 1ª parte.

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Carinhos de Verdugo 2ª parte


     Como contado no texto atras, ficaste prostrada durante algum tempo, inerte, sem vida. Mas, como sempre, a recuperação finalmente aconteceu, num impeto, levantaste-te e acenaste. Queixaste-te de cansaço mas estavas feliz. Brinquei que queria continuar o que recentemente tinha parado e respondeste nao te achares capaz. Nao dei atençao e meti o meu sexo na tua boca que se abriu para o receber. Apos algum (pouco) vai vem, logo as tuas maos cercavam o meu corpo e as unhas carregavam na pele. Sinal claro de que reiniciavas.
      Deitei-te de costas e iniciei a incersão em ti com a mao. Bem cheia de vaselina ia introduzindo e movimentando dentro de ti. A boca abria, mordias e lambias os labios,gemias... mas os nos cimeiros dos meus dedos nao passavam.Fui tentando abrir, calmamente sem resultado ate que manifestaste dor forte. Tirei a mao, nao tentei mais. Depois do teu orgasmo, passas a ter menor resistencia a dor e, para a mao entrar por completo tens de estar totalmente relaxada o que ja nao era o caso.
     Decidi por 4 dedos no teu anus, enterrar um pouco, preparando para o passo que se seguiria. Enquanto isso beijavamo-nos, acariciando tu o meu sexo. Os dedos penetravam-te em vai vem, suave e certeiro ritmo, reagindo tu com grande avontade.
     Parei, mandei-te por em posiçao para receberes o meu sexo e assim fizeste. Deitei-me em concha contigo e apontaste enquanto eu entrava. Novamente mostraste o teu receio em relaçao ao acto mas nao impediste nada, inclusive ajudaste com movimentos que ajudavam a entrar. Parei dentro de ti e massajei as costas o que sei adorares e senti relaxares o que foi aproveitado para entrar mais um pouco, ate te queixares da quantidade que sentias dentro de ti.
Nao querendo que aumentasse o teu desconforto, iniciei entao o meu processo para o orgasmo, o que aconteceu, com violencia, passado pouco tempo. Tens dito que os meus jactos estao muito poderosos, tambem eu os sentindo como tal.

Tudo o contado nestas duas partes foram realidade da noite de ontem. Estou desejoso do que acontecera hoje. A nossa sexualidade esta de vento em poupa e a idade so nos tem ajudado a queimar etapas na descoberta de uma relaçao sadomasoquista que e a nossa necessidade.

Carinhos de Verdugo 1ª parte


    Combinamos dormir fora, numa casinha que, com a colaboração mutua, cada vez mais e o nosso ninho. Estas agora a dar-lhe um toque so teu.
     Deitas-te e pedes para te exorcizar a frente.
Sucedem-se as chicotadas em forma de chuva, aquecendo a tua pele e  a alma. Gingas o corpo eroticamente, gemendo.
Vagina, pernas, barriga e peito, tudo tem o seu quinhão de atenção, avermelhando a pele, empolgando-te a ti pelo sentir e a mim pela visão e audição.
     Para a chuva/chicotadas que recebias e a escova de aço entra em ação.   De imediato, em sintonia com os sulcos vermelhos que se formam na tua pele, os gemidos mudam de tom, algo entre a dor atroz e o prazer imenso, o que nem me interessa muito. So o deleite das tuas reações me alimenta...e arrebata. Mamas, pernas, ancas, são "molestadas" com intensas penetrações na pele. Lacrimejas mas em simultâneo mais te das, na procura incessante daquela dor que te perturba o raciocínio e te enche de luxuria. Bato-te de forma mais ou menos suave com a mesma, ao que o teu corpo corresponde com pequenos saltos, como se eles te aliviassem a dor da entrada dos milímetros de aço fino no corpo.
Para te "acalmar", rego-te com uma boa porção de álcool, provocando mais gemidos, lagrimas e também gozo. Massajo suavemente as partes ofendidas. Sais de orbita, os teus olhos estão abertos, não se vê o castanho dos mesmos que subiu, so a expressão insana de um regalo extraterreno, para onde viajaste recentemente numa mescla por ti tao desejada de sensações fortes.
Despertas por uma chibata que te fustiga as pernas. Sais do teu estado alucinado para o racional, sofrendo agora dor menos tolerável para ti. Precisei fazer para que despertasses e para que o orgasmo ainda não acontecesse. Também não o querias. Entao voltas-te, dando a traseira a minha vontade. Confias que não farei nada que te prejudique, embora te faça sair muitas vezes da zona de conforto, o que adoras.
      Novamente aqueço a tua pele. Sei que estas "quente" mas prolongar o teu estado de graça da a possibilidade de ir mais longe com o teu corpo, com a tua mente.
       A chibata entra em ação, suave mas constante. O medo que sentes da lugar a exultação, a excitação e crescente, já não temes, entregas o corpo as batidas, gemendo novamente, agradada por esse impacto ligeiro e ao mesmo tempo sentido.
       Interrompo a chibata e gritas...a escova penetra com as suas finas pontas de aço o traseiro. Mas um grito de entusiasmo, algo entre a loucura e o deleite. A escova, sempre ela, penetra em vários sítios mais carnudos do teu corpo e alma, proporcionando novamente o estado febril do aprazimento irracional. Mais uma vez so o corpo permanece naquela cama enquanto navegas por mares so teus.
     Gemes baixinho, apesar de seres penetrada vigorosamente pela tua adorada e cruel sanguinária.
     Vendo o teu corpo tao torturado, procuro o estimulo final onde te percas na delicia explosiva do prazer supremo.
      Agarro no chicote e varro-te as costas com intensidade crescente, fustigando sem do as omoplatas. Finalmente a luxuria da lugar ao arrebatamento do prazer sublime, mordes a almofada, serpenteias, moves-te como se atingida por diversos choques electricos ate que cedes e com as mãos no ar pedes rendição, quedando-te por algum tempo num torpor delicioso, preludio de inação demorada, como se desmaiasses, como que morta de prazer.


Fim 1ª parte

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Asfixia




Suave vertigem... cabeça leve... corpo mole... perda de controlo... desmaio...
Refém daquele  momento certo em que desfazes a asfixia.
Um acordar relaxante... muito semelhante aos instantes que se seguem a um orgasmo fulminante.
No entanto... a asfixia, sem desmaio, quando precede ou coincide com o orgasmo,  também é uma das melhores sensações que já experimentei... mais intenso... e a seguir o relaxamento completo do corpo... e da mente

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Erotismo

 

   Deitamo-nos. Tinhamos falado e havia o desejo que acontece periodicamente de tratares de mim, de dares prazer directamente. Embora seja mais compensador para o meu ego ser eu a incidir sobre ti, a nossa maneira, tambem gosto de quando tens esse tipo de vontades. Preenchemos mais uma vez os desejos dos dois. Alem de nos dar a chance de fazermos algo diferente, o que e sempre aliciante.
    De lado, voltados de maneira inversa, depressa as caricias perto dos sexos começaram. Puseste um rebuçado de mentol na boca e abocanhaste a cabeça do meu sexo. Fazias maravilhas com o meu prazer. Entretanto a minha mao começou a abordar o teu sexo, entrando pouco a pouco, sem te distrair do que me fazias. Queria aliciar-te mais do que ja estavas sem que perdesses o foco que era o meu sexo.
    Agarraste no tubo de um novo companheiro, o liquid vibrator, passaste nos labios e engoliste mais um pouco do meu sexo.
    Brincavas com ele na boca e, devido ao gel e ao mentol, o meu prazer era enorme, a capacidade de me conter estava baixa, a tua boca, ja por si estimulante, com as outras ajudas, faziam sucumbir todo e qq control que tivesse, a minha mao estava metade dentro de ti, parada.
     O ritmo da tua boca aumentou, como uma fecundação fortissima, o extremecer que sentia no sexo devido ao gel e o fresco do mentol, tudo junto fez-me encher a tua boca do que um dia chamaste mel. Esvai-me na tua boca, mao solidamente dentro de ti.
     Curiosamente senti que engoliste tudo e continuavas com ele na boca, continuando o felacio como se nada tivesse acontecido. Apos algum incomodo,nada de especial, na cabeça sensivel, novamente as sensaçoes fortes surgiram, como se nada tivesse acontecido, como se nao tivesse ha pouco vazado o meu prazer.
     Ja aconteceram outras vezes nao ter periodo refractário mas desta vez foi diferente.
     A tesao era muita e a vontade de explodir mantinha-se intacta. Por isso, para refreares um pouco os movimentos, a minha mao dentro de ti iniciou um vai vem, embora nao tao rapido e profundo como habitual, o suficiente para que nao incidisses tao depressa em mim. Assim os movimentos abrandaram mas em contrapartida o teu corpo iniciou espasmos que indicavam um orgasmo a caminho. Entao parei, mantendo a mao em ti mas evitando os teus espasmos. Assim que acalmaste um pouco, enfurecida por nao alimentar o teu quase momento, alem da boca, usaste as maos em mim, no meu sexo que resistia como podia ao estimulo.
     A partir dai, durante um bom bocado jogamos com os nossos prazeres ate que, adivinhando o meu incidi sobre ti, tendo os dois quase em simultaneo o prazer supremo.
      Bebemos um do outro ate que te virei  fui em busca, com a boca, da igualdade. e nao demorou muito ate me brindares novamente com outro extase.
      Subi de encontro a tua boca, num beijo forte e apaixonado.
      Foi optimo variar.


sexta-feira, 26 de julho de 2019

Conto (2ª parte)

   Apos a petiscada, tenho algo mais para te dar. Um, em ingles "fetish fantasy extreme metal beat", um aparelho de impacto com varias pontas em metal, algo que te iria provavelmente fazer-te vibrar muito.
    Primeiramente iniciei com algum batimento fraco, sondando o que tal "carinho" te faria. Vi que a ultima vez que fomos a sex shop, o teu olhar fixou com curiosidade tal objecto. A reaçao foi muito melhor do que pensei, pois so o facto de te fustigar nas costas levou-te nao so a gemeres como a pedir maior força.  Entao fui aumentando gradualmente, sendo acompanhado por maior prazer teu. Movias-te perigosamente, e entao resolvi estimular outros pontos do teu corpo.
    Pernas marcadas e o prazer e gritos aumentava, estavas alucinada, as pernas com marcas vermelhas, lindas, sem cortes. Nao era so a tua excitaçao que subia vertiginosamente, a minha tambem era enorme. Tinha que tentar o teu orgasmo com o novo instrumento.
     Ai a deslocaçao para a vagina foi a soluçao.  Como 1ª vez e nao sabendo bem os custos do impacto sob o teu corpo, tinha que te acalmar para verificar se nao existiam problemas aquando da tua calmia. Nao raras vezes, depois de sessoes, ficavas durante uns dias impropria para consumo e isso nao pretendia. Tenho demasiada necessidade de ter o teu corpo a disposiçao permanentemente.
    Comecei com batimentos mistos, uns mais fortes, outros mais fracos, deslocaçao das pontas da vagina para o rego, o que te fazia estremecer e gemer. Era uma maravilha o que descobriamos. As pontas arranham sem cortar, o que te fazia tremer de medo e de desejo.

    Quando dou por mim estas em movimentos de acto sexual no ar, absorvendo o impacto do toque, como que esse mesmo toque fosse duradouro. Estavas em pleno acto, mesmo sem ter nada encostado a ti, so a vibraçao que ficava do batimento anterior. Algo sublime. Estavas de tal forma que se adivinhava um brutal orgasmo que efectivamente aconteceu. Arrebatador, extenuante, de tal forma que apos a "luta" caiste quase inanimada. Ri, nao de ti mas de felicidade pelo que aconteceu. Logo de seguida, agarrei-te, voltei-te ate com alguma brutalidade e lancei-me na tua vagina. Mais uma surpresa. Estavas tao sensivel que de imediato os ruídos de desespero e prazer surgiram. Qq zona da tua intimidade que era tocada, mesmo subtilmente, provocava em ti uma tempestade de emoçoes.

    Claro que ate ao teu segundo orgasmo foi um apice, outro monumental. Ainda hoje me confunde um pouco a tua resistencia. Es abalada por fortíssimos espasmos, as pernas estao em tençao constante, todo o teu corpo despende energia enorme, mas basta um toque e algo dentro de ti busca nova força e apareces de novo activa, como se nada se tivesse passado.
    Apos tal orgasmo, meti-te de 4 e entrei em ti. Estavas mole, mas assim que sentiste o meu membro dentro, de imediato o teu corpo reagiu com rigidez, querendo ou ate exigindo uma força enorme da minha parte na penetraçao, como se sentisses necessidade que te abrisse por ai fora, tal a força que fazias em direcçao a mim, quando as minhas investidas ja eram brutais. Ate que, desta vez, caiste, para ficares prostrada. Ai creio que acabaste, chegaste ao teu limite. Pediste entao para ejacular para cima de ti. Ja nao te conseguias levantar e, sabendo que ainda nao tinha tido o meu, a tua preocupaçao foi que te brindasse com um jacto do meu prazer. Assim fiz, enchendo-te do meu prazer, sujando o teu corpo, cara, mamas, cabelo, num orgasmo violento, fruto de tantas emoçoes e tambem de te ter forçado a engolir o meu sexo durante algum tempo, preenchendo-te a boca e usando-a como se do teu sexo se tratasse.
    Es na verdade uma mulher de sorte, uma mulher com um corpo soberbo, uma "eleita" como costumo chamar-te, que tira messas a mulheres como a Cher ou outras as quais a idade nao tira qq beleza, antes pelo contrario, da-lhes um "je ne le  sais pas" que e excitante, envolvente, sexualmente estimulante, na vida inigualável. Uma quase sexagenária enganadora, uma jovem com vontade de viver, uma esposa entregue, intima, a companheira que nenhum homem prescinda, a prostituta que todo o marido deseja, a cozinheira que enche de prazer o marido, a mulher maravilha com que sempre sonhei. E assim quero continuar por muitos anos, tantos quantos a nossa saude permitir. Morrer de prazer, com prazer, contigo, e a minha ambiçao. Adoro-te.

terça-feira, 9 de julho de 2019

Pensativa




Pensativa... enquanto aguardo o teu regresso.
Conhecer a verdade... Que verdade?
Olho para dentro de mim... mergulho nos meus sentimentos...
Tantos!!!
Mas também um vazio...
Por vezes nem eu me conheço... Quero muitas emoções!!! Muitas sensações!!!
Preciso de me sentir viva!!!
Como?
Só tu tens esse poder nas mãos... fazer-me sentir viva!
Rindo, chorando, gritando... Não importa...
Apenas quero sentir...
Apenas quero viver...

domingo, 7 de julho de 2019

Conto (1ª parte)


   Mais uma vez estas presa de maos e pernas. Sem te poderes mexer, traseiro subido por uma almofada, aberta aos meus caprichos, cega por uma venda, ligeiramente ebria por dois copos de anis.
O prazer que sinto em te olhar nao sera menor que o teu de espectativa. Nunca sabes o que ai vem.
    Como as tuas pernas estao seguras em cima, tenho a minha merce todo o teu grande,empinado e maravilhoso rabo, o qual sabes quanto desejo. Ponho nas tuas nadegas bem espalhados os 4 eléctrodos e inicio a tortura prazerosa da electroestimulaçao. Por agora baixinha, so para te acender para o que ai vem. O vibrador mais cabeçudo e colocado em cima do clitoris, numa vibraçao continua fazendo-te sentir um formigueiro. Deixo-te presa e saio do quarto para preparar umas coisinhas....
   Quando retorno, estas manifestamente excitada, os teus labios vaginais brilham com as tuas secreções, e mal consegues estar quieta, com espasmos aqui e acola. Visto com uma camisa uma corgete que trouxe e besunto-a de vaselina. De seguida descasco uma banana que te penetro na vagina um pouco, entretendo-me num vai vem lento. Ate que a levo a tua boca e incentivo a uma dentada.
Fazes um pouco de cerimonia, nada que um momento de intensidade mais alta no electro-estimulador nao contrarie e das a tal dentada, saboreando a banana com o teu gosto. Sinto inveja de ti, mas esse momento e so teu. Momento que repito ate o fruto acabar.

    Junto ao vibrador no clitoris, agora passo a corgete em toda a tua vagina que tenta quando em vez senti-la no seu interior, o que contrariu. Nao e ai que a quero.
     Vou em busca de outro vibrador e com esse sim, penetro-te um pouco ao que respondes com um gemido de prazer.
      Entao mudo a minha atençao para o anus. Ele pisca, motivado por todos aqueles estimulos a frente, dos quais nao se dissocia, aproveitando eu para apontar a corgete ao proprio que se fecha em reflexo. Nao faz mal, pacientemente vou pressionando levemente no anus, estimulando em simultaneo a vagina. Começas a ceder um pouco. A habituaçao ao contacto e o que faço a frente sao comparsas dos meus intuitos. Entao, suavemente, resvalam no teu interior uns 5 centimetros, retesas, paras, sentes, dobras o corpo o que podes, sentindo a invasao traseira mas nao menos a estimulaçao que continuo na tua frente. Do bloqueio momentaneo passas a um ligeiro gingar, o corpo ja se habituou a presença do intruso e es tu mesma que rodas  e abanas, ja sem dor, com algum receio mas com muita tesao.
     Aumento a velocidade do vibrador ao mesmo tempo que fustigo as costas levemente com um chicote. Tu que por alguns momentos te calaste, agora es uma sinfonia de gemidos e uma dançarina do prazer. Sacodes o corpo num ritmo so teu, uma musica que so existe no teu interior, compassada ao ritmo do pensamento que, no momento, vagueia em insondaveis lugares, perdido pela irracionalidade da luxuria.
    Enquanto sou um espectador deleitado e atento de tamanho espetaculo, vou alojando quase imperceptívelmente mais centimetros do que te penetra no anus ao que respondes com ligeiras prisoes e outros momentos em que sugas, ajudando a minha intençao. Vibras, o orgasmo aproxima-se, tenho que o impedir e ordenar-te nao e opçao. Nao estas neste momento  com lucidez para ouvir. Entao paro os estimulos e, mantenho o invasor inerte, dou-te umas chibatadas que te acalmam a ansia, te tiram do estado alucinante em que te encontravas.
    Umas chicotadas nas costas e nas nadegas reiniciam o teu desejo, iluminando o teu cerebro de ondas sexuais. Estas divertida e pronta para o orgasmo. Entao dou-te umas palmadas fortes no sexo e perdes de novo a ansia de explodir, retraindo-te e murmurando algo imperceptível. Intervalo. Desato-te e vamos comer um petisco e fumar.


   Continua.... 
   

domingo, 23 de junho de 2019

Uma noite mais



     Deitados na cama, cada qual com o seu telemovel, jogavamos olhando-nos pelo canto do olho.
     Poisei o meu e tu sorriste e tambem abandonaste o teu. Entregamo-nos as caricias que nunca sao muito carinhosas.Beijos roubados e forçados, massagens nas tuas costas que te fazem gemer de dor e prazer, arranhadelas desde a parte de tras dos joelhos ate ao pescoço, os preliminares que tanto nos excitam.
     Voltaste-te de costas em posiçao mais favoravel as "massagens" e com o meu sexo encostado ao teu orificio traseiro que de imediato engoliu um pouco do sexo. Chegaste a conclusao que era melhor a seco, sem lubrificantes, apenas os que emanam do nosso corpo. O contacto e mais intimo e embora possa doer um pouco mais, tambem se sente o corpo a abrir. E um prazer mais, o impeto da entrada forçada pelo teu entusiasmo provocado pela dor e pelas arranhadelas. Alem dos puxoes que dou no teu sexo, como se fosse arrancar os labios da tua vagina. Esses puxoes excitam-te a ponto de estares toda molhada e penetrares mais fundo o penis no teu anus ja tambem em êxtase, continuando a urrar com o tal duo, prazer  e dor, ora arremessando-te contra mim ora enrijecendo, ao mesmo tempo que contrais o anel em volta do meu pau, nao perdendo o contacto ate que, numa cadencia mais rapida, enfurecida de volupia, enrabaste mais rapidamente e sucumbes num orgasmo fortissimo, contraindo o anus, envolvendo o meu sexo no mais forte e amoroso abraço.Mas nao demora muito ate o tirares com alguma dor e apontares a vagina recem torturada, ainda inchada de todo o tratamento que levou das minhas maos, a qual eu penetro imediatamente ate sentir os testiculos "esmagados" no teu corpo. Apesar do berro que sai da tua boca, fecundo-te na mais intensa ferocidade, velocidade e força descomunais, ensandecido e desvairado pelas emoçoes recentes e actuais, recebendo da tua parte a aprovaçao de tao tresloucada toma, com mais um potente orgasmo nao gritado porque apercebendo-me que iria ser muito ruidoso aperto-te fortemente pescoço e boca, cortando-te a respiraçao o que te prolonga a agonia e o orgasmo.
    Amamo-nos de dia, somos namorados todo o tempo. A noite somos presa e predador, escrava submissa e masoquista e Dono sadico. Nao te amo, tomo posse de ti que rejubilas com essa atitude e te entregas  nao sabendo a que, nem te interessando sequer. O teu unico interesse nesse momento e servir. E quanto mais enxovalhada, com nomes e actos, mais elevas a tua libido. Ate que tudo acalma e voltas a ser a esposa apaixonada nos braços do homem que te adora.

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Climax e desmaio.



     Estavas deitada na cama, barriga para o ar, pernas abertas, sorriso maroto. Aproximei-me com uma palmatoria suave com a qual varri o teu corpo, peito, vagina, pernas, barriga.... Tudo teve a sua dose.
     O chicote veio em meu auxilio e passou a flagelar o teu corpo, as mesmas areas mas agora com bastante mais impacto. Tu alucinavas de dor e desejo.
     Resolvi entao usar os choques junto ao monte, entre ele e a barriga. De principio a meio termo, para te habituares, enquanto a vagina era sugada com o aparelho de sucçao. Continuavas em agonia sexual, tesao enorme, encharcada mas com dores. Uma mistura explosiva.
      Passei a alternar a intensidade dos choques, a bomba cada vez mais evasiva, o teu sexo chegava a ficar encostado ao plástico, aberto, clitóris enorme, labios inchados e tu guinchavas. A dor e o prazer atormentavam-te. Entao resolvi inovar e, ao mesmo tempo que te dava choques e sugava, passei a dar palmadas com a mao livre na barriga e mamas. Ai toda tu te torcias, gemias, ate que, gritos, choro, convulsoes, ejaculaste encharcando a cama e desmaiaste. Foi lindo de se ver, a tesao em mim era demais e tu desacordada, exausta, inerte. Demoraste uma boa meia hora a acordar, preocupada com a cama molhada, mas com um ar sereno ao mesmo tempo. Tive que te explicar o processo da ejaculaçao e da loucura porque passaste ate desmaiar. Depois, fomos jantar a costa da caparica, demos uma bela volta por alfarim e no regresso a casa disseste-me teres tido uma noite maravilhosa.
   Dia perfeito.

sábado, 25 de maio de 2019

Contrariedades...bem aproveitadas.



     Dirigimo-nos a cama. Tinha o plano bem delineado. Estava preparado para te infligir um tratamento duro, pendurada nas tuas cordas. Ja na minha imaginaçao estavam chicotes, sucçao de mamilos e outras meiguices, em suma, outra sessão brutal, imaginando um fim glamoroso. Esse final aconteceu, mas de maneira totalmente diferente do imaginado.
     Deitamo-nos tapados, fruto de algum frio que sentíamos, dando inicio ao aquecimento, roçando, com varias massagens nas tuas costas, apertões e  outros mimos mais ou menos habituais. Ao fim de algum tempo, com a tua mao a estimular-me, entrei em pre-ejaculaçao, as tuas maos estavam a fazer maravilhas em conjunto com os gemidos sensuais que vocalizavas. Tinha que parar com aquilo antes que acontecesse. Nao era a altura.
     Perguntei se querias um cigarro ao que respondeste algo surpresa com um "nao, obrigada". Entao levantei-me e fui em busca de um, deitei-me a saboreá-lo  e encostei-me a ti em conchinha, o que nos sabe bem...Entao tudo começou.
      Encostei o membro ao teu anus enquanto fumava, descansando-te quanto ao entrar, ainda por cima sem qq lubrificante. Sempre quis tentar uma coisa e foi a oportunidade. O facto de nao ter lubrificante descansa-te em relaçao a uma entrada mais feroz. Por outro lado, encostando-o a ti, com umas quantas massagens, podes por ti propria o meter dentro, de forma controlada por ti. Ainda por cima, como nao vives sem um pouco de dor, essa mesma podes procura-la tu. Com este pensamento, iniciei uma massagem em ti, nas costas, dolorosa mas em simultaneo, sensual. E deu resultado.
     O teu corpo começou a ondular, em especial o traseiro que, alem de ondular, procurava o contacto mais forte, pressionava o anus contra o meu sexo. Alem de tudo, puxavas de forma delicada, a nadega, abrindo caminho a entrada do sexo. As tuas maos acariciavam os testiculos tambem.
      Entretanto, apaguei o cigarro, abri a tua perna, suportando-a com a minha e passei a acariciar-te o clitoris. A reacção foi imediata. Se antes pressionavas, agora sentia o teu corpo a engoli-lo. As pregas abriam a minha entrada e os teus gemidos cada vez maiores. O teu sexo estava encharcado, o teu corpo cada vez mais se movimentava, o clitoris enrijava  na minha mao, os teus gritos de prazer aumentavam ate que, o orgasmo veio, como sempre intenso, brutal, demorado. Sei que e prolongado porque o clitóris fica intocável quando acontece, no principio nao toleras toque sequer, e desde esse momento ate ao ocaso, e interminável momento de sensuais e intensos gritos, movimentos, respiraçao difícil, um conjunto de fenómenos que me excitam ao limite.
     Quando (finalmente) acalmaste, perguntei como te sentias depois de teres um orgasmo daqueles comigo dentro de ti. Respondeste que nao, que nao estava dentro e nesse momento retirei de uma vez, para te castigar ao que gritaste de dor e te encolheste. Depois disse-te que era o castigo por te teres vindo e negares a evidencia. Respondeste que nao o sentias, nao sentias a dor de estar dentro.
     Acalmei e novamente encostei no mesmo sitio. Era a minha vez de tentar o climax naquela posiçao, no mesmo orificio.
      Entao encostei e de novo, massagens fortes, dolorosas, e de novo o teu corpo me recebeu, dessa vez mais facilmente. Continuo a salientar, sem lubrificação acessória.
      Senti-me nas nuvens. Por uma das 1ªs vezes, sentia prazer em ti, penetrando-te no anus. Sei que as massagens tiveram uma quota parte na coisa, mas quero pensar que nao foi a única coisa, chegaste a puxar-me para dentro de ti, gritaste de dor e prazer diversas vezes ate que, nao aguentei tanto estimulo e o meu semen preencheu o teu interior. Foi soberbo, ate pelos movimentos que fui sentindo do teu corpo a receber o meu liquido.
     Quedamo-nos, esperando que o sexo saísse por si, nao fazia sentido fazer-te sentir dor tirando sem do. Ainda ganhei uns apertos no meu sexo feito com o teu anel, brincadeira que ia prolongando a erecção.
     Passado algum tempo, com a tua ajuda, sai de dentro de ti, realizado, por tudo o que aconteceu. Nem sempre o imaginado acontece e neste caso, ainda bem.

sábado, 18 de maio de 2019

Escova de aço...

     Vamos para o quarto, ordenei.
     Olhaste-me com  um riso surpreendido, mas obedeceste.
     Despiste-te e foste agarrar-te as tuas cordas. A escova entrou em acçao, arrastando a pele das costas e pressionaram as omoplatas. Toda tu tremias e ondulavas, inebriada pela dor/prazer, que aumentou com a pressao da mesma nas nadegas, produzindo pequenos sulcos sanguinios e lubrificaçao que te descia a perna, possuida de um gozo animal, o qual me impeliu ao uso dos chicotes. "Beijei-te" as costas e nadegas sem arrego. O corpo tremia-te, gemias e choravas baixinho, dando as nadegas ao batimento,convidando a que te flagelasse sem treguas. Pedes-me para te deitar porque os teus braços ja nao aguentam. Tens andado mal deles e cedi ao teu desejo...ate porque tinha mais ideias.
     Deitaste-te e o meu telefone tocou. Enquanto fui ver e atender a chamada, tu sem autorizaçao masturbavas-te com um vibrador. Mesmo atendendo um familiar, nao foi impeditivo de te dar umas chicotadas quando te vi a ponto de chegares ao êxtase. Ficavas aborrecida, eu parava novamente e novamente se repetia tudo...quase que o atingias, mas umas boas chicotadas faziam-te parar. Em especial no peito e nas pernas, que sempre tiveste medo e te provocam uma dor nao excitante. Por outro lado acho que ajudaram a fase seguinte.
     Desliguei o telemovel e mandei-te voltar, com as costas para cima.
     Iniciei mais uma sessao de chicotadas ate te ouvir quase em surdina gemer. Passei a dar-te palmadas fortissimas nas nadegas e reparei que nao reagias fisicamente, apenas as recebias e gemias, muito, alucinada. Estavas em transe. As maos ja estavam quentes de tanto te bater com elas, as nadegas vermelhissimas, inchadas e os teus gemidos mantinham-se constantes, alucinados, o lençol que tinhas por baixo encharcado dos teus humores. Ate que te interrompi desse êxtase penetrando dois dedos em ti. Como que acordaste sobressaltada,  excitadissima, meio atordoada, uma tentaçao. Resolvi entao mandar-te por de 4. Se nao me enganasse ias repetir um orgasmo recem descoberto. E assim foi.
     Mandei-te abrir as pernas estando de 4 e a mao que te "acariciou" as nadegas passou a incidir sobre o teu sexo. Primeiro sem muita força, força essa que foi aumentando a medida dos teus gritos de prazer, ate que o inevitavel aconteceu. Um fortissimo orgasmo, regado de muitos fluidos e gritos, fulminante, deitou-te completamente(?) abaixo. Caiste na cama como que arrasada mas singularmente, apos uns segundos, novamente te posicionaste de 4 e "convidaste-me a entrar em ti, convite que nao recusei. Infelizmente tive o cuidado de te penetrar vagarosamente, estavas meio cambaleante e nao tinha intensao de te fazer saltar da cama...tiveste entao a desfaçatez de dizer nao estar a sentir nada.
     Ai nao resisti e entrei em ti sem piedade. Queixaste-te do tamanho, que te magoava, mas agora era tarde e acho que eram so queixumes de dama. A partir de determinado momento, os queixumes deram lugar a multiplos gritos, a medida que te puxava pelo cabelo na minha direçao ou te apertava o pescoço ou ainda te enchia mais uma vez as nadegas de palmadoes, estremeceste e tiveste outro orgasmo monumental, creio que "secaste" ali, caiste de lado e, ai sim, quedaste-te dilacerada de dor e prazer, sem forças...Quanto a mim, enchi o interior do teu corpo com o meu semen, num orgasmo tambem ele bizarro, tanto foi o que vivi neste dia. Alucinante.

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Conto fictício 1




       Mandei-te uma mensagem em que te ordenava vestires-te com a roupa que seleccionei, que te pintasses e arranjasses como deve ser, depilada, uma verdadeira vamp luxuriosa. Tinhas 1 hora para fazeres tudo.
       Estranhaste eu ter-te enviado mensagem para o telemovel pois estava na sala ao lado. Mas achei por bem faze-lo. O cronometro entrou em acção.
       Entretanto, quando te fechaste na casa de banho, fui eu proprio vestir-me. Claro que, nao tendo a tua presença, quero pelo menos estar decente e condizente com a tua beleza. Assim vesti umas calças pretas de ganga justas e uma blusa azul tambem ela justa que assenta bem, calcei sapatos pretos clássicos. Nao estava mal apresentado, Para complementar, um casaco azul de fino corte. Estava bem.  Alguns "brinquedos" foram para dentro de uma mala de viagem, colocada dentro do carro. Entretanto , faltando uns minutos para o teu prazo, apareces deslumbrante, com a tua coleira preta, o teu vestido preto justo, o blazer vermelho, sapato de salto alto e meias de renda, as que escolhi porque têm uma abertura entre pernas. Divinal, pensei. A pintura suave, sem ser os labios, carregados com um vermelho vivo que me encantavam.
     Agarrei-te na mão e conduzi-te ate ao carro, nao deixando de te olhar sem o perceberes como um predador pronto a saltar na presa.
     Fomos a um bar em Lisboa, nas docas, onde descontraímos com musica calma, uma bebida suave, e um ambiente calmo. Ate ai tinha aguentado os meus ímpetos animais...
     Saímos dali direitos a A1, em direcção a Coimbra.
     A mala estava ao alcance da mao, portanto facilmente tirei o que desejava. Olhaste-me com ar de surpresa e curiosidade. mandei-te levantar o vestido e dares vinte chicotadas no sexo, nao muito rápidas mas fortes. Mais uma vez tive que te "incentivar" com uma chapada pois exitaste por estarmos na auto-estrada.
    Passaste a obedecer no imediato. Uma...duas...tres. A partir dai soaram-me menos fortes e mandei parar. Ordenei que desses o chicote a minha mao. Dei-te 5 como queria que o fizesses. Gritaste em duas delas mas as pernas mantinham-se abertas e um brilho emanava entre os teus labios sexuais. Estavas finalmente a excitar-te. Dei-te novamente o chicote e mandei-te recomeçares. Fizeste uma expressao triste mas obedeceste. Uma...duas...tres....quatro... Notei suspiros de prazer a subirem e gritos de dor a descer...belo, era o que queria. Continuaste ate aos vinte, agora envolvida com o chicote, com a cabeça lançada para tras, em harmonia com o prazer, ja nada mais importava. Estavas no teu mundo. So que...
     A vigesima, segurei na tua mao, nao te deixando continuar. Refilaste mais uma vez. Por sorte para mim estavamos a metros de uma estaçao de serviço, a qual entrei e disse-te apetecer-me um cafe. Contrariada e dizendo-me "que rica hora para te apetecer um cafe" nao tiveste outro remedio senao desistir do prazer que estava a caminho e caminhares ate ao bar da estaçao, cambaleante. Claro que tinha o meu braço ao teu alcance para te suportar mas nao foi preciso. O esforço levou-te a mesa do bar e sentaste-te. Sentei-me tambem e perguntei: Escrava, quem te mandou sentar? Os cafes, quem os vai buscar? Se os teus olhos matassem, a chispa que vi neles tinham atingido o desiderato. Levantaste-te entao altiva e foste em direcção a caixa pedir os dois cafes.
     Quando chegaste, pousaste o meu em frente a mim e so depois pousaste o teu e sentaste.
     Bebemos e  voltamos ao carro. A noite prometia.
      Partimos novamente em direcção a Coimbra e saquei da mala um cordão de bolas, com duas grandes, contendo algo dentro que vibra com os solavancos, que eram mais indicadas a vagina e mandei que enfiasses atrás. Respondeste nao conseguir ao que te dei um frasco de vaselina e disse para pores ou parava o carro e eu próprio iria po-las contigo fora do carro, pondo em risco a segurança(? ) que sentias no mesmo. Que remédio entao senão fazeres a introdução das mesmas em ti. Depois da tarefa executada olhaste para mim que distraidamente olhava a estrada e cantarolava uma canção. Perguntaste, " e agora?". "Desaperta-me as calças e chupa como deve ser". Acho que esperavas isso. Lançaste-te a mim como "gato a bofe". O cinto foi ligeiramente afastado para que pudesses chegar confortavelmente e tivesses todo o a vontade para levares o desafio a preceito.
     Nao contei com a voracidade de que estavas possuída e depressa fiquei em estado de te brindar com sémen. Mas nao queria que acontecesse ja. Agarrei-te pelos cabelos e olhei a tua feição meio tresloucada, desejosa de mais. Ri-me e mandei-te sentar com preceitos...2ª vez que te contrariava. Acho que estavas a ponto de chorar e vir, nao sei qual o mais premente. Optei por te deixar vir. Dei-te um vibrador de bola e mandei-te masturbar. Os teus olhos brilharam. Agarraste-o e sem demoras encostaste ao clitóris iniciando uma dança que te levaria ao êxtase...mas nao tao depressa...
      As tuas pernas iniciaram o tremer natural do pre orgasmo e de imediato dei-te duas palmadas nas mesmas. Gritaste, foram fortes, eram para te mandar um pouco a baixo. Olhaste-me de soslaio e continuaste com o ovo em ti, iniciando mais uma vez a acçao que te levaria ao orgasmo. Mas mais uma vez, foste impedida. Duas molas foram direitas aos teus bico e apertaram fortemente, dando-te uma dor aguda que te fez encolher. Ai disse, podes continuar ate ao fim, mas quero tudo como esta.
      Novamente iniciaste os teus movimentos, desconexos. O desejo ja era muito e tinhas os nervos em franja. Iniciaste o orgasmo com uma forte convulsão a que se seguiram outras e um grito animalesco sucumbido pela minha mao apertando-te o pescoço ate que as convulsões passaram e ao largar-te a respiração era forte, inalavas fortemente, na intenção de preencheres o organismo com o ar que te faltou. Mas a tua cara a expressão e doce. Sem me aperceber muito bem, estávamos as portas de Coimbra e a brincadeira foi interrompida...para novas aventuras horas depois.

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Receio



    -Ontem ja as dores nas pernas eram diminutas. Entao, chegada a noite, embora tivesses frio, ou ate por isso, mandei que destapasses o corpo e te pusesses em posição para te inserir mais uma vez as bolas no anus. Ainda tentaste balbuciar algo mas olhei para ti e fiz sinal para o fazeres e sem outro remédio posicionaste-te. Inseri por completo uma vez mais com queixumes da tua parte. Quiseste tapar-te porque pensavas ficar por ali.
Mas ordenei que te deitasses de costas e abrisses as pernas. Mais uma vez queixaste-te do frio e deite a ordem seca para que abrisses as pernas. Então o sugador vaginal entrou em acção. A bomba chupava e aliviava, enquanto o teu sexo subia sugado ou voltava ao estado natural. Estive naquela brincadeira ate ver o clitóris  no alinhamento dos lábios inchados. Imagem linda que adorei e que sei provocar-te uma sensibilidade anormal. Tirando a bomba, passei a usar um vibrador. Surgiu então um problema... Estavas muito nervosa e nao reagias como esperava aos estímulos. Tentei entao usar a boca em ti, um acto que por norma nao falha. Mas ate desse passado um tempo desisti. Estava a demorar muito a reacção esperada. Passei a terceira hipótese, aquela que no fundo queria mais, demonstrar-te que podias perfeitamente ter duas coisas inseridas em simultâneo. Quando te apercebeste do que tinha em mente, gritaste para nao fazer, nao cabia, ia aleijar-te. Claro que nao te liguei e mandei-te calar. Fui inserindo devagar, sentindo as bolas que tinhas dentro, empurrando uma vez por outra uma delas com o sexo dentro de ti o que te assustava ainda mais. Mas finalmente, apos tantas tentativas a chama acendeu e, ainda que continuasses a balbuciar algum incomodo, as tuas pernas encaixaram-se nas minhas costas, o teu corpo movimentava-se na direcção do meu e as unhas cavavam sulcos nas minhas costas. A excitação era mutua e a tua cara foi salpicada de fortes chapadas o que nos proporcionou em simultâneo um orgasmo insano. Acabamos esgotados, os teus receios provei serem infundados e com a tensão provocada com a experiência e o desenlace, finalmente dormiste uma noite inteira sem acordar, tendo ainda inseridas as bolas que tiraste de manha. Mais um passo no caminho para uma escrava perfeita.

domingo, 5 de maio de 2019

Conto fictício



     - Estavas divinal com a roupa que tinha escolhido para ti. Uma saia branca justa, vincando a tua anca, rabo e contornos de perna, cuequinha branca fio dental, que se adivinhava pelos contornos, um top branco apertado que salientava os seios erectos, parcialmente a mostra, bota de salto médio. Um blazer vermelho. Um cinto largo caído a cintura compunha o quadro. Verdadeiramente atraente.
     Saímos no carro, tendo a entrada do mesmo dado duas palmadas no traseiro...para criar clima.
      No caminho ate Sesimbra, dei-te ordem para te masturbares, sem te vires. Apertava de vez em quando as tuas pernas, queixavas-te, mas so uma vez tiraste as maos de ti...talvez por teres levado uma valente bofetada. Durante o caminho chamava-te a atenção para as pessoas que passavam, proibindo-te de parares o que fazias. Estavas ruborizada mas ao mesmo tempo cada vez mais excitada. A meio caminho ja quase te vinhas. Tirei as maos, dei-te uma palmada muito forte no sexo, dobraste-te com a dor e mandei-te continuar com o que fazias. Disseste querer-te vir ao que respondi com outra estalada e disse nao, suave mas firmemente. Os olhos estavam lacrimejantes mas esforçavas te por nao te vires. Outra ocasião, perdida de desejo tentaste por a mao no meu sexo. Mais uma palmada, desta vez na perna, outra dor e a raiva aumentava. Divertia-me com a tua difícil obediência. Passamos Sesimbra e continuei a conduzir em direcção ao cabo espichel. Queria ir a um local que so uma vez tivemos, caminho sinuoso mas pouco frequentado.
     - A estrada de acesso a essa praia chegou e percorri uns metros ate parar o carro. Perguntaste o que se passou e onde estavamos. Como resposta mandei-te sair do carro e dobrares-te no capot com a saia levantada. Assim fizeste, olhando-me, sentado no meu banco, maravilhado com a imagem e a obediencia. Sai, aproximei-me de ti, pus nos teus olhos uma venda, tirei o cinto e dei-te tres fortes cintadas no rabo, deixando tres marcas avermelhadas. Mandei-te para o carro novamente tirando-te a venda e proibindo-te de puxares a saia para baixo.Acho que nesta altura ja estavas por tudo. Sentaste-te e olhei para a cueca entre as pernas, estava encharcada. Puseste o cinto e continuamos o caminho ate a praia, maioritariamente de rochas.. Quando chegamos, mandei que te arranjasses que aquilo nao eram figuras para uma cadela sair do carro. Ias dizer qq coisa mas mandei-te calar. O Dono manda, a cadela obedece. Tão simples como isso!

 

Exibicionista



   Desde que conheço a minha mulher e cadela, vi nela alem de características submissas e masoquistas, o exibicionismo. Adora enaltecer o corpo (lindo) que tem com roupa que lhe da um encanto ainda maior. Adora ser apreciada na beleza, na educação na postura. E eu, adoro ve-la esplendorosa, felina no andar, o olhar fogoso, a refinada ironia e a capacidade de socialização que tem. Tenho orgulho em me fazer acompanhar por este magnifico espécime, um misto de lady social e desmesuradamente submissa e masoquista na intimidade do lar.
   A faceta exibicionista costuma ser uma ameaça ao homem com quem esse tipo de mulher vive. Nada mais errado na minha maneira de pensar. Ninguem e de ninguem, ninguem e obrigado a servir ou viver com alguem, tudo isso acontece de livre vontade. Se algum dia chegar e a pessoa quiser sair, e livre de o fazer. E tanto o faz sendo exibicionista ou nao.
   Excita-me o ficar excitada com alguma especie de comportamento mais desabrido, com situaçoes que provoque esse comportamento. Ja me fez um felacio num provador de roupa para que eu levasse uma camisola. Estava em pontas. Ja lhe bati no traseiro numa grande superficie com uma tabua de cortar carne. Durante os minutos seguintes, num misto de excitação e exaltação, nao parou de se queixar que doia e enaltecer a dor sentida e ainda que podiam pessoas ver. Outra situaçao em que a excitaçao foi ao rubro foi na 1ª vez que os nossos corpos se uniram, foi em plena lagoa de albufeira. Perguntou se estavam pessoas a olhar, mas em tempo de praia e com a quantidade de pessoas que aquela praia comporta, como nao haveriam pessoas a olhar...
   Nao foi preciso por regra nenhuma, mas ela propria pos. So sairá comigo com a roupa mais ousada que eu escolho. Fara o que eu decidir em relaçao a roupa e comportamentos. Quando e a propria a decidi-lo, nao ha necessidade de mais. E assim que gosto. Tudo o que fara para obedecer e porque e esse o seu desejo.

Cadela doente



  Infortúnios, azares, nem sempre sao totalmente negativos. Como escrevi no conto anterior, a cadela magoou-se numa perna e, a tardinha estava muito inchada. Resolvi leva-la ao hospital e, embora nao fosse nada muito grave (entorse) descanso, umas pomadas e uns comprimidos eram a solução. Entao, a parte positiva disto tudo foi a possibilidade de poder tratar dela, po-la boa para depois a usar em condições. Isto aproxima a esposa e a cadela em simultaneo. A esposa porque se sente importante e alvo de atençao. A cadela porque sabe se magoada tera sempre um Dono a tomar conta.
     Nesta altura ja a perna esta bem melhor e a escrava ja pode ir fazendo tarefas que eu imponho. Uma escrava tem necessidade constante de instruções. E um alivio para ela ter alguem que coordene tudo. Alem disso e uma possibilidade que tem de apanhar castigos se assim entender (como sou generoso). Uma tarefa mal feita ou nao executada, dá castigo, tão cruel quanto a falta.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Primeiro conto com a cadela.

   No dia a dia temos algumas obrigaçoes, as quais sao cumpridas a dois. Nessa altura so existem uns apalpoes e palmadas no rabo de quando em vez, alem de a tua mao apalpar o meu sexo e testiculos de quando em vez. Isto faz parte de nos, ha varios anos.Fizeste o almoço e mandei-te deitar enquanto eu tratava do resto, coisas que a sos poderia fazer. Deixei-te deitar descansada na cama de cadela e passado cerca de uma hora, entrei no quarto para te acordar e deparei contigo ao telefone com um familiar. Sorri e fui buscar um objecto e vaselina. Sentei-me na minha cama calmamente esperando que a chamada acabasse. Depois disso disse-te para te pores em posiçao para te preencher o anus com o tal objecto. No gozo disseste-me que ainda bem que estavas nua, menos trabalho terias. Mais uma vez sorri por dentro mas disse-te bruscamente para te abrires. Comecei a enfiar uma bola de um brinquedo com cerca de 30 centimetros. Queixaste-te que doía mas eram queixumes e queria provocar-te dor pela maneira como falaste comigo. A 4ª bola queixavas-te que ia chegar-te a boca e nao satisfeito por enfiar com alguma dor, meti mais vaselina nas duas que sobravam e enfiei as mesmas sem paragens. mandei-te deitar e dares-me o pe torcido ha pouco tempo, o qual massajei cuidadosamente com uma pomada para as dores. Depois disso mandei que dormisses, ao que ripostaste que tinhas vontade de ir a casa de banho. Disse que se precisasses de ir, chamavas-me para te colocar novamente o objecto. Sai sem um beijo, sem um carinho. Estou a espera agora, passadas duas horas ate que acorde ou va ter com ela. Se nao tiver o objecto inserido como pus, vai ser castigada....no fundo vou so cumprir um desejo dela caso faça essa patifaria.

Animal



   A transformação nos seres humanos e a todos os títulos bizarra. Ha um instinto animal em cada um de nos que e refreado, escondido, quando nao achamos ser socialmente correcto ou esta fora dos comportamentos padrão, os que nos sao ensinados por familiares próximos na nossa meninice, adolescência e vida adulta. São muitas vezes essas atitudes que procuramos ter, com as quais vivemos que nos tornam infelizes, ainda que esse sentimento muitas vezes nao seja compreendido porque a nossa essência esta tao recalcada, tao profundamente escondida, que nao achamos solução para a amargura e mau estar a nao ser em medicação, muitas vezes tao nefasta a saude e com efeitos muito duvidosos. Em suma, sentimo-nos infelizes sem razao óbvia, que efectivamente existe.
     - Tu, minha cadela, deste-me trabalho árduo ate te assumires. Foste por motivos varios uma mulher diferente, oposta ate as vezes, ao que na realidade es. Sempre falaste das angustias sentidas durante o teu meio seculo de existencia que nao tinham razao de existir. Do isolamento a que te votavas dias a fio, da infelicidade que dizias sentir sem razao aparente. Conheci-te com uma carapaça protectora dificil de transpor, uma educaçao muito acima do normal, uma arguta inteligência defensiva e uma frieza desincentivadora de aproximações amorosas. Desconfiança emanava de todos os teus poros. Por outro lado, mostravas sensibilidade imensa. Uma mistura confusa. Em especial para um desbocado,.instintivo e repentista como eu. A tua antítese.
      -Apaixonados, ciente do meu espirito aventureiro, sexualmente sadico e extremamente activo, foste a pouco e pouco vendo onde te encaixavas nas minhas caracteristicas. Passamos alguns revezes, nao por te sentires mal com o que te acontecia mas pelo medo de estares a gostar de coisas supostamente erradas, inclusive de, apos um felacio, em que engoliste semen por teres o teu orgasmo em simultaneo, ficaste assustadissima por poder o mesmo prejudicar-te. Ou a primeira palmada que te dei, olhares-me indignada e surpresa. Ou ainda o sentires um inchaço estranho dentro de ti, motivado por ires ejacular, e parares tudo com medo que te fosses urinar. Foram alguns dos muitos episodios que passamos.
     Falas muitas vezes de um avo que te dava palmadas no rabo como castigo e prendia-te a mesa para nao fugires. Mas com carinho e admiraçao. Esse Sr foi a primeira pessoa que te mostrou quem eras: Uma masoquista submissa. Achavas certos os castigos e fascinavam-te as maos grandes e fortes que te castigavam, segundo dizes  justamente. E repetias a asneira vezes sem conta. Claro que o carinho feito apos o tempo de castigo era aliciante e terapêutico.
     E a tua natureza, Precisas de dor para viveres em harmonia, precisas ser dobrada e subjugada para te sentires protegida, precisas ajoelhar para te sentires tu. Precisas de um Deus de carne e osso, que veneres e a quem entregas corpo e alma. Ha 4 ou 5 anos, confessaste-o por escrito no teu blogue, mas o medo, a falta de confiança, em ti e em mim, fizeram-te recuar. Quiseste experimentar outros comportamentos, tinhas receio desse mas, a tua essência finalmente venceu. Desde ha dois dias que es feliz e realizada. Ha dois dias que dormes como uma cadela aos meus pes, fora da cama. Ontem, judiei de ti com um forte tratamento fisico em que choravas baba e ranho, sentindo-te frustrada por o teu corpo rejeitar a dor. Mentira, o teu corpo aproveitou essa dor em forma de lubrificação, o teu choro e sofrimento tiveram o condao de te relaxar, justificando o teu sexo esfregar-se no meu joelho enquanto choravas abraçada a mim. Precisas ser castigada constantemente, lava-te o espirito, precisas estar aos meus pes, seres guiada torturada, machucada, para te sentires amada, tornando-te a fera sexual que admiras no reino animal, a leoa, que e subjugada pelo leao, presa com garras e dentes e praticamente violada. E assim que gostas de te sentir amada.
     Pela minha parte, adoro ter-te a meus pes, a dormir profundamente como estas, acariciar-te a cabeça, e chamar-te quando me apetecer para me servires. E por sadismo, por humilhaçao que me sinto assim? Sera, mas tambem e por amar loucamente a minha cadela